"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 18 de Outubro de 2020
A opinião livre, lúcida e independente de Rui Moreira
O Estado detém agora 72,5% do capital da TAP… Quem ficou a ganhar?
 
     No Expresso deste fim-de-semana

expresso rui moreira.jpg
É difícil gostar de quem nos abandona
Há quatro anos, em “TAP- A Caixa Negra”, escrevi que não é uma empresa vulgar. É a última das “empresas coloniais”. A reversão parcial da privatização, ocorrida então, constituíra uma medida meramente ideológica, porque o Estado abdicou, ao recuperar a posição dominante, de ter voz na gestão corrente e na estratégia que determinaria o serviço a prestar. Ao optar por ser “silent partner”, o Estado deixara que a empresa continuasse a ser gerida unicamente pelo Sr. Nielman. Por critérios exclusivamente privados.
O que se passou entretanto? Sem surpresa, Antonoaldo Neves revelou-se mais competente que o seu antecessor. Fernando Pinto, para além da tragédia do “handling” no Brasil, capturou as loas da subserviente clientela opinativa da capital, mas deixou a TAP em situação de aflição. Antonoaldo arrepiou caminho. Concluiu que a política de abandono do Porto e a concentração no “hub” de Lisboa constituíra um erro crasso: a concorrência aproveitara a saída da TAP de um importante segmento do mercado, e assegurou as ligações directas que a crescente procura pelo aeroporto do Porto ia viabilizando, enquanto a ponte aérea se saldara num fracasso por razões operacionais resultantes da inadequação da frota e do esgotamento da Portela.
Quando a crise bateu à porta, a TAP ensaiava essa inversão de rumo. Estava em curso a retoma dos voos directos do Porto para os EUA e Brasil. Nielman desenhara um plano de reapetrechamento com a aquisição de 71 aviões à Airbus que resultaria em economias operacionais e no reforço da componente intercontinental, apesar das eternas dificuldades com os tripulantes de cabine devido aos privilégios e benesses desajustados à concorrência e à operação de uma companhia contemporânea.
Se o primeiro trimestre anunciava um possível resultado positivo em 2020, a pandemia tornou tudo irrelevante. Com os aviões em terra, os privados procuraram, legitimamente, mitigar as suas consequências. Nielman fez o “bluff” que lhe interessava: provocou o Governo, que se viu confrontado entre deixar a companhia ir à falência ou intervir de forma musculada. A opção pela renacionalização era expectável, pela tentação ideológica e pelo interesse que a TAP tem para a capital. Invocou-se, aliás, o turismo de Lisboa como argumento para manter a companhia. Um argumento insólito, porque mal estaria Lisboa se precisasse da TAP para ser competitiva enquanto destino turístico de excelência, e porque esquece que o Norte, o Algarve e a Madeira também têm turismo. E não têm a TAP.
Sei que alguns continuarão a dizer que, se a TAP não oferece serviço ao Porto, é porque esse não é um bom negócio. Disseram-no quando era semiprivada, e continuarão a dizê-lo agora. Curiosamente, o que para a TAP é mau negócio parece ser bom negócio para a Lufthansa, companhia de bandeira que hoje transporta mais passageiros de e para o Porto do que a TAP e não custa um cêntimo ao nosso erário público. Mas, admitindo que a realidade económica das duas companhias de bandeira seja diferente, fica a questão: se a TAP deve olhar ao bom negócio, conseguirá demonstrar que o negócio que concentra (de e para Lisboa) é bom e algum dia será sustentável?
A verdade é que o Estado detém agora 72,5% do capital. Quem ficou, para já, a ganhar? Seguramente o accionista estrangeiro (que salvou algum património e se libertou de garantias), os bancos financiadores, e os trabalhadores históricos da TAP.
O que ninguém conseguiu explicar é onde começa e termina o interesse estratégico de manter a empresa. Ninguém nos disse que parte da operação é estratégica para o interesse nacional, ou quem e como chegou a essa conclusão. Ninguém avaliou o custo comparado de proceder à liquidação ordeira (envolvendo os accionistas privados e salvaguardando direitos laborais) ou de manter esses accionistas e partir para a criação de duas novas empresas aéreas mais sustentáveis e com um diferente grau de especialização: um operador de bandeira e um operador intraeuropeu, como tem sucedido com outras companhias europeias.
Sabe-se que a TAP acaba de anular ou adiar as encomendas à Airbus e avalia a venda de alguns dos seus 108 aviões e a devolução de outros que opera em regime de locação; que perdeu quase 200 milhões de euros em contratos de combustíveis e em cambiais; que a dívida bancária já excede 1,4 mil milhões de euros; que reduziu significativamente o seu quadro de pessoal e que, como é típico em Portugal, os sacrificados foram os trabalhadores mais recentes, com contrato a prazo, enquanto os outros mantêm todos os seus direitos e benefícios. E sabe-se que a empresa já recebeu 40 porcento do empréstimo de Estado de 1,2 mil milhões de Euros, faltando apresentar a Bruxelas um plano de reestruturação.
Em 2016, na conclusão do meu livro, escrevi que, não querendo ter razão, temia que estivéssemos a assistir ao fim da empresa, que fossemos ser chamados, enquanto contribuintes, a pagar o seu gigantesco passivo e acabássemos então, mais pobres, sem glória e sem companhia de bandeira. Ainda que por razões diferentes, e em contexto mais difícil, a minha preocupação é hoje apenas maior.
“A TAP é do povo português para o bem e para o mal”, disse o Ministro. É uma lapalissada que a ninguém comove. O que importa é perceber para que nos serve, a quantos de nós serve. Para que não seja um vício caro, numa altura em que tantos estão a perder os seus empregos e os seus negócios, é necessária uma reestruturação que dificilmente será feita na esfera da gestão pública, e que dificilmente questionará velhos paradigmas. Se o interesse estratégico é, apenas, o de promover Lisboa, então concentrem a operação na capital mas disponibilizem verbas proporcionais ao Norte, ao Algarve, à Madeira e aos Açores que seguramente não terão dificuldade em encontrar outros motores, e outros operadores aéreos que apostarão na sua retoma. Se o interesse estratégico é o de garantir ligações estratégicas às regiões autónomas e a alguns PALOP, coisa que a TAP não tem feito de forma regular ou eficiente, então avaliem o custo e recordem-se que temos três aeroportos no continente.
E, por favor, não digam que não gostamos da TAP. É difícil gostar de uma empresa que de pouco nos serve, que nos abandona à primeira dificuldade, e que não serve os interesses do povo.



