"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 27 de Dezembro de 2020
VACINA - uma nova arma contra o vírus

Antonio-Sarmento.jpg

O primeiro vacinado contra a covid-19 chama-se António Sarmento e é diretor de serviço de doenças infeciosas do Hospital de São João, no Porto, e ainda um dos mais experientes infecciologista do país. Médico há mais de 40 anos, é também professor de medicina da Universidade do Porto, especialista em medicina intensiva e doenças infecciosas. Aos 64 anos foi o responsável pela organização do serviço do hospital que mais lidou com casos de covid-19. Fez parte do gabinete de crise da Ordem dos Médicos para lidar com o novo coronavírus e desde o primeiro momento anteviu a gravidade desta pandemia.

 


Faço minhas as palavras de Pedro Simas, virologista do Instituto de Medicina Molecular, que ouvi há momentos num canal de televisão: (cito de cor) “Estamos no dia do início do fim da pandemia… uma união da Ciência com a indústria permite-nos ter esperança”.

   Comentários no Facebook
Nuno Santos - David Ribeiro... o Pedro Simas já disse tudo e o seu contrário nesta pandemia. Até já o ouvi dizer que o melhor era deixar as pessoas infectarem-se para termos imunidade de grupo. Há pessoas que não sei porque tornam-se vícios da imprensa
Jorge Veiga - Nuno Santos...  descontextualizado pode dizer o que não foi dito. Como não ouvi em directo, não sei....

 


Sou da opinião que terem escolhido António Sarmento para o “primeiro português a ser vacinado” foi um ato simbólico mas também de justiça e homenagem a quem sempre acreditou que só a vacina seria decisiva para o combate à covid-19.


Jorge Veiga - Director do Serviço de Infecciologia. Exemplo de que se deve fazer a vacina.
Zulmiro Pereira - O Seu comentário pode ser justo para uns, injusto para outros. Pode-se alegar, que um reputado médico, como prova de confiança e exemplo. Aqui não está em causa a vez, pois entre os primeiros, estão os trabalhadores que lidam directamente com a pandemia. É opção que visa combater a ignorância e consequente medo, que a meu ver não será suficiente, pois a malta do Calcitrim não acredita na ciência. Parece-me isso a mim, um daqueles exemplos raros em que, parece um acto pensado e sensato, contrariando a actual tendência.
Mario Ferreira dos Reis - Se me tivessem escolhido a mim é que era de estranhar!... alguém tinha que ser o primeiro, tal como disse o amigo 
David Ribeiro, António Sarmento foi muito bem escolhido. Alea Jacta est.



Publicado por Tovi às 12:23
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