"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 27 de Novembro de 2025
Thanksgiving Day é a data limite para Zelensky...

...assinar a proposta de paz de Donald Trump

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  Plano de paz de Donald Trump para a Ucrânia
1. A soberania da Ucrânia será confirmada;
2. Será concluído um pacto global de não-agressão entre a Rússia, a Ucrânia e a Europa. Todas as ambiguidades por resolver nos últimos 30 anos serão consideradas resolvidas;
3. Espera-se que a Rússia não invada os países vizinhos e que a NATO não proceda a mais alargamentos;
4. Será realizado um diálogo entre a Rússia e a NATO, mediado pelos Estados Unidos, para resolver todas as questões relacionadas com a segurança e criar as condições para o desanuviamento, a fim de garantir a segurança global e aumentar as oportunidades de cooperação e desenvolvimento económico futuro;
5. A Ucrânia receberá garantias de segurança fiáveis;
6. As Forças Armadas ucranianas serão reduzidas a 600.000 soldados;
7. A Ucrânia aceita inscrever na sua Constituição que não vai aderir à NATO, e a NATO aceita incluir nos seus estatutos uma disposição especificando que a Ucrânia não será futuramente integrada na organização;
8. A NATO aceita não estacionar tropas na Ucrânia;
9. Caças europeus serão estacionados na Polónia;
10. As garantias norte-americanas:
Os Estados Unidos receberão uma compensação pela garantia de segurança;
Se a Ucrânia invadir a Rússia, perderá essa garantia;
Se a Rússia invadir a Ucrânia, além de uma resposta militar coordenada e decisiva, todas as sanções globais serão restabelecidas, o reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios do acordo serão revogados;
Se a Ucrânia lançar um míssil contra Moscovo ou São Petersburgo sem motivo válido, a garantia de segurança será considerada nula e sem efeito.
11. A Ucrânia é elegível para adesão à União Europeia (UE) e beneficiará a curto prazo de acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto a questão estiver em análise;
12. Um pacote global robusto de medidas para a reconstrução da Ucrânia, incluindo, entre outras:
a) A criação de um Fundo de Desenvolvimento da Ucrânia para investir em setores em elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e a Inteligência Artificial;
b) Os Estados Unidos cooperarão com a Ucrânia para reconstruir, desenvolver, modernizar e explorar conjuntamente as infraestruturas de gás da Ucrânia, incluindo gasodutos e instalações de armazenamento;
c) Esforços conjuntos para reabilitar as áreas afetadas pela guerra, com vista ao restauro, reconstrução e modernização de cidades e bairros residenciais;
d) Desenvolvimento de infraestruturas;
e) Extração de minerais e recursos naturais;
f) O Banco Mundial elaborará um plano de financiamento especial para acelerar estes esforços.
13. A Rússia será reintegrada na economia mundial:
a) O levantamento das sanções será discutido e acordado por fases e caso a caso;
b) Os Estados Unidos celebrarão um acordo de cooperação económica a longo prazo para o desenvolvimento mútuo nas áreas da energia, recursos naturais, infraestruturas, Inteligência Artificial, centros de dados, projetos de mineração de terras raras no Ártico e outras oportunidades de negócio mutuamente benéficas;
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8 (bloco das principais economias mundiais).
14. Os fundos congelados serão utilizados da seguinte forma:
Cem mil milhões de dólares em ativos russos congelados serão investidos em projetos liderados pelos EUA para reconstruir e investir na Ucrânia. Os Estados Unidos receberão 50% dos lucros desta iniciativa.
A Europa contribuirá com 100 mil milhões de dólares para aumentar o montante dos investimentos disponíveis para a reconstrução da Ucrânia. Os fundos europeus congelados serão desbloqueados.
Os restantes fundos russos congelados serão investidos num veículo de investimento EUA-Rússia separado, que executará projetos conjuntos em áreas específicas. Este fundo terá como objetivo fortalecer as relações e aumentar os interesses comuns, de forma a criar um forte incentivo para não regressar ao conflito.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto de segurança norte-americano-russo para promover e garantir o cumprimento de todas as disposições do presente acordo;
16. A Rússia consagrará na lei a sua política de não-agressão em relação à Europa e à Ucrânia;
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordarão o prolongamento da validade dos tratados sobre a não-proliferação e o controlo de armas nucleares, incluindo o Tratado START I;
18. A Ucrânia aceita não ser um Estado detentor de armas nucleares, nos termos do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares;
19. A central nuclear de Zaporijia será posta em funcionamento sob a supervisão da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), e a eletricidade produzida será dividida em partes iguais entre a Rússia e a Ucrânia (50-50);
20. Ambos os países se comprometem a adotar programas educativos nas escolas e na sociedade com o objetivo de promover a compreensão e a tolerância das diferentes culturas e eliminar o racismo e o preconceito:
a) A Ucrânia adotará as normas da UE sobre tolerância religiosa e proteção das minorias linguísticas;
b) Os dois países aceitarão abolir todas as medidas discriminatórias e garantir os direitos dos órgãos de comunicação social ucranianos e russos e a educação;
c) Todas as ideologias e atividades nazis devem ser rejeitadas e proibidas.
21. Territórios:
a) A Crimeia, Donetsk e Lugansk serão reconhecidas como territórios russos 'de facto', incluindo pelos Estados Unidos;
b) Os limites de Kherson e Zaporijia serão os atualmente existentes ao longo da linha de contacto, o que significará reconhecimento 'de facto' ao longo dessa linha;
c) A Rússia renunciará aos outros territórios que controla fora destas cinco regiões;
d) As forças ucranianas retirarão da parte da região de Donetsk que atualmente controlam, e essa parte será em seguida utilizada para criar uma zona tampão neutra desmilitarizada, internacionalmente reconhecida como território pertencente à Federação da Rússia. As forças russas não entrarão nesta zona desmilitarizada.
22. Depois de concordarem com as divisões territoriais futuras, a Federação da Rússia e a Ucrânia comprometem-se a não alterar tais disposições pela força. Nenhuma garantia de segurança se aplicará em caso de violação deste compromisso;
23. A Rússia não impedirá a Ucrânia de utilizar o rio Dniepr para fins comerciais, e serão concluídos acordos sobre o livre transporte de cereais através do mar Negro;
24. Será criada uma comissão humanitária para solucionar as questões pendentes:
a) Todos os prisioneiros e restos mortais de ambos os lados devem ser trocados na proporção de "todos por todos";
b) Todos os civis detidos e reféns serão restituídos, incluindo as crianças;
c) Será criado um programa de reunificação familiar;
d) Serão tomadas medidas para aliviar o sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições no prazo de 100 dias;
26. Todas as partes envolvidas neste conflito beneficiarão de uma amnistia total pelas suas ações durante a guerra e comprometem-se a não apresentar qualquer reclamação ou a considerar apresentar futuramente qualquer queixa;
27. Este acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida pelo Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Serão impostas sanções em caso de violação;
28. Assim que todas as partes aceitarem este memorando, um cessar-fogo entrará imediatamente em vigor após a retirada de ambas as partes para os pontos acordados para se iniciar a aplicação do acordo.

 

  Contraproposta da Europa
(redigido pelo Reino Unido, França e Alemanha)
1. A soberania da Ucrânia deve ser reconfirmada.
2. Será alcançado um acordo de não-agressão total e completo entre a Rússia e a Ucrânia e a NATO. Todas as ambiguidades dos últimos 30 anos serão resolvidas.
3. (O ponto 3 do plano dos EUA foi suprimido. Um rascunho do plano dizia: “Haverá a expetativa de que a Rússia não invadirá os seus vizinhos e a NATO não se expandirá mais”).
4. Após a assinatura de um acordo de paz, será convocado um diálogo entre a Rússia e a NATO para abordar todas as questões de segurança e criar um ambiente de desescalada para garantir a segurança global e aumentar a oportunidade de realção e de futuras oportunidades económicas.
5. A Ucrânia beneficiará de sólidas garantias de segurança.
6. Limitação do efetivo militar ucraniano a 800 000 elementos em tempo de paz.
7. A adesão da Ucrânia à NATO depende do consenso dos membros da NATO, que não existe.
8. A NATO concorda em não estacionar permanentemente tropas sob o seu comando na Ucrânia em tempo de paz.
9. Os aviões de combate da NATO ficarão estacionados na Polónia.
10. Garantia dos EUA que reflete o artigo 5º
a) Os EUA receberão uma indemnização pela garantia
b) Se a Ucrânia invadir a Rússia, perde a garantia
c) Se a Rússia invadir a Ucrânia, para além de uma resposta militar robusta e coordenada, serão restabelecidas todas as sanções globais e será retirado qualquer tipo de reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios decorrentes deste acordo.
11, A Ucrânia é elegível para a adesão à União Europeia e beneficiará, a curto prazo, de um acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto este está a ser avaliado.
12. Pacote robusto de reconversão global para a Ucrânia, incluindo, mas não se limitando a:
a) Criação de um fundo de desenvolvimento da Ucrânia para investir em sectores de elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e os esforços da Al
b) Os Estados Unidos estabelecerão uma parceria com a Ucrânia para, em conjunto, restaurar, desenvolver, modernizar e explorar as infra-estruturas de gás da Ucrânia, que incluem os gasodutos e as instalações de armazenamento
c) Um esforço conjunto para reabilitar as zonas afectadas pela guerra, a fim de recuperar, reabilitar e modernizar as cidades e as zonas residenciais
d) Desenvolvimento de infra-estruturas

e) Extração de recursos minerais e naturais
f) O Banco Mundial desenvolverá um pacote especial de financiamento para acelerar estes esforços.
13. A Rússia deverá ser progressivamente reintegrada na economia mundial
a) A redução das sanções será discutida e acordada por fases e numa base caso a caso
b) Os Estados Unidos celebrarão um Acordo de Cooperação Económica a longo prazo para prosseguir o desenvolvimento mútuo nos domínios da energia, dos recursos naturais, das infra-estruturas, da IA, dos centros de dados, das terras raras, dos projetos conjuntos no Ártico, bem como de várias outras oportunidades empresariais mutuamente benéficas
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8.
14. A Ucrânia será totalmente reconstruída e compensada financeiramente, inclusive através de ativos soberanos russos que permanecerão congelados até que a Rússia compense os danos causados à Ucrânia.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto em matéria de segurança, com a participação dos EUA, da Ucrânia, da Rússia e dos europeus, para promover e fazer cumprir todas as disposições do presente acordo.
16. A Rússia consagrará por via legislativa uma política de não agressão em relação à Europa e à Ucrânia.
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordam em prorrogar os tratados de não-proliferação e de controlo nuclear, incluindo o Fair Start.
18. A Ucrânia concorda em permanecer um Estado não nuclear ao abrigo do TNP [Tratado de Não Proliferação Nuclear].
19. A central nuclear de Zaporizhzhia será reiniciada sob a supervisão da [Agência Internacional da Energia Atómica] AIEA, e a energia produzida será partilhada equitativamente numa proporção de 50-50 entre a Rússia e a Ucrânia.
20. A Ucrânia adotará as regras da UE em matéria de tolerância religiosa e de proteção das minorias linguísticas.
21. Territórios: A Ucrânia compromete-se a não recuperar o seu território soberano ocupado através de meios militares. As negociações sobre trocas territoriais terão início a partir da Linha de Contacto.
22. Uma vez acordadas as futuras disposições territoriais, tanto a Federação da Rússia como a Ucrânia comprometem-se a não alterar essas disposições pela força. As eventuais garantias de segurança não serão aplicáveis em caso de incumprimento desta obrigação.
23. A Rússia não impedirá a utilização do rio Dnieper pela Ucrânia para efeitos de atividades comerciais, e serão celebrados acordos para que os carregamentos de cereais possam circular livremente através do Mar Negro.
24. Será criado um comité humanitário para resolver as questões em aberto:
a) Todos os restantes prisioneiros e cadáveres serão trocados segundo o princípio "Todos por Todos"
b) Todos os civis detidos e reféns serão devolvidos, incluindo as crianças

c) Haverá um programa de reagrupamento familiar
d) Serão adoptadas disposições para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições o mais rapidamente possível após a assinatura do acordo de paz.
26. Serão tomadas medidas para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
27. O presente acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida por um Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Haverá sanções em caso de violação.
28. Se todas as partes derem o seu acordo ao presente memorando, o cessar-fogo entrará imediatamente em vigor quando ambas as partes se retirarem para os pontos acordados para dar início à aplicação do acordo. As modalidades do cessar-fogo, incluindo o controlo, serão acordadas por ambas as partes sob a supervisão dos EUA.

