"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 10 de Dezembro de 2019
Reconversão do antigo Matadouro… será desta?

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O Presidente da República promulgou recentemente "um decreto em que esclarece, até relativamente aos assuntos que estão em Tribunal de Contas, que a Lei das Parcerias Público-Privadas (PPP) não se aplica às autarquias". Aquele tribunal chumbou o projeto de reconversão do antigo Matadouro, argumentando que o modelo se baseava numa PPP. Com este Decreto-Lei, assinado por Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da Câmara do Porto crê que "o assunto está ultrapassado". O Município do Porto está há dez meses à espera que o Tribunal de Contas (TdC) avalie o recurso que teve apenas dez dias para apresentar. Mas agora, com a promulgação do Presidente da República, o caso muda de figura. Uma vez que o TdC sustentava que o modelo apresentado pela Câmara do Porto se enquadrava no regime jurídico das PPP, essa questão fica liminarmente resolvida. O Tribunal de Contas tem de se conformar com esse Decreto de Lei. Quando o Município ficou a saber da recusa do visto do Tribunal de Contas, no último dia em que vencia o prazo para este órgão comunicar a sua decisão (após seis meses o contrato ter dado entrada para apreciação), o presidente da Câmara do Porto assinalou o "invulgar consenso" político e da cidade em torno de um projeto que precedeu um concurso público internacional, com um júri presidido por Elísio Summavielle, que foi Secretário de Estado da Cultura e Diretor-Geral da Cultura. A empresa Mota Engil - uma empresa portuguesa, do Porto, com assinalável currículo - foi a vencedora desse concurso público internacional - e pretende investir cerca de 40 milhões de euros, com um projeto do arquiteto japonês Kengo Kuma, que trabalhou num conceito com um gabinete de arquitetos português com origens na extraordinária escola de arquitetura do Porto.



Publicado por Tovi às 14:34
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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017
Grande puxão de orelhas ao Governo de Costa

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Marcelo Rebelo de Sousa não me encanta, pois não me esqueço que foi ele, juntamente com o Guterres, quem “matou” a Regionalização, mas o puxão de orelhas que acaba de dar ao Governo de António Costa foi bem dado.

 

   A não esquecer:

i) "A fragilidade existe e atinge os poderes públicos" …/… "Esta é a última oportunidade para levarmos a sério a floresta".

ii) "Se há na AR há quem questione a capacidade do Governo, que a Assembleia clarifique se quer manter ou não o governo".

iii) "…a pensar no médio ou longo prazo não significa convivermos com estas tragédias" …/… “Onde existe fragilidade, ela terá de deixar de existir".

 

  Comentários no Facebook

«Jorge Veiga» - Gostei muito do discurso de Marcelo. Diz muitas coisas de frente, olhos nos olhos, diz muitas coisas nas entrelinhas.

«Carla Afonso Leitão» - Sendo esta "última oportunidade" que o PR dá ao governo, quanto será preciso, quantos mais mortos e terra queimada para tomar a sua decisão que ficou latente e, pasme-se, e bem, por sinal, remete para o parlamento, para a casa da democracia, fazendo-se valer do regime par(lamentar), a decisão de manter, ou não a confiança no actual governo. Mais uma vez, Cristas, "ganha" pela oportunidade, não pela pertinência com base moral (contextualizando, Decreto-Lei nº 96/2013, de 19 de Julho ou "Lei do Eucalipto Livre"), a moção de censura, à falta de qualquer mudança no governo, vai encostar o BE e a CDU a um impasse. Mas, vamos ser sérios, não é a Cristas, ou a Catarina, ou o Jerónimo que têm o Campo como prioridade, a primeira dá prioridade ao domínio da fé no seu deus, os segundos, ao domínio das exigências salariais do estado, o Centeno tem a margem que sabe que nem essa nos pertence. O Costa ainda não pediu desculpas e nem o vai fazer porque é um bilderberger, não responde ao povo, responde ao seu amo, o grupo.

«Rodrigues Pereira» - Não me recordo de alguma vez ter ouvido um tão duro - e assertivo - discurso de um Presidente da República ! Marcelo foi claríssimo - muito para além das entrelinhas - na necessidade da substituição da patética Ministra da Administração Interna e do seu balofo Secretário de Estado. Apenas faltou dizer os nomes ... Perante isto, creio que não resta a António Costa senão uma de duas alternativas: ou a demissão imediata da Senhora Ministra, ou a sua própria demisão. O que não significaria, necessariamente, que não conseguisse voltar a colocar a "Geringonça" em pé. Mas com o discurso de ontem e a sua proverbial casmurrice, creio que terá deitado borda-fora a tal maioria absoluta que parecia garantida ... Aguardemos os próximos episódios. E - já agora - para aqueles que se fartam de gozar a proximidade humana do PR, as suas selfies e a proximidade cidadã, comparando-o a uma espécie de "palhaço bonacheirão", ora façam lá o favor de enfiar o barrete !

«Rui Moreira»Para que nos serve o Estado? Como nos podemos defender, quando o Estado que tem o monopólio da força nos falha? Como entender as prioridades de um País cuja administração cresce sucessivamente, carregando o seu peso num retalho cada vez mais pequeno? Quando a governação depende dessa administração que deveria comandar? Quando se inverteu a ordem natural da hierarquia democrática? Como avaliar as prioridades nacionais? Como se pode falar sempre e obsessivamente de direitos adquiridos quando não se defendem os direitos primários e inatos? Como tolerar tudo isto? Como acreditar no futuro? Como esquecer o que se viu? E o que, a propósito, se ouviu e não se ouviu? Sim, as palavras do Presidente transmitem-nos muita e muita caridade. Teria tocado no coração de todos, e não apenas em todos aqueles que estão feridos, despojados, órfãos, atónitos, tristes, zangados, se não se desse o caso de os outros, muitos e muitos outros, não estarem interessados em mudar nada, nada, nada. Está em causa a coesão de Portugal. Porque já não há um estado uno. Há um estado exíguo, entrincheirado. Há um pseudo-estado, sem soberania, sem territorialidade. Para que nos serve essa impostura, quando a Nação se sente abandonada? São estes os factos. Levará tempo, é uma característica nossa, mas é inevitável que estes factos se transformem em argumentos.

