"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 8 de Julho de 2019
Populista Português Moderno

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Maneiras de reconhecer um populista português moderno

(Artigo de opinião de José Pacheco Pereira no Público de 6jul2019)Ver aqui

 

Alguns sublinhados, de minha autoria:

Na Europa, nos dias de hoje, os movimentos e governantes populistas, seja no Brexit, seja na Alemanha, Polónia, Hungria, Itália e França, estão todos à direita do espectro político. …/… Não foi sempre assim, nem será sempre assim, mas hoje é assim.

O paralelo entre o populismo de direita e um inventado “populismo de esquerda” é uma das características do populismo moderno, que precisa de companhia para mostrar que vai mais longe do que a direita.

Em Portugal, o populismo entrou pela primeira vez numa campanha eleitoral nas últimas eleições europeias. Os cartazes do Chega/Basta, que se encontram ainda colocados, são os primeiros a chegar ao espaço público com palavras de ordem claramente populistas. O terreno português do populismo é dominantemente o das redes sociais e do tipo de interacção que elas propiciam. Mas já passou daí para certos programas televisivos e para certo tipo de articulistas justicialistas, que vivem da “denúncia” e da indignação moral, …/… O populismo ainda não passou nem para o voto, nem para a rua, embora seja uma questão de tempo.

O tema central do populismo é a corrupção, a real, a imaginária e a inventada. …/… Ao atacarem o “regime” e o “sistema” perceba-se que consideram a democracia o terreno ideal para a corrupção. Não é. É a ditadura, …/

O populismo concentra os seus ataques nos procedimentos da democracia, vistos como uma forma de empecilhos para combater o “crime” e a “corrupção”.

O populista é um activista do ad hominem. Quando fala e quando escreve enuncia nas suas falas e nos seus títulos nomes de pessoas. Depois passa dos nomes, para a família, para os amigos, para os companheiros de partido e por fim para “eles”. …/… A culpa é nomeada pessoalmente e depois torna-se colectiva. É de X, nome no título para vender, e porque é de X, é de “eles”.

Os populistas votam mais facilmente em determinado tipo de corruptos conhecidos ou até condenados, cuja política lhes parece próxima, do que “neles”.

Os populistas estão sempre zangados, vivem num estado de excitação patológica, porque eles são sérios e o resto do mundo é desonesto, ladrão e corrupto. …/… Existe uma forte sensação de impotência na zanga.

Os alvos dos populistas são aquilo que eles designam como elite. Os políticos, os funcionários públicos, os professores, os médicos, os enfermeiros, os motoristas, os sindicalistas, os que fazem greve. …/… Embora na elite se incluam os banqueiros caídos em desgraça, quase nunca são referidos os principais grupos económicos, as famílias ricas e poderosas, os escritórios de advogados, os consultores financeiros, os dirigentes desportivos e os jogadores de futebol. …/… fugir ao fisco por parte de um político, merece prisão perpétua, mas é uma mera infracção num jogador de futebol.

Os populistas vivem do apodrecimento do sistema político democrático, da oligarquização dos partidos políticos, da indiferença ou do compadrio dos estabelecidos com a corrupção, da corrupção realmente existente, mas as suas soluções são piores do que os problemas. E são, na sua maioria, anti-democráticas e autoritárias. Há um micro-Bolsonaro dentro deles, mesmo quando juram não quererem nada com ele.



Publicado por Tovi às 07:39
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Domingo, 30 de Junho de 2019
Pedro Duarte sobre as escolhas de Rui Rio

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Poderá não dar em nada… mas é uma pedrada no charco.



Publicado por Tovi às 14:03
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Terça-feira, 25 de Junho de 2019
Criar um Homem novo...?

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Ramalho Eanes, na última segunda-feira, na conferência "Portugal - a crise e o futuro" que teve lugar na Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES):

(…) Quando implodiu o comunismo na União Soviética, o que a gente encontrou foi o homem russo. Não tinha sido criado um Homem novo, tal como prometiam. Não é fácil criar homens novos. Não é fácil modificar a cultura.