 

  2.ª feira 24nov2025
Captura de ecrã 2025-11-25 160051.pngRússia, Ucrânia e EUA retomaram as negociações em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para tentar desbloquear um plano de paz para a Ucrânia, escrevem o Financial Times e a CNN, que apenas referem a presença de elementos de Moscovo e Washington. Entretanto, e de acordo com a informação avançada por uma autoridade norte-americana à rede televisiva CBS News, a Ucrânia terá concordado com a nova proposta de Trump [com apenas 19 itens], havendo apenas “pequenos detalhes a ser resolvidos”. (Na imagem: Secretário Dan Driscoll está em Abu Dhabi para se reunir com representantes russos © ANSA/AFP)

 

  SIC Notícias às 07h04 de 4.ª feira 26nov2025
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O Presidente norte-americano tinha dito, na semana passada, que Kiev tinha que dar uma resposta, no máximo, até esta quinta-feira. Trump deixou agora cair este prazo, depois de, na terça-feira, Zelensky ter afirmado que está pronto para avançar. “Não tenho um prazo. (...) O prazo, para mim, é quando tudo acabar e eu achar que estão todos cansados de lutar”, disse Donald Trump.

 

  Últimas...
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Raul Vaz OsorioMas isto é para levar a sério? Parece uma brincadeira de putos
Jorge Veiga
Raul Vaz Osorio putos irresponsáveis!




Quinta-feira, 13 de Novembro de 2025
Ao que dizem, que eu não estou por lá...

Para quem combatia sem botas, alimentando-se de rações de combate fora de prazo e chipes de frigoríficos no seu armamento pesado, os russos até não se têm saído mal em Pokrovsk

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Jorge SaraivaSó o estarem lá já é mau, isto é, péssimo.
Adriano Marques
Eu vejo por outro prisma... A maior potência mundial ( segundo propaganda comunista) que anunciou tomar Kiev em 3 dias, está encalhada há mais de um ano às portas de Pokrovsk, os anúncios da tomada são constantes, mas no terreno ainda não está concretizado, sendo o rácio de soldados mortos em combate de 8 Russos para 1 Ucraniano. Ao fim de mais de 3 anos de Guerra, milhões e milhões perdidos, centenas de milhares de mortes Russas, as coisas parecem estar muito longe em tempo e objectivos do que inicialmente estava previsto. Ao que dizem, porque eu não estou por lá.
Mário PaivaAdriano Marques, e o seu prisma parece muito bem informado... Como disse há dias Mark Ruth, CEO da OTAN... "a Ucrânia está a ganhar a guerra, a frente de combate é que se desloca em sentido errado"... Por outro lado, se essa é a realidade, se o exército russo não é "lá essas coisas" e está em tão mau estado, não se entende qual é a preocupação com uma possível invasão russa do resto da Europa...

 

  Dourar a pílula... ou tentativa de negar o óbvio
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O comandante-chefe das Forças Armadas Ucrânia, Oleksandr Syrskyi, relatou a difícil situação nas zonas de Pokrovsk e Zaporiyia, onde a Rússia intensifica os ataques. Apesar das condições climáticas difíceis, as tropas ucranianas continuam a destruir os ocupantes e mantêm as suas posições. Na frente de Kupiansk, a situação melhora e mantém-se uma tendência positiva para a Ucrânia. O general também sublinhou a eficácia dos sistemas de ataque de longo alcance, que atingem alvos precisamente em território russo, e o rápido crescimento do potencial de drones ucranianos: em outubro, os drones atingiram cerca de 77 mil metas e os sistemas terrestres entregaram suprimentos e evacuaram feridos. Syrskyi afirmou que a constante inovação tecnológica garante a superioridade da Ucrânia no campo de batalha.

 

  É o presidente da câmara de Kiev que o diz
581153132_817299974605799_8800431764954963346_n.jpO prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, alertou que a Ucrânia está enfrentando "enormes problemas" com a mão de obra, já que os homens continuam a fugir para o exterior. Ele pediu ao governo que considere reduzir a idade de alistamento militar obrigatório, enfatizando que os ataques implacáveis ​​da Rússia estão sobrecarregando os recursos humanos da Ucrânia. "Resistimos por quase quatro anos, mas está ficando cada vez mais difícil", disse Klitschko, apontando para a crescente pressão sobre as unidades da linha de frente e as defesas locais.

 

  Até o Coronel José Carmo já se rendeu à evidência
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Publicado por Tovi às 07:15
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2025
Os dias seguintes ao encontro Trump - Zelensky

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Depois do que se ouviu e viu no encontro de Trump com Zelensky, cá para mim se a Ucrânia negar um acordo em que, dando "só" o Donbas, poder aproximar-se da NATO e entrar na UE, será o mesmo que dizer não ser a favor da paz.

 

  Trump admitiu ir contra uma "linha vermelha do Kremlin" e a Ucrânia propõe pagar para que ele faça isso (ou algo parecido) - João Guerreiro Rodrigues na CNN Portugal em 19ago2025.
  Encontro em Washington foi "demonstração de genuína unidade entre Europa e EUA", diz Zelensky. Macron quer que reunião entre Putin e Presidente da Ucrânia seja em Genebra - Cátia Rocha no Observador.
  “Muito obrigado, senhor Presidente”: Europa tenta seduzir Trump, que já anuncia um encontro entre Putin e Zelensky - Ana França no Expresso.
  
Jose Antonio M Macedo
A entrada na UE, ao contrário da NATO, não interfere com os interesses da Rússia. A Irlanda e a Áustria não pertencem à NATO e fazem parte da UE.
David Ribeiro
Claro, Jose Antonio M Macedo... e o Reino Unido não faz parte da UE e pertence à NATO. O problema da hipotética entrada da Ucrânia na UE, na minha opinião, é sabermos quando os senhores de Kiev terão um país a cumprir minimamente as mais elementares regras de um Estado de Direito.

  "O visual dos líderes europeus estava um bocado carregado" - Agostinho Costa na CNN Portugal em 18ago2025.
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Maria Gabriela RafaelEste palerma deste major general trostskista já devia ter sido banido das televisões portuguesas.
David RibeiroMaria Gabriela Rafael, cada um tem dos outros a opinião que entende, mas não me parece que o Major-General Agostinho Costa seja um "palerma". Ora vejamos:
O Major-General (R) Agostinho Costa ingressou na Academia Militar em 1977, tendo concluído a licenciatura em Ciências Militares, em outubro de 1982. É oriundo da Arma de Infantaria, tendo sido promovido ao atual posto em fevereiro de 2010. Averba diversos cursos/qualificações, destacando-se: Curso de Estado-Maior, frequentado no Instituto de Altos Estudos Militares (atual Instituto Universitário Militar); Curso de Planeamento de Operações Conjuntas, frequentado no Reino Unido; Curso Promoção a Oficial General, frequentado no Instituto de Estudos Superiores Militares (atual IUM); e o Top Senior Police Officer Course: The Stockholm Programme Realisation, da CEPOL (Agência Europeia de Formação Policial). É Mestre em Relações Internacionais pela Universidade Lusíada de Lisboa, tendo apresentado uma dissertação subordinada ao tema “Os Sérvios e a estabilidade dos Balcãs”. Ao longo da sua carreira desempenhou várias funções em território nacional e no estrangeiro, das quais se destacam as seguintes: no estrangeiro, foi Observador Militar da ONU durante o conflito da ex-Jugoslávia; Oficial de Operações do Estado-Maior da 3ª Divisão Italiana/Allied Rapid Reaction Corps, em Itália; Chefe da Repartição de Operações do Estado-Maior da Brigada Multinacional Oeste, imediatamente após o conflito do Kosovo; como Oficial General foi Chefe do Estado-Maior da European Rapid Operational Force (EUROFOR), em Itália. Em território nacional, com o posto de Coronel, comandou a Escola de Tropas Paraquedistas e chefiou o Gabinete de Planeamento e Programação do Instituto de Estudos Superiores Militares (atual IUM). Na Guarda Nacional Republicana, como Oficial General, desempenhou as funções de Comandante da Escola da Guarda, Comandante do Comando da Doutrina e Formação, Comandante do Comando Operacional e Segundo Comandante-Geral. Ao longo da sua carreira foi distinguido com vários louvores, tendo sido agraciado com diversas condecorações de Portugal, Espanha, Itália, da ONU e NATO. É membro dos seguintes associações e think tanks na área da segurança: Centro de Estudos EuroDefense-Portugal; Grupo de Reflexão Estratégica sobre Segurança (GRES), do Instituto de Direito e Segurança da Universidade Nova de Lisboa; Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT); membro do conselho editorial da revista Segurança e Defesa; membro do Clube de Lisboa. Tem vários artigos de opinião publicados sobre assuntos de segurança, sendo coautor das publicações: “Segurança Horizonte 2025 – Um Conceito Estratégico de Segurança Interna” e “Estratégia de Segurança Nacional – Horizonte 2030”.
Nuno Solla LacerdaDavid Ribeiro costuma dizer-se que um burro carregado de livros é um doutor. Ele pode ter o CV que quiser mas não faz dele , nem isento , nem educado. Especialmente com senhoras ele não se sabe comportar, conforme já vimos diversas vezes na TV.
David RibeiroNuno Solla Lacerda, mas não é nenhum "palerma", seguramente, seja ou não a sua forma de pensar e de se expressar do nosso agrado. 
PALERMA - Que ou aquele que revela pouca inteligência. = ESTÚPIDO, IDIOTA, IMBECIL, LERDO, PAPALVO, PARVO, TOLO, TONTO. Que ou aquele que não tem iniciativa, determinação ou força de vontade. (in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa).
Silvino Macau
Maria Gabriela Rafael os cursos é cv é uma coisa, agora quando vão a TV devem de ser isentos e não demonstrar as suas convicções de marxistas. Aliás nunca nenhum ditador teve sucesso, sempre oprimiu a sua população da mesma forma que o presidente da federação russa está a fazer. Se este senhor desempenhou cargos importantes nas forças armadas fico preocupado. Enfim.
Maria Gabriela Rafael
David Ribeiro a mim não me interessa o curriculum vitae deste senhor. Intetesssa-me aquilo que defende sem qualquer vergonha: a invasão pela Rússia (ou CCCP como Lavrov fez questão de mostrar) de um país soberano. E o David Ribeiro, que se diz democrata, não percebo a sua defesa deste senhor. pois para mim, um fulano que defende a invasao de um pais soberano, pode ter um CV invejavel, que será sempre um palerma.
Jose Luis Soares MoreiraDavid Ribeiro, o Putin também estudou e fez ou faz parte do KGB.
Maria Gabriela RafaelJose Luis Soares Moreira no entender do David Ribeiro , como tem um CV "invejável " também deve ser uma pessoa cheia de valor.
Carlos Miguel Sousa
David Ribeiro Uma carreira totalmente construída no pós 25 abril. O tempo dos asnos, por excelência. Sem ofensa.
Michael SeufertDavid Ribeiro palerma, imbecil, lerdo, parvo. Está tudo certo. O melhor da síntese PCP + MFA.
Mário Paiva
Já eu acho que o Silvino Macau não devia demonstrar as suas convicções anti marxistas... ...opiniões
Jose Pinto Pais
David Ribeiro o dicionario nao poderia descrever melhor esse PALERMA . Parabens e obrigado por nos ter tao bem elucidado sobre essa espécime tão do seu agrado e do Putin
Rui LimaChamar palerma a uma pessoa com o nível de conhecimento do major general é complicado. Até lhe chamam trotskista.... O Facebook está de facto infestado de opiniões no mínimo curiosas. Seria interessante ver estas senhoras como comentadeiras nas "nossas" tvs. O curioso é que tenho constatado que um grande número de elementos do sexo feminino apoia o partido do Encantador de Burros e enaltece o seu chefe ..... Sinais dos tempos.....
Maria Gabriela Rafael
Rui Lima pois eu não sou comentadeira e nem sei quem é o encantador de burros. Quanto ao senhor, pelo que diz aqui, deve ser daqueles que acha que as mulheres são menos inteligentes e nao têm direito à opinião. Volto a referir que este senhor general não é um comentador isento, é maxista e mal educado. Além do mais o senhor não sabe, porque nao me conhece, se eu sou tão habilitada ou mais do que o dito sr. General. O curriculo não o tirna uma pessoa correta, inteligente e democrática.
Rui Lima
Maria Gabriela Rafael Os pressupostos são seus.... fique bem.
Nuno Solla Lacerda
Rui Lima Chamar “Encantador de Burros” a quem lidera o segundo maior partido com quase 1.5M de votos é insultar diretamente os portugueses que fizeram essa escolha democrática. Um insulto, diria até, que é até proto fascista. Mas ainda mais grave é insinuar que as mulheres votam porque foram “encantadas”. Isso não é análise política, é machismo puro e duro. Homens e mulheres votam porque acreditam nas ideias de quem apoiam, reduzir as eleitoras a seres manipulados é desrespeitar a sua inteligência e autonomia. Discordar é legítimo. Menosprezar a escolha livre de tantos cidadãos não é democracia, é arrogância.
Adriano MarquesÉ um Comuna arrogante, prepotente, tendencioso e mal criado mas com estudos... 😂🤭😂🤭😂🤭
David RibeiroMinha Amiga e meus Amigos... vamos ao cerne deste post: "O visual dos líderes europeus estava um bocado carregado" ou não estaria?... E se sim, porque seria?
Nuno Solla Lacerda
David Ribeiro estavam sim, porque, goste-se ou não, quem convida para o jogo e depois “baralha parte e dá”, é o Trump. A Europa hoje é o reflexo do que nos cidadãos andamos a deixar que fizessem durante décadas. Seremos todos responsáveis por aquilo que os nossos netos um dia terão que enfrentar
Mário Paiva - David, já devias saber que ter uma opinião independente, diferente do rebanho guiado a golpes do bastão da comunicação social pueril e monoteísta que nos autorizam e servem desde Fevereiro de 2022, leva a ter de suportar as maiores parvoíces de neo fundamentalistas a quem a verdade e a realidade complicam as ideias... Coragem...

