"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 25 de Julho de 2020
Conferência JN

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"Os Caminhos da Recuperação Económica em Portugal: Hipóteses a Norte" foi o tema da conferência organizada pelo "Jornal de Notícias" e pela Câmara Municipal do Porto, que se realizou ontem no Teatro Municipal Rivoli, partindo do presente para projetar a retoma pós-covid.


“Portugal, a Europa e o Mundo estão a atravessar uma crise sem precedentes. Uma emergência de saúde pública, primeiro, e uma depressão económica e social, depois, que exigem soluções também elas fora do comum. A responsabilidade recai sobre todos, mas em particular sobre os decisores políticos. Numa Europa das Regiões, cabe também aos que estão mais próximos do território e das suas gentes fazer o diagnóstico e desenhar soluções” - (Domingos de Andrade, Diretor do "Jornal de Notícias")


Não precisamos de mais diagnósticos. O Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, do professor António Costa Silva, tem que ter um cronograma sobre o que é prioritário e sobre o que é urgente. (Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto)


Apostemos num Norte mais verde. Há oportunidades na energia, na produção para autoconsumo, mas também para distribuição ao vizinho. A produção de baterias para acumular energias renováveis é outra oportunidade. A mobilidade é crítica para o Norte: temos de avaliar as infraestruturas (portos, aeroportos, rodoviárias, ferroviárias) e apostar no transporte público, partilhado e de baixas emissões. (Filipe Araújo, vereador da Câmara Municipal do Porto)


Estamos muito longe do poder, é a nossa verdade. Por isso era bom que se criassem instrumentos regionais para suprir as carências da falta de capital e de financiamento que sentem as nossas empresas. (Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto)


País tem até outubro para construir propostas aos apoios europeus. A Comissão pediu aos estados-membros que preparem e comuniquem os seus planos de reformas até ao fim do verão, de modo a que, entre outubro e abril de 2021, sejam discutidos e aprovados. (Elisa Ferreira, Comissária Europeia)


