"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 28 de Outubro de 2019
Reabertura do Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota

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Estive hoje presente na Reabertura do Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota, cerimónia presidida pelo Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira. (Marcelo Rebelo de Sousa estava convidado para presidir à cerimónia mas não compareceu, pois tinha uns exames médicos a que não podia faltar).

O nome dado a esta infraestrutura portuense deu grande celeuma, uns aceitarem outros repudiarem. Vejam a declaração dos Veradores Municipais do PS e o comunicado da Câmara do Porto sobre esta matéria.

 
Declaração dos Vereadores do PS

Em 1988, sendo presidente Fernando Cabral, a Câmara Municipal do Porto decidiu de forma unânime dar o nome Rosa Mota ao Pavilhão de Desportos existente nos jardins do Palácio de Cristal. Mais tarde, no início da década seguinte, já com Fernando Gomes como presidente do Município, o Pavilhão Rosa Mota foi reabilitado para receber o Mundial de Hóquei em Patins em 1991.
Essa decisão visava homenagear e perpetuar o nome da mais distinta atleta portuense e portuguesa de todos os tempos, campeã olímpica, mundial e europeia da maratona e considerada a maior maratonista de sempre. A rápida e generalizada aceitação popular desta nova designação demonstra como Rosa Mota é querida e acarinhada pelos portugueses e, em especial, pelos portuenses.
Por isso entendemos que qualquer modificação no nome do Pavilhão Rosa Mota deve ser ponderada com cuidado e rigor.
Ao contrário, a proposta que hoje aqui nos é apresentada carece de fundamentação adequada.
O único motivo apresentado para a mudança de nome é a vontade manifestada pelo concessionário. O que nos é proposto é que a Câmara Municipal do Porto aceda sem maior ponderação a esse pedido, que tem motivações exclusivamente comerciais.
Há, no entanto, bons motivos para refletir.
Será vantajoso para a Cidade associar ao nome do Pavilhão Rosa Mota uma marca comercial de uma bebida alcoólica? Será que isso contribui para o prestígio de um equipamento público onde se pretendem realizar iniciativas desportivas, culturais e congressos? Não seria útil aferir do impacto dessa alteração auscultando as instituições vocacionadas para a promoção turística, para a promoção de congressos e mesmo a população?
Não se ignora que a marca Super Bock é a designação atualmente adotada pelo grupo económico que produz a cerveja que ostenta esse nome. Mas, a verdade, é que é com essa bebida que o nome é identificado e não com a empresa no seu conjunto.
Outra questão diz respeito à vantagem económica desta mudança. Fará sentido que, realizado o concurso público para a reabilitação e exploração do Pavilhão Rosa Mota com determinados condicionalismos, seja agora permitida uma vantagem financeira adicional ao concessionário? Será justo que, com esta alteração, lucre apenas o concessionário e a Câmara Municipal do Porto, isto é, o conjunto da cidade, fique de fora?
Por último, a proposta que nos é apresentada omite qual será a aparência da futura designação, se esta alteração for aprovada. Há boas razões para temer que a designação Pavilhão Rosa Mota venha a ser abandonada em favor da valorização da marca comercial.
Parece-nos por isso avisado que esta proposta seja retirada, de modo a permitir a reflexão que propomos e a encontrar respostas para as questões que levantamos. Se assim não for, em defesa do Porto, dos valores autênticos desta Cidade que não aceitamos mercantilizar, só nos resta votar contra.

