"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2022
Acórdão do assalto ao paiol de Tancos

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Na madrugada de 28 para 29 de junho de 2017, um grupo de homens liderados pelo ex-fuzileiro João Paulino entrou nos paióis de Tancos e levou armas e munições. O desaparecimento do material de guerra causou estrondo na hierarquia militar e no Governo, e depressa se percebeu que as instalações militares estavam degradadas e com pouca vigilância. Assustado com a repercussão que o caso tomou na comunicação social, e percebendo que já não poderia fazer negócio com o produto do roubo, Paulino contactou um amigo de infância, que era militar na GNR de Loulé. Nos meses seguintes, um grupo da GNR de Loulé e da Polícia Judiciária Militar, liderado pelo major Vasco Brazão, montou uma operação ilegal para a recuperação do arsenal, à revelia da PJ civil que detinha o inquérito do caso. 
O Ministério Público acreditava que a operação clandestina era do conhecimento do então número um da PJM, o coronel Luís Vieira, e que este reportava tudo ao então ministro da Defesa Azeredo Lopes. O falso achamento das armas pela GNR de Loulé e PJM deu-se a 18 de outubro daquele ano num baldio da Chamusca. A PJ e a PJM entraram em rota de colisão e a investigação levou a à operação Húbris. O caso fez 23 acusados (nove pelo assalto e 14 pela operação de encobrimento) e viria causar a demissão de Azeredo Lopes e do chefe de Estado Maior do Exército, Rovisco Duarte.  
O julgamento no tribunal de Santarém veio suavizar as suspeitas que recaíam sobre três destas quatro figuras centrais do processo. Quanto ao ex-ministro da Defesa, acusado de quatro crimes (denegação de justiça e prevaricação, favorecimento pessoal praticado por funcionário, abuso de poder e denegação de justiça) o procurador Manuel Ferrão considerou nas alegações finais, a 7 de julho do ano passado, que não havia afinal provas suficientes que os tenha cometido. E considerou que a conduta do ex-ministro se caracterizou por uma “omissão do ponto de vista ético”, a não ter levantado um processo disciplinar ao grupo sob suspeita da Polícia Judiciária Militar.  Já sobre o coronel Luís Vieira, que era acusado de cinco crimes, o Ministério Público retirou os de associação criminosa, tráfico e mediação de armas e denegação de justiça e prevaricação. Continuaram os de falsificação ou contrafação de documentos e favorecimento pessoal praticado por funcionário. O MP pediu 5 anos de pena suspensa. Uma pena semelhante à que foi pedida a Vasco Brazão, o ex-porta voz da PJM. Também caíram os crimes de associação criminosa, tráfico e mediação de armas e denegação de justiça. Mantiveram-se os de falsificação ou contrafação de documentos e de favorecimento pessoal praticado por funcionário. Pelo contrário, o MP, que pediu a condenação de 12 dos acusados, não pretende livrar João Paulino de uma pena de prisão efetiva. Manuel Ferrão enfatizou que o líder do assalto deverá cumprir uma pena de nove a dez anos de cadeia, por se ter provado que o ex-fuzileiro pretendia vender as armas roubadas ao crime organizado ou a grupos terroristas. Também salientou o facto de Paulino ter na sua posse 14 quilos de droga, com o valor superior a 90 mil euros. 

 

  Quatro ano e meio depois do assalto a Tancos, o juiz Nelson Barra decidiu hoje quem foi culpado e inocente neste caso com 23 acusados.
O juiz começa por revelar que os crimes de associação criminosa e tráfico de armas não foram dados como provados.
O crime de tráfico de droga também cai para grande parte dos arguidos. Hugo Santos, que vendeu cocaína e haxixe a “pelo menos dez pessoas” vai ser condenado por este crime. João Paulino, o mentor do assalto e que assumiu este crime em tribunal, também é condenado por tráfico pela posse de haxixe e cocaína.
Valter Abreu, Pedro Marques e Filipe Sousa são absolvidos pelo assalto. O tribunal não deu como provado que tenham participado no roubo de junho de 2017, apesar de terem participado nos preparativos.
O tribunal entende que ficou provado que só três arguidos devem ser condenados pelo assalto: João Paulino, Hugo Santos e João País. Deverão ser condenados por terrorismo.
O ex-ministro da Defesa Azeredo Lopes é ilibado do crime de favorecimento pessoal. O MP já tinha pedido a sua absolvição.
Em relação à recuperação do material furtado por João Paulino, o tribunal considera que Vasco Brazão e os outros responsáveis da PJ Militar cometeram um crime de favorecimento pessoal.
Vasco Brazão, ex-porta voz da PJ Militar é condenado por um crime de falsificação de documentos. O tribunal entende que passou informação falsa na operação que permitiu a recuperação do material furtado.
Azeredo Lopes é absolvido também do crime de abuso de poder, de que estava acusado. O tribunal considera que o ex-ministro da Defesa não agiu com dolo quando omitiu informação à PGR de então, Joana Marques Vidal.

