"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 17 de Março de 2021
Novas pontes sobre o Douro entre Porto e Gaia

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E ainda vamos necessitar de outra ponte para a linha de alta velocidade, pelo que seria interessante serem ambas pensadas de uma forma articulada… isto tudo sem eu ter a mínima ideia (será que alguém já a tem?...) como será a inclusão destas duas pontes na malha urbana da nossa cidade.

 

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Adao Fernando Batista Bastos - Trés novas pontes - incluíndo a do Bispo, em Campanhã - cujas ligações à malha urbana serão um bico de obra!
David Ribeiro - Adao Fernando Batista Bastos... o grave da futura Ponte D. António Francisco dos Santos é não se saber se a nova ponte ferroviária para a alta velocidade vai passar naquela zona.
Jorge De Freitas Monteiro - Creio que não seria possível uma articulação para além da óbvia inserção das duas no espaço urbano Porto/Gaia. O TGV entrará em direção a Campanhã e o metro é suposto servir o eixo Boavista/Arrábida
David Ribeiro - Não é certo que a linha de alta velocidade tenha como terminal a estação de Campanhã, aliás nada é certo no que se refere a esta linha, Jorge De Freitas Monteiro. Fala-se até que o seu terminal seja no aeroporto.
Jorge De Freitas Monteiro - David Ribeiro, saberás certamente mais do que eu. Mas independentemente da localização do terminal (de qualquer modo uma paragem urbana parece-me indispensável visto que uma das vantagens do TGV é as pessoas serem despejadas nos centros urbanos ou deles perto) creio que a linha terá de passar pelo lado oriental de Gaia e do Porto.
David Ribeiro - Jorge De Freitas Monteiro... o Governo nada apresentou ou sequer discutiu com o executivo camarário do Porto, tendo isto já sido objeto de informação à Assembleia Municipal. Como é obvio esta "não informação" cria ao Porto graves problemas, numa altura em que está praticamente pronto o novo PDM.
Jorge De Freitas Monteiro - David Ribeiro, em Bruxelas o TGV utilizou os canais ferroviários urbanos já existentes, parcialmente adaptados. A uma das estações existentes foi acrescentado um terminal TGV. Penso que no Porto não venha a ser muito diferente. Se assim fôr o impacto urbano não será enorme.
David Ribeiro - Jorge De Freitas Monteiro... o Governo já tornou público que será uma nova linha em canal ainda por definir. Notícia do Público de out2020: Numa construção faseada, diz o jornal, será dada prioridade ao troço Gaia - Soure (representando metade do trajeto entre a capital e a Invicta), devendo mais tarde chegar a Leiria e prosseguir para Lisboa, recorrendo a um canal estudado pela RAVE (Rede de Alta Velocidade) a oeste da Serra dos Candeeiros.
Jorge De Freitas Monteiro - David Ribeiro, a oeste da Serra dos Candeeiros, como a EN1. E tal como a EN1 e a A1 entrará em Lisboa provavelmente junto ao Tejo depois de fazer o canal Vila Franca de Xira/Lisboa. Em relação ao Porto continuo a pensar que a entrada se fará por Campanhã, o impacto urbano em qualquer outra zona seria imenso. A não ser que o terminal do Porto seja mesmo para ficar... em Gaia!
David Ribeiro - Jorge De Freitas Monteiro... está ainda tudo muito cru e para já nem o Governo sabe o que irá fazer, digo eu que por mais perguntas que faça a resposta é sempre NADA.
João Pedro Maia - Diria q mais uma à cota baixa Afurada vs Massarelos deveria ser pensada...ja para n falar numa pedonal junto à Luiz I...
David Ribeiro - João Pedro Maia... O organismo responsável pela gestão e coordenação das cheias em Portugal (não sei como se chama) não permite a construção de pontes no rio Douro entre Porto e Gaia a cota baixa. A Ponte D. António Francisco dos Santos, que já era a uma cota superior ao tabuleiro inferior da Luiz I, terá que ser a uma cota ainda superior, por imposição deste organismo. Esta obrigatoriedade não tem grande impacto do lado do Porto, mas o mesmo já não acontece em Gaia, estando isto tudo a atrasar a construção da ponte.



Publicado por Tovi às 07:54
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2020
TGV... Infarmed... e outras coisas

   
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Publicado por Tovi às 10:09
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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011
TGV Porto-Vigo

Se o Governo de Sócrates não quer construir o TGV Porto-Vigo, vamos fazê-lo nós.

