Paulo Teixeira - Simples. Nao ha dinheiro. Todos sabem. Portugal cada vez mais pobre.
Antes que venham aí bocas foleiras, fica já aqui dito que não sou nem nunca fui filiado no PS. E agora vamos ao que interessa:
Notícia no Expresso em 6mai2024 às 23h51
O líder socialista diz que não está a “trabalhar para eleições” e recusa que o PS seja “força de bloqueio”, como prova disso diz que não votará a favor de propostas do Chega sobre aumentos para funcionários públicos, esperando pelas negociações entre Governo e sindicatos. Se resultarem em acordo, o PS não bloqueará. Pedro Nuno Santos defende ida de Lucília Gago ao Parlamento para falar sobre a “atividade" do Ministério Público e “não sobre casos concretos”. Recusou pedir a demissão da PGR.
Bernardo Sá Nogueira Mergulhão - Tão responsável que ele está, pena na hora certa ser pouco menos demagógico que Chega,pelo menos para já. Eu se fosse PS mudava de líder o quanto antes ou irá pagar preço elevado, jovens e licenciados já perdeu. Estão todos a trabalhar para eleições.
Governo e PS em guerra total sobre as “contas certas”
Joaquim Figueiredo - Muito bem... não temos um governo, temos oposição à oposição
David Almeida - Medina tira 100 milhões à Águas de Portugal para melhorar contas públicas Pois, pois... jota pimenta!

Miranda Sarmento, acusou o seu antecessor de uma “forte degradação” das contas públicas não só por causa da execução orçamental de março, mas também porque Fernando Medina terá assumido compromissos, alguns “já depois da data das eleições”, que perfazem €1080 milhões. Fernando Medina, ex-ministro das Finanças, reagiu: “Portugal não tem um problema de natureza orçamental e encaminha-se de novo para superavit orçamental em 2024”.
Temos assunto para durar... e provavelmente um Orçamento Retificativo.

Esta é a proposta do Governo para a recuperação do tempo de serviço dos professores: 20% a cada 1 de setembro.
Júlio Gouveia - Esta proposta é pelo menos uma proposta decente. Já outras que têm sido apresentadas a outros grupos profissionais não o têm sido
Paulo Neves - Será que PS/Chega gostam?
David Ribeiro - E será que os professores gostam, Paulo Neves?... Isto é que é importante.
Está cá a parecer-me que a ministra da Saúde não faz a mínima ideia do que se passa no seu ministério e quais as suas atribuições.
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Joaquim Figueiredo - A incompetência tem medo da competência... e Fernando Araújo mostrou ser competente quer como secretário de estado quer como presidente do CA do hospital de São João... ela não conseguiu gerir bem o Santa Maria e ser ministra é mais complicado, penso eu de que...
Isabel Pires - Só trapalhadas !
Jorge Ferreira Marvão - Não falem do que não sabem. A ministra Ana Paula Martins acabou de nomear uma equipa de 13 especialistas (médicos e enfermeiros) que vai fazer aquilo que o anterior director executivo não fez.
David Ribeiro - O que está em causa, Jorge Ferreira Marvão, é o facto da ministra da Saúde ter dito que o CEO do SNS se recusou a elaborar o Plano de Contingência de verão do Serviço Nacional de Saúde e ter-se mostrado surpreendida pelo facto de o documento ainda não existir. Mas a verdade é que segundo um despacho de 2023, não compete à Direção-Executiva elaborar o plano. Os planos sazonais de contingência do SNS são elaborados duas vezes por ano (para o verão e para o inverno) e são feitos segundo as normas inscritas no despacho nº4765/2023, de 20 de abril de 2023. A Direção-Geral da Saúde já publicou o referencial orientador a 30 de abril e agora as unidades de saúde têm um mês para se pronunciarem. Ou seja, como já aqui disse a ministra parece não estar a par de quem e quando deve fazer certos trabalhos na área da saúde. E já agora, Jorge Ferreira Marvão, isso de "não falem do que não sabem" não lhe fica nada bem.
Jorge Ferreira Marvão - David Ribeiro, não me referia ao senhor. O cidadão português, regra geral, tem pouca ou nenhuma literacia em saúde. A DE falhou. O modelo das USF nos hospitais centrais foi, ainda é, um erro. Será revertido, para bem do doente.
Julio Nogueira - Não entendo, então demitiu a comissão dirigida por o Dr Fernando Araújo, e depois queria que este , lhe apresentar-se o plano para o verão, mas o que pensará a Sr Ministra??
