"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 8 de Abril de 2021
Verdadeiramente hilariante a proposta da CNE

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A Comissão Nacional de Eleições (CNE) vem hoje propor que o Parlamento obrigue os candidatos independentes às autárquicas a declararem expressamente se são militantes de algum partido. O presidente do Conselho de Fundadores do Porto, o Nosso Movimento, Rui Moreira, rejeita esta ideia e, em declarações esta manhã à TSF, acusa a CNE de ser “preguiçosa” e negligente em relação aos eleitos independentes. Rui Moreira defende que, se é por uma questão de igualdade, então também deve ser exigido aos candidatos apoiados pelos partidos que sejam filiados.  “A mim o que me parece é que a Comissão Nacional de Eleições tem sido muito preguiçosa em relação aos eleitos independentes e em relação às alterações à lei que, hoje mesmo, estão mais uma vez a ser discutidas no Parlamento”, começou por dizer Rui Moreira. “Pelo meu lado, não tenho nenhum problema. Nunca fui filiado em nenhum partido, nem conto ser, a não ser que tenha de formar um partido, porque a Comissão Nacional de Eleições não cria condições para que os movimentos independentes possam concorrer às eleições autárquicas”, continuou. O presidente da Câmara do Porto deixou ainda a seguinte reflexão. “Também não sei se a Comissão Nacional de Eleições não deve, por uma questão de transparência, exigir que os candidatos autárquicos, escolhidos pelos partidos, sejam filiados nesses mesmos partidos”. “Se estamos a falar em questões de igualdade, então parecer-me-ia bem que a Comissão Nacional de Eleições, que tão bem tem olvidado esta matéria, que também se pronunciasse nesse sentido”, concluiu. Ouvido pela TSF, também Aurélio Ferreira, presidente da Associação Nacional Movimentos Autárquicos Independentes, rejeitou liminarmente a proposta apresentada à antena da TSF pelo porta-voz da CNE, João Tiago Machado. (in "Porto, o Nosso Movimento" - 8abr2021)

 


Pedro Baptista, o meu saudoso Amigo Pedro Baptista, era muitas vezes conflituoso, por vezes até era irascível e poderemos dizer que em certas ocasiões até foi injusto, mas como eu gostaria de o ouvir perante o que se está a passar no Parlamento sobre a “reforma” da Lei Eleitoral Autárquica.



Publicado por Tovi às 13:51
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Segunda-feira, 29 de Março de 2021
Últimas notícias de Cabo Delgado

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    15h56 de 24mar2021 - Google News
Grupos armados atacaram nesta quarta-feira a cidade de Palma, no norte de Moçambique, o centro urbano mais próximo de empreendimentos do setor de gás no país, avaliados em cerca de 51 mil milhões de euros. Segundo a agência Reuters, duas fontes confirmaram os ataques, que estão acontecendo a uma distância cada vez menor dos empreendimentos, que já tiveram que ser paralisados por problemas de segurança. A cidade de Palma está situada a menos de 25 quilômetros de um campo de construção de empreendimentos de gás liderados por grandes empresas petrolíferas, como a francesa Total. O ataque aconteceu no mesmo dia em que a empresa francesa anunciou que retomaria gradualmente as obras no local, após suspendê-las devido aos ataques nas proximidades.

    20h30 de 26mar2021 – Nuno Rogeiro no Facebook
Uma coluna de 23 veículos da ONU acaba de chegar a Pemba, incólume, vinda do Norte de Cabo Delgado, onde recolheu pessoal de vários programas de assistência em zonas atacadas. Quanto à vila-mártir de Palma, continuam intensos combates. A situação mais grave era no hotel Amarula: o recinto vinha sendo flagelado por fogo do Daesh, e o perímetro de segurança foi violado. Entretanto, a evacuação foi-se dando, discreta e com sucesso, embora haja um problema maior a lamentar (PS 2). A propósito da ONU: uma iniciativa urgente sobre o que se passa era necessária. Para ontem.
PS- Ministérios da Defesa Nacional de Portugal e Moçambique e Primeiro Ministro português estiveram em teleconferência
PS2- Desde as 14.00 de Lisboa que circulam muitos relatos sobre o destino das pessoas que decidiram sair do Hotel Amarula. Há pelo menos três grupos distintos. Podemos confirmar, para já, infelizmente, cinco mortos, todos moçambicanos.
PS3- Ofensiva militar em curso, ou para muito breve. Esperemos que com resultados.
PS4- Não se confirma o boato da tomada de navios reféns pelo bando atacante.

