"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 1 de Janeiro de 2020
Passagem de Ano… no Porto

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No Porto, na Avenida dos Aliados, alguns minutos antes de terminar o ano de 2019, o músico Tiago Nacarato parou de cantar e a multidão preparou-se para descobrir a surpresa que a cidade aguardava e que apareceu projetada no edifício da Câmara: uma criação em videomapping cuja beleza indescritível só se compreende assistindo ao vídeo. Nele pode também rever a contagem decrescente que fez o Porto entrar no novo ano e a tradicional mas cada vez mais espetacular criação pirotécnica com que, ao longo de 16 minutos, a cidade deu as boas-vindas a 2020. Não foram 2.020, mas 18.965 disparos pirotécnicos acompanhados pela música dos AC/DC, Xutos & Pontapés e outros, que fizeram vibrar a Avenida dos Aliados e os milhares de pessoas que ali foram fazer a festa.

 

   Uma categoria...!
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Fui à Avenida dos Aliados ver o concerto da Banda Sinfónica Portuguesa. E curioso foi quando tocaram as valsas de Strauss. Muitos estrangeiros pousaram as mochilas no chão e era vê-los a dançarem a valsa. As festas de fim-de-ano no Porto são lindas de morrer.
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Publicado por Tovi às 09:59
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Sábado, 28 de Dezembro de 2019
Estamos no bom caminho... sem dúvida

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Publicado por Tovi às 11:20
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Sexta-feira, 27 de Dezembro de 2019
Muito jeitosa esta malta

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  Notícia no JN



Publicado por Tovi às 13:57
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Terça-feira, 24 de Dezembro de 2019
Incêndio no antigo Hospital Maria Pia

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Pelas 6h45 de hoje os Sapadores Bombeiros do Porto foram alertados para um incêndio no edifício do antigo Hospital Pediátrico Maria Pia, na rua da Boavista, no Porto. As chamas consumiram durante cerca de duas horas o edifício hospitalar, desativado desde 2012 e que é propriedade da Associação do Hospital de Crianças Maria Pia.

 

  Comentários no Facebook

David Ribeiro - O antigo hospital está desativado, mas não está "desocupado"... "if you know what i mean".

João Correia da Silva - É assim que o Estado cuida do nosso património. Será que o edifício não podia ser convertido num hospital de cuidados continuados ou numa residência para idosos? Fica mais barato abandonar e daqui a alguns anos vender ao desbarato.

David Ribeiro - Caríssimo João Correia da Silva... este edifício não é do Estado, mas sim de uma empresa privada - Associação do Hospital de Crianças Maria Pia - personalidade jurídica proprietária do Hospital, que o fundou, erigiu e administrou até Março de 1975, e que mantém um contencioso jurídico contra o Estado Português e Centro Hospitalar do Porto, em virtude de considerar que é credora de uma entrega deste edifício totalmente adaptado ao uso hospitalar.



Publicado por Tovi às 09:56
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Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2019
Cheias na Ribeira do Porto

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Na madrugada de hoje a zona de Miragaia viveu mais uma vez uma cheia do Douro… mas com a serenidade e o profissionalismo de todos, tudo foi calmo.

 

   11h30 de hoje

Depressão ELSA - Dois mortos, um desaparecido, 70 desalojados; Douro a transbordar margens no Porto e em Gaia; Rio Tâmega já subiu mais de três metros em Chaves; Estradas cortadas em Coimbra; Mais de 6200 ocorrências foram registadas em Portugal continental na sequência do mau tempo, que deverá piorar à tarde.

   15h00 de hoje

Subiu para o nível vermelho - o mais grave - o nível de alerta de cheias no estuário do Rio Douro, onde as águas galgaram já a margem ao início da manhã desta sexta-feira. A continuação do aumento dos caudais do rio faz aumentar a previsibilidade de novas e maiores cheias a partir do fim da tarde de hoje em toda a extensão ribeirinha do Porto. Os serviços municipais de Proteção Civil estão a difundir novos avisos, na sequência da emissão de um novo comunicado operacional da Capitania do Porto do Douro que dá conta de preocupações acrescidas quanto a nova subida do nível das águas e consequente alagamento de mais zonas do que as afetadas durante a preia-mar desta manhã.

