"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017
Adega de Pegões Colheita Seleccionada branco 2016

Adega de Pegões Colheita Seleccionada 2016.jpg

Que maravilha o branco da península sadina - Adega de Pegões Colheita Seleccionada 2016 – que um dos meus genros trouxe para acompanhar o “Bacalhau à Brás” do jantar de ontem. Produzido a partir de uvas das castas Arinto, Verdelho, Chardonnay, Antão Vaz e Fernão Pires, tendo fermentado e estagiado em carvalho Americano e Francês, este vinho da Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões é fresco e de aromas cítricos e tropicais, um branco perfeitamente estruturado pelo que se pode guardar na garrafeira por mais um bom par de anos.



Publicado por Tovi às 10:21
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Sábado, 12 de Outubro de 2013
Ameias Tinto 2010 Selecção do Enólogo

Grande desilusão este Ameias Tinto 2010 Selecção do Enólogo, um vinho da Região da Península de Setúbal, feito por Filipe Cardoso, responsável pela enologia da SIVIPA Sociedade Vitícola de Palmela SA, com uvas Syrah, Castelão, Aragonês e Cabernet Sauvignon. O aroma forte a estrebaria, mesmo depois de algum arejamento, fez com que a sua degustação ficasse altamente comprometida. É verdade que alguns enófilos elogiam este aroma – o “Brett” – que se deve ao aparecimento, involuntário ou não, de uma levedura chamada “Brettanomyces” e que se encontra em alguns vinhos afamados, especialmente em grandes Bordeaux, mas eu continuo a ter dificuldade em aceitar este aroma.


«Jorge Garcia» no Facebook >> Segundo dois enólogos a quem falei do assunto o «suor a cavalo» não é «vinho passado» mas um defeito na vinificação. Pessoalmente rejeito-o.

«Jorge Veiga» no Facebook >> Vinho cheira a vinho. É como o queijo francês que tem bolor azul (e branco...), mas de que eu não gosto!

«Rui Lopes A. D'Orey» no Facebook >> Vinho é vinho. Éguas há por ai muitas mas não se bebem.

«José Manuel Barbosa Júnior» no Facebook >> O que me espanta é apresentarem como portugueses vinhos feitos de mistura de castas francesas com castas portuguesas. Querem fazer o mesmo que nas Américas? Criar imitações de quinta categoria de vinhos franceses?

«Pedro Aroso» no Facebook >> O nome não ajuda muito, sobretudo para consumidores sugestionáveis...

«Luís Paiva» no Facebook >> Queira-se ou não, a "Brett" decorre da falta de higiene, o que não quer dizer que não haja quem não goste, principalmente em vinhos tradicionais. Há até quem, nos Estados Unidos, a introduza artificialmente precisamente para conferir aos vinhos um "ar" tradicional. Pessoalmente dispenso-o bem e pontuo negativamente. PS: Isto de haver quem goste, não será como "Homem que é homem cheira a cavalo" e "Os homens querem-se porcos, feios e a cheirar a cavalo"? 8|

«Jorge Saraiva» no Facebook >> Há uma questão de dimensão ou equilíbrio desse  suor de cavalo. Tudo o que se resume a uma só característica que se sobrepõe a tudo torna o vinho desequilibrado e portanto desagradável

«Antonio Cruz» no Facebook >> quem cheira não bebe e quem bebe não cheira, e mais, eu até gosto da raça de cavalos Syrah



Publicado por Tovi às 11:11
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