 

  Condenações
João Paulino é condenado a oito anos de prisão por terrorismo e tráfico de droga.
João País também é condenado por terrorismo em coautoria com João Paulino, e é condenado a cinco anos.
Hugo Santos é igualmente condenado a 4 anos por terrorismo e seis anos e meio por tráfico. No total, vai cumprir sete anos e meio de prisão.
Luis Vieira é condenado por favorecimento pessoal. O ex-número 1 da PJ Militar é condenado a 4 anos de prisão com pena suspensa.
Vasco Brazão é condenado por favorecimento e falsificação a cinco anos de prisão com pena suspensa.
Brazão e Vieira ficam ainda impedidos de desempenhar funções públicas durante dois e três anos, respetivamente.
Roberto Carlos Pinto da Costa é condenado a cinco anos com pena suspensa e afastado durante dois anos.
Lima Santos é condenado a cinco anos de prisão com pena suspensa e está proibido de desempenhar funções públicas durante dois anos.
Bruno Ataíde, da GNR de Loulé, é condenado a três anos de prisão com pena suspensa. Foi este militar que recebeu a dica de onde estava o material roubado. O tribunal entende que não deve suspendê-lo de funções.
Onze dos 23 acusados foram condenados. Só três – os autores do assalto – foram condenados a penas de prisão efetiva.
Os elementos da PJ Militar e da GNR condenados a penas suspensas e afastamento dos cargos são censurados pelo coletivo: “esperava-se outro comportamento”.

 


Rui Lopes A. D'Orey - E o ministro???? Claro que nada.
David Ribeiro - O Azeredo Lopes, que conheço bem, foi nisto tudo "comido de cebolada" pelos militares, em quem confiou. Foi esse, no meu entender, o seu grande erro.
Rui Lopes A. D'Orey - David Ribeiro e por isso ignora-se? Certo?
David Ribeiro - Não, não se ignora. Foi constituído arguido, depois julgado e inocentado de tudo que vinha acusado. Curiosamente até o próprio Ministério Público deixou cair a acusação inicial e pediu a sua absolvição. Isto foi a Justiça a funcionar.
Rui Lopes A. D'Orey - Inocentado criminalmente. Politicamente nunca o será.
David Ribeiro - Certo. Por isso pediu a demissão de ministro.
David Almeida - David Ribeiro e, pelo que o conheço, tão cedo não se mete noutra!!!
Adao Fernando Batista Bastos - A Justiça a funcionar, ok. Agora devem seguir-se os costumeiros recursos para tribunais superiores. Só se espera que prolonguem demasiado o epílogo deste triste caso.
David Ribeiro - Adao Fernando Batista Bastos ... Isso vai ser certo como o destino. Mas quanto mais recursos fizerem mais dinheiro vão meter nos bolsos dos advogados... e isso já é uma forma de "condenação".



Publicado por Tovi às 11:30
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Sábado, 11 de Dezembro de 2021
João Rendeiro foi preso na África do Sul

P i m b a ! . . . 

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  Na imagem da CNN Portugal vê-se "Resilência"... obviamente quereriam dizer RESILIÊNCIA, mas já começa a ser um erro muito corrente, infelizmente, em quem escreve com pressa e sem cuidado.

  
Ex-banqueiro foi detido às 5 da manhã, hora de Lisboa, num resort de luxo "longe de Pretória e de Joanesburgo". Será presente às autoridades judiciais na África do Sul nas próximas 48 horas. PJ diz que a fuga foi preparada durante vários meses. Em conferência de imprensa, o diretor nacional da PJ revelou que Rendeiro entrou na África do Sul a 18 de setembro, quatro dias depois de sair do Reino Unido, para onde tinha viajado, com conhecimento e autorização da justiça portuguesa. As autoridades nacionais já sabiam da sua localização quando a mulher do ex-banqueiro disse ao tribunal, no início de novembro, que o marido estaria naquele país. "João Rendeiro reagiu [à detenção] surpreso porque não estava à espera. Não usava disfarce, mas tinha muitos cuidados e não circulava livremente na África do Sul", revelou o diretor nacional da PJ, que assegurou que o ex-banqueiro tinha uma rede de contactos naquele país e preparou a fuga "durante vários meses". O diretor nacional da PJ revelou ainda que as autoridades policiais portuguesas reuniram com "os mais altos dirigentes policiais da África do Sul" logo na semana de 20 a 24 de novembro. "Explicámos quão graves tinham sido os crimes cometidos por esta pessoa e tivemos pronta resposta do mais alto dirigente da polícia, que nos disse que ia empregar os melhores meios para o deter, o que aconteceu hoje às 7h da manhã, na África do Sul", explicou Luís Neves. De acordo com Luís Neves, no momento da detenção o ex-banqueiro disse não estar fugido, o que o diretor da PJ sublinha ser "no mínimo patético".
  Segundo o porta-voz nacional da Polícia sul-africana, o processo de detenção de João Rendeiro na África do Sul foi finalizado num encontro com a Polícia Judiciária portuguesa realizado à margem da Assembleia Geral da Polícia internacional INTERPOL, a 24 de novembro, em Istambul, na Turquia. “Encontrámo-nos com o comissário (de Polícia) português em Istambul, durante a assembleia geral da Interpol, onde tivemos um encontro bilateral, e o comissário português destacou a importância de assistirmos na detenção de João Rendeiro”, explicou à Lusa Vishnu Naidoo. “Através da Interpol, temos relações com a Polícia portuguesa e o encontro reforçou a urgência de se finalizar o processo para a detenção e extradição deste homem”, adiantou o porta-voz nacional da Polícia da África do Sul à Lusa. “Então esperámos que a documentação necessária fosse processada e rastreámos a movimentação desse indivíduo e, assim que a documentação chegou, efetuámos a detenção este sábado de manhã no norte de Durban”.
  