   18h00 de hoje

A Linha do Norte foi cortada às 17h20, junto à estação da Pampilhosa, Mealhada, devido à inundação das duas vias, levando à suspensão da circulação entre Mealhada Norte e Souselas, no concelho de Coimbra, afirmou à agência Lusa fonte da IP. Seguiu-se um segundo corte, às 17h38, na mesma linha, devido à queda de uma árvore sobre a catenária (sistema de distribuição e alimentação elétrica aéreo), com circulação cortada em ambas as vias entre Oliveira do Bairro e Mogofores, concelho de Anadia.



Publicado por Tovi às 11:01
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Terça-feira, 17 de Dezembro de 2019
Programa de habitação "1.º Direito"

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Aprovado na sessão de ontem da Assembleia Municipal do Porto, com dois votos contra do BE, 19 abstenções do PS, PSD, CDU e PAN, e restantes votos do Movimento de Rui Moreira a favor.


Rui Moreira afirmou que este instrumento "sendo insuficiente, é apesar de tudo útil" e deixou a certeza de que o Município vai prosseguir com a sua política de habitação, com um leque de respostas mais diversificadas e um investimento consideravelmente superior àquele que o Governo se propõe fazer com este programa.

  Pedro Baptista no Facebook

Assim ocorreu, efetivamente. Penso que é preciso insistir e mostrar a todos os eleitores o absurdo que é elegerem-se pessoas para a Assembleia Municipal do Porto que não fazem mais do que servir o governo de Lisboa nas suas atitudes ignóbeis de uso indevido e centralista das receitas que extorquem aos portugueses através de impostos cada vez mais injustificados. Tudo isso a coberto de terem sido eleitos em listas da partidocracia, e sempre a pensarem virem a ser recompensados, pelo poder central, com uma carreira política, por serem meninos bem-comportados.



Publicado por Tovi às 11:50
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Terça-feira, 10 de Dezembro de 2019
Reconversão do antigo Matadouro… será desta?

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O Presidente da República promulgou recentemente "um decreto em que esclarece, até relativamente aos assuntos que estão em Tribunal de Contas, que a Lei das Parcerias Público-Privadas (PPP) não se aplica às autarquias". Aquele tribunal chumbou o projeto de reconversão do antigo Matadouro, argumentando que o modelo se baseava numa PPP. Com este Decreto-Lei, assinado por Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da Câmara do Porto crê que "o assunto está ultrapassado". O Município do Porto está há dez meses à espera que o Tribunal de Contas (TdC) avalie o recurso que teve apenas dez dias para apresentar. Mas agora, com a promulgação do Presidente da República, o caso muda de figura. Uma vez que o TdC sustentava que o modelo apresentado pela Câmara do Porto se enquadrava no regime jurídico das PPP, essa questão fica liminarmente resolvida. O Tribunal de Contas tem de se conformar com esse Decreto de Lei. Quando o Município ficou a saber da recusa do visto do Tribunal de Contas, no último dia em que vencia o prazo para este órgão comunicar a sua decisão (após seis meses o contrato ter dado entrada para apreciação), o presidente da Câmara do Porto assinalou o "invulgar consenso" político e da cidade em torno de um projeto que precedeu um concurso público internacional, com um júri presidido por Elísio Summavielle, que foi Secretário de Estado da Cultura e Diretor-Geral da Cultura. A empresa Mota Engil - uma empresa portuguesa, do Porto, com assinalável currículo - foi a vencedora desse concurso público internacional - e pretende investir cerca de 40 milhões de euros, com um projeto do arquiteto japonês Kengo Kuma, que trabalhou num conceito com um gabinete de arquitetos português com origens na extraordinária escola de arquitetura do Porto.



