"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 11 de Abril de 2024
EUA, China, Rússia... what else?

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A China reagiu ao aviso dos EUA que ameaçaram responsabilizar Pequim se Moscovo continuar com avanços russos na Ucrânia. "Não aceitamos críticas ou pressões internacionais devido às nossas relações bilaterais com a Rússia", garantiu o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Pequim e a "cooperação entre os países não deve ser afetada pelo contexto internacional", defendeu a mesma fonte. E também na passada terça-feira [9abr2024] o Presidente chinês, Xi Jinping, afirmou: "China e Rússia uniram-se para forjar um novo caminho de coexistência e cooperação, que beneficiou ambos os países e contribuiu de forma sábia e poderosa para a igualdade e justiça internacionais”.

 

  
28628707_0_106_3268_1944_1920x0_80_0_0_2b0cdc74463Parece não haver dúvidas que grande parte da pressão sobre os defensores ucranianos provém das bombas planadoras russas – enormes munições capazes de criar uma cratera de 6 metros de profundidade e 20 metros de largura, com um raio destrutivo de centenas de metros de diâmetro. O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, disse recentemente que a Rússia utilizou 700 destas em apenas uma semana e que a única forma de os combater era abater o avião que os transportava. O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), com sede em Londres, também sobre estas bombas afirmou: “A Rússia está a utilizar bombas planadoras, juntamente com munições de ataque direto, em grande volume para sobrecarregar a defesa aérea ucraniana”.

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"Durante a noite [4.ª para 5.ª feira 10-11abr2024], a Rússia disparou mais de 40 mísseis e 40 drones contra a Ucrânia visando infraestruturas essenciais (...) Alguns mísseis e drones Shahed foram abatidos com sucesso. Infelizmente, apenas alguns deles", escreveu Volodymyr Zelensky na rede social X (antigo Twitter).



Publicado por Tovi às 07:01
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Domingo, 7 de Abril de 2024
Zeitenwende... Rui Moreira no Jornal Sol

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"A economia europeia está estagnada, a extrema-direita avança em todo o continente, a oposição ao expansionismo de Putin é um exercício de irrelevante verbalismo e não há uma posição única, coerente e perentória sobre a questão da Palestina. (...) Se Merkel era uma líder política sólida, decidida e afirmativa, Scholz é o oposto (...) quando a Europa mais precisa de um líder, a Alemanha está emperrada por insanáveis contradições e por falta de liderança de um fraco primeiro-ministro, atemorizado pelas frentes interna e externa. Enquanto assim for, a Europa continuará a ser um continente composto por países cooperantes em vez de um bloco único, agonizando por falta de estadistas que promovam a indispensável unidade e definam um rumo face às previsíveis contingências."
Ver aqui artigo completo

 

  E ao 772.º dia do conflito Rússia-Ucrânia é esta a situaçãoAP24083514179254-1712232125.webp
Os militares ucranianos lançaram um enxame de drones na base aérea de Morozovsk, alegando ter destruído seis aviões de guerra russos, danificado significativamente outros oito jatos, além de ter matado ou ferido 20 membros da base militar russa. A Rússia disse que as suas defesas aéreas abateram 53 drones ucranianos – a maioria dos quais tinham como alvo a região sul de Rostov – e apenas uma subestação de energia foi danificada. Um ataque noturno de drones russos em Kharkiv matou seis pessoas e feriu outras 11, segundo autoridades da segunda maior cidade da Ucrânia. A Ucrânia disse que drones russos de fabricação iraniana realizaram o ataque, atingindo vários arranha-céus, dormitórios e um posto de gasolina. Separatistas pró-russos na Moldávia alegaram que um drone explosivo atingiu uma base militar sob seu controle perto da fronteira com a Ucrânia, tendo como alvo uma estação de radar que sofreu pequenos danos. O Ministério da Defesa russo afirmou que as suas tropas conseguiram assumir o controlo da povoação de Vodiane em Donetsk, no leste da Ucrânia. A mídia estatal russa também disse que os soldados entraram nos subúrbios de Chasiv Yar, perto de Bakhmut. Pelo menos três pessoas morreram e 13 ficaram feridas depois que a Rússia disparou cinco mísseis contra a cidade de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, disse o governador regional.



Publicado por Tovi às 07:56
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Terça-feira, 2 de Abril de 2024
Se não houver apoio dos EUA...

...as forças ucranianas terão de recuar

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Volodymyr Zelensky disse na passada sexta-feira [29mar2024] que as forças ucranianas terão de recuar na sua ofensiva contra a Rússia caso não recebam ajuda militar dos EUA. Estas declarações surgem pela demora do presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Mike Johnson, em aprovar o pacote de ajuda militar financeira. "Se não houver apoio dos EUA, isso significa que não temos defesa aérea, mísseis Patriot, bloqueadores de guerra eletrónica, munições de artilharia de 155 milímetros. (...) Significa que vamos voltar atrás, recuar, passo a passo, em pequenos passos. (...) Estamos a tentar encontrar uma forma de não recuar". A escassez de munições significa que "temos de fazer com menos. Como? Claro, recuar. Encurtar a linha da frente. Se ela se romper, os russos podem ir para as grandes cidades", disse Zelensky ao Washington Post.

 

  Ataques russos atingem infraestruturas essenciais na Ucrânia
mw-694.webpAtaques russos voltaram a atingir infraestruturas essenciais na Ucrânia, no sábado à noite [30mar2024], informaram no passado domingo as autoridades ucranianas, que afirmam ter abatido nove mísseis e nove drones inimigos. Na região de Lviv (oeste), "o inimigo utilizou mísseis de cruzeiro para atacar as mesmas infraestruturas essenciais (...) anteriormente visadas em 24 e 29 de março. Um edifício administrativo foi danificado", afirmou o governador, Maksym Kozytsky. "A Força Aeroespacial Russa lançou um ataque com armas de colocação aérea de alta precisão e de longo alcance e drones contra alvos das infraestruturas energéticas e do setor do gás da Ucrânia", disse o comando russo na sua conta do Telegram. De acordo com a fonte, o ataque "interrompeu o trabalho das empresas da indústria militar que fabricam e reparam armamento, equipamento de guerra e munições". "Todos os alvos do ataque foram atingidos", acrescentou. Segundo avançou o presidente da câmara, Ihor Terekhov, os ataques russos no dia de ontem [2.ª feira 1abr2024] destruíram “quase todas” as infraestruturas energéticas em Kharkiv.

 

  Já se consta...
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Os países vizinhos da Ucrânia estão a preparar-se para tomar as regiões ucranianas onde existem minorias nacionais.