Publicado por Tovi às 10:25
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Domingo, 9 de Setembro de 2018
Proibição de abate nos canis municipais

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Tenho dificuldade em entender como o legislador não viu o óbvio.

 

   Comentários no Facebook

«Jose Antonio Salcedo» - É o que resulta quando as leis são feitas em resposta a ideologias e não às necessidades da sociedade.

«Carla Molinari» - Vamos voltar aos anos 60 em que se viam matilhas de cães nas ruas...

«Jorge Veiga» - O legislador impôs uma ideia política pré concebida de determinada área política, não se interessando sobre a capacidade de resposta dos municípios. Não existem planos de castração, vacinação, adopção, etc. Proíbe-se a eutanásia de animais abandonados e o resto vai às malvas...



Publicado por Tovi às 18:10
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2018
E pronto… instauraram-me um processo

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   Comentários no Facebook

Jose Serôdio em 31 de Agosto
Das coisas mais ridículas a que assisti, só mesmo possível quando há polícias do pensamento em cada esquina, preocupados com uma novilingua qualquer e sempre apoiados por uma comunicação social onde o BE tem 60% nas redacções, mas felizmente não chega aos 10 no País...

Abraço David Ribeiro!

 

Jose Bandeira em 1 de Setembro
Mas que é isto? Pretendem amordaçar-nos com as cordas do politicamente correcto? O David Ribeiro contou-nos aquilo a que ASSISTIU da varanda da sua casa! Dizer a verdade é agora punível?
É verdade que são romenos;
É verdade que conspurcam os locais que invadem;
É verdade que são explorados por organizações que os usam para a prática da mendicidade!
INVESTIGUEM, NÃO CHANTAGEIEM!

 

Celestino Neves em 1 de Setembro
Mas que é isto? - pergunto eu também.
Agora é proibido falar em romenos ilegais que - ostensivamente - provocam, roubam, conspurcam, se marimbam para as Leis do País?
É proibido falar de ciganos que assaltam supermercados, agridem cidadãos e polícias se borrifam para o Estado de Direito em que, legalmente ou não, assentam arraiais?
Foi com algum asco e muita revolta que ontem assisti - no Jornal das 13h da TVI a uma dirigente 'neurónio-deprimida' da SOS Racismo debitar asneiras, ofender a nossa inteligência e armar-se em carapau de corrida ao "exigir" a condenação (?) do David Ribeiro.
Se calhar vai ter de fazer muitas outras queixinhas porque o direito à revolta ainda não foi abolido nem a Liberdade de Expressão suprimida.
SOS Racismo, uma organização irrelevante e parasitária do espírito cívico e solidário dos portugueses - a banir do nosso apoio e solidariedade...

 

Raul Vaz Osorio em 1 de Setembro
A propósito do ridiculo processo movido pelo SOS Racismo ao meu amigo David Ribeiro: Pacheco Pereira no Público - O admirável mundo novo e a sua companheira a censura

 

Eduardo Miranda em 3 de Setembro
EM APOIO A ANTÓNIO SANTOS RIBEIRO
O dito, é membro da Assembleia Municipal do Porto, eleito na Lista de Rui Moreira.
Em Julho, no seu Facebool colocou um post:
“Há um grupo de 20 a 30 romenos, maioritariamente mulheres e jovens, que são um autêntico martírio para os moradores da zona da Boavista. Não, não sou racista nem xenófobo mas, mas sou declaradamente contra quem recusa qualquer tipo de ajuda social e prefere continuar a viver da mendicidade, do pequeno furto e a dormir em jardins e espaços públicos, conspurcando os terrenos que são de todos os cidadãos. É preciso encontrar rapidamente formas eficazes de proteger os cidadãos destes energúmenos.”
Tanto bastou para a SOS Racismo, chefiada pelo preto Mamadou Ba, a viver às custas do Bloco de Esquerda, fazer uma participação à Comissão para a Igualdade e Contra a Descriminação Racial, que veio agora instaurar um processo de contraordenação contra António Santos Ribeiro.
Daqui, bem longe mas ciente de como estes grupelhos de ciganos romenos funcionam, venho colocar-me à disposição do membro da Assembleia Municipal para intervir no inquérito como sua testemunha de defesa, porque assino por baixo as suas declarações e é tempo deste país se tornar salubre, a menos que tenhamos que esperar uma “eternidade” por um Luigi di Maio ou um Mateo Salvini, já para não falar em Viktor Orban.
Já é velho o ditado, mas não se esqueçam de quanto mais um gajo baixa as calças mais se lhe vê o cú!!



