"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 23 de Agosto de 2022
Barómetro de agosto da Pitagórica

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Fernando Duarte
Os indecisos também votam, e por vezes decidem à ultima da hora. Uma "Jéssica" por exemplo, assassinada na véspera por uma bruxa com a cumplicidade da mãe, e o CHEGA passa de 9 para 20 !
Rui LimaO vendedor de banha da cobra a crescer é inexplicável... Idem para o PC .



Publicado por Tovi às 08:49
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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2022
Intenções de voto para as Presidenciais brasileiras

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A sondagem mostra uma ligeira subida nas intenções de voto do atual chefe de Estado brasileiro que viu a vantagem de Lula da Silva, seu principal adversário, cair de 18 pontos em julho para 15 pontos em agosto. No mês anterior, Bolsonaro tinha 29% das intenções de voto e Lula os mesmos 47%. Em terceiro lugar está o ex-governador Ciro Gomes com 7% das intenções de voto, seguido da senadora Simone Tebet com 2%.

 

  Sondagem de IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) tornada pública em 15ago2022 
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Publicado por Tovi às 09:27
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2022
Se as Legislativas fossem hoje

  Sondagens de Legislativas2022 aos dias de hoje
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  Valores das sondagens de julho2022
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Publicado por Tovi às 08:04
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Terça-feira, 19 de Julho de 2022
Sondagem da CESOP - Universidade Católica

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Sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e Público.

 

  Últimas sondagens conhecidas comparadas com o resultado das Legislativas2022
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Publicado por Tovi às 10:03
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Domingo, 17 de Julho de 2022
Sondagens da Aximage para JN, DN e TSF

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  Portugueses castigam Costa e os seus ministros

 

  Comentários no Facebook
Joaquim Figueiredo - Não sei porquê... a economia está a correr bem. Uma sondagem na sede de algum partido da oposição 
David Ribeiro - E a saúde?... E o ministro das infraestruturas?... E a inflação? 
Joaquim Figueiredo - David Ribeiro e a culpa é dele... o ministro das infraestruturas é do melhor, em minha opinião. Todos dizemos que o aeroporto é necessário e há 50 anos discutimos o local. E o PSD não é um partido responsável, se não já tinha tomado posição. É o partido do nim, o que é uma desgraça. Será possível a saúde ser melhor com a falta de médicos e a elevada abstenção? A inflação é só em Portugal? A opinião das pessoas é soberana, o problema é o empolamento que se faz em determinadas situações, claro que os grandes grupos económicos da saúde estão interessados...e os portugueses também. Francamente... ele tem de gerir o nosso dinheiro, a não ser que venha buscar mais para dar tudo a todos 
David Ribeiro - As sondagens (neste caso o barómetro mensal da Aximage) não são verdades absolutas mas dão-nos uma indicação do estado de espírito das populações sobre um determinado assunto e neste caso da descida de popularidade de três ministros e de António Costa por arrasto, vem confirmar o que se houve diariamente da boca dos portugueses. Mas esta sondagem continua a dizer-nos que a oposição é uma desgraça e isso é preocupante para uma boa democracia. 
Joaquim Figueiredo - David Ribeiro infelizmente a oposição está como está...e ter um opositor que não apresenta soluções só diz mal... espero que Montenegro não vá por esse caminho... 
Joao Antonio CamoesA culpa não é do Costa é do povo que não sabe escolher. Ainda há pouco lhe deu maioria absoluta, certo? Os sintomas estavam todos lá 
David Ribeiro - Joao Antonio Camoes ... Dizer que "o povo não sabe escolher" era um dos argumentos de Salazar para não fazer eleições. 
Jorge Ferreira Marvão - O povo português só acorda quando lhe vão ao bolso. A saúde, só não está pior, porque os profissionais, sobretudo médicos e enfermeiros, fazem o impossível. E a ministra assobia para o lado, procura virar a população contra os médicos. António Costa tem que passar mais tempo em Portugal, decidir, dialogar com a oposição, reformar. Entendam-se. O PSD, com novo líder, terá ideias, propostas reformadoras. Cabe ao PM ser humilde e pensar no país. Que continua adiado e a empobrecer. Mas não pense que compete ao PSD dar ideias, aproveita-las e continuar com as mesmas políticas. António Costa, passada a silly season, com a diminuição do turismo, vai (o país, nós, povo) enfrentar dossiers terríveis: saúde, aeroporto, TAP, pós-incêndios. Coragem, competência, decisão, capacidade de negociar. E, por fim, corrija dois monumentais erros de casting: Marta Temido e PNS. 
Joaquim Figueiredo - Jorge Ferreira Marvão querem ver que o Costa tem de virar médico? Costa tem sido um defensor do SNS público e para todos... 
Jorge Ferreira Marvão - Joaquim Figueiredo, nada disso. Costa é um animal político, mas que têm dificuldade em decidir. 
Joaquim Figueiredo - Jorge Ferreira Marvão olhe que não, olhe que não... é astuto, as dificuldades resultam de querer que as coisas avancem e o que é relevante não recue... infelizmente o maior partido da oposição está sempre contra tudo que mexe... 
Mafalda Vaz Afonso - O que é que mudou em 6 meses? Nada! Mas a 30 de Janeiro, dois milhões e 300 mil estavam anestesiados (ou esperançados no caso dos titulares do cartão PS e cujo porte por si só lhes tolheu o espírito crítico e a seriedade). 

