"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2025
O Plano de Paz de Zelensky

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1. Os signatários afirmam que a Ucrânia é um Estado soberano.
2. O documento constitui um acordo de não-agressão total e inquestionável entre a Rússia e a Ucrânia. Será criado um mecanismo de fiscalização para supervisionar a linha de conflito utilizando vigilância não tripulada por satélite, garantindo a deteção precoce de violações.
3. A Ucrânia receberá garantias de segurança.
4. O tamanho das Forças Armadas da Ucrânia permanecerá em 800 mil efetivos durante o tempo de paz.
5. Os EUA, a Organização do Tratado Atlântico do Norte (NATO) e os Estados signatários europeus fornecerão à Ucrânia garantias “semelhantes às do Artigo 5º”. Aplicam-se os seguintes pontos:
A) Se a Rússia invadir a Ucrânia, será lançada uma resposta militar coordenada e todas as sanções globais contra a Rússia serão repostas.
B) Se a Ucrânia invadir a Rússia ou abrir fogo contra o território russo sem provocação, as garantias de segurança serão consideradas nulas. Se a Rússia abrir fogo contra a Ucrânia, as garantias de segurança entrarão em vigor.
C) Os EUA receberão uma compensação por fornecerem garantias de segurança. [Esta disposição foi eliminada.]
D) Os acordos de segurança bilaterais anteriormente assinados entre a Ucrânia e cerca de 30 países permanecerão em vigor.
6. A Rússia formalizará a sua atitude de não-agressão em relação à Europa e à Ucrânia em todas as leis e documentos necessários, fazendo-os ratificar pela Duma Estatal russa.
7. A Ucrânia tornar-se-á membro da União Europeia numa data claramente designada e receberá acesso preferencial de curto prazo ao mercado europeu. “Até ao momento, o calendário da adesão da Ucrânia é uma discussão bilateral entre os Estados Unidos e a Ucrânia, sem confirmação europeia por enquanto”, disse Zelensky. “A adesão à UE também é a nossa garantia de segurança e, portanto, queremos definir uma data para isso acontecer. Por exemplo, 2027 ou 2028.”
8. A Ucrânia receberá um pacote de desenvolvimento global, detalhado num acordo separado, abrangendo várias áreas económicas:
A) Será criado um fundo de desenvolvimento para investir em indústrias de rápido crescimento, incluindo tecnologia, centros de dados e inteligência artificial.
B) Os EUA e as empresas americanas trabalharão com a Ucrânia para investir conjuntamente na restauração, modernização e operação da infraestrutura de gás da Ucrânia, incluindo gasodutos e instalações de armazenamento.
C) Serão feitos esforços conjuntos para reconstruir áreas devastadas pela guerra, com foco na restauração e modernização de cidades e bairros residenciais.
D) O desenvolvimento de infraestruturas será prioritário.
E) A extração de minerais e recursos naturais será expandida.
F) O Banco Mundial fornecerá um pacote de financiamento especial para apoiar a aceleração desses esforços.
G) Será criado um grupo de trabalho de alto nível, incluindo a nomeação de um especialista financeiro global de renome como administrador da prosperidade para supervisionar a aplicação do plano estratégico de recuperação e prosperidade futura.
9. Serão criados vários fundos para abordar a restauração da economia ucraniana, a reconstrução de áreas e regiões danificadas e questões humanitárias. O objetivo é mobilizar 800 mil milhões de dólares [678 mil milhões de euros], o custo estimado dos danos causados pela guerra russa.
10. A Ucrânia irá acelerar o processo de negociação de um acordo de livre comércio com os EUA.
11. A Ucrânia reafirma o seu compromisso de permanecer um Estado não nuclear, em conformidade com o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.
12. Controlo sobre a Central Nuclear de Zaporíjia e restauração da Central Hidroelétrica de Kakhovka. Washington propõe que a central nuclear de Zaporíjia seja operada conjuntamente pela Ucrânia, Rússia e EUA, com cada país a controlar 33% e os EUA a servir como principal supervisor da central. A Ucrânia opõe-se ao controlo russo sobre a central. Kiev propõe que a central seja gerida por uma parceria entre os EUA e a Ucrânia, em que 50% da eletricidade gerada será destinada aos territórios controlados pela Ucrânia, enquanto os EUA determinam a distribuição dos outros 50%. “Acreditamos que, para que tudo isso aconteça e funcione com segurança, a Central Nuclear de Zaporíjia, a cidade de Enerhodar e a Central Hidroelétrica de Kakhovka devem ser desmilitarizadas, porque atualmente há tropas russas e guerra lá, e não há o nível de segurança necessário”, disse Zelensky.
13. A Ucrânia e a Rússia introduzirão cursos escolares que promovam a compreensão e a tolerância de diferentes culturas, combatam o racismo e o preconceito. A Ucrânia aprovará as regras da UE sobre tolerância religiosa e proteção das línguas minoritárias.
14. Nas regiões de Donetsk, Luhansk, Zaporíjia e Kherson, a linha de posições militares na data da assinatura será reconhecida como a linha de frente de facto.
A) Determinar os movimentos de tropas necessários para pôr fim à guerra e estabelecer potenciais “zonas económicas livres”, com a Rússia a retirar as suas tropas dessas áreas.
B) A Rússia deve retirar as suas tropas das partes ocupadas das regiões de Dnipro, Mykolaiv, Sumy e Kharkiv para que o acordo entre em vigor.
C) Forças internacionais serão colocadas ao longo da linha da frente para supervisionar a aplicação do acordo.
D) As partes concordam em seguir as regras e obrigações impostas pelas Convenções de Genebra de 1949 e seus protocolos adicionais, incluindo os direitos humanos universais.
“Estamos numa situação em que os russos querem que nos retiremos da região de Donetsk, enquanto os americanos estão a tentar encontrar uma maneira de não nos retirarmos, porque somos contra a retirada”, disse Zelensky. “Eles estão à procura de uma zona desmilitarizada ou de uma zona económica livre, ou seja, um formato que possa satisfazer ambas as partes. Consideramos uma zona económica livre uma opção potencial para um Estado soberano escolher esse caminho. Lutámos por uma única palavra — ‘potencial’. Acreditamos que tais zonas económicas potenciais podem existir”, acrescentou. “Estamos a dizer que se todas as regiões forem incluídas e se permanecermos onde estamos, chegaremos a acordo. É por isso que aqui se diz ‘zonas potenciais’. Mas se não concordarmos em ‘permanecer onde estamos’, há duas opções: ou a guerra continua ou algo terá de ser decidido em relação a todas as zonas económicas potenciais.”
15. A Rússia e a Ucrânia comprometem-se a abster-se de usar a força para alterar os acordos territoriais e resolverão quaisquer disputas por meios diplomáticos.
16. A Rússia não obstruirá o uso do rio Dnipro e do Mar Negro pela Ucrânia para fins comerciais. Um acordo marítimo separado garantirá a liberdade de navegação e transporte, com a desmilitarização da península de Kinburn, ocupada pela Rússia.
17. Criação de um comité humanitário que garantirá o seguinte:
A) Troca de prisioneiros entre todas as partes.
B) Todos os civis detidos, incluindo crianças e prisioneiros políticos, serão libertados.
C) Serão tomadas medidas para resolver os problemas e aliviar o sofrimento das vítimas do conflito.
18. A Ucrânia deve realizar eleições presidenciais o mais rapidamente possível após a assinatura do acordo.
19. O acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será supervisionada pelo Conselho de Paz, presidido por Trump. A Ucrânia, a Europa, a NATO, a Rússia e os EUA farão parte deste processo. As violações levarão a sanções.
20. O cessar-fogo entrará em vigor imediatamente assim que todas as partes concordarem com o acordo.
 
 
 
  As atitudes ficam com quem as pratica  
as atitudes ficam com quem as pratica sem dúvida.



Quinta-feira, 27 de Novembro de 2025
Thanksgiving Day é a data limite para Zelensky...

...assinar a proposta de paz de Donald Trump

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  Plano de paz de Donald Trump para a Ucrânia
1. A soberania da Ucrânia será confirmada;
2. Será concluído um pacto global de não-agressão entre a Rússia, a Ucrânia e a Europa. Todas as ambiguidades por resolver nos últimos 30 anos serão consideradas resolvidas;
3. Espera-se que a Rússia não invada os países vizinhos e que a NATO não proceda a mais alargamentos;
4. Será realizado um diálogo entre a Rússia e a NATO, mediado pelos Estados Unidos, para resolver todas as questões relacionadas com a segurança e criar as condições para o desanuviamento, a fim de garantir a segurança global e aumentar as oportunidades de cooperação e desenvolvimento económico futuro;
5. A Ucrânia receberá garantias de segurança fiáveis;
6. As Forças Armadas ucranianas serão reduzidas a 600.000 soldados;
7. A Ucrânia aceita inscrever na sua Constituição que não vai aderir à NATO, e a NATO aceita incluir nos seus estatutos uma disposição especificando que a Ucrânia não será futuramente integrada na organização;
8. A NATO aceita não estacionar tropas na Ucrânia;
9. Caças europeus serão estacionados na Polónia;
10. As garantias norte-americanas:
Os Estados Unidos receberão uma compensação pela garantia de segurança;
Se a Ucrânia invadir a Rússia, perderá essa garantia;
Se a Rússia invadir a Ucrânia, além de uma resposta militar coordenada e decisiva, todas as sanções globais serão restabelecidas, o reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios do acordo serão revogados;
Se a Ucrânia lançar um míssil contra Moscovo ou São Petersburgo sem motivo válido, a garantia de segurança será considerada nula e sem efeito.
11. A Ucrânia é elegível para adesão à União Europeia (UE) e beneficiará a curto prazo de acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto a questão estiver em análise;
12. Um pacote global robusto de medidas para a reconstrução da Ucrânia, incluindo, entre outras:
a) A criação de um Fundo de Desenvolvimento da Ucrânia para investir em setores em elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e a Inteligência Artificial;
b) Os Estados Unidos cooperarão com a Ucrânia para reconstruir, desenvolver, modernizar e explorar conjuntamente as infraestruturas de gás da Ucrânia, incluindo gasodutos e instalações de armazenamento;
c) Esforços conjuntos para reabilitar as áreas afetadas pela guerra, com vista ao restauro, reconstrução e modernização de cidades e bairros residenciais;
d) Desenvolvimento de infraestruturas;
e) Extração de minerais e recursos naturais;
f) O Banco Mundial elaborará um plano de financiamento especial para acelerar estes esforços.
13. A Rússia será reintegrada na economia mundial:
a) O levantamento das sanções será discutido e acordado por fases e caso a caso;
b) Os Estados Unidos celebrarão um acordo de cooperação económica a longo prazo para o desenvolvimento mútuo nas áreas da energia, recursos naturais, infraestruturas, Inteligência Artificial, centros de dados, projetos de mineração de terras raras no Ártico e outras oportunidades de negócio mutuamente benéficas;
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8 (bloco das principais economias mundiais).
14. Os fundos congelados serão utilizados da seguinte forma:
Cem mil milhões de dólares em ativos russos congelados serão investidos em projetos liderados pelos EUA para reconstruir e investir na Ucrânia. Os Estados Unidos receberão 50% dos lucros desta iniciativa.
A Europa contribuirá com 100 mil milhões de dólares para aumentar o montante dos investimentos disponíveis para a reconstrução da Ucrânia. Os fundos europeus congelados serão desbloqueados.
Os restantes fundos russos congelados serão investidos num veículo de investimento EUA-Rússia separado, que executará projetos conjuntos em áreas específicas. Este fundo terá como objetivo fortalecer as relações e aumentar os interesses comuns, de forma a criar um forte incentivo para não regressar ao conflito.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto de segurança norte-americano-russo para promover e garantir o cumprimento de todas as disposições do presente acordo;
16. A Rússia consagrará na lei a sua política de não-agressão em relação à Europa e à Ucrânia;
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordarão o prolongamento da validade dos tratados sobre a não-proliferação e o controlo de armas nucleares, incluindo o Tratado START I;
18. A Ucrânia aceita não ser um Estado detentor de armas nucleares, nos termos do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares;
19. A central nuclear de Zaporijia será posta em funcionamento sob a supervisão da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), e a eletricidade produzida será dividida em partes iguais entre a Rússia e a Ucrânia (50-50);
20. Ambos os países se comprometem a adotar programas educativos nas escolas e na sociedade com o objetivo de promover a compreensão e a tolerância das diferentes culturas e eliminar o racismo e o preconceito:
a) A Ucrânia adotará as normas da UE sobre tolerância religiosa e proteção das minorias linguísticas;
b) Os dois países aceitarão abolir todas as medidas discriminatórias e garantir os direitos dos órgãos de comunicação social ucranianos e russos e a educação;
c) Todas as ideologias e atividades nazis devem ser rejeitadas e proibidas.
21. Territórios:
a) A Crimeia, Donetsk e Lugansk serão reconhecidas como territórios russos 'de facto', incluindo pelos Estados Unidos;
b) Os limites de Kherson e Zaporijia serão os atualmente existentes ao longo da linha de contacto, o que significará reconhecimento 'de facto' ao longo dessa linha;
c) A Rússia renunciará aos outros territórios que controla fora destas cinco regiões;
d) As forças ucranianas retirarão da parte da região de Donetsk que atualmente controlam, e essa parte será em seguida utilizada para criar uma zona tampão neutra desmilitarizada, internacionalmente reconhecida como território pertencente à Federação da Rússia. As forças russas não entrarão nesta zona desmilitarizada.
22. Depois de concordarem com as divisões territoriais futuras, a Federação da Rússia e a Ucrânia comprometem-se a não alterar tais disposições pela força. Nenhuma garantia de segurança se aplicará em caso de violação deste compromisso;
23. A Rússia não impedirá a Ucrânia de utilizar o rio Dniepr para fins comerciais, e serão concluídos acordos sobre o livre transporte de cereais através do mar Negro;
24. Será criada uma comissão humanitária para solucionar as questões pendentes:
a) Todos os prisioneiros e restos mortais de ambos os lados devem ser trocados na proporção de "todos por todos";
b) Todos os civis detidos e reféns serão restituídos, incluindo as crianças;
c) Será criado um programa de reunificação familiar;
d) Serão tomadas medidas para aliviar o sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições no prazo de 100 dias;
26. Todas as partes envolvidas neste conflito beneficiarão de uma amnistia total pelas suas ações durante a guerra e comprometem-se a não apresentar qualquer reclamação ou a considerar apresentar futuramente qualquer queixa;
27. Este acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida pelo Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Serão impostas sanções em caso de violação;
28. Assim que todas as partes aceitarem este memorando, um cessar-fogo entrará imediatamente em vigor após a retirada de ambas as partes para os pontos acordados para se iniciar a aplicação do acordo.