 
COMUNICADO DA CMP: Pavilhão Rosa Mota mantém nome e abre reabilitado
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Tendo por base notícias postas a circular por pessoas próximas à atleta Rosa Mota, a comunicação social questionou a Câmara do Porto sobre o nome do Pavilhão Rosa Mota que amanhã (28out2019) reabrirá ao público reabilitado. Impõe-se esclarecer e repor a verdade factual.
Em primeiro lugar, o executivo de Rui Moreira, quando há seis anos tomou posse, em acordo com o PS, encontrou um pavilhão em pré-ruína e praticamente inutilizado pela degradação e falta de manutenção.
Embora batizado com o nome da atleta, não tinha qualquer inscrição do seu nome nem na fachada nem em nenhum local visível. Nunca teve, aliás.
Foi então lançado um concurso público internacional que permitiu concessioná-lo e devolvê-lo ao uso da cidade, como centro de congresso e pavilhão Multiusos.
O investimento foi totalmente suportado por privados, que encontraram a forma de financiamento adequada. Pediram, esses mesmos privados, para mudar o nome ao equipamento, o que foi recusado pelo presidente da Câmara. Foi, contudo, admitido que pudessem colocar um patrocinador, que ajudasse a suportar os elevados custos de reabilitação, conforme aprovado em reunião de executivo e conforme o previsto no caderno de encargos.
Nesse processo, ficou assegurado que ninguém poderia retirar o nome da atleta da designação formal, mas que também no uso comercial o seu nome teria sempre que estar presente.
Estes dados foram fornecidos à atleta, que com eles concordou e se congratulou há mais de um ano.
Soube a Câmara do Porto que, posteriormente, a atleta e o seu representante terão entrado em negociações com o patrocinador e em conversações com o concessionário. Desconhecemos o que estava em jogo, o que negociaram as partes e que tipo de contrapartidas incluía tal negociação, tentada à margem do processo público de concessão. Não fomos pela atleta ou pelo seu representante convidados a participar em tais reuniões.
A Câmara do Porto garantiu que o nome da atleta vai ficar não apenas na designação formal e comercial como ficará, pela primeira vez, inscrito sobre a entrada principal do pavilhão e também em vários locais do seu interior. Tal nunca tinha sido possível.
A Câmara do Porto considera que o nome da atleta está mais do que nunca protegido, não compreendendo que alguém se possa considerar mais respeitado dando nome a um edifico em pré-ruína e sem uso, do que num moderno centro de congressos onde a sua designação está claramente inscrita. E não tem preconceitos quanto à existência de patrocinadores comerciais que, como noutros equipamentos semelhantes noutras cidades, ajudam à concretização de objetivos de interesse público não onerando os impostos dos cidadãos.
NOTA: foram postas a circular falsas imagens onde o nome da atleta não estava inscrito na fachada do edifício. Ora, o nome da atleta nunca esteve, desde que passou a batizar o pavilhão em 1991, inscrito no edifício. Ao contrário, como se vê na imagem, desde ontem que está inscrito, pela primeira vez. O projeto jornalístico Polígrafo, já o demonstrou, de resto.


Rui Moreira dixit

O Pavilhão Rosa Mota já está de novo ao serviço de uma cidade que não tinha um espaço multiusos que pudesse receber grandes congressos, exposições, concertos e eventos desportivos. Foi reconstruído com o investimento privado que o explora mas que também o disponibiliza ao Município. Ao contrário do que foi escrito e dito, a toponímia não mudou. Respeitámos o nome da minha amiga Rosa Mota e ainda fizemos algo que - desde que em 1991 aceitou batizar o então "pavilhão dos desportos" - nunca tinha acontecido. O seu nome passou a estar agora inscrito na fachada e pela primeira vez. E não tenham problemas com "bebidas alcoólicas". Quando o Porto era uma cidade quase desconhecida, foi o Vinho do Porto que a promoveu. Não acredito que o nome da atleta fosse mais respeitado com um pavilhão em ruína, sem uso e sem o seu nome lá escrito, do que agora que empresas portuguesas e do Porto nele decidiram investir muitos milhões e modernizar. Mas o tempo, nestas coisas, é o melhor conselheiro.