 

  Quebra no PS e subida do PSD deixam Esquerda e Direita empatadas
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  Jorge De Freitas Monteiro - Depois de Costa, o dilúvio? O JN publica uma sondagem na qual o governo dá um tombo. Em tempos normais uma sondagem destas em início de legislatura com um governo que dispõe de uma maioria sólida no parlamento não teria grande significado. Mas não vivemos tempos normais. Vamos entrar num período prolongado de vacas magras, numa grande crise auto infligida a nível europeu. Por outro lado parece óbvio que António Costa, depois de 6 anos como PM e com mais 4 pela frente, não vai conduzir o PS nas próximas legislativas. Como se tornou evidente nos últimos tempos a luta pela sucessão já começou e vai tornar-se cada vez mais intensa. A esse respeito é interessante verificar que a queda na popularidade do governo e do PM é superada pela queda dos dois principais candidatos à sucessão, Pedro Nuno Santos e Fernando Medina. Esperemos que António Costa cumpra a totalidade do seu mandato mantendo a política de defesa dos interesses nacionais que tem seguido em relação ao conflito na Ucrânia, limitando-se como até aqui aos “serviços mínimos” irrecusáveis. E depois de Costa? Em quatro anos muita coisa pode mudar.
   David RibeiroHumm!... Ainda é cedo para "futurologia política"... mas as coisas parecem estar em mudança.



Publicado por Tovi às 08:01
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Sexta-feira, 15 de Julho de 2022
A guerra na Ucrânia e o reforço da NATO

  Sondagem da Aximage para JN, DN e TSF

Como os portugueses olham para a guerra na Ucrânia e o reforço da NATO
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  Jorge De Freitas Monteiro - Bendito seja este povo que concorda com tudo e com o seu contrário, ou os efeitos de uma blitzkrieg de propaganda numa opinião pública deliberadamente imbecilizada. Segundo a sondagem do JN os portugueses concordam com o aumento dos efectivos militares da NATO e com o correspondente aumento dos efectivos militares portugueses; concordam com a decisão da NATO de não intervir militarmente mas, no caso de essa decisão se inverter, também concordam com o envio de tropas portuguesas para combater (e morrer) na Ucrânia; concordam com a adesão da Ucrânia à UE mas consideram que o governo não faz o suficiente em relação a apoios destinados a diminuir o impacto económico da guerra e das sanções, impacto que praticamente todos dizem sentir. Que a continuação do conflito, que as sanções, que o apoio à Ucrânia, que o aumento das despesas militares, ainda agravem a situação económica dos inquiridos e diminuam a capacidade do governo de tomar as medidas de apoio que reclamam é coisa que parece não passar pela cabeça destas nossas cabecinhas tão bem lavadas. Que a adesão da Ucrânia à UE signifique o fim definitivo de qualquer apoio significativo da UE a países como Portugal também não. E cá vamos, cantando e rindo, levados, levados sim.



Publicado por Tovi às 13:56
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2022
Três meses de guerra na Ucrânia... o que vem a seguir?