 

  Propaganda ou desconhecimento dos factos?
420199420_10225027744908681_1363207039274916773_n.Não ponho em causa que o Major-General Isidro Morais Pereira seja um especialista em estratégia militar, mas no que concerne a fazer uma leitura da situação no terreno onde se desenrola o conflito Rússia-Ucrânia cada vez me convenço mais que se aproxima a passos largos da malta do "Rogeiro, Milhazes & Ca Lda".

  
Serafim Nunes
Pior…
Castro Ferreira Padrão
É uma tristeza.
Rui Lima
Sem qualquer sombra de dúvida. O que tenho ouvido é de uma falta de lucidez da situação. A realidade infelizmente é outra e este pessoal ainda não entendeu que se a Rússia quiser acaba com o regime ucraniano em 24 horas. Não estou a apoiar óbviamente mas sim a ser objectivo. O poder aéreo é de tal maneira forte e eficaz que Kiev e outros pontos estratégicos seriam arrasados em 24 horas.. A estratégia e os objetivos de Putin são porém diferentes. A tática é conhecida pelo abraço do urso.
Jorge VeigaRui Lima já quando iniciou a tal operação militar especial, era para chegar a Kiev numa semana. Estou à espera que o Putin diga de qual semana estamos a falar...
Rui LimaJorge Veiga Não sei qual foi o objectivo inicial. Sei que ou julgo saber que o poderio aério russo arrasa os pontos estratégicos da Ucrânia em 24 horas se assim o entender. Os comentadores especialistas também devem ou tem obrigação de saber..... Quanto à estratégia russa eles lá saberão o que querem fazer mas temos de raciocinar. O objectivo quanto a mim não é ocupar Kiev e Putin já definiu os objectivos. Verdade ou não aguardemos. O problema é que nos entretanto vão morrendo ou ficando feridos milhares de civis e a Europa atira para lá dinheiro aos milhões além disso os produtos vão subindo de preço. As tais sanções económicas não estão a surtir qualquer efeito.
Jorge VeigaRui Lima os Russos já perderam muitos aviões. Nãod evem estar interessados em perder mais. Os objectivos do Putiné adicionar a parte sul da Ucránia e ter ligação directa à Crimeia. Se querem ou não chegar à Moldávia por causa da Transnitria isso depende de como corre agora. Como isto era guerrita para uma semana e já passaram os dois anos, estando a ficar caro em homens e material, não sei se querem mais para já (depois veremos).
Rui LimaJorge Veiga Eles tem todo o tempo do mundo. Idem para os chineses. Perderam aviões? Não sei ...... Tem aviões e helicópteros e drones que chegam e sobram. Tem sucata utilizada no Afeganistão para entreter e tem umas ( bichinhas de rabiar) que causam uns estragos do caraças. Quem diz que a guerra era para uma semana são os comentadeiros...... Depois não é guerra é uma invasão seguida de ocupação. Eles nunca se preocuparam com homens e material. Tem sucata que chegue e mercenários das republicas satélites. O problema como eu digo é que morre gente inocente , metade do país está arrasado e a Europa continua a meter lá os melões que nos fazem falta. O Ocidente vai enfraquecendo militar e financeiramente. Se o Trump ganhar as eleições no dia seguinte cessa a ajuda à Ucrânia. Depois veremos.....
Jorge VeigaRui Lima com o que disseste no fim concordo. O que está no início são presunções que fazes. O armamento russo, tirarndo algumas coisas mais modernas, são do tempo da URSS, o que quer dizer que já estão ultrapassados e por isso a coisa saiu tão mal. Só em nº de soldados poderão ter vantagem, mas se forem armados. Daí estarem a comprar material a outros... e se é como falas, porque raios deixam morrer russos aos molhos? Porque têm muito armamento?
Rui LimaJorge Veiga Primeiro não sei se morrem aos molhos e depois achas que o Putin se preocupa com isso? Quanto ao armamento nem duvides. O problema é a contra informação...... Vou repetir se a Rússia leia-se Putin quiser arrasa a Ucrânia em 24 horas. Só com poderio aério. Depois tem tempo.
David RibeiroRui Lima, quando só se ouve "Rogeiro, Milhazes & Ca Lda" pensa-se como o nosso comum amigo Jorge Veiga... mas há mais informação e muito mais credível e não é só lá para os lados da Rússia. É só dar uma vista de olhos pelos jornais de referência dos EUA.
Jorge VeigaDavid Ribeiro ler a informação que vem do lado da Rússia deve ser muito instrutiva, sim senhor...
David RibeiroJorge Veiga, a informação vinda da Rússia é tão credível como a de Kiev, por isso aconselho a ler a comunicação social de referência dos EUA, a quem não podem acusar de partidarite. Vejam o que dizia o The Telegraph em nov2022 e em dez2023.
a evolução do The Telegraph, Nov. de 22 e Dez. d
Rui LimaJorge Veiga Informo que não sei ler em russo e os canais russos estão bloqueados em Portugal. A minha "informação" é de meu total raciocínio e do pouco que julgo conhecer de estratégia militar. Não é preciso ser bruxo......
Jorge VeigaDavid Ribeiro e por vir aí, eu tenho de acreditar, porque só publicam verdades? Pois...




Sábado, 23 de Março de 2024
Dois anos de guerra não tornaram a Rússia mais fraca 

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Quer queiramos quer não e contra todas as expectativas, o conflito na Ucrânia fortaleceu a Rússia nalgumas áreas. Não ficou isolada diplomaticamente, continua a registar crescimento económico apesar das sanções e tem um exército maior do que no início da guerra. O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o país cresceu 3% em 2023 e prevê um crescimento de 2,6% para 2024. A venda de petróleo e de gás natural continua a enriquecer os cofres do Kremlin, apesar de estarem a ser transacionados longe dos valores de 2022 e tudo indica que Moscovo vai continuar a redirecionar a sua economia para a Ásia, criando com isso uma maior resiliência. E para Kiev o futuro é sombrio, apesar do apoio financeiro e militar da União Europeia, Reino Unido e EUA. 

 

   Porta-voz do Kremlin na 6.ª feira 22mar2024
naom_5c74e70697e73.jpgDmitry Peskov afirmou que o conflito na Ucrânia deixou de ser uma "operação militar especial" da Rússia e "tornou-se uma guerra". Em causa está a "participação do Ocidente". Peskov recordou também o objetivo do Kremlin de conquistar completamente as quatro regiões ucranianas (Kherson, Donetsk, Lugansk e Zaporijjia) que Moscovo reivindica como território de anexação desde setembro de 2022.