 

  Cá por mim, se é para a PAZ, siga para bingo
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Diz a CNN que "Estados Unidos estudam a hipótese do envio de forças para o terreno, mas nunca sob a bandeira da NATO. A acontecer, serão tropas de países europeus supervisionadas pela liderança americana". É natural e esperada uma abertura da administração Trump às pretensões de Vladimir Putin, que até já fez saber pelo seu ministro dos Negócios Estrangeiros que não estão em causa questões territoriais, mas sim a proteção dos direitos dos cidadãos russos e dos russófonos que vivem na Ucrânia. 
  Maria Clara Silva
Uma legenda com água no bico.




Segunda-feira, 18 de Agosto de 2025
Afinal algo foi "apalavrado" na Cimeira do Alasca

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"Trump apoia plano de ceder terras em troca de paz na Ucrânia
Após se encontrar com o presidente russo, o presidente Trump disse aos líderes europeus que agora é a favor de entregar o território controlado pela Ucrânia à Rússia para pôr fim aos conflitos, uma concessão à qual a Ucrânia se opõe há muito tempo."

  Já agora e porque factos são factos...
O encontro de quase três horas entre Donald Trump e Vladimir Putin, na Base de Elmendorf-Richardson, no Alasca, foi mais do que um gesto diplomático, pois simbolizou o fim de um período de isolamento político para o líder russo desde a "Operação Militar Especial na Ucrânia" em fevereiro de 2022.
  
Rui LimaControlado pela Ucrânia? Ao tempo que está controlado pela Rússia.....

  Há quem diga que a Ucrânia ainda não perdeu a guerra... mas para lá caminha
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  Volodymyr Zelensky viajará para Washington DC no dia de hoje [2.ª feira 18ago2025] para se encontrar com o presidente dos EUA. E fiquei ontem a saber que Ursula von der Leyen e outros líderes europeus o irão acompanhar nesta sua ida a Washington para se encontrar com Donald Trump.

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  Para quem só conhece a história depois de fev2022
Captura de ecrã 2025-08-17 144258.pngO discurso de Munique de 2007, foi proferido pelo presidente russo, Vladimir Putin, na Alemanha, em 10 de fevereiro de 2007, na Conferência de Segurança de Munique. O discurso expressou pontos significativos da futura política externa de Vladimir Putin: "Penso que é óbvio que a expansão da NATO não tem qualquer relação com a modernização da própria Aliança ou com a garantia da segurança na Europa. Pelo contrário, representa uma provocação grave que reduz o nível de confiança mútua. E temos o direito de perguntar: contra quem se destina esta expansão?” 
  Jorge Veiga
Tretas.

 

  Mais uma frase enigmática de Trump... ou não será?
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Esta frase - Big Progress on Russia - deve ter a ver com o que o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, disse ontem [domingo 17ago2025], no programa "State of the Union" da CNN: "Conseguimos obter a seguinte concessão: Putin concordou, na cimeira com Donald Trump, que sejam dadas à Ucrânia garantias de segurança semelhantes ao mandato de defesa coletiva da NATO (artigo 5.º)".

  Para já é o que está dito... mais logo se verá
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  Jorge VeigaEunucos da parte Ocidental

 Cronograma oficial da visita do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e dos líderes europeus aos EUA
12h (17h em Lisboa) – Líderes europeus chegam à Casa Branca
13h (18h em Lisboa) – Donald Trump cumprimenta Zelensky
13h15 (18h15 em Lisboa) – Trump e Zelensky encontram-se no Salão Oval
14h15 (19h15 em Lisboa) – Presidente norte-americano cumprimenta líderes europeus
14h30 (19h30 em Lisboa) – Líderes alinham-se para uma “fotografia de família”
15h (20h em Lisboa) – Trump reúne-se com líderes europeus

  Graça RibeiroGozar com os "pobres"

 

  Foi assim...
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"Vamos ter boas hipóteses de acabar com a guerra", defende Trump.
Trump: "A Europa é a primeira linha de defesa, mas nós vamos ajudar".
"Todo o mundo" quer que a guerra acabe e Trump promete fazer isso acontecer — mas não sabe dizer quando.
"Está fabuloso nesse fato!", declara Trump em momento animado.
"Não é preciso um cessar-fogo". Trump muda de posição sobre forma de pôr fim à guerra.
Trump volta a excluir adesão à NATO, mas assegura segurança da Ucrânia.

  
Jorge Veigase não fosse a guerra, já tinha acontecido.
Rui Lima
Resultados ..... zero.

  A foto de família
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2025
Pois é!... a PAZ cada vez mais esquecida

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"A possibilidade de se criar um clima de paz no Velho Continente, que evite acontecimentos dilacerantes como aqueles que o atingiram no século XX, parece estar seriamente comprometida. Para isso, muito tem contribuído a mediocridade das lideranças europeias. (...) O fim da Guerra Fria não só permitiu a afirmação dos EUA como a grande potência global, como proporcionou à Europa, entretanto libertada das grilhetas da Guerra Fria, uma oportunidade histórica única de afirmação internacional, não aproveitada. Houve forças que procuraram seguir esse caminho de libertação, mas não conseguiram prevalecer relativamente aos que defendiam um papel de subordinação estratégica aos EUA." (Major-General Carlos Branco no Jornal Económico em 18jul2025)

 

Notícias dos últimos dias
  Na terça-feira [8jul2025], os ministros das finanças da UE concederam a 15 Estados-Membros o direito de se desviarem das regras orçamentais do bloco, a fim de aumentarem maciçamente as despesas com a defesa. Os países que viram aprovado o seu pedido de ativação da cláusula de salvaguarda nacional do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) são a Bélgica, a Croácia, a Chéquia, a Dinamarca, a Estónia, a Finlândia, a Grécia, a Hungria, a Letónia, a Lituânia, a Polónia, Portugal, a Eslováquia e a Eslovénia.
  Espanha vai aumentar as suas forças armadas em 14.000 soldados até 2035 (11% do efetivo total das Forças Armadas), de acordo com o compromisso assumido com a NATO. Metade do reforço será efetuado antes de 2029 e faz parte do plano de defesa apresentado pelo Governo. Pedro Sánchez insiste, no entanto, que Espanha não aumentará as despesas com a defesa para 5% do PIB, como prometeram os aliados da NATO na última cimeira de Haia. O presidente explicou que 2,1% do PIB, no caso de Espanha, é "suficiente". Este facto levou-o a ser alvo de duras críticas por parte do PP, que o acusa de não ser um parceiro fiável para a aliança atlântica.
  
O Pesidente ucraniano nomeou hoje Rustem Umerov, ex-ministro da Defesa, como novo secretário do Conselho de Segurança do país, pedindo para intensificar as negociações com a Rússia. “A implementação dos acordos da segunda reunião de Istambul está em curso. O processo precisa de mais ímpeto”, escreveu Volodymyr Zelensky, numa mensagem difundida nas redes sociais. (Agência Lusa ao início da tarde de 6.ª feira 18jul2025)

  Rui LimaEntão e como está a história dos valiosos e raros terrenos ucranianos negociados com Donald Trump? A Europa paga o armamento aos EU para defender a Ucrânia...... e ainda mais 5% no orçamento para a NATO ..... Ganda negócio.
  O "negócio" dos sistemas de mísseis Patriot

Captura de ecrã 2025-07-19 091357.pngOs Estados Unidos terão colocado a Alemanha à cabeça da fila de espera para compra dos sistemas de mísseis Patriot, permitindo que as forças alemãs enviem para a Ucrânia dois sistemas que já têm consigo, avançou o Wall Street Journal, citando três oficiais norte-americanos. A Suíça estava à frente da Alemanha mas a disponibilidade de Berlim em enviar mísseis para Kiev, levou a que a fila da linha de produção norte-americana fosse mudada. Uma das fontes consultadas admite que os EUA podem mudar novamente, caso outros aliados se comprometam a enviar mais sistemas Patriot.

  No Ukrainska Pravda de sábado 19jul2025
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  Rui LimaIsto está para durar .... E vai acabar mal .

  Será?... até custa a acreditar
Volodymyr Zelensky disse, no sábado [19jul2025], que Kiev enviou a Moscovo uma proposta para realizar uma nova ronda de conversações na próxima semanaDe acordo com a Reuters, o presidente ucraniano justifica o passo dado rumo à paz com o facto de entender que o ritmo das negociações deve ser aumentado e que "tudo deve ser feito para chegar a um cessar-fogo".




Sábado, 5 de Julho de 2025
O que se vai sabendo sobre o conflito na Ucrânia
Leu-se na CNN:

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"A ofensiva de verão terá provavelmente um lançamento suave, com um aumento constante do número e da escala dos ataques numa área cada vez mais vasta em torno do eixo principal. De facto, há indicações de que este processo já começou" (por Jack Watling, investigador do think tank britânico Royal United Services Institute)

  A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) está a investigar um possível ataque com drones perto do tanque de arrefecimento da central nuclear ucraniana de Zaporijia, sob controlo russo desde 2022. "Se este relato for confirmado, representará um ataque completamente inaceitável nas proximidades de uma grande central nuclear", afirmou o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, em um comunicado divulgado na terça-feira [1jul2025] à noite. "Quem estiver por trás destes ataques está a brincar com o fogo. Isto deve parar imediatamente", acrescentou Grossi.

  O Pentágono decidiu suspender a entrega de algumas defesas aéreas e outras munições de precisão à Ucrânia devido a preocupações com as reservas dos EUA, que poderão ser demasiado reduzidas.

  As forças russas realizaram um ataque com mísseis e 60 ataques aéreos, utilizando dois mísseis e 119 bombas aéreas guiadas, entre a manhã de terça-feira e quarta-feira [1 e 2jul2025], adiantou o Estado-Maior das Forças Armadas de Kiev. Os ataques aéreos russos atingiram as regiões de Sumy, Kharkiv, Dnipropetrovsk, Donetsk, Zaporijia e Kherson.

   Aos jornalistas, Yuri Ushakov, conselheiro de Vladimir Putin, afirmou que a chamada telefónica entre o presidente russo e o homólogo americano, Donald Trump, durou "quase uma hora" na quinta-feira [3jul2025]. Durante a chamada, disse Ushakov, citado pela Tass, Trump voltou a levantar a questão de terminar a guerra da Ucrânia "de forma rápida". Do lado russo, Vladimir Putin garantiu ao presidente dos EUA que a Rússia "não vai recuar nos seus objetivos na Ucrânia" e continua focada em "remover as causas de fundo" da guerraPutin disse também a Trump que a Rússia está disposta a continuar a negociar, e garantiu que as negociações bilaterais na Turquia vão continuar.

  Na madrugada de sexta-feira [4jul2025], mais de 500 drones russos incendiaram prédios e carros por toda a capital ucraniana e danificaram a principal estação de comboios. A empresa ferroviária estatal adiantou que a estação de comboios de Kiev foi danificada pelo ataque russo e vários comboios têm sido desviados para outras estações fora da capital ucraniana.