Rui Moreira: "Os recursos financeiros que aí vêm não podem ser investidos nos suspeitos do costume"
Da TAP aos créditos mal parados da Caixa Geral de Depósitos, os "suspeitos do costume" não podem voltar a açambarcar os investimentos estruturais do país, como cronicamente têm feito. Rui Moreira reivindica atenção para a Região Norte, "a nona mais industrializada da Europa", pede agilidade na alocação de recursos, diz que são precisos cronogramas em vez de diagnósticos, e sublinha que a indústria e a agricultura são os setores que permitem ao Norte "jogar nas cadeias de valor da Europa".
No encerramento conferência do JN, subordinada ao tema "Os caminhos da recuperação económica em Portugal: hipóteses a Norte", o presidente da Câmara do Porto declarou que urge "resolver as dificuldades de financiamento do tecido empresarial do Norte" e, para que isso aconteça, será preciso que a Região tenha voz no Terreiro do Paço.
"Nós, Região Norte, temos de ser ouvidos sobre o que é melhor para a Região. E o fundamental para a Região Norte são as indústrias e a agricultura. Têm que ser os setores mais competitivos", sublinhou Rui Moreira, numa intervenção em que constatou ser o centralismo a governar o país.
"Estamos muito longe do poder, essa é a nossa verdade. Por isso era bom que se criassem instrumentos regionais para suprir as carências da falta de capital e de financiamento que sentem as nossas empresas", afirmou.
Rui Moreira apela a que se abandonem "os tabus ideológicos" neste caminho da recuperação económica. "Temos de ser muito mais flexíveis e pensar em soluções como a que foi aplicada na TAP para resolver as dificuldades de financiamento do tecido empresarial do Norte". Dos mais de 1.200 mil milhões de euros para a companhia de bandeira portuguesa, cujo desígnio nacional não acredita que cumpra, somados aos 300 milhões de euros já anunciados para o Turismo no Algarve, medida que até diz compreender atendendo à predominância do setor naquela região, Rui Moreira propõe que, olhando para o que está a ser feito, se faça diferente e se faça bem.
"É preciso olhar mais para o território, dar prioridade a pequenos investimentos, à eficiência energética, reduzir os custos de contexto e criar externalidades positivas", assinalou. "Não podemos correr o risco, com todo o dinheiro que aí vem, de achar que vamos resolver todos os problemas de infraestruturas sem crescimento económico. Corremos o risco de repetir o 'complexo do Convento de Mafra' ", analogia que já tinha utilizado há alguns anos e que disse parecer-lhe agora novamente oportuna, quando lê e ouve falar de investimentos e planos megalómanos.
Não é esse o caminho que o presidente da Câmara do Porto julga ser o acertado para a recuperação económica do país e, neste âmbito, concorda com Elisa Ferreira, que disse no mesmo fórum que não se podem repetir as receitas do passado.
A propósito, ironizou: "ainda estou à espera de saber onde estão os créditos malparados da Caixa Geral de Depósitos. Sei do que falo, são os suspeitos do costume".
Em contrapartida, "é preciso apostar na investigação e no conhecimento", propôs o autarca, entendendo ser assim possível, através da injeção direta de capitais nas empresas, ultrapassar constrangimentos, "dar o salto e encontrar outros clientes". E, para que corra bem, "precisamos de uma voz ao nível do poder económico", sugeriu.
"Não vamos ter a almejada regionalização tão cedo"
No entanto, para Rui Moreira, essa voz não emanará, nos próximos anos, de uma nova organização administrativa do território, subdividido em regiões. "Há neste momento outras preocupações. Mas devemos revisitar os instrumentos que temos. Precisamos de um fortíssimo think-tank [laboratório de ideias] a nível regional", que envolva academia, o setor da indústria e as novas gerações, avança.
Na falta de regionalização, o autarca considerou ainda que o Norte deve olhar para "o único instrumento institucional" que tem disponível: a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). E foi neste âmbito que deixou uma crítica ao novo modelo de eleição das CCDR, que será ensaiado já no próximo mês de setembro, com as votações a serem determinadas por um colégio eleitoral constituído por autarcas. "Estamos entre dois quadros comunitários, não é o momento para ensaios. Em equipa que ganha não se mexe. Espero que Fernando Freire de Sousa [presidente atual da CCDR-N] se mantenha disponível", partilhou.
Planos têm obrigatoriamente de ter cronogramas
O presidente da Câmara do Porto confirmou já conhecer o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, elaborado pelo professor António Costa Silva. "Li o extenso documento, é útil, é feito por uma pessoa culta e generosa, mas não é um plano", disse. E continuou: "Não precisamos de mais diagnósticos. O plano tem que ter um cronograma sobre o que é prioritário e sobre o que é urgente. Ora este nem prevê cronogramas nem faz análise custo-benefício", analisou.
Reiterando a importância do papel da indústria e da agricultura para dar a volta a crise, Rui Moreira pede ação e dinamismo. "Temos de ser melhores, produzir melhor, reduzir custos. Não podemos é agora perder tempo e encantar-nos com os milhões que aí vêm. No passado houve muito dinheiro, mas não houve análise do custo-benefício", reforçou o autarca, lamentando que o Governo ainda não tenha procurado ouvir o pensamento estratégico do Norte, e que sejam precisas iniciativas como esta, promovida pelo JN e pela Câmara do Porto, para que sejam apontadas soluções e se façam ouvir os autarcas da Região.



Publicado por Tovi às 07:27
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Domingo, 12 de Abril de 2020
Ópera Rock Jesus Christ Superstar

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Ontem à noite, na RTP2, apresentação exuberante da icónica ópera rock de Andrew Lloyd Webber, com letra de Tim Rice. O multipremiado cantor norte-americano John Legend, no papel de Jesus Cristo, lidera um elenco notável que inclui Sara Bareilles no papel de Maria Madalena e a lenda do rock Alice Cooper como Rei Herodes. Gravado em Brooklyn, Nova Iorque, em 2019.