«David Ribeiro» - É ensurdecedor o silêncio da estrutura do PS-Porto (e do PSD portuense também nada se ouve) sobre a desgraça que nos atingiu neste último fim-de-semana… como já não bastasse o que aconteceu em Pedrógão Grande, devem andar à procura de um raio caído numa árvore ou de um tolinho qualquer que tenha ateado os fogos. Temo eu é que estejam mais uma vez à espera de saber quem serão os novos ministro e secretários de estado para depois virem dizer que “agora é que vai ser”.

 

   9h20 de 18Out2017

Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, apresenta demissão. António Costa aceita.

CARTA DE DEMISSÃO DA MINISTRA DA ADMNISTRAÇÃO INTERNA
Logo a seguir à tragédia de Pedrógão Grande pedi, insistentemente, que me libertasse das minhas funções e dei-lhe tempo para encontrar quem me substituísse, razão pela qual não pedi, formal e publicamente, a minha demissão. Fi-lo por uma questão de lealdade.
Pediu-me para me manter em funções, sempre com o argumento que não podemos ir pelo caminho mais fácil, mas sim enfrentar as adversidades, bem como para preparar a reforma do modelo de prevenção e combate a incêndios florestais, conforme viesse a ser proposto pela Comissão Técnica Independente. Manifestou-me sempre a sua confiança, o que naturalmente reconheço e revela a grandeza de caráter que sempre lhe reconheci.
Desde junho de 2017, aceitei manter-me em funções apenas com o propósito de servir o país e o Governo que lidera, a que tive a honra de pertencer.
Durante a tragédia deste fim de semana, voltei a solicitar que, logo após o seu período crítico, aceitasse a minha cessação de funções, pois apesar de esta tragédia ser fruto de múltiplos fatores, considerei que não tinha condições políticas e pessoais para continuar no exercício deste cargo, muito embora contasse com a sua confiança.
Tendo terminado o período crítico desta tragédia e estando já preparadas as propostas de medidas a discutir no Conselho de Ministros Extraordinário de dia 21 de outubro, considero que estão esgotadas todas as condições para me manter em funções, pelo que lhe apresento agora, formalmente, o meu pedido de demissão, que tem de aceitar, até para preservar a minha dignidade pessoal.



Publicado por Tovi às 07:17
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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017
Centeno vs Domingues – “histórias” da CGD

Então é assim… o que eu penso sobre esta “telenovela”:

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Centeno não me parece um mau Ministro das Finanças… Centeno até tem chegado a valores interessantes no que á política nacional diz respeito… Mas Centeno não sabe lidar com “os outros”, sejam eles oposição ou os simples e anónimos cidadãos, a quem já não restam grandes dúvidas do que aconteceu na mais recente “telenovela” da CGD. E ser sério não chega a um membro do Governo… é necessário parecê-lo. E uma outra coisa é certa: António Domingues não é "tolinho".

Já agora: Marcelo Rebelo de Sousa, ao que parece muito bem informado de tudo o que se passou, assumiu uma atitude “de Estado” o que para mim só lhe fica bem. Esperemos que no futuro e em todos as “telenovelas” que venham a aparecer, a atitude do Presidente da República seja sempre em favor do maior interesse Nacional.



Publicado por Tovi às 08:46
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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2017
Mensagem de Ano Novo do Presidente da República