    11h20 de 27mar2021 - LUSA
Acaba de ser noticiado pela LUSA que um português ficou gravemente ferido numa operação de resgate de Palma, vila sob ataque de rebeldes armados desde quarta-feira, junto aos projetos de gás natural de Cabo Delgado, norte de Moçambique. O ferido está a caminho de Pemba, capital provincial de Cabo Delgado, 250 quilómetros a sul, por via aérea, a partir do aeródromo do recinto do projeto de gás natural, na península de Afungi, para onde foi resgatado juntamente com outras pessoas.

    18h00 de 27mar2021 - Expresso
"A situação neste momento é crítica em Palma. Estamos sob ataque desde ontem, quando eles começaram a atacar pessoas com catanas, a partir das 15h foi ataque armado, já estamos há 24 horas sob fogo cruzado. Não sabemos como a gente vai sair daqui. Não sabemos se vamos chegar ao mar, se vamos ser evacuados, quando, a que horas, como e por quem”. O relato é de um dos cidadãos que se refugiaram no hotel Amarula Lodge, em Palma, na província moçambicana de Cabo Delgado. “Os helicópteros estão a sobrevoar a zona do Amarula Hotel para terem a certeza de que a estrada está livre para a gente tentar chegar até à praia para apanhar um batelão, mas conforme estão a ouvir não sabemos se será possível. A situação está crítica. Não temos comida, só temos água. Então… seja o que Deus quiser, seja o que Deus quiser”, relata o cidadão retido no hotel, cuja identidade o Expresso não conseguiu apurar.
O projeto Mozambique LNG, liderado pela Total, é um dos maiores investimentos em curso em Moçambique, envolvendo várias outras empresas, como a japonesa Mitsui, a tailandesa PTTEP (dona da portuguesa Partex, comprada à Fundação Calouste Gulbenkian), entre outras empresas. Paralelamente, também na região Norte de Moçambique, em Cabo Delgado, um outro consórcio, a portuguesa Galp integra com uma participação de 10% o projeto da Área 4, para a produção de gás natural no offshore moçambicano. Este consórcio é liderado pela ExxonMobil e Eni, contando ainda com participações da chinesa CNPC, da coreana Kogas e da moçambicana ENH.

    10h58 de 28mar2021 - Miguel Prado, jornalista do Expresso
“Estamos a trabalhar em Palma há sete anos. A insegurança começou há três anos. A partir daí nunca ninguém dormiu descansado”, conta ao Expresso António Silva, um empresário natural da região de Pombal que há vários anos se instalou em Pemba, mais de 400 quilómetros a sul da região onde na quarta-feira um grupo rebelde se instalou e deixou um rasto de sangue e destruição, levando ao resgate de centenas de pessoas por barco e via aérea. .../... acrescenta, “a verdade nunca se vai saber”. Conta-nos que “os ataques começaram com catanas e quando os militares reagiram começou a haver troca de tiros”. Dos contactos que teve, indica que “há muitas mortes, mas ninguém sabe quem é que são”. “Houve gente decapitada”, aponta o empresário que o Expresso ouviu por telefone na manhã deste domingo. A empresa de António Silva, a ZAT, dedica-se à construção e logística, e tinha mais de três dezenas de funcionários em Palma na altura dos ataques, que começaram na quarta-feira. O empresário conseguiu resgatar todos os seus funcionários, 32 moçambicanos e três portugueses. A maior parte foram transportados para Pemba de barco e alguns por avião.  .../... Segundo António Silva, na altura dos ataques haveria cerca de 15 portugueses em Palma, entre os mais de mil expatriados que aí estavam a trabalhar em vários negócios. Aquela vila tem atraído diversas empresas e prestadores de serviços, muitos deles ancorados no projeto de produção e liquefação de gás natural. .../... várias empresas portuguesas estão presentes em Palma, como as construtoras Mota-Engil e Gabriel Couto.

   18h40 de 28mar - Nuno Rogeiro no Facebook
Deslocados da zona de violência em Cabo Delgado chegam a Pemba. São perto de mil e quinhentos e estão agora sob vigilância apertada, pois há um grande receio que sejam falsos deslocados, espiões ou sabotadores. Uma grande insegurança mantem-se no Norte de Moçambique.
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    19h55 de 28mar - LUSA
O português ferido nos ataques de grupos armados à vila de Palma, Moçambique, foi transferido para Joanesburgo, na África do Sul, para tratamento médico, confirmou este domingo à agência Lusa fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros. O gabinete de Augusto Santos Silva fez saber ainda que vai continuar "a acompanhar" a situação, sem adiantar para já outros pormenores. O Presidente da República já tinha aludido este domingo à retirada do português para a cidade sul-africana, numa nota a propósito de uma conversa que manteve com a mulher do ferido.