Publicado por Tovi às 07:26
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 16 de Outubro de 2020
As quatro rotas da TAP no aeroporto do Porto

Anotação 2020-10-16 091905.jpg
Se as quatro rotas criadas recentemente no aeroporto do Porto (para Amesterdão, Milão, Zurique e Ponta Delgada) são "neste momento um prejuízo para a TAP", então ‘bora lá, senhor ministro Pedro Nuno Santos, acabar com elas… mas depois não nos venha dizer que é preciso mais dinheiro para a transportadora aérea.

 

   Comentários no Facebook

Rui Moreira - As boas notícias da TAP. Pelos vistos, são as quatro rotas do Porto que dão prejuízo à TAP. As rotas de Lisboa darão lucro. A nova rota Lisboa/Bilbau deve ser um “must” em termos de rentabilidade e importantíssima para uma estratégia nacional. Promover visitas ao Gugenheim basco é “top”. Mas, senhor Ministro, são boas notícias. Se são as quatro rotas do Porto que dão prejuízo, pare com elas. Mas, por favor, incorpore a TAP na Carris ou na muito rentável Soflusa. Nós não nos importamos, havemos de encontrar uma solução. Para Lisboa é óptimo: fica com a TAP que, sem o prejuízo do Porto, deixa de ser um perdócio. Para o resto do país - para a província em que alegremente nos incluímos - é uma maravilha, porque a TAP deixa de nos custar dinheiro.
 
 
   Afinal...

Anotação 2020-10-17 184648.jpg



Publicado por Tovi às 09:19
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 2 de Julho de 2020
TAP e EFACEC... grandes mexidas

mw-860 (1).jpg

O acordo entre o governo português e o empresário norte-americano David Neeleman foi concluído com sucesso, anunciaram esta quinta-feira à noite os ministros das Infraestruturas e das Finanças. Pedro Nuno Santos explicou que "esta opção a que chegámos não era a opção inicial do Estado português". Mas ela evita litígios e garante a paz na empresa. Já o ministro das Finanças, João Leão, referiu que o acordo agora alcançado é uma forma de evitar o colapso da empresa. O acordo alcançado levará à saída de David Neeleman do capital da TAP. O Estado compra-lhe os 22,5% por 55 milhões de euros e passa a controlar a empresa, com 72,5%. Além disso, a Azul, empresa brasileira de que Neeleman é acionista e presidente do conselho de administração, renuncia ao direito de converter o seu empréstimo obrigacionista de 90 milhões de euros em capital. Além disso, Neeleman renunciou aos direitos às prestações acessórias (empréstimos dos acionistas à empresa). Neeleman e Humberto Pedrosa, o outro acionista privado da TAP, colocaram cerca de 220 milhões de euros na empresa. Pedrosa, presidente do grupo de transportes Barraqueiro, vai manter os seus 22,5% na TAP, estando os restantes 5% nas mãos dos trabalhadores.

 

   Nacionalização da Efacec

O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, anunciou esta quinta-feira a nacionalização da Efacec, após a reunião de Conselho de Ministros, lembrando tratar-se de "uma empresa centenária, com uma reputação de excelência na engenharia portuguesa". O Estado fica temporariamente com 71,5% da empresa, a participação de Isabel dos Santos. E abrirá de imediato um processo de reprivatização, avançou o ministro. Já há uma lista de candidatos à compra da participação da investidora angolana, um processo que já está em curso há alguns meses.