  Bombardeamentos russos na madrugada de sexta-feira 22mar2024
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O prefeito de Kharkiv, Igor Terekhov, diz que um ataque com mísseis russos cortou “completamente” o fornecimento de eletricidade e calor. “A cidade está completamente sem energia e, como resultado, o abastecimento de água e aquecimento não funciona”, disse ele num vídeo publicado no Telegram. “Os engenheiros de serviços públicos e de energia precisam de tempo para lidar com os desafios colocados por este bombardeamento hostil… Peço a todos que mantenham a calma e sejam pacientes.” Outras áreas da Ucrânia também relataram apagões, incluindo pelo menos 200 mil na região ocidental de Khmelnytskyi e cerca de 260 mil na região sul de Odesa. A Força Aérea Ucraniana afirma ter derrubado 92 dos 151 mísseis e drones disparados pela Rússia, um ataque descrito por um oficial como o maior ataque à infraestrutura energética desde o início da guerra.

  Miguel Castelo BrancoA magnitude do ataque russo desta madrugada [22mar2024], uma barragem de mísseis que terá ultrapassado em número e precisão todos os ataques realizados ao longo de dois anos, estropiou irreparavelmente grande parte das instalações hidroeléctricas responsáveis pela produção energética no S e Leste da Ucrânia, incluindo Kharkov. Desta última, há imagens de colunas a perder de vista de automóveis que abandonam a cidade. Há igualmente notícias de fortes bombardeamentos sobre Odessa e as fotos da resistência e informadores naquela cidade mostram colunas de fumo negro que se elevam a vários quilómetros de altura sobre o porto. Desde o início do conflito, os russos nunca desencadearam tamanho ataque, pelo que se alguns o enquadrarão na iminência da esperada arrancada russa, outros interpretam-no como o último e solene aviso do Kremlin a Zelensky para este pare de imediato a campanha terrorista que tem visado alvos civis em Belgorod e Kursk.

 

  Ataque em sala de espetáculos de Moscovo
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Um grupo de homens armados [entre três e cinco], vestindo uniformes militares, atacaram ontem [6.ª feira 22mar2024] a sala de espetáculos Crocus City Hall, nos subúrbios de Moscovo, causando pelo menos 62 mortos e cerca de 150 feridos. Os atacantes terão também detonado uma granada ou bomba no local, o que terá despoletado um enorme incêndio, acabando o telhado do edifício onde se localiza a sala de espetáculos por colapsar. O Estado Islâmico (ISIS-K, ramo afegão do Daesh) já reivindicou a autoria do atentado
Ao início da manhã deste sábado, já tinham sido contabilizadas pelo menos 93 vítimas mortais e 107 feridos, incluindo cinco crianças, de acordo com o Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB). O diretor do FSB, Aleksandr Bortnikov, informou o presidente do país, Vladimir Putin, da detenção de 11 pessoas, incluindo quatro homens que diz terem estado "diretamente envolvidos" no ataque e que 
estavam a caminho da fronteira com a Ucrânia quando foram detidos.
O número de mortos voltou a aumentar, tal como era esperado. De acordo com o Comité de Investigação da Rússia, citado pela agência RIA Novosti, há a lamentar pelo menos 115 vítimas mortaisNo local do ataque terrorista na sala de espetáculo Crocus City Hall, quando os serviços de emergência retiraram os escombros, foram encontrados mais corpos.

  Miguel Castelo BrancoAnoto, sem surpresa, a culpabilização da Rússia por esta ter sido ao longo das últimas quase quatro décadas o mais esforçado dos Estados no combate ao terrorismo jihadista: no Afeganistão , no Cáucaso e na Síria. Se há uma fisionomia espiritual e uma psicologia dos caracteres, e se há quem crie problemas e há quem os resolva, a Rússia estará certamente, sobretudo em matéria de terrorismo e terroristas, do lado certo: absolutamente limpa e de consciência tranquila em tudo o que se relacione com a guerra ao terrorismo. O discurso e os princípios por que se norteia são os mesmos de sempre. O mesmo não poderão reivindicar os norte-americanos, com a agravante de fazerem crer às nações que jamais promoveram, armaram e pagaram a terroristas. Se há quem ainda não se tenha libertado da caverna de Platão, importa que se desintoxiquem dos fumos ideológicos, sigam as conexões, os percursos e os efeitos do terrorismo para que se lhes revele quem lucra com as acções do terrorismo. Os criminosos responsáveis pela matança de ontem foram capturados quando se preparavam para passar a fronteira. Se pelo dedo se conhece o gigante, há que dar tempo ao tempo para que tudo se torne claro.
David Ribeiro
É curioso... os alegados terroristas jihadistas em fuga foram capturados quando se preparavam para passar a fronteira com a Ucrânia. Porque não optaram pela fronteira com a Letónia, Estónia ou mesmo com a Finlândia?
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Paulo CavacoDavid Ribeiro porque por ali alguem lhes garantia a passagem livre... Só que os Russos não conseguem abortar todos os ataques terroristas, estes tiveram ajuda de uma Embaixada no Tajiquistão pronta para os receber e treinar! Mas vão vomitar tudo e mais alguma coisa, um já começou por ficar sem orelha na cabeça mas com ela dentro do estomago.
António Faria
David Ribeiro Porque possivelmente a Ucrânia é cúmplice. Um dos assassinos quando interrogado diz que o fez por dinheiro, não diz eu foi uma questão religiosa.




Terça-feira, 5 de Março de 2024
Mais um imbróglio no conflito do leste da Ucrânia

2024-03-04T092646Z_1398431988_RC2XE6AXFNVC_RTRMADPO embaixador alemão em Moscovo, Alexander Graf Lambsdorff [na foto à saída do Ministério das Relações Exteriores da Rússia em Moscovo], foi convocado na 2.ª feira [3mar2024] para se apresentar no Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, após uma conversa entre oficiais militares alemães sobre a entrega de armas à Ucrânia ter sido divulgada na Rússia. Uma gravação de áudio de uma reunião por videoconferência de oficiais militares alemães de alto escalão foi divulgada nas redes sociais da Rússia na sexta-feira. Nesta conversa, os participantes discutem em particular a hipótese da entrega de mísseis de longo alcance Taurus de fabricação alemã a Kiev. No sábado, Berlim confirmou que a gravação era autêntica e que havia sido "interceptada". Segundo o jornal The Guardian há soldados britânicos “no terreno” na Ucrânia a ajudar as forças de Kiev a disparar mísseis Storm Shadow de longo alcance. É o que alegadamente dão conta as escutas alemãs divulgadas pela imprensa russa, na última sexta-feira.

