"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 20 de Julho de 2021
Assembleia Municipal do Porto

Reuniu ontem à noite, em sessão extraordinária, a Assembleia Municipal do Porto com a seguinte Ordem de Trabalhos:

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  Pontos 1, 2 e 3 - Intervenção da deputada Maria Lacerda.
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  Declaração do vereador Ricardo Valente: "Temos todos os mercados com regulamentação aprovada, com equipamento novo e coerente entre todos os mercados e com programa de formação já iniciados para os feirantes que estão nos mercados da cidade. Temos que resolver a questão dos grandes mercados que necessitam de estar enquadrados nas novas normas de saúde pública impostas pela DGS. Para isso estamos a trabalhar na criação de um local apropriado e dedicado para as feiras de grande dimensão."

 

  Ponto 5 - Intervenção do deputado André Noronha.
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  Ponto 6 - Intervernção do deputado Raul Almeida.
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   Sobre a política de dissuasão do estacionamento irregular no Porto, disse o deputado Raul Almeida: "Em contraste com Lisboa, e com o terrorismo da mobilidade da EMEL, o Porto aposta na pedagogia e na dissuasão, tendo o reboque como último e não como forma de angariação de receita. O reboque no Porto está dedicado a desimpedir lugares para deficientes indevidamente ocupados, passadeiras e passeios bloqueados por automóveis, garagens com acesso impedido, perigo no trânsito. Não há a caça ao infractor que vemos noutras cidades, há apenas regulação e pedagogia."
   Vejam quais e quantos foram os motivos que provocaram reboques em 2020.
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  Ponto 7 - Intervenção do deputado Nuno Caiano.
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   “Fui atleta do Foz e tenho um afeto especial pelo clube. É uma ambição com décadas. É agora que se materializa. Isto vai além do futebol, incorpora ambição e programa deste Executivo: inclusão social, coesão, sustentabilidade”, congratulou-se Nuno Caiano, do grupo 'Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido'.

 

  Ponto 10 - Intervenção do deputado Miguel Gomes.
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Publicado por Tovi às 09:53
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Terça-feira, 6 de Julho de 2021
Economia Local e Trabalho com Direitos no Porto

Realizou-se ontem à noite uma Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal do Porto, solicitada pelo Grupo Municipal do Bloco de Esquerda, com o seguinte ponto único na Ordem de Trabalhos - Economia Local e Trabalho com Direitos no Porto.

 Intervenção do deputado Raul Almeida, do grupo municipal “Rui Moreira - Porto, o Nosso Partido”.
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 Intervenção do deputado Nuno Caiano, do grupo municipal “Rui Moreira - Porto, o Nosso Partido”.
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Publicado por Tovi às 10:25
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2021
Remodelar o Governo... quando e como?

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Enquanto não tivermos uma oposição válida e credível, não estou a ver quando e como remodelar.

O meu amigo Raul Almeida dizia, em janeiro deste ano, no seu artigo de opinião no Observador: “A história diz-nos que só com um PSD forte e um CDS simultaneamente forte, se reforma o país. Como ponto de partida, é preciso que cada um saiba primeiro onde está, só depois se poderá pensar em estar à altura da missão.”  E cá para mim o Raul tem carradas de razão.



Publicado por Tovi às 07:36
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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2021
Grande abanão na direção do CDS

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Filipe Lobo D’Ávila, vice-presidente do CDS, apresentou a demissão da comissão executiva do partido, deixando Francisco Rodrigues dos Santos mais isolado na direção. Com Lobo D’Ávila saíram também Raúl Almeida e Isabel Menéres Campos, também da direção do partido.



Publicado por Tovi às 12:04
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Sábado, 19 de Dezembro de 2020
Rui Moreira vs Selminho

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Disseram as notícias do fim da tarde de ontem que “Rui Moreira acaba de ser acusado, pelo Departamento de Investigação e Ação Penal Regional do Porto, de ter cometido, em autoria material e na forma consumada, de um crime de prevaricação, em concurso aparente com um crime de abuso de poderes, no caso ‘Selminho’". E eu recordo-me bem do que o Presidente da Câmara Municipal do Porto nos disse na sessão da Assembleia Municipal do dia 29mai2017:

 O terreno que a minha família adquiriu há dezasseis anos não tinha, em Outubro de 2013, e continua a não ter, em 2017, capacidade construtiva.
Não foi, entretanto, prometida, acordada ou paga qualquer indemnização. Ao contrário, a pretensão da Selminho em garantir ou capacidade construtiva, uma indemnização, ou até ambas, foi recusada pela Câmara no meu mandato. E só no meu mandato. Só no meu mandato.
A propriedade do terreno, nunca antes disputada pela CMP ao longo de decénios e em múltiplos processos, é agora questionada pelo Município. Essa questão que agora a Câmara levanta prejudica claramente os interesses da Selminho. Mas iniciou-se no meu mandato.
Repito, prejudica objectivamente os interesses da Selminho. Nunca tinha sido levantada. Foi-o no meu mandato.
Eu e a minha família em nada fomos beneficiados.
 