O musical conta a história bíblica dos últimos dias da vida de Jesus Cristo, começando com a chegada do profeta e dos seus discípulos a Jerusalém e terminando com a crucificação. Os eventos extraordinários e universalmente conhecidos são contados através do ponto de vista pouco habitual do traidor. Quando Judas Iscariotes denuncia o mestre, essa decisão fatal coloca os dois no caminho da tragédia. Livremente baseada nos evangelhos canónicos de Mateus, Marcos, Lucas e João, a história, contada exclusivamente por música, explora a relação e as lutas entre Jesus, Judas, Maria Madalena, os discípulos, os seus seguidores e o Império Romano.

Em 2007 assisti no Teatro Rivoli a uma das sessões desta ópera-rock - Jesus Cristo SuperStar - encenada por Filipe La Féria e que esteve durante quatro meses e meio nesta sala de espetáculos portuense, onde bateu todos os recordes de bilheteira - mais de 130 mil espectadores.

 

    A ressurreição... em  2020
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  Situação no Mundo
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   Na Região Norte ainda não estamos no planalto
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Publicado por Tovi às 00:21
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Terça-feira, 21 de Janeiro de 2020
Teatro/Dança no 88º Aniversário do Rivoli

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Grande espetáculo no passado domingo à tarde no Rivoli, no encerramento das comemorações do 88º aniversário deste Teatro Municipal do Porto... a bailarina indiana Shantala Shivalingappa (e Loïc Schild na percussão) com encenação do francês Aurélien Bory.



Publicado por Tovi às 07:46
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Terça-feira, 3 de Abril de 2018
Injustiça na distribuição dos apoios pela DGArtes

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Rui Moreira convocou a reunião e as estruturas culturais da cidade responderam em peso. Do debate amplamente participado que esta manhã nasceu no Teatro Rivoli, concluiu-se, a uma só voz, que o reforço do financiamento anunciado pelo Ministério da Cultura continua a não ser suficiente, e que os critérios de distribuição das verbas por regiões são incompatíveis com a vontade expressa de promoção da coesão territorial. Na reunião que esta manhã preencheu o grande auditório do Teatro Rivoli, nasceu um documento consensualizado entre a Câmara do Porto e as 66 estruturas culturais presentes, após um debate amplamente participado. Embora dirigida aos agentes culturais da cidade, a reunião foi aberta ao público e, como era de esperar, contou com a presença de muitos cidadãos que se quiseram inteirar sobre o tema em discussão.

Aqui fica reproduzido o texto integral da posição consensualizada entre todos os intervenientes na reunião, que será remetido pelo presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, ao ministro da Cultura, Luís Castro Mendes:

 