 

  Comunicado do Conselho de Ministros de 2 de julho de 2020



Publicado por Tovi às 23:50
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 26 de Maio de 2020
TAP quer condenar o Porto a novo confinamento

#mno_CI_TAP_Maia_08.jpg

Foi conhecido esta semana o plano de voo da TAP para os próximos dois meses, sendo que a maioria dos voos que vão ser retomados partem de Lisboa (11 destinos em junho, 42 em julho), ficando a operação no Porto limitada às ligações para Paris, Luxemburgo e Madeira (Funchal), apenas em julho (com um total de sete frequências). Retomada a 18 de maio, com três voos por semana, em vez de 91, a ponte aérea entre Lisboa e Porto (operada a partir de Lisboa) será aumentada apenas em julho, com um aumento para 21 frequências semanais. A confirmarem-se estas informações, não há dúvida que tudo isto é um insulto ao Norte, região que tem o tecido empresarial que mais exporta e mais contribui para o desenvolvimento do país, parecendo até que a nossa companhia de bandeira “está a tentar impor um confinamento ao Porto e Norte (…) a TAP nunca perdeu o vínculo de ser uma empresa de caráter colonial e a sua estrutura nunca pensou de outra maneira”, como afirmou Rui Moreira na conferência de imprensa de hoje, onde estiveram presentes também o presidente da Entidade de Turismo do Porto e Norte, Luís Pedro Martins, os presidentes das Câmaras da Maia, António da Silva Tiago, de Viana de Castelo, José Maria Costa, e de Vila Real, Rui Santos.

  TAP quer condenar o Porto a novo confinamento

 


O Presidente da República afirmou esta terça-feira à agência Lusa que "acompanha a preocupação manifestada por vários partidos políticos e autarcas relativamente ao plano de retoma de rotas da TAP, em particular no que respeita ao Porto".


O secretário-geral adjunto do PS, José Luís Carneiro, desafiou hoje a TAP a corrigir o plano de rotas aéreas tornado público, considerando que a decisão da Comissão Executiva da transportadora aérea de reduzir voos e destinos “lesa o interesse nacional”. 

 

   19h00 de 27mai2020
100088864_2709707575802421_2665949632999194624_o.j



Publicado por Tovi às 16:56
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017
A TAP continua a desprezar o Porto

Vários deputados socialistas eleitos pelo círculo do Porto (incluindo Tiago Barbosa Ribeiro) apresentaram na Assembleia da República várias questões ao Governo sobre a TAP. Ficamos a aguardar respostas.

 

 
16473717_10155740867643662_6768451208030427945_n.j

Assunto: Política comercial da TAP contrária ao Porto
Destinatário: Ministro do Planeamento e das Infraestruturas

Exm.º Sr. Presidente da Assembleia da República,
A TAP Portugal é uma companhia aérea portuguesa cuja maioria do capital é hoje em dia controlada pelo Estado Português, tendo por isso obrigações de serviço público em relação a todo o país que estão em risco no Aeroporto do Porto.
Ao longo dos anos, a TAP tem vindo a desinvestir neste aeroporto fundamental para o país, uma infraestrutura que lidera no contexto do noroeste peninsular, que ultrapassou recentemente os nove milhões de passageiros e que tem vindo a ser distinguido pelo Airports Council International como um dos melhores aeroportos europeus.
Esse desinvestimento evidencia-se pelo recente corte de ligações do Porto para a Europa, incluindo aquelas com especial relevância para o tecido produtivo da região (Milão, Roma, Barcelona e Bruxelas), pela clara redução de voos intercontinentais, pela criação de uma ponte área para levar passageiros em escala para outras ligações em Lisboa e, de uma forma geral, por opções contrárias ao reforço da presença da TAP no Porto, incluindo nas contratações de trabalhadores.
Agravando esta situação, ontem foi noticiado que as viagens de longo curso com escala em Lisboa operadas pela TAP ficam mais baratas a partir de Vigo que do Porto, desviando desta forma a procura galega pelo aeroporto do Porto e introduzindo uma desigualdade que pode atingir centenas de euros para os mesmos voos.
Ou seja, não só a TAP decidiu concentrar a maioria dos voos intercontinentais em Lisboa, eliminando essas opções no Porto, como fomenta a sua escala de procura em Vigo, em claro confronto com o aeroporto do Porto. Para os deputados socialistas signatários desta questão, esta opção é intolerável e reforça um centralismo feroz que agrava disparidades regionais e que afronta o interesse nacional.
A TAP não é uma companhia privada e, a partir do momento em que o Estado recuperou parte do capital da companhia, é fundamental que a TAP assegure o serviço público em todo o país.
Desta forma, as opções comerciais desta companhia não são uma mera decisão da gestão mas sim uma consequência do papel que o Estado deve ter na TAP.
Face ao acima exposto, venho ao abrigo do disposto na alínea d), do artigo 156º da CRP e da alínea d), do nº 1, do artigo 4º do RAR, colocar ao Governo, através do Senhor Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, as seguintes questões:
1. O Governo considera aceitável que uma companhia de bandeira portuguesa, controlada maioritariamente por capitais públicos, tenha uma política comercial desta natureza?
2. O Governo tem conhecimento que a TAP estimula a procura do aeroporto de Vigo em detrimento do aeroporto do Porto?
3. O Governo tem conhecimento do contínuo desinvestimento da TAP no aeroporto do Porto, para o qual a ponte área apenas reforça a concentração da procura no «hub» de Lisboa?
4. O Governo deu ou vai dar indicações à Administração da TAP para que corrija esta situação?
5. Em caso negativo, e perante o que aqui está descrito, o Governo considera que a recuperação do controlo público da TAP está a permitir salvaguardar os interesses nacionais?
Palácio de S. Bento, 1 de Fevereiro de 2017