Publicado por Tovi às 22:57
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Sábado, 25 de Agosto de 2018
Angola… ainda há miséria

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Trabalhei em Luanda para o Ministério dos Petróleos nos anos de 1985 e 86, ainda o MPLA lutava contra a UNITA, e nunca me pareceu que a culpa da miséria fosse do Povo. Seria da nomenclatura do poder instalado, mas muito mais dos europeus a quem toda a situação era financeiramente favorável.

 

  Comentários no Facebook

«João Greno Brògueira» - Principalmente da ELF que estava muito bem instalada nessa altura lá. Eu estive em Luanda durante a FIL no hotel turismo antes da sarrabulhada entre o MPLA e a UNITA.. David Ribeiro ainda visitei o Mercado Roque Santeiro acompanhado dum sujeito do MPLA. ;) Diz lá se não ia uma lagosta da foz do kuanza grelhada acompanhada dumas cucas. ;)

«David Ribeiro» - Cucas já não havia no meu tempo, bebíamos Stella Artois. Lagostas na Barra do Kuanza eram fabulosas, arranjadas ali mesmo na praia, junto do farol. O mercado Roque Santeiro visitava-o todos os sábados. No meu tempo a Elf ainda lá estava mas quem dominava o petróleo era a Fina belga.

«Mario Ferreira Dos Reis» - Só mudaram as marcas as lagostas são as melhores



Publicado por Tovi às 13:56
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2018
Repórter TVI – “O Compadrio” em Pedrógão

Ontem, no Jornal das 8 da TVI, conhecemos a reportagem feita pela jornalista Ana Leal, com imagens de Tiago Eusébio e edição de imagem de João Ferreira. E eu pergunto: Segundo o Código Penal quantos anos de cadeia são devidos aos “artistas” da Câmara de Pedrógão Grande, nomeadamente para o presidente Valdemar Alves e o então vereador do Urbanismo Bruno Gomes?... E ao fim do dia de hoje já alguém ouviu algum comentário a esta reportagem por parte do Ministro da Administração Interna, Ministra da Justiça, Primeiro-Ministro ou mesmo do Presidente da República?




Quarta-feira, 22 de Agosto de 2018
Fim do abate nos canis vai ser uma catástrofe

Os números não mentem: no primeiro semestre de 2018 foram recolhidos nos canis 13.897 animais abandonados, mas houve apenas 5.300 adopções. Um problema gravíssimo.

   Notícia completa aqui.



Publicado por Tovi às 15:02
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Domingo, 19 de Agosto de 2018
Aliança

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Se o novo partido do Santana Lopes for como o espumante vai seguramente ter várias tendências/variedades.  



Publicado por Tovi às 15:33
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Quarta-feira, 27 de Junho de 2018
Parques infantis no Porto

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Foi uma grande borga para a minha neta o dia de ontem no Zoo da Maia  

E já agora: Faz falta mais parques infantis no Porto.

Eu bem sei que o actual executivo camarário já construiu 14 parques infantis na cidade do Porto, mais do que a média das grandes cidades europeias, mas mais e melhor se pode ainda fazer, até porque há zonas com grande défice, como a minha.