 
Digo eu... para terminar a polémica

A Rosa Mota não esteve presente, mas o auditório estava cheio. Na foto pode-se ver que eu estive lá... e nestas coisas só conta quem lá está.
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Quinta-feira, 10 de Outubro de 2019
Já se contam espingardas no CDS e PSD

 

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Os fracos resultados eleitorais nas últimas Legislativas estão a provocar agitação no CDS e no PSD. Assunção Cristas anunciou logo na noite de domingo a intenção de convocar eleições no seu partido e garantindo que não irá candidatar-se á liderança. Rui Rio, tendo perdido um número considerável de deputados no Parlamento, chamou a si o papel de líder da oposição nacional, mas nem isso fez com que os seus “opositores internos” deixassem de lhe “querer fazer a folha”, havendo já quem se posicione para uma candidatura à chefia do PSD. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

 

  Mais um... isto vai ser do caraças.
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Publicado por Tovi às 08:03
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Domingo, 6 de Outubro de 2019
PS vence as Legislativas

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Comparação das últimas sondagens com o resultado final (provisório). Não sendo uma ciência exata a evolução dos diferentes estudos de opinião dá-nos uma indicação muito próxima da realidade.



Publicado por Tovi às 23:55
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Segunda-feira, 30 de Setembro de 2019
Sessão de hoje da Assembleia Municipal do Porto

Esta sessão extraordinária tinha como ponto único: Análise da situação do tráfico de estupefacientes na cidade do Porto.

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  Comentários no Facebook

Pedro Baptista - Rui Moreira disse e muito bem... Digo eu, que é inacreditável ver a forma como o BE e o PS olham para a droga, o primeiro com cumplicidade, o segundo com licenciosidade... São inacreditáveis tais atitudes, frente a uma realidade que tem a montante o negócio criminoso mais ignóbil e rentável do mundo para a selvajaria capitalista e a jusante a maior desgraça social dos últimos cinquenta anos, com cadastro de milhões de vidas destroçadas e milhões de mortos... Não sei bem o que se passou neste país nos últimos anos... Mas quando a policia diz que não pode fazer nada frente a quem se queira drogar à porta duma escola, algo está muito mal no reino, o país andou a ser governado por mentecaptos senão por criminosos...

Paula Ribeiro de Faria - A Assembleia Municipal do Porto reuniu em sessão extraordinária para debater a situação do tráfico de estupefacientes na cidade do Porto e aprovar recomendações ao Governo para reforçar os meios de combate ao tráfico de drogas na cidade, já que a competência para o policiamento e a garantia da segurança das populações pertence ao Estado central. Na Idade Média, os senhores feudais defendiam a sua gente dentro dos castelos, porque o poder central era fraco e não chegava a todo o lado. Vigorava um sistema de justiça privado, em que cada um fazia justiça pelas próprias mãos. Não é isso que se espera que aconteça num Estado europeu e civilizado no século XXI, mas é o risco que se corre quando não há meios policiais suficientes e a estrutura que suporta as soluções legais não funciona eficazmente...

Rui Moreira - A Assembleia Municipal deu um bom exemplo do que é a democracia. Por nossa iniciativa levamos a cidade a discutir um tema difícil. Mas temos que o fazer se queremos realmente mudar. Foi bom ver as forças democráticas do nosso lado. Como o PS, que depois de hesitar, decidiu apoiar as nossas propostas e reivindicações para que a PSP reforce os meios no Porto. Foi mau ver o Bloco de Esquerda não perceber nada do que se está a passar na cidade e na sociedade portuguesa.



Publicado por Tovi às 23:59
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Segunda-feira, 23 de Setembro de 2019
Eleições Regionais na Madeira

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Vitória só teve o PSD, mas com o sabor amargo de ter perdido a maioria absoluta. BE foi à vida, CDU e CDS levaram um grande tombo (CDU de dois deputados para um; CDS de sete deputados para dois) e o PS teve uma subida considerável mas que soube a pouco. No meio disto tudo o CDS pode-se gabar de ser por ele que tem que passar o Governo da Madeira… e a “oposição” nem com geringonças lá vai.



Publicado por Tovi às 09:13
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Segunda-feira, 16 de Setembro de 2019
Alternativa à Geringonça… eventualmente

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E se o António Costa, não chegando à maioria absoluta e estando eventualmente farto da Geringonça, se inclinar para um Bloco Central?... Era a “salvação“ de Rui Rio e, sejamos francos, era capaz de não vir mal nenhum ao Mundo.