Celio Alves - Mais um flop. E ainda agora começou.....

Mais um capítulo da "telenovela" criada com a saída de Alexandra Reis da TAP... e que capítulo este.
Governo demite CEO da TAP e presidente do Conselho de Administração.
Luís Rodrigues é o novo presidente executivo da TAP.
O relatório da Inspeção-Geral de Finanças vai ser tornado público.
Galamba esclarece que restante administração da TAP "não cai".
Tribunal de Contas vai avaliar sanções financeiras.
"Novo CEO da TAP não receberá qualquer bónus", diz Medina.
Não haverá indemnizações no caso da CEO e chairman. Apenas "compensações devidas".
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Albertino Amaral - Isto é surreal.... Increditável esta falta de competência.....
David Ribeiro - Dito assim, a Alexandra até fica bem nos últimos capítulos da "telenovela".
Já esta senhora diz que vai "bater o pé".

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Joaquim Figueiredo - A senhora saiu da TAP em fevereiro... não era governante. A má informação gera confusão. Foi demitida e, segundo consta, negociou a saída por um valor inferior àquele a que tinha direito. Entendo é que os salários são demasiados altos...
David Ribeiro - Claro que não houve nenhuma ilegalidade, Joaquim Figueiredo... mas houve muita falta de ética.
Joaquim Figueiredo - David Ribeiro em quê? Essa da falta de ética não percebo
David Ribeiro - Joaquim Figueiredo... A ética está relacionada com a moralidade e aos bons e maus valores no relacionamento com os bens públicos... e à mulher de César não basta ser séria.
Joaquim Figueiredo - David Ribeiro discordo... uma coisa é a ética que não vejo ter sido desrespeitada pela senhora, já a moralidade...??? Acho que o Costa esteve mal em nomear a senhora sem esclarecer o assunto. David Ribeiro é falta de ética um treinador ser despedido, a chamada chicotada psicológica, receber uma indemnização choruda e no dia a seguir estar a treinar um clube que 2 dias antes era adversário? Abraço
David Ribeiro - Joaquim Figueiredo... não é seguramente ilegal, mas pode ser falta de ética do treinador ou até do clube, depende do contexto.
Julio Nogueira - Joaquim Figueiredo Concordo, falta de ética, mas mais falta de bom senso ,que quem autorizou salários tal altos. Existe um contrato o mesmo deve de ser cumprido.
Contextualizando...
Alexandra Reis ingressou na TAP em setembro de 2017, foi nomeada administradora três anos depois e, com um salário de 17.500 euros por mês, recebeu, em fevereiro passado, ao fim de dois dos quatro anos de mandato, uma indemnização de 500 mil euros, por cessação antecipada do cargo de administradora executiva.
As últimas do imbróglio TAP vs Alexandra Reis
Costa desconhecia antecedentes de Alexandra Reis e aguarda "esclarecimento cabal".
Alexandra Reis começou por pedir indemnização de 1,47 milhões para sair da TAP.
Respostas da TAP sobre Alexandra Reis não tranquilizam Governo.
Comunicado conjunto de Pedro Nuno e Medina remete respostas da transportadora aérea sobre a indemnização paga a Alexandra Reis para orgãos de fiscalização, Inspeção Geral das Finanças e CMVM.
Primeiro-ministro diz que IGF e CMVM vão avaliar legalidade da indemnização da atual secretária de Estado, mas também o cumprimento de todos os deveres de transparência pela TAP.
Ao fim do dia de ontem...
David Ribeiro - Ut sementem feceris, ita metes (Tradução: Cada um colhe o que planta). Esta frase bastante antiga foi usada pelo filósofo e orador Cícero (106-43 a.C.) em seu discurso sobre retórica intitulado Do Orador, escrito no ano 46 a.C. “Plantar” é metáfora das nossas ações, sejam elas quais forem. A ideia por trás da frase é que a vida é guiada por uma lei de causa e efeito, semelhante ao carma de algumas religiões. Se a “colheita” é boa ou má, isso não se deu de forma gratuita: é tão somente fruto das nossas ações.
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Jose Pinto Pais - Ronaldo? Ahhh agora percebi o Rolls de Natal do Ronaldo .... 500 mil, está esclarecido
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Pedro Nuno Santos explicou, em comunicado, que "face à perceção pública e ao sentimento coletivo gerados em torno" do caso da TAP, decidiu "assumir a responsabilidade política e apresentar a sua demissão". Pedido aceite, pouco tempo depois, por António Costa.

