"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 15 de Outubro de 2021
Acordo de governação na Câmara do Porto

Rui Moreira + PSD.jpg

A democracia é isto, saber encontrar parcerias capazes de validarem um projeto governativo para a nossa Cidade.

Com este acordo a quatro anos o Executivo Municipal fica assim: Rui Moreira + PSD = 8 vereadores (em 13 eleitos).
Na Assembleia Municipal teremos 15 deputados do movimento de Rui Moreira + 8 do PSD + 6 Presidentes de Junta (de Rui Moreira + PSD), num total de 29 deputados (para um total na AM de 46 deputados).
 
 

  Comunicado do Movimento Aqui Há Porto
O Movimento Aqui Há Porto, na sequência dos resultados eleitorais, deu início a uma reflexão no sentido de construir uma solução de governabilidade para a cidade.
O PSD, respeitando o princípio de que quem ganha as eleições autárquicas governa, mostrou disponibilidade para apoiar uma solução que incorpore algumas das suas principais propostas para a cidade, nomeadamente na redução da carga fiscal, na transferência de competências para as freguesias, na mobilidade, na criação de uma rede de creches e na redução da fatura da água.
Este acordo é feito com o objetivo de garantir a estabilidade governativa e acordar medidas para o futuro da Cidade.
O PSD não terá representação nos pelouros executivos, assim como nas empresas do universo municipal.
Na Assembleia Municipal, o PSD irá apresentar a candidatura do Prof. Sebastião Feyo de Azevedo, antigo reitor da Universidade do Porto, como candidato a Presidente da Mesa deste Órgão. Esta candidatura será subscrita e apoiada pelo Movimento Aqui Há Porto.
Francisco Ramos, Presidente do “Porto, O Nosso Movimento” refere “o Dr. Miguel Pereira Leite, empenhado, como sempre, numa solução de estabilidade e governabilidade não será recandidato ao cargo. O Movimento agradece e enaltece o trabalho que desenvolveu, ao serviço da Cidade, ao longo dos últimos 8 anos na liderança da Assembleia Municipal”.
Miguel Seabra, Presidente do PSD Porto, “enaltece a candidatura do Professor Sebastião Feyo de Azevedo, personalidade de reconhecido mérito na Cidade e no País, que muito prestigiará a Assembleia Municipal e o Porto”.

 
 
  Comunicado de Miguel Pereira Leite
Queridas Amigas e Amigos,

Na sequência das conversações que têm existido ao longo das últimas semanas na sequência dos resultados eleitorais do passado dia 26 de Setembro, algumas das quais que já vêm sendo objeto de vários comentários na Imprensa, foi alcançado um princípio de acordo que torna possível assegurar a governabilidade da Cidade ao longo dos próximos 4 anos.
Foi-me assegurado que esse acordo será formal, escrito, assinado e será tornado público – e, embora desconheça o seu teor em rigor, creio que os seus aspetos essenciais vos serão dados a conhecer de seguida.
Em conversações com o Dr. Rui Moreira, Presidente eleito da Câmara Municipal a quem saúdo, a última das quais teve lugar hoje, esta mesma manhã, foi-me transmitido que este Acordo lhe assegura as condições essenciais de Governabilidade da Cidade.
Os acordos – como bem sabem – têm sempre condições de parte a parte e, deste acordo, resulta a exigência pela outra parte de ser atribuído ao seu candidato o lugar de Presidente da Assembleia Municipal.
Mediante estes factos, mediante este acordo que, repito, será formal e público, tomei hoje mesmo a decisão de não apresentar a minha candidatura à Presidência da Assembleia Municipal do Porto.
Nas presentes circunstâncias, esta é uma decisão minha, pessoal e inalieável.
Quero que saibam que:
i)  Tomei esta decisão por inabalável lealdade aos ideiais que me orientam no exercício da minha participação cívica e da minha ação política e que me / nos trouxeram até aqui e que convosco e com todos partilhei nesta última eleição – eleição essa que, nunca é demais recordá-lo, vencemos!
ii)  Por lealdade, respeito, consideração e gratidão a todos os elementos – sem exceção ou esquecimento – de uma equipa que comigo cruzaram este caminho que nos trouxe até aqui, parte da qual se encontra aqui presente.
iii)  Por lealdade a quem tem de assumir a gestão e a governação deste nosso Porto – o Dr. Rui Moreira, Presidente da Câmara eleito e líder aclamado deste nosso Movimento.
iv)  Por uma inquebrantável lealdade à nossa cidade do Porto, aos nossos concidadãos, por quem somos eleitos para servir e que de nós esperam uma governação responsável! E que, pela minha parte, tudo farei para que existam condições para assegurar.
Nunca temi as eleições, mas também nunca estive agarrado a cargos ou lugares e esse foi sempre um valor que também nos uniu.
Agradeço reconhecidamente a confiança que em mim depositaram ao longo destes já longos anos de exercício destas funções.
Sabem que podem e poderão contar sempre comigo e a todos desejo um bom Mandato, unidos em redor do Presidente da Câmara eleito e dos princípios e valores que sempre nortearam esta nossa caminhada.
Miguel Pereira Leite,
13 de outubro de 2021

