"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 5 de Abril de 2020
O que é o COVID-19... para totós

Roubei ao Augusto Duarte Silva...

Dados úteis sobre o vírus Corona enviados pela Universidade Johns Hopkins. (As minhas desculpas pela tradução apressada do inglês)
* O vírus não é um organismo vivo, mas uma molécula de proteína, coberta por uma camada protetora de gordura que é absorvida pelas células da mucosa ocular, nasal ou bucal, causando o contágio.
* Como o vírus não é um organismo vivo, ele não é morto, mas se decompõe por si próprio. O tempo de desintegração depende da temperatura, humidade e do tipo de material em que se encontra.
* A única coisa que protege o vírus é a fina camada externa de gordura. É por isso que qualquer sabão é o melhor meio de o destruir, porque a espuma de sabão dissolve a gordura. Para isso é preciso esfregar por pelo menos 20 segundos e fazer muita espuma. Ao dissolver a camada de gordura, o vírus desintegra-se.
* O calor derrete a gordura; por isso deve-se usar água acima de 25 graus para lavar as mãos, roupas e tudo mais. A água quente produz mais espuma, o que a torna ainda mais eficaz.
* Álcool ou qualquer líquido com álcool superior a 65% dissolve qualquer gordura, incluindo a camada lipídica externa do vírus, provocando também a sua desintegração.
* Qualquer mistura com 1 parte de hipoclorito (lexivia) e 5 partes de água dissolve a proteína do vírus, destruindo-o.
* O peróxido de hidrogénio (água oxigenada) também é eficaz, depois do sabão, álcool e cloro, porque dissolve as proteínas do vírus, mas é necessário usá-lo puro o que causa lesão da pele.
* Os antibióticos não são eficazes. O vírus não é um organismo vivo como as bactérias; Não se pode matar o que não é um organismo vivo com antibióticos.
* O vinagre não é útil porque não dissolve a camada protetora de gordura do vírus.
* As bebidas alcoólicas não são eficazes. A vodka mais forte só tem 40% de álcool. Para ser eficaz é necessário álcool a 65%.
* Numa superfície porosa como a roupa, o Corona vírus desintegra-se após 3 horas, 4 horas em superfícies de cobre e madeira, 24 horas em papelão, 42 horas em metal e 72 horas no plástico.
* NUNCA agite roupas, lençóis ou roupas usadas ou não utilizadas e não use espanador, pois as moléculas do vírus flutuam no ar por até 3 horas e podem ser aspiradas pelo nariz ou pela boca.
* As moléculas virais permanecem muito estáveis no frio exterior ou artificial produzido pelos aparelhos de ar condicionado. Também precisam de humidade para permanecer estáveis e principalmente de escuridão. Portanto, ambientes secos, quentes e brilhantes o degradam mais rapidamente.
* A luz ultravioleta em qualquer objeto que possa conter vírus, lesa a proteína do vírus. É útil para por exemplo, desinfetar e reutilizar uma máscara.
* O vírus não atravessa uma pele saudável.
* Quanto mais limitado é o espaço onde se encontram as pessoas, maior a concentração do vírus. Quanto mais aberto ou naturalmente ventilado, menor a concentração e menor a possibilidade de contágio.
* Lave as mãos antes e depois de tocar nas membranas mucosas (boca, nariz e olhos), na comida, nas fechaduras, maçanetas, interruptores, controle remoto, telefone celular, relógios, computadores, mesa de trabalho, TV, etc.
* Mantenha também as unhas curtas para que o vírus não se aloje sob as unhas.

 

  Obrigado aos nossos amigos de Xangai e Macau

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   Situação em Portugal e Região Norte

11278 casos confirmados (6530 na Região Norte)
295 mortos (158 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 07:44
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2020
Hospital de Missão no Porto

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Uma conjugação de esforços entre a Câmara do Porto, a Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, a Ordem dos Enfermeiros, o Exército Português e o concessionário do equipamento Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota.