O presidente da Câmara do Porto ouviu hoje formalmente as companhias da cidade sobre os financiamentos quadrianuais da DGArtes.
Já antes o tinha feito com diversas estruturas a pedido destas e, quer pessoalmente em reunião com o senhor Ministro da Cultura quer através de carta que nessa ocasião lhe entregou em mão, tinha manifestado ao Governo forte preocupação sobre este assunto.
Os agentes culturais e a Câmara do Porto, aqui presentes, concordam em várias matérias:
1- As verbas disponibilizadas pela DGArtes são insuficientes e, mesmo com os reforços anunciados nos últimos dias, continuam aquém das de 2009, o que é inaceitável, tanto mais que os atuais concursos acontecem com um ano e meio de atraso;
2- Os critérios territoriais apresentados não são compatíveis nem com a distribuição populacional nem com a produção cultural. Prejudicam invariavelmente o Norte, que inclui a Área Metropolitana do Porto - que compara em população e produção cultural com a de Lisboa - e cidades como Braga, Guimarães ou Famalicão. A distribuição de verbas à Região Norte deveria, no mínimo, acompanhar o investimento per capita da Área Metropolitana de Lisboa;
3- Os critérios dos concursos estão mal definidos, por porem em concorrência estruturas de programação, unidades de criação e festivais e por permitirem que projetos municipais, sob a capa de associações e cooperativas, concorram com as companhias independentes;
4- Necessidade de repensar a composição dos júris e também ponderar a pertinência de existir uma divisão regional dos mesmos;
5- Não se consegue entender que um país que se orgulha de ter saído de um programa de assistência financeira e pode hoje apresentar boas contas orçamentais, baixe os níveis de financiamento aos seus produtores culturais. É razoável pensar-se que um país com boas contas possa disponibilizar para a Cultura, ao menos, um por cento do seu orçamento de Estado, estando Portugal muito aquém;
6- Os montantes disponíveis para a região Norte, os critérios usados nos concursos e os resultados já conhecidos põe, na prática, em risco o programa cultural da cidade do Porto. Não pode a dinâmica cultural que atualmente é reconhecida ao Porto graças à aposta municipal que iniciou em 2014 servir como pretexto para o seu subfinanciamento estatal;
7- Os presentes congratulam-se com a abertura do Ministro da Cultura para rever as verbas e o sistema e estão disponíveis para ajudar a DGArtes nesse processo.



Publicado por Tovi às 15:42
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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017
Assembleia Municipal do Porto - Convocatória

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O meu primeiro documento oficial de Deputado à Assembleia Municipal do Porto.

 

Já agora... Tenho a honra e o prazer de convidar todos as minhas Amigas e todos os meus Amigos a estarem presentes no Rivoli, no próximo dia 25 de Outubro, pelas 17 horas, para assistirem à Tomada de Posse dos eleitos para o Executivo da Câmara Municipal e para a Assembleia Municipal do Porto.



Publicado por Tovi às 11:54
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Sábado, 23 de Setembro de 2017
Manifesto Eleitoral de Rui Moreira

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Foi hoje à noite, no Rivoli, a apresentação oficial do Manifesto Eleitoral de Rui Moreira para estas Autárquicas2017. Uma noite inesquecível, com muitos e  bons Amigos… Uma noite à PORTO.

Acompanhe no seu smartphone: ruimoreira2017.pt/manifesto/



Publicado por Tovi às 23:45
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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015
Morreu Paulo Cunha e Silva

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Requiescat In Pace

Uma grande perda para a Cidade Invicta, para o Norte e para Portugal. O vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, Paulo Cunha e Silva, tinha 53 anos e foi vítima de um enfarte do miocárdio em casa, em Matosinhos, durante a madrugada desta quarta-feira. Licenciado em Medicina, era mestre e doutor pela Universidade do Porto, onde foi Professor de Anatomia. Era professor de Pensamento Contemporâneo na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Paulo Cunha e Silva foi um dos principais responsáveis pela programação do Porto 2001 e colaborava há vários anos com a Fundação de Serralves, a Fundação Gulbenkian, além de ser presidente da Comissão de Cultura do Comité Olímpico Português.

 

 Comunicado da C. M. Porto

A Câmara Municipal do Porto comunica o falecimento do seu Vereador da Cultura Paulo Cunha e Silva, esta madrugada.

O presidente da Câmara, Rui Moreira, decretou três dias de luto Municipal.

 

 O "Público online"...

...está a noticiar que o corpo de Paulo Cunha e Silva ficará em câmara ardente, ainda nesta quarta-feira, no Teatro Municipal Rivoli. Na quinta-feira, a cerimónia fúnebre terá lugar na Igreja da Lapa no Porto.

 

  Chegada do féretro ao Rivoli...

...onde o corpo de Paulo Cunha e Silva ficará em câmara até à hora da cerimónia fúnebre.