 
    Rodrigues Pereira, no Facebook
Rui Moreira e a minha vergonha alheia
Quando parecia que o chamado "Caso Selminho" estava morto e enterrado já há uns bons tempos pelo Tribunal Administrativo, eis que surge um novo processo - desta vez, do foro do direito criminal - a acusar Rui Moreira das maiores enormidades no mesmo, incluindo actuações de tal maneira graves que - pasme-se - poderiam conduzir à perda do mandato de Presidente da Câmara do Porto.
Se isto não fosse trágico , no que à fiabilidade e constância da nossa Justiça diz respeito - no fundo o primeiro e definitivo esteio de qualquer Democracia que se preze - seria absolutamente digno de um filme de humor negro, quiçá protagonizado pelos Monty Python. É que já nem a dignidade literária da célebre obra de Franz Kafka possui !!!
Senão, vejamos:
1 - Foi Rui Moreira que espoletou a análise de todo o "Caso Selminho" , caso com barbas e que nenhum dos seus antecessores na Câmara houvera, sequer, analisado.
2 - Foi ainda Rui Moreira que mandatou dois advogados da Câmara a que preside para procederem a uma investigação cuidada de todo o "Processo", afastando-se de qualquer interferência na mesma e recusando-se, inclusivamente, a participar em qualquer votação do Executivo Camarário que viesse a ter relação com o mesmo.
3 - Ambas estas posições deixam, de per se, ficar claríssima a atitude do Presidente da Câmara, já que qualquer decisão negativa seria altamente prejudicial para o próprio e a sua família, detentores da Selminho, em termos económico-financeiros.
4 - Correu o referido Processo termos no Tribunal Administrativo, o qual veio ilibar totalmente Rui Moreira ou qualquer familiar seu, adiantando que a compra escriturada por via da exaltação do direito de usucapião, não colhia.
E quando todos - de boa-fé - achavam que o caso estava juridicamente terminado, restando umas minudências na área do direito de regresso - a Família Moreira comprou um terreno, registado em escritura pública a alguém que, aparentemente, não teria o direito de o vender - surge este soez Processo Crime!
Que Rui Moreira incomodou muita gente do establishment político (e até empresarial) com a sua retumbante vitória nas duas últimas eleições autárquicas, não é segredo para ninguém. Eu próprio, que me movimento desde sempre nos meios da política socialista/social-democrata, bem como nos do sector empresarial, fui muitas vezes testemunha desse incómodo. Com efeito, o desagrado para com os mandatos de Rui Moreira não provém do Povo do Porto, mas sim de meia-dúzia de illuminati que, por julgarem ter na Câmara um "cúmplice" para cunhas e desvarios, foram encontrar um Homem: independente, sério, incorruptível !
Ao ponto de ter dado luz verde aos próprios serviços camarários para que investigassem a fundo a questão Selminho, incorrendo, por isso, em graves prejuízos financeiros, dos quais não tem qualquer espécie de culpa .
Isto dito - e num país decente - esta última acusação, quando for pelo bueiro abaixo - à semelhança da anterior - deveria obrigar o Estado (esse excelso representante do Bem) - a uma indemnização de montante proporcional aos danos morais (e materiais) causadas a Rui Moreira e à sua Família.
E como velho amigo que de todos sou, não tenho qualquer dúvida em afirmar que a Família Moreira se apressaria - descontando o prejuízo contabilizável - a doar a verba remanescente a instituições da cidade que se dedicam, diariamente, a tapar buracos aos quais o Governo da República pouco ou nada liga !
Sabes, meu querido Rui, que contas comigo para o que der e vier. Porque é tempo de deixarmos de gastar dinheiros públicos em guerrilhas de Alecrim e Manjerona !
Um abraço sentido e solidário do
MRP
Porto, 18 de Dezembro de 2020
 