 

   Situação em Portugal e Região Norte

8251 casos confirmados (4910 na Região Norte)
187 mortos (95 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 07:39
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Terça-feira, 31 de Março de 2020
Cerca sanitária ao Porto... um disparate

Quando ontem ouvi as primeiras notícias sobre uma hipotética “cerca sanitária ao Porto” sempre pensei que, a acontecer, seria no mínimo para o Grande Porto e nunca para a cidade, sendo óbvio que considerando só o município seria um completo disparate.
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Está certo... cada um de nós vale por dois
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   Situação em Portugal e Região Norte 

7443 casos confirmados (4452 na Região Norte)
160 mortos (83 na Região Norte)
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Nas últimas 24 horas a Região Norte registou um acréscimo recorde de 651 casos confirmados de COVID-19, o que se deverá seguramente ao facto de se ter feito muitos mais testes. O número de mortos na Região e neste mesmo período subiu unicamente mais 9 casos, o que é um boa notícia, tendo em conta que nos últimos três dias o aumento andava nos +13, +17 e +11.



Publicado por Tovi às 07:24
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Sexta-feira, 20 de Março de 2020
Rui Moreira… no Expresso

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Ultrapassado o pico da crise, algures nos próximos meses, precisaremos de restabelecer a normalidade possível. Como fizemos com a ameaça terrorista, com a qual nos habituámos agora a viver.

Muitos usos e costumes serão alterados: é provável que o aperto de mão e o beijinho deixem de ser coisa vulgar, e é quase inevitável que muitos de nós optem por utilizar máscaras no exterior e nos transportes públicos, o que aliás já era um comportamento vulgar no Extremo-Oriente.

No futuro imediato, a redução na produção não conseguirá recuperar a tempo de compensar o ressurgimento da procura.

A curva ascendente nunca será tão acentuada como foi a curva descendente dos mercados, nestes dias de crise. Surgirão, seguramente, novas oportunidades, novas modas e novos conceitos na distribuição.

É muito possível que, com o medo e depois do medo, e tal como acontece depois de qualquer guerra, surja uma relativa primavera demográfica.

Com a muito provável falência do sistema bancário privado, os cidadãos – e até os pequenos e médios empresários – irão exigir que o Estado, direta ou indiretamente, passe a atuar como agente de crédito. Porque ninguém será capaz de explicar um novo resgate.

Os nacionalismos e os populismos continuarão a fazer o seu caminho. Mas também isso é uma crise que mais cedo ou mais tarde passará. É uma fase, uma moda, um palco de gente excitada.

No dia em que voltarmos a poder sair à rua, já ninguém quererá perder o seu tempo a olhar as goelas infetadas no Facebook.

   Notícia completa aqui



Publicado por Tovi às 10:52
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Sexta-feira, 13 de Março de 2020
Uma luta pela nossa sobrevivência

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Em conferência de imprensa, o primeiro-ministro português anunciou o encerramento de todos os estabelecimentos de ensino em Portugal. Uma medida que será reavaliada no dia 9 de Abril para projetar o terceiro período do ano letivo.
O primeiro-ministro revelou também que espaços noturnos vão ser fechados e vai ser reduzido em um terço o acesso a restaurantes para haver maior espaçamento entre clientes e será limitado o acesso a centros comerciais e espaços públicos.
Os navios de cruzeiro vão poder aportar em Portugal mas os passageiros não vão poder desembarcar, exceção feita a cidadãos portugueses que estejam de regresso ao território português.
Tal como já tinha sido decretado para a região norte, o Governo anunciou que serão limitadas as visitas a todos os lares de idosos em todo o país, para proteção do maior grupo de risco.
Garantindo que o Conselho de Ministros vai adoptar medidas para as empresas e famílias e que vai tentar ajudar as famílias e profissionais de saúde e segurança, António Costa afirmou que espera que os portugueses deixem a ansiedade de lado.
As novas medidas vão entrar em vigor na próxima segunda-feira, dia 16 de março.

 