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Já se passaram três meses desde que as tropas de Putin invadiram a Ucrânia e tudo aquilo que parecia ir acontecer logo a seguir àqueles últimos dias de fevereiro ainda está para acontecer. Os combates estão agora a intensificarem-se na região de Donbas, no leste da Ucrânia, com as tropas russas a pressionarem o seu avanço em Severodonetsk, onde autoridades locais acusam os russos de estarem a usar táticas de “terra arrasada”. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky tem afirmado que até 100 soldados ucranianos podem estar morrendo diariamente nos combates e na semana passada a Rússia capturou oficialmente a cidade portuária de Mariupol depois de mais de 1.500 soldados ucranianos se terem rendido na siderúrgica Azovstal. Ao controlar Mariupol, a Rússia criou uma ponte terrestre para a Crimeia, território que anexou da Ucrânia em 2014. Agora o Kremlin controla toda a costa norte do Mar de Azov, pois Mariupol era um importante local de exportação de aço e grãos ucranianos. 
Por outro lado e não menos importante, à medida que a guerra avança, as condições humanitárias em toda a Ucrânia continuam a deteriorar-se, especialmente no sul e no leste, onde há interrupções em larga escala no fornecimento de eletricidade, gás e água. A Organização Mundial da Saúde já alertou para um potencial surto de doenças, incluindo a cólera. Estima-se que mais de 6 milhões de refugiados tenham fugido para países vizinhos e mais de 7 milhões estejam deslocados internamente.
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Foi assim que tudo começou... como vai acabar ainda não sabemos, mas nada será como dantes.

 

  Sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF - Ver aqui
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Publicado por Tovi às 08:12
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Domingo, 24 de Abril de 2022
Eleições Presidenciais em França

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Em 2017 Emmanuel Macron venceu as Presidenciais com 66,1%, contra os 33,9% de Marine Le Pen. Para as deste ano a última sondagem publicada pelo Le Monde dava 56,5% e 43,5%, respetivamente para Macron e Le Pen. Mas mais para o fim do dia já saberemos quem vai para o Palais de l'Élysée.

 

  As melhores da série "Présidentielle 2022"
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  17h57 de 24abr2022 - Segundo vários institutos de sondagens
Harris Interactive: 55% pour Emmanuel Macron - 45% pour Marine Le Pen
Ifop: 56% pour Emmanuel Macron - 44% pour Marine Le Pen
OpinionWay: 58% pour Emmanuel Macron - 42% pour Marine Le Pen
BVA: 57% pour Emmanuel Macron - 43% pour Marine Le Pen

 

  19h00 (20h00 em França) de 24abr2022 - Estimativa
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  23h55 de 24abr2022 - Expresso / Público
mw-860.jpgA entrada de Macron no Champ-de-Mars, onde celebrou a vitória nesta noite eleitoral, foi acompanhada do hino da Europa. Foi recebido com bandeiras da França e da União Europeia – mas também pela mensagem de que nos próximos anos terá de fazer mais, até porque nem todos os votos foram de apoio ao seu programa. A diferença para a extrema-direita encurtou, mas a vitória permite aos seus apoiantes respirar de alívio - por cinco anos. Para já, olhos postos nas legislativas.
Já ao fim da noite, com mais de 97% dos votos contados, os números divulgados pelo Ministério do Interior de França mostravam que Macron arrecadou 58,55% dos votos (um total de 18.779.809) e Marine Le Pen 41,45% (13.297.728).



Publicado por Tovi às 08:22
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Sábado, 23 de Abril de 2022
Desempenho dos políticos, do Governo à oposição

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Se não estou em erro esta é a primeira sondagem [Aximage para JN, DN e TSF] sobre "o desempenho dos políticos, do Governo à oposição" conhecida após as Legislativas2022.