Pormenores interessantes desta detenção de João Rendeiro… qua a história também se faz de episódios cor-de-rosa: “João Rendeiro foi apanhado de surpresa pelas autoridades sul-africanas no hotel onde estava, em Durban, a terceira maior cidade daquele país, eram 7h00 da manhã; quando foi detido, estava de pijama no quarto do Forest Manor Boutique Hotel, unidade com apenas sete quartos; vestiu-se e saiu do quarto de camisa cor-de-rosa”.
  
Arnaldo Manuel Carlos, que lidera o serviço de investigação criminal (SIC) angolano, foi o homem que em África ajudou a polícia portuguesa a conseguir capturar João Rendeiro. Foi ele, quem, segundo revelou Luís Neves, diretor da Polícia Judiciária, “fez a ponte com as autoridades policiais da África de Sul” que começaram a vigiar os passos de João Rendeiro até o deterem este sábado. Luis Neves e Arnaldo Manuel Carlos são amigos de longa data. Arnaldo Carlos é desde 2019 diretor-geral daquele serviço de investigação criminal, onde nos últimos tempos têm sido vários os sinais de estreitamento de relações entre Angola e Portugal. Há menos de dois meses, Arnaldo Carlos esteve em Portugal para assinar acordos de colaboração, nomeadamente para crimes contra a saúde pública.
  Da série "A fuga de Rendeiro".
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  Este Champagne, com uma cor elegante amarelo-palha e nuances verdes, aromas radiantes, revelando um brilho de frutos brancos (maçã, pêra, pêssego branco), os citrinos (limão), nuances florais e elegantes notas louras (brioche e nozes frescas), com paladar sedutor, ricamente aromatizado e com uma combinação generosa e elegante, cheia e fina, seguida por uma crispidez delicada e fresca (frutos com sementes), para revelar um mágico equilíbrio do champanhe… é seguramente ideal para comemorar a chegada de João Rendeiro, debaixo de prisão, a Portugal. Vou guardar esta garrafa para se beber nesse dia.
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   89 - 34 !!!!... Rendeiro ganhou ao Palito
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  Hoje há festa cá em casa... não, não é pela prisão do Rendeiro... mas sim porque a BILÉ faz anos. E durante o almoço de aniversário da avó, a minha neta Alice (oito anos levados da breca), a propósito já não sei de quê, disse: "Eu não sou criança... eu sou pré-adoslecente".
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Quarta-feira, 10 de Novembro de 2021
Operação Miríade

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No seguimento da investigação a uma rede criminosa que se dedicava, entre outros ilícitos, ao contrabando de diamantes, ouro e tráfico de droga, com origem no contingente militar português em missão da ONU na República Centro-Africana, no dia de ontem (terça-feira, 09nov2021) os 11 detidos nesta ‘Operação Miríade’ - militares, um advogado, um agente da PSP e um guarda da GNR - foram presentes ao juiz no Juízo de Instrução Criminal de Lisboa e cinco deles prestaram declarações no interrogatório. Os outros seis optaram por ficar em silêncio. As diligências são retomadas esta manhã no Campus da Justiça em Lisboa. Fonte ligada ao processo adiantou à Lusa que da rede criminosa fazem ainda parte várias dezenas de pessoas e cerca de 40 empresas, algumas que funcionavam como "fachada" para os negócios.

 

  Medidas de coação aplicadas pelo juiz de instrução Carlos Alexandre
Dois dos 11 arguidos alegadamente envolvidos num esquema de tráfico de diamantes em missões da ONU na República Centro-Africana vão ficar em prisão preventiva. Quatro arguidos ficam suspensos do exercício da profissão, proibidos de contactar os outros arguidos e de se ausentar do país. Nove dos arguidos ficam ainda obrigados a apresentações periódicas às autoridades.

 

  Quem não avisou quem… é o que se quer saber
O ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, sabia das investigações em curso - os factos remontam a 2019 - e não informou nem o Primeiro Ministro, nem o Presidente da República, nem o ministro dos Negócios Estrangeiros. Procurando desdramatizar essa ausência de informação, o ministro da Defesa invocou a necessidade de preservar o segredo da investigação. "Não, não me compete saber processos que estão em segredo de justiça", disse. E acrescentando logo de seguida que a informação circulou exatamente nos termos em que tinha de circular. "Quanto ao único elemento com relevância do ponto de vista de política externa, nós temos um canal de comunicação direto entre o Ministério de Defesa Nacional e o departamento das Nações Unidas responsável pelas missões de paz e esse canal foi ativado para informar a ONU em devido tempo." Comentando o caso, Marcelo Rebelo de Sousa disse apenas que o ministro da Defesa lhe justificou a ausência de informação - mas sem fazer acrescentar juízos de valor: "O senhor ministro da Defesa Nacional, hoje, por outras razões, falou comigo, e explicou-me que naquela altura comunicou às Nações Unidas, porque se tratava de uma força das Nações Unidas, que havia suspeitas relativamente a um caso em investigação judicial, e que na base de pareceres jurídicos tinha sido entendido que não devia haver comunicação a outros órgãos, nomeadamente órgãos de soberania, Presidência da República ou parlamento."