   Declaração de Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto

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Caros cidadãos do Porto.
O Mundo Moderno está a enfrentar um desafio que nunca antes enfrentou. Trata-se de uma guerra contra um vírus de que não conhecemos ainda tudo, mas que sabemos ter atingido em Itália uma elevada taxa de mortalidade entre os infectados. E sabemos que é muito contagioso, tendo-se já espalhado por praticamente todo o Planeta.
O Porto teve o paciente zero em Portugal (o primeiro infectado de que houve conhecimento médico), faz parte da Região do País de que é o epicentro e que mais casos de infecção e suspeitos de Covid-19 apresenta.
É também no Porto que está um dos hospitais de referência do País e o que mais tem sido afectado do ponto de vista de serviço. No Porto há aliás dois extraordinários hospitais, ambos dotados dos melhores profissionais de saúde, tanto do ponto de vista técnico como na extraordinária capacidade de dedicação e abnegação.
É para eles a primeira palavra que deixo. São pessoas que literalmente arriscam a sua saúde pela nossa e a quem devemos um enorme respeito e, sobretudo, obediência relativamente àquilo que são os seus conselhos e determinações.
O Governo de Portugal tem tomado as medidas duras que entende deve tomar e, dentro das possibilidades do País, tudo está a fazer para conter a infecção, até ao momento, com relativo sucesso, pois Portugal não é neste momento um dos países europeus onde a situação seja mais grave.
Não sendo ainda muito grave, é potencialmente muito grave e só a nossa determinação colectiva pode ajudar a que seja contida.
Tendo em conta as determinações da Organização Mundial de Saúde, das autoridades europeias e as das autoridades nacionais, não restam dúvidas que a circulação de pessoas e o seu convívio social é o primeiro factor de contágio.
O Governo tomou medidas de contenção a nível nacional. Ao presidente da Câmara do Porto, ao seu Executivo, aos técnicos e responsáveis municipais cabe saber interpretar o sentido da declaração do Senhor Primeiro-Ministro e do Conselho de Ministros e, se possível, contribuir com algo mais para travar a disseminação do vírus.
O Município do Porto tinha já tomado medidas específicas há alguns dias, cancelando eventos culturais e grandes concentrações de pessoas, encerrando alguns serviços que podem ser encerrados, sem pôr em causa o normal funcionamento da cidade.
Contudo, entendemos que chegou agora a altura de ir mais longe, tomando medidas mais severas, sempre com o mesmo sentido de limitar os contágios potenciais. Estas medidas são também tomadas no Porto tendo em conta a realidade que percepcionamos nos nossos gabinetes, na forma como os nossos trabalhadores estão a enfrentar a ameaça e no alarme público que a cidade portuguesa que é o epicentro da crise está a viver.
Assim, decidi hoje, em articulação com os meus serviços, emitir um despacho que tornamos público no nosso site www.porto.pt e que, resumindo, entre muitas outras medidas, determina a paragem de tudo o que pode parar, desincentivando a circulação e o convívio social, reduzindo os contactos que são a fonte de contágio desta doença.
Excepto determinados serviços mínimos municipais, como os da Protecção Civil e outros tipos de resposta fundamentais, enviaremos para casa todos os trabalhadores municipais que possamos dispensar, ficando vinculados ao teletrabalho ou à disponibilidade de contacto telefónico, por forma a assegurarmos a sua permanência na residência.
Estes trabalhadores não estarão nem de férias nem de baixa. Estarão a trabalhar em casa, pelo que manterão todas as suas regalias sociais e vencimento. É também uma forma de resolver o problema criado pelo encerramento das escolas e assegurar que não é motivo para que os seus filhos fiquem desacompanhados ou tenham que ser entregues a um ATL ou aos avós.
Por outro lado, iremos fechar parques públicos e todos os equipamentos municipais que não tínhamos ainda encerrado, mantendo apenas a disponibilidade da distribuição das refeições escolares, num sistema diferente e que assegura melhor a distância social.
A Protecção Civil e os serviços relacionados com abastecimento de água e outros serviços essenciais continuarão a funcionar.
Por outro lado, além do vasto pacote de medidas que podem conhecer no despacho, estamos a trabalhar com as unidades de saúde em vários aspectos em que a Câmara do Porto pode, eventualmente, ser determinante.
Em simultâneo, estamos em contacto com laboratórios privados que se disponibilizaram a montar um sistema de rastreio público que apenas acontecerá se e nas condições que as autoridades de saúde vierem a aprovar. Visa aumentar a percentagem de população testada e, simultaneamente, evitar que muita gente recorra às saturadas unidades de saúde.
Entrei também já em contacto com os nossos parceiros na China, nomeadamente em Macau e Shenzhen, onde ainda recentemente estive e estabeleci contactos ao mais alto nível, nomeadamente com o Mayor de Shenzhen, a mais tecnológica cidade do Mundo.
A ideia é podermos importar de Shenzhen equipamentos essenciais para acudir aos infectados em situação aguda, como é o caso de ventiladores que são produzidos naquela cidade chinesa e com certificado europeu.
Só graças à extraordinária relação que temos com o Governo de Macau, com o seu representante em Portugal, o Senhor Doutor Alexis Tam, e ao facto de o Porto estar geminado quer com Macau quer com Shenzhen é possível esta diligência estar a ser feita. Quero por isso deixar um agradecimento especial ao Senhor Doutor Alexis Tam, mas também ao Mayor de Shenzhen e ao Gabinete dos Assuntos de Hong Kong e Macau.
Naturalmente, toda esta operação está a ser articulada com a administração do Hospital de São João do Porto e com a ARS Norte, a quem já manifestei total disponibilidade do Município para prestar, dentro das suas possibilidade, todo o apoio que lhe for possível.
Quero registar com especial agrado a serenidade e responsabilidade dos nossos trabalhadores. De cada um deles. Mas também das instituições do Porto, que foram prontas, nos últimos dias, em seguir o que o Município do Porto determinou quanto a encerramentos e cancelamentos, adoptando a nossa bitola e acompanhando as nossas preocupações.
Deixo uma última palavra a todos os que me possam escutar. Não facilitem. Sejam responsáveis, convosco mas também com os outros. Os contactos que temos também feito com os agentes económicos do sector da distribuição dão-nos garantias de que não está em causa a falta de suprimentos alimentares e essenciais.
Existe em armazém e existe rede para alimentar as prateleiras dos supermercados. Não há necessidade de ter em casa grandes quantidades de nenhum produto. Ao contrário, isso pode até ser contraproducente para o sistema de distribuição.
Quero, por isso, apelar à responsabilidade individual e assegurar que, quer internamente quer externamente, tudo o que o Município do Porto possa fazer, fará. Mesmo que por isso possa ser criticado.
Meus caros concidadãos,
A situação irá agravar-se nos próximos dias. Está na nossa mão, na vossa mão, atenuar a situação e a propagação da doença.
Se tudo correr bem, haveremos de voltar à normalidade. Coisas que até há dias faziam parte da nossa rotina, e que agora estão proscritas, voltarão a ser normais. A economia, que sofre já um rude golpe, há-de recuperar. Tudo isso sucederá mais depressa se todos soubermos, hoje, respeitar a nossa integridade e a do próximo.
Rui Moreira
13 de Março de 2020