Publicado por Tovi às 14:34
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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2019
Hooligans no Porto

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Nestas duas últimas noites tem havido “porrada de criar bicho” na Baixa do Porto entre adeptos ingleses e belgas, do Wolverhampton e do Standard Liège, clubes que vão hoje jogar respetivamente contra o Sporting de Braga e Vitória de Guimarães. E a polícia chegou tarde… o que não é admissível.

 

  Comunicado do Presidente da Câmara do Porto

O Presidente da Câmara do Porto transmitiu hoje ao Comando Metropolitano do Porto da PSP a sua preocupação acerca dos desacatos provocados por adeptos estrangeiros de futebol, respeitantes aos vários encontros que acontecem por estes dias no âmbito das competições europeias de futebol no Norte de Portugal. Rui Moreira escreveu também ao Ministro da Administração Interna (MAI) sobre o assunto. …/… O presidente da autarquia considera inaceitável e muito preocupante que o Ministério da Administração Interna tenha perdido a capacidade de intervir na manutenção da ordem pública no País. Os alertas de Rui Moreira têm sido recorrentes quanto à perceção da falta de segurança pública na cidade, que é uma competência exclusiva da PSP, tutelada pelo Governo, e à qual a Polícia Municipal não se pode substituir, a menos que por requerimento da PSP em situações que o justifiquem e ao abrigo do DL 13/2017 de 26 de janeiro, no seu artigo 6º., o que nunca aconteceu. …/… Segundo números oficiais, o Comando Metropolitano do Porto perdeu desde 2011 cerca de 12% do seu efetivo, estando prevista a sua contínua diminuição por falta de formação de novos agentes no país. Os alertas e pedidos de reforço de meios na Área Metropolitana do Porto não resultaram, até hoje, em qualquer ação visível por parte do Ministério da Administração Interna, que invoca estudos indicando a diminuição da criminalidade no país para não aceitar investir na sua segurança. A Câmara do Porto, mesmo não tendo competências na matéria, tem procurado oferecer à PSP os meios de que necessita e o Governo não lhe fornece, tendo já aprovado a doação de carros àquela polícia, tendo também reforçado as competências municipais em matéria de trânsito para libertar a PSP para ações de segurança pública, investido no Centro de Gestão Integrada e na colocação na cidade de cerca de 140 câmaras de vigilância à disposição do MAI e tendo-se também disponibilizado para pagar policiamento gratificado nas zonas críticas. Face à incapacidade ou falta de vontade política do Ministério da Administração Interna para encarar de frente o problema e assumir que terá de aumentar o investimento nesta área fundamental de um Estado de Direito, que significa a segurança pública, o presidente da Câmara do Porto escreveu hoje uma carta ao Ministro da Administração Interna, a quem, desta forma, e mais uma vez, apresenta uma clara e veemente reivindicação de mais meios, melhor enquadramento legal e que o Governo abandone o negacionismo em que caiu sobre esta matéria.

  Resposta do MAI

O Ministério da Administração Interna (MAI) emitiu, ao início da noite de quinta-feira, uma nota onde 'responde' ao comunicado divulgado no mesmo dia de manhã pela Câmara do Porto sobre o pedido de reforço dos meios da PSP na sequência de desacatos provocados por adeptos de futebol, instando o MAI a abandonar "o negacionismo em que caiu". "O tema da segurança no município do Porto tem vindo a ser acompanhado pelo Ministério da Administração Interna, em articulação com o presidente da Câmara Municipal do Porto", começa por referir a nota do ministério tutelado por Eduardo Cabrita, acrescentando que "condena todos os incidentes verificados em contextos de eventos desportivos, ou em quaisquer outros, que impliquem perturbação da ordem pública." Sobre os desacatos ocorridos, refere o MAI que "importa realçar que, para o acompanhamento das claques no âmbito dos jogos da Liga Europa, que se realizam em Braga e Guimarães, o Comando Metropolitano do Porto mobilizou o efetivo e as unidades policiais que considerou adequadas", sublinhando que sequência desses incidentes "foram detidas e/ou identificadas 16 pessoas". O esclarecimento prossegue garantindo que "só para a Área Metropolitana do Porto" estão previstos "cerca de 20 milhões de euros de investimento para a construção e requalificação de infraestruturas da PSP." Já para o concelho do Porto em concreto, o Ministério afirma que "estão previstas novas instalações para a PSP, que serão transferidas da Bela Vista para o Viso" sendo que está também contemplada "a transferência dos Núcleos de Logística e de Formação da PSP, bem como a instalação de toda a Divisão de Trânsito (atualmente dispersa por dois edifícios)". "No total, este projeto envolve a colocação de 420 polícias nas futuras instalações da PSP no Viso – o que traduzirá uma maior rentabilização operacional dos efetivos, por deixarem de estar dispersos por diferentes espaços como agora sucede", explica-se. O "forte investimento" passa ainda por viaturas e "para a Área Metropolitana do Porto a Lei de Programação permitiu já a entrega de 52". Já quanto a efetivos, o Ministério recorda que "está atualmente a decorrer a formação de 600 novos agentes para a PSP".