 

  JN 23abr2022Primeiro-ministro recupera fôlego na avaliação dos portugueses, neste arranque de legislatura, mas ainda está longe do apoio que conseguia há um ano. Presidente da República beneficia de admiração suplementar entre as mulheres para se manter no topo. Depois da tempestade política do ano velho, a bonança que chega a par da maioria absoluta do ano novo: o primeiro-ministro volta a ter saldo positivo (26 pontos) na avaliação dos portugueses, segundo o barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF. O que não muda é a popularidade do presidente da República (mantém um saldo positivo de 46 pontos). Outra coisa que se manterá sem oscilações, aposta a maioria (47%), é o relacionamento de Marcelo e Costa. Os restantes dividem-se entre a previsão de que o ambiente entre os dois vai melhorar (23%) ou piorar (23%). Caso para atirar uma moeda ao ar.
Alguns dados interessantes 
67% - Dois terços dos inquiridos pedem a Marcelo que seja mais exigente com o Governo. Uma percentagem semelhante ao habitual, embora agora uns pontos mais abaixo do que nos últimos dois barómetros do ano passado.
47% - Há apenas um segmento em que vence a ideia de que o presidente não deve ser mais exigente com Costa: entre os socialistas (47%). Na verdade também entre os eleitores do Livre, mas estes têm um peso muito pequeno na amostra.
32% - Os portugueses mais otimistas quanto a uma evolução positiva da relação política entre Marcelo e Costa são os mais jovens (18/34 anos).
58% - Os que mais apostam na degradação do diálogo entre o presidente e o primeiro-ministro são os inquiridos que votam no Chega.
Marta Temido é a ministra mais popular e Fernando Medina o único que parte com um saldo negativo para a nova legislatura, de acordo com o barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF. A titular da pasta da Saúde consegue, aliás, um resultado melhor do que o do Governo no seu conjunto, destacando-se, não só do seu colega das Finanças, mas também de Mariana Vieira da Silva (Presidência), Pedro Nuno Santos (Infraestruturas e Habitação) e José Luís Carneiro (Administração Interna).
Parlamento renovado, equilíbrio de forças alterado, mas a mesma conclusão de sempre: nota negativa para a Oposição, de acordo com o barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF. Mas há uma novidade significativa: André Ventura é, nesta altura, quem tem mais "votos" como líder da Oposição ao Governo. O vazio de Poder no PSD ajuda a explicar a preponderância do líder do Chega. Rui Rio está de saída, mas ainda não tem substituto nos sociais-democratas. E ainda falta mais de um mês para que os militantes sejam chamados a fazer a sua escolha. Ventura vence em quase todos os segmentos geográficos, de género, de idade e de classe social. A única exceção é a região Norte, onde o mais apontado é Rio.

 

  Nada de surpreendente... ou não tivéssemos a oposição que temos
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  Comentários no Facebook
João CerqueiraSondagens, tem pouca fiabilidade nos números que apresentam, mas são um bom instrumento de propaganda. E barato.
David RibeiroPois a mim, João Cerqueira, os dados desta sondagem parecem-me muito razoáveis, tendo em conta a contínua "popularidade" do Presidente da República e a muito recente maioria absoluta de António Costa.



Publicado por Tovi às 09:53
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2022
Rússia-Ucrânia... danos colaterais em Portugal e na UE

  Sondagem da Aximage publicada ontem no JN, DN e TSF
Portugueses sentem perda no poder de compra e estão mais pessimistas
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  Em finais de março deste ano o Banco de Portugal via quatro canais de impacto da guerra na Ucrânia, agravados pelas sanções como resposta ao conflito liderado pela Rússia. O rendimento disponível das famílias vai descer, as empresas vão ter dificuldades em obter produtos (e podem mesmo ter de parar), o comércio entre países está limitado e, acima de tudo, há incerteza. Estes são os quatro canais de impacto da guerra que é travada na Ucrânia por parte da Rússia, intensificados pelas consequências das sanções económicas.

 

  A União Europeia está a pedir a europeus que conduzam menos, desliguem o ar condicionado e trabalhem de casa pelo menos três dias por semana para reduzir a dependência de petróleo e gás natural russo. De acordo com a Comissão Europeia, as medidas - que foram delineadas pela Agência Internacional de Energia - vão permitir a cada família poupar em média cerca de 500€ por ano. Se todos os cidadãos europeus aderirem aos nove pontos do plano "Playing My Part" (em português, "Fazer a Minha Parte"), será possível poupar petróleo suficiente para encher 120 super-tanques e gás natural para aquecer 20 milhões de casas. "Pessoas em toda a Europa ajudaram a Ucrânia, fazendo doações ou ajudando refugiados diretamente, e muitos gostariam de fazer mais. A maioria das famílias também está a enfrentar contas de energia mais altas por causa da crise energética exacerbada pela guerra. Usar menos energia não é apenas uma maneira imediata de os europeus reduzirem as suas contas, mas também ajuda a Ucrânia, reduzindo a necessidade de petróleo e gás russos, ajudando assim a reduzir os fluxos de receita que financiam a invasão", argumentam a UE e AIE em comunicado.