Publicado por Tovi às 09:17
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 5 de Abril de 2016
TAP - Caixa Negra

TAP Caixa Negra bb.jpg

Acabei ontem de ler (e de sublinhar as partes mais importantes, como é meu hábito) a obra «TAP – Caixa Negra», magistralmente escrita por Rui Moreira e Nuno Santos. E não há dúvida que “o Norte não pode continuar a ser olhado com desprezo pelos poderes que, entrincheirados na capital, olham o Porto com paternalismo, sobranceria e despeito. Por isso, esta guerra valeu a pena; porque o Porto não pode aceitar rebuçados, quando o que lhe devem é muito mais. Valeu a pena porque sempre que quiserem voltar a fazer uma maldade ao Porto vão ouvir a minha voz [de Rui Moreira] e vão hesitar. Por isso, esta guerra valeu a pena. E não acabou.”

 

  Comentários no Facebook

«Nuno Santos» >> e fica fisicamente escrito. Para memória futura.

«Margarida Menezes» >> Será melhor, porque o calôr do sul, às vezes queima alguns neurónios!

«Jose Bandeira» >> Gostaria de citar algumas das últimas palavras de Rui Moreira na "Conclusão", que passo a citar: "O que faltou, mais uma vez, ao Porto e ao Norte foi um apoio das forças partidárias, na sua representação no Parlamento. Mais uma vez, os deputados eleitos pelos Círculos do Norte e Centro não foram capazes de pôr de lado as suas divergências partidárias. Também é verdade que, desta vez, algumas das elites da região se abstiveram, falaram pouco e baixinho. Compreendo que não estejam disponíveis para serem destratados e ofendidos, mas seria importante não esquecerem que a sua participação cívica continua a ser essencial." (sic) Reproduzo tal como está no texto, embora possam imaginar o quanto gostaria de colocar uns sublinhados.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> E o culpado somos nós os do Norte. Por um lado aceitamos pacificamente que um alentejano ou lisboeta entre em qualquer lista de qualquer partido como representando distritos do Norte. Devemos avaliar a justeza e interesse em desenvolver o Movimento Pró-Partido Norte

«Jose Bandeira» >> Eu cá advogaria a formação do PPCT (Partido dos Portugueses Com Tomates). Fazendo fé na nossa História penso que o Norte estaria em larga maioria.

«Tiago Vasquez» >> Caro José, com algumas viagens feitas, penso que os membros do PPCT estarão na sua maioria na diaspora. Se for a Joanesburgo, a Goa, a Macau, a Caracas, a Nampula vê lá muita dessa gente. No entanto se nos deixarmos ficar no território nacional penso que eles estarão na sua larga maioria no Norte e Ilhas, com alguns casos no Algarve. O que nós temos no Norte a mais que os outros é a capacidade organizativa, a vontade, a força familiar, um clima menos quente e o orgulho de sermos Portucale. Com o líder certo isso virará uma tempestade perfeita, porque o maior problema, a maior dificuldade, é a de unir o povo do Porto e do Norte. Vamos! A guerra não valeu a pena David, a guerra só agora começou!

«Jose Bandeira» >> Com toda a honestidade intelectual temos que assumir isso como um facto. Tenho que fazer uma ressalva, salientada por Tiago Vasquez, a Diáspora é hoje uma das nossas melhores armas na luta pela afirmação de Portugal no mundo e pela transformação do nosso país. Cada português que regresse vem com um projecto de vida e com visão de mundo.

«Tiago Vasquez» >> Sem dúvida e eu sou um deles depois de 10 anos no mundo Anglo-Saxónico. Mas precisamos de muito amor à Pátria para ir seguindo por cá, sendo a possibilidade da abertura de uma guerra contra o centralismo, uma grande motivação! Onde nos alistamos?

«Jose Bandeira» >> Gostaria de poder responder à sua questão; eu próprio quero alistar-me!



Publicado por Tovi às 09:09
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sábado, 2 de Abril de 2016
Regionalização, já!...

