"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 6 de Abril de 2020
Assim vai a nossa luta contra o COVID-19

  A brutalidade dos números
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   Obrigado aos que teimam em TRABALHAR

Pela primeira vez na vida, ontem ao almoço, utilizei take away com entrega ao domicílio. O prato escolhido se fosse feito em casa por mim não era a mesma coisa… e desta forma contribuí para um pequeno desafogo financeiro dos que teimam em TRABALHAR. (A imagem foi "gamada" na NET... a que comemos cá em casa veio da Alicantina do Campo Alegre).
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  Situação em Portugal e Região Norte

11730 casos confirmados (6706 na Região Norte)
311 mortos (168 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 07:22
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Sábado, 4 de Abril de 2020
Um por todos e todos por um

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Nesta hora de luta contra o COVID-19 qualquer tentativa de fragilizar o Governo é, no meu entender, enfraquecer o combate à pandemia que estamos a enfrentar. Estes tempos não são fáceis para ninguém, nem mesmo para aqueles que têm de tomar medidas “a quente” e sem saberem se têm recursos para tudo. Avizinha-se a mais que provável falência do sistema bancário privado e de muitos dos pequenos e médios empresários, pelo que é tempo de se começar desde já a atuar, evitando assim o aparecimento de “chicos espertos”, uma raça que continuamos a ter em demasia neste nosso jardim à beira mar plantado. Haverá seguramente tempo para se “fazerem as contas” e eventualmente encontrar erros e “puxar as orelhas” aos culpados, mas agora temos que ser UM POR TODOS E TODOS POR UM.

 

  Dados da World Health Organization atualizados a 3abr
Captura de Ecrã (83).png

 

   Situação em Portugal e Região Norte

10524 casos confirmados (6280 na Região Norte)
266 mortos (141 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 07:44
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Quinta-feira, 2 de Abril de 2020
Análise à forma como o Norte está a reagir ao surto

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Estive ontem via Skype no Jornal Diário do Porto Canal (cerca das 21h30) a falar sobre o surto epidémico de Covid-19 na Região Norte.

Vou tentar arranjar a gravação… e depois coloco aqui.

   Comentários no Facebook

Laura Lages Brito - ...esteve muito bem David Ribero, abraço
Maria Pinto Mesquita Lacerda - Eu vi, esteve muito bem David
Jose Riobom - Eu não falei.... pelo que não foi ouvida a oposição... a voz do povo.... mais uma injustiça a favorecer o poder instalado.
Carla Afonso Leitão - Já vi! Muito bem!

 

  Estado de Emergência Renovado

Difícil de entender, para mim, os motivos da abstenção do Chega, do PCP, d’Os Verdes e da Joacine Katar Moreira na votação de hoje sobre a prorrogação do estado de emergência… mas ainda mais inconcebível é ver a Iniciativa Liberal a votar contra.

 
 

   Situação em Portugal e Região Norte

9034 casos confirmados (5338 na Região Norte)
209 mortos (107 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 00:35
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Terça-feira, 31 de Março de 2020
Cerca sanitária ao Porto... um disparate

Quando ontem ouvi as primeiras notícias sobre uma hipotética “cerca sanitária ao Porto” sempre pensei que, a acontecer, seria no mínimo para o Grande Porto e nunca para a cidade, sendo óbvio que considerando só o município seria um completo disparate.
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Está certo... cada um de nós vale por dois
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   Situação em Portugal e Região Norte 

7443 casos confirmados (4452 na Região Norte)
160 mortos (83 na Região Norte)
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Nas últimas 24 horas a Região Norte registou um acréscimo recorde de 651 casos confirmados de COVID-19, o que se deverá seguramente ao facto de se ter feito muitos mais testes. O número de mortos na Região e neste mesmo período subiu unicamente mais 9 casos, o que é um boa notícia, tendo em conta que nos últimos três dias o aumento andava nos +13, +17 e +11.