Francisco Bismarck - A internacionalização do petróleo está, como é óbvio, fora de questão.
David Ribeiro - Está cá a parecer-me que a malta do Golfo esfrega as mãos de contente.
Jorge De Freitas Monteiro - David Ribeiro, sim, e também os americanos com o gás

 

  Berlim irá enviar equipamento e armamento pesado para substituir o que países aliados entreguem, pelo seu lado, à Ucrânia. A Eslovénia deverá enviar para a Ucrânia - e depois receber da Alemanha - cerca de 40 carros de combate. A Alemanha está no meio de um debate febril sobre o que o Governo está a fazer para entregar armas à Ucrânia – com o chanceler a ser alvo de críticas dos partidos da sua coligação e de parte do seu partido. Uma notícia do diário de grande circulação Bild dizendo que o chanceler, Olaf Scholz, recebeu da indústria alemã de armas uma lista do que poderia ser entregues à Ucrânia e retirou dela o armamento pesado como tanques e obuses lançou mais achas para a fogueira. De seguida, no entanto, fontes governamentais citadas pela agência DPA diziam que o país está a preparar-se para enviar este armamento pesado a aliados da NATO para substituir material que estes enviem directamente à Ucrânia. A Alemanha evita assim o envio directo de armas pesadas à Ucrânia.

 

  O índice de preços no produtor na Alemanha registou um aumento histórico de 30,9% em março, um recorde desde 1949, quando este indicador começou a ser publicado, disse quarta-feira a agência de estatística alemã Destatis. O ponto mais alto do indicador reflete “as primeiras consequências da guerra na Ucrânia”, acrescentou a fonte. Em fevereiro, o aumento anual tinha sido de 25,9% e em janeiro de 25%.

 

  A Comissão Europeia propôs esta sexta-feira uma alteração ao orçamento da União Europeia (UE) para 2022 - reforço de 99,8 milhões de euros em autorizações e orçamento a ser aumento em 176 milhões de euros em pagamentos - para assegurar o apoio às pessoas que fogem da guerra da Ucrânia, causada pela invasão russa, visando principalmente ajudar os Estados-membros recetores. Tendo em conta as novas verbas comunitárias, bem como as possibilidades de reafectação, “o montante total do financiamento a ser disponibilizado para a migração e gestão de fronteiras é de 400 milhões de euros”, explica Bruxelas. Esta verba total visa, principalmente, “ajudar os Estados-membros mais afetados a fazer face aos primeiros custos de receção e registo de pessoas que fogem da Ucrânia”, adianta a Comissão Europeia. A proposta esta sexta-feira apresentada para alterar o orçamento comunitário deste ano tem agora de ser aprovada pelo Parlamento Europeu e pelos Estados-membros da UE no Conselho.

 

  O ministro do Ambiente português considerou que a dependência da Europa em relação ao gás oriundo da Rússia é um “garrote” à atividade económica, sendo essa subordinação alvo de “chantagens inaceitáveis” e uma “ameaça à segurança”. “A invasão da Ucrânia [por parte da Rússia] mostrou a fragilidade da Europa em relação ao setor energético, a dependência do gás russo é um garrote à nossa atividade económica que é aproveitada, inclusivamente, para chantagens inaceitáveis de um regime ditatorial às democracias europeias, é uma ameaça à segurança da Europa”, disse Duarte Cordeiro.

 

 

Sem dúvida alguma...  
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Publicado por Tovi às 07:09
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Sexta-feira, 18 de Março de 2022
Cerco a Kiev... o avanço russo vai lento

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Estamos a entrar na quarta semana de guerra e o avanço russo vai lento. A noroeste de Kiev, uma coluna russa com quilómetros aproxima-se. Em Irpin (a 5 kms de Bucha na direção do centro da capital) trava-se uma batalha feroz, onde os ucranianos têm sido bem-sucedidos na missão de travar o inimigo. Do outro lado, a coluna que deverá cercar a cidade pelo leste tem feito avanços pouco significativos.