Sempre defendi que se deveriam fazer parques infantis temporários em terrenos (descampados) há muito sem utilização. Sei que o executivo camarário não descarta a possibilidade da vir a utilizar este tipo de terrenos para utilidade pública, mas é um assunto complicado e a necessitar de reflexão.

 

   Comentários no Facebook

«Fernanda Gomes» - Concordo com o senhor e aqui... temos o parque oriental e o que é isso, não há um balancé, um escorrega, uns cavalinhos, onde em pouco tempo apareceram e nasceram enumeras crianças. Uma coisa é certa, depois da reabilitação têm muito para estragar, que é o que ela sabem fazer melhor e ninguém diz nem faz nada, em fim... um desabafo.



Publicado por Tovi às 16:19
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Terça-feira, 26 de Junho de 2018
Sessão ordinária da A.M.Porto de 25Jun

   Foi assim:

Competências delegadas na SRU voltam à Câmara
Regressa à Câmara do Porto a gestão de todas as operações de reabilitação urbana no território, missão que anteriormente tinha sido confiada à SRU. A decisão foi tomada por maioria da Assembleia Municipal na noite desta segunda-feira e não se registaram votos contra, apenas cinco abstenções do grupo parlamentar do PSD.
Foi um tema que não gerou controvérsia entre as forças políticas com assento na Assembleia Municipal. As competências que, há mais de uma década, haviam sido delegadas pela autarquia à Porto Vivo - SRU (Sociedade de Reabilitação Urbana) regressam agora à esfera da gestão municipal.
O assunto foi despoletado em março pelo presidente da Câmara de Porto, que levou a reunião de Executivo a proposta. O documento indicava que, na sequência do memorando de entendimento entre o Município e o anterior Governo, conhecido como "Acordo do Porto" (assinado em 2015), tinha sido acordada "a aquisição pelo Município da participação social do IHRU - Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, IHRU, na Porto Vivo, SRU, e a celebração de um contrato-programa entre o Município e o Estado", resultando numa comparticipação a esta sociedade de cinco milhões de euros, por um período de cinco anos.
Contudo, em fevereiro de 2016 veio o Tribunal de Contas (TdC) recusar o dito visto, impedindo que esta operação se concretizasse, alegando que incumpria algumas regras constantes do Regime Jurídico da Atividade Empresarial Local e das Participações Locais.
Sucede que, mais de um ano depois, o atual Governo publicou um Decreto-Lei que consagrou uma alteração, "que veio clarificar que não são aplicáveis a sociedades de reabilitação urbana (...) como a Porto Vivo SRU, que passem a integrar o setor empresarial local, os requisitos que determinaram o bloqueio do processo de contratação em causa".
Ora, ante este novo enquadramento legal, o Estado e a Câmara do Porto acordaram renovar a sua deliberação de ratificação do contrato de transmissão das ações detidas pelo IHRU na Porto Vivo, SRU, para o Município (expressa tanto em resolução de Conselho de Ministros como em nova deliberação em reunião de Câmara e Assembleia Municipal).
Estas deliberações foram submetidas ao TdC e acompanhadas de novo estudo de viabilidade económico-financeira e de novos documentos financeiros. Assim, a SRU passava a assumir "o mesmo enquadramento jurídico atualmente existente em vários municípios, designadamente Lisboa e Viseu". No entanto, sem que tal fosse expectável, "entendeu o Tribunal de Contas não conhecer do mérito desta nova deliberação e do seu novo enquadramento jurídico, por alegadamente considerar verificada a exceção de caso julgado".
Após a descrição dos eventos acima enunciados, já na reunião de Executivo de março, a proposta de Rui Moreira para a avocação das competências delegadas na SRU não mereceu a discordância de nenhum partido político, tendo apenas contado com a abstenção do PSD que, na sessão da Assembleia Municipal desta segunda-feira, seguiu a mesma orientação de voto.
O deputado municipal da CDU, Rui Sá, disse estar totalmente de acordo com a medida, pois a sua força política sempre foi contra a constituição da SRU. Mas, face ao seu aguardado "esvaziamento", questionou o que tinha a autarquia pensado para o futuro deste organismo.
A resposta não tardou. Rui Moreira esclareceu o deputado que "há parte das competências que não podemos avocar, que foram delegadas na Sociedade de Reabilitação Urbana por decreto-lei, nomeadamente os quarteirões com documento estratégico".
Do BE, o deputado municipal Joel Oliveira interveio para considerar que este "esvaziamento" da SRU se deve ao "impasse e confusão político-administrativa a que chegou", que não resulta de uma fatalidade, "é consequência de escolhas políticas". E frisou que a sua força política defende que "o Estado tem responsabilidades que deve assumir no financiamento das operações de reabilitação urbana".