BLOCO CENTRAL - O IX Governo Constitucional de Portugal tomou posse a 9 de junho de 1983, tendo sido formado através de um acordo de incidência parlamentar entre o Partido Socialista e o Partido Social Democrata, com base nos resultados das eleições legislativas portuguesas de 1983. Mário Soares, primeiro-ministro; Carlos Alberto da Mota Pinto, vice-primeiro-ministro; Rui Machete, vice-primeiro-ministro. Este acordo terminou em novembro de 1985, devido à eleição de Cavaco Silva como Presidente do PSD, que pôs fim ao Bloco Central.



Publicado por Tovi às 12:13
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Terça-feira, 10 de Setembro de 2019
Piadas das Legislativas'2019 #03

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Publicado por Tovi às 07:41
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Domingo, 28 de Julho de 2019
Programa do PS para as Legslativas'19

Pretendo debruçar-me seriamente sobre os programas eleitorais dos partidos concorrentes às Legislativas’19 na área referente à Regionalização (eventualmente também sobre Descentralização). Para já só passei os olhos pelo programa do PS (publicado em 20jul2019) e o que lá se diz não me agrada de todo… e é o seguinte:

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Aprofundar a Descentralização: mais democracia e melhor serviço público

Após uma legislatura marcada pela criação de uma relação de confiança com as autarquias locais, por uma significativa recuperação e crescimento da capacidade financeira dos municípios e freguesias, pela devolução de autonomia ao poder local e pelo maior processo de descentralização de competências das últimas décadas, é essencial aprofundar o processo de reforma do Estado, estabelecendo uma governação de proximidade baseada no princípio da subsidiariedade. Para o efeito, o PS aguarda as conclusões do trabalho realizado pela Comissão Independente para a Descentralização, nomeada pela Assembleia da República, e o debate público que se seguirá. O PS participará ativamente nesse debate, contribuindo com as suas sugestões para a reforma do modelo de organização territorial do Estado. Neste quadro, as nossas linhas condutoras da ação até 2023 são a elevação da participação local na gestão das receitas públicas até à média da União Europeia, a consolidação do processo de descentralização em curso e o alargamento dos poderes locais a nível infra-estadual. Mais capacidade de ação das autarquias locais deverá ser acompanhada pelo reforço dos mecanismos de transparência e de fiscalização democrática das políticas locais.

Democratizar a governação territorial

O PS irá: Consagrar a eleição democrática das direções executivas das cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), por um colégio eleitoral composto pelos membros das câmaras e das assembleias municipais (incluindo os presidentes de junta de freguesia) da respetiva área territorial, com base em listas subscritas pelo mínimo de um décimo dos eleitores, respondendo as direções executivas perante o Conselho Regional; Harmonizar as circunscrições territoriais da Administração desconcentrada do Estado e proceder à integração nas CCDR dos serviços desconcentrados de natureza territorial, designadamente nas áreas da educação, saúde, cultura, ordenamento do território, conservação da natureza e florestas, formação profissional e turismo, bem como dos órgãos de gestão dos programas operacionais regionais e demais fundos de natureza territorial, sem prejuízo da descentralização de algumas destas competências para as comunidades intermunicipais e áreas metropolitanas; Democratizar as autarquias metropolitanas de Lisboa e do Porto, com uma assembleia metropolitana eleita juntamente com as eleições autárquicas de 2021, a qual aprovará por maioria a constituição de um executivo metropolitano; Atribuir às áreas metropolitanas competências supramunicipais nos respetivos territórios, designadamente nos domínios da mobilidade e transportes (incluindo os operadores de transportes públicos), do ordenamento do território e da gestão de fundos europeus.