  
Jose Pinto Pais
Nem todos baixam as calças, ainda há memória do servilismo pre WWII. Chamberlains nunca mais
Rogerio SilvestreOra, ora..estão lá todos desde há muito porém a maioria são russos. E porém também do passado vem, Vietname é, Cuba é e Timor é



Publicado por Tovi às 07:59
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Domingo, 3 de Março de 2024
Pobre povo ucraniano...

...que é o menos culpado em tudo isto

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A União Europeia e os Estados Unidos da América prometeram a Zelensky nestes dois últimos anos aquilo que não tinham a certeza de poderem cumprir e o resultado está à vista.

  Hugo Da Nóbrega DiasOnde andam os arautos do Zelensky?

 


Captura de ecrã 2024-03-02 113036.pngO fracasso das Forças Armadas ucranianas já é reconhecido por especialistas militares e até pela mídia ocidental. Para quando sentarem-se à mesa de negociações?... Ontem já era tarde.

  
Jorge De Freitas MonteiroComo “a Rússia não pode vencer“ em vez de negociações os nossos dirigentes preparam-se (e preparam-nos) para enviar tropas da NATO combater na Ucrânia. Se durante a Guerra Fria tivéssemos sido dirigidos por imbecis como os que nos dirigem agora o holocausto nuclear já teria acontecido. Se a actual elite dirigente nos US, UK, França e Alemanha não for rapidamente substituída vai acontecer em breve.
Raul Vaz OsorioA questão está essencialmente do grau de apoio recebido.
Hugo Da Nóbrega DiasUm apoio muito fraquinho, até agora, como se sabe.
Jorge VeigaNão entendo a "alegria"!
David RibeiroNão é alegria, Jorge Veiga, mas sim desgosto de ainda haver quem prefira a guerra à paz.
Jorge Veiga
David Ribeiro depende da Paz que é proposta. Da Rússia de Putin, não me parece que as negociações de paz sejam pacíficas.
David RibeiroJorge Veiga... as propostas de paz só poderão ser baseadas na situação militar no terreno, que, como todos sabemos, está a ser catastrófica para os senhores de Kiev. Pelo caminho que as coisas levam só poderá ser ainda pior para o povo ucraniano. Ainda há dias Chuck Schumer, líder da maioria no Senado dos EUA, afirmou que tanto os Estados Unidos quanto a Ucrânia sofrerão importantes perdas se não for prestada assistência a Kiev imediatamente, o que não está previsto para os próximos tempos.
Jorge VeigaDavid Ribeiro como eu não estou de acordo com a situação militar, já que nem guerra foi declarada (questão de delicadeza para com a vizinhança), óbviamente nunca poderei concordar com o que Putin vai querer.
David RibeiroJorge Veiga... então continua a guerra até ao último ucraniano, é isso?
Jorge VeigaDavid Ribeiro mais vale isso que ser escravo toda a vida, que é o que eles foram até à independência.
Jorge De Freitas Monteiro
David Ribeiro, fico sempre comovido com os heroísmos de sofá, de preferência a largos milhares de quilómetros da guerra, dos feridos, dos mortos e dos escombros.
Rui Lima
O fracasso só é novidade para os comentadeiros. Infelizmente Ucrânia está condenada. Já lá vão os tempos de David e Golias. Sempre foi assim é e será. É a lei dos mais fortes. Perguntem aos cubanos se estão satisfeitos com o cerco made in USA. Perguntem aos palestinos , iraquianos , etc
Jose Riobom
Rui Lima só me admira é que não saibas se há alguém a quem deves a liberdade da Europa.. e de que gozas ... é aos Americanos. A estúpida visão da Europa é que se limitou a "sonhar" que a paz se conquista com tretas e paleio p'ra boi dormir. A paz só se consegue ... com armas e defesa bem armada.. e esse foi o erro. Aquando da queda do muro de Berlim a Europa deveria ter partido de imediato para o rearmamento. Gostava de te ver pegado com um qualquer profissional de qualquer tipo de luta e dasfiá-lo para a bofetada..... metias a violinha no saco .... ou ias pedir ajuda .... a alguém ??? Já que chamar a Polícia de nada te adiantaria. É dever de todos os Europeus apoiar a Ucrânea e começar a pensar em armas para sua própria defesa. Putin e o seu gangue, que tenho a certeza nada têm a ver com o povo russo, que desde 1917, sofre sobre a égide de uma série de tiranos da falta de liberdade, deveria ter sido integrada na Europa, não fosse o caso de ser governada, um bocado ao modo Português, por corruptos organizados que vão trocando lutas, encapotados por uma coisa a que apelidam de democracia ... Putin se não for parado rápidamente Chernobil repetir-se-á por essa Europa fora. E desta vez a "coisa" chegará cá...

  
Captura de ecrã 2024-03-02 190323.pngOs mais credenciados meios de comunicação social noticiam nos últimos dias que as forças russas estão a concentrar esforços para fazer um ataque poderoso na cidade estratégica de Chasiv Yar, a oeste de Bakhmut, que caiu nas mãos de Moscovo em maio passado, à procura de avançar em direção a Kostiantynivka, Kramatorsk e Sloviansk. As forças ucranianas referem que têm registado um grande avanço russo nas últimas três semanas e enfrentam ataques constantes, com vaga após vaga de ataques de infantaria e uma variedade de artilharia e 'drones'. Embora os ganhos da Rússia tenham sido pequenos, lentos e dispendiosos, a Ucrânia não tem reservistas suficientes e tem uma grave escassez de munições de artilharia, à medida que o fornecimento de ajuda militar dos parceiros ocidentais diminuiu.

