"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 27 de Abril de 2014
Douradas Assadas no Forno e Grandjó

 

{#emotions_dlg.smile} Foi o almoço de hoje: Douradas Assadas no Forno, sobre cama de cebola e tomate, tudo muito bem temperado com um molho à base de azeite, casca de limão, chalotas (pequenas cebolinhas, de forma oval, mas com um sabor mais delicado, muito usadas em França e no Médio Oriente), aneto (planta de aroma e sabor adocicados, originária do Mediterrâneo Oriental e do Sul da Rússia, muito popular na culinária escandinava) e sal. Acompanhou um Grandjó Branco Meio Doce de 2012 da Real Companhia Velha. Uma verdadeira delícia este almoço de domingo em família.


«Antonio Sousa Dias» no Facebook >> Que delícia!

«Joaquim Leal» no Facebook >> Adoro o "grandjó" branco e cheio. :)

«Antonio Cruz» no Facebook >> quase que almoçava outra vez...

«Zé Regalado» no Facebook >> Não andas em dieta?

«Antonio Cruz» no Facebook >> ó pra ele, tens alguma coisa a ver com isso?

«Zé Regalado» no Facebook >> Mera curiosidade.

«Loja Do Pecado Guimaraes» no Facebook >> A bela da "doirada''



Publicado por Tovi às 15:05
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Quarta-feira, 1 de Maio de 2013
Dia Internacional do Trabalhador

Foi em 1 de Maio de 1886 que uma enorme manifestação de trabalhadores em Chicago iniciou a luta nos Estados Unidos pela jornada de oito horas diárias.

{#emotions_dlg.star} Sobre este dia escreveu Oscar Neebe, conhecido militante anarquista desse período: (...) Há anos, existia a idéia de que o dia dos trabalhadores deveria ser dividido em três partes: oito horas para o trabalho, oito horas de sono e oito horas para o lazer e o estudo. No ano de 1884, a Federação dos Sindicatos Organizados dos Estados Unidos e do Canadá (precursora da Federação Americana do Trabalho - AFL) declarou que a partir do dia 1 de maio de 1886, a jornada de oito horas de trabalho passaria a vigorar, apesar dos capitalistas afirmarem que isso era impossível. (...)


{#emotions_dlg.smile} Estou a preparar as brasas para grelhar umas Douradas, para o almoço deste "1º de Maio"… Vão ser acompanhadas de Cebola e Tomatinhos passados pelas brasas, umas Salsichas Churrasco Picantes e as sempre imprescindíveis Batatas Cozidas, regadas com bom Azeite.

«Pingus Vinicus» no Facebook >> David Ribeiro, vou a caminho e levo o vinho :)

«David Ribeiro» no Facebook >> Mas eu só tenho cinco Douradas e as minhas filhas estão cá em casa... Vai ter que ficar para outro dia, amigo Pingus Vinicus :-)

«Rui Lopes A. D'Orey» no Facebook >> As batatinhas depois de cozidas, passadas pelas brasas ficam uma delicia.

«Victor Meirinho» no Facebook >> Aconselho vivamente "Grandjó" corrente, não demasiado frio... Se não tem, da próxima vez convida-me e eu levo-o da minha empresa (Real Companhia Velha). Oh David... para comer é "n" de "mitras". Agora convide-os a cavar o jardim e não fica nem um... a começar por mim!

«David Ribeiro» no Facebook >> Pois é!... E o meu quintal até está a necessitar de umas horas de trabalho :-)

«Victor Meirinho» no Facebook >> Ajudo... e como provador, por sistema não bebo... à merenda água e broa com pimento e cebola. É preço bom para a jorna?

«David Ribeiro» no Facebook >> Se o trabalho ficar bem feito, o preço é mesmo bom... Mas para uns momentos de convívio com um amigo, todo o preço é bom para a jorna :-) :-)

«Victor Meirinho» no Facebook >> Muito obrigado! Abraço forte



Publicado por Tovi às 07:40
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Domingo, 14 de Abril de 2013
Vinho do Porto Colheita

Cada vez mais os “Porto Colheita” são os meus vinhos de eleição.

{#emotions_dlg.chat} Estes Tawnies de uma só colheita são envelhecidos em cascos por um período mínimo de sete anos, originando vinhos com amplitudes de cor que vão do tinto aloirado ao aloirado, dependendo da sua idade; Igualmente os aromas e sabores evoluem ao longo do tempo originando diversos estilos de Tawnies (in IVDP).