 

  Quem controla o quê na Ucrânia (de 6mar para 18mar2022)
De dia 06 para dia 18mar2022.jpg



Dia 23 18mar2022 ref.jpg
O Mundo, mais dia menos dia, vai ter que "fazer contas" com a Polónia... é que o seu esforço em receber tantos refugiados tem custos, que deverão ser distribuídos por todos aqueles que condenam a invasão da Ucrânia pelas tropas de Putin.
  Não sei se estas "sanções" à Polónia chegaram a ser aplicadas [a notícia é de janeiro deste ano], mas é capaz de ser a altura da União Europeia "esquecer" estas coisas.
Captura de ecrã 2022-03-18 104008.jpg
  ...e já agora: Eu não morro de amores pelos senhores do atual poder polaco.

 


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Milhares de pessoas nas ruas de Moscovo, estádios cheios e bandeiras ao alto. No 23.º dia de guerra na Ucrânia, com bombardeamentos em Kiev, a Rússia festeja o oitavo ano da assinatura do Tratado sobre a Anexação da República da Crimeia à Rússia.

 


Captura de ecrã 2022-03-18 085853.jpgEm conversa telefónica de quase duas horas no dia de hoje, Xi Jinping disse a Joe Biden que os Estados Unidos devem "assumir responsabilidades internacionais" no conflito na Ucrânia. "Como membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e duas das maiores economias mundiais, devemos, não apenas liderar as relações entre China e Estados Unidos pelo caminho correto, mas também assumir responsabilidades internacionais e fazer esforços pela paz e tranquilidade", disse o presidente chinês na videochamada. De acordo com a agência estatal chinesa CCTV, citada pela agência Reuters, o presidente chinês referiu ao homólogo norte-americano que são os Estados Unidos quem deve guiar as relações bilaterais no rumo certo.

 

  Sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF
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Publicado por Tovi às 07:56
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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2022
Os últimos cartuchos destas Legislativas

  Sondagem do ISCTE/ICS para Expresso e SIC
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David Ribeiro - Lá teremos que ir a penalties.
Luis Paixão Martins - Estou a imaginar o leitor tipo do Expresso. Entradote ou mais. A olhar para esta manchete. E a pensar: Deixa-me ir votar senão a canalhada ainda dá cabo disto 😎😎😎

  Sondagem da CESOP para RTP, Antena 1 e Público
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  Tracking Tool (Pitagórica) para TVI e CNNPortugal 
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Publicado por Tovi às 13:47
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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2022
Um dia "quente" no «Um novo norte para o Norte»

  Ontem foi um dia "quente" no Grupo do Facebook "Um novo norte para o Norte". Ora vejam...

 

  Desconhecia este "acontecimento"... mas diz muito sobre quem é Rui Rio.