  
Raul Vaz OsorioO Putin, a contar com os Chamberlains que, infelizmente, abundam na Europa, já está a preparar o próximo ponto de conflito, na Transnistria. Quando começar aí, vamos outra vez ver o David a dar desculpas para os europeus se deixarem enrabar outra vez
David RibeiroO Raul Vaz Osorio continua a preferir a guerra à paz, não é assim?
Jose Pinto Pais
David Ribeiro esse argumento deu o que deu com o Hitler, não a paz, mas sim a guerra
Raul Vaz Osorio
David Ribeiro essa pergunta é uma falácia e não faz justiça à honestidade intelectual com que costuma abordar as questões. É assim como acusar quem defendeu a despenalização do aborto de ser "a favor do aborto". É óbvio que ninguém no seu perfeito juízo prefere a guerra à paz (excepto os que usam a guerra como instrumento para os seus objectivos, como é óbvio) e a questão não pode ser colocada assim. O que tem que ser equacionado é qual o preço que estamos dispostos a pagar pela paz. Nós e acima de tudo, os ucranianos.
David RibeiroRaul Vaz Osorio... os ucranianos, infelizmente, pagam o enorme preço que os senhores de Kiev resolveram criar mesmo depois de estar provado que não conseguem pelas armas (que cada vez mais lhes faltam) e uma gritante falta de combatentes. Não estará para breve um mudar de política no EUA (e também na NATO) que lhes seja favorável e a situação militar no terreno é cada vez mais favorável às tropas de Putin. Desta forma quanto mais tarde estiverem dispostos a conversações mais "força" negocial darão ao Kremlin, que como todos sabemos não são pera doce.
Raul Vaz Osorio
David Ribeiro continua a fugir à questão. Tudo bem
Diogo QuentalSe for fracasso, não é das Forças Armadas Ucranianas, mas sim da Europa, que está a ser incapaz de deter um ditador fascista e nem sequer se começa a preparar para o que poderá vir a seguir.
David Ribeiro
Meu caro Diogo Quental... já é reconhecido por muitos dos membros da UE que não querem um guerra com a Rússia. Ainda no início da semana que agora acaba Olaf Scholz afirmou que "não vamos enviar soldados para a Ucrânia" e que é necessário “fazer de tudo para evitar” uma guerra entre os dois blocos. E curiosamente cá por Portugal, estando nós em plena campanha eleitoral, ainda não ouvi ninguém falar do conflito na Ucrânia... já foi chão que deu uvas.
Diogo Quental - David Ribeiro lamento, mas não percebi. Achas que não há risco, é isso?
David RibeiroDiogo Quental... riscos há sempre mas a forma de os minimizar nunca será a continuação de "tiros, bombas e murros na trombas".
Diogo QuentalDavid Ribeiro então qual é? Oferecemos a liberdade e aceitamos a subjugação?
David RibeiroSó a mesa de negociações poderá minimizar os efeitos nefastos desta guerra, não só para as populações onde o conflito se desenrola mas também para toda a Europa, meu caro Diogo Quental.
Diogo Quental
David Ribeiro sim, nisso estou totalmente de acordo, pois ninguém pode perder e ninguém pode ganhar. Pela leitura do teu post inicial, pareceu-me (aparentemente mal) que estavas a aceitar uma vitória da Rússia. Desculpa

  Trabalhar para a paz... é difícil mas tem que se tentar
230428-Li-Hui-mjf-1651-f8079d.webpO representante do Governo chinês para Assuntos da Eurásia, Li Hui, está na Rússia para retomar as negociações internacionais sobre a iniciativa de paz de Pequim. Já teve uma uma reunião com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Mikhail Galuzin, e viajará também para a Ucrânia, Alemanha, França, Polónia e Bélgica. Os diplomatas chineses afirmam que qualquer discussão sobre o acordo político-diplomático é impossível sem a participação de Moscovo.



Publicado por Tovi às 07:31
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Sexta-feira, 1 de Março de 2024
A Transnístria é um "barril de pólvora"...

...à espera de explodir e Putin prepara-se para aparecer como um salvador

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  CNN Portugal às 22h19 de 28fev2024
1024.jpgO líder do governo pró-russo da região separatista da Transnístria, na Moldova, enviou um pedido de ajuda ao Kremlin para que a Rússia proteja a região do governo da Moldova, que acusa de estar a tentar transformar a região “num gueto” ao desencadear “uma guerra económica”. Os especialistas alertam que esta situação corre o risco de ser o motivo que Vladimir Putin precisa para se posicionar para os cidadãos do seu país “como salvador” dos russos noutras regiões, como fez em Donetsk e Lugansk. (...) A Transnístria há muito que é alimentada pela sua produção industrial e a economia depende fortemente das ajudas russas. Um grupo empresarial chamado Sheriff é quase onipresente, sendo dono de muitas das fábricas, supermercados e postos de combustível, e dando nome ao clube de futebol da região, o FC Sheriff, que joga na liga nacional da Moldova e que recentemente conquistou uma famosa vitória na Liga dos Campeões sobre o Real Madrid.

 

  Público às 10h16 de 29fev2024
1887485.jpegVladimir Putin ameaçou atacar os países da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) caso algum dos aliados envie tropas para a Ucrânia. O Presidente russo fez o discurso à nação, esta quinta-feira [29fev2024], onde admite um conflito nuclear caso as tropas dos países da Aliança entrem na Ucrânia, poucos dias depois de o Presidente francês, Emmanuel Macron, não ter excluído a possibilidade de militares ocidentais serem enviados para a guerra no leste da Europa.

  
Jose Pinto Pais
0 Hitler dos tempos modernos. Ainda vai levar com os misseis nucleares com que ameaça pelo ... acima. Chamberlains nunca mais
Isabel Morgado Saldida
Ainda faz aliança com o Tramp contra a europa



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Sábado, 24 de Fevereiro de 2024
Dois anos de guerra na Ucrânia

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É assim que estamos... e estamos mal. Que falta fazem negociações de paz.

  Há um “pessimismo crescente” na UE, só 10% dos europeus acreditam na vitória dos ucranianosSegundo um novo estudo do European Council on Foreign Relations, publicado na última quarta-feira [21fev] e elaborado com base em sondagens em 12 Estados-membros da UE, incluindo Portugal, predomina a convicção de que o conflito acabará com “um acordo de compromisso”. Ainda assim, há “apoio generalizado” à manutenção, ou mesmo aumento, da ajuda europeia a Kiev no caso de Trump vencer as eleições e mudar a política dos EUA em relação à Ucrânia. Os líderes europeus devem “alterar o seu discurso para não parecerem irrealistas perante um público cético”, recomendam os autores do estudo.
  Onze milhões deixaram as suas casas, quatro milhões nunca regressaram. Em menos de um mês, de 24 de fevereiro a 20 de março de 2022, um quarto da população da Ucrânia tinha deixado as suas casas, quase 11 milhões de pessoas. Alguns saíram do país, outros ficaram em zonas mais longe das linhas da frente. Cerca de 90% de toda a população ucraniana que abandonou o território são mulheres e crianças, já que os homens entre os 18 e os 60 anos estão impedidos de o fazer, uma vez que está em vigor a lei marcial e qualquer um, desde que tenha saúde, pode ser mobilizado.
  Reunião entre Putin e ShoiguO Kremlin divulgou na passada segunda-feira [19fev] imagens de um encontro entre o presidente da Rússia e o ministro da Defesa, durante o qual Vladimir Putin congratulou Sergei Shoigu pela conquista da cidade de Avdiivka. Putin aproveitou ainda para dizer que os soldados ucranianos abandonaram a região antes da ordem de retirada dos superiores e não depois da decisão de Kiev. O encontro surge no dia em que vários meios de comunicação ocidentais referem um elevado número de soldados feridos na linha da frente.