  Jose Luis Soares MoreiraPrincipalmente desde que os EUA ou Trump cortou a ajuda para a defesa. Infelizmente

  O primeiro-ministro húngaro voltou a insistir esta sexta-feira [4jul2025] que a Ucrânia não vai aderir à União Europeia, afirmando que a sua opinião é a mesma de outros países, sem citar exemplos, que se opõem a tal expansão. "A integração [da Ucrânia] não se tornará realidade", declarou Viktor Orbán no seu discurso de sexta-feira na rádio pública Kossuth, sublinhando que a recusa do seu Governo, o principal aliado da Rússia na União Europeia, não pode ser ignorada.

  O ministro da Energia ucraniano, Germán Galushchenko, revelou esta sexta-feira [4jul2025] que um ataque russo afetou as linhas de energia que ligam a central nuclear de Zaporíjia, localizada em território ocupado no sul da Ucrânia, à rede elétrica. A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) confirmou que a maior central nuclear europeia ficou fora de funcionamento, às 17h36 horas locais (15h36 em Portugal continental), o que aconteceu pela nona vez desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022, e pela primeira vez no último ano e meio.

  Os maiores aeroportos da Rússia registaram atrasos e cancelamentos de voos durante horas neste sábado [5jul2025], após as autoridades terem imposto restrições temporárias devido a uma ameaça de ataques de drones ucranianos, informou o canal de telegrama pró-Kremlin Shot.

 

  É muito capaz de ser assim...
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...ou seja, se houver mesmo uma hipotética guerra entre a Europa e a Rússia, estamos muito bem servidos com os nossos "aliados" do leste europeu. Mas quiseram-os na EU e na NATO... agora aguentem.

 

  South China Morning Post, jornal de Hong Kong
Captura de ecrã 2025-07-04 114417.pngO ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, disse à chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, que Pequim “não pode permitir” uma derrota da Rússia na guerra da Ucrânia. A notícia é avançada pelo South China Morning Post, jornal de Hong Kong, que afirma serem os próprios responsáveis europeus a ficaram surpreendidos com a franqueza do ministro chinês que, no entanto, rejeitou a acusação de que a China está a apoiar materialmente a Rússia no seu esforço de guerra.

  
Jorge Veiga
As falsidades dos dias de hoje, seja onde for. É preciso ter muita fé para acreditar no que dizem, seja de que lado estivermos.
Mário Paiva
A surpresa será a sinceridade da declaração, mas não se poderia pensar que houvesse outra atitude, com os radicais dos States a declararem abertamente e sem subterfúgios que o seu alvo principal a curto/médio prazo é a China... ...quanto mais resiliente for a Rússia, mais se fortalece a China... ...a geopolítica é um vaso comunicante multicapilar...
Jose Bandeira
Na fotografia só falta o "Mini-me" Kim Jong-un para completar o trio-maravilha, cada um com o seu super ego sem limites de crueldade. Do outro lado, o palhaço das "Stars and Stripes" continuará a desempenhar o papel de bobo da corte até que a cabeça lhe caia dos ombros...



Publicado por Tovi às 07:08
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Quarta-feira, 25 de Junho de 2025
Cimeira da NATO em Haia

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Já começou a Cimeira da NATO em Haia, com foco na indústria da defesa e nas dúvidas com que os governantes se confrontam sobre os orçamentos das forças armadas de cada um dos países membros da Aliança. Para já temos a mensagem bajuladora de Mark Rutte, secretário-geral da NATO, dirigida ao Presidente dos EUA e que Trump revelou: “A Europa vai pagar à GRANDE e será uma vitória tua”, referindo-se aos já "famosos 5%".

  
Luis BarataEstes 5% são compromisso há longos anos! A questão é que muitos nunca pagaram o dízimo! Portugal, por exemplo, está em dívida há anos!
Mário PaivaRutte, o capacho lambe botas de serviço...

  A foto de família dos aliados da NATO antes do jantar de gala oferecido pelos reis dos Países Baixos
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  Os trinta e dois atuais membros da NATO (e a data em que integraram a Aliança)
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  À entrada para a cimeira da NATO, o primeiro-ministro Luís Montenegro sublinhou que o seu Executivo tem o objetivo de atingir 3,5% do PIB em investimento de defesa. É, segundo o social-democrata, um objetivo a 10 anos e que, estima, possa "gerar o consenso na Cimeira". Esse objetivo, garante, será feito "com equilíbrio", "de forma progressiva", e não implicará uma redução nas "respostas sociais". A ideia, aponta, é "não prejudicar nenhum eixo de política pública".

  Maria Clara SilvaE os países vão cair nessa? Sustentar quem nada produz e que só destrói?

  Hoje é o que se diz... amanhã logo veremos
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Publicado por Tovi às 07:33
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Quarta-feira, 11 de Junho de 2025
A guerra já chegou ao Oeste da Ucrânia

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O Estado-Maior das Forças Armadas polacas anunciou na manhã de 2.ª feira [9jun2025] que fez descolar vários aviões de combate para fiscalizar o espaço aéreo do país devido a um “intenso” ataque russo no oeste da Ucrânia. “Devido ao intenso ataque aéreo da Federação Russa no território da Ucrânia, aviões polacos e aliados começaram a operar no espaço aéreo polaco durante a manhã”, anunciou o Estado-Maior polaco. “Os caças de serviço foram posicionados em pares e os sistemas de defesa aérea e de reconhecimento por radar baseados em terra atingiram o nível de alerta máximo”, acrescentou o estado-maior, especificando que se trata de acções ‘de natureza preventiva’. Este tipo de intervenção é comum quando os mísseis ou drones russos têm como alvo regiões do oeste da Ucrânia que fazem fronteira com a Polónia, membro da NATO.

  Nesta mesma manhã [2.ª feira 9jun2025] uma nota do Estado-Maior-General ucraniano relata 'drones' do seu exército a atingirem na noite passada o aeródromo militar de Savasleika, na região de Nizhny Novgorod, na Federação Russa, de onde descolam regularmente aeronaves MiG-31K, que transportam mísseis hipersónicos Kinzhal. A nota acrescenta que, de acordo com informações obtidas pela Ucrânia, um MiG-31 e outro Su-30 ou Su-34 russo ficaram danificados no ataque.
  
Antonio GranjeiaUps receio que um dia isto cá rebentar Os Polacos não são moles e cultivam o forte sentimento de independência nacional……. E já estiveram sobre a pata da Russia
David RibeiroE os polacos, caríssimo Antonio Granjeia, continuam a não esquecer o massacre de Volhynia.
Jose Antonio M MacedoDavid Ribeiro Antonio Granjeia Assim, como não esquecem o Massacre de Katyn levado a cabo pelas forças soviéticas contra militares e civis polacos, em 1940.
David RibeiroJose Antonio M Macedo, mas o Massacre de Katyn não tem a ver com a Ucrânia, embora à epoca esta ainda fosse União Soviética.  E mais recentemente tivemos os agricultores polacos a organizam violentos protestos contra a prorrogação da isenção de taxas aduaneiras à importação de produtos ucranianos. Este assunto, para já, está "adormecido" mas a população que depende da agricultura na Polónia não esqueceu.
Jose Antonio M MacedoDavid Ribeiro «Poland has called on Russian authorities to immediately restore a memorial in western Russia to Polish PoWs who were murdered in a Soviet massacre during World War Two.» TVP, 26/05/2025 https://tvpworld.com/86921439/poland-demands-russia-restore-massacre-memorial-  Poland demands Russia restore Katyn massacre memorial
David RibeiroRepito, Jose Antonio M Macedo, isto não tem a ver com Polónia/Ucrânia, que é o que se está a discutir.
Jose Antonio M Macedo
David Ribeiro On the 85th anniversary of the Katyn Massacre, Prime Minister Donald Tusk paid tribute to the victims of the Soviet crime and reminded the public of today’s threats to peace and security. Referring to the Russian missile attack on Sumy, Ukraine, he stressed that evil is still present. It is essential to build a strong, safe, and resilient Poland. The Prime Minister emphasized that Poland will never again be alone in the face of evil and lies, and that the memory of the victims is a source of strength and determination in building a secure future. 13/04/2025   
https://www.gov.pl/web/primeminister/memory-of-katyn-as-a-warning-for-the-world-never-again-alone
David Ribeiro
Jose Antonio M Macedo, continuo a dizer que este problema Polónia/Rússia não tem nada a ver com a atual situação na Ucrânia.
Jose Antonio M Macedo
David Ribeiro Mas pode piorar. Certamente que não irá melhorar a situação. E a Polónia tem toda a razão em protestar e indignar-se por ver vandalizado o seu memorial de Katyn.

 

  A Polónia sobre a entrada da Ucrânia na UE
Captura de ecrã 2025-06-09 182520.png"Por um lado, devemos apoiar a Ucrânia em seu conflito com a Federação Russa, mas a Ucrânia deve entender que outros países, incluindo Polónia, Hungria e outros países europeus, também têm seus próprios interesses", disse o presidente polaco, recentemente eleito, Karol Nawrocki, ao órgão de media húngaro Mandiner, em entrevista divulgada em 7 de junho.

 

  E se Marcelo Rebelo de Sousa nos explicasse como é que isto seria?... É que nem todos somos uns iluminados nesta matéria.
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  Armas nucleares táticas
Upshot-Knothole_GRABLE.jpgImaginem - longe vá o agoiro - que Putin atira sobre Kiev um engenho nuclear tático (*)... como irá reagir o chamado "Ocidente alargado"?
(*) Armas nucleares táticas ou armas nucleares de uso tático são armas nucleares de pequeno poder explosivo, geralmente na faixa de 0,5 a 5 kilotons, destinadas a alvos específicos, como tropas, agrupamentos de blindados, bases militares, grupos de navios ou porta-aviões.

  
Jorge VeigaImaginem?
João FernandesEstá a querer dizer alguma coisa???
David RibeiroJoão Fernandes, única e exclusivamente o que está escrito.
João FernandesDavid Ribeiro, ok. David Ribeiro, esperemos que não se entre nessa loucura total.
Jorge SaraivaSonhos húmidos?
Joaquim Pinto da SilvaE o que deveria o "Ocidente" fazer, David?
David RibeiroNão sei, Joaquim Pinto da Silva, por isso pergunto.
Jorge De Freitas MonteiroProvavelmente o “ocidente alargado” não faria nada; foi para permitir uma guerra nuclear de baixa intensidade na Europa, sem que os respectivos territórios fossem atingidos, que os US e a URSS criaram as armas nucleares táticas. No início da era nuclear ambas as superpotências só dispunham de armas nucleares estratégicas, foi a época da MAD, mutual assured destruction. Rapidamente se aperceberam que seria absurdo destruírem-se mutuamente e por isso criaram as armas nucleares táticas; a URSS bombardeava a RFA e a Holanda e os US a Polónia e a Checoslováquia (por esta ordem ou pela ordem inversa) mas não se bombardeavam nem se destruíam mutuamente. Hoje a Rússia já não tem aliados que possam ser atacados com armas nucleares táticas em resposta a um ataque desse tipo à Ucrânia e nem os US nem a França nem o UK iriam atacar o território Russo. O “ocidente alargado” limitar-se-ia a protestar imenso e a aproveitar o evento para efeitos de mobilização da opinião pública interna e mundial contra a Rússia. Esperemos que nada disso venha a acontecer embora a escalada militar seja claramente a opção do regime de Kiev e de alguns círculos europeus.
Raul Vaz OsorioComo diria o Sting, the russians love their children too
Ricardo Moreira
Se fizer isso, será somente mais um dia de guerra. - É o que tem que ser e como não depende de mim, não estou preocupado!
Carlos Miguel SousaPutin, conhece tão bem as leis do poder, como os chineses. Uma delas adverte para o sinal de fraqueza que dá a utilização de força exagerada sobre um inimigo mais pequeno.

 

  Noite de 9 para 10jun2025
Captura de ecrã 2025-06-10 095415.pngA Rússia lançou 315 drones de ataque e sete mísseis contra a Ucrânia durante a noite, disse a Força Aérea da Ucrânia esta terça-feira [10jun2025]. "A principal direção do ataque é a capital da Ucrânia, a cidade de Kiev!"As unidades da Ucrânia destruíram ou neutralizaram 284 dos drones e todos os mísseis, acrescentou. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou aos Estados Unidos e à Europa para que tomem "medidas concretas" contra a Rússia, denunciando um novo ataque de Moscovo, que lançou durante a noite [de 9 para 10jun2025] mais de 300 drones e sete mísseis.

