"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 7 de Novembro de 2025
A luta por Pokrovsk... guerra entre a Rússia e a Ucrânia

  Rolando Santos, jornalista da CNN Portugal, é capaz de ter razão
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  Grande verdade!...

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  Combates em Pokrovsk
576390107_10231230074563046_3687950267455057211_n.Há quem diga, mas ainda sem qualquer confirmação credível, que a operação ucraniana com o recurso a 3 helicópteros há uns dias, terá sido para tentar evacuar da zona alguém importante da NATO que estaria cercado. Estas coisas ficam sempre no segredo dos deuses... até ao dia em que alguém dá com a língua nos dentes.

 

  Ucrânia em perigo de colapso financeiro
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  Antero FilgueirasE graças a quem que ora anda na UE a corromper tudo e todos para matar a Ucrânia à fome, tal como aconteceu com a besta Estaline?


  Tiago André Lopes na CNN Portugal
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  Quem vai à guerra dá e leva - 6nov2025
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Ucrânia diz que atingiu refinaria em Volgogrado; Rússia atingiu central elétrica em Chernihiv; Drones ucranianos atingem central termoelétrica de Volgorechensk, a 3.ª maior da Rússia; Forças russas tomaram parte oeste de Pokrovsk e apertam cerco à cidade.

 

  Verdades que custam ouvir...
576910645_122165010608875430_6970065273702704643_nVictor Orbán: "Hoje, o Presidente @zelenskyyua atacou mais uma vez a Hungria e o governo húngaro numa conferência em Bruxelas, com uma série de acusações. Vejamos, então, os factos. Quanto ao apoio: a Hungria acolheu refugiados da Ucrânia, houve mais de 14 milhões de passagens de fronteira da Ucrânia desde o início da guerra, gerimos três escolas ucranianas no nosso país, cuidámos de soldados e crianças feridos, acolhemos mais de dez mil crianças ucranianas em campos na Hungria, formámos pessoal médico, reconstruímos escolas e jardins de infância na Ucrânia e, no ano passado, fomos o maior fornecedor de electricidade da Ucrânia. Até à data, gastámos um total de 200 milhões de euros em assistência humanitária aos ucranianos. É lamentável se isto não significa nada para o Presidente Zelensky. Gostaria também de chamar a atenção do Presidente para o facto de o apoio que a Ucrânia recebe da União Europeia incluir também dinheiro húngaro. Não estamos satisfeitos com isso, mas é um facto. Devo rejeitar a sugestão de que a Hungria deve alguma coisa à Ucrânia. A Ucrânia não defende a Hungria de ninguém nem de nada. Não pedimos tal coisa, e nunca pediremos. A segurança da Hungria está garantida pelas nossas capacidades de defesa nacional e pela NATO, da qual a Ucrânia (felizmente) não é membro. Por último, gostaria de recordar ao Presidente que a decisão sobre a adesão de um país à União Europeia é tomada pelos Estados-Membros, por unanimidade. Isto significa que cada Estado-Membro tem o direito soberano de apoiar ou de se opor à admissão de um novo membro. A Hungria não apoia, nem apoiará, a adesão da Ucrânia à União Europeia, porque isso traria a guerra à Europa e desviaria o dinheiro dos húngaros para a Ucrânia. Acreditamos que a União deve estabelecer uma parceria estratégica com a Ucrânia sem a adesão à UE. Esta é a nossa proposta. Manteremos esta posição no futuro, pois temos todo o direito de o fazer."

  
Luis PereiraQuem és tu orban ? Tirem está gente da UE, já temos malucos que cheguem
Mário Paiva...dos nabos não reza a História...
Nenhuma descrição de foto disponível.
João Geirinhas RochaTretas! A Hungria é hoje um cavalo de Tróia dentro da UE.
Jorge Saraiva
200 milhões de euros, em ajuda humanitária, em quase quatro anos. Que enormidade, senhor Orban! E se Portugal se tivesse oposto à adesão da Hungria à UE porque isso representaria desvio de fundos europeus de Portugal para esse país do leste europeu?
Joaquim Figueiredo
A ser assim o presidente húngaro tem razão e a gratidão fica pelas ruas da amargura
Hugo Da Nóbrega Dias
Clarividência, acima de tudo.
Jose Antonio M MacedoA Hungria está a mais na UE. Não tem contribuído em nada para o desenvolvimento da integração europeia.
Antero FilgueirasPorém, a besta ORBAN não diz o fundamental: esta guerra só existe por vontade um irresponsável louco, o ditador autocrata de quem ele é vassalo e servo. Quero a Hungria fora da UE. David Ribeiro, você é um caso irrevogavelmente perdido. Nunca imaginei, todavia também nunca o achei medianamente inteligente.
David RibeiroOlha-m'este!... Já foste.
Carlos Miguel SousaEu também já fui a favor da adesão da Ucrânia à UE, mas o que conheço hoje do povo Ucraniano, através dos que cá vivem, mudei de opinião. Há de facto uma diferença enorme entre os Ucranianos que vivem em Portugal, desde a onda de imigração 99/2000, e os que vieram agora fugidos da guerra. Se os primeiros me acalentavam a esperança de a Ucrânia, poder vir um dia a aderir à UE, os segundo fizeram-me perceber, que a UE, não está preparada para receber uma sociedade com a mentalidade atual dos Ucranianos. Temo que a prazo, e à medida que cada vez mais povos europeus vão lidando com os refugiados Ucranianos recentes, as opiniões contrárias à adesão da Ucrânia à UE, não parem de crescer. No fundo o que Orban, afirma, não é apenas real, é o principio do fim da possibilidade da Ucrânia vir a aderir à UE, pelo menos enquanto a adesão de novos países tiver de ter o acordo unânime de todos os seus membros.
David RibeiroÉ exatamente isso, Carlos Miguel Sousa... mas há muitos nesta nossa Europa que ainda não se aperceberam (ou não querem aperceber-se) do estado em que se encontra a atual liderança ucraniana.


  Expresso de 6.ª feira 7nov2025
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Ironias à parte, a situação é mesmo muito difícil... a linha da frente já não é clara e a Rússia afirmou, esta quarta-feira [5nov2025], que as suas forças estão a avançar para norte, já dentro da cidade, e a expulsar as tropas ucranianas. Kiev nega que os seus militares estejam cercados e afirma que reforços estão a caminho.

 

  The Times
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Terça-feira, 29 de Julho de 2025
Viktor Órban criticou de forma brutal...