Publicado por Tovi às 07:41
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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2020
Morreu Pedro Baptista

Estou destroçado...

 

Requiescat in Pace
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   Breve biografia
 
Nascido a 20 de abril de 1948, tinha seis anos quando o pai o inscreveu como sócio do FC Porto e o amor à camisola clubística azul e branca foi sempre incondicional, tanto que pertenceu à equipa de futebol B dos juniores, para carimbar a sua passagem pelo relvado das Antas. Abraçou com o mesmo fervor a sua outra paixão, a política, mas neste campo nunca se ateve a nenhum partido. O que norteava Pedro Baptista eram as suas próprias convicções e a intervenção cívica.
Por esse motivo, ainda jovem, em 1971, fundou O Grito do Povo, um jornal operário comunista, que daria origem a um movimento marcado pela geração do fim dos anos 60, pelo pró-China, pelo maoismo, e tantos outros 'ismos'. Em 1973, evoluiu para a Organização Comunista Marxista-Leninista Portuguesa, que em muitas apresentações continuou a não dispensar O Grito do Povo como prefixo.
Tudo isto a partir da Foz Velha, em cuja agitação política, Pedro Baptista, desde tenra idade e adolescência, foi convivendo com o lado lunar daquela zona nobre da cidade, mais distante da burguesia, mais próximo do proletariado. Aliás, em 2014, esse percurso ficou retratado no livro memorial "Da Foz Velha ao Grito do Povo", apresentado na Câmara do Porto, que analisa o impacto da revolução cultural chinesa na geração nascida após a Segunda Guerra Mundial.
Este era o terceiro mandato que o investigador da Universidade do Porto, da Universidade do Minho e da Universidade Católica cumpria como deputado da Assembleia Municipal do Porto, sendo que a primeira experiência no palco político remonta ao tempo em que foi deputado independente pelo PS na Câmara do Porto (1993-97), a convite de Fernando Gomes. Foi ainda deputado na Assembleia da República de 1995 a 99, quando era primeiro-ministro António Guterres.
 
 
O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, decretou um dia de luto municipal pelo deputado Pedro Baptista, a respeitar amanhã, sexta-feira, 21 de fevereiro.


Publicado por Tovi às 12:35
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Terça-feira, 28 de Janeiro de 2020
Mobilidade na cidade do Porto

A VCI é um "cancro" na mobilidade portuense. Vejam a recomendação levada à Assembleia Municipal de ontem pelo movimento "Rui Moreria: Porto, o Nosso Partido".