Rui Moreira #mno_caixa_negra_serralves_18.jpg
Valente de Oliveira, autor do prefácio de «TAP – Caixa-Negra», levantou bem alto a bandeira da Região Norte ao afirmar não haver dúvidas que com este livro Rui Moreira “assume o desígnio da regionalização e dá voz a essa luta que não deixa ninguém indiferente”.

  Comentários no Facebook

 «Jose Riobom» >> Regionalização ?.....ontem já era tarde.....

«Cecilia Bastos» >> E o PS aqui enredado!

«Pedro Baptista» >> O PS acabou... e, pelo que é, não fará falta nenhuma...

«Jose Rocha» >> TAP/PT/BES os falhanços completos da elite centralista. Seria bom mudar algo, só para não repetir erros.

 

CCDR Norte 2Abr2016 aa.jpg
Já era tempo dos destinos da Região Norte estarem na mão dos cidadãos desta região. E para isto era só necessário que a eleição da CCDR-Norte fosse por voto universal dos nortenhos e não por nomeação do Terreiro do Paço.

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» >> Eleger o governo regional!

«Isabel Barbosa» >> Concordo inteiramente

«José Camilo» >> BASTA.

«João Cerqueira» >> Cuidado. Isto interessa ao governo, que tenta desviar investimento para Lisboa. A união das instituições do Norte, tem de se manter sólida.

«Raul Vaz Osorio» >> Sim já era tempo. Também já era tempo de a região falar a uma só voz, pois estas divisões só fortalecem o poder central. Naõ tenho conhecimento da situação concreta, mas acho que o mínimo que a câmara do Porto tem que fazer é explicar o nim que deu. Não o esperava.

«Tiago Vasquez» >> Claramente

«Vanda Salvador» >> Concordo. Estamos fartos de andar "a reboque" do poder central que goza e se aproveita do Norte.



Publicado por Tovi às 09:31
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 22 de Março de 2016
Rui Moreira em "guerra séria" contra a TAP

TAP Caixa Negra aa.jpg

A guerra do presidente da Câmara do Porto com a TAP conhece esta terça-feira um novo capítulo. Rui Moreira e o seu adjunto, Nuno Nogueira Santos, escreveram TAP - Caixa Negra, uma obra lançada pela editora Almedina, prefaciada pelo antigo ministro Luís Valente de Oliveira e que vai ter lançamento hoje ao fim da tarde, no auditório da Fundação de Serralves, com apresentação de António Lobo Xavier. Nesta obra sobre os bastidores das batalhas travadas pela Cidade Invicta para que a transportadora aérea permanecesse no aeroporto Sá Carneiro, constam dados sobre a actividade da TAP e da sua operação no Brasil, pormenores desconhecidos acerca da vinda da Ryanair para Portugal, jantares secretos e cartas a vários primeiro-ministros. Leitura obrigatória para as gentes do Norte.

 

 O auditório da Fundação de Serralves foi pequeno para tanta gente que veio à apresentação de TAP - CAIXA NEGRA.

TAP Caixa Negra ad.jpg



Publicado por Tovi às 08:27
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2016
Região Norte ao lado de Rui Moreira

Rui Moreira na CRNorte 25Fev2016 aa.jpg

Teve lugar ontem na sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), uma reunião do Conselho Regional do Norte cujo único ponto da agenda era as alterações de rotas a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro e as consequências para o tecido empresarial e institucional da Região do Norte. Esta reunião juntou o presidente, vice-presidente e vogais do Conselho Regional do Norte e ainda os presidentes das comunidades intermunicipais da região e da Área Metropolitana do Porto, a Entidade Regional de Turismo Porto e Norte, representantes do tecido empresarial além dos autarcas da Maia, Matosinhos e Porto, bem como presidente da CCDR-N. No final, o presidente do Conselho Regional, Paulo Cunha, também presidente da Câmara de Famalicão, comunicou aos jornalistas ter havido uma posição comum unânime que, em traços gerais, apoia as posições que Rui Moreira tem tomado desde que foram conhecidas as supressões de rotas a partir do Aeroporto Sá Carneiro. Num comunicado entregue no final aos jornalistas, pode ler-se que o Conselho decidiu "apoiar todas as iniciativas que se destinem a defender e reforçar a referida importância estratégica do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, bem como levar esta matéria à atenção do XXI Governo Constitucional, na pessoa do Senhor Primeiro-Ministro Dr. António Costa, sensibilizando-o para que colabore com os propósitos que aqui assumimos de que a TAP seja posicionada como um ativo de interesse e ao serviço da coesão nacional, enquanto ‘companhia bandeira’ que é, geradora de consensos e de mais-valias para todos e da Comissão Executiva da TAP, manifestando frontal discordância perante as decisões anunciadas". O Conselho Regional, que congrega mais de 60 municípios da região norte, decidiu ainda agendar uma reunião para o início do próximo mês de abril, para avaliar evolução da situação e ponderar medidas a adotar.