 

  Tiago Barbosa Ribeiro, no Facebook em 13out2021
De forma não especialmente surpreendente, o PSD entregou-se a Rui Moreira para os próximos 4 anos. É quase cómico, mas a prometida "oposição" não sobreviveu sequer à tomada de posse, no próximo dia 20. Após este acordo de bastidores, o PSD passa a somar os seus eleitos a Rui Moreira/CDS/IL e defrauda quem votou nesse partido com a expectativa da alternativa que foi apresentada em campanha.
Ao fazê-lo, como é evidente, deixa para outros partidos o trabalho de escrutínio democrático e de construção da alternativa. E o PS não faltará ao Porto nem faltará com a sua palavra. Quando perdemos isso, perdemos quase tudo. O descrédito de parte da vida política resulta da falta de palavra, dos entendimentos contra-natura e opacos, da troca de apoios por lugares.
O PSD e Rui Moreira trocaram violentíssimas acusações durante a campanha e nos debates, bateram no peito uns contra os outros, por vezes raiando o insulto. Rui Moreira chamou a um dirigente do PSD "o Putin de Paranhos", menorizou o candidato do PSD à Câmara, afirmou que Rui Rio deveria ter sido expulso do PSD, chamou-lhe "complexado", diminuiu e atacou os seus candidatos. Vladimiro Feliz, por seu turno, acusou Moreira de se "transformar num autarca vulgar", enunciou divergências radicais com Rui Moreira, descreveu-o como um "autarca ferido com o caso Selminho", que foi abundantemente usado pelo PSD como arma de arremesso eleitoral (algo que o PS, respeitando a presunção de inocência, jamais fez) e garantiu que nunca existiria qualquer entendimento entre ambos. Depois de tudo isto e bastante mais, assinam um acordo. É o acordo do descrédito.
Eu disse durante a campanha - e reiterei na noite eleitoral - que o PS iria assumir o seu papel de oposição no Porto se fosse essa a vontade dos eleitores. E, recusando participar no leilão que se verificou em certas esferas da cidade nos últimos dias, é exactamente isso que faremos. Seremos oposição construtiva, apoiando as medidas positivas para a cidade independentemente da sua origem, e trabalhando para que várias das propostas que apresentámos à cidade sejam concretizadas. O PSD desistiu, mas o PS nunca faltará ao Porto. Nem com a sua palavra.
Vamos ao trabalho!

 

  Expresso, 14out2021 às 12h16
CDU lança duras críticas ao independente Rui Moreira por deixar cair desamparado o seu candidato a líder da Assembleia Municipal, Miguel Pereira Leite, e deixa sério aviso ao CDS, despromovido relativamente ao agora parceiro de governação, o PSD.



Publicado por Tovi às 07:49
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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2021
Orçamentos das campanhas eleitorais Autárquicas

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E é assim que estamos...