   01h46 de 29mar2021 - JN/The Guardian
Pelo menos 60 pessoas, na maioria estrangeiros, estão desaparecidas desde que os militantes islamitas atacaram uma coluna de viaturas civis que fugia dos confrontos armados em Palma. Governo confirma dezenas de mortos. Segundo as gravações das Forças de Segurança (FDS), a que o jornal britânico "The Guardian" teve acesso, e que descrevem o que aconteceu após o ataque a Palma, apenas sete dos 17 veículos da coluna que fugiu da cidade, conseguiram chegar a uma zona segura na sexta-feira. Todos os que viajavam nos outros veículos estão presumivelmente mortos, diz aquele jornal britânico. Não foi possível perceber, ainda, se estas eventuais vítimas mortais estão incluídas entre as dezenas de mortos confirmados, este domingo, pelo Ministério da Defesa moçambicano.

    15h35 de 29mar2021 - JN
O movimento terrorista Estado Islâmico reivindicou esta segunda-feira o controlo da vila de Palma, no extremo norte de Moçambique, que foi atacada na quarta-feira passada. A agência oficial do grupo terrorista, a Amaq, divulgou imagens da vila e reivindicou a ocupação do capital do distrito, junto à fronteira com a Tanzânia. 

    21h15 de 29mar2021 . Expresso
O Governo português vai enviar cerca de 60 militares para reforçar a ajuda na formação das forças especiais moçambicanas. “Está em planeamento o reforço da cooperação técnico-militar bilateral com Moçambique, no quadro do qual cerca de 60 militares portugueses vão contribuir para a formação de forças especiais moçambicanas”, pode ler-se na resposta enviada ao Expresso. “No quadro da União Europeia, na sequência da missão política realizada em janeiro passado e liderada pelo MNE português, decorrem os trabalhos de preparação do incremento da cooperação europeia na dimensão da segurança, possivelmente através quer de apoio em equipamento, quer de apoio em formação”, acrescenta ainda.

   07h50 de 30mar2021 - Jornal de Angola
O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, reuniu-se sábado à noite, de emergência, com altos responsáveis da Defesa devido ao ataque no Norte de Moçambique que resultou na ocupação da cidade de Palma e na morte de, pelo menos, um sul-africano, além de vários desaparecidos, noticiou a televisão estatal, que admite a hipótese de uma intervenção militar caso ela seja solicitada pelas autoridades de Maputo.

    8h36 de 30mar2021- TSF
P
alma é neste momento uma vila isolada e deserta, de onde até os gritos de desespero demoram a fazer-se ouvir. A comunicação está cortada, mas os focos de fumo, espalhados pelo território, comunicam a devastação. A vila no Norte de Moçambique foi esta manhã sobrevoada pela investigadora Zenaida Machado, responsável da organização Human Rights Watch nos territórios de Angola e Moçambique, e é esta a paisagem que descreve, em entrevista à TSF. "Alguns jornalistas tiveram oportunidade de sobrevoar Palma e contam-nos que a cidade está completamente deserta", começa por dizer a representante do grupo ativista, que dá ainda conta de "focos esporádicos de tiros, que provavelmente são dos grupos armados a tentarem afugentar os soldados, ou então dos soldados a repelirem-nos".

    15h56 de 30mar2021 - JN
Centenas de pessoas estão a chegar a Pemba, fugidos do horror dos ataques a Palma. Os sobreviventes, que chegam a pé, por mar e também por via aérea, dizem que "morreu muita gente" devido à ofensiva jiadista.

 