 

  Contraproposta da Europa
(redigido pelo Reino Unido, França e Alemanha)
1. A soberania da Ucrânia deve ser reconfirmada.
2. Será alcançado um acordo de não-agressão total e completo entre a Rússia e a Ucrânia e a NATO. Todas as ambiguidades dos últimos 30 anos serão resolvidas.
3. (O ponto 3 do plano dos EUA foi suprimido. Um rascunho do plano dizia: “Haverá a expetativa de que a Rússia não invadirá os seus vizinhos e a NATO não se expandirá mais”).
4. Após a assinatura de um acordo de paz, será convocado um diálogo entre a Rússia e a NATO para abordar todas as questões de segurança e criar um ambiente de desescalada para garantir a segurança global e aumentar a oportunidade de realção e de futuras oportunidades económicas.
5. A Ucrânia beneficiará de sólidas garantias de segurança.
6. Limitação do efetivo militar ucraniano a 800 000 elementos em tempo de paz.
7. A adesão da Ucrânia à NATO depende do consenso dos membros da NATO, que não existe.
8. A NATO concorda em não estacionar permanentemente tropas sob o seu comando na Ucrânia em tempo de paz.
9. Os aviões de combate da NATO ficarão estacionados na Polónia.
10. Garantia dos EUA que reflete o artigo 5º
a) Os EUA receberão uma indemnização pela garantia
b) Se a Ucrânia invadir a Rússia, perde a garantia
c) Se a Rússia invadir a Ucrânia, para além de uma resposta militar robusta e coordenada, serão restabelecidas todas as sanções globais e será retirado qualquer tipo de reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios decorrentes deste acordo.
11, A Ucrânia é elegível para a adesão à União Europeia e beneficiará, a curto prazo, de um acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto este está a ser avaliado.
12. Pacote robusto de reconversão global para a Ucrânia, incluindo, mas não se limitando a:
a) Criação de um fundo de desenvolvimento da Ucrânia para investir em sectores de elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e os esforços da Al
b) Os Estados Unidos estabelecerão uma parceria com a Ucrânia para, em conjunto, restaurar, desenvolver, modernizar e explorar as infra-estruturas de gás da Ucrânia, que incluem os gasodutos e as instalações de armazenamento
c) Um esforço conjunto para reabilitar as zonas afectadas pela guerra, a fim de recuperar, reabilitar e modernizar as cidades e as zonas residenciais
d) Desenvolvimento de infra-estruturas

e) Extração de recursos minerais e naturais
f) O Banco Mundial desenvolverá um pacote especial de financiamento para acelerar estes esforços.
13. A Rússia deverá ser progressivamente reintegrada na economia mundial
a) A redução das sanções será discutida e acordada por fases e numa base caso a caso
b) Os Estados Unidos celebrarão um Acordo de Cooperação Económica a longo prazo para prosseguir o desenvolvimento mútuo nos domínios da energia, dos recursos naturais, das infra-estruturas, da IA, dos centros de dados, das terras raras, dos projetos conjuntos no Ártico, bem como de várias outras oportunidades empresariais mutuamente benéficas
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8.
14. A Ucrânia será totalmente reconstruída e compensada financeiramente, inclusive através de ativos soberanos russos que permanecerão congelados até que a Rússia compense os danos causados à Ucrânia.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto em matéria de segurança, com a participação dos EUA, da Ucrânia, da Rússia e dos europeus, para promover e fazer cumprir todas as disposições do presente acordo.
16. A Rússia consagrará por via legislativa uma política de não agressão em relação à Europa e à Ucrânia.
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordam em prorrogar os tratados de não-proliferação e de controlo nuclear, incluindo o Fair Start.
18. A Ucrânia concorda em permanecer um Estado não nuclear ao abrigo do TNP [Tratado de Não Proliferação Nuclear].
19. A central nuclear de Zaporizhzhia será reiniciada sob a supervisão da [Agência Internacional da Energia Atómica] AIEA, e a energia produzida será partilhada equitativamente numa proporção de 50-50 entre a Rússia e a Ucrânia.
20. A Ucrânia adotará as regras da UE em matéria de tolerância religiosa e de proteção das minorias linguísticas.
21. Territórios: A Ucrânia compromete-se a não recuperar o seu território soberano ocupado através de meios militares. As negociações sobre trocas territoriais terão início a partir da Linha de Contacto.
22. Uma vez acordadas as futuras disposições territoriais, tanto a Federação da Rússia como a Ucrânia comprometem-se a não alterar essas disposições pela força. As eventuais garantias de segurança não serão aplicáveis em caso de incumprimento desta obrigação.
23. A Rússia não impedirá a utilização do rio Dnieper pela Ucrânia para efeitos de atividades comerciais, e serão celebrados acordos para que os carregamentos de cereais possam circular livremente através do Mar Negro.
24. Será criado um comité humanitário para resolver as questões em aberto:
a) Todos os restantes prisioneiros e cadáveres serão trocados segundo o princípio "Todos por Todos"
b) Todos os civis detidos e reféns serão devolvidos, incluindo as crianças

c) Haverá um programa de reagrupamento familiar
d) Serão adoptadas disposições para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições o mais rapidamente possível após a assinatura do acordo de paz.
26. Serão tomadas medidas para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
27. O presente acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida por um Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Haverá sanções em caso de violação.
28. Se todas as partes derem o seu acordo ao presente memorando, o cessar-fogo entrará imediatamente em vigor quando ambas as partes se retirarem para os pontos acordados para dar início à aplicação do acordo. As modalidades do cessar-fogo, incluindo o controlo, serão acordadas por ambas as partes sob a supervisão dos EUA.

 

  2.ª feira 24nov2025
Captura de ecrã 2025-11-25 160051.pngRússia, Ucrânia e EUA retomaram as negociações em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para tentar desbloquear um plano de paz para a Ucrânia, escrevem o Financial Times e a CNN, que apenas referem a presença de elementos de Moscovo e Washington. Entretanto, e de acordo com a informação avançada por uma autoridade norte-americana à rede televisiva CBS News, a Ucrânia terá concordado com a nova proposta de Trump [com apenas 19 itens], havendo apenas “pequenos detalhes a ser resolvidos”. (Na imagem: Secretário Dan Driscoll está em Abu Dhabi para se reunir com representantes russos © ANSA/AFP)

 

  SIC Notícias às 07h04 de 4.ª feira 26nov2025
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O Presidente norte-americano tinha dito, na semana passada, que Kiev tinha que dar uma resposta, no máximo, até esta quinta-feira. Trump deixou agora cair este prazo, depois de, na terça-feira, Zelensky ter afirmado que está pronto para avançar. “Não tenho um prazo. (...) O prazo, para mim, é quando tudo acabar e eu achar que estão todos cansados de lutar”, disse Donald Trump.

 

  Últimas...
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Raul Vaz OsorioMas isto é para levar a sério? Parece uma brincadeira de putos
Jorge Veiga
Raul Vaz Osorio putos irresponsáveis!




Segunda-feira, 24 de Novembro de 2025
Até à implementação de um qualquer plano de Paz...
...para a Ucrânia, muita água correrá debaixo das pontes
e a realidade é o que se vê no terreno
 

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 Volodymyr Zelensky 21nov2025 - "Este é um dos momentos mais difíceis da nossa história. A Ucrânia enfrenta uma decisão crucial: perder a sua dignidade ou arriscar perder um parceiro chave". Zelensky informou o seu povo de que em breve tomará uma decisão: Ou eles pactuam com a Rússia o fim da guerra e entregam território ou continuam lutando e perdem os EUA como aliado. Segundo Zelensky, este acordo é o mais importante desde o início da guerra e sua decisão será forte: Paz com "perda de dignidade" ou guerra total até o fim. Zelensky terminou: "Eu sei que o povo está comigo".

 Lido por aí... em 21nov2025 - A UE rompe com os EUA : “O plano americano é um mau acordo para Kiev”. A Europa já não está disposta a seguir o guião de Washington. Segundo um alto funcionário europeu, o plano lançado pelos EUA para pôr fim ao conflito implica concessões que a UE considera inaceitáveis. (...) Em Bruxelas acreditam que Washington está pressionando Zelensky para aceitar um cessar-fogo antes das eleições americanas de 2026, onde a guerra é um tema eleitoral fundamental. (...) A Ucrânia ainda não quer aderir ao plano europeu. Porquê? Porquê? Porque Kiev tem medo de depender demasiado de Bruxelas quando a sua única alavanca real continua a ser Washington. (...) A Ucrânia está politicamente ferida. A Rússia avança sem pressa, mas sem pausa. A questão já não é qual o plano do Ocidente? A questão é: Qual plano Moscovo aceitará? A Europa pode redigir todos os documentos que quiser. Mas o campo de batalha — e o mapa — move-se segundo a guerra, não segundo as reuniões em Bruxelas.

 CNN Portugal 22nov2025 - O vice-presidente dos EUA, JD Vance, diz que não passa de uma “fantasia” pensar-se que a Ucrânia pode vencer a guerra contra a Rússia se os EUA simplesmente enviarem mais dinheiro ou armas para Kiev, acrescentando que impor mais sanções contra Moscovo também não terá um impacto significativo.

  Lido por aí... em 22nov2025 - Só ontem [21nov2025], a Ucrânia perdeu seis aldeias em frente às tropas russas. A situação em Pokrovsk e arredores é crítica. Kupiansk acabou de cair nas mãos russas. A Rússia também avança em Zaporiyia, e em Sumy as tropas ucranianas não conseguiram expulsar os russos após o desastre de Kursk. A falta de pessoal é outro grave problema enfrentado pelas forças militares da Ucrânia, só no mês passado foram contabilizadas cerca de 40.000 deserções e a legião estrangeira passou de 20.000 combatentes em 2022 para apenas 1.000 em novembro de 2025.

  Se fosse asim tão simples...
E se deixassem os ucranianos decidir?...
(por Rafael Barbosa Diretor do JN em 23nov2025)
Captura de ecrã 2025-11-23 104147.pngA guerra entre a Rússia e a Ucrânia começou, para quem já não se recorde, com uma invasão russa cujo objetivo era tomar a capital ucraniana, Kiev, derrubar o Governo e substituí-lo por um regime fantoche ao serviço do Kremlin. Nesses primeiros dias sucederam-se os massacres de civis, com o nome da cidade de Bucha a garantir um lugar simbólico nos livros de história que dediquem algumas linhas às atrocidades que os seres humanos são capazes de cometer. A crueldade de Putin, a incompetência dos seus generais e a resistência dos ucranianos impediram esse desfecho. Mas não puderam evitar a destruição e a perda de vidas humanas destes quase quatro anos de guerra. Não há números rigorosos, mas há estimativas fiáveis: entre 200 e 250 mil militares russos mortos, entre 60 e cem mil militares ucranianos mortos, e ainda 14 mil civis ucranianos mortos (incluindo quase mil crianças). É um preço inaceitável. A guerra não se tornou menos destrutiva nem menos mortal, com o passar do tempo, mas a linha da frente manteve-se estável quase desde o princípio. Nem a Rússia nem a Ucrânia têm capacidade para declarar vitória. E por essa razão se foi impondo a ideia de negociar uma qualquer espécie de paz. É aí que entra Donald Trump, que acaba de propor um plano. Inclui pontos absurdos, como usar os milhares de milhões de euros de fundos russos congelados na reconstrução, desde que os EUA assegurem 50% dos lucros da operação, ou a cedência de territórios ainda na posse dos ucranianos sem contrapartidas, ou ainda a ideia de reduzir as forças armadas da Ucrânia ao ponto de ser incapaz de se defender de um futuro ataque.Mas já não soa assim tão absurda a hipótese de se delimitar novas fronteiras. Está muito certo que os líderes europeus, na segurança dos seus gabinetes, rejeitem alterações pela força das armas. Mas quem vai combater e morrer para repor as fronteiras de 2022? Talvez fosse altura de tentar garantir não uma paz podre, mas um cessar-fogo que dure o tempo necessário para perguntar, num referendo ao povo ucraniano, o que quer: se a guerra, se a paz, ainda que à custa de um país mais pequeno. São eles que têm de escolher e não o Mundo por eles.

   Opiniões!...
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Joaquim FigueiredoConcordo...
Mário PaivaJoaquim Figueiredo, com quê?
Joaquim Figueiredo
Mário Paiva com o que diz o general...
Mário Paiva -  Independentemente da escolha de Kiev, a Rússia definiu faz já muito tempo os seus parâmetros para o fim do conflito e já foi afirmado que este "plano" pode ser um ponto de partida para negociações... estando reconhecidamente a ganhar no terreno, com 90% do Donbass conquistado, duvido que o Kremlin aceite qualquer compromisso que leve a recuar significativamente do seu plano original... de todo o modo, em minha opinião, este rascunho de "plano" engendrado de urgência em cima de vários joelhos, é apenas uma cortina de fumo para minimizar o estrago provocado pela proximidade da corrupção descoberta "recentemente", com as cúpulas de mando na Ucrânia...
Jose Antonio M MacedoCada vez mais a Rússia é e será um perigo para a Europa. A Europa precisa mesmo de se armar e de estabelecer parcerias com a China de modo a evitar os problemas causados pela Rússia e pelos EUA.
Jorge VeigaNem respondo.

  Não morro de amores por Viktor Orbán... mas à vezes não só tem razão no que diz como até tem piada
Captura de ecrã 2025-11-23 145103.png 
  
Jorge VeigaMuita piada. Parece o Herman José... 
Mario PinheiroSabemos de quem Orban é amigo.
Raul Vaz OsorioUm ditador nojento nunca pode ter piada

  RTP Notícias na tarde de ontem 23nov2025
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A Europa já tem contraproposta para plano de paz de Trump para acabar com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Este plano europeu inclui um limite para a dimensão do exército ucraniano de 800 mil soldados em "tempo de paz", sendo que Washington propõe 600 mil. O plano estabelece também que a entrada da Ucrânia na NATO depende de se chegar a consenso no bloco de países, que não existe neste momento. Dentro desta contraproposta prevê-se que a NATO concorde em não colocar tropas na Ucrânia de forma permanente em tempos de paz. Quanto à Ucrânia, seria "compensada financeiramente", incluindo com bens russos congelados, até que Moscovo pague pelos danos causados no país. A Ucrânia teria de prometer não recuperar território ocupado através de ações militares, fazer eleições assim que possível depois da assinatura de um acordo de paz e receberia garantias de proteção dos Estados Unidos. 

