"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 30 de Maio de 2020
COVID-19 - Câmaras dão tudo para relançar a economia

Ricardo Valente.jpg
   “Expresso – Economia” deste fim-de-semana

“No Porto, onde claramente se sente o abalo da covid-19 é no turismo, e antes de setembro ou outubro será prematuro tentar perceber o impacto estrutural desta crise provocada pela paragem brusca da atividade económica”, diz Ricardo Valente, vereador municipal com o pelouro da Economia.
Os números da taxa turística dão uma primeira ideia do que pode estar em causa: depois dos €15 milhões arrecadados pela autarquia em 2019, o Orçamento retificativo de 2020 aponta apenas para €5 milhões, “uma quebra brutal”, num ano que registava, até abril, um crescimento de 20% face ao exercício anterior.
Já nos investimentos empresariais em curso, o vereador garante “não haver um impacto claro da pandemia”. “A Natixis e a Critical Techworks continuam a crescer e a contratar, mostrando que a dinâmica dos negócios internacionais se mantém em forma. Boa parte dos projetos que o Porto atraiu nos últimos anos são coisas como centros tecnológicos e de inovação. São o futuro das empresas e, por isso, mesmo, são o que é poupado em momentos de crise e redução de custos”, justifica.
Das empresas locais, “também chegam sinais animadores, como a compra dos ingleses da Iontas pela portuense FairJournay Biologics, que reforça o estatuto de líder mundial na descoberta e fabricação de anticorpos. Aliás, o número de processos tramitados em abril representou 70% de um mês normal, “indicando que as coisas continuam a acontecer”, sublinha.
“O turismo foi decisivo para pôr o Porto na moda, mas em 2018 e 2019 mais de 60% do investimento realizado aqui já teve uma base corporativa e o principal fluxo veio da instalação de empresas”, adianta. Mas há sombras no horizonte, até porque o novo ambiente económico global e “uma eventual deriva nacionalista pode reverter a lógica de internacionalização das empresas que têm vindo a escolher a cidade”.
Assim, num concelho ainda na “fase de arranque do seu trajeto de regeneração económica, alicerçado na utilização de casos de sucesso de outros investidores como cartão de visita para atrair novas empresas”, este é o momento de jogar ao ataque e atuar: “Vamos voltar à carga, vamos vender a cidade pelo mundo fora” anuncia.
Sabe que o futuro da operação aeroportuária será decisivo no que vai acontecer nos próximos tempos e, apesar da polémica à volta das rotas da TAP, conta “como trunfos” com companhias que já se posicionaram para ligar a cidade e a região ao mundo, da Lufthansa à Luxair, Turkish Airlines, Ryanair ou EasyJet.
Ao nível da economia local, há benefícios fiscais e isenção do pagamento de taxas municipais a comerciantes e outros agentes económicos, estimadas em €315 mil. Há, ainda, um novo Fundo Municipal de apoio ao investimento e desenvolvimento económico, dirigido a startups, microempresas e PME da cidade, de forma a responder aos novos desafios da economia e contribuir para que os negócios e postos de trabalho se mantenham através do acesso a capital ou reforço de liquidez. Nos grandes projetos, o destaque vai para a expansão do Metro do Porto, orçada em €365 milhões.



Publicado por Tovi às 10:54
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2020
Devemos-lhes um grande OBRIGADO

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Os proprietários de alojamentos locais e empreendimentos turísticos da cidade do Porto que cederam quartos a profissionais de saúde na linha da frente do combate à COVID-19 vão poder receber um apoio financeiro municipal, a título excecional, próximo dos 111 mil euros. Antes mesmo da declaração de pandemia pela OMS, "num ato de solidariedade e entreajuda, proprietários de alojamento local, hotéis e demais empreendimentos turísticos, disponibilizaram os seus alojamentos aos profissionais de saúde sem qualquer tipo de compensação", recorda a proposta assinada pelo vereador da Economia, Turismo e Comércio, Ricardo Valente.




Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2017
Associação Cívica «Porto, o Nosso Movimento»

Esta FORÇA cívica dos apoiantes de Rui Moreira nas duas últimas eleições autárquicas não se podia perder… e agora aqui está ela, pronta para exercer as mais árduas tarefas em prol dos Portuenses, das gentes do Norte e de Portugal.

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Nasceu a associação cívica “Porto, o Nosso Movimento”

Durante um jantar com mais de 200 apoiantes realizado ontem à noite, Rui Moreira anuncia a criação de uma associação que pretende debater a sociedade e ter intervenção cívica na cidade e fora dela. Luís Valente de Oliveira, Miguel Pereira Leite, Francisco Ramos e Nuno Santos são os outros fundadores desta organização que aproveitará a massa crítica revelada, sobretudo, durante a última campanha eleitoral.

A associação, que tem sede no Porto é constituída, de base, por um Conselho de Fundadores, presidido pelo próprio Rui Moreira, que, contudo, não irá assumir o cargo de presidente da direcção a ser eleita brevemente e que ficará entregue a Francisco Ramos. O nome da associação “Porto, o Nosso Movimento”; é uma alusão à candidatura independente que ganhou por duas vezes, as eleições autárquicas no Porto, a última das quais com maioria absoluta, a 1 de Outubro de 2017.

Além do Conselho de Fundadores, a Associação terá como órgãos Assembleia-Geral, Direcção, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo. Luís Valente de Oliveira presidirá à Assembleia-Geral, cuja mesa é ainda constituída por Pedro Almeida e Sousa e Isabel Martins. A Direcção, além do presidente Francisco Ramos, contará com Miguel Pereira Leite, Helena Tavares, Carlos Ferreira e Nuno Santos. O Conselho Fiscal será presidido por José Rebouta e contará também com Isabel Meneres. Finalmente, o Conselho Consultivo será presidido por Miguel Pereira Leite e pretende ser um fórum alargado de personalidades, onde têm lugar, por inerência, os membros da Direcção e do Conselho de Fundadores, sendo ainda convidados a integrar o órgão algumas outras ligadas ao movimento independente, nomeadamente, os eleitos com funções executivas (Filipe Araújo, Catarina Araújo, Ricardo Valente, Pedro Baganha, Cristina Pimentel e Fernando Paulo) e o líder do grupo na Assembleia Municipal (André Noronha).

A escritura da constituição da Associação foi firmada a 6 de Dezembro pelos cinco fundadores, todos eles ligados ao movimento independente de Rui Moreira.



Publicado por Tovi às 07:32
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Terça-feira, 12 de Julho de 2016
Ricardo Valente no executivo da C.M.Porto

Na equipa de Rui Moreira cabe o Porto todo.

Presidente da Câmara do Porto atribui pelouro a vereador Ricardo Valente

O Presidente da Câmara do Porto vai delegar competências no vereador Ricardo Valente, eleito pela coligação "Porto Forte", liderada pelo PSD e que até agora se mantinha como não executivo. Ao gestor e docente universitário, Rui Moreira entrega o pelouro da Economia, que mantinha na sua posse desde o início do mandato, a 22 de outubro de 2013. A decisão de entregar competências a Ricardo Valente faz com que o executivo de Rui Moreira passe a ter elementos com pelouro, eleitos por três candidaturas diferentes: cinco da lista independente "Rui Moreira: Porto o Nosso Partido" (Rui Moreira, Guilhermina Rego, Filipe Araújo, Cristina Pimentel e Manuel Aranha); dois eleitos pelo PS (Manuel Pizarro e Manuel Correia Fernandes) e um eleito pela coligação "Porto Forte", que incluía o PSD (Ricardo Valente). Sem pelouros atribuídos encontram-se, neste momento, Rui Loza (Independente); Carla Sousa (PS); Alberto Amorim Pereira e Ricardo Almeida (PSD) e Pedro Carvalho (CDU).