   Diz-nos Marcelo Mosse, jornalista e escritor moçambicano...
Detalhes do ataque à Palma: De como os terroristas ludibriaram as FDS para alcançarem o centro da vila
Ontem [24mar2021], para lograr entrar em Palma, os “insurgentes” usaram uma tática. Bloquearam o cruzamento de Pundanhar para impedir que as FDS se reforçassem com tropa instalada em Mueda e atacaram a aldeia de Manguna. Porquê Manguna? Porque daqui o único sentido de refúgio da população seria correr em debandada para Palma. Desde há uns meses que Palma é quase que uma vila e sitiada – e só entra lá quem tenha consigo uma espécie de “guia de marcha”. Com tiros no ar e gente em fuga, esses procedimentos são letra morta.
Foi justamente isso que aconteceu. Por volta das 16 horas, os atacados de Manguna estavam a chegar a Palma com suas trouxas. Era uma situação de emergência. Devido ao ataque, as FSD foram mobilizadas para Manguna, deixando Palma de portas abertas e com proteção diminuída. Os terroristas tinham-se infiltrado no seio dos fugitivos de Manguna, entrando também em Palma com suas mochilas armadas. Dentro de Palma, abriram as mochilas, sacaram das armas e desataram a atacar alvos militares e civis.
O centro dos combates localizou-se na zona da Igreja Católica. Desconhece-se ainda a magnitude dos danos e perdas humanas e de um propalado ataque ao balcão do BCI. Ontem [24mar2021], por volta das 16 horas, a rede da Vodacom foi cortada. Tudo feito milimetricamente. Houve disparos contra a uma avioneta que descia para o aeródromo local.
Hoje [25mar2021], por volta das 10 horas da manhã, quem estivesse refugiado no principal hotel da cidade (que possui um heliporto) podia ouvir tiros dispersos. Estima-se que pouco mais de 100 terroristas estiveram envolvidos neste ataque, cujas características mostram que foi planeado com muita antecedência e... inteligência militar.
Os mercenários da DAG foram envolvidos nos combates, lançando bombas contra os terroristas. Hoje [25mar2021], um helicóptero da DAG, de 6 lugares, começou a evacuar as cerca de 200 pessoas que receberam a guarda do referido hotel para o acampamento da Total em Afungi. São os expatriados quem tem acesso aos voos, mas também moçambicanos funcionários da banca. Esta tarde [25mar2021], o exército mandou reforços de Maputo para Palma, incluindo fuzileiros navais. "Carta" obteve estes detalhes de várias fontes.



Publicado por Tovi às 07:33
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Segunda-feira, 1 de Março de 2021
Direita ultrapassa PS graças ao fôlego dos liberais
A sondagem da Aximage conhecida hoje (para JN, DN e TSF - O trabalho de campo decorreu entre 17 e 20fev) dá-nos os seguintes valores:
PS – 37,6%
PSD – 26,5%
BE – 7,7%
Chega – 6,5%
CDU – 5,8%
I.Liberal – 5,7%
PAN – 4,0%
Livre – 1,3%
CDS – 0,8%
 
E a evolução das sondagens nos últimos dois meses fica assim:

Sondagens 01mar2021.jpg



Publicado por Tovi às 10:36
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Sábado, 23 de Janeiro de 2021
Sondagens para as Presidenciais2021
Foram ontem conhecidas três sondagens para o ato eleitoral de amanhã.

    Aximage (para o JN, DN e TSF)
Marcelo Rebelo de Sousa – 59,7%
Ana Gomes – 15,4%
André Ventura – 9,7%
João Ferreira – 5,0%
Marisa Matias – 4,3%
Tiago Mayan – 3,3%
Tino de Rans – 1,5%
 
    ISCTE/ICS (para SIC e Expresso)
Marcelo Rebelo de Sousa – 58,0%
Ana Gomes – 14,5%
André Ventura – 12,5%
João Ferreira – 6,0%
Marisa Matias – 6,0%
Tiago Mayan – 2,0%
Tino de Rans – 1,0%
 
   Eurosondagem (para Porto Canal e SOL)
Marcelo Rebelo de Sousa – 61,8%
Ana Gomes – 13,6%
André Ventura – 10,0%
João Ferreira – 4,6%
Marisa Matias – 6,0%
Tiago Mayan – 2,1%
Tino de Rans – 1,7%
 
   Evolução das sondagens nos últimos dois meses

Presidenciais2021 22jan2021.jpg

 

    ´Bora lá todos votar, antes que...
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Publicado por Tovi às 07:26
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2021
Falou-se de Regionalização

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Os candidatos à presidência participaram ontem, segunda-feira, num debate radiofónico em simultâneo na TSF, Antena 1 e Renascença. Só André Ventura esteve ausente, alegando motivos de agenda.