Publicado por Tovi às 09:26
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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2021
Violência no Porto… e a comunicação social que temos

A comunicação social devia ser obrigada (detesto o verbo "obrigar", mas...) a noticiar com a mesma notoriedade o seguimento deste tipo de acontecimentos. Ficamo-nos sempre pelo espetacular... faltam sempre as razões e as medidas tomadas.

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  CM, 26set2021 às 13h57 - Um homem de 30 anos foi espancado por dez ladrões durante um assalto, este sábado. A vítima tinha acabado de sair de um bar e seguia sozinha na rua, junto ao Campo dos Mártires da Pátria, na zona da Cordoaria, no Porto, quando foi atacada. Este local tem sido palco de sucessivos assaltos, alguns deles extremamente violentos e com recurso a facas. Os ladrões roubaram a carteira à vítima, que teve de ser transportada para o hospital de Santo António e está em estado crítico. O INEM esteve no local, assim como a PSP, que ainda tentou localizar o grupo de jovens, mas sem sucesso.
  JN, 10out2021 às 11h32 - Um jovem de 23 anos foi espancado, na madrugada deste domingo, na Baixa do Porto, tendo ficado em estado considerado grave. Segundo apurou o JN, o rapaz foi agredido por um grupo de pessoas cerca das 3 horas na Rua Passos Manuel, na Baixa do Porto. A PSP foi alertada e rapidamente chegou ao local, tendo conseguido ainda intercetar dois suspeitos, que são de nacionalidade estrangeira, ao que tudo indica francesa. Pode haver mais agressores em fuga. O jovem foi transportado para o Hospital de Santo António, no Porto, em estado considerado grave. Dada a gravidade do incidente, o caso transitou par a Polícia Judiciária (PJ), que vai agora conduzir a investigação.

  JN - atualização de hoje, 11out2021 às 08h13 - Uma discussão fútil, na fila de um bar da Rua de Passos Manuel, no Porto, terminou da pior maneira para um jovem, de 23 anos, na madrugada de sábado. O jovem levou um soco e, na queda, bateu com a cabeça numa superfície dura. A PSP deteve e entregou à Polícia Judiciária (PJ) o agressor, de nacionalidade francesa, suspeito de ter agredido a vítima, que reside no Grande Porto. O caso deu-se por volta das três horas da madrugada, num bar da Baixa portuense. Mas, ao contrário do que foi inicialmente avançado, a vítima não foi espancada por um grupo de pessoas. Segundo contou, ao JN, fonte da Judiciária, o francês estaria acompanhado de um compatriota e chamou a atenção de um cliente do bar por o mesmo ter furado uma fila. O português não terá gostado e estalou uma discussão. As informações recolhidas não permitiram apurar quem cometeu a primeira agressão física. Certo é que o português levou um soco que o fez cair e bater com a cabeça, ao que tudo indica no chão, com violência. Os dois franceses foram detidos pela PSP, enquanto o português foi levado para o Hospital de Santo António, no Porto, em estado grave. Ao início da noite deste domingo, fonte policial informou que o português estaria já em morte cerebral. "A situação é irreversível", afirmou. Entretanto, a Judiciária libertou o segundo cidadão francês, considerando que o mesmo não teria intervindo na contenda, pelo menos, como autor de agressões físicas. O outro ficou detido e deverá ser presente a um juiz de instrução criminal, no dia de hoje, para apresentação de medidas de coação.

 O portal de notícias do Porto., 11out2021 às 18h40O presidente da Câmara do Porto apresenta as condolências à família e amigos do jovem de 23 anos que acabou por falecer, esta tarde, na sequência de uma agressão de que foi vítima na madrugada de domingo, à porta de um bar na Baixa do Porto. Rui Moreira recorda que têm sido sucessivos os seus alertas a exigir mais policiamento nas ruas e reforça a necessidade de o Ministério da Administração Interna dar luz verde à videovigilância, que a Câmara do Porto está disposta a pagar.

  JN, 11out2021 às 21h28 - O cidadão francês, detido por ter agredido um estudante, perto de uma discoteca na baixa do Porto, vai aguardar julgamento em prisão preventiva. A medida de coação foi decretada pelo Tribunal de Instrução Criminal, esta segunda-feira à noite.