 

  No chamado "Ocidente alargado" já há uma prudência na análise da situação, tendo em conta a crescente gravidade em que vivem as forças armadas ucranianas. Os russos continuam a efetivar uma guerra de atrito que está a resultar e a levar as forças inimigas à exaustão.

  Isabel Gentil QuinaMuitas vítimas 😭😭

 

  Segundo autoridades ucranianas, houve mortes e feridos num ataque em larga escala com ‘drones’ lançado nesta noite de quarta-feira [11jun2025] pela Rússia sobre a Ucrânia.  No total, as autoridades de Kiev contabilizaram 85 ‘drones’ do tipo Shahed e veículos aéreos não tripulados num ataque à cidade de Kharkiv, no nordeste do país, e outras zonas, informou a Força Aérea Ucraniana. Sistemas de defesa aérea intercetaram 40 ‘drones’, e outros nove foram perdidos pelo radar ou bloqueados. Uma das áreas mais atingidas terá sido Kharkiv, onde 17 ‘drones’ de ataque atingiram dois bairros residenciais, de acordo com o autarca Ihor Terekhov.
Também nesta manhã de 4.ª feira o ministério da Defesa russo informou que os seus sistemas de defesa aérea destruíram 32 drones ucranianos durante a noite, metade dos quais foram abatidos sobre a região sul de Voronezh, enquanto os restantes foram intercetados sobre as regiões de Kursk, Tambov, Rostov e sobre a Península da Crimeia.



Publicado por Tovi às 07:59
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Domingo, 27 de Abril de 2025
Donald Trump não é flor que se cheire...

 ...mas Zelensky, na sua iliteracia política, vai levar o povo ucraniano à desgraça

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  A expressão “Não deitar o bebé fora com a água do banho” é usada para dizer que se deve evitar descartar algo importante ou essencial ao mesmo tempo que se desfaz de algo indesejável.

 

  Negociações em Londres para cessar-fogo na Ucrânia
Captura de ecrã 2025-04-24 140550.pngAs conversações entre os EUA, a Ucrânia e os altos funcionários europeus para discutir o fim da invasão da Rússia deveriam ter tido lugar em Londres na passada quarta-feira [23abr2025}, no entanto, a reunião foi reduzida a um nível inferior quando o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, cancelou a sua participação no último momento. Em vez disso, Washington enviou o tenente-general aposentado Keith Kellogg, enviado norte-americano para a Ucrânia e Rússia, que tem estado ausente de algumas das fases mais importantes das negociações desde que a nova administração dos EUA tomou posse. A Ucrânia esteve representada em Londres pelo chefe do Gabinete Presidencial, Andriy Yermak, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha, e pelo ministro da Defesa, Rustem Umerov, que se encontraram reunidos com conselheiros europeus de segurança nacional e altos funcionários norte-americanos.

 

  Madrugada de quinta-feira 24abr2025
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Foi assim... mais um golpe mortal na obstinação franco-britânica e da NATO em prolongar indefinidamente a guerra há muito perdida.

  
Raul Vaz OsorioVocê definitivamente, venera os Putins e Trumps desta vida. Que desilusão, que completa ausência de valores, que vil subserviência
David RibeiroRaul Vaz Osorio, eu já dou de barato os seus habituais insultos tipo "venera os Putins e Trumps desta vida". Mas estou seriamente a pensar deixar de responder aos seus insultuosos comentários.
Antonio RegedorDavid Ribeiro Não é apenas estar perdida. É uma guerra ofensiva que visava colocar bases de misseis ainda mais perto de Moscovo. e Moscovo defende-se. É uma guerra perigosa porque mexe com o sistema de defesa nuclear que destrói toda a vaida na terra tal como a conhecemos. E Moscovo evita esse desastre. É uma guerra traiçoeira porque os EUA querem destruir Moscovo e usam um povo que se deixou arrastar por uma horda de nazis. E Moscovo defende-se.
Raul Vaz Osorio
David Ribeiro você consegue ouvir-se? Parece o Lavrov, homem. "Em vez de fazer eco da voz do seu dono, devia informar-se" - não é isso que o David faz, ultimamente? Repete todas as patranhas da propaganda russa de forma acrítica. Essa forma de colocar a questão até me parece muito moderada e não, não tenho qualquer intenção de o insultar, só de o acordar.
Eduardo Santos
Raul tem de começar a fazer yoga.
Xavier CortezDavid Ribeiro mas o objetivo não era (re)conquistar a Ucrânia, tirar de lá Zelensky e instaurar um regime pró Russo? No final vão ficar com os territórios fronteiriços e a Crimeia. Mas a Ucrânia vai ficar com acesso ao Mar Negro, manter o resto do território (a maioria), vão manter forças armadas e uma indústria militar, vão poder aderir à UE, vão ter eleições livres e democráticas... Isto não justifica, só por si, a resistência que foi feita? É que só agora é que a Rússia parece disposta a ceder objetivos. E para isso teve de envolver o Irão, e a Coreia do Norte.
David RibeiroXavier Cortez, é muito provável que o Kremlin tivesse como propósito "(re)conquistar a Ucrânia, tirar de lá Zelensky e instaurar um regime pró Russo" embora Putin sempre tivesse dito que era uma “operação militar especial” de apoio às regiões russófonas da Ucrânia. Mas três anos depois o que se verifica é uma situação delicada para as forças ucranianas e uma grande indefinição e impasse nas negociações sobre o fim da guerra, com duas propostas: uma preparada pelos EUA e outra pela Europa e pela Ucrânia. Há divergências sobre território, sanções e garantias de segurança. Veremos o que irá acontecer nesta próxima semana, com o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, a afirmar neste domingo, 27abr2025: “Penso que esta vai ser uma semana crucial. Esta semana vai ser uma semana muito importante em que teremos de decidir se este é um empreendimento em que queremos continuar envolvidos ou se é altura de nos concentrarmos noutras questões que são igualmente, se não mais, importantes”.
Maria Gabriela RafaelDavid Ribeiro entao um país invade outro uma "operação especial" e o mundo fecha os olhos? Para quem passa a vida a defender os valores de Abril parece-me estranho agira defender que o mundo abandone a Ucrania a sua sorte. Um pais independente e soberano tem toda a legitimidade de escolher se quer pertencer à NATO ou não? Só por ser vizinho da Rússia perde esse direito? Como é possivel dizer que "está na altura de nos concentrarmos em questão mais importantes "? Estranha noção de liberdade e democracia: não é nada connosco, deixa correr.
David RibeiroMaria Gabriela Rafael, por mais que nos custe e para desgraça do povo ucraniano, esta guerra está perdida e é hora de "vão-se os anéis e ficam os dedos".

 

  Texto do "plano de paz" de Trump divulgado pela Reuters e publicado pelo Ukrainska Pravda
Os Estados Unidos apresentaram às autoridades europeias um rascunho de acordo para acabar com a guerra da Rússia na Ucrânia. O documento contém termos claros, que seriam a "oferta final" de Washington para ambos os lados. De acordo com o texto, os Estados Unidos propõem um cessar-fogo permanente entre a Rússia e a Ucrânia com o início imediato das negociações sobre a implementação técnica deste. A Ucrânia receberá garantias de segurança, bem como o direito de ingressar na União Europeia, mas não na NATO. Uma parte importante do acordo é o reconhecimento "de jure" pelos Estados Unidos do controle russo sobre a Crimeia, bem como "de facto" da região de Luhansk (no documento é chamada de "Luhansk") e partes das regiões de Zaporizhia, Donetsk e Kherson. De acordo com o plano dos EUA, a Ucrânia retomará o controle sobre as partes ocupadas da região de Kharkiv, bem como sobre a central nuclear de Zaporizhia e a barragem de Kakhovka. Além disso, a Ucrânia ganha controle sobre o Kinburn Spit e acesso irrestrito ao Dnieper. Na frente econômica, segundo o plano apresentado por Whitkoff, os Estados Unidos e a Ucrânia firmariam um acordo de cooperação económica, bem como a retomada da assistência financeira para a restauração total da Ucrânia. Além disso, as sanções contra a Rússia, impostas após o início da guerra em 2014, devem ser suspensas. Ele também observa separadamente "cooperação económica entre os Estados Unidos e a Rússia nos setores energético e outros setores industriais".

  
Pedro ArosoO Trump é um cretino.
Mário Paiva
Pedro Aroso, acho que este é multipolar e tem o dom da ubiquidade... é p'rái uns 5 ou 6 cretinos...
Adao Fernando Batista BastosComo é que alguem pode acreditar neste parvalhão com cara de artasado mental, Trump(a)? Um vendido às negociatas do seu proprio interesse e de meia dúzia de chacais como ele...
Raul Vaz OsorioUm belo acordo para Putin, para os EUA e em particular para os interesses imobiliários de Trump. Mas uma merda de acordo para uma Ucrânia que até retirou da região de Kursk em troca de uma garantia de Trump de que apenas a Crimeia ficaria em mãos russas. Mas, acima de tudo, um acordo que apenas garante nova guerra a médio prazo.
Hipólito Ponce De LeãoPutin e putinistas ... de acordo!!! Mas saudosos da URSS deliciados com uma América ...fascistas!! Não percebo esta publicação.... a favor, contra ou assim assim .. viva Stalin!
Odete PatrícioHipólito Ponce De Leão é um relato factual. Não é um artigo de opinião. Cada um, tira as conclusões que entender.
Hipólito Ponce De LeãoOdete Patrício factos ...!!! ???

 

  Encontro aquando das exéquias do Papa Francisco
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Atendendo ao local onde isto aconteceu, pergunto: Qual dos dois se confessava... e quem era o confessor?
  
Jorge Veiga  - 
algum tinha profissão de fé?
Castro Ferreira Padrão
Duas pessoas em autêntico PECADO.
  
O que disseram comentadores portugueses sobre este encontro
Tiago André Lopes - Com apenas 15 minutos, "não é possível" que o encontro entre os dois presidentes "tenha corrido bem ou mal."
Major-general Agostinho Costa - "Não sei se um encontro de 15 minutos sentado numa cadeira no meio do Vaticano é tão significativo quanto alguns apresentam."
Tenente-general Marco Serronha - "Uma terceira guerra no Leste da Europa vai de certeza dar origem a uma guerra de contornos internacionais muito mais graves."
Major-general Isidro de Morais Pereira - "O encontro entre Trump e Zelensky foi apenas simbólico?"
Diana Soller - Na guerra da Ucrânia "há um lado russo-americano, coisa que nunca pensei dizer na vida."
José Azeredo Lopes - Após o encontro entre Trump e Zelensky, a Ucrânia "borrou a pintura" e perdeu-se a "magia" do momento.


David Ribeiro - Da comunicação social: Zelensky está pronto para desistir da Crimeia em "semana crucial", diz Trump.  Mas já há notícias dizendo que dirigentes ucranianos neonazis não permitem que Zelensky aceite desistir da Crimeia, ameaçando marchar sobre Kiev.
Mario Pinheiro
Curioso que os neonaziz sejam empre citados para pressionar decisões!
David Ribeiro
Mario Pinheiro, as notícias de hoje não são nada animadoras... os neonazis preparam-se para depor Zelensky e os seus mais próximos. O chefe da Administração Militar da Cidade de Kiev, Timur Tkachenko, anunciou que estava convocando urgentemente o Conselho de Defesa de Kiev. Foi declarado que o assunto da reunião era o algoritmo de ações após o Serviço Estadual de Emergência eliminar as consequências dos acontecimentos. O chefe da KGVA observou que a reunião do Conselho de Defesa "será realizada sem demora, apesar do facto de o colíder Vitaliy Klitschko não estar na Ucrânia."
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Raul Vaz OsorioHá muitos neonazis por aí, principalmente em cabeças neonazis

 

  Major-General Isidro de Morais Pereira na CNN
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Vão longe com este "franco desenvolvimento". Fiem-se na Virgem e não corram.

 

  NBC News - domingo 27abr2025
Captura de ecrã 2025-04-27 182848.pngEm entrevista à NBC News o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou sobre os esforços dos EUA para terminar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia: “Penso que esta vai ser uma semana crucial. Esta semana vai ser uma semana muito importante em que teremos de decidir se este é um empreendimento em que queremos continuar envolvidos ou se é altura de nos concentrarmos noutras questões que são igualmente, se não mais, importantes”. Admitiu também que o presidente americano, Donald Trump, não está com pressa para "apertar as sanções contra a Rússia", por acordar que os esforços diplomáticos ainda não estão esgotados. 