 

   JN, 09h26 de 18jan
Ana Gomes abordou, de seguida, o tema da regionalização, recordando que, apesar de estar inscrita na Constituição, esta ainda não conheceu "passos decisivos", responsabilizando Marcelo por isso mesmo.
Em resposta, o presidente recandidato lembrou que essa temática está dependente de um referendo e que este é "iniciativa do Governo ou do Parlamento". Ana Gomes insistiu que Marcelo está a "boicotar" o processo, levando Marcelo a esclarecer: o papel do chefe de Estado não é criar "obstáculos" a essa questão, pelo que aceitará sempre convocar o referendo ou rever a Constituição para eliminar a necessidade dessa consulta, caso seja essa a vontade dos partidos.
João Ferreira lembrou que o PCP apresentou, recentemente, uma proposta para calendarizar a regionalização e acelerar o processo, e que foi rejeitada pelo Parlamento. Marisa Matias deseja o referendo e afirmou que a regionalização pode ajudar a diminuir a pobreza, lembrando também que Marcelo disse, em tempos, que este processo seria um "erro irreversível".
Tiago Mayan assumiu-se como partidário da regionalização. No entanto, defendeu que a discussão sobre a regionalização "está sempre inquinada", já que o "estado central nunca discute aquilo de que quer abdicar". Vitorino Silva também disse ser favorável à regionalização - vincando, contudo, a necessidade de um referendo.



Publicado por Tovi às 07:59
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2021
Há coisas que não entendo

Sondagens 02jan2021 cds.jpg

Estou em crer que muitos dos votantes CDS procuraram agora o “conforto” de um partido populista e muito provavelmente pró-fascista… mas isso não impede, na minha forma de ver a Democracia, que os dirigentes dos democratas cristãos, nacionais, distritais e concelhios, tivessem que dar um murro na mesa e afirmassem de uma forma clara os seus princípios programáticos. É que, salvo raríssimas exceções, não vejo ninguém a traçar de forma clara a linha vermelha de separação do CDS para o Chega.

 

   Expresso, 3jan às 18h37
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Publicado por Tovi às 07:24
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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2020
Barómetro de novembro da Aximage
Resultados do barómetro de novembro da Aximage para o JN e a TSF:
PS recupera (37,2%) e o BE é castigado (7,9%);
PSD está em queda (23,9%) em favor do Chega (7,5%);
Entre os restantes, o maior destaque vai para a contínua subida do PAN (6,5%);
CDU parece inamovível (5,8%), os Liberais descem (2,2%) e o CDS confirma a sua atual irrelevância (1%).
 

As sondagens nunca deverão ser vistas cada uma "de per si", mas sim a evolução das mesmas ao longo do tempo… e a evolução das sondagens nos últimos três meses está como indica o gráfico:

Sondagens 30nov2020.jpg


Estou tentado a acreditar que o CDS andou de cavalo para burro (desculpem-me a brejeirice) ao passar da Assunção Cristas para o Francisco Rodrigues dos Santos. E é pena... o CDS tem no seu seio muita gente importante para a democracia portuguesa.



Publicado por Tovi às 11:09
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Sábado, 31 de Outubro de 2020
Avaliação dos portugueses ao PR, Governo e oposição

... no barómetro político da Aximage para o JN e a TSF.
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Publicado por Tovi às 10:31
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Domingo, 3 de Maio de 2020
COVID-19 - a doença que nunca mais nos larga

A doença COVID-19 é causada pelo vírus SARS-CoV-2 (em Inglês: Severe acute respiratory syndrome coronavirus 2), altamente contagioso entre seres humanos e cujas primeiras infeções conhecidas foram na cidade chinesa de Wuhan, na província de Hubei, no mês de dezembro de 2019.

   Mortes por milhão de habitantes (em países com grande incidência)
mundo 2mai.jpg

  Situação na Região Norte de Portugal
norte 2mai.jpg

 

   Sondagem da Pitagórica

Após ser conhecida hoje uma sondagem da Pitagórica (para JN e TSF) a evolução das intenções de voto fica assim:
Captura de Ecrã (180).png



Publicado por Tovi às 07:13
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Sábado, 31 de Agosto de 2019
Sondagem da Pitagórica conhecida hoje

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Evolução das intenções de voto nos últimos três meses, após conhecida esta sondagem da Pitagórica publicada hoje pelo JN e TSF.
31ago2019 evolução sondagens.jpg



Publicado por Tovi às 08:38
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Sexta-feira, 30 de Agosto de 2019
Urgente!... Oposição precisa-se

Estudo de opinião de Pitagórica p/ JN e TSF

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Publicado por Tovi às 14:32
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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017
Ouvir Portugal... no Porto

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Ontem à noite estive no Auditório da Fundação Serralves… onde a Coesão Territorial foi um tema interessante e importantíssimo em discussão nesta primeira conferência "Ouvir Portugal", organizada pelo CDS.