  Comunicado do Conselho Regional do Norte



Publicado por Tovi às 00:39
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Domingo, 21 de Fevereiro de 2016
O “entalanço” da salsicha fresca

Só Rui Moreira sabia explicar na perfeição todo este imbróglio criado por alguma imprensa portuguesa sobre as declarações do alcaide de Vigo. Ora vejam:

TAP Rui Moreira no CM 21Fev2016 aa.jpg

 

 Já agora... que estas coisas são importantes.

Este gráfico mostra bem quem é quem, no que a aeroportos diz respeito, no Norte de Portugal e na Galiza.

Aeroportos Galiza e Norte Portugal aa.png

 

 Faro de Vigo

La política centralizadora de la Xunta no logró retener al pasaje gallego en Galicia por no ver - o no querer ver - lo que se denunció desde Vigo reiteradamente: que el pasaje del Sur de Galicia se desviaban en masa a Oporto.

 

  Comentários no Facebook

«Gonçalo Moreira» >> Absolutamente nojento o Caballero a dizer que sempre se "portou bem" e por isso Vigo foi comido de cebolada. Pois isso só acontece porque ele tem a mania que devia de ser o centro na Xunta, e nunca percebeu que se tem que articular com Santiago e com a Coruña. Mais um que vive a olhar para o umbigo. Aliás basta ver que (não ajudado pela crise) desde que iniciou o seu mandato em 2007, Vigo quase desapareceu.

«Tiago Vasquez» >> Mostra que a Galiza regionalizada tem dificuldades de união de politicas.

«Gonçalo Moreira» >> Muita verdade. Mas na minha opinião isso passa por terem deixado de ter uma Xunta forte. O Fraga Iribarne tinha essa capacidade aglutinadora que infelizmente se perdeu.



Publicado por Tovi às 09:07
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2016
Equívocos sobre a TAP

Tomem lá e embrulhem, FRETEIROS do costume

 

 Rui Moreira na sua crónica no CM

Miragaia 22Jun2013 ab.jpg

--- Equívocos sobre a TAP ---
Nos últimos dias, enquanto tentamos perceber se a TAP é pública ou privada, os freteiros do costume, incentivados a fazerem vénias que misturam com insultos, vão disparando as suas armas. Assim, e para que mentiras repetidas não pareçam verdades, digo o seguinte. Nunca apoiei ou me pronunciei sobre a questão da privatização da TAP pelo anterior Governo. A Câmara do Porto não subsidia ou subsidiou companhias aéreas, ou seja, não paga à Ryanair. Sim, tenho experiência no setor privado, sei que uma empresa que não faz breakeven quando esgota a sua produção é mal gerida. Ainda não comecei a minha campanha eleitoral, mas quando começar, prometo arranjar temas ainda menos consensuais e mais polémicos.



Publicado por Tovi às 15:31
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2016
O Primeiro-Ministro e a gestão da TAP

António Costa Expresso 13Fev2016 aa.jpg

Isto disse António Costa em recente entrevista ao Expresso... e nós não vamos esquecer, pode ele ter a certeza.



Publicado por Tovi às 16:17
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016
Eles não dão ponto sem nó

Lóbi da construção civil aa.jpg

Rui Moreira já o afirmou publicamente e muitos outros também já a isto se referiram: O objectivo da TAP ao “roubar” rotas ao aeroporto Sá Carneiro visa unicamente pôr a Portela rapidamente a transbordar e assim ser fácil justificar um colossal investimento nacional num novo aeroporto de Lisboa, desta vez na Margem Sul, com a respectiva nova travessia sobre o Tejo. O lóbi da construção civil, particularmente nos governos de José Sócrates, já o tinha tentado várias vezes, primeiro com a OTA, depois com o “Jamais” e agora com o Montijo. E se não pomos travão a esta loucura de António Costa lá vamos nós a caminho de um novo afundamento ruinoso, desta vez ainda mais completo.

 

De Tiago Barbosa Ribeiro, deputado da Nação e presidente da concelhia do PS-Porto:

1) A TAP é, desde há muito, uma companhia que tem vindo a ignorar o Porto e o Norte. Isso inclui supressão de rotas, frota de aviões direccionados para o Porto (maioritariamente da ex-PGA), áreas para os passageiros, entre muitos outros indicadores (relembro os serviços mínimos insultuosos que foram fixados durante a última greve dos pilotos) que demonstram uma gritante desigualdade e que confirmam as razões de queixa do Porto.

2) O PS Porto tem vindo a pronunciar-se sistematicamente sobre este e outros temas, colocando sempre o Porto à frente de quaisquer outras opções (deixo, a título de exemplo, notícia de Maio de 2015). É assim na TAP, nos fundos comunitários, na fusão das águas, nos transportes públicos e em muitas outras temáticas. Sobre tudo isto, o PSD e o CDS cobriram-se de silêncio (ou de vergonha) ao longo dos últimos anos.

