"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 14 de Junho de 2022
O 'novo' McDonald’s abriu em Moscovo

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“Rei morto, rei posto”... e os restaurantes do McDonald's em Moscovo reabriram no passado domingo [12jun2022], agora com nova propriedade russa e um novo nome, "Vkusno-i tochka", que se traduz como "saboroso e pronto".


Isabel Sousa Braga
Grande manobra só mudou o nome 😂😅
David Ribeiro
...e o dono. Alexander Govor é o novo dono dos 800 restaurantes que a McDonald's detinha na Rússia.
Fernando DuarteDepois vão abrir "Vkusno-i tochka" no Mundo inteiro e superar o McDo. Tal como em França, em que a McDo queria aumentar o preço da franchise e o gerente francês mandou-os à fava e mudou o nome, depois a McDo ao ver que estavam a perder o mercado do pais que mais turistas recebe no Mundo inteiro, compraram as lojas ao francês a preço de ouro. Na Rússia vai ser igual, ainda havemos de ver os americanos voltarem a comprar as lojas que abandonaram agora, mas ao preço forte!
Rodrigues Pereira
Os miudos russos - como os nossos - "comem" marcas e não hamburguers ou batatas fritas.
Paulo Barros Vale
Prontes. Já sabemos que os ucranianos se devem render e pedir desculpa ao urso . Todos os dias há mensageiros a insistir nessa tese . Presumo que seja gente que não se importe que um dia um russos lhe espetem um míssil na janela em Espinho

 

  E ao mesmo tempo temos fome em África
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O presidente da União Africana e presidente do Senegal, Macky Sall, alertou para o risco de um “cenário catastrófico” de escassez de alimentos e solicita à Rússia e ao Ocidente ajuda para aliviar a situação. A União Africana diz que com a interrupção das exportações de cereias da Ucrânia arriscamo-nos a um "cenário catastrófico" de escassez de alimentos e aumentos de preços. Hoje, 346 milhões de africanos, mais de um quarto da população do continente, sofrem de fome por causa de conflitos, secas e pobreza. Agora, uma guerra, a milhares de quilómetros de distância, ameaça agravar a crise de insegurança alimentar da África. O fornecimento de cereais é interrompido e os preços dos alimentos básicos e do combustível disparam.



Publicado por Tovi às 07:46
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2022
Dia da Vitória... na Rússia

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Dia da Vitória ou 9 de Maio é um feriado ofical russo que marca a capitulação da Alemanha Nazi para a União Soviética na Segunda Guerra Mundial.

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Neste mesmo dia - 9 de Maio - é também comemorado o Dia da Europa para festejar a paz e a unidade do continente europeu. A data assinala o aniversário da histórica «Declaração Schuman», que expôs a visão de Robert Schuman de uma nova forma de cooperação política na Europa, que tornaria impensável uma guerra entre os países europeus. Considera-se que a atual União Europeia teve início com a proposta de Robert Schuman.

 

 

  
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Para comemorar o 77º aniversário da vitória no que a Rússia chama de Grande Guerra Patriótica, milhares de soldados marcharam pela Praça Vermelha em Moscovo nesta segunda-feira, seguidos por tanques, veículos blindados e lançadores de mísseis. Estava previsto a Praça Vermelha ser sobrevoada por 77 aeronaves, incluindo o raramente visto avião Il-80 Doomsday que é capaz de resistir a um ataque nuclear, mais oito caças MiG-29 formando a letra Z (símbolo da campanha militar da Rússia na Ucrânia), mas a compenente aérea do desfile do Dia da Vitória foi cancelada por causa da meteorologia, de acordo com o Kremlin. No terreno, a Rússia exibiu também seu hardware com capacidade nuclear, incluindo os mísseis nucleares intercontinentais Yars e os sistemas de mísseis balísticos de curto alcance Iskander.