• Entre as campanhas em que o Partido Socialista prevê gastar mais dinheiro estão a de Tiago Barbosa Ribeiro no Porto (167 mil euros).
• O Porto é também o concelho para cuja campanha o PSD prevê o maior orçamento, tendo dedicado 200 mil euros à campanha de Vladimiro Feliz.
• As campanhas do Nós Cidadãos a Alcobaça e Valongo são as que recebem maior orçamento no partido, com 58 e 41 mil euros, respetivamente.
• O PAN prevê gastar quase 33 mil euros na campanha por Lisboa e 14.500 pelo Porto.
• Segundo os orçamentos disponibilizados hoje na página da Internet da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, o movimento "Rui Moreira: Aqui Há Porto" prevê gastar 316.388 euros.
• Na lista dos maiores orçamentos de campanha dos grupos de cidadãos candidatos às eleições autárquicas, depois de Rui Moreira e Isaltino Morais, segue-se o movimento "Elisa Ferraz - Nós Avançamos Unidos", em Vila do Conde (distrito do Porto), com 125 mil euros.
 

   
Gianpiero Zignoni - sao apenas orçamentos e Valores com IVA (Rui Moreira) vs valores sem iva (partidos sao isento).
António Alves - Gianpiero Zignoni , descontando o IVA serão mais de 257 mil euros
Francisco RamosOs valores que os partidos apresentaram para as suas campanhas políticas são um embuste e não podem ser comparados com os valores das candidaturas independentes, pois nós pagamos IVA (23%) como todos os portugueses e os partidos políticos não (0%).

 


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   Público de 13ago2021
IVA nas Autárquicas.jpg

 

   Grupo de Cidadãos Eleitores “Aqui Há Porto” - 13ago2021
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Publicado por Tovi às 08:25
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Sexta-feira, 16 de Julho de 2021
Primeira sondagem para as Autárquicas no Porto

Sondagem e evolução 16jul2021.jpg
Sondagem da ICS/ISCTE (para SIC e Expresso) em comparação com os resultados das Autárquicas de 2013 e 2017.

  Rui Moreira pode repetir a maioria absoluta de há quatro anos. PS baixa resultado de 2017, PSD nem chega aos 10%.

 

   Comentários no Facebook

Tiago Barbosa RibeiroNão tenho o hábito de comentar sondagens, mas vale a pena olhar para tendências. Gostaria por isso de destacar a primeira grande sondagem conhecida para a Câmara Municipal do Porto (ICS e ISCTE-IUL para SIC e Expresso). Os números sugerem o seguinte:
1. Há apenas dois candidatos que podem vir a liderar a autarquia. Um é Rui Moreira, o outro sou eu. Os descontentes e desalentados com o actual poder municipal têm uma alternativa clara para concentrar o seu voto e possibilitar a mudança.
2. O PS parte de uma posição destacada que iremos reforçar dia a dia. Está em marcha uma grande campanha com centenas de candidatos, apoiantes e voluntários. Nas últimas 4 semanas tenho estado de manhã à noite no terreno e é notório - e crescente! - o apoio ao nosso projecto.
3. Lidero uma candidatura pelo PS que vai muito para além do PS. Isto é válido para cidadãos sem partido e para tradicionais votantes de outros partidos. Respeito todos os candidatos e opções. É sabido que sempre mantive diálogo com forças progressistas do Porto e não há nenhuma razão, nem de protagonistas nem de programa, que impeça o seu apoio a este projecto. Ele é o único capaz de corporizar um mudança sem provocar uma fragmentação eleitoral que tornará inconsequente a mobilização daqueles que aspiram a outro Porto. Neste diálogo não esquecemos, porque está na nossa identidade, a sustentabilidade ambiental e a protecção dos animais.

David Ribeiro - Com toda a amizade e simpatia que tenho por Tiago Barbosa Ribeiro, e ele sabe que o tenho em grande consideração, gostaria no entanto de saber se ele ficará ou não como vereador socialista no executivo camarário, no caso mais que provável de não ganhar a Câmara do Porto.