Ricardo Valente aa.jpg

Ricardo Miguel Araújo Cardoso Valente, nasceu a 10 de maio de 1968, é atualmente Gestor de Empresas e Docente Universitário na Faculdade de Economia da Universidade do Porto (desde 1996) e na Porto Business School (desde 2001). Frequentou o ensino básico em Angola, Portugal e Brasil e o ensino preparatório e secundário em Portugal. Licenciou-se em Economia, em 1992, pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Tem um MBA (Master in Business Administration) pela Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica de Lisboa (1996) e é Mestre em Finanças, também pela Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica de Lisboa (2000). Para além da atividade docente exerceu, desde 1992, a sua atividade profissional na área financeira. Foi fundador da primeira empresa em Portugal vocacionada para a consultoria na área de instrumentos derivados e gestão de risco, foi diretor de uma Sociedade Corretora, administrador de uma das primeiras corretoras online em Portugal, CEO de uma Sociedade de Gestão de Patrimónios e posteriormente administrador na área da Banca de Investimentos. É autor e co-autor de livros na área da gestão do risco, sendo vencedor ex-aequo do Prémio "Mercado de Capitais 93" instituído pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento do Mercado de Capitais (APDMC).

 

  Comentários no Facebook

«Diogo Quental» >> Cabem os melhores, que olham para a cidade e não para o umbigo.

«David Ribeiro» >> Após saber-se da entrega a Ricardo Valente (eleito pelo PSD) do pelouro da Economia na Câmara Municipal do Porto, houve choro, baba e ranho nas hostes socialistas da Cidade Invicta. Mas a concelhia portuense do PSD, partido pelo qual Ricardo Valente foi eleito vereador da Câmara Municipal do Porto, já veio acusar Rui Moreira de "jogo político pouco ético" e o vereador de "deslealdade", afirmando que "o PSD não contribuirá para o negócio da 'compra e venda' de apoios políticos". Não há dúvida que esta malta ainda não percebeu nada do que aconteceu no Porto com a eleição de Rui Moreira. Nas últimas Autárquicas os resultados foram: Rui Moreira 39,25%; PS 22,68%; PSD 21,06% CDU 7,38%. Já imaginaram como é que vai ser para o ano? Vão apanhar um banho nas próximas eleições que vai ficar na história política da Cidade Invicta.

«Jorge De Freitas Monteiro» >> Não será altura de mudar de disco? Essa do "ainda não perceberam" aplicada a todo o momento e a toda a gente que discorda do mínimo suspiro de Rui Moreira começa a tornar-se ridícula. Já sei, já sei, mea culpa, sou eu que também ainda não percebi... [Emoji wink;)]

«David Ribeiro» >> Nãããã... tu já bem percebeste, não queres é dar o braço a torcer [Emoji smile]

«Jorge De Freitas Monteiro» >> Como sabes, e já o escrevi publicamente, já dei: Rui Moreira tem sido para quem, como eu, foi crítico em relação à sua candidatura, uma excelente surpresa. Assim continue.

«Joaquim Pinto da Silva» >> Jorge, aplicasses tu essas hesitações à geringonça e até se perceberia, assim, não percebo.

«António Magalhães» >> O que aconteceu no Porto, foi tão somente a ausência de um candidato digno desse nome (O Menezes foi uma brincadeira de Carnaval)! Pudesse o Rui Rio ter sido candidato e aí teria sido interessante ver os resultados. É que há gente que insiste em não ver o óbvio!

«Gonçalo Moreira» >> Não ver o óbvio. Eis o problema. O seu, no caso.

«David Ribeiro» >> Se... se... se... E se Rui Rio voltasse qual seria o resultado?... provavelmente seria catastrófico para o PSD.

«António Magalhães» >> Depois de 3 vitórias sucessivas, havia algum motivo para RR não ter vencido a 4ª?

«David Ribeiro» >> As vitórias são fruto também da "qualidade" dos opositores.

«António Magalhães» >> Nem mais!



Publicado por Tovi às 15:05
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