...o acordo comercial que Donald Trump e Ursula von der Leyen acordaram no domingo [27jul2025] sobre aquele que ambos classificam como “um acordo histórico”: tarifas fixas de 15% sobre todos os produtos da União Europeia exportados para os EUA, acompanhadas de um pacote europeu de investimento externo que ultrapassa os 500 mil milhões de euros, aos quais se somam quase 650 mil milhões em importações de energia americana e um reforço substancial das compras militares

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O continente europeu acordou esta segunda-feira profundamente dividido, com líderes políticos, industriais e especialistas a questionarem se a Europa não terá, na verdade, cedido demasiado. E especialistas em Direito Internacional chamam à atenção para a incerteza jurídica e política em torno deste acordo comercial.
Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal agradece à Comissão Europeia “o empenho para conseguir esta plataforma de estabilização das relações comerciais” e promete apoiar as empresas portuguesas na mitigação de "efeitos negativos" e na facilitação do "acesso a novos mercados".
O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, defendeu que o Governo português deve realizar rapidamente uma avaliação dos impactos em setores como o calçado, vestuário, metalomecânica e saúde.

  
Helena Vasconcelos
Trump encantou-se por uma sereia ou serpente? para uns como a França foi serpente para outros como Portugal foi sereia.... O que pensará a sereia? foi o saco azul ou o rosa? Vamos aguardar pela mais-valia🤣😂🤣🤣 Eesta hein?🤣😂
Joaquim Figueiredo
Uma vergonha...a UE na mão de incompetentes

  No Obsevador de ontem
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  Ontem no Expresso
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  Tiago André Lopes ontem na CNN Portugal 
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  "A violação da Europa" por Miguel Castelo Branco
Uma humilhação sem par na história das relações entre os EUA, os seus satélites europeus e restantes colónias. A Senhora cedeu em tudo em troca de nada. Perdemos centenas de milhões sem pestanejar. Esta gente tem de ser deposta quanto antes ou ainda acordamos num catre e cobertos de serapilheira. Então não tínhamos razão? A aliança estratégica do futuro não devia ser com a Rússia? O que andam os nossos malditos partidos a fazer?

  “Hoje é um dia de vergonha pela Europa”, Pacheco Pereira na CNN
José Pacheco Pereira considera que “hoje é um dia de vergonha pela Europa”, depois de ter sido alcançado um acordo entre os Estados Unidos da América e a União Europeia no que respeita a tarifas comerciais. "A cena entre Trump e Ursula Von der Leyen, em que ela é indiretamente insultada, em que se cede naquilo que é fundamental para dar uma vitória ao presidente Trump, mostra que, no meio daquela loucura toda, há uma coisa que Trump sabe, que é ‘com os ricos, os poderosos, não há coluna vertebral’”, afirma. Já sobre a Lei dos Estrangeiros, enviada para o Tribunal Constitucional, Pacheco Pereira defende: “este Governo está a entrar num caminho que tem um precedente, que é o governo Passos-Portas-Troika, que variadíssimas vezes tomou medidas anticonstitucionais e perdeu no Tribunal Constitucional”. O comentador fala mesmo num “desprezo pelas normas constitucionais”. Pacheco Pereira argumenta que não foram ouvidas as entidades obrigatórias “para apresentar uma lei cuja urgência não existe, a não pela pressão do Chega”. “Este processo é um processo que discrimina pelo dinheiro”, atira.

  António Maia no CM de 29jul2025
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Publicado por Tovi às 07:09
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Domingo, 7 de Julho de 2024
Assim vai o Leste da Europa
É assim que estamos
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O exército ucraniano diz que seu exército recuou de um bairro nos arredores de Chasiv Yar, na região oriental de Donetsk, uma cidade estrategicamente importante onde as forças russas capturaram recentemente um distrito. Os militares confirmaram nesta quinta-feira [4jul2024] que haviam recuado do distrito de Kanal, na cidade, dizendo que “o inimigo havia entrado”, destruindo “posições dos defensores” e ameaçando “as vidas e o bem-estar de nossos soldados”. “O comando decidiu recuar para posições mais bem protegidas e preparadas”, disse um porta-voz da formação de forças terrestres Khortytsia do exército ucraniano, relatando a retirada na televisão estatal. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou na quarta-feira [3jul2024] que suas forças haviam tomado o controle do distrito de Novyi, que fica a oeste do canal Siverskyi Donets-Donbas, que atravessa a parte leste da cidade. As forças russas têm seus olhos voltados para Chasiv Yar, um centro militar valorizado por sua localização estratégica e elevada, há meses. A cidade fica a uma curta distância do oeste de Bakhmut, capturada pela Rússia no ano passado após uma amarga batalha de 10 meses.
 
  Quiseram-nos na União Europeia e na NATO e agora chamam-lhe "fantoche". Aturem-nos!

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Jorge VeigaUma coisa é um País. Outra coisa é o seu Governo que pode alterar para melhor ou pior.
Jose Pinto PaisCaro David Ribeiro pode-me explicar por favor como se confunde um primeiro ministro com um pais ? Como se pode fazer um comentario de opcoes de um pais por em determinado momento ter um primeiro ministro com determinadas opcoes ? E se perder as eleicoes ? As opcoes do pais sao postas em causa ? Nao consigo entender o post
David RibeiroMeu caro amigo Jose Pinto Pais, os países do leste europeu, saídos da ex-União Soviética e que a UE e a NATO abraçaram sem medirem as consequências, vão ser a nossa desgraça, esperando eu que esta minha previsão esteja completamente errada.
Jose Pinto PaisDavid Ribeiro a Hungria ? Por amor de Deus. Um pais do leste ??? A republica checa a eslovaquia vao ser o terror da Uniao Europeia 😀

  Não é de agora que Orbán destoa dos restantes em relação à Ucrânia, mas a situação é mais delicada por ter a presidência rotativa da UE, que arrancou no dia 1 de julho e que vai durar seis meses. Parece que o tinham aconselhado a ir a Kiev, mas ninguém esperava que seguisse depois para Moscovo, sem dizer nada a ninguém e, ao que dizem, sem atender telefones. Será uma "missão de paz" ou uma provocação aos seus parceiros europeus?... Os próximos tempos dirão até onde irá Budapeste.

  
Eduarda De Sousa Pires
Medo!
Frederico Nunes da SilvaEsteve muito bem de acordo com os cânones húngaros. Soberania é isto, poder ter relações diplomáticas com quem quiser. Quem dera por cá.
Raul Vaz Osorio
Suspeito que isto é apenas cosmética, um lamber anal do Orban ao dono.

  E já agora, que estas coisas são importantes: Sabiam que André Ventura e a direção do Chega decidiram juntar-se à família europeia criada por Viktor Orbán, os "Patriotas da Europa"?...

  
Rui Lopes A. D'Orey
David Ribeiro em boa hora.
Raul Vaz Osorio
David Ribeiro o cair da máscara. Acho bem
Jorge Veigao Ventura é muito importante...Também pode ir ter com o Putin e ficar por lá.