Aprofundar a descentralização e a subsidiariedade

O PS irá: Concretizar até 2021 a transferência para as comunidades intermunicipais (CIM), municípios e freguesias das competências previstas nos diplomas setoriais aprovados com base na Lei-Quadro da Descentralização; Aprovar até junho de 2021 as novas competências a descentralizar para as CIM, municípios e freguesias no ciclo autárquico 2021-2025, aprofundando as áreas já descentralizadas e identificando novos domínios com base na avaliação feita pela Comissão de Acompanhamento da Descentralização e em diálogo com a ANMP e a ANAFRE; Desenvolver estruturas de apoio técnico partilhado, a nível intermunicipal, para apoio ao exercício de novas competências pelos municípios e freguesias; Criar projetos piloto de gestão descentralizada nas áreas da educação, da saúde, do desenvolvimento rural, das políticas sociais e da formação profissional; Dotar todas as freguesias de condições para o exercício de novas competências, designadamente admitindo a possibilidade de contarem sempre com um membro exercendo funções a meio tempo; Aprovar os critérios de criação e agregação de autarquias locais, de modo a corrigir os erros da reforma territorial de 2013, prevendo a participação obrigatória dos órgãos das autarquias abrangidas e garantindo a estabilidade territorial mínima ao longo de três mandatos.



Publicado por Tovi às 16:57
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Quarta-feira, 24 de Julho de 2019
PS a subir... PSD em queda

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(O gráfico inclui a última sondagem da Pitagórica conhecida em 22jul2019)

A concretizar-se a mais que provável subida do PS nas intenções de voto não há dúvida que depois de outubro Rui Rio e Assunção Cristas vão ter que prestar contas aos seus militantes e vão pagar caro a sua inabilidade para fazer oposição.



Publicado por Tovi às 08:51
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Domingo, 21 de Julho de 2019
PSD a afundar-se nas sondagens

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Comparando o resultado das últimas Legislativas com a evolução dos estudos de opinião conhecidos nestes últimos três meses, verifica-se uma clara subida do PS e do PAN (+5,19 e +2,61 pontos percentuais, respetivamente) e uma descida abrupta do PSD (-7,06%). A coligação CDU e o CDS descem também (-1,45% e -1,30%, respetivamente). Independentemente de se concordar ou não com a política da “Geringonça” a verdade é que é sempre desejável uma oposição forte e credível… mas pelo andar da carruagem ainda não é desta que os sociais-democratas encontraram quem os leve a manter um braço de ferro com António Costa e a sua equipa.



Publicado por Tovi às 10:05
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Sábado, 6 de Julho de 2019
Legislativas'2019... no Grande Porto

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Gráfico comparando o resultado da sondagem conhecida hoje - Eurosondagem / Grande Porto - Se as Legislativas fossem hoje - com os resultados das Legislativas em 2011 e 2015.



Publicado por Tovi às 10:38
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Sábado, 8 de Junho de 2019
Queixomil... em Baião

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Em Portugal... a poucos quilómetros da cidade do Porto... em pleno século XXI.

Isto é capaz de ser interessante para o que estamos a discutir:
Votação nas últimas eleições (Europeias2019)
Concelho de Baião: PS-50,16%; PSD-24,05%; Abstenção: 74,61%
Freguesia de Santa Cruz do Douro e São Tomé de Covelas (a que pertence Queixomil): PS-59,10%; PSD-16,36%; Abstenção: 76,33%

 



Publicado por Tovi às 15:05
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Terça-feira, 4 de Junho de 2019
Operação TEIA… para já fica assim

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O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e a empresária Manuela Couto ficaram, na segunda-feira, sujeitos a prisão domiciliária, no âmbito da Operação Teia. Joaquim Couto, presidente demissionário da câmara de Santo Tirso, ficará em liberdade mediante o pagamento de uma caução de 40 mil euros. Ainda na sexta-feira à noite, Laranja Pontes, presidente do IPO do Porto, saiu do Tribunal de Instrução Criminal pagando uma caução de 20 mil euros.

A operação "Teia" centra-se nas autarquias de Santo Tirso e Barcelos, bem como no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto e investiga suspeitas de corrupção, tráfico de influência e participação económica em negócio, traduzidas na "viciação fraudulenta de procedimentos concursais e de ajuste direto", segundo um comunicado da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, o órgão de polícia criminal que apoia o Ministério Público nesta investigação.