Publicado por Tovi às 11:15
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Terça-feira, 23 de Março de 2021
Vladimiro Feliz na corrida das Autárquicas... no Porto
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Pronto!... PSD já tem candidato às Autárquicas no Porto. Vladimiro Feliz é uma segunda escolha, já que Paulo Rangel acabou por recusar o convite, apesar da forte insistência das estruturas locais do partido.

Só para recordar... nas Autárquicas de 2013 o PSD teve na Cidade Invicta 21,06% e em 2017 não foi além de 10,39%.

 
   Carla Soares, jornalista do JN - 22mar às 22h30

O combate na Invicta contra o independente Rui Moreira é encarado como o maior desafio eleitoral para Rui Rio, quer em termos políticos quer estratégicos, também pelas contas que tem a ajustar com o seu sucessor no Porto. Comparativamente ao antigo comissário europeu Carlos Moedas, candidato a Lisboa contra o socialista Fernando Medina, tem sido apontada internamente a Vladimiro Feliz a falta de dimensão nacional e de peso político dentro do partido, mas a sua forte ligação à cidade e perfil mais conciliador surgem como trunfos.

 

    "Cidade Mais" - Jul2016

Vladimiro Feliz nasceu no Porto e é licenciado em Engenharia Mecânica, opção de Gestão da Produção, pela Universidade do Porto.
Iniciou a sua carreira profissional no Instituto Electrotécnico Português, foi Engenheiro de Programa na OGMA – Industria Aeronáutica de Portugal, SA e Presidente Executivo da Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação. Já no universo CMP foi Administrador Delegado da Fundação Porto Social e Director Municipal de Sistemas de Informação e Vereador do Turismo, Inovação e Lazer da CMP, Presidente do Conselho de Administração da Associação Porto Digital, Presidente do Conselho de Administração da Porto Lazer e Vice-Presidente da Associação de Turismo do Porto.
Actualmente esta na direcção do CEIIA, onde lidera o programa Smart Cities.

 

    Comentários no Facebook
Celio Alves - Rangel declina porque sabe, tal como o PSD, que nunca ganharia a autarquia. Assim, nomeia-se um voluntário para a carreira de tiro.
David Ribeiro - Não estou nem nunca estive na área política do PSD, o que não invalida que o considere um partido importante, não só para a democracia portuguesa mas também para a vida da Cidade Invicta. E por isso entendo que todos os partidos, mesmo que admitam não conseguirem a liderança autárquica, deverão candidatar os melhores, tendo em vista conseguirem vereadores que sejam importantes para a Cidadania.



Publicado por Tovi às 09:35
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Domingo, 21 de Fevereiro de 2021
Quem é candidato à Câmara do Porto?

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No Expresso deste fim-de-semana a jornalista Isabel Paulo diz-nos que no PSD poderão ser candidatos à Câmara Municipal do Porto o vice-presidente da autarquia na era Rio, Vladimiro Feliz, e também Alberto Machado, atual presidente da Junta de Freguesia de Paranhos. Já no PS parece que o mais consensual é José Luís Carneiro, secretário-geral-adjunto dos socialistas, mas há quem diga que Pizarro e Tiago Barbosa Ribeiro também poderão ser nomes para o escrutínio.



Publicado por Tovi às 11:11
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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2021
O namoro

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    Expresso, 16fev
Salvador Malheiro jantou, no Porto, com Rui Moreira e Francisco Ramos, líder do 'Porto, o Nosso Movimento'. Na ementa esteve o namoro ao autarca para ir a votos como candidato independente nas listas do PSD. Mas as 'setinhas' do partido no boletim de voto comprometeram a aliança. .../... De acordo com uma fonte do PSD, no cardápio esteve nova "investida" a Moreira para ir a votos numa coligação de centro direita, formada pelo PSD, CDS e o Movimento Independente. Ao que o Expresso apurou, Rui Moreira terá recusado o convite para correr nas listas sociais-democratas, mas não enjeitou, à partida, um eventual apoio do maior partido da oposição. .../... O ponto de honra dos sociais-democratas era que Rui Moreira, mesmo mantendo o estatuto de independente, fosse a votos com o símbolo do partido nos cartazes de campanha e no boletim de voto. Uma cedência que Moreira teima em não fazer, sob pena de perder a aura de independência partidária, a marca com a qual conquistou a Invicta em 2013, sem maioria, e, em 2017, com maioria absoluta no executivo, mas não na Assembleia Municipal.