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Considerando que:
A Câmara do Porto encomendou, em 2018, um estudo à Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) onde se procedeu ao "levantamento da situação atual da Via de Cintura Interna (VCI)";
Segundo esse estudo, a VCI é a via que regista o maior número de acidentes na Área Metropolitana do Porto (AMP) – média superior a dois por dia – a que se somam imobilizações por avaria;
Cada um dos acidentes que ocorre na VCI demora, em média, três horas a ser resolvido;
A percentagem de viaturas que usa a VCI, apenas como forma de atravessamento da cidade, atinge, em alguns casos, os 60% do seu trânsito total;
Estes acidentes têm um efeito endémico diário e de trombose sobre praticamente todas as vias de circulação interna da cidade, em particular nas que lhe são próximas;
Tal estudo académico e independente concluiu pela necessidade de implementação de sistemas de atuação rápida para acidentes e de controlo de velocidade dinâmica, bem como pela redefinição das portagens na rede circundante;
A resolução dos problemas que a VCI tem e que cria sobre a rede viária da cidade só podem ser resolvidos de uma forma integrada, envolvendo decisões que não cabem, em exclusivo, ao Município;
Estas preocupações são partilhadas pelos Municípios vizinhos;
Já na campanha eleitoral de 2017, a candidatura de Rui Moreira tinha insistido na necessidade de incentivar o trânsito de pesados e de passagem pela Área Metropolitana, no sentido de optar pela A43 em detrimento da VCI, o que apenas pode ser feito de forma eficaz redesenhando o esquema de portagens e canalizando para a circular exterior muitos dos veículos, sobretudo pesados, que hoje criam problemas de circulação, de sinistralidade e de poluição à cidade do Porto, sem a ela se destinarem;
O estudo encomendado pela Câmara do Porto à FEUP aponta, também, entre outras soluções, para a retificação de nós de ligação da VCI à rede nacional e municipal, o que só é possível com a intervenção e o acordo da tutela e a sua disponibilidade para aplicar de forma transversal as recomendações apresentadas;
As associações representativas das empresas transportadoras têm mostrado disponibilidade para aceitar a migração das rotas das frotas dos seus associados para a A43, desde que sejam adotadas medidas de descriminação positiva para o seu uso, como as indicadas no estudo atrás referido;
A Assembleia Municipal do Porto, reunida a 27 de Janeiro de 2020, em Sessão Extraordinária, por proposta do Grupo Municipal Rui Moreira: Porto, o Nosso Movimento, delibera:
1. Instar o Governo a ponderar à aplicação das recomendações inscritas no estudo realizado pela FEUP sobre o "levantamento da situação atual da Via de Cintura Interna (VCI)", nomeadamente as que dizem respeito à isenção de portagens na A43, às medidas mitigadoras de velocidade e à implementação de sistemas de deteção e resolução rápida de acidentes;
2. Pedir ao Governo que mandate a IP para integrar um grupo de trabalho a fim de estudar com a Câmara Municipal do Porto e a Área Metropolitana do Porto alterações aos nós de inserção da VCI em vias nacionais e municipais, por forma a mitigar os problemas endémicos de trânsito provocados pelos constrangimentos de circulação naquela via sob a sua responsabilidade direta.
27 de Janeiro de 2020
Grupo Municipal Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido



Publicado por Tovi às 09:22
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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2020
Rui Moreira está a cumprir o seu programa eleitoral

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   Comentários no Facebook

Jorge Oliveira E Sousa - Um Autarca que passou a autista, perfeitamente em perda acentuada de popularidade que não ouve as forças vivas da cidade. Desiludiu-me neste segundo mandato...

Rui Cruz Ribeiro - Votei nele por duas vezes, mas arrependi-me profundamente. Julguei que ia acabar com os cerca de 40% de semáforos desnecessários, que ia proibir a invasão da cidade, pelas centenas de carros de instrução que a tornam num caos absoluto, que ia proibir o trânsito de pesados na VCI, onde os engarrafamentos são enormes e diários.....e que não lhe passava pela cabeça cobrar o estacionamento em inúmeras zonas residenciais, em claro prejuízo dos municipes. Está em queda total.

David Ribeiro - Estou em completo desacordo consigo nesta matéria, caríssimo Rui Cruz Ribeiro. Rui Moreira ainda não se desviou um milímetro do seu programa para a cidade, que foi sufragado nas últimas Autárquicas.