 

   Expresso, 18Nov2017

A líder do CDS dá o pontapé de saída no ciclo de conferências "Ouvir Portugal", na próxima terça-feira, às 21h, na Fundação Serralves, no Porto. A iniciativa, que replica no país a fórmula que Assunção Cristas seguiu em Lisboa para construir o seu programa eleitoral, abre com um brainstorming público para definir os temas sobre os quais o partido se deverá debruçar nas sessões seguintes. Foram convidados a participar na discussão Rui Moreira (presidente da Câmara do Porto), António Ferreira (antigo diretor do Hospital de S.João), Luís Reis (administrador da Sonae), Rui Massena (maestro e pianista), Helena Freitas (vice-reitora da Universidade de Coimbra), Katty Xiomara (estilista), Luís Vasconcelos e Sousa (empresário agrícola), Isabel Gil (reitora da Universidade Católica) e Carmona Rodrigues (antigo presidente da Câmara de Lisboa e mandatário da candidatura de Assunção Cristas nas autárquicas de 1 de outubro). A moderação do debate está a cargo de Raquel Abecasis - a antiga jornalista da Rádio Renascença, que deixou o jornalismo para se dedicar à política e foi candidata pelo CDS à junta de freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa.

 

  TSF, 22Nov2017

Numa iniciativa promovida pelo CDS, o presidente da câmara do Porto lançou o repto à regionalização, porque "o país se está a suicidar". Rui Moreira considera que Portugal vive um tempo de "descoesão territorial" e lança um repto: "É preciso ter coragem. É preciso perceber que não vale a pena continuar a falar na reforma da administração se não fizermos a reforma do sistema político que permita de facto que o reduto rio seja ocupado duma forma razoável". O autarca do Porto usa uma imagem. "Se pensarmos na nossa casa, aquilo que estamos a fazer é concentrar a cozinha, a casa de banho, a sala de estar e os quartos apenas numa pequena divisão. E quando fazemos isso, se prensarmos sob o ponto de vista social, da qualidade de vida e da sustentabilidade do país, acho sinceramente que o país se está a suicidar".



Publicado por Tovi às 09:25
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Quinta-feira, 16 de Março de 2017
CGD foi utilizada, politicamente, para fazer fretes

Escreveu Rui Moreira no Facebook... com a frontalidade a que já nos habituou:

 

rui moreira.jpg  Caixa Geral de Depósitos
Disse-o no "Bloco Central" da TSF, repito-o agora, a CGD foi utilizada, politicamente, para fazer fretes.
Hoje digo mais, num cenário em que se irão encerrar balcões, promover despedimentos, reduzir o Banco de nós todos a uma caríssima irrelevância: a CGD é o condicionamento industrial do regime.
Creio que todos nós deveríamos ter direito a saber:
1/ quais foram as operações de crédito que resultaram em perdas e incumprimentos superiores a €10M.
2/ quem foram os beneficiários que fizeram "default".
3/ quem fez a avaliacão do risco de crédito.
4/ quais os relatórios técnicos de suporte.
Aos meus amigos, de direita e de esquerda, direi apenas, e respectivamente, que quero perceber de que forma estes critérios alteraram o princípio da sã concorrência que é a essência da economia de mercado, e quero combater o populismo que resultará de uma política de avestruz.
Sim, nós temos o direito de saber. Porque vamos pagar.
A existência de um banco público exige que ele esteja sujeito a escrutínio. O banco, quem o administra, quem avalia o risco na concessão de crédito, quem dele beneficia. E não me venham, por favor, invocar questões de sigílo. Afinal, qualquer contribuinte sujeita-se, hoje, a um severo escrutínio. Porque devemos, então, aceitar que quem não cumpre, e quem os ajudou, escape a idêntico escrutínio?
Se o fisco publica a lista dos incumpridores, não se entende que o mesmo não seja feito neste caso.



Publicado por Tovi às 08:37
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Terça-feira, 4 de Outubro de 2016
Rui Moreira e as próximas Autárquicas

Rui Moreira TSF 3Out2016 aa.jpgO actual Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, vai recandidatar-se a novo mandato e já afirmou por várias vezes que aceita todos os apoios, não fazendo no entanto acordos pré-eleitorais com ninguém. Numa entrevista dada ontem à TSF o edil da Invicta disse mais uma vez, para todos os que o quiseram ouvir, que tem “todo o gosto" em receber apoios partidários, mas deixou o sublinhado de que esses apoios não vão servir para pressionar o autarca. "Não farei compromissos" dando a entender que se o Partido Socialista o apoiar, não deve estar à espera de poder escolher cargos de vereação.