1.ª revisão orçamental de 2018 aprovada por maioria
A prestação de Contas Consolidadas relativas ao ano económico de 2017 foi apresentada à Assembleia por Rui Moreira. No essencial, sublinhou o presidente da Câmara do Porto que o balanço do Município permite aferir o forte peso da autarquia enquanto "entidade-mãe", com uma representatividade superior a 90% e, como tal, responsável pelas principais variações ocorridas nas demonstrações financeiras consolidadas do Grupo. Isto significa que as empresas municipais, cujas contas foram agora consolidadas, não representam mais do que 10% da despesa. Este ponto da ordem de trabalhos foi aprovado por maioria (apenas com 9 abstenções e um voto contra do BE).
Relativamente à 1.ª Revisão ao Orçamento, ao Plano Plurianual de Investimentos e ao Plano de Atividades mais relevantes de 2018, já apresentada em reunião de Executivo, o presidente da Câmara do Porto regressou ao púlpito para explicar que esta revisão passará a incluir o saldo transitado de 2017, o que legalmente só agora pode acontecer, subindo este de 257 milhões de euros para cerca de 281 milhões.
Esta revisão, entre outros aspetos, contempla "ajustamentos às comparticipações de candidaturas e fundos comunitários, motivados por atrasos na sua aprovação por parte dos respetivos programas", referiu Rui Moreira. Preserva os ativos municipais e reforça o investimento em diferentes áreas, com particular relevância no exercício do direito de preferência. E, ainda, "permite aumentar também os apoios à coesão social, apoiar e consolidar a programação cultural e, não menos importante, dotar os serviços municipais dos recursos adequados ao exercício das suas competências", concluiu.
Pela voz de Rui Sá, a CDU criticou a revisão orçamental dizendo que "ter um saldo de gerência no valor de 90 mil euros é um valor muito significativo para as carências que a cidade tem". Do PS, Serafim Nunes, afirmou que a sua bancada iria votar contra por discordar da revisão "na sua substância" e representar um desvio na receita na ordem dos 25%. Francisco Carrapatoso, deputado do PSD, congratulou o Executivo pela inclusão de cerca de 700 mil euros destinados ao orçamento colaborativo das freguesias mas, por outro lado, afirmou que a sua bancada se iria abster por observar, entre outros pressupostos, que o exercício do direito de preferência assumia uma forte preponderância nesta revisão. Por seu turno, a deputada do BE, Susana Constante Pereira, referiu que observa que há setores que perdem importância de investimento, designadamente os setores social e cultural. Do mesmo modo, identificou ainda alguma vulnerabilidade nas áreas da educação, ciência e mobilidade.
Votaram a favor deste ponto da ordem de trabalhos os deputados do movimento independente e o PAN (20), sendo que PS, CDU e BE votaram contra (18). Já o PSD absteve-se (5).