Rui Cruz Ribeiro - Caríssimo David Ribeiro, assiste-lhe todo o direito de discordar completamente do conteúdo do meu comentário, o qual mantenho na íntegra. Sabe, a minha opinião é absolutamente independente e reflecte exactamente o que penso sem ter de agradar a alguém. Para quem nasceu e vive no Porto, deslocando-se diáriamente pela cidade, fácilmente conclui que o Porto perdeu drásticamente a mobilidade que outrora teve e que até foi, (e muito bem) uma das bandeiras do programa do visado, do qual, neste caso, ou desistiu ou se afastou quilómetros. Caro David Ribeiro, os programas para qualquer cidade têm de ser flexíveis e adaptados às novas realidades, por exemplo a degradação arrepiante e em ruína do conjunto de moradias na Rua 5 de Outubro, em frente à BP, uma das principais entradas na cidade, cujo "espectáculo" é vergonhoso, e onde presumívelmente, surgirão um ou mais mamarrachos de gosto nenhum, bem como o lastimoso estado da Casa do Relógio (de arquitectura manuelina), na Av. Brasil. Os meus respeitosos cumprimentos.

Antero Braga - O que me parece apouca as vossas apreciações. Como amigo de ambos não fazem um balanço mais calmo da situação. Hoje na minha modesta opinião é bem mais difícil governar a cidade. Tenho a certeza que ambos estão de acordo. A nossa cidade mudou muito e substancialmente por motivos exógenos. Sejamos mais parte a somar para o nosso êxito (Porto)e não em dividir. Todos temos críticas a fazer ( não existem presidências sem erros ) se assim fosse não tinham morto J. C. . Desculpem meter-me na conversa. Falem pessoalmente e chegam à conclusão ( Somos cidade do Porto) vamos ajudar mostrando problemas mas apresentando soluções no local próprio. Abraço a ambos



Publicado por Tovi às 13:54
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Quinta-feira, 16 de Janeiro de 2020
Continuar a empobrecer

   Rafael Barbosa , Chefe de Redação do JN
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António Costa, que já se tinha feito de morto na última campanha eleitoral, tomou nota e foi mais longe: fica para 2023, se ainda por cá andar como primeiro-ministro. Rui Rio, caso se mantenha na liderança do PSD, terá mais com que se ocupar: concretamente, quem e quando o tentará derrubar de novo (porventura no rescaldo das próximas eleições autárquicas).

Por uma razão ou por outra, os grandes da nação não querem debates incómodos e têm sempre uma justificação na algibeira. O problema é que, para além das intrigas palacianas entre Belém e S. Bento, com passagens pelo Largo do Rato ou pela S. Caetano à Lapa, há um país real à espera de soluções.

Na semana passada, o JN publicou uma série de indicadores que mostram o fosso entre Lisboa e o resto do país: nos rendimentos (em média, mais 400 euros do que no Norte), nas pensões de velhice (mais 200 euros do que no Centro), no índice de envelhecimento (137 idosos por cada 100 jovens face aos 203 do Alentejo), ou no poder de compra (única região acima da média nacional).

Os defensores da regionalização não querem apenas ajustar contas com o Terreiro do Paço. É preciso encontrar soluções justas, democráticas e de proximidade que ajudem a reduzir o fosso da riqueza, tanto entre Lisboa e o resto do país, como dentro de cada uma das regiões. E voltaram a dizê-lo no fim de semana passado, na conferência sobre a descentralização promovida pelo JN e pela Câmara do Porto no Rivoli.

Como referiu recentemente Rui Moreira, o Porto não aspira a ser uma capital regional. Vejam-se as estatísticas para a sub-região do Tâmega e Sousa (a segunda mais populosa do Norte e que corresponde ao interior do distrito do Porto): menos 300 euros de rendimento mensal do que no Porto, menos 600 que em Lisboa; menos 130 euros nas pensões de velhice do que no Porto, menos 250 do que em Lisboa; menos 31 pontos no poder de compra face ao Porto, menos 51 face a Lisboa. É a Lousada, Felgueiras ou Cinfães que fazem mais falta as políticas regionais. É isso ou continuar a empobrecer.