 

 Comentários no Facebook

«Isabel Branco Martins» >> Creio que todos, independentemente de pertencerem ou não a algum partido, que com ele já trabalharam dele não esperam outra coisa.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> É evidente. Continua a ter um plano para a cidade e os seus cidadãos que passam pelo bem estar de todos estes sem a intervenção dos partidos que pelos seus totais desnortes só estorvam e perderam toda a credibilidade junto dos cidadãos. Passou a ser vergonhoso pertencer a um partido qualquer ele que seja.

«Benedita Cabral» >> É assim mesmo!!! Ser independente é não ficar amarrado aos interesses dos partidos! Com ou sem o apoio dos partidos, Rui Moreira será eleito por vontade dos cidadãos da Invicta!

«Tiago Múrias Santos» >> Eu acrescentaria "apenas" antes do "por vontade..."

«Benedita Cabral» >> Exactamente!

«Pedro Baptista» >> Pois, claro! O PS se quer eleger vereadores que se candidate. Caso contrário, fica tudo no arbítrio do independente. Só faltava agora a política dos penetras!

«Zé De Baião» >> OPINIÕES E REFLEXÕES CÍVICAS E POLÍTICAS PRECISAM-SE, SOBRETUDO EM PROL DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E REPRESENTATIVA: É legitimo que as organizações, incluindo os partidos, possam fazer pressão cívica e política de forma transparente, sendo essa uma das formas de se poder encaminhar a Cidade para um futuro sempre melhor e virada para as pessoas que nela vivem e trabalham e também que dela precisam para sustentar uma região. Ninguém é dono e senhor da sabedoria e muito menos dono e senhor das capacidades de melhor liderança ou governança. Isso constrói-se em democracia, com respeito mútuo e também com compromissos. Não sou adepto dos modelos de liderança autocráticos, onde não se promove a participação das partes, onde se toma sozinho todas as decisões e se costuma oprimir os subordinados, olhando para eles como concorrentes, e não como colaboradores, com os quais se contou e se pode contar com lealdade. Nem sequer deu tempo para iniciar um processo de colaboração, já que prefere afastar-se à partida dos compromissos, mesmo que esses compromissos visem melhor servir e melhor estar ao serviço da Cidade e de todos os munícipes. Será que prefere a instabilidade política do que a estabilidade? Ainda não a experienciou. Ainda não soube o que é governar com oposição. No dia que o descobrir veremos como reagirá RM. Nem sequer referiu que esperava ouvir o que o PS tem para dizer e que contributo possa ser dado. "Não farei compromissos" (foi uma afirmação autocrática, referida na primeira pessoa do singular e sem sequer ouvir as partes do movimento que o suportam, como se o movimento fosse ele próprio ou julgasse deter a máxima de todo o processo democrático. A política pressupõe co-responsabilidades, respeito mútuo, reconhecimento do trabalho feito e também compromissos! É certo que o título da notícia não corresponde ao conteúdo, mas é dito claramente que "não fará compromissos", neste caso referindo-se ao PS, e que o apoio do PS não irá servir para o pressionar. A pressão cívica e política é útil e legitima em democracia. Mas não se trata sequer de pressionar, mas sim uma demonstração de abertura para colaborar e para dar continuidade a um bom trabalho. Era isso que os socialistas esperavam e legitimamente exigem. É isso que reflete a tomada de posição da Concelhia do PS Porto. Eu acreditava que um movimento de cidadãos, que se dizem independentes e democratas, não correspondesse ao poder absoluto de um homem só, mas sim a um modelo de organização bem mais democratizador do que aquele que conhecemos nos partidos. Quem tomou essa decisão com RM? Quem é e o que é o Movimento do Porto.? É um “espaço onde cabem todos”? E nós, os cidadãos munícipes, também cabemos nessas tomadas de decisão? Começo a perceber que, comparativamente com os Movimentos, os partidos até são muito democráticos, sendo que a intervenção dos militantes e simpatizantes nunca permite ao líder fazer aquilo que lhe apetece. Por isso, pergunto: onde poderão os cidadãos independentes tomar partido desse debate e das melhores escolhas para a governação das Juntas, da Câmara e das demais estruturas que mantêm esta Cidade viva? Se o movimento de RM é democrático, nós podemos e devemos participar nele e até exercer pressão para que sejam tomadas as melhores decisões e feitas as melhores escolhas para cada uma das Juntas de Freguesia e Câmara Municipal, bem como para a vereação e para as demais estruturas da Área Metropolitana e da Região. Até posso abdicar da militância do PS, se para participar democraticamente isso for necessário. Mas antes, permitam-me que pergunte aos líderes do Movimento porque é que o PS, ou outro partido, não pode estar à espera de poder escolher cargos políticos ou de vereação, quando até se espera dos partidos que sejam capazes de se apresentar ao eleitorado com programas para cargos de representação e mesmo de presidência. Os vereadores do PS não têm sido uns bons parceiros? O PS não representa uma faixa do eleitorado? Então e os eleitores? Não tiveram nem terão uma palavra a dizer através do seu voto? São eles (o conjunto dos eleitores) que determinam a ocupação dos cargos políticos. RM não teve ainda a oportunidade de perceber nem de vivênciar a digna função que é liderar, dirigir e governar com oposição. Mas pode ser que ainda venha a passar por essa experiência democrática e aprenda a ser um líder menos autocrático. Quanto a adversários, refere RM que "espera do PSD um candidato com a máxima valia". Porquê e para quê? Para assumir compromissos e mais lugares de vereação com aqueles que diziam que as dívidas da Câmara de Gaia eram ou são um mito?

