
Não, não sou racista nem xenófobo, mas sou declaradamente contra quem recusa qualquer tipo de ajuda social e prefere continuar a viver da mendicidade, do pequeno furto e a dormir em jardins e espaços públicos, conspurcando os terrenos que são de todos nós e para uso de todos os cidadãos.
No último ano a zona da Rotunda da Boavista, especialmente o triângulo formado pela avenida da França, rua Domingos Sequeira e rua 5 de Outubro, tem sido o "dormitório" de um grupo de 20 a 30 romenos, maioritariamente mulheres e jovens, que criaram um autêntico martírio aos residentes e comerciantes da zona. Às entradas dos prédios deixam lixo, quando podem entram nas garagens e rapinam tudo o que encontram, nos supermercados roubam mais do que compram, e só agora parece haver uma acção concertada das autoridades, municipais e policiais, para tentar resolver este flagelo.
Qual a solução?... não sei nem sei se alguém sabe, mas há que refletir sobre a situação e encontrar rapidamente formas eficazes de proteger os cidadãos destes energúmenos.
Censura do Facebook
O Facebook acaba de censurar este meu último post sobre um trabalho que estou a fazer sobre a comunidade cigana da Roménia na cidade do Porto. Contestei… mas não adiantou nada.

Comentários no Facebook


Ontem ao fim do dia foi assim:
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Quando eles chegaram para acampar, por volta das 19h30, depararam com o seu "condomínio fechado" completamente arrasado, um bom trabalho da Metro do Porto (pena foi que não tenham limpo todo o seu terreno). Vai daí os romenos foram montar a tenda num terreno na rua Helena Sá e Costa, mas foi sol de pouca dura, pois apareceu um carro patrulha da PSP e correu-os. Claro que mal os polícias se foram embora eles foram acampar nos canteiros da rua gen. Norton de Matos (mesmo ao lado onde estava o "condomínio fechado") e na passagem de peões do viaduto de Domingos Sequeira. E hoje de manhã cá temos a zona cheia de lixo.
Até quando temos que gramar estes energúmenos?
Procurando informação na NET fiquei a saber que em Abril de 2015 mais de duzentos cidadãos da União Europeia – ciganos romenos – sobreviviam em Lisboa em condições infra-humanas, sem água, sem electricidade e sem esgotos, num enorme bairro de barracas oculto sob o Eixo Norte-Sul, um lugar a que chamavam casa e que mais não era que cerca de 60 barracas toscas de metro e meio de altura, improvisadas com os materiais disponíveis no lixo: paus, plásticos, placas de alumínio. Tanto quanto sei a Câmara Municipal de Lisboa e a Junta de Freguesia de Campolide, com o apoio de polícias e escavadoras e sem qualquer aviso prévio, destruiu todas as barracas, tentando assim "resolver um problema de salubridade e higiene pública". Sei também que a Santa Casa e o ACM (Alto Comissariado para as Migrações) procuraram alojar temporariamente estas pessoas, mas elas recusaram sempre.
Quem na altura se deu ao trabalho de falar com eles relata-nos um caso: Maria está em Portugal há cinco meses. Veio com toda a família e quer ficar até ao fim do ano. Quase todos os ciganos romenos debaixo desta ponte são migrantes sazonais: vêm durante o Inverno, para fugir às temperaturas glaciais da Roménia e regressam na primavera. Porque vêm? "Na Roménia não há trabalho… em Portugal também não, mas há comida!" diz ela enquanto exibe um saco do lixo cheio de restos. "Na Roménia passamos fome. Se ficares lá morres! Aqui ninguém morre de fome". O cheiro a lixo e a fezes é nauseabundo. Há crianças doentes e mulheres grávidas. E mesmo assim, todos garantem, que não há miséria portuguesa que se compare à vida na Roménia, onde se vivia melhor no socialismo. Os ciganos foram uma das comunidades mais beneficiadas pelas conquistas sociais desses tempos, tendo o Estado Socialista de Nicolae Ceaușescu conseguido até sedentarizá-los mas num processo que também não foi pacífico. "Davam-nos casas, mas nós estávamos habituados a viver em tendas… então usávamos as casas como estábulos e continuávamos a viver cá fora…" e a democracia que se seguiu não melhorou nada. "Nos anos 90 ficámos com as casas, mas quando privatizaram a electricidade e deixámos de poder pagar, voltaram as fogueiras... Uns anos depois, só as paredes não tinham ardido" (ver foto).