    Luís Artur Ribeiro Pereira, no Facebook
Conheço bem o caso Selminho. Enquanto líder do grupo parlamentar do PSD na AM, no anterior mandato, tive oportunidade de conhecer todo o processo. É uma mão cheia de nada. Rui Moreira enquanto presidente da CMP teve um comportamento político e ético exemplar. Este caso esteve na origem da minha desfiliação do PSD, porque não podia deixar de na AM ser verdadeiro e posicionar-me ao lado de quem atuou com honestidade, ética e sentido de serviço público, Rui Moreira. A inveja e o ódio, são razões dos fracos, que me enojam. Na vida e na política não vale tudo. Rui Moreira, tem sido grande, como Presidente da CMP, como político, como defensor de toda uma região e claro isso não agrada a quem está na política para se servir. Claro que isto é um ataque político e mal, muito mal, vai o Ministério Público que se deixa enredar nestas artimanhas. Mas o povo, esse povo que como niguém sabe distinguir a verdade da mentira, a inveja do mérito, vai dar uma resposta política dando a Rui Moreira uma vitória esmagadora nas próximas eleições autárquicas. O povo é quem mais ordena.
 
   Vicente Ferreira da Silva no Facebook
Direito não fez parte de nenhuma das minhas passagens pelo ensino superior. Não obstante, tive várias disciplinas de direito, quinze, ministradas por Professores que davam aulas aos colegas de direito. Não sou jurista. Mas cedo aprendi que a lei é, e será sempre, uma questão de interpretação. Num caso que noutras instâncias foi arquivado, Rui Moreira foi agora acusado pelo Ministério Público. Conhecendo o Rui como conheço, tenho a certeza que estará tranquilo e que tomará as medidas que achar por necessárias para se defender. O que não é aceitável é que já esteja a ser condenado apenas por ter sido acusado, principalmente por pessoas que fazem, ou fizeram, parte de partidos políticos que hoje são oposição na Câmara Municipal do Porto. É curioso que quando membros destes partidos passam por circunstâncias análogas, a primeira coisa que se vê é o arregimentar dos elementos dos respectivos partidos em defesa do acusados. Tendo em conta a postura do Rui nestes oito anos, comparada com a prática daqueles que ocuparam e ocupam posições semelhantes eleitos por partidos, o nível de transparência e de decisão efectiva para a resolução de problemas que se arrastavam há décadas é substancialmente diferente. Reitero. Há um Porto antes e depois de Rui Moreira. E será a história a confirmá-lo.
 
 

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Rui Moreira escreveu em finais de 2012 «Ultimato - O antes e o depois do 15 de Setembro» (Oficina do Livro / Grupo LeYa) e cada vez mais me convenço que é sempre necessário um certo distanciamento dos acontecimentos para se poder entender as coisas. Curiosamente Rui Moreira já nessa altura lá dizia: “Porque temos de acreditar que há sentido de Estado numa situação em que vivemos em economia de guerra, tem de ser possível ultrapassar querelas e divergências e de se conseguir consensos nacionais entre os vários órgãos de soberania e os partidos que assinaram o memorando da Troika. A política não se esgota neste espectro político e, por essa razão, é conveniente que os partidos que discordam desse memorando procurem, numa situação em que vivemos em economia de guerra, tem de ser também eles, dar um contributo positivo, que não pode passar pela algazarra ou pelos ataques «ad homine» que desvalorizam e deslegitimam os seus argumentos”.

 