  Castro Ferreira PadrãoForam falsos no cumprimento de todos os acordos anteriormente firmados, e a ser verdade o que esta notícia dá, não deixa de também ser verdade o que nela está subjacente, o conflito será para continuar, mas com outra dimensão. NÃO GOSTO.

    Expresso/Lusa - manhã de 2.ª feira 24nov2025
Washington e Kiev declararam que, na sequência das conversações mantidas em Genebra, "desenvolveram um quadro de paz atualizado e aperfeiçoado", depois de reafirmarem que "qualquer acordo futuro deve respeitar plenamente a soberania da Ucrânia". Num comunicado conjunto, divulgado no domingo pela Casa Branca, refere-se que as conversações sobre o plano de paz proposto por Washington para selar a paz entre a Ucrânia e a Rússia foram "construtivas, focadas e respeitosas", além de produtivas, uma vez que "mostraram progressos significativos na harmonização de posições e na identificação de próximos passos claros"O diálogo de Genebra reafirmou "que qualquer acordo futuro deve respeitar plenamente a soberania da Ucrânia e alcançar uma paz justa e sustentável", afirmam as duas partes. "Como resultado das conversações, as partes desenvolveram um quadro de paz atualizado e aperfeiçoado", acrescenta-se no comunicado, onde ainda se lê que "a delegação ucraniana reafirmou a sua gratidão pelo forte compromisso dos Estados Unidos e pessoalmente do Presidente Donald J. Trump pelos esforços incansáveis para acabar com a guerra e a perda de vidas".

Observador - por volta das 16h00 de 24nov2025
Os Estados Unidos e a Ucrânia alcançaram um consenso significativo nas negociações de paz em Genebra, resultando num “quadro de paz atualizado e aperfeiçoado”. As discussões foram descritas como construtivas e focadas, destacando-se a importância de respeitar a soberania da Ucrânia para alcançar uma paz justa e sustentável.
O plano que os EUA e Ucrânia negociaram tem 19 pontos, sendo que “ficaram poucas coisas da versão original”, disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano Sergiy Kyslytsya.
A delegação ucraniana vincou a necessidade de dar resposta a questões como a libertação de prisioneiros de guerra e o retorno das crianças sequestradas. O Presidente ucraniano enfatizou a importância de trabalhar em estreita colaboração com os EUA e diferentes parceiros europeus para garantir compromissos que fortaleçam a posição da Ucrânia sem a enfraquecer.
A Europa também reagiu às negociações, com várias nações reafirmando o seu apoio à integridade territorial da Ucrânia e defendendo um papel ativo nas decisões que afetam a segurança europeia. Líderes como o chanceler alemão Friedrich Merz e a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, destacaram a necessidade de incluir a Europa nas negociações, especialmente em questões que dizem respeito diretamente ao continente, e rejeitaram a imposição de limites à Ucrânia.
Enquanto a Rússia expressou preferência pelo plano original dos EUA, líderes europeus consideraram as contrapropostas como insuficientemente construtivas.

  CNN Portugal - tarde de 2.ª feira 24nov2025
A Rússia rejeitou esta segunda-feira as modificações introduzidas pelos países europeus ao plano de paz para a Ucrânia apresentado pelos Estados Unidos. “Tomámos conhecimento do plano europeu que, à primeira vista, é absolutamente não construtivo, não nos convém”, disse o conselheiro presidencial para os assuntos internacionais, Yuri Ushakov, citado pela agência de notícias espanhola EFE. O plano [que os Estados Unidos propuseram na semana passada] foi bem acolhido pelo Kremlin por contemplar grande parte das exigências que têm sido feitas pelo Presidente Vladimir Putin para acabar com a guerra.

  Adriano MarquesAcabo de ler esta notícia, espero que seja verdadeira! Deus abençoe a Ucrânia! "A Rússia acaba de sofrer um dos momentos mais humilhantes da guerra — e não veio do campo de batalha. Veio da própria máquina de propaganda de Moscou. Em um deslize chocante em uma transmissão, um dos principais propagandistas de Putin revelou acidentalmente a verdade por trás do ataque a Pokrovsk… e o Kremlin está se esforçando para abafar o caso.. De acordo com a admissão vazada, o ataque não foi a “vitória” que a Rússia alegou. Em vez disso, expôs um fracasso catastrófico: a Ucrânia usou o caos para obliterar a principal linha de suprimentos da Rússia, cortando combustível, munição e apoio às tropas em um único ataque coordenado. Em poucas horas, posições russas inteiras teriam entrado em colapso enquanto a Ucrânia se movia rapidamente para explorar a brecha. O que Moscou tentou apresentar como um sucesso agora se voltou contra eles — e o pânico que se espalha pelos canais militares russos diz tudo. A Ucrânia não atingiu apenas um alvo… atingiu toda a estratégia de guerra da Rússia onde mais dói. 🔥 Você acha que este pode ser um ponto de virada na guerra? 💬 Deixe seu comentário — essa história está viralizando no mundo todo."
David RibeiroAdriano Marques ainda não encontrei na comunicação social, incluindo a afeta ao governo ucraniano, qualquer referência ao que aqui transcreveu. Será verdade?
Adriano MarquesDavid Ribeiro, as suas publicações às vezes também são uma grande treta... 😂😂😂 Não venho a certeza que seja verdade até porque coloquei isso em causa, mas tal como o meu amigo publiquei com a maior convicção que assim seja.
David Ribeiro - Pois eu, Adriano Marques, NUNCA publico nada que não tenha tido confirmação na comunicação social nacional, europeia, dos EUA e até ucraniana, que todos os dias consulto. Sabe... sou um viciado em informação, mas depois penso pela minha cabecinha.
Adriano MarquesDavid Ribeiro a comunicação social é uma grande treta, uns tendenciosos com uma agenda muito própria, não lhe vou dar exemplos porque são tantos que dá dó. Quanto á sua consulta da comunicação social da Ucrânia, creio que as suas consultas nunca foram publicadas, acaba sempre por ir pelo caminho oposto... 😉😉😉
Mário Paiva
Adriano Marques, quem sabe, segundo Orban, "milagres acontecem"... ...mas disse há alguns dias Mark Rutte, Secretário Geral da NATO... "a Ucrânia está a ganhar a guerra, o problema é que a linha da frente se está a deslocar no sentido errado"... 
Adriano MarquesMário Paiva estou nas comemorações do 25 de novembro, não tenho tempo para lhe responder.
Mário Paiva
Adriano Marques, não carece, fique à vontade...
Adriano Marques
David Ribeiro aproveito para o ajudar com mais uma notícia das boas, afinal não dá só Rússia, também dá Ucrânia, espero que goste. Abraço
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David RibeiroE já agora, Adriano Marques, seria pedir-lhe muito que nos dissesse de onde é que vai buscar estes textos?... É só para tornar a coisa mais credível e não ficarmos a pensar que é tudo aldrabice. Digo-lhe que não gosto nada da minha página ser objeto de publicações e/ou comentários que sejam considerados pura mentira.
Adriano MarquesDavid Ribeiro olhe que ninguém diria... 🤭🤭🤭

Adriano MarquesDavid Ribeiro de vez em quando, pode também publicar as notícias que são ( muito) desfavoráveis à sua Rússia, uma por outra não lhe ficava nada mal... 😂🤭😂🤭😂🤭😂🤭😂
David Ribeiro
E pronto... lá está o Adriano Marques a insistir numa hipotética ligação minha aos senhores no poder no Kremlin.
Adriano Marques
David Ribeiro por amor de Deus, longe de mim essa ideia, eu nunca poderia tirar essa ilação ao ler os seus posts... 🤭🤭🤭
Mário Paiva
David Ribeiro, segundo algumas "opiniões" quem tenta acompanhar a realidade no terreno e publicar em conformidade, é culpado de a Ucrânia estar a perder a guerra...
Mário Paiva
Adriano Marques, lápis azul?




Sexta-feira, 21 de Novembro de 2025
A grande corrupção na Ucrânia + Plano de Paz

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  Ora bolas!... Lá vai a Europa estragar a vidinha a muitos dos senhores instalados no poder em Kiev.

  
Maria Gabriela RafaelQue provas é que tu tens do que estás a dizer? Ou é só mais um devaneio? Não entendo a tua noção de democracia tu que te dizes tão democrata. Haja paciência.
David RibeiroMaria Gabriela Rafael, muitos dos senhores no poder em Kiev são corruptos e não sou só eu a dizer. Não será por acaso que a União Europeia vai implementar o que é referido na notícia.
Maria Gabriela RafaelDavid Ribeiro mas quem é que diz? O general /comentador pró soviético?
David RibeiroMaria Gabriela Rafael, o major general Jorge Saramago pode ser tudo menos pró soviético.

  Na Ucrânia até os mortos alimentam a corrupção
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O setor funerário ucraniano não está imune à corrupção. Esse fenómeno, que antecede a guerra, mas foi amplamente silenciado, intensificou-se nos últimos três anos. As famílias dos falecidos são as primeiras vítimas.

  EuroNews em 16nov2025
Captura de ecrã 2025-11-18 184231.pngTudo sobre a "Operação Midas"
A investigação anticorrupção em curso na Ucrânia pode transformar-se no maior escândalo político desde o início da invasão russa, numa altura em que Kiev se apressa a garantir à população e aos parceiros ocidentais que a luta contra a corrupção continua a ser o seu maior compromisso. (...) Segundo o NABU [National Anti-Corruption Bureau of Ukraine] e o SAPO [Ministério Público Anticorrupção da Ucrânia], a investigação, que durou 15 meses e envolveu 1000 horas de gravações áudio, revelou a participação de vários membros do governo ucraniano. O gabinete anticorrupção informou que o grupo estava a cobrar subornos aos empreiteiros da Energoatom, que ascendiam a 10-15% do valor de cada contrato. De acordo com o NABU, foram branqueados cerca de 100 milhões de dólares em fundos: "De facto, a gestão de uma empresa estratégica com um volume de negócios anual superior a 4 mil milhões de euros não foi efectuada por funcionários, mas por pessoas estranhas sem autoridade formal", diz o gabinete num comunicado. (...) Na terça-feira, o Gabinete Anticorrupção acusou oito pessoas de suborno, desvio de fundos e enriquecimento ilícito. Entre elas encontra-se Ihor Myroniuk, antigo conselheiro do ex-ministro da Energia Herman Halushchenko, que anteriormente desempenhava as funções de diretor-adjunto do Fundo de Propriedade do Estado. Dmytro Basov, antigo procurador e ex-diretor do departamento de segurança física da Energoatom, também está implicado. O NABU afirma que Myroniuk e Basov "assumiram efetivamente o controlo de todas as compras da empresa". (...) Halushchenko, ministro da Energia da Ucrânia entre 2021 e julho de 2025, que depois se tornou ministro da Justiça do país até à sua demissão há dois dias, também está alegadamente envolvido. A investigação do gabinete anti-corrupção alega que o líder e cérebro por detrás do esquema de corrupção é o empresário Timur Mindich, um antigo parceiro de negócios do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
(ver artigo completo aqui)

 

  Plano de Paz
Captura de ecrã 2025-11-20 091049.pngO tenente-general Rafael Martins, ao analisar o novo plano de paz apresentado pelos EUA para resolver o conflito na Ucrânia, disse: "Nós não sabemos que conversa é que Putin e Trump tiveram naquela viagem de três minutos de carro"E não há dúvida que muitas vezes é nesses curtos momentos que se resolvem (ou tenta-se resolver) grandes questões.

 Principais pontos do "Plano de Paz" de Trump

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— a Rússia ganhará total controlo de facto sobre Lugansk e Donetsk.
— Apesar da transferência sob controlo russo, as áreas de Donbas que as forças ucranianas deixam serão consideradas uma zona desmilitarizada. A Rússia não poderá enviar tropas para lá.
— Nas regiões de Kherson e Zaporozhye, as linhas de controlo atuais serão principalmente congeladas.
— Os EUA e outros países reconhecerão a Crimeia e Donbas como território russo legal, mas não exigirão tal reconhecimento da Ucrânia.
— Restrições à dimensão do exército ucraniano e das suas armas de longo alcance, em troca de garantias de segurança dos EUA.
— Trump quer reconhecer a Crimeia e Donbass como Rússia.

  
Joaquim Figueiredo
Uma vergonha...qual será a comissão?
David Ribeiro
Joaquim Figueiredo, Trump não dá ponto sem nó... mas tudo bem se conseguir a Paz, por mais periclitante que ela seja.
Joaquim Figueiredo
David Ribeiro nos termos que ouvi dizer é uma guerra continuada...e quem vai pagar a reconstrução? E quem vai ficar com as terras ricas? E com os paraísos turísticos?
Isabel Gentil Quina… deve ser isso ou guerra com a Europa 🙈

  Segundo diz alguma comunicação social das terras do tio Sam esta proposta de Trump já tem o acordo de Putin. Ou seja, Zelensky está feito ao bife... e a União Europeia, mais uma vez, é chotada para canto.