Publicado por Tovi às 09:22
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Terça-feira, 26 de Novembro de 2019
Cidadãos em situação de sem-abrigo

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O Executivo Municipal aprovou ontem uma recomendação de Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, em que incita o Governo à operacionalização da estratégia e de um programa nacional financiado pelo Orçamento de Estado, de combate ao fenómeno da existência de cidadãos sem-abrigo. A mesma proposta assinala que é necessário a Área Metropolitana do Porto (AMP) realizar o levantamento da situação vivida nos municípios que a compõem, de forma a analisar as respetivas migrações, comprometendo as autarquias a desenvolver programas semelhantes aos já existentes no Porto, especialmente aquelas de onde provêm os cidadãos identificados no estudo. Neste domínio a Câmara do Porto já investe por ano cerca de 1 milhão de euros do seu orçamento, implementando um inovador programa - Centro de Acolhimento Temporário de Joaquim Urbano.



Publicado por Tovi às 11:09
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Sábado, 16 de Novembro de 2019
Sem-abrigo no Porto

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   JN de hoje

Quando o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitar o Porto, na primeira semana de dezembro para, como ele costuma dizer, "medir o pulso" à forma como a cidade tem tratado a questão das pessoas em situação de sem-abrigo, vai encontrar uma estratégia no terreno bem diferente da que conheceu há um ano, mas também muitas críticas da parte dos responsáveis autárquicos.

   Na capa do JN de hoje

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   Comentários no Facebook

Rui Moreira - O trabalho pelos cidadãos que não têm abrigo não pode ser uma tarefa isolada do Porto. Os municípios da Área Metropolitana que não o estão a fazer e o Estado, que nada investe, têm que ser chamados a responder ao desafio. Senão, será uma tarefa sem fim, que atrai cidadãos de todos os municípios e países e que o Porto não pode resolver sozinho.

Mario Ferreira Dos Reis - Quando era +/- jovem, tive uma situação caricata na minha vida, no meu retorno de ferias em França, fui abusivamente multado por uma brigada da malfadada, guarda Civil que disse que eu tinha cometido uma infracção que não cometi, em Navarra, Estella. Que vim de um acesso da estrada e virei à esquerda calcando uma linha continua e desobedecendo a um sinal de proibição de virar à esquerda. Eu estava sozinho e de nada me valeu o meu protesto. Teria que pagar 52000 pesetas ou o carro ficaria apreendido. Telefonei ao consulado que nada resolve e ao banco pois nem sabia se tinha dinheiro que chegasse para o efeito. Até que resolvesse não iria sair de lá portanto procurei onde podia dormir da forma mais barata, indicaram-me um albergue mas estava cheio, até que fui parar a um serviço camarário social que sem perguntas nem explicações me deram umas senhas... o que faziam de forma automática com todos os que se apresentavam. Uma das senhas era para dormir num mosteiro. Só depois de inquirir outro que estava de mochila é que me apercebi que aquilo era como os municípios em Espanha lidavam com os sem abrigo na altura. Davam umas senhas de refeição e uma dormida numa IPSS, em que no meu caso foi num Mosteiro, numa camarata, onde me deram uma refeição quente e a obrigatoriedade de tomar um duche. A parte com piada é que davam um bilhete de comboio para outro local de Espanha, no meu caso para Fuentes de Honoro... A solução para os sem abrigo era darem uma dormida e upa, vai para outro lado. Eu que estava a achar piada a situação la fui dormir e comer de borla, de mal o menos. No dia a seguir, la fui outra vez à assistência social municipal para ver como poderia resolver a situação e se haveria algum modo de telefonarem para o banco, pois os bancos na altura, e agora, deixam de autorizar levantamentos Bancários com multibanco sem aviso. No meu caso como tinha andado todas as ferias a fazer levantamentos, eles acharam que eu estava a fazer movimentos a mais! Depois das explicações por telefone lá consegui levantar dinheiro e solucionei o problema. Mas resumindo a solução na altura ali em Espanha era empurrar os sem abrigo para outro lado!