Mensagem de Ano Novo do Presidente da República 1Muito Boa Noite.
Há quase dez meses, ao tomar posse, recordei a nossa vocação de sempre, que é a de sermos mais do que dez milhões que vivem num retângulo na ponta ocidental da Europa.
Somos e temos de ser uma plataforma entre culturas, civilizações e continentes, espalhados pelo mundo, capazes de criar diálogo, fazer a paz, aproximar gentes.
Para isso, defendi mais e melhor educação, maior coesão, ou seja, menores desigualdades, capacidade de nos unirmos no essencial, em clima de estabilidade social e política, responsáveis mais isentos e próximos daqueles que devem representar.
E, também, finanças públicas rigorosas, sistema bancário mais sólido e crescimento económico capaz de criar riqueza e de permitir o combate ao risco de pobreza, e mais justa repartição dos rendimentos.
O ano de 2016 chegou ao fim.
Será que conseguimos dar passos em frente no caminho pretendido?
É indesmentível que tivemos estabilidade social e política, que alcançámos um acordo sobre salário mínimo, que os dois Orçamentos do Estado mereceram, a aceitação da União Europeia, que cumprimos as nossas obrigações internacionais, que trabalhámos para reforçar o sistema bancário, que compensámos alguns dos mais atingidos pela crise, e que houve, da parte de mais responsáveis, uma proximidade em relação às pessoas, ao cidadão comum, partilhando os seus sonhos e anseios, as suas angústias e desilusões.
Quer isto dizer que demos passos – pequenos que sejam – para corrigir injustiças e criámos um clima menos tenso, menos dividido, menos negativo cá dentro e uma imagem mais confiável lá fora, afastando o espetro de crise política iminente, do fracasso financeiro, da instabilidade social que, para muitos, era inevitável.
Tudo isto foi obra nossa – nossa, de todos os Portugueses.
No entanto, ficou muito ainda por fazer.
O crescimento da nossa economia foi tardio e insuficiente. Alguns domínios sociais sofreram com os cortes financeiros. A dívida pública permanece muito elevada. O sistema de justiça continua lento e, por isso, pouco justo, a começar na garantia da transparência da política. O ambiente nos debates entre políticos foi mais dramatizado do que na sociedade em geral.
Mas, tudo visto e somado, o balanço foi positivo.
Entrámos em 2016 a temer o pior. Saímos, a acreditar que somos capazes do melhor.
Numa palavra, aumentámos o nosso amor-próprio como Nação e ganhámos fôlego na formação para um novo tempo, com a Cimeira Digital, na presença constante junto dos compatriotas que, fora do nosso território físico, pertencem ao nosso território espiritual, como no 10 de Junho, em vitórias, por natureza, raras – de que o Euro foi feliz exemplo –, na afirmação do nosso papel no mundo, com a eleição aclamatória de António Guterres para Secretário-geral das Nações Unidas.
Quando queremos, nos unimos no fundamental, e trabalhamos com competência, com método e com metas claras – somos os melhores dos melhores.
E cumprimos o nosso destino, fazendo pontes, aproximando povos, chegando onde outros não chegam.
Começa hoje um novo ano.
Neste tempo que se abre, temos de reafirmar os nossos princípios e saber o que é preciso fazer primeiro.
Os nossos princípios: acreditamos nas pessoas, no respeito da sua dignidade, das suas diferenças, dos seus direitos pessoais, políticos e sociais; acreditamos na democracia; acreditamos no Estado Social; acreditamos no dever de construir a solidariedade e a paz, e de lutar contra o terrorismo, na Europa onde nascemos, na Comunidade que fala português que ajudámos a criar, no Atlântico que atravessámos, nos novos mundos onde estivemos e estamos e queremos unir cada vez mais.
À luz destes princípios, o caminho para 2017 é muito simples: não perder o que de bom houve em 2016 e corrigir o que falhou no ano passado.
Não perder estabilidade política, paz e concertação, rigor financeiro, cumprimento de compromissos externos, maior justiça social, formação aberta ao mundo, proximidade entre poder e povo.
Mas, ao mesmo tempo, completar a consolidação do sistema bancário, fomentar exportações, incentivar investimento, crescer muito mais, melhorar os sistemas sociais, mobilizar para o combate à pobreza, sobretudo infantil, e curar de uma Justiça que possa ser mais rápida e, por isso, mais justa.
2016 foi o ano da gestão do imediato, da estabilização política e da preocupação com o rigor financeiro.
2017 tem de ser o ano da gestão a prazo, e da definição e execução de uma estratégia de crescimento económico sustentado.
Aprendendo a lição de que, no essencial, tivemos sucesso quando nos unimos.
E assim será em 2017.
Ao recebermos o Papa Francisco.
Ao celebrarmos 40 anos sobre a igualdade entre mulher e homem, na família, no Código Civil.
Ao comemorar os 150 anos de abolição da pena de morte.
E, sobretudo, ao construirmos um País melhor.
Recordando, com saudade os que partiram em 2016, e foram muitos, desejo do fundo do coração as maiores venturas a todos os Portugueses, onde quer que vivam, incluindo os que se encontram em missão no estrangeiro, e também àqueles, que dos quatro cantos do mundo, chegaram e chegam à nossa terra.
Com esperança.
Com confiança.
Com Paz.
Acreditando sempre em nós próprios.
Acreditando sempre em Portugal!
Um bom 2017.



Publicado por Tovi às 13:08
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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016
Os Reis de Espanha no Porto

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Teve enorme significado político, no meu entender, a visita oficial a Portugal dos Reis de Espanha ter começado na Cidade Invicta. E isto temos que agradecer a Marcelo Rebelo de Sousa. Pode o Presidente da República ter a certeza que não esquecemos.



Publicado por Tovi às 08:06
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Segunda-feira, 11 de Julho de 2016
EURO2016 - Depois de...

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Na fase de grupos do EURO2016, logo a seguir ao jogo com a Croácia, considerei-os uma “Selecção de merda”, tal era a falta de concretização e rasgo que os nossos jogadores apresentavam. Depois, pouco a pouco, as coisas foram melhorando, sem no entanto nunca terem sido excepcionais, mas como nestas competições de futebol ganha quem consegue eliminar os outros, lá chegamos à final e derrotamos com todo o mérito os arrogantes franceses. O seleccionador Fernando Santos sempre mostrou uma confiança enorme nos seus jogadores, sendo entre os “vinte e três da camisola das quinas” o Rui Patrício, o José Fonte, o Pepe, o Raphael Guerreiro, o Éder, o Renato Sanches, o Nani, o Ricardo Quaresma e o Cristiano Ronaldo os que mais gostei de ver nos relvados deste campeonato europeu.

 

  Comentários no Facebook 

«Jorge Saraiva» >> Somos Campeões. Nous avons enrabés les français

«Pedro Baptista» >> Ganharam porque mereceram. Se não merecêssem, não ganhavam. Sorte? Só se foi a de jogar sem vedetas. Não há campeões só com azares. A propósito: a França que poderia ter merecido marcar no início, mereceu perder e bem perder, por duas razões: porque ganhou à Alemanha sem merecer e porque com a bazófia xenófoba contra Portugal não mereciam outra coisa. Satisfeito!

«Fernando Duarte» >> Retiro todo o mal que disse durante o ano sobre alguns jogadores do Sporting, principalmente sobro o Rui Felino (que alguns chamavam Rui dos frangos), e também adoro ciganos e pretos contrariamente ao que dizem as màs linguas !

«António Magalhães» >> Para que conste, sou português desde pequenino!

«Paulo Silva» >> Je Suis Eder

«Teresa Canavarro» >> A vingança serve-se fria. Fiquem lá com a vossa vichyssoise que nós Portugueses trazemos o caneco para casa. Viva Portugal!

 

  Na imprensa internacional

 «Le Monde» (França) >> Finale de l’Euro 2016: les larmes de douleur et de joie de Ronaldo - Sorti sur blessure, la capitaine portugais a finalement soulevé son premier trophée avec la Seleçao après sa victoire, dimanche, face à l’équipe de France en finale de l’Euro 2016.