E dou comigo a pensar que os que “acamparam” na minha zona de residência – Rotunda da Boavista e Interface da Casa da Música - todos os dias se levantam com a alvorada e vão fazer o que lhes pode valer algum dinheiro: as mulheres vão pedir para a porta dos supermercados, os homens vão estacionar carros e limpar pára-brisas, ou fazer pequenas burlas e furtos não violentos. Mas ao fim do dia é ver uns “chefões”, em bons carros e ornamentados com exuberantes colares e anéis em ouro, passarem para recolher o apuro do dia. É que esta gente não só vive na miséria como também é terreno propício à exploração humana.
Uma miséria a necessitar urgentemente da nossa melhor atenção.
...e um grande amigo também ![]()


Fui tomar a minha chávena de café matinal à varanda e vi dois diligentes serralheiros a concertar o que os romenos estragaram. E dei comigo a pensar que bonito era mandar-se a conta destas despesas para a embaixada romena... é que isto, além dos incómodos, custa dinheiro.
20h00 de 8Jun2018
Colocaram nova rede mas os romenos estão a montar a tenda do lado de fora, junto dos passeios para peões... e polícia nem vê-la.
21h00 de 8Jun2018
A polícia chegou e está a correr com eles.
22h00 de 8Jun2018
Incrível... uma hora depois de terem sido corridos pela polícia já cá estão todos novamente.

Se durante a minha ausência de casa alguém entrar no meu espaço privado e um vizinho contactar com a polícia a relatar o facto, só tenho que agradecer, não é verdade?... Pois nestes dias a PSP disse-me que a participação que estava a fazer sobre vários romenos a entrar em zona vedada e propriedade da Metro do Porto, não tinha razão de ser e que teria de ser o proprietário a relatar os factos. É estranho, não é?
Comentários no Facebook
«Cristina Vasconcelos Porto» - É descabido!
«Manuel Matos» - Não só é estranho como é vergonhoso. Nesse caso, porque não pedir o livro de reclamações? A polícia só tem que recebera denúncia e actuar, não tem que fazer juízos de valor sobre a mesma.
«Raul Vaz Osorio» - Chama-se cobardia
«David Ribeiro» - Claro que perante a minha insistência e desagrado pela resposta recebida acabaram por se desculpar com falta de meios. E um hilariante e repetido comentário: "Esse assunto não é um caso de polícia, é um caso político".
«Mario Azevedo» - Valha-nos que a Polícia não tenha dito que era um caso de xenofobia.
«David Ribeiro» - Também já me disseram... "aí na sua zona devem ser todos xenófobos, já é o terceiro que nos liga na última hora". Ouviu das que não quis... depois pediu desculpa.
«Rui Lima» - Será que o comando da PSP sabe destas situações? E O SEF ? É que existe um regulamento para um estrangeiro residir em Portugal e na União Europeia. 1º Documentos, 2º Meios de subsistência, depois há uma série de itens entre os quais um que se chama em linguagem Portuense " xatear" este último dá muito resultado, aplica-se ás prostitutas que andam pela Av. da Boavista , arrumadores etc . Ouvi dizer que roubaram uns patos do Jardim do Carregal ......
«Jose Riobom» - Para mim já estás na lista negra...estás a perturbar a ida aos frangos no churrasco da PSP...😂😂😂😂
«David Almeida» - Depois vêm dizer que a criminalidade está a aumentar, nomeadamente os assaltos a residências e que não percebem o fenómeno...
«Carlos Vale Pereira» - São muitas razões para esse procedimento: Foram as sucessivas mudanças de leis e código penal, as desautorizações constantes à PSP (A Municipal é só para multas e fechar ruas!!), muitas delas partindo dos próprios polícias, o aparecimento dos sindicatos, e é verdade, a escassez cada vez maior de meios. Por isso quanto menos fizerem, melhor!!!! É evidente que discordo desde estado de coisas mas fomos nós ao longo de décadas que o fomos alimentando. É triste!