David Ribeiro - Recentemente ouvi dizer que a Polícia Municipal de Matosinhos diz aos sem-abrigo: Vão para o Porto que lá têm tudo.

Mario Ferreira Dos Reis - Tal como esta explicado, os sem abrigo são um problema complicado, pois de repente quem resolve o problema vai apanhar com os que não resolveram o problema.


Publicado por Tovi às 16:47
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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019
Continental no Porto... boa notícia

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A cidade do Porto voltou a ser escolhida para investimento de uma empresa estrangeira. Desta vez, foi o grupo alemão Continental, do setor dos pneus, que decidiu criar aqui o centro de desenvolvimento de tecnologias CES - Continental Engineering Services e continuar a expandir a sua atividade a outros negócios além dos pneus. O centro a instalar no Porto "poderá empregar cerca de 300 engenheiros", avança o jornal Negócios, com base num comunicado da Continental, que pretende desenvolver na cidade novos produtos, serviços de integração e consultoria.



Publicado por Tovi às 22:46
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Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019
El Corte Inglés na Boavista

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Na sessão de hoje à noite da Assembleia Municipal foi mais uma vez afirmado por Rui Moreira que o executivo camarário do Porto fará uma análise profunda e LEGAL – de acordo com o PDM de 2006 em vigor - do PIP (Pedido de Informação Prévia) apresentado pelo El Corte Inglés para uma futura construção nos terrenos da antiga estação de comboios da Boavista. Uma notícia hoje à tarde publicada pela Lusa não correspondia inteiramente à verdade do que foi dito na reunião de Câmara, como Rui Moreira deu a conhecer na Assembleia Municipal. O El Corte Inglés tem todo o direito de construir no terreno em causa, obviamente cumprindo tudo o que está determinado no PDM em vigor e é isto que está em analise pelos serviços camarários.

 

O presidente da Câmara do Porto interveio na última sessão da Assembleia Municipal para a esclarecer a maré de notícias em torno de um eventual projeto do El Corte Inglés para o terreno próximo à Praça de Mouzinho de Albuquerque (vulgo Rotunda da Boavista), propriedade da IP - Infraestruturas de Portugal, empresa pública que estabeleceu um negócio com aquela marca comercial e terá recebido em troca um sinal de 18 milhões de euros. Rui Moreira confirma que o Município recebeu um Pedido de Informação Prévia (PIP) para o local, que está a ser analisado à luz do Plano Diretor Municipal (PDM) e alertou que tudo o que possa ser feito ao arrepio daquela que é a primeira Lei da cidade pode acarretar um custo "demasiado alto para os portuenses".
"Comigo não vai acontecer o que aconteceu no Parque da Cidade", declarou o autarca, referindo-se às pesadas indemnizações que o seu antecessor teve de pagar devido a acordos extrajudiciais estabelecidos com os proprietários de parte dos terrenos onde nasceu aquele espaço verde. Nem tão pouco se ouvirá da boca do presidente da Câmara do Porto qual a sua opinião relativamente à construção de um centro comercial junto à Rotunda da Boavista, como chegou a instar o deputado da CDU, Rui Sá, durante o debate sobre a informação trimestral, decorrido nesta segunda-feira.
"Não me compete ter sobre esta matéria uma política de gosto (...) porque, irremediavelmente, os municípios serão chamados, no futuro, a responder por erros graves cometidos no passado", constatou Rui Moreira.