«Le Soir» (Bélgica) >> Le Portugal a remporté l’Euro 2016, un vainqueur inédit pour une compétition qui ne restera pas dans les mémoires.

«The Guardian» (UK) >> Cristiano Ronaldo’s tears of sadness turn to joy on Portugal’s greatest night - The captain’s participation on the pitch ended prematurely but it was a happy ending as Fernando Santos’ ‘ugly ducklings’ broke France’s hearts.

«Marca» (Espanha) >> Las siete vidas de Portugal - Portugal hizo historia en la Eurocopa de Francia al conquistar su primer gran título. Lo hizo contra todo pronóstico, en la final ante la anfitriona Francia y sin Cristiano Ronaldo, lesionado en los primeros minutos del duelo. Pero Portugal volvió a crecerse ante las adversidades, como durante todo el torneo. Sólo ganó uno de sus siete partidos en los 90 minutos, y únicamente fue por delante en el marcador durante 75 minutos de los 720 que disputó. Pero lo cierto es que no perdió ningún partido, y nunca se dio por vencido hasta ser campeón.

«La Stampa» (Itália) >> Francia ko con il Portogallo: ed Evra esce da un’uscita secondaria - Perdere l’Europeo in casa, a Saint-Denis, è una delusione che lascia senza parole la Francia e molti dei suoi giocatori, come Paul Pogba: «Non c’è nulla da dire», taglia corto uscendo dagli spogliatoi. Solo il look è uguale alla semifinale con la Germania: zainetto color oro e occhiali verniciati dello stesso colore. Il sorriso, invece, non può che essere sparito dopo la sconfitta per 1-0 con il Portogallo. C’è pure chi non si fa vedere nella mix zone che costeggia i giornalisti, come Evra e Coman, che lasciano gli spogliatoi da un’uscita secondaria. Poca voglia di parlare.

 

   O PR saudou um a um os jogadores da seleção

"Hoje temos mais razões devido a vocês para acreditar em Portugal". Foi assim que o Presidente da República agradeceu aos 23 jogadores da seleção nacional no Palácio de Belém, recebidos ao início da tarde, vindos diretamente do aeroporto Humberto Delgado.
Repetindo a palavra "gratidão", Marcelo Rebelo de Sousa frisou a diferença do dia de hoje. "Continuamos a ter problemas económicos, políticos e sociais. O dia de hoje é, nesse sentido, igual ao de ontem. Mas não é. Há uma diferença: a diferença foi o vosso exemplo, do que é ganhar com coragem, determinação, capacidade de luta, humildade e espírito de equipa. Hoje temos mais razões devido a vocês para acreditar em Portugal", disse aos campeões da Europa.



Publicado por Tovi às 08:07
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Sexta-feira, 3 de Junho de 2016
Grande Conferência Jornal de Notícias

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Teve lugar ontem, no Mosteiro de São Bento da Vitória, no Porto, a conferência comemorativa dos 128 anos do Jornal de Notícias - Celebrar o passado e inspirar o futuro – levando a debate o tema "Descentralização - Pedra Angular da Reforma do Estado". Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, apadrinhou este evento, onde ex-governantes e estudiosos da descentralização foram convidados a debater os desafios do poder local e os caminhos para uma efectiva descentralização política e administrativa.

 

  Marcelo não morre de amores pela Regionalização

Marcelo Rebelo de Sousa tem dúvidas sobre a eleição directa do presidente das áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa – Na abertura da grande conferência JN sobre a descentralização como pedra angular da reforma do Estado, o chefe de Estado português sublinhou que entende haver um "consenso nacional" alargado em torno da eleição dos responsáveis das comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) do país, passando a ser "eleitos pelos municípios, em vez de serem nomeados pelo Estado. É um passo importante, no sentido de ir ao encontro de realidades regionais baseadas nas regiões plano", ou seja, Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve. Mas no entanto, não arrisca falar em consenso e coloca várias dúvidas em torno da eleição directa dos presidentes das áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa. "Aí é preciso que a lei seja muito clara para dizer como é que as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto se sobrepõem às CCDR do Norte e de Lisboa e Vale do Tejo. Deixam de pertencer? Que poderes é que terão? Os poderes serão repartidos ou não são? A resposta a estas questões é muito importante, não apenas para que o sistema funcione bem, mas para que não haja problemas de atrito entre os presidentes das câmaras, das CCDR e das áreas metropolitanas", sublinhou o chefe de Estado, certo de que é "importante" definir o "estatuto das áreas metropolitanas".

  Comentários no Facebook

«José Camilo» >> Ouvi com alguma atenção o seu discurso sobre a "descentralização" e rapidamente, se o conheço minimamente bem como homem esperto/inteligente, senti que ele estava a começar a colocar um provável "comboio" regionalista em movimento. Ou seja, penso que o senhor não será tão antiregionalista como poderia pensar.

«David Ribeiro» >> Mas a mim pareceu-me que ele quer é um "regionalismo" nomeado pelo Terreiro do Paço... ou seja, uma "descentralização" feita unicamente por e para centralistas.

«Jose Riobom» >> .....enfim e como sempre é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma… ainda bem que lá não fui perder tempo já que hoje ....outros valores mais altos se alevantam....

«Adao Fernando Batista Bastos» >> Marcelo é um "dois em um", uma no cravo outra na ferradura, um equilibrista que gosta de agradar a todos! Mas sem rupturas e a assunçao clara do que se pretende e/ou apoia... Senão, não, fica tudo na mesma ou pouco muda...

«Francisco Sousa Fialho» >> Não penso que esta ideia da nomeação do presidente da CCDR pelos presidentes de Câmara seja interessante. Parece- me um logro para adiar a necessária regionalização.

«Avelino Oliveira» >> ...é mouro ...só pensa no harem..

«Jovita Fonseca» >> Que esteja atento… e tome a melhor decisão!