   Raul Almeida no Observador, em 20dez às 00h05
J’Accuse
O regresso do “caso Selminho”, um caso arquivado pela Justiça, sem que sejam conhecidos novos factos, é, à luz do que sabemos, preocupante. Preocupante, por Rui Moreira ser quem é, um Homem sem dono.
«Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. Mes nuits seraient hantées par le spectre de l’innocent qui expie là-bas, dans la plus affreuse des tortures, un crime qu’il n’a pas commis. » – O meu dever é falar, não quero ser cúmplice. As minhas noites seriam assombradas pelo espectro do inocente que ali expia, na mais horrível das torturas, a de um crime que não cometeu.
Foi com estas palavras que Émile Zola deu voz à revolta perante aqueles que condenaram Dreyfus. O resto é história. Uma história que se vai repetindo. Apaixonei-me pelo caso Dreyfus ainda miúdo, através de um livro perdido entre muitos nos setembros quentes da Beira Alta na quinta da família. O drama de Dreyfus é um bom ponto de partida para a reflexão sobre o impacto da justiça mal conduzida sobre os inocentes. A perversão em que se torna, quando se abate sobre homens de honra.
Tenho a minha conta de amigos que sofreram a discricionariedade de agentes da justiça, de forma profundamente reprovável. Não se trata do exercício de fazer Justiça, trata-se de tentar construir casos apesar da justiça. Trata-se de fazer política selectivamente, em vez de alocar os recursos ao prosseguimento da Justiça, ao combate aos verdadeiros prevaricadores. Em todos estes casos, o procedimento é o mesmo, acusa-se, convoca-se a praça pública através da imprensa, faz-se render o caso e lesa-se o visado. Em todos os casos que refiro, o visado foi declarado inocente. Porque foi sempre inocente. Por isso, a minha repulsa em relação ao justicialismo é tão grande quanto o meu amor à Justiça.
Rui Moreira é dos políticos mais incómodos da actualidade. Um Homem sem dono. Não tem partido, não tem cumplicidades, não tem uma estrutura de apoio profissionalizada, não depende política ou financeiramente de organizações ou grupos de interesse. Tem um percurso pessoal conhecido, uma credibilidade inabalável, um projecto de cidade revolucionário e ganhou por duas vezes a Câmara da segunda cidade do país. Em termos muito simplistas, um tipo do Porto que não tem medo de afrontar Lisboa e os poderes instituídos, sempre que considera justo e necessário. Uma dor de cabeça para o sistema, portanto.
O “caso Selminho”  tornou-se um clássico da política portuense. Convenientemente levantado pelo PCP, foi visto, revisto e tornado a ver por todas as instâncias judiciais competentes. Rui Moreira deu sempre a cara, pedindo o apuramento de todas a verdade e disponibilizando tudo de forma rigorosa e transparente. O caso foi arquivado, e o que conduziu ao arquivamento não deixa dúvidas. As únicas dúvidas que sempre nos ficam, resultam da enorme diferença de publicidade entre a acusação e o arquivamento. Do facto de vermos demasiadas vezes a acusação agir sem solidez, nem fundamentos estruturados, desmascarada por sentenças múltiplas, que aparentemente não a perturbam.
O regresso do “caso Selminho”, um caso arquivado pela Justiça, sem que sejam conhecidos novos factos no processo, é, à luz do que sabemos hoje, preocupante. Preocupante, por Rui Moreira ser quem é, por estarmos a escassos dias do encerramento do ano judicial que precede o ano das eleições autárquicas, em que a jurisprudência desaconselha este tipo de processos. Parece cirúrgico, e as aparências tanto podem causar dano ao visado como ao acusador que assim gere o processo e o tempo. Rui Moreira foi sempre sereno, transparente e, na hora de escolher, não hesitou em privilegiar o interesse da autarquia, salvaguardando sem mácula o interesse público. Para além dos Tribunais, o Povo do Porto também já julgou Rui Moreira, e o veredicto impressiona.
Não temo por Rui Moreira. Tem uma resiliência impressionante para lidar com a injustiça. O seu Pai, um visionário e um empreendedor notável, foi preso político, foi perseguido e acusado por ser quem era. O Rui pai, como o Rui filho, também era um Homem sem dono; dos que incomodam. Esta fibra não está, infelizmente, ao alcance de todos, não se constrói num caminho de conforto, suscita tanta admiração quanta inveja e incómodo, inspira os amigos mais sólidos e desperta os mais rasteiros inimigos, gosta-se muito ou não se tolera. Quando penso no Rui Moreira, lembro-me muito da passagem do Livro do Apocalipse “Conheço tua conduta: não és frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Por que não és quente nem frio, mas morno, vomitar-te-ei da minha boca”. O Rui Moreira sempre se recusou a ser morno, independentemente do custo. O Rui Moreira não é só o homem cosmopolita, profundamente culto e o revolucionário construtor da cidade. É um pilar de coerência, dignidade e seriedade. Hoje e sempre.



Publicado por Tovi às 07:05
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2020
Fundamentos de um apoio convicto

Como já por várias vezes por aqui afirmei eu não morro de amores por Marcelo Rebelo de Sousa... mas Raul Almeida tem carradas de razão no que diz neste seu artigo no Jornal Económico.