         



Publicado por Tovi às 16:50
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Domingo, 27 de Maio de 2018
O que me ficou do Congresso do PS

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Acabado o XXII Congresso do Partido Socialista, que acompanhei com interesse e cuidado, ficaram-me algumas coisas, umas mais importantes que outras, mas todas dignas de registo.

 

“Não vale a pena varrer para debaixo do tapete o que nos envergonha” – Ana Gomes.

 

Mais uma vez, e unicamente no que concerne à Geringonça e à liderança de António Costa, estou em muito de acordo com o que Francisco Assis tornou a dizer hoje numa reunião magna do PS. E ouvi por lá umas palmitas, não muitas, é certo, mas ouvi algumas.

 

Pedro Nuno Santos, um socialista de esquerda, mais à esquerda que a própria esquerda. Guardem para memória futura o que ele ontem disse no XXII Congresso do PS: De Marx a Costa – as nove frases-chave de Pedro Nuno Santos.

Augusto Santos Silva e Pedro Nuno Santos não partilham da mesma opinião sobre a Geringonça e isso é bom para a Democracia.

 

Não houve cromos tipo Tino de Rãs neste Congresso. A tradição já não é o que era.

 

Centeno ainda não apareceu no Congresso do PS. Estará ainda a preparar uma qualquer folha de excel?
Afinal apareceu... mas só para o discurso do chefe.



Publicado por Tovi às 14:54
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Sábado, 26 de Maio de 2018
XXII Congresso do PS

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Eu achei uma piroseira o espectáculo que abriu o 22° Congresso do PS. Como militar que na madrugada de 25 de Abril de 1974 pegou em armas não reconheço aos socialistas o direito de se considerarem legítimos representantes dos Militares de Abril.

 

   Comentários no Facebook

«Manuel Matos» - Puxa... eu julgava que TODOS os Portugueses tinham o direito reconhecido para se considerarem os legítimos representantes dos militares de Abril... Mas quem terá então essa legitimidade? Cavaco Silva que, para além de ter sido Pide, como Presidente hasteou a bandeira de pernas para o ar?

«David Ribeiro» - Se o Manuel Matos considera TODOS os portugueses com o direito a reconhecerem-se como representantes dos militares de Abril terá que também incluir o tal ex-PR, ou então retirar-lhe a nacionalidade (e eu até não morro de amores pelo homem de Boliqueime). Onde estavam no 25 de Abril um grande número de socialistas?... alguns dos que conheço e já eram homens na altura, sei bem onde estavam, politicamente falando.

«Manuel Matos» - Daí eu ter dito que TODOS os Portugueses têm legitimidade, caso contrário tinham sido deportados. E não sei onde estavam esses Socialistas... talvez fugidos do Sr. Aníbal para não terem o destino do Humberto Delgado, digo eu.

«Fernando Duarte» - sobretudo que nem sequer estavam em Portugal, chegaram de comboio, a Santa Apolónia, no dia 27

«António Conceição» - Portanto, já não havia problema algum se fosse o Silva Pais a celebrar, porque esse estava em Portugal.

«Raul Vaz Osorio» - Não vi. Pela foto, parece-me que tem um ar entre o piroso e o pindérico, mas é só uma foto. Quanto à legitimidade, tenho que me inclinar mais para o todos que para o alguns. A questão para mim nem é essa. Uma coisa é ter legitimidade para "representar" os capitães de Abril, outra é que algumas pessoas, para o fazerem, necessitam de não ter qualquer vergonha na cara. Mas gente dessa é o que mais há

«Manuel Sarmento» - David Ribeiro, não precisei de ser militar no dia 25 para estar com Abril. Foste um felizardo, porque sendo eu mais velho do que tu estive na Guiné, donde regressei em 72. De resto conheço muita gente que em 1974 integrava as forças armadas, e que renega o 25 de Abril, que não considero propriedade de militares, civis ou grupos políticos ou de cidadãos. O que penso, pela imagem que apresentas, que eles pretendem apenas dizer que estarão com o 25 de Abril. Por mim 25 DE ABRIL SEMPRE!