Publicado por Tovi às 23:55
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Terça-feira, 29 de Outubro de 2019
Inauguração do Supermercado Mercadona

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Acabei de fazer as minhas primeiras compras numa unidade dos supermercados Mercadona, aqui mesmo ao pé de casa e que hoje foi inaugurada. Ao contrário do que diziam não achei os preços caros, mas sim perfeitamente aceitáveis para a qualidade dos produtos. Espaço generoso, atendimento e apoio ao cliente muito agradável.

A concorrência que se cuide… a Mercadona veio para abanar o sistema.

 

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Zé Regalado - O "meu" Mercadona abre daqui a umas 3 semanas. Há dias tive curiosidade e fui visitar o de Canidelo. A minha opinião é a seguinte:
1 - Corredores largos, o que permite uma melhor circulação. Na altura não era importante, porque os clientes eram poucos.
2 - Ausência de talho, na forma tradicional. Vi um operador que cortava alguma carne, que não sei de onde vinha, mas que me pareceu que eram apenas bifes.
3 - Peixaria com peixe variado e com bom aspecto. Pareceu-me a melhor secção da loja.
4 - Uma secção de cortar presunto, que me pareceu interessante.
5 - Garrafeira muito fraca. Pouca quantidade e poucas marcas.
6 - Uma secção de comida pronta, que acho que poderá valer a pena explorar.
7 - Quantos aos preços não formei opinião
Em resumo: não me pareceu nada de especial. Como vai ficar instalado numa zona onde num raio de 300 mt já existem 3 hiper, (um PD, um Intermarché e um Continente), estou curioso para ver o que vai acontecer.

Maria Ofélia - Também tenho aqui à beira um Mercadona e o que posso dizer é o seguinte, empregados e instalações impecáveis, claro! Loja propriamente dita, secção de frescos, carne, peixe, hortaliças , frutas de primeira categoria. Mercearia, vulgar. Drogaria , vulgar. Padaria , excelente. Take away , excelente. Mas aquilo que achei de diferente foi uma enorme e excelente secção de comidas prontas e embaladas.
No site deles havia muita gente a pedir que comercializassem os produtos que estavam à venda em Espanha, pois era isso que queriam. Havia pessoas de Braga, Barcelos, etc que diziam que costumavam ir a Espanha à Mercadona e tinham ido à loja da Maia e ficaram desiludidas porque não estavam lá os produtos espanhóis. E era isso que elas queriam. Produtos portugueses já elas tinham muito cá à venda.
As pessoas querem diferente, não querem mais do mesmo.
Por exemplo a secção de detergentes é pequena, mas quem quiser uma secção de detergentes grande vai ao Jumbo que só essa é capaz de ser do tamanho da loja toda da Mercadona. Uma pessoa até fica cansada só pra comprar um simples detergente pra máquina.
O que importa é que haja dinheiro para tanta oferta.

Albertino Amaral - Vou com alguma frequência à Mercadona de Matosinhos, e gosto daquele conceito de espaço amplo, mas sobretudo da frescura do peixe... Há sem dúvida algo de diferente, em relação aos espaços que muito bem conhecemos.


Publicado por Tovi às 11:01
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Segunda-feira, 28 de Outubro de 2019
Reabertura do Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota

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Estive hoje presente na Reabertura do Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota, cerimónia presidida pelo Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira. (Marcelo Rebelo de Sousa estava convidado para presidir à cerimónia mas não compareceu, pois tinha uns exames médicos a que não podia faltar).

O nome dado a esta infraestrutura portuense deu grande celeuma, uns aceitarem outros repudiarem. Vejam a declaração dos Veradores Municipais do PS e o comunicado da Câmara do Porto sobre esta matéria.