 in The Daily Progress
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João FernandesDavid Ribeiro Um presidente que, em vez de um exílio dourado, como lhe foi proposto, preferiu ficar à frente do País e lutar contra a agressão imperialista russa, não merece o que acima está escrito.
David RibeiroO que gostaríamos que acontecesse na Ucrânia, João Fernandes, não é o que a realidade nos apresenta. O regime de Zelensky está a chegar ao fim.
João FernandesDavid Ribeiro, sim, quando for substituído por um fantoche russo, vai ficar tudo bem

   Fox News  - 22fev2024
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Adao Fernando Batista BastosBruxo.
Albertino AmaralA União Europeia, é uma treta...... Um circo muito mal montado.......

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Já vi o Major-General Isidro de Morais Pereira mais convencido da invencibilidade ucraniana.

  Carlos Miguel SousaTenho muita pena dos Ucranianos, e ainda mais de terem acreditado que a Europa estaria sempre à altura de os ajudar. Felizmente para eles há alemães na Europa, mas ainda assim não sei se sozinhos chegarão para os Russos. Cada vez é maior a vergonha que sinto, quando oiço de viva voz de cidadãos Ucranianos, histórias sobre a morte em vão de tantos rapazes e jovens adultos que já morreram na guerra e para cujas mortes nem eles nem as famílias encontram qualquer justificação plausível. Para eles o problema já não é se a Rússia fica com os territórios ocupados, pois para eles já não lhes restam quaisquer dúvidas acerca disso. A dúvida deles é a de saber quanto tempo mais irá o Zelensky demorar para se sentar à mesa com o Russos e negociar um acordo de paz. É que segundo eles, qualquer dia poderá já não haver Ucranianos, vivos disponiveis para continuar a ser carne para canhão...

 

  Quem será que vai ganhar?
4265.jpgAo fim de dois anos da “Operação Militar Especial na Ucrânia” 18% do território ucraniano está ocupado pelas tropas de Putin, mas é importante lembrar que cerca de 7% deste território já estava sob domínio do Kremlin antes de 2022. Não podemos esquecer que esta guerra começou em 2014 com a ocupação da Crimeia e a intervenção russa no leste da Ucrânia, na região do Donbass. É difícil estimar o número de civis e militares feridos ou mortos durante estes dois anos de guerra na Ucrânia, mas em dezembro de 2023, um relatório desclassificado dos serviços secretos norte-americanos enumerava 315.000 soldados feridos ou mortos do lado russo. O New York Times revelou em agosto de 2023 que 70.000 soldados ucranianos tinham sido mortos e entre 100.000 e 120.000 feridos, com base em estimativas norte-americanas. As perdas russas seriam mais elevadas: 120.000 soldados russos teriam morrido entre o início da guerra e agosto de 2023 e entre 170.000 e 180.000 teriam ficado feridos. E não podemos esquecer os mais de 10 milhões de ucranianos que foram obrigados a abandonar as suas casas desde o início da invasão total da Ucrânia pela Rússia. Destes, mais de 6,4 milhões são refugiados no estrangeiro.

 

    Para mim a mais estapafúrdia "notícia" desta guerra foi conhecida em meados de 2022, via secretária de Estado do Comércio dos Estados Unidos, Gina Raimondo, que afirmou estar a Rússia a utilizar semicondutores retirados de eletrodomésticos como máquinas de lavar loiça e frigoríficos em algum equipamento militar.

 

  Revista Time - sábado 24fev2024
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"...Zelensky foi forçado a reconhecer discretamente a nova realidade militar. A estratégia da Administração Biden é agora sustentar a defesa ucraniana até depois das eleições presidenciais dos EUA, na esperança de desgastar as forças russas numa longa guerra de desgaste. (...) A implicação do facto de a Ucrânia permanecer indefinidamente na defensiva – mesmo que o faça com sucesso – é que os territórios atualmente ocupados pela Rússia estão perdidos. A Rússia nunca concordará, na mesa de negociações, em entregar terras que conseguiu manter no campo de batalha."



Publicado por Tovi às 07:14
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2024
A situação está difícil na Ucrânia...
 ...e não é só no campo de batalha
 
mw-1920.webpNo dia de ontem [4.ª feira 21fev] o presidente ucraniano convocou o primeiro-ministro e presidente polacos, bem como representantes da União Europeia, para uma reunião nos próximos dias sobre o bloqueio dos agricultores da Polónia, na fronteira entre os dois países. Volodymyr Zelensky acrescentou que uma excessiva e injusta politização do tema da fronteira pode começar a minar os “objetivos conjuntos”. Zelensky diz que a Ucrânia está à procura de uma resolução programática para a situação na fronteira e garante que Kiev não pode admitir que pró-Putin slogans sejam utilizados pelos agricultores polacos. Os agricultores polacos estão contra a importação de alimentos ucranianos a preços mais baixos do que os praticados na Polónia.
Mas numa altura em que os protestos dos agricultores se repetem um pouco por toda a Europa, os 27 Estados-membros da UE chegaram ontem a acordo para que a suspensão de encargos de importações para produtos provenientes da Ucrânia e da Moldova seja prolongada durante mais um ano. “A proposta relativa a medidas comerciais autónomas para a Ucrânia visa renovar a suspensão dos encargos de importação e dos contingentes por mais um ano (de 6 de junho de 2024 a 5 de junho de 2025), reforçando simultaneamente a proteção dos produtos agrícolas sensíveis, reforçando as medidas de salvaguarda já incluídas no atual regulamento (UE) 2023/1077 e incluindo uma nova salvaguarda automática para determinados produtos sensíveis”, esclarece a UE, nas medidas que concernem a Kiev.
Aguardemos a "resposta" dos agricultores polacos.

 
  Quem controla o quê na Ucrânia 

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A Rússia alcançou o seu primeiro grande sucesso territorial em mais de nove meses na guerra da Ucrânia, capturando a cidade oriental de Avdiivka na semana passada. A outrora movimentada comunidade de 30.000 civis desapareceu e era duvidoso que o empregador local, a maior coqueria da Europa, pudesse voltar a funcionar em breve. Mas a captura deu ao presidente russo, Vladimir Putin, o direito de se gabar antes das eleições que enfrentará em março. 