 [Correio do Minho OnLine] - A criação de uma empresa pública regional ferroviária para construir a ligação de alta velocidade Porto-Vigo, autónoma da tutela, é o objetivo do Movimento Partido do Norte, que já reuniu com diferentes presidentes de câmaras do Norte. Depois da reunião de hoje (17 de Fevereiro) com o presidente da Câmara de Baião, José Luís Carneiro, o líder do movimento, Pedro Baptista, explicou à Agência Lusa que o objetivo é motivar as autarquias do Norte para a ideia de constituir uma empresa pública regional para a construção e concessão da linha TGV Porto-Vigo. Segundo o presidente do Movimento Partido do Norte, esta obra não iria “onerar a dívida pública”, porque os fundos para a construção desta linha de TGV “estão cativos em Bruxelas”, podendo o financiamento de 60 por cento ser feito através desta verba. A empresa pública regional ferroviária seria “autónoma da tutela governamental”, considerando Pedro Baptista que há 86 câmaras municipais a norte do Douro com toda a capacidade para a criar. O presidente do movimento garantiu que a ideia teve “a melhor receção” por parte dos autarcas com quem já reuniu, Baião e Ponte da Barca. Para as próximas semanas, o Partido do Norte tem já encontros agendados com a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, a câmara de Paços de Ferreira e a de Braga, para lhes transmitir estas e outras ideias, como por exemplo, a da criação de um Banco Regional. Recordando que a empresa Metro do Porto foi criada com propósitos semelhantes, Pedro Baptista realçou a importância da linha de alta velocidade para a economia do Norte do país, considerando por isso que a região não precisa de esperar por uma decisão do poder central, já que há fundos cativos europeus para a obra.


«Luís Alexandre» in Facebook >> todos? e quem é que luta pelas outras  regiões? Bom dia, um abraço.

«David Ribeiro» in Facebook >> A Região Norte terá que ser criada com base na regionalização administrativa do País, no modelo das cinco regiões (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve), como está definido pela Constituição Portuguesa.

«Zé Regalado» in Facebook >> Já foi feito algum estudo, sério, que demonstre a necessidade desse tipo de ligação e a sua rendibilidade? Ou é mais uma manifestação de um novo riquismo de quem não tem onde cair morto? Por exemplo: alguém sabe qual é a poupança de tempo de que se vai usufruir numa viagem Porto Lisboa?

«Luís Alexandre» in Facebook >> ‎20 minutos?

«David Ribeiro» in Facebook >> Uma nova ligação ferroviária do Porto à Galiza, seja TGV ou outro tipo qualquer de comboio rápido, é muito importante e necessária. Quer o Aeroporto Sá Carneiro quer o porto de Leixões têm grande movimento de e para esta região espanhola e muito do comércio nortenho depende desta saudável harmonia actualmente existente entre portugueses do Norte e galegos. TGV Porto-Lisboa nesta altura do "campeonato" não me parece prioritário.

«Zé Regalado» in Facebook >> Mas há algum estudo, sério, que estabeleça uma relação custo-benefício que prove a vantagem de se gastar uma pipa de massa na construção do TGV? Não se irá construir mais um elefante branco? Gostava mt de ver provada a vantagem do TGV num país como o nosso. E reforço a ideia: um estudo sério. É que os estudos parece que podem sempre concluir aquilo que o cliente quer que conclua.

«David Ribeiro» in Facebook >> Há estudos feitos, mas como não os li e só estou a falar pelo que me disseram, ficamos por aqui... Mas uma coisa eu sei, é que os galegos há muito pedem uma ligação ferroviária rápida ao Porto (aeroporto Sá Carneiro e porto de Leixões) e se não a fazemos podem eles muito bem resolver reestruturarem e modernizarem o aeroporto e o porto marítimo de Vigo... e lá se vai a nossa galinha dos ovos de ouro.

«Zé Regalado» in Facebook >> Talvez ficasse mais barato isentá-los de portagens na A28 do que fazer um TGV. E que é que tem o TGV a ver com o porto de Leixões? Com o aeroporto ainda pode ter a ver, mas com o porto não vejo qq ligação.

«David Ribeiro» in Facebook >> A ligação rápida por ferrovia programada para ligar o Porto a Vigo não prevê só passageiros, mas também carga.

«Luís Alexandre» in Facebook >> não percebo nada de economia e afins, mas fazer uma linha de alta velocidade só para galego ver não me parece coerente. Ou somos nós que realmente precisamos ou então deixemo-nos estar quietos que eu já tenho uma divida bem grande para pagar.

«David Ribeiro» in Facebook >> Luís... Não tem nada a ver com se perceber ou não de economia, mas a verdade é que para o grande desenvolvimento tido nos últimos anos no Aeroporto do Porto e no porto de Leixões, os galegos têm sido muito importantes e dos quais continuamos a necessitar.