 
Declaração dos Vereadores do PS

Em 1988, sendo presidente Fernando Cabral, a Câmara Municipal do Porto decidiu de forma unânime dar o nome Rosa Mota ao Pavilhão de Desportos existente nos jardins do Palácio de Cristal. Mais tarde, no início da década seguinte, já com Fernando Gomes como presidente do Município, o Pavilhão Rosa Mota foi reabilitado para receber o Mundial de Hóquei em Patins em 1991.
Essa decisão visava homenagear e perpetuar o nome da mais distinta atleta portuense e portuguesa de todos os tempos, campeã olímpica, mundial e europeia da maratona e considerada a maior maratonista de sempre. A rápida e generalizada aceitação popular desta nova designação demonstra como Rosa Mota é querida e acarinhada pelos portugueses e, em especial, pelos portuenses.
Por isso entendemos que qualquer modificação no nome do Pavilhão Rosa Mota deve ser ponderada com cuidado e rigor.
Ao contrário, a proposta que hoje aqui nos é apresentada carece de fundamentação adequada.
O único motivo apresentado para a mudança de nome é a vontade manifestada pelo concessionário. O que nos é proposto é que a Câmara Municipal do Porto aceda sem maior ponderação a esse pedido, que tem motivações exclusivamente comerciais.
Há, no entanto, bons motivos para refletir.
Será vantajoso para a Cidade associar ao nome do Pavilhão Rosa Mota uma marca comercial de uma bebida alcoólica? Será que isso contribui para o prestígio de um equipamento público onde se pretendem realizar iniciativas desportivas, culturais e congressos? Não seria útil aferir do impacto dessa alteração auscultando as instituições vocacionadas para a promoção turística, para a promoção de congressos e mesmo a população?
Não se ignora que a marca Super Bock é a designação atualmente adotada pelo grupo económico que produz a cerveja que ostenta esse nome. Mas, a verdade, é que é com essa bebida que o nome é identificado e não com a empresa no seu conjunto.
Outra questão diz respeito à vantagem económica desta mudança. Fará sentido que, realizado o concurso público para a reabilitação e exploração do Pavilhão Rosa Mota com determinados condicionalismos, seja agora permitida uma vantagem financeira adicional ao concessionário? Será justo que, com esta alteração, lucre apenas o concessionário e a Câmara Municipal do Porto, isto é, o conjunto da cidade, fique de fora?
Por último, a proposta que nos é apresentada omite qual será a aparência da futura designação, se esta alteração for aprovada. Há boas razões para temer que a designação Pavilhão Rosa Mota venha a ser abandonada em favor da valorização da marca comercial.
Parece-nos por isso avisado que esta proposta seja retirada, de modo a permitir a reflexão que propomos e a encontrar respostas para as questões que levantamos. Se assim não for, em defesa do Porto, dos valores autênticos desta Cidade que não aceitamos mercantilizar, só nos resta votar contra.