«David Ribeiro» >> Depois de ler este (extenso) texto do Zé De Baião fico cada vez mais perplexo com o facto da última reunião do PS-Porto ter aprovado por “unanimidade e aclamação” a Orientação Estratégica que foi tornada pública.

«Zé De Baião» >> Caro David Ribeiro, a orientação estratégica está escrita e é bem clara: reconhecer e valorizar o trabalho feito (também este da co-responsabilidade dos vereadores do PS) e "formalizar o diálogo necessário por parte do Presidente do PS Porto com o Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, tendo em vista a continuidade do actual acordo político nas eleições autárquicas de 2017"... Veja-se que o diálogo político refere que será feito com "o Presidente da Câmara do Porto", porque não se sabe bem como negociar com um Movimento sem estrutura democrática. Ora, como é que se formaliza um diálogo se não houver compromissos relativamente a programas e cargos políticos? Estará RM à espera que um partido como o PS não ambicione ter os legítimos representantes dos seus eleitores? Não se esqueçam que o PS integra a Câmara com 26.237 votos e que em cada uma das Freguesias quem (re)conhece os melhores são os fregueses. Por isso, é legitimo que os fregueses tenham estruturas cívicas e políticas onde possam intervir democraticamente.

«David Ribeiro» >> Se o PS ambiciona ter legítimos representantes dos seus eleitores na CMPorto tem que ir a votos... Não há mas nem meio mas.

«Zé De Baião» >> Os partidos podem ir a votos de diferentes formas: 1 - Em coligação (já posta de fora por RM); 2 - Com acordo programático e de vereação, dando continuidade ao trabalho desenvolvido; 3 - Só com acordo programático e sem qualquer compromisso de vereação, mas com candidaturas às Juntas de Freguesia. É um processo complexo, mas para isso é que serve o diálogo e também os compromissos. Mas RM parece não querer compromissos com esse bicho mau que tem o nome de partido.

«David Ribeiro» >> Vão a votos... e depois se verá como dar continuidade ao trabalho desenvolvido.

«Zé De Baião» >> David Ribeiro Vamos deixar desenvolver o diálogo.



Publicado por Tovi às 09:34
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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2015
Voto útil

E o voto útil (leia-se: votar contra estes governos que nos têm atazanado a vida) não poderá passar por "botar o papelinho" nos chamados movimentos/partidos emergentes?

Voto útil 22Set2015.jpg

  Paulo Baldaia, Director da TSF – 22Set2015

Sondagens a errar não é uma novidade em campanhas portuguesas, nem em campanhas europeias, como aconteceu a semana passada na Grécia e já tinha acontecido em Inglaterra. Nem isso significa que elas não reflictam a verdade do momento. O que acontece, muitas vezes, é que as próprias sondagens têm influência no voto dos indecisos. No voto de 4 de Outubro, estou convencido que a maior influência acontecerá à esquerda, entre os que têm como única certeza que não querem a continuidade do actual governo. Com os dados que tenho hoje, arrisco dizer que o PS ganhará com uma vantagem superior a 5 pontos.

A questão é saber o que é que o povo de esquerda quer fazer com o seu voto. Há mais esquerda no governo votando PS, para impedir a vitória da coligação, ou votando CDU, Bloco e Livre para reforçar o acordo de incidência parlamentar que poderá nascer de uma vitória minoritária de António Costa? Nos dias que faltam de campanha, ouviremos muitas vezes o PCP e o Bloco na luta contra o voto útil, ao mesmo tempo que António Costa repetirá até à exaustão que só o PS pode tirar a coligação do poder. A esquerda tem muito em que pensar.



Publicado por Tovi às 17:23
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