"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 24 de Fevereiro de 2018
"No a la mina de uranio"

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Na província de Salamanca, a cerca de 40 kms da fronteira com Portugal.

 

Em causa está a construção de uma mina de urânio em Retortillo, a cerca de 40 quilómetros da fronteira, e a potencial contaminação radioactiva pelo ar ou pela água através do rio Douro. Segundo informação prestada recentemente ao Governo português, as autoridades espanholas aprovaram a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) do projecto mineiro em 2013 e a Junta de Castella Y Leon licenciou-o em 2014; porém, a documentação só chegou à Agência Portuguesa do Ambiente em abril de 2016. Apesar do Ministério do Ambiente ter entendido que “o projecto poderia ser susceptível de ter efeitos ambientais significativos em território nacional”, nas missivas trocadas desde então as autoridades espanholas entenderam “não ser necessário realizar consultas transfronteiriças”, argumentando que “a concessão da licença de exploração se encontrava já concluída, não sendo possível a pronúncia de Portugal”. No entanto o Ministério dos Assuntos Exteriores de Espanha argumenta que a mina só avançará quando uma série de outros procedimentos estiverem salvaguardados. Entre estes consta a aprovação de uma unidade de processamento de urânio, que depende de luz verde do Conselho de Segurança Nuclear espanhol. Segundo o ministro vão avançar com a instalação de uma estação de monitorização radiológica no Douro, como a que existe no Tejo por causa da central nuclear de Almaraz. A dona da mina, a empresa australiana Berkeley, já anunciou que pretende começar a extrair urânio de Retortillo em 2019. No local, já foi iniciado o derrube de árvores e a terraplenagem de uma área dentro de um perímetro de 27 quilómetros.



Publicado por Tovi às 18:00
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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017
Estes norte-coreanos são loucos

Coreia do Norte bb.jpg

Só podia ser… Como é que num país onde a maioria do povo passa fome se conseguia atingir o propalado poder bélico-nuclear?



Publicado por Tovi às 10:29
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017
Cães que muito ladram não mordem

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Apesar da Coreia do Norte ter lançado um novo míssil balístico intercontinental na última semana, com uma altitude do voo no ponto máximo de 4.475 quilómetros e 950 quilómetros de faixa de voo, durando 53 minutos e que caiu na zona económica exclusiva do Japão a 250 km da cidade de Aomori, os riscos de uma guerra de facto ainda são pequenos, mesmo com todas as retóricas de Kim Jong-un e Donald Trump. Eu ainda não acreditar que o regime de Pyongyang já possua tecnologia suficiente para equipar um míssil com uma ogiva nuclear, mesmo de tamanho reduzido, mas seguramente o armamento norte-coreano já representa uma ameaça real para a Coreia do Sul e para o Japão. Mais uma vez o presidente chinês Xi Jinping tem a faca e o queijo na mão, pois como todos bem sabemos a Coreia do Norte continua altamente dependente do petróleo fornecido pela China.



Publicado por Tovi às 14:30
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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
Míssil norte-coreano Hwasong-15

Missil Norte Coreano Hwasong-15.jpg

No passado mês de Novembro a Coreia do Norte efectuou o lançamento de um míssil balístico Hwasong-15, projéctil que demonstrou capacidades impressionantes em comparação com seu antecessor, o Hwasong-14, considerando os especialistas que o alcance máximo do míssil recém-elaborado se situa entre 10.500 e 13.000 kms, uma ameaça não só para os países do leste asiático mas também para uma grande parte do território dos EUA. Analisando com cuidado as imagens e os comunicados oficiais do regime de Kim Jong-un vê-se que o camião de 18 rodas que transporta o míssil parece ser de fabrico nacional, o que demonstra que o país conseguiu autonomia na produção dessas máquinas sofisticadas. Os anteriores veículos eram de oito eixos - WS-52100 - adquiridos à China para uso industrial. Porém em 2012, uma vez que os WS-52100 apareceram no desfile militar em Pyongyang como plataformas móveis, o governo de Pequim cessou as exportações desses veículos à Coreia do Norte. É também de tecnologia mais sofisticada o sistema de propulsão deste novo míssil, dotado de asas e motores auxiliares, com dois estágios e medindo de 20 a 22 metros de comprimento e um ou dois metros de diâmetro, sendo seguramente capaz de levar uma ogiva nuclear superpesada. As imagens divulgadas do lançamento do míssil comprovam que o motor possui duas câmaras de combustão e carece de mecanismos auxiliares para mudar de direcção, o que representa um nível muito avançado de tecnologia.

 

Começam amanhã e duram até ao dia 8 de Dezembro os «Vigilant Ace», exercícios conjuntos de Washington e Seul, que contarão com a participação de mais de 1.200 militares dos EUA, 230 aviões, incluindo caças F-22 Raptor e F-35. A diplomacia norte-coreana já qualificou esta demonstração de força como um "prelúdio para a guerra nuclear".
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Publicado por Tovi às 14:56
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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
Será que há “sealy season” na Coreia do Norte?

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Espero bem que as declarações muito duras de Kim Jong-un e de Donald Trump não sejam senão efeitos da “sealy season” da península coreana. O líder da Coreia do Norte fala em "acções físicas" contra os Estados Unidos e o inquilino da Casa Branca responde com ameaças de "fogo e fúria" sem precedentes. Tudo isto é capaz de dar “trolha”, mas não deverá chegar a um conflito nuclear, até porque quer a Rússia quer a China nunca permitirão que isso aconteça.

 

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«João Greno Brògueira»Ainda hoje ouvi na CGTN que é a TV oficial da China que nunca poderiam ficar neutrais porque a Coreia do Norte fica muito perto de algumas províncias Chinesas e o efeitos duma guerra nuclear seriam muito nefastos. Mas entretanto já anunciaram a suspensão das importações de carvão e minério de ferro da Coreia do Norte.



Publicado por Tovi às 16:41
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2015
Míssil Balístico RS-24 Yars

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Foi na parada militar russa comemorativa do 70º aniversário do “Dia da Vitória” que foi visto pela primeira vez o RS-24 Yars, um míssil balístico fabricado pela “Russian Federation Enterprises”, uma arma estratégica com um alcance de 11.000 km, uma precisão de 50 metros, velocidade de 24.000 km/h, um peso total de 49 toneladas (ogiva com um peso de 1.200 kg) e um comprimento de 20,9 metros. As ogivas são múltipla e do tipo nuclear, com um sistema de orientação Inercial + satélites GLONASS.



Publicado por Tovi às 13:50
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