"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 19 de Dezembro de 2019
E é isto... alegadamente

   Jornal Record em 18dez2019 pelas 20h00

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O Ministério Público constituiu esta quarta-feira sete arguidos na sequência de uma operação de combate ao branqueamento de "milhões de euros", que envolveu buscas em sociedades anónimas desportivas, escritórios de advogados e cofres bancários do norte.
"No inquérito não houve detenções, mas foram constituídos sete arguidos, dos quais uma pessoa coletiva e seis pessoas singulares", revelou a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto, na sua página oficial.
A procuradoria explica que está em causa, quanto ao objeto do processo, "a canalização para sociedade desportiva de quantias monetárias obtidas por sociedade comercial, tudo contornando o circuito tributário através de expedientes diversos. O inquérito encontra-se em segredo de justiça. No âmbito de inquérito investigam-se factos suscetíveis de integrar os tipos legais de crime de fraude fiscal qualificada e de branqueamento de capitais", sustenta.
Em comunicado, a Diretoria do Norte da Polícia Judiciária (PJ) refere que foram levadas a cabo 10 buscas domiciliárias e três não domiciliárias nos concelhos do Porto, Vila Nova de Gaia, Trofa, Famalicão, Guimarães, Fafe, Matosinhos e Aveiro, sem especificar os alvos concretos.
A Procuradoria-Geral da República já confirmou à agência Lusa que um dos alvos das buscas foram instalações da Sociedade Anónima Desportiva do (SAD) do Boavista.
"De acordo com o apurado até ao momento pela investigação, em causa estará a não entrega da prestação tributária devida, e a sua subsequente ocultação através do desenvolvimento de atividade empresarial relacionada com a realização e gestão de eventos desportivos", indica a PJ.
Até agora, afirma a polícia, "foi identificada uma vantagem patrimonial de milhões de euros".
O Boavista esclareceu que as buscas de que o clube foi alvo pela Polícia Judiciária e pela Autoridade Tributária sucederam devido a "empresa ou empresas que têm ou tiveram" ligações comerciais com o emblema portuense.
"Muito embora nada tivesse a ver, diretamente, com a instituição Boavista, mas com empresa ou empresas que connosco têm ou tiveram acordos comerciais, toda a disponibilidade e colaboração foram dadas às autoridades envolvidas. Queremos deixar claro que nenhum dirigente ou quadro da instituição Boavista foi alvo de buscas domiciliárias por parte das autoridades", lê-se na página oficial do clube na rede social Facebook.
Também esta tarde, o Grupo Desportivo da Gafanha (GDG), em Ílhavo, distrito de Aveiro, disse estar a ser alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária (PJ), no âmbito de um inquérito crime relacionado com fraude fiscal e branqueamento, informou fonte do clube.
Em declarações à Lusa, o presidente do GDG, Carlos Peleja, confirmou que elementos da PJ estão nas instalações do clube "a ver a contabilidade entre 2015 e 2017", que corresponde ao período da direção liderada por João Paulo Ramos.



Publicado por Tovi às 12:22
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2014
A má época do Futebol Clube do Porto

Os jornais desportivos de hoje (A Bola, O Jogo e Record) enaltecem todos a vitória das Águias sobre os Dragões no jogo de ontem das meias-finais da Taça de Portugal. O Benfica é, sem sombra de dúvida, a melhor equipa desta época 2013-14. No Futebol Clube do Porto as coisas não correram bem e a culpa não é só dos treinadores que passaram pelo Dragão esta época – Paulo Fonseca e Luís Castro –, pois parece-me que os jogadores azuis e brancos também não estiveram ao nível dos pergaminhos deste clube. A verdade é que a direcção do F. C. Porto não investiu o suficiente este ano. Estamos num campeonato já com algum nível competitivo e Pinto da Costa foi (ou teve que ser) pouco ousado nas aquisições. Vamos lá a ver como será a época 2014-15. Está na hora de começar a renovar a equipa.



Publicado por Tovi às 08:38
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Domingo, 24 de Fevereiro de 2013
"Pelo Record me penitencio" de Alex Pais

Alexandre Pais - um grande Homem e Jornalista a quem o Desporto Nacional muito deve - escreveu na edição de ontem do jornal Record:

Tudo parece encaminhado para o regresso do Boavista à liga principal após a frustrada tentativa de apagar do mapa um dos mais históricos clubes portugueses. A facilidade com que se abateu o grémio do Bessa é chocante, embora não seja muito diferente daquela com que se julgam pessoas na praça pública, se assassinam reputações ou se atenta contra o caráter de quem, por falta de jeito ou de felicidade, foi apanhado na teia da inveja coletiva. E a pergunta que se coloca é esta: se o Boavista foi injustamente punido, como se demonstrou, por que motivo demorou cinco anos a reparar essa injustiça? E como foi possível que tantos responsáveis permanecessem tanto tempo em silêncio? – alguns, por certo, na esperança de que a fragilidade dos homens e das instituições enterrasse de vez o caixão axadrezado. Piso terreno armadilhado para me interrogar, até, sobre os motivos que terão levado a comunicação social a “esquecer” o Boavista e a considerar provados e satisfatórios os pressupostos da sua condenação. E a não prosseguir uma investigação que conduziria, fatalmente, à inexistência de crime nas condutas imputadas a Valentim Loureiro e a João Loureiro, à tese de prescrição dos processos, à não descida de Deus à Terra, enfim, o que fosse. Como dirijo um diário com responsabilidades especiais no acompanhamento do fenómeno desportivo e na denúncia dos erros que gera, sinto-me tão à vontade a fazer a pergunta como a responder: nada havendo na comunicação social contra o Boavista, muito pelo contrário, não existem motivos que justifiquem a indiferença dos média quanto à sua sorte. Trata-se de um caso, mais um, de pura inércia. Aceitar o infortúnio alheio com desprendimento é sinal de uma sociedade doente, que perdeu valores e deixou de acreditar na justiça. Pelo Record me penitencio: não nos devíamos ter calado. Bem-vindo de volta, Boavista.


«Gonçalo Graça Moura» in Facebook >> Mesmo não sendo boavisteiro, é de partilhar

«Maria Fernanda» in Facebook >> Muita tinta vai correr!! Cinco anos depois ainda se escreverá sobre o Boavista, mas se calhar por outros motivos ou não



Publicado por Tovi às 10:06
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