 

  Manhã de 2.ª feira 8jul2024
img_900x508$2024_07_08_07_53_22_1697887.jpg"Missão de paz"... dizia a mensagem que acompanhou esta fotografia"O Presidente chinês, Xi Jinping, está reunido, em Pequim, com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que chegou hoje [2.ª feira 8jul2024] ao país asiático numa visita não anunciada, no âmbito da sua "missão de paz" para a Ucrânia. Viktor Orbán deve também reunir-se com o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, segundo a imprensa local." Ao receber Orban, Xi Jinping pediu à Rússia e à Ucrânia que cessassem os combates e a outras grandes potências que criassem um ambiente propício para conversações. Somente quando todas as grandes potências projetarem “energia positiva em vez de energia negativa” pode ocorrer um cessar-fogo, disse Xi. “É do interesse de todas as partes buscar uma solução política por meio de um cessar-fogo rápido”, acrescentou.




Quarta-feira, 3 de Julho de 2024
Nunca é demais lutar pela PAZ

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O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, chegou esta terça-feira [2jul2024] a Kiev para se encontrar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. É a primeira visita de Orbán à Ucrânia desde que começou a invasão russa. O primeiro-ministro húngaro tem sido crítico do apoio europeu a Kiev, mantendo relações próximas com Moscovo. A visita de Orbán acontece um dia depois de a Hungria ter assumido a presidência rotativa do Conselho da União Europeia. Segundo o porta-voz de Orbán o principal tema da reunião inédita com Zelensky será a oportunidade para construir a paz.

 

  Situação na quarta-feira 3jul2024
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(Na imagem o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apertam as mãos após uma conferência de imprensa conjunta em Kiev, Ucrânia, em 2jul2024)Ataques russos na cidade central ucraniana de Nikopol mataram duas mulheres de 61 e 86 anos e feriram outras nove pessoas, de acordo com o governador regional Serhiy Lysak. Os ataques danificaram moradias residenciais, instalações educacionais e uma clínica na cidade, que fica do outro lado do Rio Dnipro, da central nuclear Zaporizhzhia ocupada pelos russos. A Rússia disse que destruiu cinco caças ucranianos SU-27 com mísseis Iskander-M e danificou mais dois na Base Aérea de Myrhorod, na região central de Poltava, na Ucrânia. O ataque acontece enquanto a Ucrânia se prepara para a chegada dos tão esperados caças F-16. A Ucrânia disse que houve um ataque na Base Aérea de Myrhorod, mas alegou que Moscovo estava exagerando os danos causados. Seu comandante da Força Aérea, Mykola Oleschuk, disse que os militares da Ucrânia também realizaram um "ataque destrutivo" em um depósito de munições russo na cidade de Balaklava, na Crimeia ocupada por Moscovo, na segunda-feira [1jul2024]. O Ministério da Defesa da Rússia disse que seus sistemas de defesa aérea destruíram 11 drones que a Ucrânia lançou contra território russo e a Península da Crimeia ocupada nas primeiras horas de terça-feira [2jul2024]. O presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, disse que o seu país não permitirá nenhum confronto na fronteira com a Ucrânia depois que seus militares reforçaram as defesas aéreas na área devido ao aumento da atividade de drones ucranianos no local.

  
Mario Pinheiro
Porque ainda toleramos Orban na UE? Bem sei que a presença da Hungria na Nato é simbólica e justificada e que a UE se deseja tão abrangente quanto possível, mas o custo da ameaça constante à democracia liberal parece excessivo para os benfícios da sua presença
David Ribeiro
Mario Pinheiro... quiseram os países saídos da União Soviética na UE e na NATO?... agora aturem-nos.
Carlos Manuel Costa AlmeidaMario Pinheiro Mas já se compreende bem o desejo pungente da entrada de Kiev para a UE!!! Um regime de base nazi, com doze partidos proibidos (todos menos os de extrema direita!), e um presidente com o mandato terminado e eleições adiadas sine die, mergulhado numa corrupção que até dói! Ou os governos da Polónia, da Áustria, da Letónia (com ex-SS celebrando nas ruas o passado), da Estónia (com memórias nazis a cada passo), da Itália... e brevemente da França... No meio disto tudo, o "problema" é mesmo Viktor Orban e a Hungria!!!! 😏
Mario PinheiroCarlos Manuel Costa Almeida, o problema é também Orban. As minhas interrogações a seu propósito não eliminam outras, tal como enumera. No entanto, a questão é: quem põe em questão a própria UE?
Carlos Manuel Costa AlmeidaMario Pinheiro Acha que não há razões para pôr em questão a própria UE?? Que tem dentro de si nazis e se esforça desesperadamente (por meios militares inclusive!I) por albergar mais?...
Mario PinheiroCarlos Manuel Costa Almeida, temos visões diferentes sobre a UE.
Castro Ferreira PadrãoE continua

 



Publicado por Tovi às 07:37
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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2024
As guerras não são só tiros e bombas

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Centenas de agricultores e camionistas romenos estão junto à fronteira da Ucrânia. protestando não só pelos elevados preços dos combustíveis e tarifas de seguros, mas também pela pressão provocada no mercado interno pela entrada de produtos agrícolas ucranianos. Cinco países da União Europeia escreveram uma carta a Bruxelas a exigir a colocação de tarifas à importação de cereais ucranianos. Em comunicado, o ministério da Agricultura da Hungria explicou que o país, em conjunto com a Roménia, Eslováquia, Bulgária e Polónia, reclamam dos produtos agrícolas ucranianos, na sua maioria mais baratos, estarem a "inundar" o mercado.

  
Adao Fernando Batista BastosSejam quais forem as razões,a coincidência de serem paises ex- comunas terá alguma coisa a ver com isso? Uma costela pro- Russia?
David RibeiroAdao Fernando Batista Bastos... este problema já vem de há meses e tem a ver com a falta de proteção da União Europeia aos agricultores dos países fronteiriços com a Ucrânia. Tanto querem ajudar a Ucrânia sem pensarem nos países que integram a UE que facilmente chegaremos a um "desinteresse" em apoiar os senhores de Kiev.

  Lusa/Expresso - 16jan2024
mw-694.webpMinistro das Infraestruturas polaco anunciou que os transportadores do país, que desde novembro bloqueiam a fronteira com a Ucrânia em protesto contra a concorrência desleal de Kiev, vão suspender a ação. Vice-primeiro-ministro para a Reconstrução da Ucrânia diz estar "pronto para um diálogo aprofundado" com Varsóvia. A Ucrânia declarou-se nesta terça-feira pronta para negociações com a Polónia, após o levantamento do bloqueio da sua fronteira pelos camionistas polacos, mas comprometeu-se a defender a "sobrevivência" da sua economia nessas conversações.

  Apoio da UE à Ucrânia
Captura de ecrã 2024-01-17 091430.pngViktor Orbán não é flor que se cheire, mas tem toda a razão quando sobre o apoio militar à Ucrânia afirmou dever esta ajuda ser feita “de uma forma que não prejudique o orçamento da UE (...) ceder 50 mil milhões de euros do orçamento da UE durante quatro anos é uma violação da soberania e dos interesses nacionais da UE. Nem sequer sabemos o que vai acontecer dentro de um quarto de ano”.