Medalhas Municipais entregues em cerimónia solene a 9 de julho
A ordem de trabalhos da sessão ordinária iniciou com a aprovação das Medalhas Municipais a atribuir no próximo dia 9 de julho: as de Valor Desportivo e de Mérito (grau ouro), e as duas Medalhas de Honra da Cidade (com a ratificação da medalha já atribuída ao presidente do Futebol Clube do Porto, Pinto da Costa), à que soma a que será entregue a Rui Veloso daqui a duas semanas.

Propostas de recomendação
Antes da entrada na ordem de trabalhos houve várias propostas de recomendação e votos de saudação apresentados por todas as forças políticas. A deputada do PAN, Bebiana Cunha, viu aprovada por maioria (apenas com uma abstenção do movimento independente) a sua recomendação para que a Câmara do Porto inclua nos programas e projetos das suas escolas aulas de literacia emocional e ambiental.

Isabel Ponce Leão, deputada do movimento Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido, colheu a aprovação unânime da Assembleia à proposta de homenagem ao "maior aguarelista português dos tempos modernos", o portuense António Cruz, que se materializará com a colocação de uma estátua em bronze do artista no Jardim de São Lázaro.

Do BE, Pedro Lourenço, apresentou um voto de saudação referente à causa LGBT+, que contou com 20 votos a favor e 25 abstenções. A bancada do movimento independente justificou a orientação de voto pelo facto de haver na escrita da proposta alguns considerandos políticos desnecessários.

Também do BE, foi apresentada uma proposta de recomendação para a implementação da tarifa social na gestão dos resíduos urbanos, que foi aprovada por maioria (com 25 votos a favor e 20 contra).

Cláudia Santos, deputada municipal socialista, levou à aprovação unânime um voto de saudação pelo Leão de Ouro de Veneza atribuído recentemente ao arquiteto portuense Eduardo Souto Moura (prémio Pritzker em 2011).

O PS apresentou ainda uma moção de condenação da política da administração de Trump, que obteve 37 votos a favor e oito abstenções.

A CDU, por Rui Sá, apresentou uma proposta de recomendação para que a Câmara do Porto defenda na Área Metropolitana do Porto que a STCP seja o único operador de transportes públicos na cidade até ao ano 2020. A proposta foi rejeitada por maioria (25 votos contra, 18 a favor e uma abstenção).  

Da mesma força política, a deputada Joana Rodrigues recomendou que a autarquia se pronuncie desfavoravelmente ao processo de encerramento de mais balcões da Caixa Geral de Depósitos na cidade. A proposta foi aprovada com 19 votos favoráveis e 25 abstenções.

Por fim, o movimento independente Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido levou para aprovação uma proposta de recomendação ao Governo para que diligencie no sentido de a sede do Infarmed estar efetivamente na cidade a 1 de janeiro de 2019. Tal calendário, recorde-se, foi apresentado em novembro do ano anterior, quando o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, anunciou a decisão política da transferência da Autoridade Nacional do Medicamento de Lisboa para o Porto.

Na mesma sessão ficou também a saber-se através de António Fonseca, presidente da União de Freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória, que os ATL geridos pela junta já não vão encerrar no próximo ano letivo, "graças ao entendimento estabelecido com a Câmara do Porto".

No período antes da ordem do dia foram ainda aprovados por unanimidade dois votos de pesar. Lembrou-se o falecimento do engenheiro Amândio Secca, presidente da Cooperativa Árvore, um "homem bom" que deixou uma marca indelével na cultura, com um "relevante percurso cívico e político" no país. E não se esqueceu o falecimento do líder histórico da Sogrape, Fernando Guedes, um verdadeiro "gentleman", que valorizava sobretudo a ética e o capital humano, e que deixa como legado a maior empresa de vinhos de Portugal, presente nos cinco continentes.



Publicado por Tovi às 23:11
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Sexta-feira, 22 de Junho de 2018
O lixo na cidade do Porto

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 (JN de 21Jun2018)

Tenho que reconhecer que algo está a funcionar mal na recolha do lixo na cidade do Porto, mas também é verdade que por cá há muitos BADALHOCOS.