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Adriano MarquesJá vi que continua a acreditar no Pai Natal... 😂😂😂😂😂😂😂😂
David Ribeiro
Eu há muito deixei de acreditar no Pai Natal, Adriano Marques, mas cada vez mais me parece evidente a desgraça que vai cair sobre o povo ucraniano, que até nem tem culpa das asneiras dos senhores no poder em Kiev.
Jorge VeigaDavid Ribeiro ...nem dos senhores no poder de Moscba!
David RibeiroEsses, Jorge Veiga, cada vez mais se posicionam como os vencedores, quer queiramos quer não. Não há que viver de estados de alma... a realidade é a que se está a ver no dia-a-dia.
Jorge VeigaDavid Ribeiro Vencedores com cerca de 1 milhão de mortos e incapacitados? Chama-se a isso ser vencedor?
David RibeiroUm dia, Jorge Veiga, se fará essa conta de ambos lados... mas não é essa contabilidade que dará a vitória para a história.
Adriano MarquesDavid Ribeiro é verdade os maus são os Ucranianos, o Putin e os seus Terroristas são uns tipos extraordinários, o problema mesmo é os tais Senhores do Poder de Kiev não se ajoelharam aos pés de Putin, os resto são adereços.
Jorge VeigaDavid Ribeiro a história é igual à que foi praticada pelos russos em todos os campos de batalha. Criminosos.
David RibeiroVou repetir o que já várias vezes aqui disse, Adriano Marques: deixemo-nos de estados de alma e foquemos as nossas intervenções na realidade.
Adriano MarquesDavid Ribeiro eu não compreendo o seu estado de espirito cada vez que as coisas correm mal á Ucrânia, fica até excitado para não dizer contente, acho até que por estranho que pareça, se esquece ou troca os papéis de agressor e agredido. O Putin e a sua escumalha não têm o mínimo direito ou razão para estarem a destruir um País, uma Cultura, são uns miseráveis terroristas que estão irresponsavelmente a provocar meio mundo, prova disso é o que fizeram ontem na Polónia e com os aviões Ingleses, um dia destes as coisas vão correr muito mal para TODOS. Os Russos têm uma pesadíssima "herança" de milhões e milhões de mortos às suas mãos, o próprio Hitler é um menino ao pé dos criminosos Russos, não vale a pena branquear o que é completamente Preto.
David RibeiroA história é muito mais do que aquilo que acaba de dizer, meu caro Adriano Marques.
Adriano MarquesDavid Ribeiro talvez a sua, a que lhe dá jeito, a de esquerda. São estados de alma... 🤔🤔🤔
Luis BarataDavid Ribeiro claro, a culpa é deles, são muito asneirentos... Desgraçados já eles estão e há muito tempo e vão ficar ainda mais. Putin é putin, esse é o problema.
Jorge VeigaPois a culpa é dos Ucranianos. Têm lá Nazis e gatunagem no governo e amigos que é um fartote. Os Russo não têm um único. Nem Putin, nem os que caem do 5º andar.!
Jose Antonio M MacedoNa minha opinião, isto poderá levar a uma aproximação da Europa à China e à Índia, a médio e longo prazos, com prejuízos significativos para os EUA e a Rússia. À Europa e à China interessam uma Rússia fraca e fragmentada dos pontos de vista económico, geográfico e étnico. Vai ser interessante ver qual a reação dos EUA na sua aproximação à China e qual o aproveitamento sábio da China face a uma Rússia muito dividida e débil no futuro. O aproveitamento futuro das vastas reservas de recursos naturais que a Rússia dispõe quer pela China, quer pela Europa vai ser inevitável. Aí quero ver quem se vai rir. Mas aí será bem feito para a Rússia, pois terá o que merece.
Jorge VeigaJose Antonio M Macedo a China só se junta a quem der dinheiro.

  Observador 21nov2025

Trump estará a pressionar Zelensky a assinar proposta de paz até à próxima quinta-feira, Dia de Ação de Graças. Washington terá ameaçado retirar apoios a Kiev. Volodymyr Zelensky, Emmanuel Macron, Keir Starmer e Friedrich Merz reuniram-se à distância esta sexta-feira. O tema em cima da mesa foi a proposta norte-americana para terminar o conflito na Ucrânia, como revela o Presidente ucraniano numa nota publicada nas redes sociais.
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Michael SeufertSerá Zelensky um Miguel de Vasconcellos, pronto a prostituir-se ao estrangeiro para aplauso da Rússia e dos EUA?
Jorge Veiga
vergonhoso!
Adao Fernando Batista Bastos
Trump é uma besta sem credibilidade, mentiroso e traiçóeiro.

  Comntários para todos os gostos - 21nov2025
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  Potencial candidato a sucessor de Zelensky

lieutenant-general-valerii-zaluzhnyi.jpgGeneral Valerii Zaluzhnyi, Comandante-em-Chefe das Forças Armadas da Ucrânia de 27jul2021 até 8fev2024, e atualmente Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da Ucrânia no Reino Unido, continua a ser visto por muitos compatriotas como o único nome capaz de desafiar o presidente Zelensky em eleições futuras — ainda que estas permaneçam suspensas devido à guerra em curso. Zaluzhnyi nunca assumiu publicamente ambições políticas e evita entrevistas. Em Londres, a sua agenda é cuidadosamente controlada para reduzir ao mínimo ocasiões em que possa ser confrontado com perguntas incómodas. Ainda assim, a embaixada ucraniana no bairro de Holland Park tem recebido um fluxo constante de visitantes: deputados de Kiev, ativistas, representantes de empresários e até figuras como Paul Manafort, antigo conselheiro de Trump, que se ofereceu para o apoiar numa eventual campanha. Mas, ao que consta, a proposta foi recusada.

  
Jorge SaraivaReceio ter uma ideia sobre a resposta, mas pergunto: porque se presta a este papel?
David RibeiroNão me diga, Jorge Saraiva, que também me considera um "assalariado" de Putin 🙂 
Jorge SaraivaDavid Ribeiro, não tenho, nem procuro ter, qualquer informação sobre as suas fontes de rendimentos. Apenas lamento e me pergunto porque se presta a esta propaganda e a ser canal de contra informação.
David RibeiroJorge Saraiva, sim, é verdade que a maior parte do que se lê e ouve na comunicação social é "propaganda" de ambos os lados dos conflitos. Eu, acredite ou não, leio tudo ao que consigo ter acesso, e depois, penso pela minha cabecinha, evitando emprenhar pelos ouvidos (desculpe a brejeirice).
Michael Seufert
Isto deve ser notícia falsa porque eu li no Facebook que Zelensky tem tudo controlado num regime corruptone que até já está tudo perdido pelo que será arrastado pelas ruas de Kiev em sangue pelos libertadores estrangeiros que nem Varsóvia em 1939.




Sábado, 20 de Setembro de 2025
Trump e Zelensky deverão reunir-se na próxima semana

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  Agência Lusa, na manhã de 3.ª feira 16set2025
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse hoje que o Presidente norte-americano, Donald Trump vai provavelmente reunir-se com o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, na próxima semana.
Marco Rubio garantiu aos jornalistas em Israel que o líder dos Estados Unidos ainda espera negociar um acordo de paz que envolva o Presidente russo, Vladimir Putin.
Trump teve "várias ligações com Putin, várias reuniões com Zelensky e provavelmente novamente na próxima semana em Nova Iorque", onde se realiza a Assembleia Geral da ONU, disse o secretário de Estado norte-americano.
Na segunda-feira, o Governo da Rússia acusou a Ucrânia de "abrandar artificialmente" as conversações de paz e acusou os países europeus de interferência, lamentando a falta de atenção às causas da invasão, iniciada em 2022.
"Do lado de Kiev, o processo está a ser artificialmente abrandado. Ninguém quer abordar a essência do conflito. Os europeus estão a interferir no assunto e não vão prestar atenção às causas subjacentes da crise, abrindo caminho para a discussão de formas de as resolver", argumentou o porta-voz presidencial russo.
Dmitri Peskov reiterou que "a Rússia continua aberta e pronta para o diálogo", bem como "interessada e disposta a resolver a crise ucraniana por meios políticos e diplomáticos".
Peskov insistiu que há uma pausa nas negociações, denunciando que "não há flexibilidade na posição ucraniana e nenhuma disposição por parte do regime de Kiev para realmente iniciar discussões sérias”.
"Estas reuniões e qualquer contacto ao mais alto nível devem ser bem preparados para que tal diálogo e os acontecimentos - que devem ocorrer antecipadamente, a nível de peritos - possam ser concretizados", concluiu Peskov.



Publicado por Tovi às 07:13
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2025
A única solução é a PAZ

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  Adriano MarquesJuntar os Ucranianos todos em Gulags como já foi feito pelo regime comunista soviético e matar tudo á fome, seria mais um Holodomor. Este é o conceito de paz de Putin, querer reerguer a antiga união soviética e a sua CRUELDADE.


  E já agora...
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  Altino DuartePois, o alargamento da NATO. Porquê e para quê ?

 

  É mesmo isto, infelizmente 

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José Alcides CacheiraDá a entender que foi a Ucrânia a invadir e tentar conquistar território russo! Que tristeza de opinião.
Daniel MarcosJosé Alcides Cacheira dá a entender que após sucessivos golpes de estado na Ucrânia e após terem bombeado para lá centenas de biliões em recursos financeiros e armas ao longo de 11 anos, no mínimo, e terem dado início à guerra civil na Ucrânia, os abutres não largam o osso e continuam a sua cruzada para oriente.
José Alcides CacheiraDaniel Marcos tal e qual como na Bielorrússia ..
Daniel MarcosJosé Alcides Cacheira não misture assuntos, caro chico-espertalhão. Mas já que mencionou, na Bielorrússia também tentaram, tal como em todos os países da CEI, com menos sucesso.
José Alcides CacheiraDaniel Marcos Chico esperto é aquele que nos tenta convencer que o que vemos, não é fogo, é somente neve...
Daniel MarcosJosé Alcides Cacheira vocês não vêem porra nenhuma. Só o que a propaganda vos põe à frente. Mas se tem-se bem e felizes com isso. É o que interessa.
João FernandesOs putinistas tugas a mostrar serviço
Fernando TaveiraO "Sr." Miguel Castelo Branco, passando ao meu alcance, vai levar um par de bofetadas (com luvas, não pretendo sujar-me). E nem pense em defender-se ou ripostar, confirmaria ser um falhado, um anti-eu!
Andre Cruz Ferreira MouraEra preferível os Ucranianos terem-se deixado violar e subjugar. Coitados dos russos…
David RibeiroMeus caros Amigos... seguramente não sou dono de toda a Verdade, mas pelo andar da carruagem não se augura nada de bom para o Povo ucraniano. E o "andar da carrugem" é: A Ucrânia irá comprar 100 mil milhões de dólares de armamento aos EUA, que não os têm para fornecer em tempo útil, e que serão obrigatoriamnte pagos pela Europa; Dinheiro este que a Europa não tem e que a obrigará a ir aos mercados; Além de que a Ucrânia já não tem homens nem mulheres suficientes para operar estas ou outras armas.
Nuno Passos😂😂😂😂😂😂
João Geirinhas Rocha
Estou confuso. Afinal parece que foi a Ucrânia que invadiu a Rússia! Malandros, andaram este tempo todo a convencerem-nos do contrário.
Daniel Marcos
João Geirinhas Rocha os papagaios sempre a papaguear a mesma. Até parece é que os abutres andaram a levar a cabo operações de mudança de regime em todos os países da CEI e, tendo conseguido no segundo mais populoso, no mais pobre e corrupto, deram início ao bombeamento de centenas de milhares de milhões em armas e fundos, para assegurar o alargamento para leste, através da guerra por entreposto. No entanto, nós sabemos que vocês só repetem o absurdo por conveniência. Amanhã mudam os ventos da história e viram logo a casaca.
Carlos Miguel Sousa
O Miguel Castelo Branco é um Putinista confesso. Não significa que muito do que ele escreve não seja verdade, o problema de quando se toma um dos lados, é que invariavelmente deixa de se conseguir ser imparcial. Não quero com isto dizer que o MCB, tenha qualquer tipo de preocupação em sê-lo, nós, os que entendemos os dois lados da contenda é que não nos podemos deixar arrastar, pelos Putinistas, acreditando mesmo que o dever dos Ucranianos era o de não se defenderem e serem assim dizimados até ao último. Mas neste post nada do que o MCB, escreve me surpreende minimamente, pois já conheço suficientemente « a personagem » para ele ter tido a necessidade de me bloquear a possibilidade de comentar na página dele, o que realmente me surpreende é vê-lo a si, David Ribeiro, que considero um democrata, a fazer a apologia, de algo defendido por alguém como o MCB. Isso, confesso que me surpreendeu. Sem ofensa e/ou acrimóniaPessoalmente não acredito em vitórias / derrotas em nenhuma guerra, apenas em acordos, antes que elas acabem connosco. Nesse sentido até os esforços do « maluquinho » do Trump, me parecem uteis.
David RibeiroSim, Carlos Miguel Sousa... eu também "não acredito em vitórias / derrotas em nenhuma guerra". E é por isso que defendo que uma PAZ, seja ela em que condições se consiga, é sempre preferível a uma guerra.
Carlos Miguel SousaDavid Ribeiro Então estamos alinhados no que é essencial, pelo que nos podemos dar ao luxo de escolher debater o acessório. Ambos sabemos que os Ucranianos, terão de ceder a Crimeia e o Donbass a Putin, pois este não irá recuar para alem dessas pretensões. Até certo ponto eu consigo entender a sua necessidade, pois se recuasse para alem disso seria o seu próprio poder que iria ser posto em causa, e para o ocidente, é preferível ter lá Putin, que um Medvedev ou um qualquer outro maluquinho (e os russo têm lá muitos). Quem tem estado a convencer o Zelensky, a aceitar - por agora - essas pretensões de Putin, não é o Trump, como os media internacionais se têm esforçado por nos transmitir, mas Macron, e a restante troupe europeia. A Europa, não quer Putin, como inimigo, mas também sabe que a chave para estancar o seu poder militar, é reconstruir a Ucrânia, e ajudar esta a reerguer-se, após a guerra. A solução parece-me razoável e lógica, se Zelensky irá aceitar, não sei, mas facto é que também não lhes restam grandes alternativas.
David RibeiroCaríssimo Carlos Miguel Sousa... perfeitamente de acordo.

 

  Diz a agência Reuters
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Joaquim Figueiredo
Com excepção do Donbass são razoáveis. E deve pagar a reconstrução
Jorge Veigae os nazis podem continuar lá?
Pedro Aroso
A famigerada URSS acabou. Prepare-te para levares uma grande tareia da NATO. A paciência esgotou-se.
Antero Filgueiras
E desistir de comer, beber e respirar.....

 

  Presidente dos EUA diz em entrevista...
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2025
Cimeira em Anchorage no Alasca

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É hoje que na base norte-americana Elmendorf–Richardson, no norte de Anchorage, a maior cidade do Alasca, vai ter lugar a cimeira entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, para se tentar um princípio de acordo para a PAZ no Leste da Ucrânia. 

Segundo o conselheiro do Kremlin, Yuri Ushakovas, o encontro entre o Presidente russo e o homólogo americano começa esta sexta às 20h30 com uma reunião a dois, sendo os resultados das negociações mais tarde divulgados numa conferência de imprensa.

 

  O que ontem se lia por aí
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David Ribeiro - Também não tenho dúvidas que com Dmitri Medvedev a situação no leste da Ucrânia seria muito mais complicada.
Jorge VeigaEsse é um zero.
Rui LimaO problema dele é o Vodka ....