«Joaquim Pinto da Silva» >> Esperava é que dissesse, pelo menos, os presidentes da CCDR passam a Secretários de Estado... pelo menos clarificava a quem serviam.

«Pedro Simões» >> Atente-se ao caso mais recente... da exoneracao do presidente da CCDR. Com eleicao isto nao poderia acontecer, por outro lado isto aconteceu porque o governo andou a negociar sem lhe dar cavaco (segundo ele alega) - se o governo o pode ultrapassar enao isso significa que ele nao tem poderes reais.Quem quer eleger alguem sem real poder? Nao percebo estas propostas 'consensuais'... Ainda por cima eleitos indirectamente? Isto é do genero de eleger o Presidente da Associacao Nacional de Municipios, mas a nivel regional? Querem comparar o 'sindicalista' dos municipios a um primeiro ministro. Estou a falar de forma ligeira sobre o assunto - mas à primeira vista nao percebo nada...



Publicado por Tovi às 08:37
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Sexta-feira, 8 de Abril de 2016
Conselho de Estado

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Não há memória de alguma vez um Presidente da República ter convidado para estar presente numa reunião do Conselho de Estado um estrangeiro, mesmo que esse estrangeiro seja uma figura proeminente da União Europeia. Mas foi o que fez Marcelo Rebelo de Sousa ao convidar para a primeira reunião do seu órgão consultivo o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi. Não há dúvida que Marcelo vai ser um presidente diferente.. se vai ser para melhor ou para pior só o tempo o dirá.

 

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«Carlinhos da Sé» >> O nosso Presidente ainda não perdeu a esperança de ver o amigo Ricardo Salgado ilibado de todas as acusações para o convidar como conselheiro no próximo mandato. [Emoji smile]


Publicado por Tovi às 08:02
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Sábado, 26 de Março de 2016
Podiam ter escolhido uma raça portuguesa...

...não acham?

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  Rádio Renascença

Chama-se Asa, é um pastor alemão com três meses e vai fazer companhia ao Presidente da República no Palácio de Belém. Segundo apurou a Renascença, a oferta foi feita pela Força Aérea na presença do secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrelo, e de elementos das Forças Armadas. O pastor alemão já chegou, mas Marcelo Rebelo de Sousa pediu que o levassem de volta a Ovar, até que arranjasse em Belém um espaço adequado. A chegada do Asa foi uma surpresa, mas surge depois de o chefe de Estado ter manifestado vontade de ter uma companhia canina. Fiel, disciplinado, destemido e muito meigo é a descrição das principais características de um cão pastor alemão. Além disso, é muito protector e excelente com crianças – um perfil que, segundo várias fontes contactadas pela Renascença, se adequa na perfeição à maneira de ser de Marcelo Rebelo de Sousa. Nos Estados Unidos, o Presidente, Barack Obama, também usufrui de companhia canina com os dois cães de água portugueses que vivem na Casa Branca.

 

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«Luis Gorjão Henriques» >> Podiam ter escolhido uma raça Portuguesa se ainda as tivesse. Os Fuzileiros tiveram Castro Laboreiro, Serra da Estrela e Cão de Água, e acabaram com todos. A GNR teve Fila de S. Miguel, mas penso que também já não têm. Força Aeres e Paraquedistas sempre tiveram só Pastor Alemão. Mas antigamente ainda registavam os seus exemplares no LOP e tinham afixos. Agora já nem isso fazem. [Emoji frown]

«Joao Vasco Poças» >> Acho que ficava bem um Cão do Barrocal

«Pedro Silva» >> sem duvida uma raca portuguesa seria o ideal.

«Paula Botelho» >> Pk??? Cão é cão!!!! Até podia ser um rafeiro......

«João Greno Brògueira» >> De todas as raças que já tive a Pastor Alemão é um das que me deixou mais saudades.

«David Ribeiro» >> Já cheguei a esta conclusão: De que eu gosto é de cães… cada nova raça que entre cá em casa é uma nova paixão.

«João Greno Brògueira» >> Há uma raça que não me deixou boas recordações. A S. Bernardo.

«Mario Reis» >> Eu adoro o meu rafeiro racado de podengo e grande... esta cada vez melhor com a idade

«Jorge Veiga» >> a ladrar eu não os distingo...isso não é racismo??? kkkkkkk

«Jorge Rodrigues» >> Falta de sensibilidade do Presidente ou mal informado? E porque pagamos umas forças armadas que não privilegiam as raças portuguesas??? Além de que quando precisamos delas...não estão cá ou se fazem algo é a m... que levou este país ao estado em que está....



Publicado por Tovi às 08:57
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Quarta-feira, 16 de Março de 2016
O que podemos esperar do Presidente Marcelo?

Comentário muito interessante de José Martins [@disqus_rabGByC4r9] no “Conselho de Diretores”, um programa em parceria entre o Expresso e a Rádio Renascença, sobre «O que podemos esperar do Presidente Marcelo?»