Foram estes os bebidos nestes últimos tempos: Porto Kopke Colheita 2002; Porto Barros Colheita 2000; Royal Oporto Colheita 1977; Porto Messias Colheita 1978.


«Jose Antonio Salcedo» no Facebook >> Excelente!

«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> Esta é uma linguagem sem rodriguinhos de que gosto. De rodriguinhos também gosto mas tem que ser para acompanhar com Porto - Doces de amêndoa do Algarve.



Publicado por Tovi às 11:27
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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011
Real Companhia Velha

No passado domingo à tarde fui (re)visitar as seculares caves da Real Companhia Velha em Vila Nova de Gaia. É aqui que repousa, em pipas e balseiros de madeira nobre trabalhada por hábeis tanoeiros, o Vinho do Porto desta casa instituída em 10 de Setembro de 1756 por Alvará Régio de El-Rei D. José I, sob os auspícios do seu Primeiro-Ministro Sebastião José de Carvalho e Mello, na época também conhecida por Companhia Geral de Agricultura das Vinhas do Alto-Douro.


«Luís Paiva» in Facebook >> Excelentes pergaminhos, só tenho pena de tudo quanto leva o "carimbo" RCV não os mereça, ou melhor, não os posicione como seria devido...

«David Ribeiro» in Facebook >> Já agora: Aproveitei esta visita às caves da Real Companhia Velha para comprar uma garrafa de Royal Oporto Colheita 1977, ano do meu casamento e data que ainda faltava na garrafeira cá de casa.




Sexta-feira, 18 de Março de 2011
Royal Oporto Wine Vintage 1978

Foi uma garrafa de Royal Oporto Wine Vintage 1978 - Após uma Primavera em que as condições climáticas foram muito más, um longo Verão quente propiciou alguns bons vinhos; São declarados dez Single Quinta Vintage, entre os quais o primeiro Vintage de produtor (Quinta do Infantado), engarrafado no Douro – o que ofereci à minha filha mais velha no último Natal, aquando do seu trigésimo segundo aniversário. Um vinho de excepcional qualidade e elegância.




Sábado, 26 de Dezembro de 2009
Porca de Murça Tinto 2007

«Scalabis» in ViriatoWeb ► Tovi, demorei algum tempo porque até tive receio em comentar esta garrafa, provavelmente está tudo errado. O Porca de Murça - Se gostei do Quinta da Pacheca, já o Porca de Murça arranhou-me na garganta, achei-o muito mais intenso e forte deixa um picosito na garganta... no entanto pareceu-me que no copo é mais claro, muito menos aromático que o anterior, ao incio até parece que tem mais aroma mas depois quando o cheiramos outra vez reparamos que é... vinho. Talvez a opção de um Porca de Murça um pouco mais caro do que este, 2.34€ se revele um vinho completamente diferente, afinal o barato sai sempre mais caro.

Pois… Quer queiramos quer não o preço ainda tem a ver (salvo muito raras excepções) com a diferença de qualidade.
Procurando nos meus (muitos) apontamentos sobre vinhos provados encontrei isto: Porca de Murça Tinto 2006 (Real Companhia Velha) - Bebido em Jan2009; Não muito intenso de cor; Muito fechado e sem expressão, mas melhorou após algum tempo de arejamento no copo; Com alguma boa vontade pode-se notar aroma a fruta silvestre, mas rapidamente sobressaem os fumados e algumas notas florais; Na boca notam-se taninos muito poderosos, mas que rapidamente desaparecem; Pelo preço (2,97€/75cl) está correcto, mas deverá ser bebido quanto antes.



Publicado por Tovi às 19:24
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Domingo, 20 de Julho de 2008
Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro

No princípio do século XVIII e no seguimento da assinatura do Tratado de Methwen entre Portugal e a Inglaterra, a procura crescente dos vinhos do Douro fez subir os preços (a pipa vendia-se a 60.000 réis) e os lavradores durienses enriqueciam. Mas os comerciantes ingleses instalados na cidade do Porto iniciaram um sistema especulativo que veio mudar tudo: Já que o “artigo” era abundante, os ingleses retraíam-se nas compras, forçando a baixa de preços; ou então, e já que eram a maior parte das vezes os financiadores dos lavradores, obrigavam-nos a entregar o produto por valores diminutos. Como se dizia na época: “Só comprovam aos lavradores que lhes facilitavam as filhas para bailar”. E também havia comerciantes a adulterar o vinho nas caves de Gaia. Com tudo isto a procura diminui e a crise instalou-se. Em 1731 o vinho ainda era pago a 48.000 réis a pipa, mas rapidamente passou para 20.000 e depois para 14.000, atingindo o valor de 6.400 réis a pipa no ano de 1755. A ruína do Douro estava instalada.
Foi então que um biscainho negociante de Vinho do Porto, D. Bartolomeu Pancorvo, e um dominicano, Frei João de Mansilha, lideraram um projecto para a criação de uma companhia monopolizadora do comércio vinícola. Apresentado ao Marquês de Pombal, Ministro de D. José I, foi aprovado e em 10 de Setembro de 1756 é criada a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro (também conhecida por Real Companhia Velha), cujas principais obrigações consistiam em fiscalizar a pureza do produto, assegurar aos lavradores um preço bastante superior ao que então corria e prestar-lhes assistência financeira. Tinha também o exclusivo da venda de vinhos comuns na cidade do Porto e arredores, bem como o da exportação para o Brasil de todas as qualidades de vinho, aguardente e vinagre. Para melhor execução de todos estes direitos é então demarcada a região destinada à cultura das castas produtoras do vinho generoso do Douro, a primeira região demarcada do Mundo.


Retrato do Marquês de Pombal, em cartaz publicitário
da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro



Publicado por Tovi às 10:16
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008
Os primórdios do Vinho do Porto

«rafael de zafra» / AzulJasmim ⇒ Tovi: Me gustaría que explicases a los foristas la historia del aguariente y el Oporto, con tu precioso portugués.  Esa historia que dice que un inglés se apuntó el tanto de añadirle aguardiente cuando en verdad lo hacía un monje y él descubrió el secreto para transportarlo y los acuerdo de las lanas inglesas y el vino de protugal. Gracias.

É historicamente apontada como verdadeira que a técnica de aguardentação (*) do Vinho do Porto deveu-se à necessidade que os primeiros exportadores ingleses tiveram em fazer chegar o vinho aos portos britânicos em estado aceitável. Diz-se que na segunda metade do século XVII, para que o vinho não azedasse durante a viagem de barco era adicionado a cada pipa cerca de 20 litros de aguardente.

Mas os vinhos generosos do Douro, mundialmente reconhecidos sob a denominação PORTO, já no início do século XVI se caracterizavam por serem aromáticos, com grade capacidade de envelhecimento, resultado de uvas bem maduras obtidas por vindimas tardias e sujeitas a processos de pisa prolongada. Na tecnologia de produção destes vinhos doces, próximos dos Vinhos do Porto actuais, já se procedia à adição de quantidades crescentes de aguardente vínica ao mosto, para travar a fermentação e conservar a doçura natural das uvas. Foi o aperfeiçoamento contínuo dessa tecnologia de vinificação dos vinhos generosos do Douro que deu origem ao actual Vinho do Porto.

Após o Tratado de Methuen (**) a produção e comércio do Vinho do Porto passam a ser muito importantes para a economia nacional pelo que era necessário e urgente estabelecer regras e normas de qualidade para o produto. E assim foi instituída, em 10 de Setembro de 1756, a Companhia Geral de Agricultura das Vinhas do Alto Douro (também denominada Real Companhia Velha) que entre 1757 e 1761 faz-se a primeira demarcação, com 331 marcos de granito, da região produtora de vinhos generosos de melhor qualidade, designados “vinhos de feitoria”.

Marco de delimitação da região demarcada 
 
(*) Aguardentação – Até cerca de 1756, a elaboração dos "vinhos de embarque", como na altura se apelidavam os Vinhos do Porto seguiam o chamado "processo antigo" de vinificação. A aguardentação (sempre em pequeno volume) só tinha lugar depois de terminada a fermentação, obtendo-se assim vinhos secos. No ano de 1820, surge o processo de aguardentação dito "moderno" em que se passou a provocar a paragem da fermentação, daí resultando vinhos com prova adamada. Este processo de elaboração só passa a ser generalizado em 1852, altura em que os vinhos começam a se assemelhar aos que hoje encontramos. (informação do “site” do IVDP)

(**) Tratado de Methuen – Tratado assinado em 27 de Dezembro de 1703 entre a Inglaterra e Portugal, pelo qual este ficava obrigado a abrir o seu mercado à importação de lã inglesa, ao passo que aquela se comprometia a facilitar a importação de vinhos portugueses em detrimento dos franceses.
  
Mas é na segunda metade do século XIX que a região duriense vai entrar numa profunda crise… E disso iremos falar a seguir.