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  Os mapas não enganam - CNN Portugal 14ago2025
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  David RibeiroHá quem diga, e eu estou tentado em concordar, que esta Cimeira de Trump com Putin no Alasca não será ainda o início da PAZ, mas tudo parece vir a ser uma "declaração" do colapso da Ucrânia. E ao mesmo tempo será mais uma oportunidade para Trump tentar mais uma vez que se chegue a um cessar-fogo no leste da Ucrânia. Já o tentou em maio de 2025, quando exigiu um cessar-fogo em duas semanas, ameaçando sanções. E o prazo foi ultrapassado sem consequências. Após o fracasso inicial, Trump estabeleceu um novo prazo de duas semanas, mas o cessar-fogo voltou a não se materializar. Frustrado com Putin, o presidente americano impôs um novo limite de 50 dias, que acabariam por ser encurtados para dez dias. Esse último prazo acabaria também por ser ultrapassado sem qualquer consequência, após o presidente russo ter acordado encontrar-se no Alasca com Trump.

  Expresso de hoje - 6.ª feira 15ago2025
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  Cimeira "Pursuing Peace" [Em Busca da Paz]
Captura de ecrã 2025-08-15 202800.pngDonald Trump e Vladimir Putin já estão em Anchorage, no Alasca, onde têm encontro marcado a partir das 15h30 (horário da costa leste dos EUA - 20h30 em Portugal).
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, estará acompanhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergey Lavrov, e pelo seu assessor para a política externa, Yuri Ushakov, neste encontro "Pursuing Peace" [Em Busca da Paz]. Já o presidente norte-americano terá a seu lado o secretário de Estado, Marco Rubio, e o enviado especial, Steve Witkoff, segundo a Casa Branca.

  Conferência de imprensa após Cimeira do Alasca
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Em russo, Vladimir Putin começou a conferência conjunta por agradecer a Trump o convite para este encontro e descreveu a reunião como tendo sido "bastante útil". As negociações foram "realizadas numa atmosfera construtiva de respeito mútuo (...) Tivemos negociações muito aprofundadas que foram bastante úteis (...) Espero que a Europa entre no diálogo de forma positiva", referiu o presidente russo perante os jornalistas. Para terminar defendeu que a Rússia está "sinceramente interessada" no fim do conflito de forma "duradoura". Para isso, precisam de eliminar "as causas primárias do conflito" e abordar o "conflito legítimo" da Rússia.
No seu discurso aos jornalistas, Donald Trump, agradeceu ao presidente russo pela sua declaração "profunda" e descreveu a reunião como "muito produtiva (...) Houve muitos, muitos pontos em que concordámos", sublinhou. "Eu diria que alguns deles são importantes, mas ainda não chegámos lá, fizemos alguns progressos. Não há acordo até que haja um acordo", acrescentou.

  Cimeira do Alasca - "Pursuing Peace"
Captura de ecrã 2025-08-16 083222.pngForam três horas de reunião, mas nenhum acordo foi encontrado para o problema que levou Putin e Trump a reunirem-se no Alasca: a guerra da Ucrânia. Não há data para uma nova reunião, apenas um pedido do Presidente russo para que se realize em Moscovo. A relação entre os dois presidentes pode ter saído reforçada, mas para a Ucrânia nada mudou para melhor.

  Se não aconteceu podia ter acontecido
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Publicado por Tovi às 07:10
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2025
União Europeia de fora da Cimeira no Alasca

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A UE apoia a iniciativa do Presidente norte-americano para discutir com o homólogo russo uma solução para o conflito na Ucrânia, reiterando que uma “paz justa e duradoura” exclui “alterações de fronteiras pela força”. Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países da UE, incluindo o português Paulo Rangel, reuniram-se na segunda-feira [11ago2025] por videoconferência, numa iniciativa da alta representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, para discutir a iniciativa para a paz na Ucrânia lançada por Donald Trump. A discussão ministerial teve lugar quatro dias antes de um encontro agendado entre Trump e Vladimir Putin no Alasca, e depois de o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ter rejeitado a sugestão do Presidente norte-americano de que a solução para o conflito passaria por uma “troca de territórios”. (Lusa/CNN Portugal em 12ago2025)

  
Jorge De Freitas Monteiro
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David Ribeiro - Sem dúvida
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  Estamos a poucos dias da partida de Putin para o encontro com Trump para a Cimeira do Alasca530685764_10166777740826679_4890253372389458675_n.
Mas na guerra de desgaste que se vive no Leste da Europa há mudanças espectaculares na frente. O exército russo, depois de meses de paciente demolição das linhas inimigas, conseguiu uma penetração profunda e nada o parece deter no seu ímpeto ofensivo. Se ainda não se pode concluir que os quase 30 km tomados nas últimas horas prefiguram a passagem para uma nova fase de guerra de movimento desenvolvida por unidades mecanizadas, já falam os analistas numa catastrófica derrota de Kiev.

  
David Ribeiro - O presidente dos EUA, Donald Trump, participará hoje [quarta-feira 13ago2025] na reunião sobre a Ucrânia, informou um alto funcionário da Casa Branca à CNN. O alemão Friedrich Merz disse na passada segunda-feira que planeava organizar uma reunião virtual com Trump, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e líderes europeus para discutir a guerra na Ucrânia. A reunião ocorre antes da reunião de Trump com o presidente russo Vladimir Putin no Alasca na sexta-feira.
Luis BarataQue conjectura e certeza ...

 

  Atual situação na Ucrânia
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  Cimeira virtual terminou
Captura de ecrã 2025-08-13 160938.pngA cimeira virtual que envolveu o presidente dos EUA, Donald Trump, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e vários líderes europeus terminou. Em declarações à imprensa, o chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou que os líderes europeus estão determinados em contribuir para que a cimeira de sexta-feira entre Trump e Putin, no Alasca, seja um sucesso. “Por isso, nós, europeus, fazemos o que está ao nosso alcance para colocar esta reunião no rumo certo”, disse. Acrescentou ainda que Zelensky participou em todo o processo de preparação.




Domingo, 10 de Agosto de 2025
Donald Trump vai reunir-se com Vladimir Putin

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O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, anunciou na última 6.ª feira [8ago2025] que se reunirá em breve com o presidente russo, Vladimir Putin. “Vou reunir-me muito em breve com o presidente Putin. Teria sido antes, mas suponho que há questões de segurança que, infelizmente, têm de ser tratadas”, disse Trump em declarações aos jornalistas. O presidente norte-americano anunciou também que está a tentar chegar a uma troca de territórios entre Rússia e Ucrânia. "Estamos a procurar recuperar algum território, algumas trocas de territórios para benefício de ambos", declarou aos jornalistas. Donald Trump afirmou ainda que a situação na Ucrânia "pode ficar resolvida muito em breve".

Mais tarde, na 6.ª feira [8ago2025], o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que o seu "tão aguardado encontro" com o homólogo russo, Vladimir Putin, terá lugar a 15 de agosto no estado norte-americano do AlascaAo mesmo tempo altos funcionários ucranianos, americanos e europeus vão reunir-se no Reino Unido antes da cimeira planeada entre o Presidente americano, Donald Trump, e o Presidente russo, Vladimir Putin, na próxima semana. A notícia estava a ser avançada pelo site norte-americano Axios, citando três fontes com conhecimento dos planos.

 

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"O caminho para a paz na Ucrânia não pode ser decidido sem a Ucrânia", dizem os líderes europeus que divulgaram na noite passada uma declaração conjunta sobre a paz na Ucrânia que pretende marcar uma posição antes da reunião prevista entre o Trump e Putin, no próximo dia 15. "Partilhamos a convicção de que uma solução diplomática deve proteger os interesses vitais da Ucrânia e da Europa em matéria de segurança", afirmam. A declaração é assinada pelo presidente francês Emmanuel Macron, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, o chanceler alemão Friedrich Merz, o primeiro-ministro polaco Donald Tusk, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen e o presidente finlandês Alexander Stubb


Jose Antonio M Macedo
Concordo. A Ucrânia é o país invadido. Ceder território à Rússia irá abrir um precedente mito perigoso para que esta tente replicar o mesmo em outros países europeus, nomeadamente com os países balticos ou outros, daí a recente adesão à NATO da Finlândia e da Suécia, outrora neutrais. A paz terá de ser possivel com a saída da Rússia dos territórios ocupados.
Jose BandeiraTemos que habituar-nos à ideia de que os Cidadãos devem cuidar dos seus interesses e intervir sempre que os seus representantes evidenciam práticas que são favoráveis aos interesses de terceiros. Se o povo Ucraniano não tivesse deposto o governo fantoche que antecedeu o de Zelensky teriamos em 2022 uma repetição do que sucedeu em 2014 na Crimeia.
Mário Paiva
Jose Bandeira, o governo que antecedeu o de Zelensky foi o do oligarca Poroshenko (*), após o golpe de Maidan, que foi na verdade o que gerou a tomada de decisão dos russos para anexar a Crimeia... ...Zelensky foi eleito em 2019 por grande maioria, com o compromisso eleitoral de acabar com a guerra no Dombas, mas a conjunção dos poderes ocidentais que geraram, organizaram e financiar am o golpe de Maidan, e os grupos neo nazis não lho permitiram, tal como não permitiram acabar com a guerra em Abril de 2022... ...o calendário dos acontecimentos não deve ser ignorado se queremos de facto entender a situação actual...
(*) - entretanto, Poroshenko..."On 20 December 2021, Poroshenko was accused of state treason, aiding terrorist organizations and financing terrorism due to allegedly organizing the purchase of coal from separatist-controlled areas of Ukraine together with pro-Russian politician Viktor Medvedchuk. If convicted, he faces up to 15 years in prison. Poroshenko denied the allegations, calling them "fabricated, politically motivated, and black PR directed against [Zelenskyy's] political opponents". On 6 January 2022, a Ukrainian court seized Poroshenko's property. On 15 January 2022, Poroshenko announced via a video message on Facebook: "I am returning to Ukraine on a flight from Warsaw at 09:10 a.m. on January 17... to defend Ukraine from Russian aggression", despite the case against him. Following his return to Ukraine, the prosecutor's office asked a court to either remand Poroshenko in pre-trial detention for two months, or oblige him to pay bail of ₴1 billion (US$37 million), wear an electronic bracelet, remain in Kyiv, and hand over his passport. The court chose a third option ('personal commitment'), which is less strict than house arrest and doesn't involve paying bail. According to this commitment, Poroshenko has to submit his passport to the authorities, not leave Kyiv or the Kyiv Oblast without first receiving permission from the court or the prosecutors office, and inform the authorities if his place of employment or residence change."
Jose BandeiraMário Paiva, não pretendo "entender a situação ", apenas reafirmar que a Europa se deve preparar para estabelecer uma nova Cortina de Ferro na fronteira com a Rússia sob pena de se ver envolvida numa WW3 na defesa da democracia contra a plutocracia de que Putin é um mero instrumento.
Mário PaivaTem razão, Jose Bandeira, tem muita razão, tem, aliás, toda a razão... "É insultuoso assistir a esta guerra mediática onde existe uma só verdade, sem contraditório, sem verificação das notícias de pura propaganda com que nos flagelam a toda a hora."
David RibeiroPois é, meus Amigos... mas com Zelensky a recusar todos os planos norte-americanos e a exigir voltar ao "antes de", mais a União Europeia a querer fazer uma guerra por procuração à Rússia, quando não tem nem armas nem soldados para isso, não auguro nada de bom para os ucranianos.
Jose Bandeira
Os ucranianos têm aquilo que falta à generalidade dos povos: "tomates"!
David Ribeiro
O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, disse em entrevista à Fox News que o governo americano está a trabalhar na marcação de um encontro entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. Vance diz, contudo, que não considera que um encontro entre Putin e Zelensky antes do encontro entre os presidente russo e Trump seja "produtivo". Apesar de as conversações da próxima sexta-feira no Alasca não incluírem a Ucrânia, Vance afirma que os EUA vão continuar a dialogar com Kiev.
David AlmeidaE desde quando se fazem 'diálogos para a paz' sem o invadido?!... 🤔
David Ribeiro
David Almeida, segundo Trump, que se assume como o interlocutor desta cimeira, falará agora com Putin e depois com Zelensky. Ainda estamos longe de os líderes do conflito se sentarem à mesma mesa para "diálogos para a paz".
David AlmeidaDavid Ribeiro qualquer 'cimeira para a paz' terá primeiro de se retirar o invasor... então fará sentido discutir fronteiras!
David RibeiroO David Almeida conhece na história alguma PAZ que se tenha resolvido com o "invasor" a sair dos territórios conquistados?... Eu não me recordo.
Jose Bandeira
Os 80 anos de "Paz" pós WW2 foram suportados num conjunto de organizações e tratados assumidos pela generalidade das nações e por uma Cortina de Ferro que efectivamente manteve 2 mundos separados pelo medo suportado na detenção de armamento nuclear. Hoje, banalizadas as instituições, rasgados os Tratados e generalizado o acesso a armamento de considerável letalidade financiado ad-hoc por entidades com um nível de concentração de riqueza nunca experimentado, o medo democratizou-se, vive entre nós sem cortina que o contenha. Mas os valores morais persistem gravados na mente de todos os que sempre defenderam a Paz e o respeito pelo ser humano. Neste contexto, um INVASOR é e será sempre um INVASOR e não há cartilha ideológica que lhe retire esse ónus.
António ConceiçãoJose Bandeira, persistem gravados? Vá dizer isso extrema-direita racista e xenófoba que cresce e se torna dominante na Europa. Admito que persistam gravados na mente de alguns. São uma minoria insignificante. E basta ver as posições titubeantes da UE sobre o que se passa em Gaza, para perceber que essa minoria não tem qualquer representação em Bruxelas.
Jose Bandeira
António Conceição , não tome a nuvem por Juno! Nunca a comunicação social esteve tão distante da realidade. Desligue a televisão e vá trabalhar em qualquer actividade produtiva e verá que esse extremismo não passa de propaganda. Conheça Mundo e Gente e não apenas papagaios
António Conceição
O Teatro Dona Maria II também exigiu a Israel que cessasse imediatamente as suas acções em Gaza. Em matéria de exigências a Estados beligerantes, a União Europeia não está numa posição muito distinta da do Teatro Dona Maria II. Não risca absolutamente nada. Nem sequer a autoriade moral do Papa possui. Foi por isso que, ainda ontem, Netanyahu se riu - riu literalmente - quando comentou a ameaça de reconhecimento da Palestina pelos Estados europeus. Putin e Trump não se riem, porque nem sabem que a Europa quer coisas em relação à guerra russo-ucraniana.

 

     Correio da Manhã de domingo 10ago2025
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2025
Continua a guerra no Leste Europeu... até quando?