  
Adao Fernando Batista Bastos
É muito euro...para eternizar um conflito em que ambos os contentores estão inflexiveis. So que um, a Rússia, parece não estar a sentir económica e financeiramente os efeitos da guerra e ate tem consolidado acordos importantes!
Jose Luis Soares MoreiraDesde que a UE não prejudique a vida dos seus cidadãos, ajudar um país irmão como a Ucrânia a defender-se de um invasor cruel como é Putin, pois creio não ser a vontade da maioria Russa no apoio a esta guerra, é ser-se corajoso neste flagelo que é a guerra onde a destruição e morte abunda levada a cabo pela maldade do poder.
David RibeiroA Ucrânia é "um país irmão" de quem Jose Luis Soares Moreira?... Seguramente será um país mais irmão de o tal "invasor cruel" do que de um qualquer país da União Europeia. A história não pode ser reinventada depois da chegada de Zelensky ao poder.
Jose Luis Soares MoreiraDavid Ribeiro, creio que chegou ao poder com uma maioria absoluta, se não cumpriu deveriam ser os Ucranianos a se exprimir, não alguns amigos do regime de Putin a causar as desordens separatistas. David Ribeiro, como bem sabemos e talvez baseados nesta Guerra sangrenta, temos outros seguidores como a China, a Venezuela, e outros mais mundo fora.
David RibeiroMas qual é a ligação histórica social e económica que o meu caro amigo Jose Luis Soares Moreira encontra entre a Ucrânia e a União Europeia?
Jose Luis Soares MoreiraDavid Ribeiro, por exemplo Portugal sempre foi acolhedor de seu imigrantes. Por que razão a América está também ou é a principal ajudar num conjunto de outros países?
D
avid RibeiroJose Luis Soares Moreira... os interesses dos EUA são outros e perante um problema de imigração no sul do seu território a ajuda à Ucrânia passou logo para segundo plano. Nesta minha publicação inicial referi o "conflito" existente entre a Hungria e a UE, pelo que não podemos, só para fazer perrice à Rússia, deixar entrar tudo e todos... mais tarde ou mais cedo pagaremos (já estamos a pagar) essa política de "alargamento" da UE.
Jose Pinto PaisDavid Ribeiro Meu caro e se os alemães os ingleses, os franceses e outros tivessem esse entendimento há uns anos atrás? E todos os outros paises que entraram ? E os que estao na calha para entrar, ainda gostava de saber de onde vem essa sua birra com a Ucrania e essa Russite aguda
David RibeiroA minha "birra", Jose Pinto Pais, não é com a Ucrânia mas sim com os senhores no poder corrupto de Kiev. É preciso conhecer a "qualidade" daquela gente que pouca ou nenhuma diferença faz dos senhores poderosos do Kremlin, chefiados pelo déspota Putin.
Jose Luis Soares MoreiraDavide Ribeiro, Portugal já foi reinado por Espanha, lá sempre se viveu melhor que em Portugal, se houvesse votos os portugueses escolheriam sermos espanhóis? A Ucrânia é o maior celeiro da Europa, qual a razão para a Rússia ter matado à fome alguns milhões de Ucranianos?
David RibeiroJose Luis Soares Moreira... isso da Rússia os "ter matado à fome" já foi no tempo da outra senhora... que na Rússia também já houve outros tempos. O que eu gostaria de ver aqui discutido era onde está a democracia e direitos humanos no país que Zelensky governa.
Mário Paiva...além de que a história de os "ter matado à fome", como se tivesse sido dirigida à Ucrânia - que então era parte da União Soviética - já conheceu melhores dias... milhares morrerem por toda a Rússia, não só na Ucrânia, devido às políticas asneiradas do Estaline para a agricultura...
Jose Pinto PaisJose Luis Soares Moreira mudam-se os tempos mudam-se as vontades, agora mata-se com bombas para poder voltar a matar a fome. David Ribeiro e a democracia e os direitos humanos no país que Putin governa ?
David RibeiroComo sempre disse e continuo a dizer, Jose Pinto Pais, entre os atuais senhores no poder em Kiev e em Moscovo, venha o diabo e escolha, porque de março a abril a diferença não é substancial.
Jose Pinto PaisDavid Ribeiro entao porque a "birra" so com um dos lados ? Ainda por cima o lado que obrigatoriamente terá de entrar nos eixos com a entrada na UE ?
David RibeiroEu não tenho "birras" com nenhum dos lados, Jose Pinto Pais, aquilo que me custa a aceitar é que amigos meus que considero cultos e inteligentes só me venham falar do pós-invasão da Ucrânia pelas tropas de Putin em fevereiro de 2022, esquecendo o que se passou no Euromaidan e tudo o que se lhe seguiu.
Jose Pinto PaisDavid Ribeiro Euromaidan, também chamado de Primavera Ucraniana, foi uma onda de manifestações e agitação civil, na Ucrânia, entre 2013 e 2014. Os manifestantes exigiam maior integração europeia, além de providências quanto à corrupção no governo e a eventuais sanções por parte da Rússia. O que se viu no Euromaidan foi a repressao pelos fantoches corruptos que Putin mantinha no poder em Kiev e que com a Primavera Ucraniana rapidamente fugiram para casa do patrão, leia-se os Senhores de Moscovo. Parece que se esta a tentar branquear a situacao pré Euromaidan. Não me restam duvidas que em termos de democracia o Zelensky dá 100 a 0 ao facínora de Moscovo
David RibeiroJose Pinto Pais... essa de Zelensky dar 100 a 0 ao facínora de Moscovo no que se refere a Democracia, só esquecendo o que "o democrata de Kiev" tem feito após ter chegado ao poder, factos estes (ilegalização de partidos políticos + corrupção + independência dos poderes políticos) que até a União Europeia considera impeditivos de entrar na UE enquanto não forem erradicados na Ucrânia.
Mário PaivaJose Pinto Pais, parece que só começou a dar conta do que se passa na Ucrânia depois do 24/02/2022...
THEGUARDIAN.COM Revealed: ‘anti-oligarch’ Ukrainian president’s offshore connections
Jose Pinto PaisDavid Ribeiro nesse aspecto nem vale a pena falar, um tem o apoio de todo o mundo livre e democratico o outro tem o apoio dos grandes icones dos direitos liberdades e garantias como a China a Coreia do Norte, o Irão e outros tolinhos como o Maduro




Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2023
As últimas dos grandes conflitos bélicos atuais

  Al Jazeera - 3.ª feira 5dez2023
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As conversações/negociações concentrar-se-ão nas relações bilaterais e na guerra Israel-Hamas.