  Jorge VeigaNinguém controla ninguém, mas alguém é responsável por termos um país soberano, parcialmente destruído.




Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2024
Do Euromaidan até à “operação militar especial”

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(Na imagem confrontos em Kiev, entre manifestantes e a polícia - 21nov2013) 

Historicamente o sudeste da Ucrânia sempre gravitou em torno da Rússia. Em 1919, Vladimir Lenin, então chefe do governo soviético, integrou o Donbass à República Socialista da Ucrânia contra a vontade da população da região. Após o colapso da URSS, o plebiscito de 1994 em Donbass relativo à federalização da região e à transformação do russo numa segunda língua oficial foi igualmente ignorado pelo então governo ucraniano. Na altura do Euromaidan, as partes sudeste e noroeste da Ucrânia já estavam divididas sobre o futuro do país, com a primeira a procurar integrar-se na UE, enquanto a segunda queria desenvolver laços económicos com a Rússia. O sudeste incluía os territórios de Kharkiv a Odessa, a chamada Nova Rússia, juntamente com a Crimeia. E separadamente, havia o noroeste, onde as tendências nacionalistas ucranianas eram bastantes fortes. Esta divisão tornou-se especialmente visível em 2004, quando a Revolução Laranja, apoiada pelo Ocidente na Praça da Independência, levou Viktor Yuschenko ao poder em Kiev. E a partir de então, com um rompimento de relações entre a Rússia e a Ucrânia, a guerra do gás e a guerra do açúcar, atingiram muito duramente o Donbass, pois as suas indústrias dependiam, em particular, do gás barato russo. As escaramuças entre as forças de Kiev e os independentistas do leste ucraniano mantiveram-se até ao início de maio de 2014, altura em que ocorreu o hediondo massacre na Casa dos Sindicatos de Odessa, onde cerca de 50 pessoas foram espancadas até a morte e queimadas vivas. No dia nove desse mês ultranacionalistas e militares ucranianos mataram e perseguiram participantes do Desfile do Dia da Vitória em Mariupol. O regime ucraniano também começou a bombardear o Donbass. Nesta altura a Rússia interveio para acabar com a guerra do regime de Kiev contra o Donbass, conseguindo-se os Acordos de Minsk de 2014 e 2015, que, infelizmente, falharam, uma vez que nem a Ucrânia nem os seus apoiantes ocidentais estavam dispostos a observar as disposições dos acordos. Também o presidente ucraniano Vladimir Zelensky, após a sua eleição em 2019, tomou a decisão de não observar os acordos. Depois... todos já sabemos como foi, mas ainda não sabemos como vai terminar. 

  
Castro Ferreira PadrãoE agora há o resultado que ambas as partes lamentam e, como vai acabar?
David RibeiroEssa é a resposta que vale mais de um milhão, Castro Ferreira Padrão.

 

  Hajo Funke, um dos mais influentes analistas políticos no Berliner Zeitung, 20 de Fevereiro de 2024 (via Miguel Castelo Branco)
424882195_10164145681311679_534221943951179887_n.jA contra-ofensiva do exército ucraniano, há muito planeada e celebrada externamente, falhou sangrentamente. A Ucrânia sofreu uma derrota decisiva e, com base no julgamento médio, já não está em condições de conseguir militarmente a reconquista dos territórios ocupados, tal como reclamado pela liderança ucraniana. A substituição do reconhecido anterior Chefe do Estado-Maior General, Zaluzhnyi, [...] mostra quão enfraquecido e dividido o país está sobre a escalada da guerra. O apoio ao presidente ucraniano diminui; segundo estudos de opinião, o apoio de que goza estará em torno de 20%. Faltam soldados, armas e munições. Acima de tudo, muitos ucranianos sentem agora que a NATO os levou à guerra e depois os abandonou. A fadiga é evidente e muitos evitam o serviço militar. Só na Alemanha há cerca de 200 mil ucranianos que não querem ser carne para canhão numa guerra que não precisava ser travada dessa forma e poderia há muito ter terminado. De acordo com um antigo colaborador próximo de Zelensky, cerca de 4,5 milhões recusaram ser registados pelas autoridades militares. Para um país com uma população estimada em apenas 28 milhões de habitantes, 10 milhões dos quais são reformados, este é um enorme problema que põe em causa a continuação da guerra. Os negociadores ucranianos sublinham agora abertamente que houve negociações de paz muito avançadas entre ucranianos e russos em Istambul, em Março e Abril de 2022, e que não foi culpa deles ou de Zelensky se um acordo não foi alcançado naquela altura, mas sim na atitude dos britânicos e dos americanos à qual os outros membros da NATO teriam então aderido.

  
Castro Ferreira PadrãoE eu continuo, e agora?
David RibeiroSó há uma solução, Castro Ferreira Padrão: sentarem-se à mesa de negociações.
Mário PaivaDavid Ribeiro, o que podiam ter feito em Istambul em 2022 e evitado a mortandade e a destruição do país...
David RibeiroClaro, Mário Paiva.



Publicado por Tovi às 07:29
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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2024
Perder uma batalha não é perder a guerra, mas...

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O Comandante-chefe das Forças Armadas ucranianas, Alexsandr Syrsky, anunciou a decisão de retirar as suas tropas de Avdiivka e entrar em modo defensivo. "Com base na situação operacional em torno de Avdiivka, tomei a decisão de retirar nossas unidades da cidade e partir para a defesa", escreveu nas redes sociais o general, que se tornou o principal comandante do Exército de Kiev, substituindo Valery Zaluzhny.

  Miguel Castelo BrancoApós 2900 dias de bombardeamentos pela artilharia do regime de Maidan, Donestsk passou a primeira noite em paz. Os efeitos da tremenda e inapelável derrota ucraniana já se fazem sentir na capital da novel república. O colapso da última e principal fortaleza foi festejada como um grande feito militar - obra-prima da guerra de movimento, coordenação inter-armas e destemor - mas foi, para tantas centenas de milhares de civis russos, o sinal de mudança decisiva nas suas vidas. Tal como na Crimeia, em 2014, e Mariupol, em 2023, todos percebem que a ocupação e as flagelações acabaram. Esta batalha, sim, foi uma Estalinegrado e o ponto decisivo de viragem da guerra, pelo que é com alguma expectativa que aguardamos as justificações dos nossos Generalfeldmarschälle de estúdio televisivo.