 

  Discurso de Vladimir Putin nas celebrações do Dia da Vitória
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“Agora, nestes dias, vocês estão a lutar pelas nossas pessoas em Donbas, pela segurança da nossa pátria, a Rússia” (...) “Estão a lutar para que a memória da segunda guerra mundial não seja esquecida, vamos punir os nazis”.
“Dia 9 de maio de 1944 entrou na história como o Dia da Vitória do nosso povo unido. O nosso povo soviético unido. O Dia da Vitória é importante para cada um de nós. Na Rússia não há nenhuma família que não tenha sido atingida pela guerra”.
"Nós temos muito orgulho da geração dos vencedores. De sermos herdeiros dos vencedores. E o nosso dever é preservar a memória, para assegurar que os horrores da guerra não se vão repetir".
"A Rússia vai sempre apoiar a segurança" (...) "A NATO não queria ouvir a Rússia, porque tinham outros planos e estavam a preparar uma operação em Donbas contra o povo de Donbas" (...) "A NATO começou a explorar as nossas fronteiras e criaram uma ameaça para o nosso país".

 


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Perante o que disse Vladimir Putin no seu discurso nas comemorações do “Dia da Vitória” - Hoje, as milícias do Donbass, juntamente com o exército russo, estão a lutar nas suas próprias terras. Agora dirijo-me às nossas tropas e milícias em Donbas: estão a lutar pela sua pátria, pelo seu futuro, para que ninguém esqueça as lições da Segunda Guerra Mundial, para que não haja espaço para os nazis – estou cada vez mais convencido que a "operação militar especial” se vai ficar pelo Donbas.



Publicado por Tovi às 08:29
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2022
Entretanto... em Moscovo estamos assim

  Frida Ghitis, colunista de assuntos mundiais na CNN, é capaz de ter razão nesta sua previsão
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  Em Moscovo acontecem coisas estranhas... alegadamente
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1024.jpgA Rússia já começou a "nova fase" da invasão à Ucrânia, admitiu o ministro dos Negócios Estrangeiros numa entrevista ao canal India Today, citada pela agência Tass, sem no entanto se referir a uma guerra mas sim a uma "operação especial" para "libertar" Donetsk e Lugansk", "A operação no leste da Ucrânia visa - como foi anunciado anteriormente - a libertação completa das repúblicas de Donetsk e Lugansk. Esta operação vai continuar. A próxima fase desta operação especial começa agora. E, parece-me, vai ser um momento importante durante esta operação especial", afirmou Sergei Lavrov. Lavrov disse ainda que a operação da Rússia na Ucrânia decorre do desejo do Ocidente de dominar o mundo e que foi o Ocidente que criou um "trampolim" na Ucrânia contra a Rússia ao colocar armas no país e a dizer que Kiev se pode juntar à NATO. 

 


img_900x561$2022_02_20_13_21_42_422432.jpgA Rússia vai avançar para os tribunais para recuperar os 300 mil milhões de dólares em reservas denominadas em moeda estrangeira, congelados pelo Ocidente em resposta à invasão do Kremlin à Ucrânia. "Este é um congelamento [de ativos] sem precedentes, por isso estamos a preparar [a entrega] de processos judiciais", assegurou Elvira Nabiullina, governadora do Banco Central da Rússia, citada pela Interfax. Atualmente, a instituição russa não consegue aceder a quase metade das suas reversas de 609,4 mil milhões de dólares, tendo por isso imposto restrições financeiras e monetárias à economia russa, obrigando o pagamento de gás russo em rublo e dando ordens às empresas exportadoras do país para converterem as receitas angariadas no estrangeiro em rublos.