Publicado por Tovi às 07:24
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Segunda-feira, 30 de Março de 2020
Por favor... vá para casa

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Impressionante instantâneo de RUI SILVA / ASPRESS

 

   Dizem…

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Investigadores da Universidade de Hong Kong determinaram a que temperatura morre o vírus SARS-CoV-2, que origina a doença COVID-19. A pesquisa mostra que o vírus permanece bastante estável durante um longo período de tempo quando a temperatura está em torno de 4°C e se não for efetuada nenhuma desinfeção, perdendo todo o efeito ao fim de 14 dias. Contudo, o vírus mostra-se não resistente a altas temperaturas, tornando-se inofensivo em cinco minutos a 70° Celsius.

 

   Dados oficiais de hoje

6408 casos confirmados (3801 na Região Norte)
140 mortos (74 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 10:22
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Domingo, 29 de Março de 2020
Dá que pensar... Suiça vs Portugal

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A Suíça tem menos 14% de habitantes que Portugal e segundo os dados da World Health Organization em 27mar2020 tinha mais duas vezes e meia de casos confirmados de COVID-19 e o dobro dos mortos, comparando com o nosso País.

Nota: A Suíça teve início da doença mais cedo do que Portugal e portanto está situada numa fase mas evoluída na curva epidémica ou pandémica, mas foram unicamente estes os dados a que tive acesso na World Health Organization.

 

   Situação em Portugal e Região Norte

5962 casos confirmados (3550 na Região Norte)
119 mortos (61 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 11:04
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Quinta-feira, 26 de Março de 2020
COVID-19 - O que é a fase de mitigação

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A fase de mitigação da pandemia de Covid-19 entrou em vigor à meia-noite de ontem (quinta-feira, 25mar2020) e corresponde ao nível de alerta e de resposta mais elevado, segundo o Plano Nacional de Preparação e Resposta. A fase de mitigação é ativada quando as cadeias de transmissão estão estabelecidas no país, tratando-se de uma situação de epidemia ativa. O Plano Nacional de Preparação e Resposta à doença pelo novo coronavírus estabelece as fases de resposta, que incluem três níveis e seis subníveis, de acordo com a avaliação de risco para a Covid-19 e o seu impacto. Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), a fase de mitigação, nível vermelho de alerta e de resposta três (a mais elevada de uma escala de três), corresponde à presença de casos de infeção em território nacional e divide-se aos subníveis de "cadeias de transmissão em ambientes fechados" e "cadeias de transmissão em ambientes abertos". Neste contexto, as medidas de contenção da doença são insuficientes e a resposta é focada na mitigação dos efeitos da Covid-19 e na diminuição da sua propagação, de forma a minimizar "a morbimortalidade [relação entre o número mortes provocadas por determinada doença, num dado local e num certo período de tempo], e/ou até ao surgimento de uma vacina ou novo tratamento eficaz". O plano indica ainda que a fase de mitigação é a última fase de resposta antes da fase de recuperação. A partir de agora os hospitais e centros de saúde vão ter que se adaptar a novas regras para responder a esta fase de mitigação.

 

   Situação em Portugal e Região Norte

3544 casos confirmados (1858 na Região Norte)
60 mortos (28 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 07:52
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Quarta-feira, 25 de Março de 2020
Reforço da lavagem do espaço público no Porto

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A empresa municipal Porto Ambiente está a aplicar um plano de reforço da lavagem do espaço público, que funciona também como um veículo para travar a propagação da Covid-19 no Município do Porto. O reforço pressupõe a ação diária de equipas distribuídas por seis turnos, que efetuam a lavagem das ruas e arruamentos da cidade do Porto, auxiliadas por viaturas pesadas de 8.000 litros de capacidade, por viaturas ligeiras com equipamentos de alta pressão, por uma lavadora-esfregadora e por uma viatura dedicada à higienização de papeleiras. A Porto Ambiente tem também programado o reforço da atuação na envolvente de locais com maior afluência de pessoas nesta fase, como supermercados, farmácias, padarias, centros de saúde, hospitais, entre outros. De notar que os trabalhadores que intervêm na execução deste serviço estão, eles mesmos, sob medidas de proteção da sua integridade física, nomeadamente a utilização de equipamento de proteção individual adequado e reforço da higienização e desinfeção de todos os equipamentos utilizados.