Quinta-feira, 1 de Outubro de 2020
Inspetores do SEF acusados de homicídio qualificado

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O Ministério Público (MP) deduziu no dia de ontem a acusação contra três inspetores do SEF (Bruno Sousa, Duarte Laja e Luís Silva), detidos em março passado, pela morte de um imigrante ucraniano no aeroporto de Lisboa. A investigação da PJ conclui que os inspetores do SEF mataram à pancada Ihor Homeniuk, com 40 anos, casado, com dois filhos menores e que queria trabalhar em Portugal. Os três inspetores estão acusados de homicídio qualificado consumado, como coautores, e pelo crime de detenção de arma proibida - o bastão que foi utilizado para espancar o ucraniano. Diz também o MP que os inspetores sujeitaram Ihor "a um tratamento desumano”, durante cerca de 20 minutos violentamente agredido, quando estava no chão amarrado e algemado, “violando gravemente os deveres inerentes às suas funções".



Publicado por Tovi às 07:54
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2020
Caso Maddie McCann… de novo

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Ao fim de treze anos volta a ser primeira página de jornais e abertura dos noticiários televisivos, o misterioso desaparecimento na Praia da Luz, no Algarve, de Maddie McCann. A Metropolitan Police (ajudada pela congénere alemã) voltou esta semana ao assunto e a Polícia Judiciária portuguesa também credibiliza esta nova pista. Embora a “coisa” me pareça estranha, a verdade é que NADA pode ser descartado num caso destes. O suspeito é alemão, de 43 anos, identificado como Christian Brueckner. Numa entrevista ao programa Crimewatch, da estação de televisão alemã ZDF, o Inspetor da BKA (agência federal de investigações dos governos da Alemanha e Áustria) responsável pelo caso Maddie, foi bastante claro: "A nossa investigação leva-nos a crer que a criança está morta e que este homem a matou". Este homem viveu em Portugal entre 1995 e 2007, ano em que Madeleine McCann desapareceu da casa da Praia da Luz onde passava férias com os pais e os irmãos. O suspeito tem cadastro por crimes sexuais contra menores "do sexo feminino" e tornou-se suspeito por causa de um telefonema que terá sido feito da zona da Praia da Luz pouco antes do desaparecimento da criança.

Aguardemos os próximos capítulos desta “história”.



Publicado por Tovi às 07:41
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2020
Será um vírus que anda aí?

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   10h35 de hoje - Correio da Manhã

Um jovem, de 25 anos, foi detido esta quarta-feira pela PJ por suspeita de assassinar a colega de universidade em Lisboa. As autoridades continuam a fazer buscas para encontrar o corpo da vítima, de 23 anos. Os pais da jovem deram conta do desaparecimento da filha na passada sexta-feira, dia 22, e o alerta foi dado às autoridades. A família revelou ainda à polícia que o suspeito do crime mantinha uma relação abusiva com a filha. A Polícia Judiciária tenta agora localizar o cadáver depois do suspeito ter confessado que atirou o corpo ao rio Tejo. O CM sabe que o detido tentou o suicídio nas instalações anexas à Polícia Judiciária e foi transferido para o Hospital de São José. O jovem suspeito do crime estava a terminar um mestrado em Psicologia e tinha já realizado vários trabalhos de voluntariado. A estudante era de Elvas mas estudava em Lisboa.

  11h47 de 29mai - Correio da Manhã

As autoridades encontraram, esta quinta-feira, a arma utilizada no crime de Beatriz Lebre. As buscas foram acompanhadas pela CMTV, que mostra o momento em que a Polícia Marítima encontrou o objeto perfurante, uma espécie de estilete, que estava preso numa zona de lodo do rio Tejo. As autoridades continuam as buscas para encontrar o corpo da jovem de 23 anos.

   16h00 de 29mai - Correio da Manhã

Foi encontrado ao início da tarde desta sexta-feira o corpo de Beatriz Lebre no rio Tejo, junto a Santa Apolónia. O corpo foi removido pelas 15h30 e encaminhado para o Instituto de Medicina Legal. O alerta terá sido dado por um popular que informou as autoridades.



Publicado por Tovi às 10:36
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Segunda-feira, 11 de Maio de 2020
Tragédia numa freguesia de Peniche

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A comunicação social dava-nos a conhecer na manhã da passada quinta-feira que um menina de nove anos tinha desaparecido de casa de seu pai, em Atouguia da Baleia, em Peniche. A criança – Valentina – vivia permanentemente com sua mãe no Bombarral mas estaria a passar uma temporada com o seu pai, mais a madrasta e outras três crianças, uma de 12 anos, outra de quatro anos e ainda uma outra com meses. Durante três dias foram feitas buscas infrutíferas numa área de quatro mil hectares pela GNR, Bombeiros e muitos populares, mas no último domingo ficamos a saber que o corpo tinha sido encontrado morto, numa eucaliptal a cerca de seis quilómetros de Atouguia da Baleia, e o pai e a madrasta estavam detidos pela Polícia Judiciária. Em conferência de imprensa, o coordenador do Departamento de Investigação Criminal da PJ de Leiria, Fernando Jordão, referiu que o corpo da criança terá sido levado para uma zona de mato na Serra D'El Rei, em Peniche, onde foi tapado com arbustos. "Estamos a verificar o cenário da morte, mas claro que terá de ter acontecido em algum contexto de violência", disse o responsável, salientando que, "à partida" não terá sido uma morte acidental.