  Expresso - 3.ª feira 5dez2023
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Até se me arrepiam os neurónios ao ter que concordar com o ultranacionalista Víktor Orbán... mas a verdade é que o primeiro-ministro húngaro tem razão quando afirma ser um erro a entrada da Ucrânia na União Europeia (UE). O nome Ucrânia (ou Ukraina, como é escrito no idioma ucraniano) deriva de uma palavra do eslavo antigo - "ukraina" - que significa “terra de fronteira” e assim deverá continuar.

 
Francisco Rocha AntunesHá amigos de Putin nas pessoas mais insuspeitas. Ele conta convosco desde o princípio. Nem vou comentar a parte do nome da Ucrânia
David RibeiroSe o Francisco Rocha Antunes me inclui nos "Há amigos de Putin nas pessoas mais insuspeitas. Ele conta convosco desde o princípio" olhe que a carapuça não me serve. Sempre defendi e continuo a defender que entre Zelensky e Putin, no que toque a humanismo e democracia, venha o diabo e escolha.
Francisco Rocha Antunes
David Ribeiro tem razão, não sei porque sequer comento. Não vai acontecer mais
Jorge De Freitas MonteiroProvavelmente com a Ucrânia e com outros daquele lado vamos assistir a uma neverending story como com a Turquia. As negociações de adesão com a Turquia começaram em 1987 e nunca terminaram nem vão terminar.
Castro Ferreira PadrãoBom feriado, um abraço
Jorge SaraivaO nome do Cabo Finisterra provém de dois factos: ponto onde a terra (Europa) termina e ponto mais ocidental do continente europeu.
Eduardo SaraivaDesta vez não concordo com o amigo David Ribeiro. E deviamos tentar parar a guerra e democratizar a Russia, porque caso contrário, a seguir vêm pela europa abaixo e nem nós escapamos porque é tudo deles.
David RibeiroE como é que se fazia isso, Eduardo Saraiva?... invadindo a Rússia?
Sarah CorsinoEste Órban já demonstrou por diversas vezes (e não é só por causa da Ucrânia) que é a verdadeira "toupeira russa" dentro da UE.
David RibeiroSarah Corsino... andamos a dar entrada na UE só para fazer perrice à Rússia e deu nisto.

  CNN Portugal - 4.ª feira 6dez2023
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Está cá a parecer-me que este ano o Pai Natal não traz prendas para Zelensky.

  "X" - 4.ª feira 6dez2023
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  The Wall Street Journal - 5.ª feira 7dez2023
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EUA avisam Israel: guerra em Gaza deve acabar dentro de semanas e não de meses. 

  Expresso - 5.ª feira 7dez2023
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  Raul Almeida - Como português e como católico, tenho um enorme orgulho em António Guterres. A História lembrará este Homem pela coragem e determinação com que tenta parar o maior genocídio do século XXI. Sem a companhia dos que primeiro deveriam estar ao seu lado na linha da frente, Guterres não desiste, afirmando o valor da vida sobre a morte, da moral sobre a fúria assassina sionista. O uso extremo do Artigo 99 da CNU, é prova da determinação humanista e civilizacional de Guterres. Que nunca lhe falte a força para fazer o que está certo.

  Al Jazeera - 5.ª feira 7dez2023
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O presidente iraniano, Ebrahim Raisi, condenou o ataque de Israel a Gaza durante o encontro para conversações em Moscovo com o presidente russo, Vladimir Putin.

  Jornal de Notícias - 6.ª feira 8dez2023
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O Hamas fala em "ferozes batalhas" contra as tropas israelitas em diversas zonas da Faixa de Gaza, incluindo no sul. A ajuda humanitária foi praticamente interrompida em Khan Yunis, para onde uma grande parte dos civis do norte fugiu.

  Sondagem de Pew Research Center (EUA) - 6.ª feira 8dez2023
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Cerca de um quarto (27%) afirma que Israel está a ir longe demais na sua atual operação militar, enquanto quase o mesmo número (25%) afirma que está a adoptar a abordagem correta; 16% dos americanos dizem que Israel não está indo suficientemente longe militarmente.
Mais de quatro em cada dez Democratas (45%) dizem que Israel está a ir longe demais na sua operação militar contra o Hamas, em comparação com 12% dos Republicanos.
Também existem diferenças de idade nestas opiniões, sendo os americanos mais jovens mais propensos do que os grupos etários mais velhos a dizer que Israel está a ir longe demais.




Terça-feira, 26 de Setembro de 2023
Conflito sem fim à vista



Sábado, 1 de Julho de 2023
Armas, armas e mais armas

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Os Estados Unidos da América estão a considerar enviar bombas de fragmentação para a Ucrânia, afirma o líder das forças armadas americanas, o general Mark Milley. Este armamento, após atingir o alvo, liberta centenas de bombas de menores dimensões que explodem numa determinada área. "Há um processo de tomada de decisão em andamento", disse Mark Milley.
Também no dia de ontem foi conhecido que a Casa Branca recusou-se a responder a perguntas sobre a sugestão do primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, que pediu aos Estados Unidos da América para guardarem armas nucleares no seu território. Questionado pelo repórter polaco Marek Walkuski, John Kirby fugiu à pergunta, sublinhando que os Estados Unidos não veem intenções de Vladimir Putin em utilizar armas nucleares na Ucrânia.
  Isabel Sousa BragaNunca mais acaba esta bosta
 

Captura de ecrã 2023-07-01 111214.pngOs planos de contraofensiva da Ucrânia foram retardados pela falta de poder de fogo adequado, de caças modernos e munições para armas de artilharia, disse o comandante-em-chefe militar da Ucrânia, Valery Zaluzhny. Reclamando da lentidão nas entregas de armas prometidas pelo Ocidente, Zaluzhny disse em entrevista ao Washington Post publicada ontem [sexta-feira 30jun2023] que os apoiantes ocidentais de Kiev não lançariam eles próprios uma ofensiva sem superioridade aérea, mas a Ucrânia ainda aguarda os caças F-16 prometidos pelos seus aliados.

 
  

Captura de ecrã 2023-06-30 103935.pngA Hungria não deixa de ter razão ao rejeitar os planos da Comissão Europeia para conceder mais dinheiro à Ucrânia. “Uma coisa é certa: nós, húngaros, não vamos dar mais dinheiro à Ucrânia enquanto não disserem para onde foram os cerca de 70 mil milhões de euros de fundos anteriores”, declarou Viktor Orbán.


 
Maria Vilar de AlmeidaA Ucrânia é dos países mais corruptos, todos sabem!
Carlos AlmeidaTem toda a razão!
Isabel Gentil QuinaA Hungria é um país lindo, onde a vida era acessível, agora insuportável 😣 para eles
Jorge Veigapoliticamente e neste caso, está certo.