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Em face de quatro candidatos que, de diferentes formas, se afirmam pela divisão, a recandidatura de Marcelo representa exactamente o oposto. Mais do que nunca, o país precisa de estabilidade e unidade.
Aproximamo-nos das eleições presidenciais, num momento crítico para a nossa vida colectiva. A crise pandémica em que nos encontramos imersos pode desencadear uma cascata de outras crises, que terão sempre um impacto superlativo num país frágil como o nosso. É o pior dos momentos para sermos levianos ou caprichosos na altura de preencher o boletim de voto.
Será uma eleição onde teremos um único candidato a Presidente da República, em contraponto a cinco candidatos de nicho; dois populistas, um estalinista, uma trotskista e uma inexistência. A grande opção a fazer é entre entregar um voto de confiança e missão a Marcelo ou, neste momento crítico, desperdiçar o voto numa qualquer afirmação pessoal ou partidária inconsequente.
Mais do que nunca, o país precisa de estabilidade e unidade. Em face de quatro candidatos que, de diferentes formas, se afirmam pela divisão, pelo exacerbar da diferença, pela promoção da desconfiança e da conflitualidade, a recandidatura de Marcelo representa exactamente o oposto. Marcelo exerceu um permanente magistério de pacificação, exaltou a união que nos fortalece, combateu sem tréguas a conflitualidade e o divisionismo. Foi o Presidente de todos os portugueses, sem excepção. Os outros concorrentes assumem-se como os representantes da sua tribo contra a tribo inimiga.
O estilo dos Presidentes nunca é consensual. Apesar de gostar do estilo de Marcelo, compreendo perfeitamente que possa haver quem não goste. Por vezes, a hiperactividade do Presidente é difícil de acompanhar, por vezes, parece demasiado. Compreendo quem faz esta crítica. Mas, se também eu considero excessivo um telefonema presidencial em directo para uma entertainer televisiva, depressa o relevo em face de todos os telefonemas que levam uma palavra de conforto a muitos portugueses em aflição, ou de todos os que encorajam e exaltam as virtudes individuais ou colectivas do povo até agora invisível.
Marcelo não se cansa de puxar por tudo o que é bom, por tudo o que possa servir de exemplo, por tudo que reforce o espírito português. Nenhum Presidente o fez desta maneira. Não é qualquer síndrome de snobeira parola, apodando o Presidente de popularucho, que belisca esta aposta no melhor de Portugal e dos Portugueses. Sim, o Presidente também o representa, também tem um vínculo, com cada uma das pessoas com quem tira uma das inúmeras selfies. E, ainda bem que fica genuinamente feliz ao fazê-lo. Ainda bem que quebrou a distância, o hermetismo e, em alguns casos, a arrogância distante de alguns dos seus antecessores.
Tenho um enorme respeito pelo Presidente que troca o conforto lisboeta pelo Natal junto àqueles que em cada momento mais sofrem. O Presidente que sai à rua noite dentro para levar apoio aos que a sociedade esqueceu, confrontando-nos com as nossas próprias falhas. O Presidente que é Católico, mas investe seriamente no diálogo Inter-religioso como via para a paz social. O Presidente que está rigorosamente sempre onde é preciso, junto de quem mais precisa. O Presidente que partilha com uma acessibilidade rara a sua cultura, estimulando cada um a valorizar o conhecimento. Há quem diga que é uma banalização do papel presidencial; Marcelo será tudo menos banal.
Acredito na força e no potencial de uma nova Portugalidade. As visitas presidenciais à África que já foi portuguesa, e continua nossa irmã, foram um sucesso cultural e diplomático sem precedentes. Nenhum português pode ficar indiferente ao que aconteceu em cada sítio por onde Marcelo passou. O carinho infinito dos nossos irmãos africanos só encontrou rival na ternura sem reserva nem medida que Marcelo pôs em cada beijo, em cada abraço, em cada troca de olhares. Se quisermos ser honestos, facilmente admitimos que só Marcelo consegue construir este tipo de irrepetíveis pontes.
Por fim, no plano político interno. Marcelo fez o que prometeu. Promoveu a estabilidade possível em cada momento. Sim, foram dois governos maus, da esquerda coligada com a extrema-esquerda; mas não cabia ao Presidente demiti-los ou provocar crises de consequências imprevisíveis. A dura verdade é que, em momento algum, o conjunto da direita se constituiu como alternativa sólida, capaz de gerar uma maioria parlamentar em resultado de uma crise e consequente ruptura.
Nos momentos de fragilidade governativa, nunca houve indício de que a maioria dos portugueses estivesse com vontade de virar à direita com o peso que permitisse resgatar o país das esquerdas. O Presidente foi inteligente ao não abrir crises que pudessem resultar no reforço dos culpados por essas mesmas crises.
Não há memória ou registo de uma presidência com tantos vetos e devoluções. Todos eles sérios e pertinentes, todos eles manifestos políticos que sublinham um homem estruturalmente do centro direita humanista, mas consciente de ser o Presidente de todos os Portugueses.
Não há mandatos sem falhas. Não gostei do comportamento presidencial na crise da Procuradora Geral da República, na crise do Governador do Banco de Portugal, nalguma brandura com erros graves do governo socialista. Foram actos que me deixaram incómodo, nos quais não me revi. Mas, feito um exercício de memória, infinitamente menos e menos graves do que os que se podem facilmente encontrar em cada uma das anteriores presidências.
Por fim, recordo o resultado histórico da segunda eleição de Mário Soares. Recordo que Soares, no primeiro mandato, negou aos seus a formação do governo Constâncio, daí resultando a longa era cavaquista e uma enorme travessia do deserto para os socialistas. Recordo que na sua recandidatura, o MASP II era um verdadeiro albergue espanhol onde cabia tudo, da extrema esquerda à direita conservadora. Teve o apoio e o voto massivo do centro e da direita. Ao contrário das franjas da direita que hoje enjeitam Marcelo, a esquerda teve sempre a inteligência de fazer lembrar que Soares era o seu símbolo maior, a grande referência, a ponto de até a direita se render às suas qualidades e encantos.
Eu fico feliz por ver a esquerda rendida a um Presidente estruturalmente de centro-direita. Serão sempre bem vindos a votar nos nossos!
O autor escreve de acordo com a antiga ortografia.