  
Joaquim Figueiredo
Depende do lado de que vier o vento...
Mário Paiva
Joaquim Figueiredo, é, o 47o tende a actuar em função do lado p'ra que o vento o despenteia...
Castro Ferreira PadrãoComo se costuma dizer, há alguém a enrolar... e, sofrimento vai continuando.
Rui LimaPodia se concentrar no genocídio na Palestina e abandonar o assassino israelita. Eu sei que o petróleo é muito importante .....




Segunda-feira, 14 de Abril de 2025
Sair da NATO?... + Solução para paz na Ucrânia?...

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A NATO foi a resposta ocidental ao desastre da Conferência de Ialta (na Crimeia russa...), estavam os Aliados encaminhados para derrotar o III Reich. Perante um Roosevelt em estado de saúde terminal e um Churchill mal preparado, Estaline viu reconhecido o direito de abocanhar todos os territórios que, na sua contra-ofensiva até Berlim, a URSS conquistasse à Alemanha nazi. Assim nasceu aquilo a que depois um despeitado Churchill chamaria a “Cortina de Ferro” — consumada com o bloqueio de Berlim pelos russos em 1948 e a tomada de poder comunista na Checoslováquia no ano seguinte. Para responder a essa ameaça soviética na Europa, a NATO nasceria, assim, em 4 de Abril de 1949, através do Tratado de Washington, uma aliança militar mútua de autodefesa tendo como princípio fundamental o do artigo 5º do Tratado, segundo o qual o ataque a um dos seus membros era um ataque a todos, obrigando à mobilização de todos. O seu raio de abrangência ficou definido a norte do Trópico de Câncer — Europa e América do Norte. Nas palavras do seu primeiro secretário-geral, lord Ismay, o grande objectivo da NATO era “manter a Rússia fora, os Estados Unidos dentro e a Alemanha sob controle”, mas quando a URSS viu recusada a sua entrada e viu a Alemanha Federal ser admitida, respondeu criando o Pacto de Varsóvia, em 1955, reunindo militarmente todos os países sob o seu domínio.
Os dois blocos viveriam desde então 36 anos sem se confrontarem directamente, cumprindo o objectivo estratégico da NATO: dissuasão e distensão (détente). Até que, em 1991, Gorbatchov, vencido e convencido, poria fim à URSS e ao Pacto de Varsóvia. Com o fim de ambas as amea­ças ao Ocidente, discutiu-se na altura se faria sentido a manutenção da NATO ou, em alternativa, se não se deveria convidar a Rússia para a integrar. Ambas as hipóteses foram rejeitadas, mas, em contrapartida, o secretário de Estado americano James Baker prometeu aos russos que a NATO não cresceria “nem uma polegada para oriente”, visto que em Moscovo já não havia um inimigo, mas um parceiro estratégico. Sabe-se o que se seguiu: a NATO nunca mais parou de crescer para oriente, em direcção às fronteiras russas, arrolando no seu seio 14 ex-países membros do Pacto de Varsóvia, mais os historicamente neutrais Suécia e Finlândia, e louvando-se, neste caso, por ter acrescentado mais 1200 km de fronteira com a Rússia. Mas faltava-lhe a Ucrânia, no Sul da Rússia, e a Geórgia, nas suas costas.

Conhecem a minha tese: Putin não quer restaurar o controle sobre o espaço da antiga URSS ou do Pacto de Varsóvia, ao contrário do que nos dizem e do que o PCP imagina e aspira, mas sim o da antiga Rússia Imperial, no que ele considera ser a “mãe Rússia” — a Rússia dos czares e não a dos sovietes. E a NATO quer cercar a Rússia por todos os lados, isolando-a e desgastando-a militar e economicamente. A guerra da Ucrânia resultou do confronto entre estas duas aventuras, quando o Ocidente incentivou a Geórgia e a Ucrânia a aderirem à NATO. A invasão da Ucrânia pela Rússia foi um acto ilegal e intolerável na sua violência, que trouxe a destruição e morte a um país soberano. Mas, podendo evitá-la, o Ocidente preferiu antes provocá-la, tirando vantagens estratégicas da invasão russa com objectivos bem definidos e também à custa dos ucrania­nos. Mas isto são histórias passadas e opiniões pessoais. O que agora me interessa é o papel de Portugal na NATO à luz dos últimos desenvolvimentos. Portugal foi um dos 12 países fundadores da NATO, que actualmente conta já com 32. E, voltando a lord Ismay, a Rússia (já não a URSS) continua de fora, os Estados Unidos dentro ou fora, conforme o seu interesse, e a Alemanha vai rearmar-se a sério com o apoio de todos os parceiros. É outra NATO e é a esta luz que eu levanto as minhas dúvidas sobre o interesse de Portugal em continuar a fazer parte dela. Pelas seguintes razões:

— Não é do interesse da Europa. Marco Rubio veio dizer aos parceiros europeus que há uma “histeria” sobre as intenções de Trump acerca da NATO: afinal ele não quererá abandonar a Europa. Mas um documento do Pentágono conhecido na semana passada diz que os EUA devem concentrar-se no plano único de acorrer a Taiwan em caso de invasão chinesa e, para tal, a defesa da Europa face à Rússia deve ser tarefa essencial dos europeus, para deixarem que os EUA se foquem na região do Indo-Pacífico. Se assim é, a Europa deve avançar para uma estrutura de defesa própria, que poderá ou não contar com os americanos, mas que deverá deixar de ter o comando militar americano e de estar politicamente sob a alçada da NATO. Os EUA só querem o rearmamento da Europa e a manutenção da NATO para que, integrada nesta, a Europa esteja pronta para os seguir na Ásia-Pacífico.

— A Europa não tem dinheiro. A presidente da Comissão Europeia, Von der Leyen, do nada propôs um plano de “rear­mamento” europeu no valor de €800 mil milhões para fazer face à invocada ameaça russa de invasão da Europa. Mas, com excepção do número de ogivas nuclea­res, a Europa, no seu conjunto e com o Reino Unido, já dispõe de superioridade sobre a Rússia em tudo: homens, aviões, tanques, artilharia. Por outro lado, a súbita febre bélica europeia fez esquecer à srª Von der Leyen que tem pendente o Plano Draghi, por si encomendado, e que prevê os mesmos €800 mil milhões para restabelecer a competitividade europeia naquilo que é essencial: reindustria­lização, descarbonização e digitalização da economia, desenvolvimento da investigação e ciência, combate ao empobrecimento demográfico e envelhecimento populacional e defesa do sistema social europeu. A duas despesas juntas não são sustentáveis, assim como os 5% do PIB em despesas com a defesa que os Estados Unidos exigem que os outros membros da NATO passem a gastar para os dispensarem da sua tarefa histórica de defenderem a Europa contra a Rússia. Investir na NATO nas condições determinadas pelos americanos é investir nos seus interesses, em prejuízo da construção de uma defesa europeia não dependente dos Estados Unidos.

— Será que a ameaça existe? Alguém lançou a ideia, outro e outros foram atrás, e tornou-se doutrina não contestável e, essa sim, uma histeria imparável nos areópagos europeus: a Rússia vai invadir-nos. Mas, por mais que nos assustem, até com o “kit de sobrevivência”, ainda não vi ninguém fornecer uma explicação com sentido sobre a vontade, as vantagens e a capacidade militar e económica da Rússia para invadir a Europa — ela que, segundo a inteligentsia ocidental, ao fim de três anos de guerra estará arruinada economicamente e terá já perdido 900 mil soldados em combate, sem conseguir tomar mais do que um quinto da Ucrânia. Os únicos que eu vi propor o upgrade da guerra da Ucrânia para uma guerra europeia foram Emmanuel Macron, ao defender o envio de soldados europeus para enfrentarem a Rússia na Ucrânia, depois secundado pelo cata-vento Keir Starmer.

— Portugal não tem interesse. Uma coisa era fazer parte da NATO quando existia uma ameaça real da URSS na fronteira alemã e em todos os mares, outra é integrá-la face a uma ameaça imaginada por parte da Rússia. Não nos cabe defender especificamente os vizinhos da Rússia, mas a Europa, como um todo, e na proporção da eventual ameaça que enfrentamos: se a Rússia viesse por aí adentro, quando cá chegasse ou a guerra já teria terminado ou já não existiria Europa. Não é, pois, exigível que todos os países europeus gastem a mesma percentagem do PIB em defesa, independentemente da suposta ou real ameaça a que estão expostos: se a ameaça viesse de Marrocos, nós estaríamos na linha da frente; vinda da Rússia, a linha da frente é a Finlândia, os países bálticos, a Polónia — se se sentem directamente ameaçados, cabe-lhes gastar mais. Além de que a posição portuguesa dentro de uma organização colectiva de defesa — europeia ou atlântica — tem de ser conciliável com o específico interesse nacio­nal. E este é pôr à disposição colectiva, como fizemos sempre, o porta-aviões natural dos Açores e defender a nossa parte do Atlântico e as nossas águas territoriais. Para isso precisamos de corvetas, lanchas rápidas, porta-drones, navios-patrulha ou aviões de reconhecimento, e não de mais submarinos, tanques ou os já cobiçados F35 — além do mais, armadilhados pela Lockeed Martin a mando do Pentágono.

— Portugal não tem dinheiro. E depois não temos, nem de longe, o dinheiro que nos exigem, seja para a NATO, seja para o rearmamento europeu, seja para ambos os destinos. Para chegarmos aos 3% do PIB em defesa, vamos precisar de gastar mais €8600 milhões todos os anos; para atingir os 3,5% que exigem já, seriam mais €10 mil milhões, e para chegar aos 5% exigidos por Washington, seriam mais €14,2 mil milhões — um PRR e quase o orçamento anual do SNS. Mas, mesmo que entrássemos nesta loucura despesista, haveria que a seguir resolver um problema: ou se transformava a carreira militar numa carreira de ricos ou não teríamos voluntários para tantas armas. E creio que, neste caso, não seria possível importá-los dos PALOP ou do Bangladexe.