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O que se espera do Prof. Marcelo é que se redima do referendo anti-constitucional que promoveu sobre a Regionalização.
O Prof. Marcelo se quer aumentar a auto-estima dos portugueses deve exigir o cumprimento do imperativo constitucional da descentralização e ajudar a combater o centralismo bacoco que faz aos portugueses sentirem-se como estrangeiros no seu próprio país.
Em Portugal tivemos a pouca sorte de vivermos em pleno Salazarismo quando as questões do "Planeamento, Ordenamento e Administração Territorial" foram discutidas na generalidade dos países europeus (décadas de 50/60) conduzindo à consagração das Autarquias Regionais. Por cá, já tardiamente, mas ainda no tempo da ditadura, ficamo-nos por uma espécie de imitação do que se estava a fazer nos países democráticos europeus com a criação das Comissões de Coordenação Regional, órgãos de nomeação do governo autoritário de então, não sujeitas, portanto, à eleição democrática.
Neste momento Portugal é o único País da União que não está regionalizado. Isto apesar de tal continuar a ser um imperativo constitucional. Mas nesta matéria os grandes defensores da Constituição da República calam-se.
No mundo civilizado, é um adquirido que, para uma boa organização, administração e gestão democrática do território o nível Regional é imprescindível. É claro que não agrada a quem está sentado (ou espera estar) à mesa do orçamento. Querem o bolo todo na mesa.
Num estudo feito há tempos (cuidadosamente mantido na gaveta pelas autoridades nacionais portuguesas) no âmbito do Programa Quadro de Investigação e Desenvolvimento da Comissão Europeia, sobre a "Qualidade da Governação" nos vários países Integrantes da União, Portugal e a Grécia, em todos os aspectos analisados, alternaram entre si o último e penúltimo lugar.
Quase sempre pela mesma razão: défice de participação democrática dos cidadãos nos processos de decisão, por ausência do nível Regional de poder.
Caberá acrescentar que, entretanto, a Troika obrigou os Gregos a fazer a regionalização.
Portugal é, neste momento, o único país da UE não regionalizado.
Soubemos à dias (e soubemos porque a U.E. exige essa informação) que as Regiões Norte, Centro e Alentejo têm um PIB per capita que é pouco mais de metade do da Região de Lisboa e Vale do Tejo apesar de estas serem das regiões onde se produzem mais bens transaccionáveis e exportáveis.
É isto que tem a ver com a auto-estima dos portugueses.
Para já o Prof. Marcelo deve exigir ao Dr. Costa que cumpra com o que prometeu nas eleições em vez de andar com paliativos tipo "Estrutura de Missão" pelo Interior. Isso é só um pretexto para à custa do "Interior desfavorecido" arranjar mais uns tachos para os amigos.
COMO PROMETEU, O DR. COSTA DEVE PROMOVER A ELEIÇÃO DEMOCRÁTICA DOS DIRIGENTES DAS CCDR'S (Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional) PELOS RESPECTIVOS PRESIDENTES DE CÂMARA DE CADA UMA DAS REGIÕES, em vez de continuarem a ser nomeados como emissários do Terreiro do Paço como no tempo do fascismo.
É um primeiro passo para a descentralização e para melhorar a auto-estima dos portugueses.
E É DE GRAÇA. NÃO TEM CUSTOS.

 

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«Jorge Veiga» >> David Ribeiro não me admira nada que o Marcelo tenha colaborado numa alteração à regionalização em que impõe regras mais restritivas para a sua a provação, já que tem sido hábito neste país que a esquerda peça tantas discussões ou referendos, até que as suas ideias saiam vencedoras. Sendo assim, os orgãos do estado perderiam tempo a discutir, promover os ditos referendos e os resultados seriam ou não respeitados de acordo com o que sai-se na tombola dos votos. A ver vamos como PR e AR resolvem tudo isto, e se é para eles uma prioridade. Não tenho duvidas que a pressão dos autarcas do Norte é essencial.

«Raul Vaz Osorio» >> LOL ó Jorge, só faltava mesmo culpar a esquerda pela falta de regionalização [Emoji tongue]

«Jorge Veiga» >> Não me parece que seja isso que escrevi, mas que quando os desejos não são realizados, vão lá tantas vezes até levarem o prémio, não é mentira...

«Raul Vaz Osorio» >> O que eu não consigo perceber é como é possível ter uma constituição que tem simultaneamente estas três normas: 1) É inconstitucional referendar matéria constitucional; 2) A regionalização é um imperativo constitucional; 3) Só pode haver regionalização depois de um referendo que a aprove. E esta, hein?

«Jorge Veiga» >> os remendos, são sempre remendos!

«Raul Vaz Osorio» >> Não é remendo, é contradição de termos. Um paradoxo insolúvel.

«Jorge Veiga» >> Raul Vaz Osorio disse remendos, porque foi remendada e depois sai disso...

«Raul Vaz Osorio» >> Eu não vejo como um remendo, vejo como uma sabotagem deliberada. Remendo é "epa fizemos merda, vamos dar aqui um jeito para disfarçar". Isto foi outra coisa.

«Jorge Veiga» >> Raul Vaz Osorio pois deves ter razão. Obter tudo o que é exigido deve ser quase impossível.

«Gonçalo Graça Moura» >> se a constituição fizesse algum sentido, há muito que tínhamos saído do buraco...



Publicado por Tovi às 17:47
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Sexta-feira, 11 de Março de 2016
Presidente da República de visita ao Porto

Marcelo visita o Porto 11Mar2016 e.jpg

No âmbito das cerimónias de tomada de posse do novo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa visitou hoje a cidade do Porto, onde foi recebido, nos Paços do Concelho, pelo presidente da Câmara Municipal, Rui Moreira. Seguiu-se um almoço na Casa do Roseiral e uma visita à Galeria Municipal, onde está patente a exposição "P.-uma homenagem a Paulo Cunha e Silva, por extenso". A deslocação do novo Presidente da República ao Porto terminou com uma visita ao Bairro do Cerco - um dos maiores e mais degradado da cidade, com 34 blocos, 892 casas, 835 famílias, e um total de 2.074 habitantes - incluindo um percurso a pé até ao Largo dos Afectos onde foi exibido o projecto OUPA! ('hip hop' por jovens residentes no bairro) e uma visita a uma instituição de solidariedade social.

 

  Alguns apontamentos sobre esta visita do PR ao Porto

A cerimónia de recepção formal ao Presidente da República no Salão Nobre da autarquia portuense teve um momento musical pela Orquestra Juvenil da Bonjóia.

Marcelo foi cumprimentado pelo Manuel do Laço, um grande boavisteiro que se encontrava entre os populares que assistiam à chegada do Presidente da República aos Paços do Concelho.

O portal «Porto.» transmitiu em directo a cerimónia de recepção formal, no Salão Nobre dos Paços do Concelho da Câmara do Porto.