 
COMUNICADO DA CMP: Pavilhão Rosa Mota mantém nome e abre reabilitado
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Tendo por base notícias postas a circular por pessoas próximas à atleta Rosa Mota, a comunicação social questionou a Câmara do Porto sobre o nome do Pavilhão Rosa Mota que amanhã (28out2019) reabrirá ao público reabilitado. Impõe-se esclarecer e repor a verdade factual.
Em primeiro lugar, o executivo de Rui Moreira, quando há seis anos tomou posse, em acordo com o PS, encontrou um pavilhão em pré-ruína e praticamente inutilizado pela degradação e falta de manutenção.
Embora batizado com o nome da atleta, não tinha qualquer inscrição do seu nome nem na fachada nem em nenhum local visível. Nunca teve, aliás.
Foi então lançado um concurso público internacional que permitiu concessioná-lo e devolvê-lo ao uso da cidade, como centro de congresso e pavilhão Multiusos.
O investimento foi totalmente suportado por privados, que encontraram a forma de financiamento adequada. Pediram, esses mesmos privados, para mudar o nome ao equipamento, o que foi recusado pelo presidente da Câmara. Foi, contudo, admitido que pudessem colocar um patrocinador, que ajudasse a suportar os elevados custos de reabilitação, conforme aprovado em reunião de executivo e conforme o previsto no caderno de encargos.
Nesse processo, ficou assegurado que ninguém poderia retirar o nome da atleta da designação formal, mas que também no uso comercial o seu nome teria sempre que estar presente.
Estes dados foram fornecidos à atleta, que com eles concordou e se congratulou há mais de um ano.
Soube a Câmara do Porto que, posteriormente, a atleta e o seu representante terão entrado em negociações com o patrocinador e em conversações com o concessionário. Desconhecemos o que estava em jogo, o que negociaram as partes e que tipo de contrapartidas incluía tal negociação, tentada à margem do processo público de concessão. Não fomos pela atleta ou pelo seu representante convidados a participar em tais reuniões.
A Câmara do Porto garantiu que o nome da atleta vai ficar não apenas na designação formal e comercial como ficará, pela primeira vez, inscrito sobre a entrada principal do pavilhão e também em vários locais do seu interior. Tal nunca tinha sido possível.
A Câmara do Porto considera que o nome da atleta está mais do que nunca protegido, não compreendendo que alguém se possa considerar mais respeitado dando nome a um edifico em pré-ruína e sem uso, do que num moderno centro de congressos onde a sua designação está claramente inscrita. E não tem preconceitos quanto à existência de patrocinadores comerciais que, como noutros equipamentos semelhantes noutras cidades, ajudam à concretização de objetivos de interesse público não onerando os impostos dos cidadãos.
NOTA: foram postas a circular falsas imagens onde o nome da atleta não estava inscrito na fachada do edifício. Ora, o nome da atleta nunca esteve, desde que passou a batizar o pavilhão em 1991, inscrito no edifício. Ao contrário, como se vê na imagem, desde ontem que está inscrito, pela primeira vez. O projeto jornalístico Polígrafo, já o demonstrou, de resto.


Rui Moreira dixit

O Pavilhão Rosa Mota já está de novo ao serviço de uma cidade que não tinha um espaço multiusos que pudesse receber grandes congressos, exposições, concertos e eventos desportivos. Foi reconstruído com o investimento privado que o explora mas que também o disponibiliza ao Município. Ao contrário do que foi escrito e dito, a toponímia não mudou. Respeitámos o nome da minha amiga Rosa Mota e ainda fizemos algo que - desde que em 1991 aceitou batizar o então "pavilhão dos desportos" - nunca tinha acontecido. O seu nome passou a estar agora inscrito na fachada e pela primeira vez. E não tenham problemas com "bebidas alcoólicas". Quando o Porto era uma cidade quase desconhecida, foi o Vinho do Porto que a promoveu. Não acredito que o nome da atleta fosse mais respeitado com um pavilhão em ruína, sem uso e sem o seu nome lá escrito, do que agora que empresas portuguesas e do Porto nele decidiram investir muitos milhões e modernizar. Mas o tempo, nestas coisas, é o melhor conselheiro.

 
Digo eu... para terminar a polémica

A Rosa Mota não esteve presente, mas o auditório estava cheio. Na foto pode-se ver que eu estive lá... e nestas coisas só conta quem lá está.
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Sábado, 26 de Outubro de 2019
Conversa à Porto - Que Porto queremos até 2025?

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Ontem ao fim da tarde, no Teatro do Bolhão, tivemos “Conversa à Porto - Que Porto queremos até 2025?”, com sala completamente cheia… e no final conhecemos a visão que Rui Moreira tem para o futuro da cidade. O Porto e os Portuenses têm futuro… um bom futuro.

Foram oradores  a Reitora da Universidade Lusófona, Isabel Babo, o Professor Catedrático e Presidente do Conselho de Administração do INESC TEC, José Mendonça, e o administrador da Sonae e Professor Universitário, Luís Reis.




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