  A resposta é inevitável, diz Medvedev
503606471_10228907272174438_4533242447872597278_n.Dmitry Medvedev, principal responsável pela segurança russa, já nos habituou a declarações "bombásticas", e numa aparente resposta aos ataques da Ucrânia no fim de semana a bases de bombardeiros estratégicos russos, afirmou que o objetivo das conversações de paz com a Ucrânia é garantir uma vitória rápida e completa da Rússia. "As conversações de Istambul não têm como objetivo chegar a um compromisso de paz nos termos delirantes de outra pessoa, mas sim garantir a nossa vitória rápida e a destruição completa do regime neonazi", afirmou Medvedev. "A resposta é inevitável", disse.

  Carlos Miguel SousaO Medvedev, a única coisa que faz é ir denunciando as intenções de Putin.


  Ponte de  Kerch
500781581_10228908580687150_5717591759656634837_n.Os serviços secretos ucranianos afirmaram na manhã de terça-feira [3jun2025] ter atingido com explosivos a ponte rodoviária e ferroviária que liga a Rússia e a península da Crimeia. Segundo o SBU, foram usados 1100 kg de explosivos, que foram detonados ao início da manhã, danificando os pilares subaquáticos da ponte.

  
Rui LimaEu creio que a Rússia vai reagir em força o que até ao momento ainda não aconteceu. Penso que até agora a Rússia ou o séquito de Putin se limitou a atingir os seus objetivos com uma tática militarmente conhecida pelo abraço do urso. O objetivo seria conquistar os territórios conhecidos o que em parte já conseguiu. Esta resposta da Ucrânia e o ataque ao aeroporto podem levar a uma resposta de consequências imprevisíveis incluindo um duro ataque a Kiev. Se isso acontecer e a Ucrânia definitivamente for invadida na totalidade poderá acontecer uma passagem do exército e população ucraniana a uma fase de guerrilha o poderá levar a anos de conflito. Aguardemos na esperança de um acordo que não acredito. O grande derrotado é também o Mr. Trump cujos objectivos de paz foram também um flop. 
Raul Vaz OsorioA tal Ucrânia que está derrotada, inventa imensas coisas para fingir que não está, não é?
Rui Lima
Raul Vaz Osorio Está derrotada e só não está completamente derrotada porque essa não é a estratégia de Putin. Neste momento a estratégia também passa pelo desgaste financeiro da Europa. Os tempos estão difíceis.....
Raul Vaz Osorio
Rui Lima mais um sem noção
David RibeiroNos "entretantos" de todas as guerras não há vencedores nem vencidos. E no caso deste conflito no Leste da Europa, principalmente com toda a (des)informação que ambos os lados nos fazem chegar diariamente, há que ter todo o cuidado e principalmente analizar o evouluir da situação. Para já o que se vive no terreno não é favorável aos senhores de Kiev, mas o Kremlin comtinua "cuidadoso" e "lento" nas suas ações bélicas. Se não fosse a tragédia das mortes e estropiados no dia-a-dia dos combates, mais os custos económicos e sociais para toda a Europa, até seria interessante acompanhar-mos sentados no conforto do nosso sofá como tudo isto irá acabar.
Raul Vaz OsorioDavid Ribeiro nem quando tenta consegue ser isento 🤪

  Combates na região de Sumy
503737352_10228919915370510_857410739861030960_n.jContinuam os "tiros, bombas e murros nas trombas"... agora com grande intensidade na região de Sumy. Já não se fala de PAZ na Ucrânia e a guerra está para durar.
  Raul Vaz Osorio
Realmente, que têm estes ucranianos na cabeça? De cada vez que iniciam alguma abordagem a negociações de paz, Putin toca a cassete das suas exigências, que são sempre as mesmas: ficar com os oblast que decidiu querer, possivelmente por conterem cerca de 70% da riqueza mineral ucraniana, exigir que a Ucrânia retire dos cerca de 50% de território que detém nos mesmos, que a Ucrânia se desmilitarize e se torne num estado fantoche como a Bielorrússia. Realmente já deviam ter aprendido a deitar, rolar, abanar a cauda e fazer o que o dono manda, certo? Bela exposição canina 😏


  Não me digam?
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Jorge Veigametade ainda são muitos, atendendo ao valor de cada um e à falta de produção actualmente, destes aparelhos.
Hugo Da Nóbrega DiasA manipulação do costume, desde o início. As pessoas comem gelados com a testa.
Jorge Veiga
É o normal numa guerra. Os dados fornecidos, devem-se dividir ou multiplicar por 2...
Luis BarataO David ficou contente ou triste?
David RibeiroEu, Luis Barata, mais uma vez fiquei espantado com a "verdade" dos senhores de Kiev.
Luis BarataDavid Ribeiro eu fico é espantado com os créditos a moscovo...
David RibeiroPois eu, Luis Barata, fico é espantado que lá por Moscovo ser muitas vezes aldrabona, queiram por isso "desculpar" a malta que rodeia Zelensky.
Luis Barata
David Ribeiro em guerra ser aldrabão ou valentão ou cabrão pode ser considerado normal. Só isso. E quem sou eu, ou nós, para levianamente o comentar?
David Ribeiro
Nessa ótica, Luis Barata, só estamos a permitir que aldrabões nos façam passar por palermas.
Luis Barata
David Ribeiro nós quem, e o quê, que nada contamos, só rachamos lenha? Aquilo é a doer, sempre e muito.
Rui Lima41 bombardeiros mas havia outros aparelhos creio eu . De qualquer maneira foi uma operação absolutamente incrível bem dentro de solo russo. O pior vai ser a resposta.
Vasco JorgeNão me parece que , mesmo que não tenham sido 41 mas 20 , seja coisa pouca
Jose Luis Soares MoreiraSe pudessem ser todos e parar a guerra, teria mais sentido.
Zé RegaladoDavid Ribeiro, como sabes conhecemo-nos ao vivo em Dezembro de 2004. Lembro-me de nesse dia teres dito que tinhas andado em Angola a fazer contrainformação. Não é nada parecido com isto, pois não?
David RibeiroNão Zé Regalado... nessa época quer os russos quer os ucraniano erasm todos Soviéticos.
Zé RegaladoDavid Ribeiro, mas não respondeste à minha pergunta.
David RibeiroZé Regalado, essa "contrainformação" tinha outras formas e objetivos.

Ukrainska Pravda - Hoje, as Forças de Defesa Ucranianas lançaram um ataque com mísseis de precisão na área onde uma unidade de mísseis russos está concentrada perto da cidade de Klintsy, na região de Bryansk. Há relatos de que uma unidade inimiga da 26ª Brigada de Mísseis estava preparando um ataque, provavelmente contra Kiev. Graças ao reconhecimento operacional e à coordenação das ações das unidades ucranianas, foi possível antecipar o ataque. Como resultado do ataque, um lançador russo do complexo operacional-tático Iskander detonou, e outros dois, segundo estimativas preliminares, foram seriamente danificados.
CNN Portugal/ ReutersUma linha ferroviária na região de Voronezh, na Rússia, ficou danificada após uma explosão, informou o canal estatal Vesti Voronezh, citado pela Reuters. Para já, não há indicação de feridos, mas o governador regional, Alexander Gusev, afirmou através do seu canal no Telegram que a circulação de vários comboios foi interrompida devido aos danos na linha ferroviária. 
CNN Portugal/ Agência Lusa - O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, prometeu à Rússia "apoio incondicional" na guerra contra a Ucrânia, que dura há mais de três anos, avançou a imprensa estatal norte-coreana.
Observador - Os ministros da Defesa dos países da NATO reúnem-se hoje em Bruxelas numa cimeira que deverá ficar marcada pela aprovação de novas metas para a aquisição e produção de armas e equipamento militar, as chamadas “metas de capacidade” da aliança atlântica.

  Tudo me leva a acreditar que vai ser mesmo assim... e vai ser duro
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Carlos Miguel SousaO Trump é um cobarde.
Luis BarataCarlos Miguel Sousa Trump tem bons conselheiros. Not the time...
Carlos Miguel SousaLuis Barata Não são os americanos que estão a morrer.
Luis BarataCarlos Miguel Sousa mas acha que deveriam ser?... Diplomacia também é isto.

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Antonio Bernardo
Duas boas peças...
Albertino AmaralFetiches de meninos ricos.........
Jorge SaraivaIsto é só para expor, como quem não quer a coisa, há quem lhe chame mensagem subliminar, a expressão "ataques terroristas ucranianos". Há quem diga que o que aconteceu foi um desastre e uma vergonha para toda a Rússia.

   É o Fundo Monetário Internacional que o diz... mas deve ter feito mal as contas, pois segundo diz a comunicação social do "Ocidente alargado" a Rússia está falida
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Jorge SaraivaO que é que o crescimento do PIB num ano tem a ver com um Estado estar ou não "falido"?!
David RibeiroClaro que não é só isto, Jorge Saraiva, mas também o PIB-PPP nos diz que a Rússia tem cerca de 1/6 do PIB da China, pouco menos de 1/4 do PIB dos EUA, e menos de 1/2 do PIB da Índia. Ou seja, está em 4º lugar no ranking. E sob a maior vaga de sanções que se conhece.
Jorge SaraivaDavid Ribeiro , fala de quê? Que ranking?
David RibeiroFundo Monetário Internacional de 2025 + Banco Mundial e The World FactBook de 2023.
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Luis BarataDavid Ribeiro está ufano com a performance da rússia ou cheio de pena deles?!
David RibeiroLuis Barata, como já lhe disse estou espantado com a propaganda do chamado "Ocidente alargado".
Luis Barata
David Ribeiro não está, mas já se nota diferença... Talvez pelo bloqueio. Ou não!? E que os efeitos nunca são imediatos a nao ser que fossem totais, radicais. Como deveriam ser. Assim dá-se tempo a fornecedores e clientes de se prepararem para os impactos.
Jorge SaraivaDavid Ribeiro continua a não ter nada a ver com falências, juntando-lhe PPP's ou não. Já agora, a UE está agregada, mas sabe que há vários países da UE, individualmente, com PIB superior à Rússia? O mesmo para 3 ou 4 estados dos EUA...
Rafael Campos PereiraQue grande confusão que aí vai! O que tem a ver o crescimento do PIB com o endividamento? E a propósito: com mais do dobro da população, o PIB da Rússia é inferior ao da Península Ibérica.
David Ribeiro
E o Rafael Campos Pereira também considera que a Rússia está falida?
Rafael Campos Pereira
David Ribeiro considero que tem uma economia débil e muito pouco sofisticada (com um PIB per capita significativamente inferior ao português ou ao da Estónia), que assenta apenas em recursos naturais. É um gigante militar (que ainda assim se vê à nora com os ucranianos) e um anão económico.
Joao Luis Gama
David Ribeiro, um país, quando está "falido" (não estou a dizer que seja o caso), normalmente, faz guerra aos outros...
Luis BarataFalidos estamos nós, que nem aparecemos! Essa é que é essa!
Joao Luis GamaLuis Barata, depende dos "critérios" (de desenvolvimento e bem estar social que, aliás, são mais relevantes do que os de riqueza "estática")! Em boa parte deles estamos à frente ou, mesmo, muito à frente da Rússia... Portugal é (ainda...), efetivamente, um dos melhores países do mundo para se viver, com recursos descomunais em termos relativos, em quantidade e principalmente em qualidade, grande variedade e valor, e ainda tem relativamente mais dos recursos que mais necessários irão ser no futuro e... Mesmo não sendo já uma potência colonial, tem hoje em dia um território soberado associado a uma gigantesca ZEE que o coloca em segundo lugar entre todos os países da UE (só atrás da França, esta à custa dos territórios de 'autre mer'.) Nao é coisa insignificante, não; se não queremos usar o potencial que temos ou gerimos mal essa panóplia de recursos, isso já é outro problema...
Luis BarataJoao Luis Gama falta tudo o que em 50 anos desfizeram e querem desfazer com a meta de 2030! Produção! Industria! Agricultura, pecuária, metalúrgia e metalomecânica, pescas, turismo, tudo catanado. Sobreviveremos, mal, somos pobres, mas sempre trabalhamos muito.
Joaquim FigueiredoE Portugal? A Rússia tem um crescimento interno por efeito da indústria de guerra... apesar dos bloqueios continua a vender, provavelmente a valores mais baixos e ter uma dívida pública monumental
Jorge VeigaJoaquim Figueiredo ia a erguntar o mesmo. Portugal nem consta. Rússia em 1º lugar? Com economia de guerra? Só a brincar aos números...
Zé Carlos
A economia de guerra ajudou ao crescimento da Rússia tal como ajudou os EUA na XX Guerra Mundial. Dito isto vive-se hoje melhor nas grandes cidades russas que na maioria das cidades ocidentais. Basta entrar na secção de bebidas dos supermercados Auchan locais e constatar
Raul Vaz Osorio
David, que tal ler um livrito que tenha como tema "Economia e Finanças 101"? Ou... espere, você até sabe que o post acima não faz qualquer sentido... finge é que não sabe




Segunda-feira, 2 de Junho de 2025
Nova ronda de conversações em Istambul

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Vladimir Medinsky, que lidera a delegação russa para as negociações de paz na Ucrânia, informou que a Rússia enviou uma proposta para Kiev com uma data e local para que os dois países possam trocar memorandos ou condições que permitam pôr um fim ao conflito. Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, esse encontro terá lugar hoje [2jun2025] em Istambul.

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A Ucrânia declarou-se na quarta-feira [28mai2025] disposta a participar em discussões mais diretas com a Rússia no dia de hoje, em Istambul, mas tinha defendido que Moscovo devia apresentar antecipadamente as suas condições para a paz, para que a reunião produza resultados.

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A Rússia afirmou no sábado [31mai2025] ter capturado mais uma aldeia na região de Sumy, no nordeste da Ucrânia, onde Kiev ordenara anteriormente a evacuação de 11 localidades, perante receios de um avanço russo.

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Várias explosões no sábado à noite [31mai2025] estiveram na origem da queda de duas pontes que colapsaram em Bryansk e Kursk, resultando em vários mortos e feridos. O "acidente" na linha que liga Klimov, na região de Belgorod (sudoeste), a Moscovo, ocorreu às 22h44 locais (20h44 em Lisboa) em Pilchino-Vygonitchi. A queda da ponte deveu-se a uma "interferência ilegal na operação de transporte", afirmou a empresa ferroviária de Moscovo.