 

    E agora o diz-que-disse habitual.
PSD diz que proposta de coligação no Porto partiu de Rui Moreira. Líder do movimento independente desmente. Ver aqui.

   Para que não restem dúvidas sobre a verdade dos factos.
(Notícia de Hermana Cruz no JN)
Rui Moreira não rejeita um apoio do PSD mas só como independente
Autarca e direção social-democrata falaram sobre candidatura ao Porto ao jantar, mas não chegaram a acordo. Independente e partido com versões diferentes do encontro.
Rui Moreira não rejeita um apoio do PSD à sua recandidatura à Câmara do Porto. Contudo, o autarca só admite avançar para um terceiro mandato, encabeçando a lista do seu movimento independente. O tema foi abordado durante um jantar entre Rui Moreira e a Direção do PSD, sobre o qual os independentes e os sociais-democratas têm versões diferentes.
O encontro ocorreu dois dias depois de Rui Moreira ter acusado o seu antecessor na Câmara do Porto, Rui Rio, de ter alterado a lei eleitoral autárquica para travar, em tribunal, a sua candidatura como independente.
O jantar teve lugar na quinta-feira passada, em Cortegaça (Esmoriz), e juntou Rui Moreira, o presidente do seu movimento, Francisco Ramos (ex-líder da Concelhia do PSD/Porto), o vice-presidente do PSD, Salvador Malheiro, e o secretário-geral do partido José Silvano. Esse é, aliás, o único ponto consensual.
Aceitava nomes do PSD
Segundo o vice-presidente do PSD, Salvador Malheiro, o jantar ocorreu por iniciativa de Rui Moreira. “Tentou impedir que o PSD apresentasse listas à Câmara do Porto e queria que o apoiássemos. Em troca, integrava na sua lista, como independente, nomes sugeridos pelo PSD”, conta ao JN.
Salvador Malheiro garante que o PSD recusou imediatamente a proposta. E assegura que nunca foi feito qualquer “convite formal” para que Rui Moreira encabeçasse uma lista do PSD, como independente. “É completamente falso que o PSD tenha feito um convite oficial a Rui Moreira para liderar a sua lista. E não existe qualquer fonte oficial do PSD que possa confirmar isso”, assevera o “número dois” de Rui Rio.
Já o secretário-geral José Silvano reafirma, ao JN, a versão de Salvador Malheiro e garante que o PSD “vai ter um candidato próprio à Câmara do Porto”.
Já o movimento de Rui Moreira garante que o jantar foi marcado por iniciativa do PSD e, lamenta, até que tenha sido tornado público algo que era sigiloso.
“Durante o jantar, foi-nos transmitido que Salvador Malheiro estava na qualidade de vice-presidente do PSD e José Silvano enquanto secretário-geral. E que estavam mandatados pela Comissão Permanente para questionar se Rui Moreira estava disponível para ser candidato por uma coligação do centro-direita. Rui Moreira disse imediatamente que essa questão nunca se colocaria, que jamais seria candidato por uma coligação de partidos”, conta o presidente do movimento, Francisco Ramos.
Segundo o ex-líder do PSD/Porto, também foi debatida a hipótese de o PSD apoiar a candidatura independente de Rui Moreira. “Dissemos que estávamos dispostos a analisar. O movimento sempre disse que está disponível para ter apoios de partidos democráticos”. Mas o PSD terá recusado essa hipótese.
“Disseram que o PSD não podia abdicar de ter votos no Porto na noite eleitoral das autárquicas”, revela ainda Francisco Ramos.
Sem acordo, o PSD procura agora um candidato ao Porto e Rui Moreira analisa se avança como independente ou se cria um partido.

 

  Rui Moreira sempre disse que não enjeita o apoio de partidos democráticos numa candidatura à Câmara do Porto, mas jamais aceitaria apresentar-se como candidato coligado a um partido político.