Publicado por Tovi às 15:24
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Terça-feira, 19 de Junho de 2018
Direito à Habitação

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Os partidos com assento no Parlamento e que apoiam este Governo esquecem-se deste problema... e depois vêm para a Assembleia Municipal do Porto pedir medidas urgentes.

 

Empreendedorismo sim, mas há limites... e aquele inquilino de um apartamento de um bairro social do Porto que o transformou em alojamento local é mais vigarice que uma atitude empreendedora.
Foi despejado... e muito bem.



Publicado por Tovi às 11:15
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Terça-feira, 12 de Junho de 2018
O acordo entre Kim Jong-un e Donald Trump

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É um pequeno passo... mas é um passo em frente para a paz na região.

 

 

Declaração conjunta do Presidente Donald J. Trump dos Estados Unidos da América e do Presidente Kim Jong-un da República Popular Democrática da Coreia na cimeira de Singapura.

O Presidente Donald J. Trump dos Estados Unidos da América e o Presidente Kim Jong-un da comissão dos assuntos de Estado da República Popular Democrática da Coreia tiveram uma primeira, histórica cimeira em Singapura no dia 12 de junho de 2018.
O Presidente Trump e o Presidente Kim Jong-un tiveram uma troca de opiniões abrangente, profunda e sincera nos temas relacionados com o estabelecimento das novas relações dos EUA-DPRK e na criação de um regime duradouro, robusto e pacífico na península da Coreia. O Presidente Trump comprometeu-se a dar garantias de segurança à DPRK e o Presidente Kim Jong-un reafirmou o seu firme e inabalável compromisso para com a completa desnuclearização da península da Coreia.
Convencidos de que o estabelecimento das novas relações entre EUA-DPRK vão contribuir para a paz e prosperidade da península da Coreia e do mundo e reconhecendo que a construção de confiança mútua pode promover a desnuclearização da península da Coreia, o Presidente Trump e o Presidente Kim Jong-un declaram o seguinte:
Ponto 1: Os Estados Unidos e a República Popular Democrática da Coreia para estabelecer novas relações entre EUA-RPDC de acordo com o desejo de paz e prosperidade dos povos dos dois países.
Ponto 2: Os Estados Unidos e a República Popular Democrática da Coreia vão unir esforços para construir um regime duradouro, estável e pacífico na península da Coreia.
Ponto 3: Reafirmando a declaração de Panmunjon de 27 de abril de 2018, a Coreia do Norte compromete-se a trabalhar em direção a desnuclearização completa da península da Coreia.
Ponto 4: Os Estados Unidos e a República Popular Democrática da Coreia comprometem-se a recuperar os prisioneiros de guerra/desaparecidos em combate que restam, incluindo a repatriação imediata daqueles já identificados.
Tendo reconhecido que a cimeira EUA-DPRK — a primeira na História — foi um evento épico de grande significância para ultrapassar décadas de tensões e hostilidades entre os dois países e para a abertura de um novo futuro, o Presidente Trump e o Presidente Kim Jong-un comprometem-se a implementar o estipulado nesta declaração conjunta completamente e de forma expedita. Os Estados Unidos e a DPRK comprometem-se a realizar negociações de follow-up, lideradas pelo secretário de Estado Mike Pompeo e um alto responsável norte-coreano, o mais rápido possível para implementar o resultado da cimeira EUA-DPRK.
O Presidente Donald J. Trump dos Estados Unidos da América e o Presidente Kim Jong-un da comissão dos assuntos de Estado da República Popular Democrática da Coreia comprometeram-se a colaborar no sentido de desenvolver novas relações EUA-DPRK e pela promoção da paz, prosperidade e segurança da península da Coreia e do mundo.



Publicado por Tovi às 12:00
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2018
Rendas altas no Porto

O Terreiro do Paço nada faz… como sempre.

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(Notícia do JN aqui)



Publicado por Tovi às 10:10
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