 

  COVID-19 - Evolução da situação em Portugal e Região Norte
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Publicado por Tovi às 09:37
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Segunda-feira, 9 de Dezembro de 2019
Uma intelectual da treta

I n a c r e d i t á v e l ! . . .

Vejam o que esta “querida” diz das gentes de Trás-os-Montes.
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Publicado por Tovi às 09:55
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Sábado, 28 de Abril de 2018
Regionalização... a promessa por cumprir

   Pedro Carlos Bacelar de Vasconcelos no JN de 26Abr2018

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A promessa por cumprir

Os deputados eleitos a 25 de abril de 1975 para a Assembleia Constituinte entenderam que a organização democrática da nova República não devia ficar reduzida ao criação dos novos órgãos de soberania e da administração pública. Pareceu-lhes indispensável inscrever também na Lei Fundamental órgãos de poder local encarregados de zelar pelos interesses próprios das respetivas populações, por elas eleitos e politicamente responsáveis perante os seus eleitores. O poder local democrático - inédito em toda a nossa história constitucional e filho da Revolução de Abril de 1974 - ficou repartido por três áreas territoriais distintas: as freguesias, os municípios e as regiões administrativas. Em consequência da decisão constituinte, a organização e as competências das freguesias e dos municípios foram consagradas na lei e os seus órgãos seriam eleitos pelas respetivas populações ainda em 1976, conforme a Constituição aprovada nesse mesmo ano.
A delimitação atual das freguesias, dos municípios e dos distritos não sofreu alterações substanciais desde a reforma administrativa de Mouzinho da Silveira, decretada em 1834, no fim da guerra civil que definitivamente acabou com o absolutismo monárquico neste país. Os dirigentes locais, porém, nunca foram eleitos nem prestaram contas perante as suas populações. E após o golpe de Estado fascista que derrubou a I República, em 1926, ficaram os governadores civis dos distritos, nomeados pelos governos de Salazar e de Marcelo Caetano, capacitados para escolher os presidentes de câmara, cabendo a estes a nomeação dos "regedores" das freguesias, todos normalmente recrutados entre o pessoal da confiança do regime e filiados no único partido político permitido pela ditadura - a União Nacional, mais tarde designada Ação Nacional Popular. O poder local democrático é portanto uma criação da Revolução de Abril de 1974 e hoje já ninguém duvida da contribuição decisiva das freguesias e dos municípios para a consolidação das instituições políticas da democracia constitucional e para o desenvolvimento e bem-estar das suas populações.
Em sentido diverso, entenderam os deputados constituintes que os distritos deviam subsistir e manter-se provisoriamente sob a tutela de governadores civis nomeados pelo Governo da República, até que as regiões administrativas fossem criadas e os seus órgãos fossem eleitos... uma situação que, desgraçadamente, se acabaria por prolongar até aos nossos dias, fruto de sucessivos contratempos, uns imprevistos, outros intencionais. O contratempo mais perverso ocorreu em 1998, quando, através da revisão constitucional, se impôs a exigência absurda de submeter a um duplo referendo a instituição concreta das regiões e foi submetido a escrutínio popular um mapa que retalhou as cinco regiões plano correspondentes às atuais comissões de coordenação regional, inventando nada menos do que oito regiões. O rotundo fracasso desse infeliz referendo levou a que a regionalização tivesse sido afastada do debate público nos último vinte anos!
Contudo, este défice de democracia local é duplamente perverso. Primeiro, desqualifica o Governo nacional, quando este se substitui, paternalmente, aos dirigentes locais - nas freguesias, nos municípios ou nas regiões por fazer - para responder a exigências que seriam melhor compreendidas e executadas pelos autarcas e melhor julgadas pelos seus eleitores. Desqualifica, em segundo lugar, o poder local, desta forma condenado à condição subalterna de mendigar subsídios ou reclamar agravos, para corresponder às expectativas das populações que representam. E degrada-se fatalmente a representação democrática para benefício dos caciques e dos populistas!
A chaimite de Salgueiro Maia estacionou, definitivamente, nos jardins do palacete de São Bento - residencial oficial do primeiro-ministro. Entre o Campo Pequeno e o Campo Grande - prodigiosas alegorias -, a Câmara de Lisboa inaugurou no dia 25 de abril, o Jardim Mário Soares! Enfim, parece ter chegado o tempo de cumprir na íntegra a promessa constituinte da criação do poder local democrático... e de assumirmos, agora, o firme compromisso de instituir as cinco regiões administrativas, sem mais delongas, no início da próxima legislatura.