Publicado por Tovi às 07:42
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2021
Remodelar o Governo... quando e como?

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Enquanto não tivermos uma oposição válida e credível, não estou a ver quando e como remodelar.

O meu amigo Raul Almeida dizia, em janeiro deste ano, no seu artigo de opinião no Observador: “A história diz-nos que só com um PSD forte e um CDS simultaneamente forte, se reforma o país. Como ponto de partida, é preciso que cada um saiba primeiro onde está, só depois se poderá pensar em estar à altura da missão.”  E cá para mim o Raul tem carradas de razão.



Publicado por Tovi às 07:36
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Sábado, 31 de Outubro de 2020
Avaliação dos portugueses ao PR, Governo e oposição

... no barómetro político da Aximage para o JN e a TSF.
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Publicado por Tovi às 10:31
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Sábado, 15 de Agosto de 2020
Um autêntico “Tratado de Tordesilhas” PS/PSD

   Isabel Paulo no Expresso
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As primeiras eleições indiretas para os presidentes das cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), previstas para outubro, prometem nascer sob o signo da polémica, vistas por alguns autarcas do Norte como um passo em falso na descentralização do país. Em causa estão as negociações entre António Costa e Rui Rio para a escolha dos futuros líderes regionais, conduzidas “a partir de Lisboa” pelos “diretórios políticos dos dois principais partidos”. A advertência ao “reforço do centralismo” das entidades gestoras dos fundos da União Europeia e dos apoios comunitários à crise pandémica é feita por Rui Moreira, que teme o efeito spill over em benefício da capital.
Depois de o independente ‘Porto, o Nosso Movimento’ de Rui Moreira ter alertado que a eleição indireta é uma forma “de o bloco central repartir cargos, assegurando ao PSD o magro quinhão que o PS lhe adjudica”, o presidente da Câmara do Porto avança ao Expresso que está a ponderar “não participar no ato eleitoral”, não só por contestar “o caldinho” gizado pelo ‘Tratado de Tordesilhas’ mas por discordar do timing eleitoral, que acontece a um ano das autárquicas. “Não me sinto legitimado para votar numa direção eleita para os próximos cinco anos, quando só tenho mais um ano de mandato”, diz o autarca, defensor do sufrágio direto e universal das CCDR e coincidente com o ciclo autárquico.
Rui Moreira é ainda crítico do colégio eleitoral que votará os presidentes das CCDR, composto por presidentes de Câmara e de Juntas de Freguesia, vereadores e deputados municipais. Para o autarca, que é contrário à “municipalização das CCDR”, não faz sentido que tenham sido arredadas do universo eleitoral as associações patronais e a academia. Ao que o Expresso apurou, na divisão dos cargos caberá ao PS a escolha dos presidentes das CCDR Centro, LVT, Alentejo e Algarve, ficando a CCDR-Norte na esfera dos sociais-democratas. A confirmar-se a partilha, o atual presidente, Freire de Sousa, deverá sair, justificada por fonte da distrital do PSD/Porto por ser casado com Elisa Ferreira, comissária europeia com a pasta da Coesão e Reformas, responsável pela atribuição de fundos regionais. Moreira lembra, porém, que o Parlamento Europeu “já aclarou não existir conflito de interesses”, frisando ser nocivo afastar Freire de Sousa, dada a sua “comprovada” capacidade negocial e de gestão do território.
O presidente da Câmara de Famalicão também é contra a troca de Freire de Sousa. O social-democrata Paulo Cunha diz-se “preocupado” com “as negociações” entre Costa e Rio, em vez de se estarem “a discutir competências”. Também avalia como “positiva” a gestão do atual líder da CCDR-N e “negativa” a mudança de dirigentes a um ano das autárquicas, ou seja, quando os autarcas-eleitores já têm “80% do seu mandato cumprido”. Um ano depois da nomeação de Elisa Ferreira, Paulo Cunha afirma ser “até maldosa” a insinuação da incompatibilidade de Freire de Sousa. Aires Pereira, autarca ‘laranja’ da Póvoa de Varzim, é outro dos críticos do sufrágio semidireto e do timing do mesmo, afirmando que “o modelo reflete a falta de coragem política” do PS e PSD em assumirem a regionalização.