  
Fernando Peres
Que visão deturpada!!! Não foi a NATO que cresceu por sua vontade para leste, foram os Países do antigo bloco soviético que conscientes do que lhes poderia acontecer , como se está agora a ver na Ucrânia , quiseram integrar a NATO como defesa própria. Pelo artigo até parece que esses países de leste quase foram obrigados a entrar para a NATO. Com todo o devido respeito acho que o artigo deve ter sido escrito às duas da manhã..,,, não tem ponta por onde se lhe pegue!!!
António José Folhadela Melo
Um artigo sem nexo. “…quando a Rússia cá chegasse…” mas então íamos ficar à espera que eles cá chegassem? O Sr MST sabe o que são drones ? Mísseis ? Caças ? etc. Parece que ainda vive no tempo da 2.ª guerra mundia ou se calhar da 1.ª !
Altino DuarteBasicamente de acordo com o artigo. A criação da NATO teve sentido em determinado contexto e deixou de o ter após a queda do regime comunista. Extinto o pacto de Varsóvia a acção da NATO passou a identificar-se com a política de um dos seus membros, os EU e é hoje caricata a imposição de um investimento impossível de ser concretizado pela maioria dos estados que a compõem, abrilhantada por uma também caricata personagem, o secretário geral do organismo, que passeia a sua figura e cuja legitimidade começa a ter uma importância ao níve de um pau mandado.
Fernando Peres
Altino Duarte a invasão da Ucrânia prova exactamente o contrário!
Altino DuarteFernando Peres A invasão da Ucrânia foi um acto de agressão por parte da Rússia. Mas o que é que prova?
Fernando PeresAltino Duarte que todos os Países que saíram do pacto de Varsóvia tenham medo da Rússia e queiram aderir a uma organização que os defenda em caso de invasão. Que direito tem a Rússia de impedir que um estado soberano queira aderir a uma qualquer organização?
Altino Duarte
Fernando Peres À pergunta que faz a resposta só pode ser uma : a Rússia não tem o direito de impedir que um estado soberano pretenda aderir a uma qualquer organização. Mas, independentemente disso,convém colocar a questão ao contrário,isto é, o que a Rússia( ou Putin ) entendem quanto à preservação do seu território, e igualmente a sua própria defesa, concordemos ou não com o seu regime. A NATO, que era e continua a ser para si uma ameaça, tanto mais que não tem como opositora uma organização contrária ,expandiu-se de tal forma para as suas fronteiras que a Ucrânia passou a ser a ponta de lança do que consideram ser o maior perigo da sua independência. O ponto a que chegamos, um problema que não foi resolvido de forma diplomática quando poderia ter sido, transformou a chamada guerra fria numa efectiva confrontação que já causou milhares de mortos, feridos e deslocados . Será conveniente analisar o desenvolvimento do que se passou ao longo de pelo menos uma dezena de anos e que já muito boa gente tinha alertado para o que poderia vir a acontecer. As guerras , quando acontecem, são sempre a pior solução, independentemente das razões que os beligerantes entendam estar pelo seu lado.
Fernando Peres
Altino Duarte Putin pode pensar o que quiser, isso não lhe dá o direito de invadir um País soberano. Então também vai invadir a Finlândia e depois os Bálticos. A NATO nunca invadiu ninguém só contrato da Rússia. Em que é que a Ucrânia passou a ser o ponta de lança do maior perigo da independência da Rússia? A Ucrânia nem pertence á NATO!!!
Altino Duarte
Fernando Peres Como é evidente, a Rússia não vai invadir a Finlândia e os países bálticos todos agora pertencentes à NATO. A Ucrânia é, do ponto de vista de Putin, aquilo que denominei a "ponta de lança do maior perigo para a independência da Rússia", palavras minhas portanto, mas com as quais pretendo interpretar o que ele pensará a esse respeito. Pois, a Ucrânia não pertence à NATO, mas é isso mesmo que ele tentará evitar por todos os meios, inclusive a invasão que foi uma forma mais que violenta para a defesa do seu país. Seria bom que o meu amigo F.Peres entendesse que me limito a tentar interpretar estes factos sem as pretensões de estar inteiramente certo no que escrevo. Não, desculpe, não tem razão quando diz que a NATO não invadiu ninguém. Houve uma guerra na Europa, uma guerra que parece esquecida mas aconteceu no nosso tempo. Refiro-me à que aconteceu entre 1991e 2001,na ainda Jugoslávia e que acabou com desmembramento desse país e a formação de 6 estados independentes. Em 1999, de Março a Junho, a NATO procedeu ao bombardeamento aéreo que não poupou sequer a capital , Belgrado, de que resultaram importantes destruições e numerosas vítimas militares e civis. Lembro-me perfeitamente que a própria embaixada chinesa foi atingida e houve mortos e feridos entre os seus funcionários. E, curiosamente, o então presidente dos EU, Bill Clinton, após o que aconteceu, fez questão de pedir desculpa aos dirigentes máximos chineses alegando um bombardeamento acidental da citada embaixada. Como é que se compreende que seja o presidente americano a desculpar-se por um acção da NATO ?! E, já agora, convém recordar que o ataque dessa organização militar tenha sido realizada contra um estado independente e à revelia da ONU !
Fernando Peres
Altino Duarte primeiro a NATO não invadiu , foram ataques aéreos. Segundo foi á revelia do conselho de segurança da ONU ( teria o veto da Rússia) mas deu origem a uma força de interposição de paz com mandato da OnU penso que KFor em que Portugal participou. Terceiro a NATO não ficou com nenhuma parcela do território da Sérvia ou do Kosovo. Quarto a NATO não interferiu na escolha dos dirigentes de então, e futuros da Sérvia. Quinto houve uma intervenção por razões humanitárias ( já sei que vai dizer que são discutíveis) e para acabar com uma guerra que tinha levado a um êxodo de mais de 1 milhão de pessoas. Não estava em causa a defesa da independência de nenhum País da NATO, como agora interpreta o pensamento russo. Única e simplesmente acabar com o massacre do povo kosovar!!!
Altino Duarte
Fernando Peres 1º- A Rússia também denomina o ataque à Ucrânia como "operação militar especial" e por isso não são os conceitos aplicados que transmitem a realidade dos factos. A ex Jugoslávia , um estado soberano mesmo que em convulsões foi bombardeada e isso é uma agressão da qual resultaram mortos e feridos em número significativo, tanto militares como civis. A KFOR ( KOSOVO FORCE) é outra coisa e creio que ainda funciona como missão internacional de paz na região. Quando afirmou que a NATO nunca invadiu ninguém apenas quis referir os confrontos militares mais sérios que se verificaram após o fim da 2ª guerra mundial, em solo europeu.Decididamente, o comportamento da NATO excedeu, negativamente, tudo quanto se poderia esperar de acordo com os objectivos para que foi criada em 1949 e que resultou do Tratado do Atlântico Norte . Outras situações posteriores apenas confirmam o aproveitamento da referida organização em situações tanto fora do contexto geográfico cujo nome identifica quer a sua actuação nos conflitos em que participou.
Fernando Peres
Altino Duarte a Rússia pode denominar como quiser , foi uma invasão terrestre de um País soberano , com o intuito de anexar território e mudar o governo de Kiev democraticamente eleito. E está a confundir a guerra de ex Jugoslávia , com a Croácia e a Bósnia (essa sim no final dos anos 80 e início dos anos 90. O que se passava no Kosovo é que levou a uma intervenção da NATO (ataques aéreos não invasão) deveu se as atrocidades cometidas pela Sérvia ( Jugoslávia) na província do Kosovo (maioria muçulmana). E não houve mais nenhuma intervenção da NATO a não ser esta, mas foi no seguimento desta intervenção que a ONU criou e ainda hoje está em vigor a KFor para separação na província do Kosovo de cristãos ortodoxos dos muçulmanos. O que está a fazer é difundir a narrativa da Rússia que não tem “ ponta por onde se pegue “ .
Alberto Araújo LimaEste artigo representa a ignorância suprema num pretenso intelectual. Se a Russia invadisse a Europa, Portugal poderia ser das melhores portas de entrada, aliás é dos Paises Europeus que tem mais equipamento militar Russo perto de fronteitas e provavelmente o que terá mais nas suas aguas territoriais. E esta nem é, obviamente, a principal razão para ORGULHOSAMENTE, pertencermos à NATO. Nome, caneta e palco não deviam chegar para fazer passar uma ideia.
Joaquim Figueiredo
Iríamos ser espanhóis...

 

 

   Solução para a Paz na Ucrânia?... (in JN de 12abr2025)
Captura de ecrã 2025-04-12 091617.pngEm entrevista ao jornal britânico "The Times", Kellogg propôs estabelecer no oeste da Ucrânia uma "força de segurança" liderada pelo Reino Unido e pela França e concentrar as tropas ucranianas a leste do rio Dnipro, servindo este como linha de separação entre as duas zonas. Os territórios ucranianos atualmente sob ocupação seriam controlados pelas forças russas. "Quase poderia fazer-se algo parecido com o que aconteceu a Berlim depois da Segunda Guerra Mundial, quando havia uma zona russa, uma zona francesa, uma zona britânica e uma zona americana", disse. Embora o Kremlin tenha rejeitado repetidamente a ideia de as tropas europeias monitorizarem um cessar-fogo na Ucrânia, Kellogg disse que uma força liderada pelo Reino Unido e pela França no oeste da Ucrânia "não seria nada provocatória" para a Rússia.

  
Luiz Paiva - SICNOTICIAS.PT - Rússia quererá dividir Ucrânia em três partes, alerta "secreta" ucraniana  https://sicnoticias.pt/.../2024-11-23-russia-querera...
Mário PaivaLuiz Paiva, o Times, o Sunday Times, o Kellog e a "secreta" ucrâniana são todos confiáveis, mesmo se dizem é desdizem contrariando-se uns aos outros... o que de maneira nenhuma podemos confiar é nos russos, mesmo nem que eventualmente se confirme que estejam certos... Consta que já a senhora das aparições em Fátima pedia para se rezar p'la Rússia...

  Mas o enviado da administração Trump à Rússia e Ucrânia, Keith Kellogg, já veio desmentir na noite de sexta-feira [11abr2025] a notícia exclusiva do jornal britânico The Times sobre um alegado plano dos Estados Unidos para dividir a Ucrânia como "o que aconteceu a Berlim depois da II Guerra Mundial, quando havia uma zona russa, uma zona francesa, uma zona britânica e uma zona americana".
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  Solução para a Paz na Ucrânia?... (in CNN de 13abr2025)

Captura de ecrã 2025-04-13 143210.pngAs visitas mútuas de enviados e representantes da Rússia e dos EUA constituem um "canal muito bom e fiável" para comunicar posições entre si, disse o Kremlin este domingo [13abr2025]. Citado pelas agências russas e internacionais, o Kremlin adianta que as relações com os EUA estão "a avançar muito bem". A posição foi transmitida dois dias depois de o enviado especial da administração Trump, Steve Witkoff, se ter encontrado com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, em S. Petersburgo na sexta-feira [11abr2025].

  Isto é que se chama trabalhar para a paz... não há dúvida
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  Jorge Veiga...e vão mandar canjinha de galinha???

  Uma única morte da população civil de ambos os lados deste conflito no leste da Ucrânia, já seria grave e horrível... mas ouvir hoje a alta-representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiro, Kaja Kallas, afirmar que os ministros europeus devem exercer “a máxima pressão” sobre a Rússia para que esta ponha termo à guerra, uma vez que "são precisos dois para querer a paz”, pergunto-me: Sabendo eu qual a posição do Kremin sobre isto fico com a dúvida se os senhores de Kiev pretendem tentar um vitória, mesmo que seja até ao último ucraniano, ou se estarão completamente enganados quanto ao poder bélico da Rússia. É unânime entre os mais credenciados comentadores que “a Ucrânia está numa situação complicada” no teatro de operações.

   
Jose Antonio M MacedoMas a cedência à Rússia daria mais ânimo a esta para invadir outros países europeus.
Isabel Sousa BragaJose Antonio M Macedo e vocês a darem - lhe
David RibeiroE "até ao último ucraniano", Jose Antonio M Macedo, resolve o problema?
Jose Antonio M MacedoDavid Ribeiro What Baltic intelligence agencies say about the risks of peace talks with Russia. As Europe plans to up its defense spending, Estonian, Latvian and Lithuanian services believe that Moscow could be planning to launch a 'possible military confrontation with NATO.' https://www.lemonde.fr/.../what-baltic-intelligence..Essentially, three elements are needed. First of all, the West needs to provide Ukraine with air supremacy or a no-fly zone over Ukraine and deliver the best of its modern arms to Ukraine. Second, the West needs to double its financial support to Ukraine. Third, the only swift way of doing so is to seize the $300 billion of frozen Russian Central Bank assets in the West. https://www.kyivpost.com/opinion/50602 David Ribeiro A implementação de uma zona de exclusão aérea por parte da Alemanha, França e Reino Unido, entre outros países europeus, parece-me ser uma solução razoável.
David RibeiroJose Antonio M Macedo, a derrota ucraniana aproxina-se e não há como negar esta evidência.
Jose Antonio M Macedo
David Ribeiro Vamos aguardar. Mais facilmente vejo o envolvimento de outros países europeus do que a derrota da Ucrânia.
Raul Vaz OsorioSim e? Foi a Ucrania quem aceitou um cessar fogo incondicional, que a Russia recusou, tendo até agravado os seus ataques. Não sei bem em que planeta vive actualmente o David, mas não me parece que seja na Terra
David RibeiroRaul Vaz Osorio, o cessar fogo que a Ucrânia diz ter aceite nunca foi incondicional, por isso é que ninguém o levou a sério. E não tenha dúvidas que vivo na Terra, só que há muito deixei de "engolir" o que o chamado "Ocidente alargado" nos serve todos os dias.

  Afinal como é que foi?

Captura de ecrã 2025-04-14 163741.pngOs jornais de Kiev encheram-se hoje de notas necrológicas elencando algumas das vítimas mortais da explosão de um míssil Iskander, sendo que a maioria das fotos são de militares comandantes de batalhão, de regimento e de brigada, havendo mesmo um depoimento irado de Artem Semenikhin, presidente da câmara de Konotop (região de Sumy) acusando o governador regional Volodymyr Artiukh de organizar no centro de Sumy uma cerimónia de atribuição de medalhas a militares da 117ª Brigada. (lido por aí)




Domingo, 6 de Abril de 2025
F-16 portugueses em missão da NATO no Báltico

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Uma força portuguesa, composta por quatro F-16 e até 95 militares, está a patrulhar o espaço aéreo dos Países Bálticos a partir da última terça-feira [1abr2025], operando a partir da base aérea de Amari, na Estónia, no âmbito das missões da NATO enhanced Air Policing e Baltic Air Policing. "Durante este período, os F-16M portugueses estarão em alerta de forma permanente para identificar, monitorizar e intervir, sempre que determinado, no espaço aéreo da região do Báltico. A missão passa também pela vigilância de aeronaves militares e civis que não cumpram os regulamentos internacionais de voo", explica o comunicado do gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas. Esta é a oitava participação de uma força portuguesa numa missão de policiamento aéreo nos Bálticos, sendo a primeira vez que se realiza a operação a partir da Estónia. Em 2024, as Forças Armadas portuguesas assumiram a missão enhanced Air Policing a partir da Base Aérea de Siauliai, na Lituânia.