«Luís Alexandre» in Facebook >> se souberes responde David, e porque será que eles não utilizam a galinha dos ovos de ouro deles que será o porto de Vigo e o aeroporto? não será porque não querem fazer elefantes brancos á espera que nós os façamos? é que lhes sai mais barato, digo eu de baixo dos nervos que isto me dá :))

«Zé Regalado» in Facebook >> Ó Tovi, posso estar a ver mal o problema mas não creio que o movimento de mercadorias susceptível de ser feito pelo TGV tenha assim um significado tão importante para o movimento portuário de Leixões. Como sabes o transporte de mercadorias hoje é feito, prioritariamente, por via terrestre. Talvez não seja descabida a minha ideia de isentar de portagens a A28 para o transporte de mercadorias. Ficávamos todos a ganhar. Para mim, repito, para mim, o TGV é uma manifestação de parolismo bacoco. Como dizia há tempos um Frei não sei das quantas. Se o Rafael Bordalo Pinheiro fizesse hoje uma caricatura de Portugal seria uma barraca com um submarino à porta. Eu acrescentava um TGV.

«David Ribeiro» in Facebook >> Em todos os grandes portos do mundo o caminho-de-ferro é que faz a diferença ao nível dos custos de IN/OUT dos produtos movimentados. A via terrestre é muitíssimo mais cara que a ferrovia. É só fazer as contas... um camião só leva um contentor de 18 toneladas e um comboio leva de vinte a trinta contentores. E quantos contentores leva um navio?... E nem estamos a contabilizar o benefício ecológico do consumo de uma locomotiva com o correspondente consumo das viaturas necessárias para transportarem a mesma quantidade de mercadorias. Um dos motivos da construção do Canal da Mancha foi o transporte de mercadorias e não o de pessoas.

«Zé Regalado» in Facebook >> Há coisas que são verdade no teu comentário, mas a realidade demonstra que as coisas não funcionam assim. Ou não te lembras dos milhares de camiões que de vez em quando ficam entupidos na Europa? E o serviço de mercadorias da CP já teve os seus dias. Hoje há o serviço de entrega porta a porta. E não é feito por comboio. Por isso é que digo: mostrem-me um estudo SÉRIO que me prove o interesse do TGV.

«David Ribeiro» in Facebook >> Os camiões que "ficam entupidos na Europa" são os que servem os países que não têm uma boa rede de caminho-de-ferro. Nós portugueses já tivemos uma boa rede ferroviária, mas foi sempre muito mais dirigida para as pessoas e não para os bens. Hoje em dia são as mercadorias que interessam a um país periférico como é Portugal.

«Luís Alexandre» in Facebook >> Quando há greves no sector dos transportes rodoviários a europa pára por completo, a França a Espanha e a Inglaterra são bem um exemplo disso e ambas têm um boa rede ferroviária (TGV). Em Portugal e em todos os paises que tenham portos maritimos, os contentores chegam de barco e são transportados por camiões, pela linha do norte e que eu me aperceba em Santarém a maioria dos vagões são de carvão e inertes, até o transportes de viaturas em vagões já foi reduzido. Segundo este estudo parace-me que continuamos a dirigir muito mais os comboios para as pessoas do que para mercadorias.

«David Ribeiro» in Facebook >> É mesmo isso que está errado... cada vez mais a ferrovia é muito mais interessante para mercadorias do que para transporte de pessoas em médio ou longo curso.



Publicado por Tovi às 10:54
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Terça-feira, 24 de Novembro de 2009
Ligação TGV Porto-Vigo já!...

[jn.sapo.pt] - A Junta da Galiza criticou hoje, segunda-feira, o "novo atraso de dois anos" anunciado para a ligação de alta velocidade ferroviária Porto-Vigo e pediu a "maior agilidade" para a linha estar concluída em 2013.

 Pois é!... Parece que só agora se vai criar uma comissão técnica para estudar se a ligação Porto-Vigo vai ser uma linha mista (passageiros e mercadorias) ou simplesmente para passageiros. Mas isto já não devia estar definido?... E sempre irá passar pelo aeroporto Sá Carneiro (Pedras Rubras) ou não?... E o porto de Leixões vai ficar de fora do projecto?...

«Miguel Félix» in Facebook ► Há assim tanto movimento de e para Vigo de pessoas e mercadorias? Pergunto porque trabalho numa firma que exporta bastante material para lá, por vezes com bastante necessidade de rapidez.

Pois é meu caro Miguel… O aeroporto Sá Carneiro é já a grande plataforma aérea da Galiza. É impressionante o número de mini-bus espanhóis à chegada e/ou partida dos voos internacionais que escalam a cidade do Porto. E após as últimas obras de aumento da capacidade portuária de Leixões este passou a registar mais do dobro do movimento do porto de Vigo.


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Publicado por Tovi às 19:29
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