Publicado por Tovi às 11:09
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Quarta-feira, 22 de Julho de 2020
Fim dos debates quinzenais no Parlamento

Anotação 2020-07-21 204705.jpg
Mais uma “facada” na Democracia… debate político é fundamental na sociedade democrática evoluída que todos desejamos.

 

    Comentários no Facebook

António Gouveia - Total desacordo, David Ribeiro, quando "meti as mãos na massa", depois de 12 anos entre assembleias de freguesia e municipais, cedo percebi que o mal e atraso deste país decorre de muita léria e pouca decisão, ou seja, se não me expliquei bem: fala-se e discute-se muito, nem sempre com bom senso mas muito arremesso politico-partidário, e faz-se pouco, muito pouco. Quem não acreditar, que se chegue para ver e analisar esta democracia (?) que temos e, já agora, dar uma mãozinha.

David Ribeiro - Meu caro António Gouveia... Há o tempo do trabalho e o tempo da discussão política. Uma sem a outra não é democracia.

António Gouveia - David Ribeiro, caro colega deputado municipal, sempre atento e interveniente, assim é a sua resposta não me oferece dúvidas, devemos agilizar leis e procedimentos, também a lei eleitoral: por que não um sistema bicameral, com uma câmara (não lhe chamo alta nem baixa) mais abrangente às sociedade e muito participativa, onde o "partir pedra" faria sentido nas grandes e estratégicas questões, tanto nas assembleias do poder local como da AR, como existe em muitos países? Por que não alterar a lei eleitoral que temos para que o povo (mais que os partidos) tenha voz ativa a sério e responsabilizado pelas suas decisões? Acha que esta democracia nos serve, depois de Churchill ter dito, há 73 anos que é o pior dos regimes com exceção de todos os outros? Já fomos à lua, inventámos a TV, o PC, a internet, o telemóvel e tantas coisas e ainda não inovámos na política? Alguma coisa se passa, não consigo perceber.

David Ribeiro - Claro que sim, António Gouveia... ainda há muito para chegarmos a uma democracia perfeita, mas também há muitos para quem "está tudo bem"... eles lá sabem porquê.

Eduardo Saraiva - Uma vil tristeza..... tratem mal a democracia, que ela encarregar-se-á vos tratar a vós. Depois queixem-se, não é por falta de aviso. O grave é que depois pagamos todos.

António Gouveia - Eduardo Saraiva, “vil tristeza”? Não plagie uma expressão camoneana que faz todo o sentido hoje! Por que é que mais de metade do Povo não aproveita esta democracia (?) que temos e vai votar em força para discutir e resolver os seus problemas, também os 2 milhões de pobres? Por que é que 1% dos mais ricos são donos de 27% da riqueza total? A democracia nada tem a ver com isto, isto tem a ver com estas políticas desde há anos, com regras estabelecidas, com uma fraca lei eleitoral, com deputados inamovíveis desde a década 80 q escapam à limitação mandatos, com subsídios vitalícios, com corrupção em barda, com muito compadrio, nepotismo e “tachismo” (os ismos são uma chatice). Como dizia o portuense Sá Carneiro, “uma chatice, a política sem risco; uma vergonha a política sem ética”. Ou será tudo, como aqui escreveu, uma “vil tristeza”, opinião que a democracia e a constituição me permitem no post que o David Ribeiro publicou, sim, em democracia.



Publicado por Tovi às 07:47
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Sábado, 16 de Maio de 2020
Nova sondagem da Intercampus

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Conhecida ontem mais uma sondagem da Intercampus (para Correio da Manhã e Jornal de Negócios).
O PS volta a ganhar terreno no mês de maio e seria o grande vencedor das Legislativas, se estas se realizassem atualmente. Esta vantagem aumenta também o fosso para a oposição. A intenção de voto no PSD é de 23,3%, igual ao mês anterior. Destaque ainda para a queda do Bloco de Esquerda, que, ainda que mantenha a terceira posição, desce de 11,9% em abril para 9% este mês. O mesmo acontece com o Chega de André Ventura: cai de 7,8% para 6,8%. A CDU, com 5,9%, tem uma subida ligeira em relação a abril (5,8%). O PAN regista uma descida acentuada, para 3,6%, a mesma percentagem do CDS, que também perde eleitores.