"Portugal é muito mais do que o Palácio de Belém" disse Rui Moreira no seu discurso.

Rui Moreira falando para o novo Presidente da República: "Erga também, Senhor Presidente, a sua voz em defesa de um Portugal menos centralista, um Portugal que deixe enfim respirar os que querem ousar, arriscar, fazer mais e melhor. E, digo-lho do fundo do coração e cheio de vontade de acreditar: estou certo de que o fará. Porém, permita-me que lho diga, estamos a falar de muito mais do que de um centralismo de interesses. Estamos a falar de mentalidades, e da sua necessária mudança. E, aí, a dificuldade que tem pela frente é ainda maior, porque interfere com aculturações ancestrais, porque é interior, porque esta pulsão pelo Centro, em detrimento de tudo o resto, quase sempre se dissimula e embeleza para não ser notada."

Marcelo relembra, no seu discurso, que “o Porto é de algum modo o berço da Liberdade e da Democracia”.

"Aqui no Porto não é possível não acreditar em Portugal" - foi assim que Marcelo Rebelo de Sousa terminou o seu discurso na cerimónia solene de boas-vindas nos Paços do Concelho.

Banho de multidão à saída do Presidente da República dos Paços do Concelho da Cidade Invicta. Grande dor de cabeça para a segurança… que vai ter que se habituar a estas coisas, pois Marcelo vai quebrar o protocolo muitas vezes durante o seu mandato.

Como era de esperar a recepção ao Presidente da República no Bairro do Cerco foi fantástica e demonstrativa do carinho que esta gente tem por quem se dignou visitá-los logo nos primeiros dias do seu mandato. Desde a inauguração deste bairro, nos idos anos de 1963 pelo Almirante Américo Tomás, que nenhum presidente em funções vinha aqui.

 

 Orquestra Juvenil da Bonjóia

A Orquestra Juvenil da Bonjóia foi criada, em 2011, pelo Município do Porto, através da Fundação para o Desenvolvimento Social do Porto, FP, em parceria com o Curso de Música Silva Monteiro, resultante do trabalho desenvolvido no âmbito do Projeto "Música para Todos", projeto que promove a aprendizagem da música a alunos do Ensino Básico integrados no sistema do ensino articulado, com vista a colmatar o insucesso e o abandono escolar, apontados pelo Diagnóstico Social do Porto como um dos eixos de intervenção prioritária.

  OUPA!

OUPA! parte de uma residência artística de quatro meses com jovens do Bairro do Cerco do Porto e é liderado pela rapper Capicua, a psicóloga Gisela Borges, o músico André Tentúgal e o videasta Vasco Mendes. Este é um processo de empoderamento que pretende estimular o espírito DIY e reforçar a identidade culturar e a autoestima dos jovens da zona Oriental do Porto através da palavra e da música, permitindo a diluição de barreiras culturais e vivenciais entre o bairro e a cidade, dando visibilidade ao território e potenciando o sentimento de pertença dos participantes.



Publicado por Tovi às 17:30
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Quarta-feira, 9 de Março de 2016
Marcelo empossado Presidente da República

Marcelo Rebelo de Sousa aaa.jpg

Que os deuses do Olimpo dêem a Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa todas as forças e sabedoria para:

a) Presidir ao Conselho de Estado;
b) Marcar, de harmonia com a lei eleitoral, o dia das eleições do Presidente da República, dos Deputados à Assembleia da República, dos Deputados ao Parlamento Europeu e dos deputados às Assembleias Legislativas das regiões autónomas;
c) Convocar extraordinariamente a Assembleia da República;
d) Dirigir mensagens à Assembleia da República e às Assembleias Legislativas das regiões autónomas;
e) Dissolver a Assembleia da República, observado o disposto no artigo 172.º, ouvidos os partidos nela representados e o Conselho de Estado;
f) Nomear o Primeiro-Ministro, nos termos do n.º 1 do artigo 187.º;
g) Demitir o Governo, nos termos do n.º 2 do artigo 195.º, e exonerar o Primeiro-Ministro, nos termos do n.º 4 do artigo 186.º;
h) Nomear e exonerar os membros do Governo, sob proposta do Primeiro-Ministro;
i) Presidir ao Conselho de Ministros, quando o Primeiro-Ministro lho solicitar;
j) Dissolver as Assembleias Legislativas das regiões autónomas, ouvidos o Conselho de Estado e os partidos nelas representados, observado o disposto no artigo 172.º, com as necessárias adaptações;
l) Nomear e exonerar, ouvido o Governo, os Representantes da República para as regiões autónomas;
m) Nomear e exonerar, sob proposta do Governo, o presidente do Tribunal de Contas e o Procurador-Geral da República;
n) Nomear cinco membros do Conselho de Estado e dois vogais do Conselho Superior da Magistratura;
o) Presidir ao Conselho Superior de Defesa Nacional;
p) Nomear e exonerar, sob proposta do Governo, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, o Vice-Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, quando exista, e os Chefes de Estado-Maior dos três ramos das Forças Armadas, ouvido, nestes dois últimos casos, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas.

E ainda:
a) Exercer as funções de Comandante Supremo das Forças Armadas;
b) Promulgar e mandar publicar as leis, os decretos-leis e os decretos regulamentares, assinar as resoluções da Assembleia da República que aprovem acordos internacionais e os restantes decretos do Governo;
c) Submeter a referendo questões de relevante interesse nacional, nos termos do artigo 115.º, e as referidas no n.º 2 do artigo 232.º e no n.º 3 do artigo 256.º;
d) Declarar o estado de sítio ou o estado de emergência, observado o disposto nos artigos 19.º e 138.º;
e) Pronunciar-se sobre todas as emergências graves para a vida da República;
f) Indultar e comutar penas, ouvido o Governo;
g) Requerer ao Tribunal Constitucional a apreciação preventiva da constitucionalidade de normas constantes de leis, decretos-leis e convenções internacionais;
h) Requerer ao Tribunal Constitucional a declaração de inconstitucionalidade de normas jurídicas, bem como a verificação de inconstitucionalidade por omissão;
i) Conferir condecorações, nos termos da lei, e exercer a função de grão-mestre das ordens honoríficas portuguesas.