Aparentemente os meus "amigos" romenos abandonaram a zona da Rotunda da Boavista. Provavelmente foram passar a Páscoa à Roménia ou então deslocalizaram-se para Braga onde as festividades da Semana Santa são propícias à mendicidade.
Segundo me contou um bom Amigo esta noite um vintena de energúmenos arrombou a porta de uma casa em Oliveira Monteiro (Porto) e pernoitaram lá. Terão sido os meus "amigos" romenos? Ontem ao fim do dia os ciganos romenos andavam a deambular pela estação de metro da Casa da Música. Uns quatro ou cinco dormiram na passagem de peões por baixo do viaduto de Domingues Sequeira. Os outros não sei para onde foram. E um rasto de lixo é deixado por esta gente, lixo este que a maior parte das vezes tem que ser limpo pelos residentes da zona. Estamos fartos.

Por baixo do viaduto de Domingos Sequeira (no Porto) está há dias montado mais um acampamento de ciganos romenos. As pessoas até têm receio de lá passar. Até quando teremos que aturar isto?
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São 20h50 e os ciganos romenos já chegaram ao sítio do costume para "montarem a tenda". E a polícia não aparece... e se telefonarmos a dizer o que se passa ainda dizem que somos XENÓFOBOS... a mim já o disseram.
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A Polícia Municipal acaba de chegar, dois carros e quatro agentes... aguardemos.
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Três minutos depois a polícia foi embora... e ficou tudo na mesma.
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Eu sei que isto é uma situação difícil de gerir, mas há que fazer algo. Eu não vou desistir de lutar para poder andar nas ruas da minha zona habitacional a qualquer hora do dia ou da noite.
Estes romenos não podem de forma alguma serem confundidos com os sem-abrigo que ainda temos, infelizmente, na cidade do Porto. Estes romenos são bandos de delinquentes integrados em máfias organizadas e há muito referenciadas por essa Europa fora. Não é por acaso que se encontram há já algum tempo em Portugal elementos da polícia romena.

E ontem foi assim: Por volta das 18h45 avisei a Polícia Municipal que estavam a chegar os "campistas" do costume. Disseram que vinham mas não vieram; Às 20h00, após insistência minha vieram mas nem saíram do carro; Após novo telefonema meu, bastante duro, vieram dois agentes que estiveram a falar com eles mas ficou tudo na mesma.
E hoje de manhã os serviços camarários já estiveram a limpar a badalhoquice que os romenos deixaram nesta noite. E fizeram um bom serviço, tendo tudo ficado limpinho. A Polícia Municipal também esteve cá.
20h30 de hoje
Depois de dois berros ao telefone para o agente que me atendeu, a polícia apareceu em força (2 viaturas com 6 polícias municipais, um carro patrulhada com 3 agentes da PSP e uma carrinha com polícia de intervenção) e correram com os romenos, sem sequer exercerem qualquer violência. Em cinco minutos limparam a zona. Vamos lá ver se hoje temos sossego.
Hoje à tarde os meus vizinhos romenos do “condomínio fechado” da Rotunda da Boavista foram finalmente despejados dos terrenos da antiga estação da CP da Boavista. Já desde o início de Setembro eu comunicava ao Comando Metropolitano da PSP do Porto que este acampamento estava a crescer todos os dias, havendo já carros lá estacionados, mas a resposta pouco variava: “O assunto apresentado foi encaminhado a quem de direito. Obrigado pelo contacto” ou posteriormente “Somos a informar que os espaços em causa são propriedade privada pelo que esta Polícia não tem legitimidade legal para atuar sem denúncia dos proprietários, sendo que os mesmos já foram alertados para a presente situação e da disponibilidade desta Policia e da Câmara Municipal do Porto para auxiliar”. Mas hoje a situação alterou-se e ao fim da tarde era vê-los que nem baratas tontas aqui pelas redondezas, carregados com os seus pertences. Uma vintena deles acabou por acampar mesmo em frente a minha casa. Chamada a PSP... não vieram; depois de insistirmos lá vieram e nada fizeram... mas avisada a Polícia Municipal está correu com eles. Para onde foram não sei, mas vão cair noutro local qualquer. Isto é um problema sério e não fácil de resolver.
13h00 de 11Nov2017
Só cá estiveram pouco mais de duas horas... mas a pegada ficou. E quanto mais tempo iremos aguardar pela limpeza deste lixo?

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