 

   17h00 de hoje

O pai e a madrasta suspeitos da morte da criança de nove anos, em Atouguia da Baleia, Peniche, só deverão ser ouvidos por um juiz de instrução criminal, no Tribunal de Leiria, na terça-feira de manhã. A autópsia da criança já se terá realizado e o relatório preliminar (o relatório final da autópsia ainda deverá demorar mais algum tempo) poder-se-á juntar ao inquérito na terça-feira, podendo ser mais um contributo para confrontar os suspeitos sobre a forma como a criança morreu.

 

  22h00 de hoje

 O resultado preliminar da autópsia de Valentina, encontrada morta em Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche, aponta para uma morte violenta, com lesões na cabeça e indícios de asfixia.

 


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“Fazer tudo isto sobre a tragédia que é o cadáver de uma criança inocente, é um condenável exercício de necrofilia, só ao alcance do pior dos abutres.” – Tem toda a razão o meu amigo que escreveu isto… apesar da dor que todos sentimos perante a brutalidade deste assassínio.

   Comentários no Facebook

 Eduardo Vasques de Carvalho - Sem ser simpatizante do André Ventura, admiro o modo politicamente incorrecto como diz "aquilo" que muitos pensam mas não dizem. A forma como os pseudo democratas se servem do governo para dizerem o politicamente correcto mas actuarem como uma ditadura de esquerda só tem valorizado o CHEGA e com o medo que o povo abra os olhos e por desgaste se virem para o outro extremo, até tentam ilegalizar o direito à liberdade de expressão.

Carla Molinari - Ditadura será sempre ditadura, seja da direita ou da esquerda, e limita as nossas vidas e impõe regras unilaterais. O que interessa ter liberdade de expressão se a liberdade de viver a nossa vida se torna inviável ?

David Ribeiro - O que está em causa neste meu post é o aproveitamento político desta tragédia, apesar da repugnância que este crime gera. Como dizia o meu amigo autor do texto citado: “É a diferença entre o homem moralmente sofisticado e o primitivismo impulsivo. É a diferença entre a civilização e a barbárie. É a opção consciente de não nos pormos no patamar do criminoso.”

 

   11h50 de 13mai2020

O Tribunal de Leiria decretou prisão preventiva para o pai e madrasta de Valentina, a menina de 9 anos encontrada morta em Peniche. Sandro Bernardo está acusado do homicídio qualificado e violência doméstica. Márcia está igualmente acusada de homicídio qualificado. Ambos os arguidos estão ainda acusados do crime de profanação de cadáver.



Publicado por Tovi às 13:57
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Quinta-feira, 19 de Dezembro de 2019
E é isto... alegadamente

   Jornal Record em 18dez2019 pelas 20h00

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O Ministério Público constituiu esta quarta-feira sete arguidos na sequência de uma operação de combate ao branqueamento de "milhões de euros", que envolveu buscas em sociedades anónimas desportivas, escritórios de advogados e cofres bancários do norte.
"No inquérito não houve detenções, mas foram constituídos sete arguidos, dos quais uma pessoa coletiva e seis pessoas singulares", revelou a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto, na sua página oficial.
A procuradoria explica que está em causa, quanto ao objeto do processo, "a canalização para sociedade desportiva de quantias monetárias obtidas por sociedade comercial, tudo contornando o circuito tributário através de expedientes diversos. O inquérito encontra-se em segredo de justiça. No âmbito de inquérito investigam-se factos suscetíveis de integrar os tipos legais de crime de fraude fiscal qualificada e de branqueamento de capitais", sustenta.
Em comunicado, a Diretoria do Norte da Polícia Judiciária (PJ) refere que foram levadas a cabo 10 buscas domiciliárias e três não domiciliárias nos concelhos do Porto, Vila Nova de Gaia, Trofa, Famalicão, Guimarães, Fafe, Matosinhos e Aveiro, sem especificar os alvos concretos.
A Procuradoria-Geral da República já confirmou à agência Lusa que um dos alvos das buscas foram instalações da Sociedade Anónima Desportiva do (SAD) do Boavista.
"De acordo com o apurado até ao momento pela investigação, em causa estará a não entrega da prestação tributária devida, e a sua subsequente ocultação através do desenvolvimento de atividade empresarial relacionada com a realização e gestão de eventos desportivos", indica a PJ.
Até agora, afirma a polícia, "foi identificada uma vantagem patrimonial de milhões de euros".
O Boavista esclareceu que as buscas de que o clube foi alvo pela Polícia Judiciária e pela Autoridade Tributária sucederam devido a "empresa ou empresas que têm ou tiveram" ligações comerciais com o emblema portuense.
"Muito embora nada tivesse a ver, diretamente, com a instituição Boavista, mas com empresa ou empresas que connosco têm ou tiveram acordos comerciais, toda a disponibilidade e colaboração foram dadas às autoridades envolvidas. Queremos deixar claro que nenhum dirigente ou quadro da instituição Boavista foi alvo de buscas domiciliárias por parte das autoridades", lê-se na página oficial do clube na rede social Facebook.
Também esta tarde, o Grupo Desportivo da Gafanha (GDG), em Ílhavo, distrito de Aveiro, disse estar a ser alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária (PJ), no âmbito de um inquérito crime relacionado com fraude fiscal e branqueamento, informou fonte do clube.
Em declarações à Lusa, o presidente do GDG, Carlos Peleja, confirmou que elementos da PJ estão nas instalações do clube "a ver a contabilidade entre 2015 e 2017", que corresponde ao período da direção liderada por João Paulo Ramos.