Publicado por Tovi às 07:00
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Domingo, 13 de Dezembro de 2020
Conselho Nacional do CDS

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Neste Conselho Nacional do CDS o "André Ventura foi o elefante dentro da sala", conforme lhe chamou Cecília Meireles. E de tudo o que li deste Conselho Nacional dos centristas não há dúvida que o caldo está entornado entre a direção do CDS e o seu grupo parlamentar.

   Expresso, 8h30 de 13dez2020

 

   O que se disse sobre as Presidenciais
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Publicado por Tovi às 10:08
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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2020
Perfeitamente de acordo com o Raul Almeida

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  Obervador - 20nov



Publicado por Tovi às 15:48
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Segunda-feira, 11 de Maio de 2020
Tragédia numa freguesia de Peniche

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A comunicação social dava-nos a conhecer na manhã da passada quinta-feira que um menina de nove anos tinha desaparecido de casa de seu pai, em Atouguia da Baleia, em Peniche. A criança – Valentina – vivia permanentemente com sua mãe no Bombarral mas estaria a passar uma temporada com o seu pai, mais a madrasta e outras três crianças, uma de 12 anos, outra de quatro anos e ainda uma outra com meses. Durante três dias foram feitas buscas infrutíferas numa área de quatro mil hectares pela GNR, Bombeiros e muitos populares, mas no último domingo ficamos a saber que o corpo tinha sido encontrado morto, numa eucaliptal a cerca de seis quilómetros de Atouguia da Baleia, e o pai e a madrasta estavam detidos pela Polícia Judiciária. Em conferência de imprensa, o coordenador do Departamento de Investigação Criminal da PJ de Leiria, Fernando Jordão, referiu que o corpo da criança terá sido levado para uma zona de mato na Serra D'El Rei, em Peniche, onde foi tapado com arbustos. "Estamos a verificar o cenário da morte, mas claro que terá de ter acontecido em algum contexto de violência", disse o responsável, salientando que, "à partida" não terá sido uma morte acidental.

 

   17h00 de hoje

O pai e a madrasta suspeitos da morte da criança de nove anos, em Atouguia da Baleia, Peniche, só deverão ser ouvidos por um juiz de instrução criminal, no Tribunal de Leiria, na terça-feira de manhã. A autópsia da criança já se terá realizado e o relatório preliminar (o relatório final da autópsia ainda deverá demorar mais algum tempo) poder-se-á juntar ao inquérito na terça-feira, podendo ser mais um contributo para confrontar os suspeitos sobre a forma como a criança morreu.

 

  22h00 de hoje

 O resultado preliminar da autópsia de Valentina, encontrada morta em Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche, aponta para uma morte violenta, com lesões na cabeça e indícios de asfixia.

 


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“Fazer tudo isto sobre a tragédia que é o cadáver de uma criança inocente, é um condenável exercício de necrofilia, só ao alcance do pior dos abutres.” – Tem toda a razão o meu amigo que escreveu isto… apesar da dor que todos sentimos perante a brutalidade deste assassínio.