 

   Rússia diz ter abatido mercenários portugueses na Ucrânia
Captura de ecrã 2025-04-03 171536.pngA agência de noticias russa RIA avançou que um grupo de mercenários portugueses terá sido abatido no povoado de Andreevka na República Popular de Donetsk (RPD). De acordo com um comandante russo entrevistado, a nacionalidade das tropas foi confirmada graças à intercetação de comunicações via rádio. Posteriormente, a presença de mercenários foi confirmada por fichas e divisas em corpos carbonizados, que terão sido queimados com sistema lança-chamas portátil Shmel. Esta operação terá ocorrido no dia 6 de março. Contactado pela comunicação social portuguesa o Ministério dos Negócios Estrangeiros esclareceu que não tem conhecimento oficial de portugueses a combaterem ao lado das forças ucranianas.
  Adao Fernando Batista Bastos
Portugueses? Mercenários? Fichas, divisas identificaram a naciinalidade? Od deuses (russos...) devem estar doidos!

  Miguel Castelo Branco na sua página do Facebook em 5abr2025
Captura de ecrã 2025-04-05 132718.pngO grande ataque russo ontem [6.ª feira 4abr2025] realizado contra Kryvoy Rog está a ser apresentado como tendo visado alvos civis. Porém, tudo se inclina para a evidência de tal ataque ter atingido uma grande reunião de conselheiros e mercenários estrangeiros concentrados no restaurante de um hotel. O crime terá sido, pois, o de terem escolhido um edifício localizado na malha urbana, expondo a população civil. Fala-se em mais de 85 estrangeiros mortos, pelo que nos próximos dias, como sempre acontece, a imprensa dará conta da morte de franceses, britânicos e alemães em circunstâncias não apuradas.

  O que é que este bicharoco - KC-390 n/c 26902 - andará a fazer de Beja para Maceda?
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Jorge Veigapassear?
David Ribeiro
Jorge Veiga, veio dos EUA, aterrou em Beja e agora foi descarregar a Maceda... e a carga não deve ser rebuçados.
Jorge VeigaDavid Ribeiro hamburgers?
Joaquim FigueiredoTreino...
David RibeiroÉ treino, é, Joaquim Figueiredo... veio carregadinho dos States.
Joaquim Figueiredo
David Ribeiro espero que não tenha trazido coisas brancas...
David RibeiroFoi um carregamento de "fogo de artifício", Joaquim Figueiredo. Só resta saber se é para ficar por cá como stock para eventuais ações no Médio Oriente ou na Ucrânia.
Jorge Veiga
David Ribeiro Será que não irá para a Coreia do Norte ou para o Irão?
Miguel FrançaÉ um Embraer KC-390, a nova aeronave que vem substituir os Hercules C-10 da FAP e foi construído em Beja (parceria Embraer/OGMA)-
Pode ser uma imagem de aeronave  
Mário PaivaMiguel França, há algum optimismo em "construído em Beja"... Portugal participa na fabricação deste avião através da fábrica instalada em Évora (não em Beja) que é responsável pela construção dos revestimentos de asa e dos estabilizadores horizontais assim como parte da empenagem vertical... ...o que parece já uma boa parceria, mas a montagem final da aeronave continua a ser feita no Brasil...
Gonçalo MoreiraEsse avião veio trazer a Ovar o 4° helicóptero UH-60 BlackHawk.

 

   E por falar em guerra... porque não?
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Publicado por Tovi às 07:54
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Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2025
Aguardemos a resposta de Sérgio Furtado...

...ou da CNN Portugal, mas sentados

Captura de ecrã 2025-02-12 101028.png

 

  E entretanto...
Captura de ecrã 2025-02-13 081212.png 
O presidente dos EUA, Donald Trump, falou por telefone com o líder russo, Vladimir Putin, na quarta-feira, 12 de fevereiro. "Nós concordamos em trabalhar juntos, muito próximos, incluindo visitar os países um do outro. Também concordamos que nossas respectivas equipes começariam as negociações imediatamente, e começaremos ligando para o presidente ucraniano Zelensky para informá-lo sobre nossa conversa, o que farei agora mesmo", acrescentou.


Gonçalo G. Moura
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Castro Ferreira PadrãoÉ esperar para ver.

  Opiniões...
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Paulo TeixeiraCusta me a ver a tua opinião
David RibeiroAí é, meu amigo Paulo Teixeira?... Ainda me recordo de me teres dito que em quinze dias os russos saíam da Ucrânia.
Paulo TeixeiraDavid Ribeiro isso estas a inventar. E dizeres isso mesmo nao correpondendo a verdade todo ufano de contente mostra bem um fosso civiliaacional entre nós Que respeito mas lamento
David RibeiroOu seja, Paulo Teixeira, para ti eu estou a mentir. Estou esclarecido.
Gonçalo G. MouraJá fui buscar as pipocas...
Joaquim FigueiredoEstamos a entrar no mundo da selva



Publicado por Tovi às 07:19
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Terça-feira, 28 de Janeiro de 2025
A "guerra" de Trump à União Europeia

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Meio século depois do derrube do Estado Novo e do posterior fim do PREC, ainda nos encontramos com graves problemas com “a paz, o pão, habitação, saúde, educação", como Sérgio Godinho nos lembrava no seu trabalho “Liberdade”. E com a mais que previsível “guerra” de Donald Trump à União Europeia as coisas irão seguramente tornar-se difíceis para a vida de todos nós neste jardim à beira-mar plantado. E o que é que vocês pensam disto?... Venham daí os vossos comentários.

  Jose Antonio M MacedoO futuro da Europa reside essencialmente em parcerias com África, Canadá, América do Sul, Japão, Austrália, Índia e Nova Zelândia. Para tal serão essenciais, sem que isto represente nenhum tipo de neocolonialismo, os papéis do Reino Unido, Espanha, França e Portugal.

 

  Miguel Castelo Branco na sua página do Facebook em 26jan2025
475217201_10165617520561679_3138781744929086241_n.Lá vi o Nuno Rogeiro excitadíssimo como um adolescente a defender o diktat dos 5% do OGE que Trump exige alocar à Defesa, desconhecendo que passaríamos a encargos fixos na ordem dos 13 mil milhões. Um rombo implacável no nosso SNS, o desinvestimento na Educação e um corte generalizado nos orçamentos que garantem o funcionamento do Estado. O estranho, porém, reside no facto de, momentos volvidos, afirmar que a Rússia não tem meios para levar avante a "conquista" da Ucrânia. Se não tem meios para decidir a guerra, por que raio constitui um perigo para a NATO? A serpente a morder a própria cauda.

  David Ribeiro -  Eu também vi mais esta "pérola" do Nuno Rogeiro. Haja paciência para este tipo de "comentadores".

 

O secretário-geral da NATO encontrou-se ontem [2.ª feira 27jan2025] em Lisboa com o Presidente da República, com o primeiro-ministro e com os ministros dos Negócios Estrangeiros e da Defesa Nacional
Captura de ecrã 2025-01-27 150149.pngJá numa recente deslocação a Berlim, Luís Montenegro afirmou que um gasto de 5% do PIB para os países da NATO “não é exequível no curto prazo, nem no médio prazo" em Portugal. Na última sexta-feira, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, sustentou, a propósito desta visita a Portugal do secretário-geral da NATO, que o importante é o contributo da Europa no seu conjunto para a defesa, e não de cada país.

  
Jose Antonio M Macedo
Contudo, na minha opinião, terá de ser se a Europa quiser ter uma defesa comum e robusta, mesmo que no âmbito da Comunidade Política Europeia e/ou da União Europeia.
David RibeiroDisse há uns dias o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, que os portugueses poderão ter de "aprender a falar russo". Eu já me inscrevi num curso de russo online. 😉
Gonçalo Norton Lages
“O importante é o contributo da Europa no seu conjunto”, mas se individualmente pouco ou nada investem, portanto o conjunto é fraco e insuficiente! Não se pode atirar a bola quente para os vizinhos! Temos de andar todos a par.



Publicado por Tovi às 07:17
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Domingo, 12 de Janeiro de 2025
Um novo "Tratado de Tordesilhas"

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Porque será que as mais que anunciadas próximas reuniões de Vlladimir Putin com Donald Trump me faz pensar que terminarão com qualquer coisa parecida com o Tratado de Tordesilhas?  Há quem diga estarmos perto de uma "Nova Ordem Mundial", mas a verdade é que já vivemos um novo período no pensamento político, associado ao conceito de governança global.

 

  Editorial do Expresso de 10jan2025
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  integração das novas regiões ao quadro jurídico da Rússia
35224304_0_190_2969_1860_1920x0_80_0_0_775145f2879"Precisamos continuar trabalhando na integração das repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, das regiões de Zaporozhie e Kherson no espaço jurídico único da Rússia e, claro, fornecer toda a assistência possível para sua recuperação social e económica", disse Putin durante sua mensagem para o Dia do Promotor de Justiça. A Rússia continua a sua "Operação Militar Especial" na Ucrânia, cujos objetivos, segundo o presidente Vladimir Putin, são proteger a população do "genocídio do regime de Kiev" e enfrentar os riscos à segurança nacional que o avanço da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) para o leste representa.
  Jorge Veigablá blá blá

 

  Rússia conquista mais duas aldeias ucranianas: Yantarne e Kalynove
Captura de ecrã 2025-01-12 142742.png“Na última semana, os russos lançaram centenas de ataques contra cidades e aldeias ucranianas e contra as posições dos nossos guerreiros na linha da frente. Só numa semana foram utilizadas cerca de 700 bombas aéreas e mais de 600 drones de ataque. Todas as semanas, a guerra russa continua somente porque o exército russo mantém a sua capacidade de aterrorizar a Ucrânia e de explorar a sua superioridade no céu"
  Já não percebo nada... então o general Isidro Morais Pereira, mais o Nuno Rogeiro e o Milhazes, não têm vindo a dizer que as tropas russas estão prestes a serem derrotadas na linha da frente e que nem com a ajuda dos militares norte-coreanos conseguem sair das trincheiras!?...
  
Jorge Veiga
...em Kursk...!
Paulo TeixeiraEntendo que cada pessoa tem direito a dizer o que pensa mas ver o meu amigo David fazer a apologia do Putin deixa me triste.
David RibeiroPaulo Teixeira, triste é ouvir todos os dias a desinformação da nossa comunicação social.




Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2024
Mark Rutte... Olha m'este!

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O secretário-geral da NATO, Mark Rutte (*), voltou na semana passada [quarta-feira 4dez2024] a desafiar os governos dos países membros da NATO a reforçarem os gastos em despesa militar, sugerindo o sacrifício de políticas como a Saúde ou as pensões de reforma, tendo em conta um “cenário de escassez” de verbas.

(*) - Mark Rutte (nasceu em Haia a 14fev1967) é um historiador, professor e político neerlandês, atualmente secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) desde outubro de 2024. Filiado ao Partido Popular para a Liberdade e Democracia foi de 2010 a julho de 2024 o primeiro-ministro dos Países Baixos.

  
Júlio GouveiaOutro maluco... para não dizer mais nada
Carla Afonso LeitãoTalvez nem chegue para dar resposta à "defesa" de Putin que equivale a 40% do orçamento russo. Os russos também adoecem e precisam de escolas, a diferença é que são mais "caladinhos".
David RibeiroCarla Afonso Leitão, não são os "40% do orçamento russo" que me tiram o sono, já as afirmações de Mark Rutte preocupam todos aqueles que defendem a paz e uma desejada harmonia entre os povos, coisa que o secretário-geral da NATO parece desconhecer, principalmente quando não é certo que isso seja a vontade da totalidade dos países que integram a aliança atlântica.
Isabel Sousa Braga - D
avid Ribeiro quer matar as pessoas para fazer guerras, ok 🤑 Este é aquele que diz que os portugueses só gostam de vinho e mulheres 🤮



Publicado por Tovi às 07:30
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