Foi anunciada a saída do Ministério das Finanças de Mário Centeno, “pai do primeiro superavit da democracia portuguesa”, e entra João Leão, tímido, workaholic e tecnicamente forte, apelidado na área das contas públicas portuguesas de “artífice das cativações”.
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O presidente da República considerou que Mário Centeno foi "das principais personalidades políticas" do país nos últimos anos, mas disse "respeitar" a sua decisão de deixar o Governo. Marcelo Rebelo de Sousa afirmou ainda que o novo ministro das Finanças, João Leão, dá "uma garantia de continuidade que é fundamental".
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A determinação é uma característica rara. Há quem a confunda com teimosia, mas são coisas diferentes. Costa é teimoso, Centeno é determinado. E ele decidiu que o fim do seu ciclo era no claro meio de um ciclo. (Henrique Monteiro no Expresso)

Estive ontem a ver e a ouvir com a maior atenção na televisão a audição de António Domingues na Comissão Parlamente de Orçamento e Finanças da AR e cada vez mais estou convencido que perdemos uma rara oportunidade de ter à frente do banco do Estado um profissional competente, além de que o Ministro das Finanças deste Governo dá mais uma vez a ideia que não sabe negociar e “esconde” de todos os seus colaboradores as suas intenções.
O que disse António Domingues na AR
- O que fez com que me tivesse demitido? Muito simples, eu ia ficar sem equipa. Dos onze membros do Conselho de Administração demitiram-se sete, e se considerar o Conselho Fiscal em quinze demitiram-se nove. Eu sem equipa teria dificuldade em gerir a Caixa.
- Uma das primeiras responsabilidades do gestor de uma empresa é saber se tem condições para a gerir e eu, no meu melhor juízo, entendi que não tinha condições para o fazer.
- Quando me perguntaram se eu estava zangado eu disse, como se recorda, ‘pelo amor de deus’, porque o acionista tem direito de tomar decisões e de mudar de opinião. Respeito isso, mas eu tenho direito de me bater pela minha opinião, os meus objetivos e as minhas responsabilidades.
- Quando se trabalha num banco, seja ele qual for, são publicados todos os anos nos relatórios os rendimentos e os meus, quem quiser vê-los, estão no BPI. O que faço com os meus rendimentos e o meu património já é da minha esfera pessoal, não vejo que haja ou houvesse necessidade de regras específicas para a Caixa para controlar a minha vida pessoal.
- Estimamos que a Caixa precisa de reduzir 2.200 pessoas.
- Gerir não é gerir para os dias de sol, mas para os riscos que existem.
Comentários no Facebook
«José Camilo» - Também fiquei com essa impressão.
«Jota Caeiro» - os técnicos, os bons técnicos, foram uma vez mais trucidados pelos experientes e experimentadíssimos políticos de merda (veja-se quem acabou por ficar na presidência da CGD!). este, como o próprio ministro que tem desempenhado de forma quase irrepreensível a sua técnica tarefa, foram surpreendidos pelos golpes dos políticos mais sinistros habituadíssimos aos enchumaços da Portuguêza. não tenho duvida quase nenhuma de que este Domingues, vindo de uma das esquerdas 'mais profundas', desempenharia o seu papel social à frente do maior banco português: e isso a ladroagem do regime não permite...
«José Camilo» - E, sinceramente, estou-me perfeitamente a marimbar para o que o homem possui ou não. Divulgar isso para além a quem de direito é colocar, provavelmente, a sua vida em risco. Ontem, alguém viu a sua casa assaltada e ficar sem 10 milhões de euros (dinheiro ou valores). Quem é? Sinceramente não me interessa e apenas o aconselho a ter mais cuidado aonda coloca os seus haveres (compreendendo que uma boa pintura terá de estar numa parede).
«Duarte Leal» - Também vi e fiquei com a mesma impressão. O BPI é um banco com futuro. Boa escola. Tudo o resto é política.
«Ricardo Nuno» - este é o mesmo q foi responsavel por afundar o BPI com a aposta desmesurada no C habt . Obviamente sem perfil para a CGD . Responsavel de cargo publico q tenha problemas em expor o seu patrimonio e rendimento nao o pode ser , parece me basico qd se trata de gerir algo que pertence a uma comunidade . Na Suecia é assim desde o sec 18 e nao me parece que por lá seja um problema ...