 


Captura de ecrã 2022-04-19 221745.jpgNana Grinstein fugiu da Rússia porque as novas leis do Kremlin que punem as críticas à chamada “operação especial na Ucrânia” podem levá-la à prisão. Grinstein, dramaturga, seu marido Viktor, editor de vídeo, e sua filha de 14 anos, Tonya, deixaram para trás a histeria na Rússia causada pela guerra na Ucrânia e a perseguição de quem se atreve a dizer que a “operação especial” do presidente Vladimir Putin é, de facto, uma guerra. “O mundo que construímos há anos, que parecia inabalável, importante e relevante, desmoronou diante dos meus olhos como se fosse feito de papelão”, disse Grinstein à Al Jazeera de um apartamento alugado na capital arménia, Yerevan. Chegando à Arménia no início de março, a família descobriu que dezenas de milhares de outros russos fizeram a viagem antes deles e testemunharam a chegada de muitos mais desde então.

 


Captura de ecrã 2022-04-20 085101.jpgSancionado pelo Reino Unido, o oligarca russo Oleg Tinkov garante que “90% dos russos são contra a guerra” na Ucrânia, acredita que “os funcionários do Kremlin estão em choque“ por não poderem “ir ao Mediterrâneo este verão” e arrasa o exército russo. Ao Ocidente, pede que encontrem uma saída para Putin evitar um massacre. Oleg Tinkov é um empresário e milionário russo que em 2014 foi classificado como a 15.ª pessoa mais rica da Rússia, com um património líquido estimado em 8,2 mil milhões de US$.

 

  Como eu entendo Azeredo Lopes
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Defendi que se deve ter algum cuidado (ia dizer, pudor) com a utilização da palavra genocídio para descrever a atual situação na Ucrânia. Defendi, portanto, que me parece pouco avisado o anúncio público do convite feito pelo Presidente da Ucrânia a Emmanuel Macron para que visite o seu País para confirmar (uma vez que tem dúvidas) que na Ucrânia “está” a acontecer um genocídio. Defendi que é importante que, o mais rapidamente possível, a Ucrânia ratifique, sem reservas, o Estatuto do Tribunal Penal Internacional, para dessa forma ganhar uma legitimidade intocável para exigir, até ao fim, a responsabilização de todos os que possam ter cometido crimes internacionais em território ucraniano. Defendi que é estranho e incoerente ver alguns Estados a invocarem alto e bom som a prática pela Rússia de crimes internacionais (coisa que, tudo indica, é verdade), e a sua responsabilização pelo TPI ou por um tribunal internacional ad hoc, constituído para o efeito, para julgar, além de Vladimir Putin, todos os que tiverem cometido crimes internacionais, sem, por outro lado, aceitarem a jurisdição do TPI ou, até, a combaterem ferozmente. Isto foi o suficiente para, de imediato, ser apodado de putinista.
Não há pachorra.

 

  “A fama da Rússia agora é aquela que sempre teve durante a Guerra Fria: uma potência pesada e antiquada, narcisista, megalómana e petulante, com um complexo de inferioridade galopante, sentindo-se injustamente desrespeitada e ostracizada pela Europa de que faz parte”.
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Publicado por Tovi às 08:46
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Sexta-feira, 18 de Março de 2022
Cerco a Kiev... o avanço russo vai lento

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Estamos a entrar na quarta semana de guerra e o avanço russo vai lento. A noroeste de Kiev, uma coluna russa com quilómetros aproxima-se. Em Irpin (a 5 kms de Bucha na direção do centro da capital) trava-se uma batalha feroz, onde os ucranianos têm sido bem-sucedidos na missão de travar o inimigo. Do outro lado, a coluna que deverá cercar a cidade pelo leste tem feito avanços pouco significativos.

 

  Quem controla o quê na Ucrânia (de 6mar para 18mar2022)
De dia 06 para dia 18mar2022.jpg



Dia 23 18mar2022 ref.jpg
O Mundo, mais dia menos dia, vai ter que "fazer contas" com a Polónia... é que o seu esforço em receber tantos refugiados tem custos, que deverão ser distribuídos por todos aqueles que condenam a invasão da Ucrânia pelas tropas de Putin.
  Não sei se estas "sanções" à Polónia chegaram a ser aplicadas [a notícia é de janeiro deste ano], mas é capaz de ser a altura da União Europeia "esquecer" estas coisas.
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  ...e já agora: Eu não morro de amores pelos senhores do atual poder polaco.