3) Só é possível influenciar decisivamente a TAP e apoiar o Porto mantendo-a na esfera pública. A decisão do anterior Governo, tomada à pressa e já depois de ter sido demitido pela AR, foi mais uma que prejudicou o país e o Norte. A supressão dos voos foi consequência dessa negociata. Não é possível ser-se simultaneamente a favor da privatização da companhia e depois rasgar as vestes com decisões resultantes dessa privatização.

4) PSD e CDS, que foram e SÃO a favor da privatização, não podem exigir nada ao Governo. Podem estar calados e assobiar para que não nos lembremos do que fizeram.

5) O actual Governo recuperou parte do controlo público da TAP. Tem agora de garantir que esse controlo é exercido em prol de todo o país e os socialistas do Porto não aceitam menos do que isso. Estou plenamente convencido de que assim será, em linha com outras decisões que o actual Governo já tomou e que demonstrou o respeito pelo Porto que faltou na última legislatura. Só é possível termos este debate porque António Costa agiu.

6) O Presidente Rui Moreira tem feito um importante combate em prol dos interesses do Porto e da região, contra o permanente vírus do centralismo. Conta com o apoio do PS Porto!

(PS: Hoje a TAP foi debatida no Parlamento e o Manuel Pizarro, vereador na CMP e candidato à Federação do Porto do PS, não deixou de marcar presença. É assim que o Porto tem voz.)



Publicado por Tovi às 10:31
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2016
Mais uma filha-da-putice da TAP

TAP 9Fev2016 aa.jpg

E os deputados socialistas eleitos pelo círculo do Porto não terão nada a dizer sobre isto?... Começa a ser ensurdecedor este silêncio.

 

  Comentários no Facebook

«Raul Vaz Osorio» >> É bom que comecem a falar, sim. Como é, Manuel Pizarro? como é Tiago Barbosa Ribeiro?

«Vanda Salvador» >> Pelo menos um bocadinho de ética, não ficaria mal. Este facto não passa de uma terrível cobardia.

«Pedro Simões» >> Exige-se a abertura das rotas à concorrencia. O exclusivo que damos à TAP sai muito caro a todos. Ja imaginaram o que seria se permitissemos à Ryanair fazer voos para Brasil/EUA? Pois é...

«David Ribeiro» >> Manuel Pizarro disse ontem no telejornal da noite na RTP-2 que "a defesa do interesse nacional é também a defesa do interesse do Porto e do Norte", defendendo a intervenção do governo nesta questão das rotas da transportadora aérea nacional de e para o aeroporto Sá Carneiro, consideradas de interesse estratégico. Será que António Costa vai dar ouvidos ao candidato a presidente da Distrital do PS-Porto? Tanta gente do Norte nos corredores do poder no Terreiro do Paço e ninguém diz nada: Augusto Santos Silva, ministro com a pasta dos negócios estrangeiros e portanto com a responsabilidade da diáspora e das relações com os PALOP; José Luís Carneiro, secretário de Estado para as Comunidades e ainda presidente da federação do Porto do PS; Azeredo Lopes, ministro da defesa e até há pouco chefe de gabinete da presidência da Câmara do Porto; Matos Fernandes, ministro do Ambiente, com a responsabilidade das comunicações e até há pouco presidente do SMAS do Porto;… Silêncio ensurdecedor.

«António Magalhães» >> Não esquecer a ministra da baixa-mar e da preia-mar...

«David Ribeiro» >> Mentirosos!... Os senhores da TAP são mentirosos - TAP tenta desmentir Câmara do Porto mas esbarra nas informações dadas pela própria empresa



Publicado por Tovi às 07:58
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2016
A TAP abandona o Porto

TAP ac.jpg

Os números não enganam ninguém: Existem actualmente apenas 16 rotas exploradas pela TAP a partir do Porto e com o desaparecimento das quatro já anunciadas - Roma, Milão, Bruxelas e Barcelona - ficarão a existir apenas 12, contra perto de uma centena a partir de Lisboa; Mesmo entre estas 12 rotas, a principal frequência de voos a partir do Porto será para Lisboa, já actualmente o principal destino dos voos da companhia nacional, com uma frequência de 49 ligações semanais a partir da Invicta; O segundo destino com mais voos semanais da TAP a partir do Porto é Paris, com 28 (quatro voos diários) e o terceiro é Madrid, com 18; Os voos intercontinentais a partir do Porto são cada vez menos e em 2015 a TAP descontinuou a ligação a Caracas, estando a reduzir para dois o número de voos semanais para Newark, Rio de Janeiro e São Paulo, os que sobram; Simultaneamente a TAP anunciou uma nova rota, entre Vigo e Lisboa, o seu "hub", o que representa uma vontade objectiva de concentrar os passageiros na Capital, já que a cidade galega se encontra no chamado "hinterland" (zona de captação) do Aeroporto do Porto. Mas o que nós queremos saber é se uma companhia aérea nacional, detida por dinheiros públicos (antes a 100%, depois a 39% e, desde esta semana, a 50%) pode usá-los para aplicar uma estratégia puramente comercial no interesse do seu outro accionista privado? Pode uma empresa pública ser usada contra uma região e a favor de outra?