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 O que hoje se ouviu dizer

Francisca Carneiro Fernandes, presidente da administração do Teatro Nacional São João (TNSJ) considerava-o “um homem inteligentíssimo, fulgurante, com um pensamento e uma ação imparável, fazia as coisas com uma alegria e uma entrega fora do normal”. Durante o tempo em que esteve à frente do pelouro da Cultura, “deixou uma marca inegável. Foram só dois anos, mas parece que foi muito mais tempo.” Com uma agenda ocupadíssima, era raro perder um espetáculo do TNSJ. “Estava em todo o lado, era admirável a forma como geria o tempo.”

Em comunicado divulgado esta manhã, também a Fundação Casa da Música, reconheceu “ o grande contributo e entusiasmo que [Paulo Cunha e Silva] sempre incutiu à promoção das artes e da cultura”. “Foi um grande agitador cultural, com enorme capacidade de divulgar atos e manifestações de criatividade, de cultura e de cidadania.”

Também Gonçalo Amorim, diretor artístico do Teatro Experimental do Porto (TEP), lhe elogia “a capacidade de envolver as pessoas”. “Trouxe muita gente para colaborar com ele e ajudar a fazer a diferença nesta oportunidade que teve de estar ao serviço da cultura do Porto, imprimindo-lhe uma pungência e uma extravagância rara”, reconhecendo o seu papel no regresso do TEP à cidade em 2014 (depois de anos do outro lado do rio, em Gaia), como uma das estruturas residentes do Teatro Municipal Campo Alegre.

 

  Ainda estamos todos em choque...

...mas a vida tem que continuar. E por isso o Presidente da Câmara assumiu o pelouro de Paulo Cunha e Silva e nomeou para seu adjunto Guilherme Blanc, até aqui adjunto do vereador da Cultura. A decisão foi tomada por Rui Moreira prontamente e às primeiras horas da manhã, dando de imediato instruções para que tudo se mantivesse a funcionar e a programação cultural delineada por Paulo Cunha e Silva não fosse interrompida.

 

 A primeira vez na vida...

...que troquei umas curtas palavras com Paulo Cunha e Silva foi durante a campanha eleitoral das últimas Autárquicas, numa tarde de sábado, na Galeria 111, na rua D. Manuel II, no Porto. E logo fiquei com a certeza que estava perante alguém de uma grande criatividade, cultura e cidadania. Vai-me fazer falta o Paulo, um Homem que queria «Um novo norte para o Norte».

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Publicado por Tovi às 09:18
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Terça-feira, 26 de Maio de 2015
Sampaio da Nóvoa no Rivoli

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O homem parece saber o que quer e ao que vem… e eu gostei do que vi e ouvi ontem ao fim da tarde no Rivoli.

 

 Carta de princípios da candidatura a PR de Sampaio da Nóvoa

"Não serei um Presidente passivo. O Presidente da República não é uma figura honorífica, não é apenas uma referência simbólica, não exerce um mandato cerimonial. Cumprirei o meu mandato, plenamente, no escrupuloso respeito pelos limites constitucionais. Serei prudente e rigoroso no uso dos poderes presidenciais, mas não farei da omissão um estilo, da ausência um método, do silêncio um resguardo.” (…) "Dedicarei uma atenção especial ao combate à corrupção e à promiscuidade entre a política e os negócios, que não aceitarei nunca que interesses particulares se sobreponham ao interesse de todos." (…) "A construção da Europa não pode ser a diminuição de Portugal, não pode conduzir ao nosso empobrecimento, à fragilização da nossa capacidade produtiva, à nossa dependência. As tensões dos últimos anos colocam em causa a coesão política da União Europeia e exigem um debate urgente sobre a sua democratização." (…) "Um Presidente pode ser muito mais do que tem sido, pode ser um de nós, pode ser alguém que junta, que une, que abre o futuro quando caminha ao lado das pessoas."

 

  Comentários no Facebook

«Joaquim Leal» >> Quase adormeci. É isso mesmo que vou fazer. Obrigado amigo pelo embalo.

«José Costa Pinto» >> O Twitter dele é um espectáculo.