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As forças especiais ucranianas conduziram um ataque [tudo leva a acreditar ter sido na tarde de domingo 1jun2025] contra a base aérea de Olenya, em Murmansk, a 2.645 quilómetros de distância da fronteira da Ucrânia, com imagens partilhadas nas redes sociais a mostrar vários bombardeiros estratégicos russos Tu-95 em chamas, depois de um ataque de drones FPV. Há relatos de um segundo ataque à base aérea de Irkutsk, a seis mil quilómetros da Ucrânia, com imagens a mostrar vários drones FPV no ar, sendo possível ouvir o som dos disparos dos soldados russos a tentar abatê-los. Na base é possível ver que algo foi atingido, com uma longa coluna de fumo a formar-se no céu. O Ministério da Defesa da Rússia reconheceu este domingo os ataques a aeródromos, em cinco regiões russas, conduzidos pelas forças secretas da Ucrânia a partir de território russo. Uma fonte ucraniana já confirmou este ataque em grande escala.
  
Castro Ferreira Padrão
De um lado e do outro é sempre de lamentar, mas com certeza a resposta vem aí... O que seguirá e, com vontade de negociação para amanhã? Não gosto, não gosto, não gosto
Jose Luis Soares Moreira
Não abatendo civis, estão atacar unicamente a grande potência que vem destruindo a Ucrânia, que a Rússia reconheça que parando a guerra encontra a paz.
Raul Vaz Osorio
A tal Russia poderosa, afinal totalmente impreparada para se defender de um adversario engenhoso e determinado. E continua a Ucrânia a brilhar pela diferença: apesar de ter capacidade para bombardear Moscovo com misseis, mantém o foco nos objectivos militares, enquanto Putin ataca deliberadamente civis todas as noites. Mas continua a haver iludidos pela propaganda do Kremlin

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O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou no domingo [1jun2025] que uma delegação liderada pelo ministro da Defesa Rustem Umierov participará de negociações com a Rússia em Istambul.

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Segundo a agência de notícias turca Anadolu o encontro entre as delegações ucraniana e russa está marcado para ocorrer às 13h de hoje [2.ªfeira 2jun2025] no Palácio Çırağan, um hotel cinco estrelas em Istambul.

 

 

   Um dia depois de terem reclamado novos êxitos na guerra, Rússia e Ucrânia reúnem-se hoje de novo na cidade turca de Istambul para uma segunda ronda de negociações diretas sem grandes expectativas de paz.
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As negociações entre as delegações ucraniana e russa foram concluídas em Istambul, Turquia. As negociações duraram pouco mais de uma hora. A delegação ucraniana entregou aos russos uma lista de crianças que Kiev quer que Moscovo devolva à Ucrânia, adiantou chefe de gabinete do presidente ucraniano, Andriy Yermak. As autoridades ucranianas indicam que há centenas de crianças que foram retiradas à força do território ucraniano pelas forças russas e querem que sejam devolvidas como parte de um acordo de paz. Moscovo afirma que as crianças foram retiradas para as proteger dos combates.
  Rustem Umerov, ministro da Defesa ucraniano que liderou a delegação da Ucrânia, revelou depois da reunião com a Rússia em Istambul que as duas partes “concordaram em trocar reféns seriamente feridos, doentes ou com idades entre 18 e 25 anos”. O acordo também prevê a troca de 6 mil corpos de soldados mortos de cada lado.
  Vladimir Medinsky, representante de Vladmir Putin nas negociações de Istambul, disse que a Rússia apresentou um memorando detalhado em que sugere um cessar-fogo de dois a três dias em certas áreas.
  O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que espera que Donald Trump, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky se encontrem pessoalmente na Turquia, noticia a agência russa RIA Novosti. O líder turco afirmou ainda que a reunião realizada esta segunda feira correu de forma “esplêndida”, elogiando os avanços atingidos na troca de corpos e prisioneiros entre ambos os países.
  O memorando entregue pela Rússia aos mediadores turcos estabelece uma Ucrânia “neutra” e que não tenha quaisquer “presença militar de países terceiros” depois do fim do conflito, informa a RIA Novosti, que afirma ter tido acesso ao documento. A Ucrânia, lê-se, teria também de abdicar da “participação de especialistas estrangeiros em ações militares do lado da Ucrânia”, assim como cessar a “participação em atividades subversivas” contra a Rússia. Kiev ficaria, assim, impedida de “se juntar a alianças e coligações militares”, tais como a NATO. Para além de uma restrição dos membros das forças armadas, a RIA Novosti noticia que o memorando russo pretende que a Ucrânia recue militarmente das zonas ocupadas pela Rússia, nomeadamente Donetsk, Luhansk, Crimeia, Zaporíjia e Kherson. A soberania russa sobre essas regiões seria também reconhecida pela Ucrânia e pela comunidade internacional, lê-se ainda.
  Dmitry Medvedev, principal responsável pela segurança russa, já nos habituou a declarações "bombásticas", e numa aparente resposta aos ataques da Ucrânia no fim de semana a bases de bombardeiros estratégicos russos, afirmou que o objetivo das conversações de paz com a Ucrânia é garantir uma vitória rápida e completa da Rússia. "As conversações de Istambul não têm como objetivo chegar a um compromisso de paz nos termos delirantes de outra pessoa, mas sim garantir a nossa vitória rápida e a destruição completa do regime neonazi", afirmou Medvedev. "A resposta é inevitável", disse.

  Carlos Miguel SousaO Medvedev, a única coisa que faz é ir denunciando as intenções de Putin.




Segunda-feira, 19 de Maio de 2025
E de PAZ é assim que estamos

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A delegação que representou o Kremlin nas conversações de Istambul confirmou que Kiev e Moscovo acordaram uma nova troca de prisioneiros de 2 mil detidos. Os representantes de Moscovo dizem que Kiev pediu um encontro entre os líderes dos dois países. A delegação russa diz-se satisfeita com o resultado das conversações de Istambul e que Moscovo vai continuar aberto para o diálogo.

  
Adao Fernando Batista BastosPaleio da treta...
David RibeiroTudo me leva a acreditar que as conversações para um processo de paz estão a decorrer como o Kremlin quer, ou seja, lentamente e a definir os timings. Já Kiev tem de mostrar que está disposta a dar um qualquer passo para promover qualquer tipo de paz, caso contrário, arrisca-se a que seja Trump a aborrecer-se completamente com os processos e/ou a limitar a ajuda à Ucrânia. Não podemos esquecer que no terreno a situação militar não é favorável a Zelensky.

  O que se ouve por aí
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  Trump diz que falará com Putin e Zelensky
2001173.jpegTrump diz que falará ao telefone com Putin e Zelensky no dia de hoje [2.ª feira 19mai]. “Parar o banho de sangue, que está a matar, em média, mais de cinco mil soldados russos e ucranianos por semana, e o comércio” serão os temas da conversa com Putin, diz Trump.
 
Joaquim Figueiredo
Um anormal...mas é deste tipo de gente que o povo gosta
David Ribeiro
Será "um anormal", Joaquim Figueiredo, mas no que diz respeito a diplomacia para tentar minimizar os efeitos nefastos deste conflito, tem feito muito mais do que os "senhores" de Bruxelas e proeminentes políticos europeus.
Joaquim FigueiredoDavid Ribeiro não sei...basófia tem tido muita...
Jorge VeigaDavid Ribeiro tem feito mais? Que eu saiba, a guerra continua!
David RibeiroJorge Veiga, e fazer sentar à mesa de negociações mandatários do Kremlin e Kiev, mais uma troca de mil prisioneios, não é nada de importante para uma primeira reunião?
Jorge Veiga
David Ribeiro Sendo importante acabar com a guerra, não é não. Não é nada.

   2.ª feira 19mai2025
Captura de ecrã 2025-05-19 162201.pngA Casa Branca confirmou que Donald Trump está, neste momento, a falar ao telefone com Vladimir Putin. O presidente dos Estados Unidos tem vindo a ficar "frustrado" com Putin e Volodymyr Zelensky, informou a Casa Branca, antes da reunião. Donald Trump diz ter esperança de que o dia de hoje será "produtivo", e deverá falar também com o líder ucraniano ainda esta tarde.
"Concordámos com o presidente dos Estados Unidos que a Rússia irá propor e está pronta para trabalhar com o lado ucraniano num memorando sobre um possível futuro acordo de paz, definindo uma série de posições, como, por exemplo, os princípios de solução e o momento de um possível acordo de paz", disse Putin aos jornalistas logo após a chamada com o seu homólogo norte-americano. Putin defende que a Rússia e a Ucrânia “devem encontrar compromissos que agradem ambos os lados”, considerando que se forem alcançados acordos apropriados, então poderá haver um cessar-fogo.
Donald Trump anunciou que Rússia e Ucrânia vão “começar imediatamente as negociações para um cessar-fogo”, após uma chamada de duas horas com Vladimir Putin. O presidente russo terá reiterado os seus objetivos, incluindo o controlo total das quatro regiões ucranianas anexadas – Lugansk, Donetsk, Zaporizhzhia e Kherson –, bem como a exigência de uma Ucrânia neutra e fora da NATO. Trump sugeriu o Vaticano como palco para as futuras negociações e antecipou oportunidades de comércio “em grande escala” com ambos os países. Já o Kremlin mostrou-se disponível para discutir um tratado de paz, desde que os “termos apropriados” sejam respeitados.



Publicado por Tovi às 07:26
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2025
Negociações Rússia-Ucrânia... Quando e com quem?

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Putin disse que queria "negociações de paz diretas com a Ucrânia a 15 de maio em Istambul". Zelensky queixou-se que a Rússia não respondeu ao pedido para um encontro direto, mas diz que falou com Erdogan sobre os detalhes para estas negociações com a Rússia na Turquia e quer que Trump esteja presente nas conversações de paz. 

  Correio da Manhã de terça-feira 13mai2025
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  Foi notícia na CNN Portugal de 3.ª feira 13mai2025, que de acordo com o enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, os principais tópicos das possíveis negociações entre Moscovo e Kiev serão a questão dos territórios, o estado da Central Nuclear de Zaporizhzhya, o uso do Dnieper pela Ucrânia e o seu acesso ao Mar Negro. Witkoff afirmou ainda que a questão da central nuclear "é crucial" para as discussões devido à quantidade de eletricidade que pode produzir. O acordo terá sido discutido "não apenas com Moscovo e Kiev", mas também com conselheiros de segurança nacional do Reino Unido, França, Alemanha e Itália. "Não haverá acordo sem a aprovação do presidente Putin", concluiu.

  
Rui Lima
Óbviamente que não vai .....
Jose Antonio M MacedoPenso que o mais certo será não ir.

  Está cá a parecer-me que Zelensky náo vai a Istambul para as negociações entre Moscovo e Kiev. Acabei de ler no 'Ukrainska Pravda' de 3.ª feira 13mai2025, que o Presidente da Ucrânia "disse que tem uma reunião agendada com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan em Ancara na quinta-feira, mas se o chefe do Kremlin concordar em voar para Istambul, então ele e Erdogan voarão até ele". Ao mesmo tempo, o Kremlin declarou que o lado russo continua os preparativos para as negociações em Istambul em 15 de maio e não fornecerá outros comentários.

  
Jose Luis Soares Moreira
Segurança acima de tudo.
Mário Paiva
Já dei a volta por tudo quanto é página sobre este assunto e não percebi onde terá Zelensky lido ou ouvido que Putin iria a Istambul...

  O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, reuniu-se ontem [4.ª feira 14mai] com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, na cidade costeira de Antália, no sul da Turquia. O momento foi assinalado por Sybiha no X: "Reuni-me com o secretário Rubio e com Lindsey Graham em Antália para partilhar a visão do Presidente Zelensky sobre os novos esforços de paz e coordenar posições durante esta semana crítica. Debatemos em pormenor a lógica das novas medidas e partilhámos as nossas abordagens", escreveu o ministro ucraniano.

  Vamos ver o que acontece hoje.

  Era expectável
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Segundo informação divulgada pela presidência russa, a delegação à reunião, prevista para esta quinta-feira em Istambul, será liderada pelo conselheiro presidencial Vladimir Medinsky, pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Mikhail Galuzin e pelo vice-ministro da Defesa Alexander Fomin, que participaram nas últimas conversações realizadas entre as duas partes em 2022, nas semanas que se seguiram à invasão total do país vizinho por Moscovo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse, esta quinta-feira, que "espera que a Rússia e a Ucrânia façam alguma coisa". Trump admitiu que a guerra a Leste "tem de acabar" e que, se "fosse apropriado" iria às conversações entre a Rússia e a Ucrânia na Turquia esta sexta-feira.

  
Mario Pinheiro - Bem me pareceu que o anúncio de Putin não era para levar a sério.
David Ribeiro - Mario Pinheiro, nunca alguém do Kremlin ou mesmo Putin na sua famosa declaração sobre uma reunião parra tentiva de paz, afirmaram que o presidente da Rússia iria às conversações de Istambul.
Mario Pinheiro - David Ribeiro, sugeriu-se
David Ribeiro - Mario Pinheiro, quem "sugeriu" foram os de Kiev mais os seus aliados. 
Rui Lima - Esta reunião sem a presença dos EUA, da União Europeia e Reino Unido não vai servir rigorosamente para nada.

  A Ucrânia vai enviar uma delegação a Istambul, liderada pelo ministro da Defesa Rustem Umerov, para participar nas conversações com a Rússia. A notícia foi dada pelo presidente ucraniano em conferência de imprensa depois da reunião com o seu homólogo turco.

  Raul Vaz OsorioComo se pode ver, o David estava coberto de razão, o Putin mostra um verdadeiro desejo de paz 😏

  Quem é que está a dar ordens para a Paz ⁉️
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Chegou o dia 15 de maio. Vladimir Putin não foi a Istambul. Os russos enviaram uma delegação liderada por um alto responsável do Kremlin e a conversa sobre um cessar-fogo direto praticamente evaporou-se. O presidente Trump disse que nunca acreditou que Putin viesse. “Porque é que ele iria se eu não vou?” perguntou Trump.

  Sexta-feira 16mai2025 - Palácio Dolmabahce em Istambul
oinxjcgkal1bzrfkdhr6.jpgA primeira reunião do dia será entre a Turquia, os EUA e a Ucrânia, de acordo com o ministério das Relações Exteriores da Turquia. A Rússia e a Ucrânia vão realizar conversações diretas mais tarde, com a presença de representantes turcos. A primeira reunião está marcada para as 8h45h (no horário de Lisboa) e a segunda para as 10h30.

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A delegação que representou o Kremlin nas conversações de Istambul confirmou que Kiev e Moscovo acordaram uma nova troca de prisioneiros de 2 mil detidos. Os representantes de Moscovo dizem que Kiev pediu um encontro entre os líderes dos dois países. A delegação russa diz-se satisfeita com o resultado das conversações de Istambul e que Moscovo vai continuar aberto para o diálogo.