 

  No jornal i de hoje

TAP jornal i 9Fev2016 aa.jpg

Muito mau será para o Governo PS se for verdade o que o ”jornal i” noticia. A Cidade Invicta e o Norte já estão fartos destes tiques centralistas dos senhores do Terreiro do Paço.

  Comentários no Facebook

«David Ribeiro» >> Começo a acreditar que esta notícia tem algo de verdade… É que os meus amigos socialistas andavam a dizer-me que se estava a criar uma boa empresa pública e não a continuar-se com uma má empresa privada nos transportes aéreos e que a reversão parcial da privatização ia garantir uma base activa da TAP no Porto. E de um momento para o outro calaram-se. Mau sinal, seguramente.

«Diogo Quental» >> A máfia política tem menos força cá para cima...

«David Ribeiro» >> …ou então os socialistas do Norte estão à espera de ver o que é que o “Politburo” diz [Emoji wink]

«João Simões» >> Ehehe o i a mandar para o ar a ver se cola [Emoji smile]

«David Ribeiro» >> Ouça com atenção, João Simões, o que diz o Presidente da Câmara do Porto e verá que é capaz da notícia do “i” não ser barro atirado à parede.

«Francisco Restivo» >> Quanto mais depressa nos libertamos da TAP e reforçarmos as nossas parcerias alternativas, melhor! Eles precisam do novo aeroporto como de pão para a boca.

«Isabel Simões Veloso» >> O Costa não vai conseguir anular o Norte. Confio que Rui Moreira consiga reverter a situação.

«José Camilo» >> Fosse um problema de uma pequeninha companhia aérea o nosso pior pesadelo. Temos de os aturar o ano inteiro com problemas de esquerdas e direitas. Basta. Continuemos a olhar em frente. Aviões e companhias não faltam.

«Tiago Vasquez» >> Depois das palavras vêm as ações, uma fase muito mais gira. Tiramos a TAP do Porto, e depois o PS, PSD e por ai fora...

«Jovita Fonseca» >> Sempre a mesma posição em relação ao Porto! O Norte tem de ser firme e preparar caminho! É daqui que partem as exportações e há movimentação laboral.

«João Fernando Couto» >> Depois são contras os Jiadistas

«Paulo Cruz» >> Foi este garoto que nos tirou o festival da Red Bulli e continua com a mesma politica anti nortenha

«Raul Vaz Osorio» >> A minha pergunta continua a ser a mesma que faço há alguns anos. Vamos fazer o quê? Protestar no Facebook? Ou vamos finalmente arrancar ao poder central o que nos pertence por direito e que, essencialmente por inacção nossa, nos tem sido usurpado? Eu exagero mesmo quando digo que a única solução é a independência? Vou continuar a defendê-la sozinho?

«Paulo Vaz» >> Agora é que os amigos do PS a norte começam a perceber que a economia e sociologia de Lisboa é diferente da nossa.

«Gonçalo Lavadinho» >> Nada de anormal.

«João Thiago» >> Raul, as perguntas são as mesmas mas.. onde estão as respostas, a mobilização e a agenda? "Go lead!" Se a TAP só quer Lisboa, não pode ser companhia de bandeira. O país e o Norte não pode dar dinheiro a isto. Quanto à Galiza, a solução poderá ser a negociação de uma ponte aérea entre a Galiza e o Porto e a atracção de alternativas para as rotas intercontinentais. Se querem concorrência, tê-la-ão e assim abre-se ao Norte uma grande oportunidade: autonomizamo-nos mais, competimos mais e temos a oportunidade de ainda crescer mais. Sem a "eterna dependência" de outros.

«Raul Vaz Osorio» >> Totalmente de acordo, João Thiago. Eu não "go lead" porque, neste momento, o Norte tem um líder bem mais capaz do que eu. É preciso é estimular a malta a colocar-se ao seu lado.



Publicado por Tovi às 08:33
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim
Descrição
Neste meu blog fica registado “para memória futura” tudo aquilo que escrevo por essa WEB fora.
Links
Pesquisar neste blog
 
Outubro 2020
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9


24

25
26
27
28
29
30
31


Posts recentes

A opinião livre, lúcida e...

As quatro rotas da TAP no...

TAP e EFACEC... grandes m...

TAP quer condenar o Porto...

A TAP continua a despreza...

TAP - Caixa Negra

Regionalização, já!...

Rui Moreira em "guerra sé...

Região Norte ao lado de R...

O “entalanço” da salsicha...

Equívocos sobre a TAP

O Primeiro-Ministro e a g...

Eles não dão ponto sem nó

Mais uma filha-da-putice ...

A TAP abandona o Porto

Acordo Governo-Gateway pa...

TAP suprime voos no Porto

Fim dos voos de longo cur...

Privatização da TAP

Greve na TAP

Arquivos
Tags

todas as tags

Os meus troféus