«Paulo Santos da Cunha» - Falando claro e para que a culpa não morra solteira e os bois sejam chamados pelo seu nome: O PSD e o CDS e a seu reboque um excitado e folclórico BE, depois de Marques Mendes ter levantado a “lebre” na SIC, iniciaram uma autêntica chicana contra o governo e António Domingues pelo facto de a nova lei ter isentado os gestores de apresentarem a citada declaração. A partir daí, esses três partidos, aprovaram legislação que repõe essa obrigação aos gestores da Caixa. E sendo assim, essa alteração mudou o contexto em que Domingues aceitara dirigir a CGD. É bom que se refira que, o governo nada pode fazer contra uma lei aprovada pela Assembleia da República. Leia-se o texto da Lei fundamental. Ponto!
«João Simões» - Foi uma boa escolha destruída por quem quer descredibilizar a cgd com outros objetivos.
«David Ribeiro» - Também tenho a impressão que o que acaba de dizer tem razão de ser, João Simões ...mas o Ministro das Finanças devia ter desmascarado a marosca em devido tempo.
«João Simões» - Perdeu se uma oportunidade de dar uma gestão totalmente independente e profissional à cgd.
«David Ribeiro» - O tempo vai acabar por dar razão a António Domingues… mas depois é capaz de já ser tarde e ir-nos custar muito dinheirinho.
Veraquia carta de demissão de Vítor Gaspar.
Veraquiquem é Maria Luís Albuquerque.
«David Ribeiro» no Facebook >>
Demissão de Vítor Gaspar e nomeação de Maria Luís Albuquerque para o Ministério das Finanças é demais num dia só. Até tenho medo que me dê uma coisinha má.
«Jose Antonio Salcedo» no Facebook >> Vêm aí tempos muito conturbados.
«Joaquim Leal» no Facebook >> Ainda tive esperança na substituição por Paulo de Macedo, ministro da saúde. Seria sempre uma mais valia. Agora esta senhora cujo envolvimento nos "swaps" (em tradução livre: negócios ruínosos para o Estado, vulgo todos nós) deixa uma penumbra preocupante.
«Isabel Taborda Oliveira» no Facebook >> É como as moscas....
«Ana Alyia» no Facebook >> a ti e a mim David Ribeiro acho que nem com valha-nos Deus lá vamos
«Fatima Sousa» no Facebook > mas os jonalistas vão estar todos os dias ( menos 5 ) em on ou off ...isto é de bradar aos céus...
«David Ribeiro» no Facebook >>
A demissão de Vítor Gaspar fez-me lembrar um outro ministro das finanças que em finais dos anos vinte do século passado, também durante uma crise económica e alguma agitação social, apresentou a sua demissão por não lhe terem satisfeito as condições que achava indispensáveis ao exercício daquela pasta ministerial. E esse tal professor catedrático da Faculdade de Coimbra acabou por voltar mais tarde aos destinos da Nação e por cá ficou durante quase cinquenta anos. Que os santinhos todos nos livrem da história se repetir.
Imagem “roubada” a «ferroadas2.blogspot.pt»
«Victor Meirinho» no Facebook >> Não sei... de tão longe a que levaram a "mediocracia", estão criadas as condições para o "universo invertido" da democracia! Vale-nos o facto de termos umas forças armadas desarmadas e desmoralizadas, agastadas e de cócoras! E alguém pensou já numa ditadura do poder judicial??? Não estamos longe... prevalecem os interesses de quem paga advogados-deputados! E estes fazem leis! E os magistrados aplicam! Falta saber: - COMO AS APLICAM ?
«Luis Paiva» no Facebook >> David, costuma dizer-se que a história nunca se repete. No entanto, Karl Marx admitiu que sim, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa...
«Victor Meirinho» no Facebook >> Nós estamos em fase de ópera-bufa... género menor do bel-canto!
«Maria Helena Costa Ferreira» no Facebook >> "vamos rezar...."
«José Camilo» no Facebook >> Regionalizemos...
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Nova Crítca - vinho & gastronomia
PINN (Portuguese Independent News Network)
Meus amigos...
A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
Antes Que Me Passe a Vontade (Nanda Costa)
Caderno de Exercícios (Celina Rodrigues)
Cerâmica é talento (Pataxó Lima)
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Let s Do Porto (José Carlos Ferraz Alves)
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Marafações de uma Louletana (Lígia Laginha)
Matéria em Espaço de Escrita com Sentido (Mário de Sousa)
Meditação na Pastelaria (Ana Cristina Leonardo)
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