 


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Milhares de pessoas nas ruas de Moscovo, estádios cheios e bandeiras ao alto. No 23.º dia de guerra na Ucrânia, com bombardeamentos em Kiev, a Rússia festeja o oitavo ano da assinatura do Tratado sobre a Anexação da República da Crimeia à Rússia.

 


Captura de ecrã 2022-03-18 085853.jpgEm conversa telefónica de quase duas horas no dia de hoje, Xi Jinping disse a Joe Biden que os Estados Unidos devem "assumir responsabilidades internacionais" no conflito na Ucrânia. "Como membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e duas das maiores economias mundiais, devemos, não apenas liderar as relações entre China e Estados Unidos pelo caminho correto, mas também assumir responsabilidades internacionais e fazer esforços pela paz e tranquilidade", disse o presidente chinês na videochamada. De acordo com a agência estatal chinesa CCTV, citada pela agência Reuters, o presidente chinês referiu ao homólogo norte-americano que são os Estados Unidos quem deve guiar as relações bilaterais no rumo certo.

 

  Sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF
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Publicado por Tovi às 07:56
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2018
Portugal 1 – 0 Marrocos

20Jun2018 Portugal 1 x 0 Marrocos.jpg

Foi assim que eu vi este nosso segundo jogo do Mundial da Rússia:

Caramba!... assim nem se pode almoçar descansado. O Ronaldo até me fez entornar a sopa. Aos cinco minutos do jogo já ganhamos por um a zero a Marrocos.

Os jogadores marroquinos além de até agora não valerem o estouro de um foguete são também uns sarrafeiros do caraças.

Grande defesa de Rui Patrício. Aos 56 minutos ainda não dá para descansar e o resultado é curto.

O Fernando Santos está no estádio?... e não mexe na equipa?

Faltam cerca de dez minutos para o fim do jogo e Ronaldo não conseguiu marcar golo do livre a nosso favor, mesmo em cima da linha da grande área.

Ganhamos!... mas com uma exibição muito fraca. Temos que ser muito mais agressivos se queremos ir longe neste Rússia2018.

Rui Patrício foi, para mim, o homem do jogo.

 

   Outro resultado do nosso grupo

Irão 0 – 1 Espanha



Publicado por Tovi às 15:06
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Sexta-feira, 7 de Abril de 2017
A coisa está a ficar quente... está quase a escaldar

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Olha que dois: Donald Trump e Bashar al Assad. Venha o diabo e escolha.

As minhas fontes no Kremlin (sim... eu tenho amigos bem colocados em Moscovo) são da opinião que com este ataque à base aérea de Shayrat, executado com cerca de 50 mísseis Tomahawk a partir de navios operando no Mar Mediterrâneo, o presidente americano Donald Trump apoiou de facto o Daesh, pois era daqui que saiam as missões contra os terroristas.

 

  Base aérea de Shayrat na Síria

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Declaração do Estado-Maior das Forças Armadas da Síria: "Foi levada a cabo uma agressão contra uma das nossas bases militares. O ataque de mísseis provocou a morte de seis pessoas, outras foram feridas, foi causado um dano material significativo".

 

  Ataque de mísseis Tomahawk norte-americanos

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Os Estados Unidos lançaram pelo menos 59 mísseis de cruzeiro na noite desta quinta-feira contra um aeródromo sírio próximo da cidade de Homs. O ataque foi uma resposta de Trump às denúncias de uso de armas químicas pelo governo sírio, responsável pela morte de 100 pessoas na terça-feira.