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Quem vai ao mar prepara-se em terra... e ambos os lados da barricada parece estarem à espera de qualquer coisa grave na Central Nuclear de ZaporizhzhiaA porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que a Ucrânia estava a preparar-se para cometer um ataque "terrorista" na maior central nuclear da Europa. Do outro lado da barricada a Agência de Inteligência Militar da Ucrânia diz que a Rússia está a reduzir o número de funcionários na Central Nuclear de Zaporizhzhia, com três funcionários da empresa nuclear estatal russa Rosatom, que estavam “encarregados das atividades dos russos”, a serem os primeiros a deixar as instalações.

  Contextualizando... Plano de ação da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), para tentar resguardar a segurança da Central Nuclear de Zaporizhzhia, aprovado pelo Conselho Diretor em 5jun2023.
1. Não pode haver nenhum ataque contra Zaporizhzhia, em particular aos reatores, a combustíveis utilizados, à infraestrutura crítica do local ou aos funcionários da instalação.
2. A central não deve ser usada como local de armazenamento ou base para armas pesadas incluindo lançadores de foguetes, sistemas de artilharia e munições e tanques, ou militares que possam ser usados para ataques a partir da central.
3. A energia fora da central não pode ser colocada sob risco. Todos os esforços devem ser feitos para garantir que a energia segue segura e à disposição em todo o tempo.
4. Todas as estruturas, sistemas e componentes essenciais para o funcionamento seguro da Central de Zaporizhzhia devem ser protegidos de ataques e atos de sabotagem.
5. Nenhuma ação deve ser tomada para minar estes princípios.




Terça-feira, 31 de Janeiro de 2023
Hungria é membro da União Europeia e da NATO

Não se esqueçam... a Hungria é membro da União Europeia e da NATO.
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Francisco Rocha Antunes - Não nos esquecemos, mas ele parece que sim
David Ribeiro - Pois é, Francisco Rocha Antunes. Devíamos ter tido mais "cuidado" com a adesão à NATO (1999) e à UE (2004). Que nos sirva de exemplo.
Isabel Gentil Quina - Se … a Rússia usar armas nucleares não pode depois ocupar o território 🤷‍♀️ se ficar contaminado não é para ninguém. Essa de nuclear ☢️ táctico não me parece que não afecte igualmente. //
David Ribeiro - Isabel Gentil Quina, armas nucleares táticas ou armas nucleares de uso tático são armas nucleares de pequeno poder explosivo, geralmente na faixa de 0,5 a 5 kilotons, destinadas a alvos específicos, como tropas, agrupamentos de blindados, bases militares, grupos de navios ou porta-aviões. Geralmente seu uso tático é muito específico e envolve utilizar apenas uma das principais formas de energia libertada pela bomba: ou o poder de destruição e calor ou o pulso eletromagnético. Mesmo com poder explosivo reduzido estas armas têm efeito radioativo, o que sempre dificultou seu amplo emprego. O uso de armas nucleares táticas seria destinado principalmente para o emprego contra as forças armadas do adversário. Esta função seria de importância maior se as forças-alvo se encontrassem próximas às forças que estão lançando a bomba, já que isto impediria o uso de uma arma de grande poder destrutivo, que ao explodir, pudesse atingir também a força lançadora.
Isabel Gentil Quina - David Ribeiro , não percebo nada de armas … mesmo nada 🤷‍♀️ parece me lógico que pode afectar os dois lados se essas armas químicas forem para a atmosfera. Neste momento não sei nada, esta guerra não tem fim 😔
Renato Ferreira - 
Isabel Gentil Quina as armas nucleares tem diversas escalas de destruição e escala de radioatividade. A questão principal é: Consegues imaginar bombas caindo nas capitais europeias? (Moscou, Berlim, Paris, Viena…)
Isabel Gentil Quina - Renato Ferreira, neste momento já nada me espanta. Se existem seres inteligentes não sei onde andam
Renato Ferreira - Isabel Gentil Quina moscou está a 500km da Ucrânia. Nós estamos a milhares de km. Se eu fosse polaco, estava apavorado
Carlos Miguel Sousa - O pior é que ele não anda muito longe da verdade.
Paulo Barros Vale - 💩🦍
David Ribeiro - Paulo Barros Vale, satisfaça a minha curiosidade: Estes emojis são dirigidos a quem?
Francisco Bismarck - David Ribeiro não ligue, coitado, é doentinho. Mas, é boa pessoa. Oferece aos outros a comida que tira da propria boca.
Paulo Barros Vale
Francisco Bismarck 🐷
Jorge Veiga - Nós não nos esquecemos disso. Quem se esquece é o tosco do Orbán...



Publicado por Tovi às 07:43
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Segunda-feira, 30 de Maio de 2022
Não se entendem... mas não é culpa da língua que falam

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Tinha uma dúvida... e como quando não sei vou perguntar a quem sabe, lá fui “incomodar” um jovem meu Amigo:
  Pergunta: Olá João Pedro... Ajuda-me numa coisa que tenho a certeza saberás muito mais do que eu. A língua ucraniana e a russa poderão considerar-se "línguas irmãs", assim como o português está para o espanhol?
  Resposta: Olá, David. Ajudo com muito gosto! Sim, certamente, o russo e o ucraniano são línguas extremamente próximas. Ambas fazem parte do subgrupo de línguas eslavas orientais. Ambas são, além disso, línguas indo-europeias tal como a nossa, o que faz delas línguas com mais afinidades com as línguas ibéricas (espanhol, português, etc.) que com as línguas fino-úgricas (finlandês, estónio e húngaro). Podemos acrescentar que em geral é mais fácil para os ucranianos entenderem russo sem tradução do que o contrário.
 
 

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O presidente Joe Biden informou hoje [30mai2022] que os Estados Unidos não fornecerão à Ucrânia sistemas de mísseis de longo alcance capazes de atingir alvos na Rússia. Este anúncio vem no seguimento de Moscovo ter alertado que qualquer fornecimento de armamento de longo alcance marcaria uma "escalada inaceitável".
 
 

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Na tarde de hoje [30mai2022] a União Europeia vai tentar chegar a um acordo sobre um novo pacote de sanções contra a Rússia, incluindo a imposição de restrições às importações de petróleo russo. "Precisamos de decidir por unanimidade. Houve negociações duras ontem à tarde, assim como esta manhã. Acho que esta tarde poderemos oferecer aos chefes dos Estados membros um acordo", disse Josep Borell, o principal diplomata da UE. A proposta em discussão entre os países da UE na noite de domingo proibiria o petróleo russo entregue à UE por mar até o final do ano, mas isentaria o petróleo entregue pelo oleoduto russo Druzhba, que abastece a Hungria, a Eslováquia e a República Tcheca.
  15h06 TMG - 30mai2022 - O primeiro-ministro da Hungria garante que, neste momento, “não há nenhum acordo” para o sexto pacote de sanções à Rússia, incluindo para o embargo ao petróleo russo. “Acabei de receber o texto agora e não há acordo. O problema é que estamos numa situação difícil”, afirmou Viktor Orbán, que reiterou, à chegada da cimeira dos líderes em Bruxelas, que não existem condições para um acordo. A Hungria tem sido a principal resistente à implementação de um embargo à energia da Rússia.
  23h41 TMG - 30mai2022União Europeia chega a acordo para cortar quase 90% da importação de petróleo russo até ao final do ano. Trata-se de um embargo parcial uma vez que só é aplicado ao petróleo fornecido por via marítima. Acordo foi alcançado durante a cimeira extraordinária da União Europeia em Bruxelas.