Publicado por Tovi às 07:33
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Quinta-feira, 27 de Março de 2025
Já estamos em pleno cessar-fogo?...

...e quanto a sanções como é que estamos?

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 O que se ouviu na CNN Portugal na noite de 3.ª feira 25mar2025
I - "Trump está a estender a mão a Vladimir Putin num momento em que a Rússia está com a sua economia civil praticamente em colapso" - Diana Soller.
II - "Significa isto que estamos mais perto de um cessar-fogo total Ucrânia/Rússia? Não propriamente" - Francisco Pereira Coutinho.
III - Paz na Ucrânia? "Ainda não houve um avanço decisivo, houve um pequeno comprometimento" - major-general Isidro de Morais Pereira.
IV - "Existe ainda muita desconfiança, quer do Kremlin quer de Kiev, mas o caminho para o cessar-fogo está a começar a ser feito" - Tiago André Lopes.

  O que se continuou a ouvir na 4.ª feira 26mar2025 na CNN Portugal
I - EUA "estão preocupados em ver se a Europa não vai fazer um freeloading" das guerras - Manuel Serrano.
II - "A Federação Russa é uma temível negociadora" e está a tirar "vantagens" das negociações do cessar-fogo na Ucrânia - José Azeredo Lopes.
III - "É natural que seja a Rússia que esteja a negociar na mó de cima" - Manuel Loff.
IV - "Em termos económicos, o cessar-fogo no Mar Negro talvez seja mais benéfico para a Rússia do que para a Ucrânia" - Abel Mateus.
V - Cessar-fogo no Mar Negro: "Cada vez que se dá um pequeno passo em frente é com concessões de leão à Rússia" - Diana Spoller.

  Raul Vaz OsorioMas claro, o David discorda 😇

  Azeredo Lopes tem toda a razão neste seu comentário
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Adriano MarquesEste senhor Azeredo Lopes é aquele que foi Ministro da Defesa e não fazia p... ideia do que era um Paiol??!!??!!??!!?? 🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔
Maria Vilar de Almeida
Disse isso mesmo em Fevereiro de 2022, chamaram-me russófona, o resultado está mais do que à vista MAS... há ainda quem ache que não!

  Será?...
mw-1280.webp“Yalta 2.0” é o título de uma nova peça de arte instalada no palácio Livadia, na Crimeia, onde há 80 anos se realizou a Conferência de Ialta. No tríptico, o artista pintou Donald Trump, Xi Jinping e Vladimir Putin. Em 1945, outros três homens — Churchill, Roosevelt e Estaline — estiveram no mesmo espaço a traçar linhas sobre os países da Europa, sem consultar os europeus. Qualquer semelhança com 2025 é real e premeditada. (Ana França, Jornalista da secção Internacional do Expresso em 25mar2025)

  Maria Vilar de AlmeidaDavidzinho... nem mais!

  Neste kit devo incluir Champagne, Vodka ou Jack Daniel's?
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Jose Luis Soares MoreiraUm bom Porto que combina com Portugal
Isabel Sousa Braga"Cultura do medo (ou clima de medo) é o conceito de que as pessoas podem incitar o medo no público em geral para alcançar objetivos políticos ou no local de trabalho por meio de viéses emocionais; foi desenvolvido como um quadro sociológico por Frank Furedi e foi mais recentemente popularizado pelo sociólogo americano Barry Glassner."

  As senhoras e senhores de Bruxelas põem-se a jeito... e depois ouvem o que não querem
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Fernando PeresUma vergonha estes senhores. Portugal devia repensar o acordo das bases das Lajes
David RibeiroMeu caro Fernando Peres, a importância da Base das Lages já não é o que era. No início da década de 1990, com a queda da antiga União Soviética (1991), os Estados Unidos passaram a questionar a lógica das contrapartidas, considerando-a contrária ao espírito de cooperação entre parceiros da NATO. Ao mesmo tempo, o ingresso de Portugal na União Europeia e o concomitante acesso aos fundos comunitários, diminuiu a necessidade portuguesa de comparticipação dos Estados Unidos, desvalorizando cada vez mais a Base das Lajes quer em termos financeiros para Portugal quer em importância estratégica para os EUA.
Jose Pinto PaisDavid Ribeiro Relacionar a base das Lages com o acesso a fundo comunitários não lembra ao diabo
David RibeiroJose Pinto Pais, por mais estapafúrdio que pareça este "relacionamento da Base das Lajes com o acesso a fundos europeus", foi um dos motivos invocados aquando do acordo renegociado em 1985 para contemplar nova ajuda substancial no desenvolvimento insular.
Fernando Peres
David Ribeiro se não tem interesses para os EUA mais uma razão para não lhes ser atribuída!!! Eles que tenham uma guerra no Iémen e o David vera se a base tem importância ou não !!!
Jose Pinto PaisFernando Peres Muito bem. Nem sei o que eles ainda la estao a fazer. A base das lajes esta completamente ao abandono. Só quem por lá passa vê o estado em aquilo está. Bairros e bairros abandonados vidros partidos vegetacao por cortar. Para quem anda a falar em falta de habitacão a Terceira podia resolver o problema local
Fernando Peres
Jose Pinto Pais a base não foi abandonada!!! Diminuíram o número de tropas na base , mas continua a ser americana
Jose Pinto PaisFernando Peres eu sei mas a maior parte do complexo esta completamente ao abandono.
Fernando PeresJose Pinto Pais o que esta ao abandono são as instalações onde dormiam os funcionários!
Jose Pinto PaisDizer que são os Senhores e as Senhoras de Bruxelas que se põem a jeito quando esses artistas Americanos divulvam ataques e estratégias nas redes sociais, associando ao grupo pessoas que afirmam a pes juntos nao conhecer .... está certo. Ainda bem que temos Senhores e Senhoras em Bruxelas que contrariamente a alguns Putinistas convictos nos tentam proteger do CARNICEIRO de Moscovo
Rodrigo Falcão Moreira
É melhor alguém recordar-lhe o 11 de setembro. Nessa altura, meu querido art.° 5° da NATO.
Paulo Cruz
Um imbecil ignorante será sempre um monte lixo .....




Segunda-feira, 24 de Março de 2025
Negociações para um cessar-fogo na Ucrânia....

...vão (re)começar hoje na Arábia Saudita
Os Estados Unidos vão reunir separadamente com Rússia e Ucrânia

  Ukrainska Pravda de 6.ª feira 21mar2025
Captura de ecrã 2025-03-21 153525.pngO Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia informou que durante a próxima reunião das delegações ucraniana e americana na Arábia Saudita, discutirão os parâmetros das propostas para vários regimes de cessar-fogo. "Os detalhes e a implementação de decisões que já foram tomadas no nível político serão discutidos lá... Ou seja, profissionais dos lados ucraniano e americano devem se reunir, que poderão esclarecer todos os detalhes de como isso deve ser. É necessário entender como isso vai funcionar, quem vai controlar, como o monitoramento vai ocorrer", disse o representante do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia.

  Lusa/Expresso - 6.ª feira 21mar2025
Captura de ecrã 2025-03-21 173852.pngUm responsável ucraniano afirmou esta sexta-feira que Kiev espera, pelo menos, um acordo de trégua parcial com Moscovo no setor energético, nas infraestruturas e no mar Negro, nas negociações de segunda-feira na Arábia Saudita, mediadas pelos Estados Unidos. A delegação ucraniana será chefiada pelo ministro da Defesa, Rustam Umerov, acrescentou.

  A c r e d i t a m ? . . .
485881619_10228065494370519_5773180068605344427_n. 
  Hummm!...
bandeiras-da-ucrania-e-da-russia-proximas-a-um-carEstá cá a parecer-me que as negociações (ou conversações) que terão início hoje na Arábia Saudita, se irão resumir a "divisões de território" entre a Ucrânia e a Rússia, mais uns negociozitos para Donald Trump.

  Coisas que se leem por aí...
Captura de ecrã 2025-03-23 090042.pngO enviado norte-americano reuniu-se com o chefe de Estado russo há dez dias em Moscovo. “Acho que ele foi franco comigo”, declarou Witkoff (...) “E [ele] contou-me uma história (…) sobre como, quando o presidente foi baleado (durante a campanha presidencial), foi à sua igreja local, ao encontro do seu padre, e rezou pelo Presidente - não porque ele poderia tornar-se presidente dos Estados Unidos, mas porque tinha uma amizade com ele e estava a rezar pelo seu amigo”, relatou.
  
João Fernandes
O pacifista putin contou a este cromo americano a história da carochinha
Albertino Amaral
Òbviamente que é a sua opinião. Ninguém tem o direito de o criticar por isso.
Jorge Veiga
...um anjo!

  Esta malta diz isto a brincar ou a sério?... é que eu já tenho dúvidas se não serei eu que esteja a tresler.
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Hugo Da Nóbrega DiasEu hoje não bebi vinho ao almoço e estou a tresler, também ao que parece.
Mario PinheiroJá tive mais dúvidas. A Nato é um fardo que Trump gostaria de alijar. As alianças que prefere são mais a leste, aparentemente.
Joaquim FigueiredoOlhe que não sei se não é verdade...
Carla Afonso LeitãoJá devíamos ter estado.

 

  
الصراع الأمريكي الروسي copy.jpA Rússia e os Estados Unidos iniciaram hoje [2.ª feira 24mar2025] conversações na Arábia Saudita para discutir uma possível trégua na Ucrânia. A  delegação russa é composta pelo senador e antigo diplomata Grigori Karassin e Sergei Besseda, um alto funcionário do FSB (serviços de informações russos). Esta reunião segue-se a um encontro realizado no domingo à noite na capital saudita entre representantes ucranianos e norte-americanos para discutir os pormenores de um possível cessar-fogo de 30 dias. O chefe da delegação ucraniana, numa mensagem difundida pelas redes sociais, disse ainda que o objetivo do Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky é garantir uma paz justa e duradoura para a Ucrânia.
As negociações entre as delegações russa e americana em Riade, na Arábia Saudita, ocorrem num formato fechado, disse a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia. “Não houve nem mesmo uma sessão de fotografias protocolar do início das negociações”, revelou Maria Zakharova aos alunos da Universidade Russa de Economia Plekhanov, citada pela TASS.

 
Raul Vaz OsorioPor outras palavras, os oligarcas sentam-se a uma mesa e discutem calmamente como retalhar e dividir entre si as riquezas de terceiros. Enquanto isso, o David senta-se e aplaude. Parece uma foca 😂
David Ribeiro
"...o David senta-se e aplaude. Parece uma foca😂"... bonito comentário, Raul Vaz Osorio
Raul Vaz Osorio
David Ribeiro não foi para ser bonito, foi mesmo para chocar. Feito com amizade, como um grito de alerta. Está a aplaudir o banquete dos autocratas, não está?

  Segundo a agência noticiosa AFP que cita uma fonte ucraniana, a reunião na Arábia Saudita entre responsáveis norte-americanos e ucranianos na terça-feira [25mar2025] já terminou. “As conversações terminaram. Todos os pormenores serão anunciados mais tarde”, afirmou. O encontro durou apenas algumas horas, muito menos do que as 12 horas de conversações entre os EUA e a Rússia, embora as equipas de Washington e de Kiev também se tenham reunido no domingo.
  Carla Afonso Leitão
Um repasto...

  Os Estados Unidos anunciaram na terça-feira [25mar2025] que chegou a acordo com Kiev e Moscovo para implementar um cessar-fogo no Mar Negro. Segundo o comunicado da Casa Branca, o entendimento visa "garantir a navegação segura, eliminar o uso da força e impedir o uso de embarcações comerciais para fins militares". O acordo foi estabelecido com as delegações ucraniana e russa no âmbito das negociações na Arábia Saudita sobre o conflito na Ucrânia, tendo o anúncio sido objeto de duas declarações separadas. O acordo visa igualmente banir ataques a infraestruturas energéticas de ambos os países. A Administração Trump vai ainda ajudar a restaurar o acesso dos produtos agrícolas russos e de fertilizantes ao mercado mundial. A Casa Branca acrescentou que vai continuar a facilitar as negociações de ambos os lados, para alcançar uma paz sustentável. Kiev anunciou entretanto que solicitou “consultas” sobre os “detalhes” dos acordos anunciados separadamente por Washington. (in RTP Notícias na tarde de 3.ª feira 25mar2025]
  Raul Vaz Osorio
David Ribeiro Ou seja, o acordo começa a desfazer as sanções. Era difícil Trump conseguir ser mais pau mandado de Putin

  Numa declaração à imprensa após as negociações em Riade, o Kremlin afirmou que o cessar-fogo no Mar Negro só entrará em vigor após o levantamento de algumas sanções à Rússia, contrariando Volodymyr Zelensky, que disse que o cessar-fogo será implementado "imediatamente". Para o cessar-fogo entrar em vigor, a Rússia pede o levantamento das sanções contra: o Rosselkhozbank e outras organizações financeiras envolvidas no comércio de géneros alimentícios e fertilizantes; a sua ligação ao sistema de pagamentos SWIFT; transações de financiamento do comércio; empresas que produzem e exportam géneros alimentícios e fertilizantes; companhias de seguros que lidam com géneros alimentícios e fertilizantes; navios com pavilhão russo envolvidos no comércio; o fornecimento de maquinaria agrícola à Rússia.
O Kremlin divulgou também na terça-feira [25mar2025] uma lista de instalações ucranianas e russas abrangida por uma suspensão de 30 dias dos ataques entre os dois países. A lista inclui: Refinarias de petróleo; Oleodutos, gasodutos e instalações de armazenamento, incluindo estações de bombagem; Infraestruturas de produção e transporte de eletricidade, incluindo centrais elétricas, subestações, transformadores e distribuidores; Centrais nucleares; Centrais hidroelétricas. Esta moratória é válida por trinta dias, que começaram a contar desde 18 de março, há uma semana, mas o Kremlin salienta que a mesma pode ser prolongada por mútuo acordo. O governo russo alerta ainda que, em caso de violação desta moratória por uma das partes, "a outra parte pode considerar-se livre da obrigação de a cumprir". Até ao momento, a Ucrânia não teceu qualquer comentário acerca deste tema.
(in CNN Portugal de 3.ª feira 25mar2025)

  Raul Vaz OsorioOu seja, a Russia que é quem necessita do acordo no Mar Negro, onde a Ucrania tem sido dominante, é que ainda vem fazer exigências no que respeita às sanções, cujo levantamento nem sequer depende do "mediador" que lhe cumpre as ordens. E ainda assim há iludidos 🙄🙄🙄




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