Publicado por Tovi às 15:41
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Terça-feira, 3 de Abril de 2018
Injustiça na distribuição dos apoios pela DGArtes

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Rui Moreira convocou a reunião e as estruturas culturais da cidade responderam em peso. Do debate amplamente participado que esta manhã nasceu no Teatro Rivoli, concluiu-se, a uma só voz, que o reforço do financiamento anunciado pelo Ministério da Cultura continua a não ser suficiente, e que os critérios de distribuição das verbas por regiões são incompatíveis com a vontade expressa de promoção da coesão territorial. Na reunião que esta manhã preencheu o grande auditório do Teatro Rivoli, nasceu um documento consensualizado entre a Câmara do Porto e as 66 estruturas culturais presentes, após um debate amplamente participado. Embora dirigida aos agentes culturais da cidade, a reunião foi aberta ao público e, como era de esperar, contou com a presença de muitos cidadãos que se quiseram inteirar sobre o tema em discussão.

Aqui fica reproduzido o texto integral da posição consensualizada entre todos os intervenientes na reunião, que será remetido pelo presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, ao ministro da Cultura, Luís Castro Mendes:

 

O presidente da Câmara do Porto ouviu hoje formalmente as companhias da cidade sobre os financiamentos quadrianuais da DGArtes.
Já antes o tinha feito com diversas estruturas a pedido destas e, quer pessoalmente em reunião com o senhor Ministro da Cultura quer através de carta que nessa ocasião lhe entregou em mão, tinha manifestado ao Governo forte preocupação sobre este assunto.
Os agentes culturais e a Câmara do Porto, aqui presentes, concordam em várias matérias:
1- As verbas disponibilizadas pela DGArtes são insuficientes e, mesmo com os reforços anunciados nos últimos dias, continuam aquém das de 2009, o que é inaceitável, tanto mais que os atuais concursos acontecem com um ano e meio de atraso;
2- Os critérios territoriais apresentados não são compatíveis nem com a distribuição populacional nem com a produção cultural. Prejudicam invariavelmente o Norte, que inclui a Área Metropolitana do Porto - que compara em população e produção cultural com a de Lisboa - e cidades como Braga, Guimarães ou Famalicão. A distribuição de verbas à Região Norte deveria, no mínimo, acompanhar o investimento per capita da Área Metropolitana de Lisboa;
3- Os critérios dos concursos estão mal definidos, por porem em concorrência estruturas de programação, unidades de criação e festivais e por permitirem que projetos municipais, sob a capa de associações e cooperativas, concorram com as companhias independentes;
4- Necessidade de repensar a composição dos júris e também ponderar a pertinência de existir uma divisão regional dos mesmos;
5- Não se consegue entender que um país que se orgulha de ter saído de um programa de assistência financeira e pode hoje apresentar boas contas orçamentais, baixe os níveis de financiamento aos seus produtores culturais. É razoável pensar-se que um país com boas contas possa disponibilizar para a Cultura, ao menos, um por cento do seu orçamento de Estado, estando Portugal muito aquém;
6- Os montantes disponíveis para a região Norte, os critérios usados nos concursos e os resultados já conhecidos põe, na prática, em risco o programa cultural da cidade do Porto. Não pode a dinâmica cultural que atualmente é reconhecida ao Porto graças à aposta municipal que iniciou em 2014 servir como pretexto para o seu subfinanciamento estatal;
7- Os presentes congratulam-se com a abertura do Ministro da Cultura para rever as verbas e o sistema e estão disponíveis para ajudar a DGArtes nesse processo.



Publicado por Tovi às 15:42
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Sábado, 31 de Março de 2018
Região Norte… mas que Norte?