Publicado por Tovi às 12:22
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Quarta-feira, 18 de Dezembro de 2019
Lito Vidigal deixa o Boavista

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Nunca morri de amores pelo Lito Vidigal… mas só os próximos jogos dirão se Daniel Ramos, ao que consta o novo responsável técnico do Boavista, será o treinador que os Panteras necessitam.

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  9h57 de hoje

A Polícia Judiciária e elementos da Autoridade Tributária estão, esta quarta-feira, a realizar buscas nas instalações da SAD do Boavista, no Porto, e numa empresa de organização de eventos. Segundo apurou o JN, em causa estão suspeitas de crime de fraude fiscal e branqueamento de capitais. Buscas domiciliárias e não domiciliárias estão a decorrer em simultâneo na região do Grande Porto. Ainda não há arguidos constituídos.

 13h07 de hoje

Dizem as últimas notícias que "os dirigentes do Boavista não estão entre os suspeitos: o clube terá sido usado para branquear capitais sem o seu conhecimento". Se assim é que venham já a púbico os nomes de todos os VIGARISTAS que usaram o Boavista para as suas falcatruas.

  14h30 de hoje

(Dogo Filipe Cunha no Facebook) - Está tudo tranquilo... Não foi preciso ninguém fugir para Vigo.

  16h40 de hoje

O presidente do Boavista, Vitor Murta, foi, esta quarta-feira, constituído arguido durante as buscas realizadas na manhã à sede do Boavista.  Cerca de 80 elementos da Polícia Judiciária e da Autoridade Tributária realizaram buscas nas instalações da SAD do Boavista, no Porto, e em mais 12 outros locais. Estão em causa crimes de fraude fiscal e branqueamento. Um comunicado da PJ, emitido ao final desta manhã, avança que "foram levadas a cabo dez buscas domiciliárias e três buscas não domiciliárias (que incluíram dois escritórios de advogados, duas sociedades anónimas desportivas e dois cofres bancários)", nos concelhos de Porto, Vila Nova de Gaia, Guimarães e Aveiro. O Grupo Desportivo da Gafanha, em Ílhavo, é uma das entidades que está a ser alvo de buscas, confirmou fonte do clube à agência Lusa. Os suspeitos envolvidos serviam-se de diferentes ferramentas, entre os quais a utilização de faturação falsa emitida por empresas nacionais e estrangeiras e a ocultação de proveitos.

   Comunicado do Boavista Futebol Clube

O Boavista F. C. e a Boavista F. C., Futebol, SAD foram, hoje, visitadas pela Polícia Judiciária e pela Autoridade Tributária, tendo sido feitas algumas buscas.
Muito embora nada tivesse a ver, directamente, com a Instituição Boavista, mas com empresa (s) que connosco têm ou tiveram acordos comerciais, toda a disponibilidade e colaboração foram dadas às Autoridades envolvidas.
Queremos deixar claro que nenhum dirigente ou quadro da Instituição Boavista foi alvo de buscas domiciliárias por parte das Autoridades.

Porto, 18 de Dezembro de 2019
A Direcção do Boavista F. C.
O Conselho de Administração da Boavista, F. C., Futebol, SAD



Publicado por Tovi às 07:48
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Quarta-feira, 6 de Novembro de 2019
"Bem vindo, puto"... diz o INEM no Instagram

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Difícil de entender… mas há miséria social que, não justificando de forma alguma uma coisa destas, pode explicar o que eventualmente terá acontecido.

 


O bebé, que teria acabado de nascer quando foi encontrado por um sem-abrigo num caixote de lixo junto à discoteca  Lux Frágil, na avenida Infante D. Henrique, em Lisboa, está "clinicamente bem e estável", embora continue internado no serviço de cuidados intensivos do Hospital Dona Estefânia, para onde foi levado na tarde de terça-feira.

 

   João Baptista Vasconcelos Magalhães no Facebook
Dentro de um sem-abrigo morou um poema feito num achado, quase divino, que abriu para a vida um bebé num berço de lixo. O olhar do sem-abrigo fez-se num coração luminoso, onde despertou um sorriso de encanto que avançou para libertar um bebé de uma desumanidade sórdida, pesada e triste. Quem não nasce glorioso e tem por colo um tal abrigo, ficará para a vida com um sublime poema de humanismo e solidariedade que o andrajoso egoísmo sempre desprezou!

 

  8nov2019
A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje de madrugada na zona de Lisboa uma mulher de 22 anos, presumível mãe do recém-nascido encontrado na terça-feira num caixote do lixo em Lisboa.



Publicado por Tovi às 18:41
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Terça-feira, 15 de Outubro de 2019
Corrupção na legalização de imigrantes

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No SEF, nas Finanças e na Segurança Social a esmagadora maioria dos funcionários são gente séria e por isso é URGENTE "limpar" a casa e desmascarar os corruptos que vivem à custa da máfia da imigração.