«Joaquim Leal» >> eh eh eh já estava com saudades do José Costa Pinto, confesso

«José Costa Pinto» >> Ando por aqui de mansinho, não vá ser corneado por um miura mais combativo.

«Jose Bandeira» >> Não questiono a idoneidade, questiono a oportunidade.

«José Camilo» >> Questiono os "chavões" do costume.

«Pedro Baptista» >> Mais um verbo de encher... sem qualquer experiência política como se pode almejar ser PR? É só busca de penacho?

«Carlos Wehdorn» >> de discursos lindos estamos todos com as orelhas entupidas...e obra? que obrou o Nóvoa todos estes anos de relevante?

«David Ribeiro» >> Na esmagadora maioria das vezes quando apoio alguém em candidaturas políticas estou essencialmente a dizer “não” a outros e nesta altura do campeonato “Presidenciais 2016” ainda é cedo, pois ainda falta aparecerem “os outros”, aqueles de quem todos falam mas que ainda não disseram o “sim”.

«Adao Fernando Batista Bastos» >> Não fui ao Rivoli, tenho gostado do que o candidato vai dizendo, discurso de alguém inteligente, culto, com vontade de intervir. Até agora é o meu candidato. Rui Rio vai preparando caminho, intervém aqui e ali, mas o discurso é, a meu ver, limitado, sem novidades, oportunista (até deixou de criticar Passos e o Governo...). Nunca teria o meu voto!

«David Ribeiro» >> Aqui fica o que ouvi da boca de Sampaio da Nóvoa… e de que gostei: "A unidade do Estado implica uma atenção ao todo nacional, um combate à desertificação e ao despovoamento do interior. Não há coesão territorial sem um poder local forte, capaz de se agregar regionalmente em torno de causas comuns. A experiência das autonomias dos Açores e da Madeira merecerá sempre um acompanhamento e uma atenção especial por parte do Presidente da República.”

«Pica Miolos» >> Mas o homem está a candidatar-se a PR ou a 1º. ministro? Haja alguém que lhe lembre que PR é um corta-fitas e não governa. É que nem influencia tem como a rainha de Inglaterra. E se duvidas houver veja-se o actual PR e o respeito que os portugueses lhe têm!

«Carlos Wehdorn» >> não ao corta fitismo vigente...sim ao presidencialismo aberto (de gajos cultos ando cansado, quero é ver gajos capazes)

«Pica Miolos» >> da Wikipédia: “(...)Professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, leccionou também em diversas universidades estrangeiras, nomeadamente Genebra, Paris V, Wisconsin, Oxford, Columbia (Nova Iorque) e Brasília.(...)” Se está tão preocupado com a coesão territorial, bem que poderia ter dado umas aulitas no politécnico de Bragança, digo eu que cada vez percebo menos disto!

«David Ribeiro» >> Como disse Sampaio da Nóvoa o Presidente da República “não deve agir nem contra nem a favor dos governos ou das oposições, deve exercer as funções de moderação e de regulação para garantir a estabilidade, para estimular a convergência e a realização de compromissos em torno das grandes questões nacionais” e isto a Constituição, mesmo depois das alterações feitas nas funções presidenciais, permite o PR fazer.

«Pica Miolos» >> A moderação cada vez mais se faz na rua... O resto é apenas folclore das janeiras cantadas em Belém! E o caro David Ribeiro que tantas vezes afirma que há gente que ainda não percebeu o que se passou com a eleição do RMoreira, acho que ainda não percebeu o que se passou no ultimo FDS em Espanha...

«David Ribeiro» >> Os (bons) ventos de Espanha estão a demorar a chegar ao nosso retangulo à beira mar plantado... e, infelizmente, as próximas legislativas vão certamente dar-me razão.