Publicado por Tovi às 09:29
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Quarta-feira, 15 de Janeiro de 2020
Revolução Liberal de 1820

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O programa de celebrações da Revolução de 24 de Agosto de 1820 foi ontem de manhã apresentado na Câmara do Porto, pelo seu comissário geral, Pedro Baptista. A efeméride vai ficar marcada, ao longo do ano, por diversas iniciativas, entre elas exposições, um congresso e uma conferência internacional, colóquios, conversas situadas, sessões especiais de Um Objeto e seus Discursos por Semana, concertos, percursos e visitas orientadas, lançamentos de livros e um ciclo de cinema. Os Paços do Concelho encheram para conhecer aquilo que a cidade tem preparado para assinalar os 200 anos de "um momento de grande determinação nacional, que marcou o início da entrada na modernidade, a edificação de algumas dimensões da liberdade e, sobretudo, com o Porto à frente na afirmação patriótica da nacionalidade", destacou o comissário geral, que aceitou o convite de Rui Moreira para coordenar o programa das comemorações. Aliás, é mesmo a cidade que, unida, vai comemorar a Revolução Liberal do Porto. A iniciativa é do Município do Porto, mas a ela, desde a primeira hora, juntou-se o mundo académico, com a participação ativa da Universidade do Porto, da Universidade Lusíada e da Universidade Lusófona, mas também de instituições como o Museu Militar do Porto, a Associação 31 de Janeiro, Juntas de Freguesia (em particular a União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, cujo Cortejo do Traje de Papel, realizado no âmbito das Festas de São Bartolomeu, terá este ano como tema a Revolução de 1820), entre outras instituições parceiras e cidadãos que manifestaram o apoio às comemorações.



Publicado por Tovi às 07:48
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Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2020
Declaração do Rivoli

Por motivos inadiáveis não estive ontem presente no Rivoli, onde decorreu a "Conferência JN – Os Caminhos da Descentralização", mas destaco do que já li e ouvi:

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“Declaração do Rivoli” - Suspender a aplicação da lei e o regresso à negociação – Aprovado por unanimidade e aclamação. Presidentes de Câmara rejeitaram prazo (janeiro de 2021) para receber competências.

Eduardo Vitor Rodrigues, presidente do Conselho Metropolitano do Porto e da Câmara de Gaia (PS), afirmou que esta lei “é um ataque ao municipalismo a aos autarcas”.

Paulo Cunha, presidente da Câmara de Famalicão (PSD), denunciou a “transferência pura e simples de tarefas”.

Maria das Dores Meira, presidente da Câmara de Setúbal (CDU), lamentou que não haja “respeito pela autonomia de quem foi eleito”.

Carlos Sá, presidente da Câmara de Évora (CDU), concluiu que, a não haver uma suspensão, “as populações ficarão pior servidas”.

Miguel Alves, presidente do Conselho Regional do Norte e da Câmara de Caminha (PS), está otimista, mas não deixou de concordar num ponto essencial: “não acredito na imposição de uma data. Se houver essa teimosia, vamos ter problemas graves”.

Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, antevê uma “degradação dos serviços públicos de primeira necessidade, que será apontada aos municípios”.

Marco Martins, presidente da Câmara de Gondomar (PS), afirmou que “O Governo tem de demonstrar abertura” garantindo que Alexandra Leitão (ministra da Modernização Administrativa) “é dialogante”.



Publicado por Tovi às 11:14
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Domingo, 5 de Janeiro de 2020
Autarcas recusam ser capatazes do poder central

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    Notícia do JN de hoje

 


Estive hoje a rever comentários a textos meus no Facebook sobre a Regionalização e encontrei um, já com um pouco mais de meia dúzia de anos, de uma querida Amiga… e aqui fica ele:

"Caro David, tendo nascido em Lisboa e lá vivido 34 anos (a minha Mãe sempre nos disse que o lugar onde nascemos não interessa e portanto éramos transmontanos) acho que ao longo do tempo tenho mudado um pouco a minha opinião! Perdoe-me a sinceridade, mas sempre considerei que o Porto tinha uma enorm...e dor de cotovelo da capital, e que o que era dito não tinha qualquer fundamento! Depois de me ter mudado para o Norte, tenho aos poucos percebido que na realidade existe um centralismo exacerbado que a ninguém serve a não ser aos Lisboetas, ao Ribatejo e ao Alentejo, provavelmente! Longe de mim dizer mal da cidade linda onde cresci e que não tem culpa nenhuma do que os governantes fazem e fizeram dela, mas há que realmente pensar em como desenvolver cidades fortes que possam ser um pólo de desenvolvimento deste Norte, tão esquecido e maltratado! O Porto seria o ideal pela sua localização! Há que trabalhar para isso! Quando precisar de mim, diga!"