 

   Operação “Rota do Cabo”

A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional Contra-Terrorismo (UNCT), no âmbito de inquérito titulado pela 4.ª Secção do DIAP de Lisboa, desencadeou, no dia de hoje, uma vasta operação com vista ao cumprimento de Mandados de Busca e Apreensão e de Mandados de Detenção, com a finalidade de desmantelamento de uma organização criminosa responsável pela introdução ilegal em Portugal e na Europa, de milhares de imigrantes.
No decurso da operação, a PJ realizou dezenas de buscas domiciliárias e não domiciliárias e deteve dezenas de pessoas suspeitas de integrarem esta estrutura criminosa, constituída por indivíduos com vastos antecedentes criminais e com ligações a redes internacionais que determinam e controlam os fluxos migratórios irregulares com origem em diversos países da Ásia Meridional e África.
Os detidos, com idades compreendidas entre os 28 e os 64 anos, são suspeitos da prática dos crimes de associação criminosa, auxílio à imigração ilegal, de casamento por conveniência, de falsificação de documentos, de abuso de poder, de corrupção ativa e passiva, de branqueamento, de falsidade informática e acesso indevido, atividade criminosa que permitiu obter elevados proventos financeiros.
Entre os detidos encontram-se funcionários da Autoridade Tributária, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e do Instituto da Segurança Social, cumprindo destacar a melhor colaboração institucional por parte destes Serviços do Estado. Os detidos serão presentes amanhã no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa para primeiro interrogatório judicial tendo em vista a aplicação das respetivas medidas de coação.



Publicado por Tovi às 10:39
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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2019
Será só fumo?... ou haverá crime?

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A Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da Polícia Judiciária (PJ) está esta manhã a realizar buscas em vários locais, por causa da polémica compra das 70 mil golas anti-fumo para as populações, no âmbito da do programa "Aldeia Segura". Em causa, estão os crimes de participação económica em negócio e desvio de subsídio.

 

 15h00 de hoje

O secretário de Estado da Proteção Civil, José Artur Neves,  demitiu-se esta quarta-feira, anunciou o ministério da Administração Interna em comunicado: "Na sequência do pedido de exoneração, por motivos pessoais, do Secretário de Estado da Proteção Civil, o Ministro da Administração Interna aceitou o pedido e transmitiu essa decisão ao Primeiro-Ministro".

 15h40 de hoje

A Polícia Judiciária também realizou buscas na casa do presidente da Proteção Civil, Carlos Mourato Nunes, na sequência do caso das golas inflamáveis. Foi uma das oito buscas domiciliárias que a PJ realizou esta quarta-feira.

 16h10 de hoje

Secretário de Estado da Proteção Civil constituído arguido por fraude e corrupção relativos a fundos europeus. Isto acontece na sequência das buscas no Ministério da Admnistração Interna relacionadas com a compra das 70 mil golas antifumo para as populações.

 11h45 de 19set2019

O presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Mourato Nunes, foi constituído arguido no âmbito da investigação ao negócio das golas antifumo, juntamente com o secretário de Estado José Artur Neves, segundo fonte ligada ao processo.

 15h00 de 19set2019

Numa nota enviada à comunicação social pela ANEPC, o tenente-general Mourato Nunes confirma que na manhã de quarta-feira foi constituído arguido, num inquérito que investiga suspeitas de fraude na obtenção de subsídio, de participação económica em negócio e de corrupção, nos contratos dos programas "Aldeia Segura, Pessoas Seguras", nos quais foram distribuídos cerca de 70 mil ´kits´ com as golas anti-fumo, e "Rede Automática de Avisos à População" (SMS). "Como teve oportunidade de transmitir a toda a estrutura da ANEPC, Mourato Nunes não concede nas imputações invocadas quanto ao seu envolvimento em quaisquer que possam ser os factos deste processo", lê-se na nota, não referindo, contudo, se vai permanecer no cargo.

 14h35 de 22set2019

Francisco Ferreira, líder do PS de Arouca e antigo adjunto do agora ex-secretário de Estado da Proteção Civil, tornou-se no terceiro arguido no caso das golas antifumo, por ter sido quem indicou nomes de empresas à Proteção Civil para as aquisições feitas no âmbito do programa "Aldeia Segura, Pessoas Seguras". O jovem, de 30 anos e padeiro de profissão, foi alvo de uma das oito buscas domiciliárias do Ministério Público e da Polícia Judiciária, na ultima quarta-feira. A operação abrangeu ainda outras 46 buscas não domiciliárias - como a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), várias empresas e diversos comandos distritais de operações de socorro (CDOS).



Publicado por Tovi às 11:13
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Quinta-feira, 15 de Agosto de 2019
Demorou um pouco... mas já está preso

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Notícia completa aqui.



Publicado por Tovi às 10:07
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Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
Incêndio na Zona Histórica do Porto

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Mais um incêndio de contornos esquisitos na Zona Histórica do Porto. Obviamente que a Polícia Judiciária já esta a investigar as circunstâncias deste incêndio, cujo alerta foi dado às 01h20 e que consumiu completamente um edifício devoluto, mas com uma mercearia no rés-do-chão. Diz-se que iria ser recuperado para hostel.



Publicado por Tovi às 14:08
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