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» - EUA, depois dos seus terroristas derrotados, segue o caminho da guerra. É o que vamos ter, não tarda, em que dimensão veremos, mas é fácil desencadear a guerra, difícil é controlar-lhe a dimensão... EUA não se conformam com marginalização na Síria, depois da derrota dos terroristas por si manipulados, e insistem em ocupar território... Põem também mais uma vez em causa a paz mundial. Não é a nova política de Trump: é a política de sempre dos EUA...

«Jorge De Freitas Monteiro» - Trump, o suposto ditador que por entre decisões judiciais desfavoráveis, oposição da administração, da Câmara dos Representantes e do Senado e a sua própria incompetência, mal consegue governar, lançou um ataque de algumas dezenas de mísseis sobre um aeródromo militar. Confirmação de que é um irresponsável e um perigo para a paz? Não. O ataque foi o "bom" ataque: já tinha sido sugerido pela Clinton e recebeu o apoio entusiástico dos falcões do establishment americano, Republicanos e Democratas sem distinção. Ao mesmo tempo caem pela base as teses conspiracionistas de que seria uma marioneta do Putin e um amigalhaço do Assad. Tudo isto a ler em conjunto com o afastamento da bête noire dos liberais, Bannon, do Conselho Nacional de Segurança e com os rumores do seu afastamento da Casa Branca nos próximos dias. Bannon e o seu grupo opõem-se desde sempre ao intervencionismo militar neo conservador. Falta agora abandonar também a agenda anti globalização para se realizar a normalização defendida pelo Wall Street Journal num artigo publicado há algumas semanas: Trump poderia ter uma presidência tranquila se se deixasse de originalidades e se se apoiasse no mainstream do Partido Republicano. Entretanto os trumpistas de primeira hora, os true belivers, condenam violentamente o ataque e sentem-se traídos; a esquerda americana ou apoia ou fica calada, como calada ficou durante oito anos em relação aos milhares de bombardeamentos por drones, muitas vezes em zonas urbanas, ordenados pelo Obama. Na Europa pela primeira vez há um apoio generalizado dos governos e da UE ao Trump, salvo da esquerda bem pensante que, depois de ter berrado que vem aí o lobo fascista e de ter ignorado os drones do Obama, continua a não perceber nada do que se passa. Para animar o fim de tarde mais um atentado low cost, desta vez em Estocolmo. Vivemos tempos interessantes. O que, segundo um provérbio chinês, é uma maldição.

«Maria Helena Guimarães» - estamos aqui estamos em guerra nuclear. o Trump é um estafermo

«Ricardo Castro Ribeiro» - Isto é tudo treta. É tudo para disfarçar as "ligações perigosas" à Rússia. Assim ninguém fala disso

«David Ribeiro» - Não sei porquê isto faz-me recordar o que foi a procura das inexistentes armas de destruição maciça no Iraque.

«Ricardo Castro Ribeiro» - Ora agora disseste tudo David. Isto para mim é combinado com o Putin (e com o Hassad) para acabar com a investigação que está em curso. Não entendo é porque não há um só jornalista que coloque essa possibilidade. E falta saber quem bombardeou com o tal de gaz ...

«Jota Caeiro» - não faz sentido numa guerra aberta, numa 'guerra total' como esta da Síria, que a morte de umas poucas dezenas de civis originem uma tal confusão. ninguém nunca poderá saber se o gás venenoso não foi lançado por um tomawank.ao Trump não bastaria parecê-lo, não soubessemos nós quem é o filho da puta!

«Ricardo Castro Ribeiro» - Para mim é algo meticulosamente estudado para encobrimento dos acordos e ligações. Agora se foi um aproveitamento de situação ou uma trama totalmente realizada por ele não sei nem nunca se vai saber.