Publicado por Tovi às 11:12
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Terça-feira, 17 de Dezembro de 2019
Programa de habitação "1.º Direito"

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Aprovado na sessão de ontem da Assembleia Municipal do Porto, com dois votos contra do BE, 19 abstenções do PS, PSD, CDU e PAN, e restantes votos do Movimento de Rui Moreira a favor.


Rui Moreira afirmou que este instrumento "sendo insuficiente, é apesar de tudo útil" e deixou a certeza de que o Município vai prosseguir com a sua política de habitação, com um leque de respostas mais diversificadas e um investimento consideravelmente superior àquele que o Governo se propõe fazer com este programa.

  Pedro Baptista no Facebook

Assim ocorreu, efetivamente. Penso que é preciso insistir e mostrar a todos os eleitores o absurdo que é elegerem-se pessoas para a Assembleia Municipal do Porto que não fazem mais do que servir o governo de Lisboa nas suas atitudes ignóbeis de uso indevido e centralista das receitas que extorquem aos portugueses através de impostos cada vez mais injustificados. Tudo isso a coberto de terem sido eleitos em listas da partidocracia, e sempre a pensarem virem a ser recompensados, pelo poder central, com uma carreira política, por serem meninos bem-comportados.



Publicado por Tovi às 11:50
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Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2019
O dia seguinte às Eleições Gerais no Reino Unido

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  Resultado final das Eleições Gerais no RU
Captura de Ecrã (362).png

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Rui Moreira - Amanhã, os jornais portugueses vão dizer que os britânicos perderam. Ninguém dirá que o Labour se travestiu de BE, não soube dizer se queria brexit ou remain. Entretanto, a independência da Escócia parece inevitável. A Inglaterra será uma colónia da sua ex-colónia americana.

Pedro Braga de Carvalho - A maioria absoluta dos Conservadores de Boris Johnson vai finalmente conduzir à consumação do maior erro na política externa britânica no pós-guerra. E veremos, com o tempo, quais os estragos que esta consumação poderá trazer à unidade do reino. Do you still rule, Britannia?

Raul Almeida - A vitória de Boris Johnson traduz diferentes realidades. Primeiro, os britânicos querem inequivocamente o Brexit, as percepções contrárias, como a minha, estavam erradas. Segundo, foi uma derrota absoluta da esquerda que Corbyn protagoniza, um misto de populismo errância e cobardia. Terceiro, a Europa e o Reino Unido começam agora uma reconfiguração profunda, que exige o melhor de todos. Quarto, Boris Johnson, de quem não gosto nem um bocadinho, tem total legitimidade política para pôr o seu plano em marcha, I hope there is one.



Publicado por Tovi às 09:01
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Terça-feira, 10 de Dezembro de 2019
Reconversão do antigo Matadouro… será desta?

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O Presidente da República promulgou recentemente "um decreto em que esclarece, até relativamente aos assuntos que estão em Tribunal de Contas, que a Lei das Parcerias Público-Privadas (PPP) não se aplica às autarquias". Aquele tribunal chumbou o projeto de reconversão do antigo Matadouro, argumentando que o modelo se baseava numa PPP. Com este Decreto-Lei, assinado por Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da Câmara do Porto crê que "o assunto está ultrapassado". O Município do Porto está há dez meses à espera que o Tribunal de Contas (TdC) avalie o recurso que teve apenas dez dias para apresentar. Mas agora, com a promulgação do Presidente da República, o caso muda de figura. Uma vez que o TdC sustentava que o modelo apresentado pela Câmara do Porto se enquadrava no regime jurídico das PPP, essa questão fica liminarmente resolvida. O Tribunal de Contas tem de se conformar com esse Decreto de Lei. Quando o Município ficou a saber da recusa do visto do Tribunal de Contas, no último dia em que vencia o prazo para este órgão comunicar a sua decisão (após seis meses o contrato ter dado entrada para apreciação), o presidente da Câmara do Porto assinalou o "invulgar consenso" político e da cidade em torno de um projeto que precedeu um concurso público internacional, com um júri presidido por Elísio Summavielle, que foi Secretário de Estado da Cultura e Diretor-Geral da Cultura. A empresa Mota Engil - uma empresa portuguesa, do Porto, com assinalável currículo - foi a vencedora desse concurso público internacional - e pretende investir cerca de 40 milhões de euros, com um projeto do arquiteto japonês Kengo Kuma, que trabalhou num conceito com um gabinete de arquitetos português com origens na extraordinária escola de arquitetura do Porto.



Publicado por Tovi às 14:34
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