Publicado por Tovi às 07:49
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Domingo, 19 de Janeiro de 2020
Rui Rio vence as diretas no PSD

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O presidente do PSD, Rui Rio, e o antigo líder parlamentar Luís Montenegro voltaram a ir a votos no dia de ontem, em eleições diretas, para escolher quem vai ocupar a cadeira do poder na São Caetano à Lapa. E numa inédita segunda volta, em que o tom da campanha endureceu bastante, a vitória foi de Rui Rio com 53%.

 

  Comentários no Facebook

Raul Almeida - A vitória de Rui Rio no PSD é legitima e merece cumprimentos institucionais. Sou daquele CDS que não segue, ou apoia, candidatos ou candidatos a candidatos do PSD. O PSD sabe resolver o seu destino sem ajudas externas, tal como o CDS. Merece respeito nestes momentos. A escolha de Rui Rio para a presidência tem um significado político inequívoco. Teremos o PSD mais consolidado do que nunca no espaço do centro-esquerda, o que é uma opção legítima dos seus militantes. Politicamente e sociologicamente, o espaço entre a nova esquerda moderada e liberal do PSD e a direita populista do Chega fica por ocupar. Há na sociedade portuguesa uma faixa de eleitorado muito significativa e consolidada que é da direita social e moderada e que hoje fica sem casa e sem conforto. O Congresso do CDS na próxima semana decidirá se o partido vai mostrar que é capaz de mostrar a credibilidade necessária para ocupar este espaço, ou se quer ser um mega Iniciativa Liberal ou um proto-Chega.

Paulo Jorge Texeira - O centro direita a morrer, mas lentamente. Não nos livramos do PREC.

David Ribeiro - Rui Rio ganhou a liderança do PSD mas há quem ainda considere por resolver se o partido é de centro-esquerda ou centro direita… como se isso fosse importante para os portugueses, que muito bem sabem que está entre o PS e o CDS.



Publicado por Tovi às 00:01
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Quinta-feira, 10 de Outubro de 2019
Já se contam espingardas no CDS e PSD

 

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Os fracos resultados eleitorais nas últimas Legislativas estão a provocar agitação no CDS e no PSD. Assunção Cristas anunciou logo na noite de domingo a intenção de convocar eleições no seu partido e garantindo que não irá candidatar-se á liderança. Rui Rio, tendo perdido um número considerável de deputados no Parlamento, chamou a si o papel de líder da oposição nacional, mas nem isso fez com que os seus “opositores internos” deixassem de lhe “querer fazer a folha”, havendo já quem se posicione para uma candidatura à chefia do PSD. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

 

  Mais um... isto vai ser do caraças.
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Publicado por Tovi às 08:03
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Terça-feira, 8 de Outubro de 2019
PSD venceu as Legislativas no Porto

Captura de Ecrã (284).png
Será que este resultado na cidade do Porto é efetivamente mérito do PSD ou terá ainda a ver com o carisma que Rui Rio granjeou durante o tempo em que esteve à frente dos destinos autárquicos?... Muito sinceramente não sei e até é provável que seja pelos dois motivos apontados.



Publicado por Tovi às 08:17
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Segunda-feira, 23 de Setembro de 2019
Eleições Regionais na Madeira

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Vitória só teve o PSD, mas com o sabor amargo de ter perdido a maioria absoluta. BE foi à vida, CDU e CDS levaram um grande tombo (CDU de dois deputados para um; CDS de sete deputados para dois) e o PS teve uma subida considerável mas que soube a pouco. No meio disto tudo o CDS pode-se gabar de ser por ele que tem que passar o Governo da Madeira… e a “oposição” nem com geringonças lá vai.



Publicado por Tovi às 09:13
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