  Paulo Moura na sua página do Facebook
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Rio nos bastidores
Há uns anos, fiz, para o Público, uma grande entrevista a Rui Rio, quando ele era presidente da Câmara do Porto. Correu mal.
Em parte, a culpa foi minha: como, na altura, Rio se recusava a dar entrevistas, alegando que os jornalistas lhe deturpavam as declarações, eu propus mostrar-lhe o texto, antes da publicação, para ele confirmar que não havia declarações deturpadas ou colocadas fora de contexto.
Ele aceitou. Fui para o Porto, a entrevista durou várias horas e falámos de tudo, sem condições nem pedidos de “off”. Pelo menos um terço da conversa foi sobre o tema na ordem do dia: as relações tensas entre Rio e o Futebol Clube do Porto.
Regressei a Lisboa, transcrevi e editei o texto e enviei-o a Rio, como combinado.
Nem meia-hora depois, liga a secretária da presidência: o Sr Dr vai enviar correcções.
Quando chegaram, a entrevista estava irreconhecível. Toda a parte sobre o FCP tinha sido eliminada e as outras respostas completamente alteradas, reduzidas a frases vazias e pomposas.
Liguei a Rio lembrando-lhe que nenhuma restrição havia sido pedida quando ao tema do FCP. Se isso tivesse acontecido, aliás, eu ter-me-ia recusado a fazer entrevista, uma vez que se tratava do tema mais importante da conversa.
Rio respondeu não se ter apercebido previamente de que as afirmações dele agravariam ainda mais a crise com o FCP, pelo que decidira entretanto apagá-las da entrevista.
Quanto às outras respostas, perguntei-lhe se havia alguma incorrecção da minha parte. Disse que não. Estavam correctas, mas não poderiam ser apresentadas assim. “Eu não sou o Zé dos Anzóis”, explicou. “O presidente da Câmara da segunda cidade do país não fala assim”, disse ele, referindo-se à forma como realmente tinha falado, na entrevista. “O presidente tem de se expressar com uma certa formalidade”.
E com base neste argumento, adulterou por completo a entrevista, transformando-a num rol de declarações inócuas e ocas.
Ainda tentei um compromisso, suavizando algumas respostas, sem lhes alterar o sentido. Ele recusou, exigindo a alteração radical, eu declinei, numa série de telefonemas, cada vez menos cordais, pela noite dentro. Quando viu que não me convencia, Rui Rio começou a ser agressivo, insinuando ameaças. E quando lhe disse que o texto (inalterado) já seguira para a gráfica, tornou-se realmente grosseiro.
A entrevista seria o tema de capa da Pública, a revista de domingo do Público. Mas na sexta à noite a Direcção do jornal recebe um telefonema da redacção do Porto: “Está aqui um representante da Câmara, com dois advogados, a dizer que apresentaram uma providência cautelar ao tribunal, para que a revista não saia.”
Naquela altura, o Público vendia mais de 100 mil exemplares ao domingo. A apreensão de todos os exemplares significaria um rombo financeiro muito sério para o jornal.
Felizmente, o juiz não reconheceu mérito às razões da Câmara, e recusou a providência cautelar. A entrevista saiu, inalterada.
Publicamente, Rui Rio não se queixou.
(A foto é do Fernando Veludo)

 

  Muitos foram os membros deste Grupo que desde a manhã de hoje me têm vindo a "puxar as orelhas" por eu ter publicado um post em que partilhava a notícia de Paulo Moura com o título "Rio nos bastidores". Agora quero ver o que aqui se dirá por partilhar isto. ✍
E já agora: A dias de “botar o papelinho na caixa” só sei perfeitamente em quem não vou votar.

  Nuno Costa Santos na sua página do Facebook  
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Vale a pena ler esta análise com a qual concordo inteiramente. O que mais me espanta é chegarmos aos anos 20 deste século e vermos supostos spin-doctors da treta a fazer campanhas como algumas que temos visto e políticos inteligentes deixarem-se cair nas suas patranhas incompetentes. Campanhas baseadas em mentiras e soundbites, que descaracterizam os personagens e achando que se bastam pela imbecilidade do eleitorado e sem qualquer ideia de futuro. As pessoas não votam no passado nem na obra feita. Nem na mercearia de supostas traições políticas e orçamentais. Votam naquilo que cada um tem para lhes oferecer e se atrás disso houver credibilidade. Destruir o carácter de cada candidato, transformando-os em autómatos arrogantes e zangados, que se limitam à gabarolice da contabilidade do que fiz no verão passado ou no mandato que está a acabar, é um erro que julgava ser tão evidente que não pudesse já ser cometido por ninguém. Costa é melhor do que isto e, mesmo que o diretor do Público hoje venha escrever que Rio é pior do que tem mostrado, os buracos nos sapatos do líder do PS já lá estão bem cravados. E depois de dar tiros nos pés tão consecutivamente, é muito difícil corrigir. Alguém deveria ter aprendido as lições das autárquicas, mas pelos vistos, com todos esses erros, fizeram um manual que tão bem a Maria João Marques explica no Público.