Publicado por Tovi às 19:45
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Domingo, 23 de Março de 2008
Cordeiro Pascal

A festa da Páscoa deverá ter sido inicialmente um ritual de povos nómadas e pastoris… Os Judeus celebravam a Páscoa (Dia de Javé) para recordar a saída do Egipto e agradecer ao Deus a protecção do seu povo… Mas para os Cristãos este é o dia do Senhor, o dia da sua ressurreição… E nesta festividade comia-se (e ainda se come…) o cordeiro pascal – carne assada no forno, sem necessidade de cozinha, acompanhado com pão sem fermento, que ainda hoje é o pão dos beduínos, e com ervas amargas, que são as ervas do deserto.
 
 Cordeiro Pascal

Óleo sobre tela de Josefa de Óbidos (1660 a 1670) - Museu Regional de Évora
 
E vocês, como celebram a Páscoa?... Ainda comem cordeiro, ou já se “modernizaram” e optam pelo cabrito?... E os Folares, as Amêndoas e o Pão-de-ló ainda fazem parte da vossa mesa neste dia?...

«Spice Girl» ⇒ Eu tenho imensa pena, mas a Páscoa não me diz nada, nunca houve rituais associados à Páscoa à minha volta... nem religiosos, nem outros (e até andei alguns anos num colégio de freiras). A única coisa que me lembro associada à Páscoa são as amêndoas. Sobretudo as de licor - bébés, tremoços... lindas! Mas nem isso é fundamental, muitos anos nem amêndoas compro... Tenho imensa pena...

«bbe»Na minha família que é transmontana, a minha avó é o elo unificador, e é ela que faz pressão para viver estas tradições. Ela sabe que ninguém come borrego, mas todos os anos insiste em fazê-lo, mesmo sabendo que se come mais frango que borrego. Também é tradição ela fazer o folar (bôla de carne), que ao que vejo é relativamente diferente dos que vejo noutras regiões do país, os outros são muito altos, e na sua maioria com pouca carne, o dela, é feito num tabuleiro, e com bastante carne e enchidos. Pela Páscoa, também é tradição dar-se o folar aos afilhados, que antigamente era comida (o tal folar, normalmente pão-de-ló), hoje em dia, é mais costume dar-se dinheiro. Lá na aldeia onde ela vive, ainda é costume o padre ir visitar a casa das pessoas, e ao que parece também se dá o "folar" ao senhor prior. Laughing   Senão corre-se o risco de o sr padre ,(na sua imensa sabedoria diga-se) , recusar-se a fazer um funeral, baptizado ou casamento, como penitência pela "pouca importância dada à causa do cesto das esmolas".Laughing   Tradicionalmente não é muito costume ligar-se às amêndoas e ovos da Páscoa, penso que só ganhou essa tradição de ter amêndoas em casa, depois de viver em Lisboa.

  

«zézen» ⇒ Adoro carne de vaca e não aprecio peixe... mas, sò para não me confundirem com modernices de cristão velho, nesta pàscoa comi bacalhau com grão, acompanhado de ovo, cenoura e couve. :mrgreen:

«XôZé»Constato alegremente que o nosso zézinho cumpriu escrupulosamente o jejum pascal. :twisted:   Hoje irei como todos os anos, comer uma excelente perna de borrego à casa dos meus pais. :grin:   Este ano não provei folar, amêndoas ou outras iguarias da época. :cry:   Depois eu é que sou católico, não é zézinho? :twisted:
«zézen»Ès um catòlico de esquerda :mrgreen:
«XôZé»Sim, pode ser. :lol:
E o meu Cordeiro Pascal (c/ arroz de forno e grelos salteados) foi acompanhado de um Quinta do Monte Bravo Reserva 1997
Pareceu-me estar este tinto do Douro na curva descendente, ou então o mau estado da rolha não permitiu que este vinho feito por Francisco José Márcia Rodrigues em Ervedosa do Douro, com as castas Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Barroca, se apresentasse nas melhores condições. Pareceu-me algo seco, o que não se coaduna, no meu entender, com as características de um vinho da margem direita do vale do Rio Torto.
«valtercosta72»O meu almoço foi borrego. Acompanhado por um vinho alentejano. O monte dos cabaços colheita seleccionada 2003. Muito bom este vinho. Os taninos ainda estão presentes, e gostaria de ter mais uma garrafa para ver a sua evolução daqui a uns anos.
E a Francisca, a minha filha mais nova, fez para a sobremesa uma deliciosa Aletria… Que foi acompanhada por uma das preciosidades que tinha na minha garrafeira - Porto Desintervenção Real Cª. Velha – um Tawny de Superior Qualidade da Real Companhia Velha, criado em 1978 para assinalar o regresso da Companhia aos seus verdadeiros donos.



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