   Comentários no Facebook

 Eduardo Vasques de Carvalho - Sem ser simpatizante do André Ventura, admiro o modo politicamente incorrecto como diz "aquilo" que muitos pensam mas não dizem. A forma como os pseudo democratas se servem do governo para dizerem o politicamente correcto mas actuarem como uma ditadura de esquerda só tem valorizado o CHEGA e com o medo que o povo abra os olhos e por desgaste se virem para o outro extremo, até tentam ilegalizar o direito à liberdade de expressão.

Carla Molinari - Ditadura será sempre ditadura, seja da direita ou da esquerda, e limita as nossas vidas e impõe regras unilaterais. O que interessa ter liberdade de expressão se a liberdade de viver a nossa vida se torna inviável ?

David Ribeiro - O que está em causa neste meu post é o aproveitamento político desta tragédia, apesar da repugnância que este crime gera. Como dizia o meu amigo autor do texto citado: “É a diferença entre o homem moralmente sofisticado e o primitivismo impulsivo. É a diferença entre a civilização e a barbárie. É a opção consciente de não nos pormos no patamar do criminoso.”

 

   11h50 de 13mai2020

O Tribunal de Leiria decretou prisão preventiva para o pai e madrasta de Valentina, a menina de 9 anos encontrada morta em Peniche. Sandro Bernardo está acusado do homicídio qualificado e violência doméstica. Márcia está igualmente acusada de homicídio qualificado. Ambos os arguidos estão ainda acusados do crime de profanação de cadáver.



Publicado por Tovi às 13:57
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Quinta-feira, 5 de Março de 2020
Miguel Pereira Leite… estamos consigo

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  Notícia do Público

 

   Raul Ameida no Observador, em 10mar

Susana incendeia em Plenário, Pedro filma contra o regulamento, Maria Manuel irrompe a galope invocando o seu estatuto de deputada e Tatiana confessa que tudo o que queriam era armar a p*** lá dentro. = Notícia completa =

 



Publicado por Tovi às 11:39
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Domingo, 19 de Janeiro de 2020
Rui Rio vence as diretas no PSD

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O presidente do PSD, Rui Rio, e o antigo líder parlamentar Luís Montenegro voltaram a ir a votos no dia de ontem, em eleições diretas, para escolher quem vai ocupar a cadeira do poder na São Caetano à Lapa. E numa inédita segunda volta, em que o tom da campanha endureceu bastante, a vitória foi de Rui Rio com 53%.

 

  Comentários no Facebook

Raul Almeida - A vitória de Rui Rio no PSD é legitima e merece cumprimentos institucionais. Sou daquele CDS que não segue, ou apoia, candidatos ou candidatos a candidatos do PSD. O PSD sabe resolver o seu destino sem ajudas externas, tal como o CDS. Merece respeito nestes momentos. A escolha de Rui Rio para a presidência tem um significado político inequívoco. Teremos o PSD mais consolidado do que nunca no espaço do centro-esquerda, o que é uma opção legítima dos seus militantes. Politicamente e sociologicamente, o espaço entre a nova esquerda moderada e liberal do PSD e a direita populista do Chega fica por ocupar. Há na sociedade portuguesa uma faixa de eleitorado muito significativa e consolidada que é da direita social e moderada e que hoje fica sem casa e sem conforto. O Congresso do CDS na próxima semana decidirá se o partido vai mostrar que é capaz de mostrar a credibilidade necessária para ocupar este espaço, ou se quer ser um mega Iniciativa Liberal ou um proto-Chega.

Paulo Jorge Texeira - O centro direita a morrer, mas lentamente. Não nos livramos do PREC.

David Ribeiro - Rui Rio ganhou a liderança do PSD mas há quem ainda considere por resolver se o partido é de centro-esquerda ou centro direita… como se isso fosse importante para os portugueses, que muito bem sabem que está entre o PS e o CDS.



Publicado por Tovi às 00:01
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Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2019
Não gostam? Votem diferente...

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Publicado por Tovi às 07:26
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Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2019
O dia seguinte às Eleições Gerais no Reino Unido

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  Resultado final das Eleições Gerais no RU
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Rui Moreira - Amanhã, os jornais portugueses vão dizer que os britânicos perderam. Ninguém dirá que o Labour se travestiu de BE, não soube dizer se queria brexit ou remain. Entretanto, a independência da Escócia parece inevitável. A Inglaterra será uma colónia da sua ex-colónia americana.

Pedro Braga de Carvalho - A maioria absoluta dos Conservadores de Boris Johnson vai finalmente conduzir à consumação do maior erro na política externa britânica no pós-guerra. E veremos, com o tempo, quais os estragos que esta consumação poderá trazer à unidade do reino. Do you still rule, Britannia?