 

  Pois eu até concordo na generalidade com o programa do PSD, mas não tenho nenhuma confiança em Rui Rio. Por outro lado, a malta do Largo do Rato tenho-a cada vez mais como perigosa, principalmente se António Costa “se reformar da política nacional” e o barco ficar entregue a Pedro Nuno Santos. Sou capaz desta vez, pela primeira vez desde que voto, ir colocar a cruzinha para tentar eleger Deputado da Nação pelo meu círculo eleitoral alguém por quem tenho grande simpatia, apreço e consideração. Nem sempre estamos de acordo no que à política diz respeito, mas sabemos conversar e até nos entendemos em muitas coisas.

 

  Acho bem... não só porque uma maioria na Assembleia da República de “180,190 ou 200 deputados” é o que as sondagens apontam para PS e PSD, ganhe quem ganhar, mas também porque assim se evitaria uma "Geringonça 2.0".
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  No final deste dia foram conhecidas dois estudos de mercado para as Legislaitvas2022: a  Tracking Poll (trabalho de campo da Pitagórica) para a TVI e CNNPortugal; mais uma sondagem do  do ISCTE-ICS para o Expresso e SIC. No gráfico todas as sondagens conhecidas nestes últimos dez dias antes das eleições.
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Domingo, 23 de Janeiro de 2022
Tracking Poll - PSD ultrapassa PS

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Pelo andar da carruagem tudo leva a crer que o PS vai perder estas eleições e a culpa só pode ser atribuída a António Costa. Uma campanha desastrosa, praticamente só apoiada num pedido de “maioria absoluta”, coisa que estava mesmo a ver-se não ser do agrado dos portugueses. Ainda não sei o que irá sair do novo Parlamento, mas tendo em conta uma natural subida do número de deputados da Iniciativa Liberal e do Chega, seguramente nada será como dantes.
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  Está explicada a subida da direita nas sondagens
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  Já sei em quem vou votar!...
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  Quando ontem se soube o resultado da última "Tracking Poll" da TVI/CNNPortugal (21jan2022 - trabalho de campo da Pitagórica) muita gente rasgou as vestes e outros deitaram foguetes e abriram garrafas de champanhe. Mas ainda é muito cedo para estas atitudes, pois estão a esquecer-se que as eleições Legislativas são por Círculos Eleitorais e o número de deputados que irão formar o novo Parlamento serão encontrados pelo Método de Hondt. Vejam o quadro em anexo (Legislativas de 2019).
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Publicado por Tovi às 07:49
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2022
Faltam 10 dias para as Legislativas2022

Captura de ecrã 2022-01-20 134250.jpg

Eu não sou portuense de nascimento, mas sou PORTUENSE DE CORAÇÃO, pois embora tenha nascido na Praia da Granja e vivido parte da minha juventude em Espinho, a verdade é que foi na Cidade Invicta que fiz os meus estudos liceais (Liceu Alexandre Herculano) e de formação no Setor da Hotelaria e Turismo (Escola de Hotelaria e Turismo do Porto), cidade onde casei e criei duas filhas e onde vivo vai para mais de quatro décadas. Penso eu que isto dá direito a considerar-me PORTUENSE… e numa altura de eleições dou comigo a pensar que era tempo dos diferentes candidatos pelo círculo eleitoral do Porto nos dizerem o que pretendem para a Cidade, para a Área Metropolitana do Porto e para a Região Norte. Eu irei votar no dia 30 deste mês e votarei em consciência, mas numa negativa total à situação a que chegamos nos últimos tempos.

 

  Se esta notícia da SIC tem algo de verdade, para mim está tudo dito... e poderá pesar forte na hora de "botar" o papelinho na urna.
Captura de ecrã 2022-01-20 135615.jpg

Nuno Solla Lacerda - Só com alguma imaginação fértil se poderá assumir essa leitura do que o RR disse. Mas como para se criar parangonas há que criar notícias, todas as interpretações jornalísticas servem.
João Pedro Maia - 😅... Voto e Votarei IL...
David Ribeiro - Pois eu, caro João Pedro Maia, enquanto a IL não se definir sobre a Regionalização, terei uma linha vermelha para este partido.
João Pedro Maia - David Ribeiro, no distrito do Porto é consensual! Para mim, é facto q tem de se realizar. Será inimaginável isso n acontecer.

 

  PSD a subir, PS a descer, diz a tracking poll da CNN Portugal (trabalho de campo da Pitagórica).
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Publicado por Tovi às 14:07
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