«David Ribeiro» - Há informações mais ou menos fidedignas que garantem ter o Daesh e a Frente al-Nusra atacado as posições do exército sírio na rodovia Homs-Furklus-Palmira logo depois do ataque aéreo dos EUA à base de Shayrat. Será coincidência?... ou afinal os rebeldes ainda mexem?… e ainda não se sabe muito bem quem ajuda quem nesta guerra da Síria e quanto tempo ainda irá durar.

«Jose Bandeira»Durará, na Síria ou noutro local qualquer, enquanto as fábricas de armamento estiverem a produzir. Não creio que neste momento seja o petróleo a principal motivação: a cotação do crude demonstra-o.



Publicado por Tovi às 09:01
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Domingo, 10 de Maio de 2015
Os 70 Anos da Derrota Nazi

Moscovo Dia da Vitória 9Mai2015.jpg

(Foto REUTERS / Host Photo Agency / RIA Novosti)

Ontem em Moscovo, grandioso desfile militar que assinalou os 70 anos do triunfo sobre a Alemanha Nazi na Segunda Guerra Mundial. A Rússia celebrou o Dia da Vitória  (em russo: День Победы, Den' Pobedy) com uma parada militar em que participaram 16.500 soldados, 140 helicópteros e aviões, tanques como o T-14 Armata - que é descrito como a nova arma de destruição russa – ou os novos mísseis balísticos RS-24 Yars.

 

  Comentários no Facebook

«Fernando Duarte» >> a capitulação alemã foi assinada em Reims às 2h41 de 7 de Maio 1945, a segunda capitulação foi em Berlim às 23h01 de 8 de Maio1945 à hora de Berlim, ou seja às 01h01 de 9 de Maio 1945 à hora de Moscovo (e é isso que explica porque é que os Russos festejam o fim da Guerra 2 dois dias depois), mas a guerra só acabou mais tarde com a rendição do Japão

«Joaquim Leal» >> As imagens da parada em Moscovo, algo que só me lembrava os tempos da antiga união soviética tal o aparato. Não apreciei a ausência de figuras internacionais de maior destaque porque o momento deve ser objecto de respeito e união de todos mas o presidente russo também não tem facilitado com os comportamentos na Crimeia e mais recentemente na Ucrânia. Ao que julgo saber, apenas estiveram presentes dirigentes internacionais próximos de Putin, dos antigos territórios, Venezuela e China. Ah, o Mugabe também e imaginem, ainda o Steven Segal.

«David Ribeiro» >> A reter na memória a presença do Chinês.



Publicado por Tovi às 08:18
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Terça-feira, 15 de Abril de 2014
A Rússia em guerra com a Ucrânia

(Homens armados pró-russos - Foto de "Chanel 4")

{#emotions_dlg.sidemouth} Ninguém tem a coragem de dizer que Moscovo está em guerra com Kiev, mas já há derramamento de sangue na fronteira leste da Ucrânia com a Rússia.


«Laura Sarmento» no Facbook >> nem sei o que pensar disto tudo... inconcebível...

«Joaquim Leal» no Facebook >> Não confundir com o que aconteceu na Crimeia. Aqui é território inalienável da Ucrânia. Os russos que lá estão que mudem de ares.

«Manuel Rocha» no Facebook >> O que aconteceu na Crimeia tem de diferente o cheiro "apenas" trata-se de uma invasão russa como o que se está a passar agora... os russos não vão parar de continuar a ocupar territórios soberanos.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} O Ministro dos Negócios Estrangeiro ucraniano diz que é preciso juntar todos os esforços internacionais para parar a agressão das forças de Moscovo, pois segundo Danylo Lubkivsky, o que está em causa é a guerra que a Rússia começou contra a Ucrânia e não as manifestações de rua de pró-russos em cidades do Leste daquele país. Do outro lado da barrica os russos continuam a afirmar que é o povo ucraniano, descontente com o poder instalado em Kiev, que se revolta nas cidades de  Lugansk, Carcóvia e Donetsk. Não há dúvida, as próximas semanas serão cruciais.



Publicado por Tovi às 09:16
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