E mais ainda:
a) Nomear os embaixadores e os enviados extraordinários, sob proposta do Governo, e acreditar os representantes diplomáticos estrangeiros;
b) Ratificar os tratados internacionais, depois de devidamente aprovados;
c) Declarar a guerra em caso de agressão efectiva ou iminente e fazer a paz, sob proposta do Governo, ouvido o Conselho de Estado e mediante autorização da Assembleia da República, ou, quando esta não estiver reunida nem for possível a sua reunião imediata, da sua Comissão Permanente.

 

  Comentários no Facebook

«Felisberto Ramos» >> Sou um homem de esperança, mas sei que vamos continuar a tomar o mesmo "oleo de figado de bacalhau" agora com uma colher de mel.

«Jose Riobom» >> Hoje é um dia insólito... Livramo-nos duma Múmia... Adoptamos um Palhaço...!

«Jorge Oliveira E Sousa» >> E muito mais pode fazer...

«José Paulo Matos» >> Espero voltar a ter um presidente...

«Jovita Fonseca Esperança» >> que o novo Presidente cumpra...! E o Norte sempre presente para alertar as irregularidades...

«João Cardoso» >> Esperem pela volta! Vão ver a 2ª edição Mário Soares. É só passeios e viagens. Vai bater o recorde!

«Jorge Veiga» >> David Ribeiro sabes bem que não gosto nem nunca gostei do Mario Soares. Sabes que eu sei que todos sabem que ele fez mais milhas aéreas que os outros PR todos juntos. Agora tens aqui o João Cardoso e dizer que o Marcelo vai bater o record. Primeiro ainda agora começou o mandato e já o criticam no que ainda não fez. Se por acaso o fizer, neste momento eu até acho bem, já que Portugal precisa de se dar a reconhecer lá fora, porque nestes últimos anos estivemos apagadinhos de todo. E quem o disse nem fui eu, mas sim um dos melhores matemáticos a nível mundial e que por acaso é português e está nos USA. Portugal é a nível internacional ignorado, esquecido, nada falado e precisamos de nos dar a conhecer, por todos os motivos e mais alguns...

 

 Página Oficial da Presidência da República

Tomada de posse do PR 10.jpg



Publicado por Tovi às 14:08
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Terça-feira, 8 de Março de 2016
Bye Bye Cavaco

Cavaco Silva retrato oficial aa.jpg

Aníbal António Cavaco Silva, nascido a 15 de julho de 1939 em Boliqueime, 19.º Presidente da República Portuguesa, vai desamparar-nos a loja e não me deixará saudades. Ministro das Finanças de 3 de janeiro de 1980 até 9 de janeiro de 1981, no Governo do Primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro, Presidente do Partido Social Democrata de 2 de junho de 1985 a 19 de fevereiro de 1995, 113.º Primeiro-ministro de Portugal no período de 6 de novembro de 1985 até 28 de outubro de 1995, foi a personalidade que mais tempo esteve na liderança do país desde o 25 de Abril e curiosamente sempre se intitulou um “não político” apesar da sua marcante participação política. Tanto nas suas funções como economista, como na sua acção governativa e presidencial, Cavaco Silva foi sempre adepto de políticas intervencionistas, designando-se a si próprio como um neokeynesiano.

 

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«Jose Bandeira» >> Que vá andando pela sombra para evitar insolação. E que se remeta ao que sempre soube fazer bem: gerir silêncios e ausências.



Publicado por Tovi às 00:15
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Domingo, 11 de Outubro de 2015
Eleição do Presidente da República

Lei Eleitoral do PR.jpg

Ainda não se lavaram os cestos das Legislativas e já nos preparamos para outra vindima… As Presidenciais serão em Janeiro e já se começa a ver com alguma clareza quais as uvas que teremos que escolher para fazer o néctar que iremos beber nos próximos cinco anos. E se a colheita for boa até a poderemos guardar por mais uns anitos na garrafeira do Palácio de Belém.

E vocês, gostam mais de branco, tinto ou rosé?...

 

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«Jose Riobom» >> ......nestas vindimas a colheita habitualmente é "zurrapa"....

«Mario Reis» >> Nao saimos da cepa torta...

«Carlos Wehdorn» >> a riqueza do nosso país é a boa água... sem água não se faz bom vinho wink emoticon

«José Luis Moreira» >> E consegue-se um bom «Passito» com essas 'uvas passas'?... wink emoticon



Publicado por Tovi às 08:21
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Sábado, 24 de Janeiro de 2015
O fim do Cavaquismo

Cavaco Silva b.jpg

Aníbal Cavaco Silva, um algarvio nascido em Boliqueime a 15 de Julho de 1939, apareceu na política nacional na década de oitenta do século passado e é, para mim e sem qualquer sombra de dúvida, o grande culpado do estado a que este País chegou. Desde o tempo em que foi Ministro das Finanças e do Plano (em 1980 e 1981, no VI Governo Constitucional liderado por Francisco Sá Carneiro), passando pelo longo período em que chefiou o Governo da República Portuguesa (de 6 de Novembro de 1985 a 28 de Outubro de 1995), terminando no mais alto cargo da Nação desde 2006, que o Cavaquismo roubou ao Norte a reconhecida qualidade e capacidade de produção, que não só nos tornava a região mais rica de Portugal, como também nos dava capacidade de decisão, peso político e voz. Por tudo isto aguardo com ansiedade as próximas eleições presidenciais, convicto que seja quem for o Presidente da República escolhido pelos portugueses será sempre melhor para os nortenhos que o actual inquilino do Palácio de Belém.



Publicado por Tovi às 09:10
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