Publicado por Tovi às 07:27
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Segunda-feira, 23 de Maio de 2022
Ação diplomática no seio da NATO

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A invasão russa da Ucrânia despoletou uma grande e importante ação diplomática no seio da Aliança Atlântica, pois nem todos parecem estar de acordo quanto à adesão da Finlândia e da Suécia à NATO. Neste momento temos a Hungria (aderiu à Aliança em 1999) e a Turquia (não sendo fundadora está na Aliança desde 1952) a colocarem sérias reservas ao alargamento da NATO aos dois Estados Bálticos. Não vai ser tarefa fácil, até porque as lideranças atuais da Hungria e Turquia não têm nada a ver com as do tempo em que entraram para a Aliança, nem o mundo é o mesmo. 

 


Captura de ecrã 2022-05-23 101653.jpgO presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse no sábado passado [21mai2022] que Ancara não olharia "positivamente" para as propostas da Suécia e da Finlândia ingressarem na NATO, a menos que suas preocupações fossem abordadas, apesar do amplo apoio de outros aliados, incluindo os Estados Unidos. A Turquia há muito acusa os países nórdicos, em particular a Suécia, que tem uma forte comunidade de imigrantes turcos, de abrigar rebeldes curdos fora da lei, bem como apoiantes de Fethullah Gülen, o pregador dos EUA procurado pelo fracassado golpe de 2016. 

 


images.jpgViktor Orban é o líder europeu mais próximo de Putin e a oposição do primeiro-ministro húngaro ao alargamento da NATO tem muito a ver com a sua discordância das sanções ao petróleo russo, do qual a Hungria é altamente dependente. 

 


Captura de ecrã 2022-05-23 115334.jpgO ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, disse na passada 6.ª feira [20mai2022] que Moscovo lançará 12 unidades e divisões militares na região oeste em resposta às pretensões da Suécia e Finlândia ingressarem na Aliança Atlântica. Essas ameaças também incluem os Estados Unidos que têm aumentado os voos estratégicos de bombardeiros, enviado navios de guerra para o Mar Báltico e intensificando os exercícios de treino na região com seus parceiros da NATO. “A tensão continua a crescer na zona de responsabilidade do Distrito Militar do Oeste. Estamos tomando contramedidas adequadas”, disse Shoigu.

 

  Alemanha, França e Itália já fazem propostas de abertura a Moscovo
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"(...) Uma grande preocupação é que vitórias militares ucranianas possam desestabilizar a Rússia, tornando-a ainda mais imprevisível e colocando uma normalização das ligações energéticas ainda mais fora de alcance. É por isso que algumas capitais da Europa Ocidental, de forma silenciosa, já trabalham numa resolução “salvando a face” para o conflito, mesmo que isso custe algum território à Ucrânia. Mesmo que Macron e o chanceler alemão Olaf Scholz tenham dito repetidamente que caberia à Ucrânia determinar as condições para a suspensão das hostilidades, eles recentemente enfatizaram sua preferência por um cessar-fogo, mais cedo ou mais tarde. (...)"
Leiam o artigo completo aqui 

 


transferir.jpgAs sanções do Ocidente a Moscovo, são o que são... mas a verdade é que a recuperação do rublo já levou a moeda russa para 30% mais forte em relação ao dólar do que era antes da Rússia invadir a Ucrânia.



Publicado por Tovi às 10:03
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Sexta-feira, 20 de Maio de 2022
Receitas de petróleo da Rússia disparam 50% este ano

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As receitas de petróleo da Rússia dispararam 50% este ano, isto apesar das sanções aprovadas pelos Estados Unidos da América e pelo Reino Unido. Apesar da sua vontade de reduzir a dependência do petróleo russo, a União Europeia manteve-se como o principal mercado das exportações russas em abril, pesando 43% no total. Moscovo ganhou 20 mil milhões de dólares por mês este ano com a venda de crude e de produtos refinados, a um ritmo de oito milhões de barris por dia, segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA), citadas pela “Bloomberg”.

 

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Dias depois de ter proposto um embargo a todo o tipo de petróleo russo, na sequência da invasão militar da Ucrânia, a União Europeia aponta que “o investimento total necessário para garantir a segurança do aprovisionamento de petróleo deverá ascender a entre 1,5 e dois mil milhões de euros”. Bruxelas admite que “a dependência dos combustíveis fósseis russos estende-se também ao petróleo bruto e aos produtos petrolíferos”, mas “enquanto na maioria dos casos o mercado mundial permite uma substituição rápida e eficaz, alguns Estados-membros dependem mais do petróleo russo”. 

 

 

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As negociações entre os 27 Estados-membros da União Europeia (UE) para a implementação de um novo pacote de sanções contra a Rússia estão num impasse, com o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, a admitir dificuldades em garantir o apoio da Hungria à proposta de embargo do petróleo russo. O sexto pacote de sanções proposto pela Comissão Europeia há duas semanas prevê a eliminação total e gradual da importação do petróleo russo até ao final do ano, tendo em vista a redução da dependência energética europeia em relação a Moscovo. Mas a Hungria tem vindo a manifestar-se contra esta medida, mesmo com a possibilidade de um ano suplementar de transição para o país - e para a Eslováquia, ambos países que não têm acesso ao mar, podendo apenas receber petróleo através de oleodutos e da Rússia, o que, alegam, põe em causa a segurança energética dos seus países. Face a esta intransigência de Budapeste, a Comissão Europeia estará a negociar com o governo de Viktor Órban um programa de investimento comunitário para ajudar a reduzir a dependência energética do país em relação à Rússia. Bruxelas espera, desta forma, conseguir ultrapassar o veto húngaro à proposta de embargo ao petróleo russo “nos próximos dias”, abrindo assim caminho para a aprovação do sexto pacote de sanções contra Moscovo.

 

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A Gasum, empresa de energia estatal finlandesa, informou hoje que a Rússia cortará os fluxos de gás natural para a Finlândia no dia de amanhã, sábado 21mai2022. No entanto a Gasum continuará a fornecer gás natural aos clientes finlandeses através do gasoduto Balticconnector que liga a Finlândia à Estónia.