«Nuno Santos» - O que eu acho é que não há nada para dizer às pessoas. O discurso do AC ontem podia ter tido lugar há 10 anos ou daqui a 5. É igual. Inócuo. Como tal, há que preencher espaços vazios para se não notar tanto que não há nada para dizer e o que poderia haver é tabu. O resultado, confesso, não é brilhante. Por espingardas, mesmo com cravos, num palco, não é grande ideia.

«Joaquim Vasconcelos» - Nem eu. eles não são legítimos de nada. legítimo é o Povo Português

«Jorge Santos Silva» - Estou completamente de acordo até por respeito a um militar que conheci em 1982 o, na altura, major Salgueiro Maia. Um grande abraço e continue a postar pois estes senhores sempre se julgaram donos do país.

«Manuel Aranha» - É mais um triste, mas habitual, espetáculo de cenografia socialista. Tudo o que puder ser usado para desviar atenções serve...

«Joao Antonio Camoes» - Satisfaz a nostalgia da velha guarda e incute uma pseudo sensação de pertença de esquerda aos mais novos mantendo-os sonhadores

«André Eirado» - É legítimo para todos os que se revêem no 25 de Abril

«Nuno Santos» - Quando não há nada para dizer às pessoas ou não se lhes quer dizer a verdade ou se quer evitar um assunto incómodo, mostram-se soldados com armas na mão e, a partir deles, evoca-se a revolução. Era assim na Rússia, ainda é assim na Coreia e continua a ser em Cuba, onde a invocação da revolução continua a ser feita 60 anos depois, para se evitar a democracia, a transparência e os temas incómodos. Somando o vazio apologético do discurso de António Costa à encenação vinteecincodeabrilesca, com “soldadinhos” em palco que acabei de presenciar em imagens que me chegam do congresso do PS, não fica grande coisa. A não ser a infelicidade da apropriação de uma revolução que o PS deveria querer de todos e não cada vez mais acantonada e tomada por quem nem a fez e a má ideia de exibir espingardas no palco de um congresso.

«Jose Riobom» - David Ribeiro que arma? ...um canhangulo? Desde já foste por mim nomeado o grande salvador da Pátria...! O 25 de Abril é muito mais que o próprio dia... Esse dia é o final mais que esperado de dezenas de anos de ditadura, de prisões, de torturas, de abusos. É a libertação dum povo. O desabrochar de um novo País. Houve muito mais trabalho de libertação nos anos imediatamente a seguir do que própriamente no dia. É muitos dos proto-ditadores ainda por aí andam ou esqueceste de que o actual PR é filho dum homem do antigo regime afilhado de Marcelo Caetano? Eu continuo em armas de antes e depois do 25 nem que seja contra esta "democracia" de ladrões e corruptos. Eu ainda não as depus...

«David Ribeiro» - E porque o 25 de Abril é muito mais que o próprio dia, considero infeliz a apropriação de uma revolução que o PS fez ontem no seu Congresso.

«Jose Riobom» - Nem mais... Os "donos" do 25 Abril estão na sua maioria mortos.... os meus avós... os meu país... e um destes dias, eu, e muitos que por aí andam todos com mais de 55 anos. E que país deixaremos? Mais uma vez um país de carneiros governado pelas mesmas famílias de ladrões e corruptos de antes do 25 e que tudo aceita em nome duma ditadura a que apelidam de democracia.

 

   Francisco Assis no XXII Congresso do PS

Mais uma vez, e unicamente no que concerne à Geringonça e à liderança de António Costa, estou em muito de acordo com o que Francisco Assis tornou a dizer hoje numa reunião magna do PS. E ouvi por lá umas palmitas, não muitas, é certo, mas ouvi algumas.



Publicado por Tovi às 15:44
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