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   Comentários no Facebook

«Mario Ferreira Dos Reis» - O maior entrave da regionalização a Norte não são os votos dos Lisboetas mas a massiva desconfiança dos votantes que são do Norte mas não são do Porto. A haver sucesso regional só separando o Norte em 2 ou mesmo 3/4 regiões. O medo de ficar dependente do Porto é real. Onde mais se nota esse medo é sem Dúvida Trás os Montes e alto Douro que têm uma forte identificação separatista em relação ao Porto. Qualquer tentativa de aglomerar uma região com Trás os Montes e Porto vai ser falhada e contra produtiva!

«David Ribeiro» - Essa tacanhez anti-regionalista não é só de Trás-os-Montes, verifica-se também no Minho, e por si só justifica o atraso considerável a nível económico e social destas sub-regiões. Ainda lhes custa entender que uma cidade como o Porto terá que ser forçosamente o centro nevrálgico de uma futura Região Norte, independentemente do local onde se vierem a instalar os diferentes organismos do poder regional.

«Diamantino Hugo Pedro» - O grande Porto tem que ser uma região separada tal como a grande Lisboa.

«Raul Vaz Osorio» - Isso é tacanhez e mais um argumento falacioso inventado pelos centralistas. Nenhum verdadeiro regionalista quer criar no Porto uma nova Lisboa regional. Nenhum verdadeiro regionalista quer que o Porto seja mais do que o pólo econômico principal do Noroeste Peninsular. Os poderes executivo, legislativo e judicial regionais podem e devem ficar sediados noutros locais, ou numa única capital que, em minha opinião, seria Vila Real, ou então distribuídos à moda dos Açores, por 3 cidades diferentes, eu sugeriria então novamente Vila Real, Bragança e Viana do Castelo O eixo Aveiro-Porto-Braga já tem a predominância economica e demográfica e não precisa de mais nada. Nova Iorque, Chicago, Los Angeles, Milão, Genève ou Munique não precisam de ser capitais para serem cidades importantes. Ver as coisas dessa forma é não só de um provincianismo atavico, como acima de tudo, um erro trágico e um tiro no pé.

«Paulo Barros Vale» - Gosto de Guimarães! Uma coisa estou certo, o Porto não precisa nem deve ser capital administrativa da Regiao

«Raul Vaz Osorio» - Pensei em Guimarães, até pelas raízes históricas, mas acho que é parte integrante do tal eixo Aveiro-Porto-Braga é por isso chutei a coisa para Viana

«David Ribeiro» - Andarmos constantemente a discutir onde será a capital do Norte é "chutar para canto" a Regionalização. A futura e mais que desejada nova divisão administrativa é muito mais do que o local do Poder Regional.

«Mario Ferreira Dos Reis» - Pois eu concordo em parte, mas conheço bem demais a desconfiança que o interior Norte tem do Porto!



Publicado por Tovi às 13:29
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Quinta-feira, 29 de Março de 2018
Não queremos o PODER unicamente porque sim

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O presidente da Câmara do Porto, o independente Rui Moreira, defendeu ontem que a descentralização deve ficar fechada "até ao fim do ano", nomeadamente relativamente às "contas do que é preciso pagar" às autarquias. Para Moreira, o processo diz respeito a "coisas bastante simples", mas "a delegação de competências exige que venha acompanhada do cheque respectivo" e, "tanto quanto possível", os dossiês devem ficar "fechados antes do próximo ano", altura "em que há duas campanhas eleitorais, que são péssimas para o debate deste tema fundamental".



Publicado por Tovi às 11:25
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Domingo, 25 de Março de 2018
Região Norte de Portugal vs Estados da Alemanha

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Para todos os que dizem que somos muito pequeninos para sermos regionalizados, aqui fica a comparação da Região Norte de Portugal com as Regiões/Estados da Alemanha, em área e população.
Região Norte vs Alemanha dados kms e habitantes i



Publicado por Tovi às 14:35
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Quarta-feira, 14 de Março de 2018
Manuel Linda é o novo Bispo do Porto

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Um homem do Norte no bispado portuense. Manuel Linda, até agora Bispo das Forças Armadas e de Segurança, vai ser nomeado amanhã pelo Papa Francisco para dirigir a diocese do Porto.



Publicado por Tovi às 23:35
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