 

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A China está a aumentar discretamente as compras de petróleo da Rússia a preços de saldos, de acordo com dados de embarque e comerciantes de petróleo citados pela “Reuters”, preenchendo o vazio deixado pelos compradores ocidentais que se afastaram dos negócios com a Rússia desde a invasão da Ucrânia em fevereiro. A China, que é o maior importador de petróleo do mundo, decidiu apostar na energia vinda de Moscovo um mês depois de inicialmente reduzir os abastecimentos russos, por receios de parecer apoiar abertamente a Rússia  e potencialmente expor as suas gigantes petrolíferas estatais a sanções. As importações marítimas de petróleo russo da China aumentaram para um valor recorde de 1,1 milhões de barris por dia (bpd) em maio, acima dos 750 mil bpd no primeiro trimestre e 800 mil bpd em 2021, de acordo com uma estimativa da Vortexa Analytics.



Publicado por Tovi às 07:43
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2022
2ª Conferência de “Valdai Discussion Club”

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Desde ontem e terminando hoje [17 e 18 de maio] temos na cidade russa de Níjni, a 2ª Conferência da Ásia Central de “Valdai Discussion Club”. O tema deste ano é “Rússia – Ásia Central: Cooperação e Desenvolvimento no meio da Instabilidade”.

A Conferência da Ásia Central terá a participação de cerca de 40 especialistas de 9 países – Rússia, China, Índia, Irão, Cazaquistão, Quirguistão, Paquistão, Tajiquistão e Uzbequistão. Esta cidade de Níjni, uma das maiores cidades da parte europeia da Rússia, foi escolhida como sede da Conferência da Ásia Central, para servir de ligação entre a Europa e a Ásia do ponto de vista histórico e civilizacional. O simbolismo desta escolha reside no facto desta cidade ser a retaguarda da Rússia: durante o Tempo das Perturbações, foi lá que a milícia popular foi formada para combater os intervencionistas europeus e, durante a Grande Guerra Patriótica, as forças industriais e intelectuais. As reservas humanas da cidade deram uma contribuição inestimável para a vitória da ex-União Soviética sobre a Alemanha nazi.

Os principais temas da conferência são os seguintes:
Desenvolvimento da Rússia e da Ásia Central no contexto de novas turbulências geopolíticas;
Segurança coletiva na Ásia Central;
Cooperação entre a Rússia e os países da região no domínio da economia e dos transportes;
Laços inter-regionais entre a Rússia e as cinco repúblicas da Ásia Central.
 
  Andrey Sushentsov, diretor do programa Valdai Club
Fundamentos estratégicos da crise ucraniana
Provavelmente estamos no ponto de partida de uma crise que se desenrola e não perto de seu fim. Por que as relações russo-ucranianas dizem respeito a todos os russos e ucranianos? Até certo ponto, o que está acontecendo é uma guerra civil atrasada, que poderia ter acontecido no início dos anos 1990 com o colapso da URSS, quando a primeira geração de líderes russos e ucranianos se gabava de ter evitado um divórcio sangrento como o da Jugoslávia. Na Rússia, todas as pessoas têm parentes no país vizinho e o que está acontecendo lá é mais uma questão de política doméstica. Por exemplo, se o governo ucraniano fechar igrejas ortodoxas russas ou banir um partido político de oposição pró-russo, a história terá cobertura imediata na TV estatal e políticos russos emitirão declarações.
(...)
A primeira proposta diplomática que a Rússia fez no início da crise foi que a Ucrânia permanecesse neutra, que a Crimeia fosse reconhecida como território russo e que as repúblicas do Donbas fossem reconhecidas como independentes. Em resposta a essas demandas, a Ucrânia apresentou a sua própria: a repatriação completa de seu território anterior a 2014 e nenhum passo em direção à Rússia. A maximização das demandas ucranianas significa que um ponto de equilíbrio ainda não foi encontrado na campanha militar em andamento. No entanto, ele tem suas próprias opções de desenvolvimento. No primeiro cenário, o atual governo ucraniano e a Rússia firmam um acordo que leva em consideração as demandas russas, e esses acordos são reconhecidos pelo Ocidente como parte de um pacote de segurança europeu. A crise russo-ucraniana daria lugar a um confronto político-militar russo-ocidental, semelhante à Guerra Fria. O segundo cenário pressupõe o desenvolvimento de eventos sob a influência da situação militar no terreno. Como resultado, ou um equilíbrio é inevitavelmente encontrado, ou uma das partes prevalece. Nesse caso, há riscos de que o Ocidente não reconheça os resultados do acordo, e um novo governo ucraniano surja e seja combatido pelo governo no exílio. A partir do Ocidente, haverá um sistema de apoio ao subterrâneo ucraniano, semelhante ao que existia no oeste da Ucrânia na década de 1950. O terceiro cenário envolve uma forte escalada de tensão entre a Rússia e o Ocidente. É possível que a crise se espalhe para os países da NATO ou a escalada da guerra de sanções contra a Rússia siga na esperança de abalar os fundamentos do estado russo. Nesse caso, os riscos de uma confronto nuclear aumentarão. No entanto, até agora, vemos que os líderes ocidentais estão se distanciando de tais planos e dizendo que não enviarão forças da NATO para esse conflito. No entanto, vimos repetidamente como o Ocidente cruza suas próprias “linhas vermelhas” – isso pode realmente acontecer novamente
  Negociações Moscovo - Kiev
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Não há negociações entre as delegações russa e ucraniana neste momento, segundo disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Andrey Rudenko, durante a 2ª conferência da Ásia Central do clube de discussão internacional Valdai. Acrescentou: “As negociações não continuam. A Ucrânia, de facto, desistiu do processo de negociações". Vladimir Putin, numa conversa telefônica com o presidente da Finlândia, Sauli Niinisto, já tinha dito que as negociações Moscovo-Kiev foram interrompidas porque "o lado ucraniano não demonstrou interesse num diálogo construtivo".
 
 
  Os "amigos" de Putin na UE e na NATO
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O aliado mais próximo de Putin na União Europeia é o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, que já ameaçou vetar a proposta de sanções ao petróleo russo que os outros 26 estados-membros aprovaram. [A Hungria é membro da UE desde maio de 2004]
Da mesma forma, na NATO, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, não vê com bons olhos a possível adesão das potências historicamente neutras da Finlândia e da Suécia, cuja adesão é apoiada pelo resto da aliança. [A Turquia é membro da NATO desde 1952]
 
  E depois eu é que sou “russófilo”
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As receitas de petróleo da Rússia dispararam 50% este ano, isto apesar das sanções aprovadas pelos Estados Unidos da América e pelo Reino Unido. Apesar da sua vontade de reduzir a dependência do petróleo russo, a União Europeia manteve-se como o principal mercado das exportações russas em abril, pesando 43% no total. Moscovo ganhou 20 mil milhões de dólares por mês este ano com a venda de crude e de produtos refinados, a um ritmo de oito milhões de barris por dia, segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA), citadas pela “Bloomberg”.


Publicado por Tovi às 07:13
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