«Pica Miolos» >> Atenção que os ventos que sopram de Espanha, são sempre quentes

«Carlos Wehdorn» >> legislativas e presidenciais vão ser mais uma perda de tempo... sem mudança de fundo no sistema eleitoral e nas mentalidades do povinho inculto e excessivamente culto e elitista... não vamos a lado nenhum... daí a saída do país de muitos... nem todos vão pelo dinheiro, vão à procura de um futuro com qualidade de vida... porra!

«Pica Miolos» >> Pelo menos, a apresentação de alguns candidatos a PR já retirou o Santana Lopes da corrida, o que convenhamos, já é algo de positivo. Perde-se apenas a comédia!

«David Ribeiro» >> Continuo expectante para ver se Rui Rio e Rebelo de Sousa vão a votos e no caso de irem ambos como é que se vai comportar oficialmente o PSD. E o PS sempre se ficará pelo Sampaio da Nóvoa ou ainda irá apresentar um candidato “oficial”? Ontem deu para ver que nem todos os socialistas estão com esta candidatura.

«Pica Miolos» >> O candidato do PS é o SN. O resto é para parolo consumir. Quanto ao RR, candidatar-se a PR depois de uma governação desastrosa do PSD, só se for mesmo lerdo das ideias!

«David Ribeiro» >> Ouvi da boca de Manuel Alegre que o seu candidato à presidência é Marcelo Rebelo de Sousa e mesmo valendo só o que vale a opinião deste histórico socialista a verdade é que um responsável do PS cá do Porto me disse que apoia o Sampaio da Nóvoa, contra a opinião de muitos outros dirigentes do partido.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Rui Rio tem de ir para a frente do partido e fazer limpezas a seco e a molhado, com tira-nodóas e muita muita lixivia.

«David Ribeiro» >> No estado a que o PSD chegou até o Rui Rio, por quem não morro de amores, é uma boa opção na liderança partidária.

«José Costa Pinto» >> Santa Inocência que vai por aqui.

«Joao Luis Gama» >> Carta de princípios da candidatura a Presidente da República de Sampaio da Nóvoa, 'revista, atualizada e sem gralhas': "Não serei Presidente e ponto final parágrafo.''



Publicado por Tovi às 00:53
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Terça-feira, 5 de Maio de 2015
Visita ou Memórias e Confissões

Visita ou Memórias e Confissões de Manoel de Oli

Vi ontem em estreia mundial e gostei… Gostei mesmo muito e penso que não fica mal chamarmos a “Visita ou Memórias e Confissões” o filme autobiográfico do grande cineasta portuense Manoel de Oliveira. Este filme foi rodado em 1982 para ser mostrado publicamente só depois da sua morte e foi exibido no grande auditório do Teatro Municipal do Rivoli, auditório este que foi nomeado «Manoel de Oliveira», no momento da estreia.



Publicado por Tovi às 09:53
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Terça-feira, 28 de Abril de 2015
Auditório Manoel de Oliveira

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O grande auditório do Teatro Rivoli vai receber o nome de Manoel de Oliveira, por proposta de Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto, e aprovação unânime da Assembleia Municipal na sessão de ontem à noite.

 

 Jornal de Notícias

O batismo oficial já tem dia marcado: é a 4 de maio. Na mesma data será exibido no Rivoli, local da última aparição pública de Manoel Oliveira, em 2014, quando completou 106 anos, o documentário "Memórias e confissões", que realizador portuense quis que fosse exibido só depois de morrer.



Publicado por Tovi às 10:16
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011
Porto Celtic Fest 2011

Sexta-feira e sábado, no Teatro Rivoli, no Porto... A não perder.


«Pataxó Lima» in Facebook >> Bom dia, poderoso David... rs!! Lindissimo esse cartaz de divulgação... gostei e muito... Então, vá e depois me conte tudo que rolou por lá... rrsrssr!!

«Maria Vilar de Almeida» in Facebook >> Não sei como se escreve, mas sei como se pronuncia e aqui vai... erina gobra! Just Joking! ;-)



Publicado por Tovi às 23:12
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