Raul Almeida - A vitória de Boris Johnson traduz diferentes realidades. Primeiro, os britânicos querem inequivocamente o Brexit, as percepções contrárias, como a minha, estavam erradas. Segundo, foi uma derrota absoluta da esquerda que Corbyn protagoniza, um misto de populismo errância e cobardia. Terceiro, a Europa e o Reino Unido começam agora uma reconfiguração profunda, que exige o melhor de todos. Quarto, Boris Johnson, de quem não gosto nem um bocadinho, tem total legitimidade política para pôr o seu plano em marcha, I hope there is one.



Publicado por Tovi às 09:01
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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019
"A greve que definiu o regime", por Raul Almeida

Realmente parece que estamos num processo de venezuelização em curso.

Captura de Ecrã (208).png

Notícia completa aqui.

   

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Manuel Matos - Dá gosto ver a Direita, que nas últimas eleições queria baixar salários, defender tão bem os trabalhadores agora...

Adao Fernando Batista Bastos - Ó Deus, frustados porque a greve não provocou o caos que muitos na oposição pretendiam? E toca a bater no Governo e no PS que agora são autoritários, quase ditadores, defendem os patrões! Certamente que solidários com os grevistas nem atestaram combustivel durante agreve ( atestaram uns dias. antes. ). Venezualização do regime! Valha- nos Pedro. ,Paulo e todos os Santos Apóstolos, esta gente ( que nunca fez greve e estão contra os Sindicatos das centrais sindicais, preferem os recêm- nascidos ditos independentes...) está louca, so pode.

Joaquim Figueiredo - Adao Fernando Batista Bastos como tens razão amigo... quando não reagiu de imediato, devia ter reagido com veemência, quando reagiu com antecipação não devia ter reagido... não há critérios e a direita anda desesperada, sem rumo, sem orientação, porque o diabo não chegou, apesar do chamamento uníssono da comunicação social....e dos grevistas

Duarte Nuno Correia - O que eu me divirto a ler alguns comentários. Quem "acusa" o David Ribeiro de ser de direita não tem a mínima noção do que escreve.

Jose Bandeira - Desculpem meter-me na conversa, mas o mal de que o David Ribeiro sofre é comum em quem já viveu uns anitos e tem a cavidade craneana bem preenchida. O problema mais candente de momento não são os partidos mas sim as lideranças dos mesmos e a forma como essas lideranças asseguram o poder.

As pessoas de bom senso e forte empatia social sempre se identificaram com o PS e a afinidade foi-se mantendo e quiçá consolidando desde que Cavaco Silva inquinou o PSD com todo o seu séquito de bandidos que hoje estão a gozar os rendimentos do seu saque. Foi esse cancro cavaquista que possibilitou a Sócrates a maioria absoluta e, tal como aconteceu com Cavaco, substituir os bandidos doutorados do cavaquismo por estagiários sem formação nem limites para a ganância pois, como todos sabemos, a esquerda tem terreno muito mais favorável junto dos media para tolerar todo o tipo de atentados.

Com o caos pós Socrático gerido pelos boys do PSD, emerge a eminência parda, o bicho político que há muito aguardava o seu momento: António Costa! Só que, muito parco em idéias e grande em ambição, Costa rodeia-se de uma enorme clientela que tem que satisfazer para assegurar o próprio poder. E aí recomeça o nosso calvário: uma nação pobre e sobreendividada tem pouco para dar sem atingir fortemente os do costume, classe média em impostos, classe mais desfavorecida em direitos.

Sofremos de uma enorme crise de liderança e de uma Administração Pública pejada de incompetentes ambiciosos. O único líder que ousa apontar a causa de todos os males, Rui Rio, está a fazer a travessia do deserto e ainda não conseguiu convencer que tem massa crítica no PSD para fazer diferente.

Portanto e à laia de conclusão todos sabemos que NÃO EXISTE SOLUÇÃO PARA PORTUGAL NO ESPECTRO POLÍTICO PARTIDÁRIO. A única solução é a da união de todos os portugueses em torno de um projecto nacional, mas todos sabemos que nenhum partido vai propor tal heresia pois a probabilidade dos seus dirigentes e matilha irem parar à cadeia é muito grande.

Daí, tanto o David como eu buscar-mos gente de bem para criar massa crítica que permita lançar um projecto para Portugal.

Se não interpretei bem o teu pensamento por favor corrige-me caro David.



Publicado por Tovi às 14:37
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