 

  O exército da Ucrânia tinha afirmado que estavam a decorrer fortes batalhas com as forças russas na cidade de Avdiivka, na linha da frente, enquanto o presidente Volodymyr Zelensky embarcava numa mini viagem pela Europa, numa nova tentativa de garantir a tão necessária ajuda. O exército disse na sexta-feira [16fev2024] que suas forças estavam assumindo “novas posições” na cidade oriental, no momento em que o segundo aniversário da guerra encontra a Ucrânia enfrentando desafios no campo de batalha e uma escassez de munições devido a atrasos na assistência militar ocidental. A Rússia tentava capturar a cidade desde outubro e cercou-a por três lados, deixando rotas de reabastecimento limitadas para as forças ucranianas.

  Al Jazeera 18fev2024
2023-10-24T200236Z_1609630773_RC28U3AK90FX_RTRMADPA Rússia afirma ter controle total da cidade ucraniana de Avdiivka após a retirada da Ucrânia, acrescentando que algumas tropas ucranianas ainda estão escondidas numa vasta coqueria da era soviética após uma das batalhas mais intensas desta guerra. A queda de Avdiivka é o maior ganho da Rússia desde a captura da cidade de Bakhmut em maio de 2023 e ocorre quase dois anos depois que o Presidente Vladimir Putin desencadeou uma guerra em grande escala ao ordenar a invasão da Ucrânia. Putin saudou a queda de Avdiivka como uma vitória importante e deu os parabéns às tropas russas. “Medidas estão sendo tomadas para limpar completamente a cidade de militantes e bloquear unidades ucranianas que deixaram a cidade e estão entrincheiradas na fábrica de coque e produtos químicos Avdiivka”, disse o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.



Publicado por Tovi às 08:33
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Domingo, 11 de Fevereiro de 2024
Putin em entrevista ao norte-americano Tucker Carlson

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O presidente russo, Vladimir Putin, afastou a possibilidade de invadir a Polónia ou a Letónia, durante uma entrevista ao apresentador norte-americano Tucker Carlson [um polémico conservador e ex-apresentador da Fox News, próximo do ex-presidente Donald Trump, a quem apoia nas próximas eleições presidenciais norte-americanas], ivulgada na quinta-feira [8fev2024], uma vez que a Federação Russa "não tem interesses" nesses Estados. "Não temos interesses na Polónia, na Letónia ou algures. Porque é que faríamos isso? Simplesmente não temos qualquer interesse [nisso]. (...) Está fora de questão", respondeu Putin à questão "Imagina um cenário em que o senhor envia tropas russas para a Polónia?". Sobre a Ucrânia, Putin afastou totalmente a possibilidade de derrota russa no Estado vizinho que invadiu, considerando-a "impossível, por definição". Como disse: "Há vociferações para infligir uma derrota estratégica à Rússia no campo de batalha. Na minha opinião, é impossível, por definição. Isso nunca acontecerá". A propósito desta guerra, assegurou que existe um número indeterminado de "mercenários dos EUA", que disse constituirem o segundo grupo mais numeroso destes combatentes, depois dos polacos e à frente dos georgianos. Putin disse também que o envio de soldados regulares dos EUA para combaterem na Ucrânia "colocaria a Humanidade à beira de um conflito global muito sério", em resposta ao apelo do líder dos democratas no Senado norte-americano, Chuck Schumer, para reforçar a ajuda ao país invadido. "Vocês têm problemas nas fronteiras com a imigração, problemas com a dívida de mais de 33 mil milhões de dólares... Não têm nada melhor para fazer? (...) Não seria melhor negociar com a Rússia para chegar a um acordo?", prosseguiu. Ainda sobre a Ucrânia, Putin disse que está pronto para negociar, mas que o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, "assinou um decreto que proíbe a negociação com a Rússia [porque] obedece a instruções dos países ocidentais". Por outro lado, sobre os EUA, Putin afastou a ideia de que a relação bilateral dependa de uma mudança na Presidência norte-americana, contrapondo que tem mais a ver com "a ideia de dominação" que os EUA têm do mundo. Como disse: "Não se trata de quem é o líder ou da personalidade de uma pessoa em concreto, mas das elites. É a ideia de dominação a todo o custo baseada nas forças dominantes da sociedade norte-americana". Reconheceu que teve uma boa relação com George Bush Jr, "e também [teve] essa relação pessoal com [Donald] Trump".Ao refletir a seguir sobre os EUA, apontou: "É um país complexo. Conservador, por um lado, mas em rápida mudança, por outro... Não é fácil compreendê-lo". Em particular, sobre o sistema eleitoral, questionou: "Quem toma as decisões nas eleições? Pode entender-se que cada Estado tenha as suas leis? Que se regule por sua conta?" Putin pronunciou-se ainda sobre Elon Musk, que considerou uma pessoa e um empresário "imparável" e advogou um "acordo internacional" para regular a inteligência artificial (IA). Sobre este assunto, Putin opinou que a investigação genética é uma ameaça para a Humanidade, até ao ponto em que "agora é possível criar um super-humano", e depois comentou que Musk "já implantou um 'chip' no cérebro humano nos EUA". A propósito, comentou: "Creio que Elon Musk é imparável. Fará o que considere necessário. Não obstante, têm de encontrar uma base comum com ele. Encontrar formas de o persuadir. Creio que é uma pessoa inteligente. A sério. Mas precisam de chegar a um acordo com ele, porque esse processo precisa de ser formalizado e sujeito a certas regras". Putin disse ainda que se pode fazer "uma previsão aproximada do que se vai passar" com o desenvolvimento da genética e da IA, recordando o caso das armas nucleares, que progrediram até que os Estados entenderam que o seu uso negligente poderia levar +a extinção e acordaram travá-las. "É impossível parar a investigação na genética, tal como era impossível parar o uso da pólvora no passado, mas quanto antes nos dermos conta de que a ameaça vem do desenvolvimento incontrolado da IA, da genética ou de qualquer outro campo, será a altura de alcançar um acordo internacional sobre a regulação dessas coisas", acrescentou. 



Publicado por Tovi às 07:34
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2024
Esta malta de Kiev não são meigos a pedir

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Kiev, 08fev2024 (Lusa) – As autoridades da Ucrânia pretendem que Portugal forneça caças F-16 para enfrentar a invasão russa e que, após as eleições legislativas, aumente o seu apoio militar, que é ainda “bastante modesto”, disse à Lusa um responsável da Presidência ucraniana.

 

 
426153127_10224806226450858_8364278568072882307_n.Tudo indica que o poder em Kiev vai estourar brevemente. No dia de ontem [5.ª feira 8fev2024] ouvi dizer que o coronel-general Oleksandr Syrskyi, que lidera as forças terrestres da Ucrânia desde 2019, foi promovido a comandante das forças armadas esta quinta-feira, substituindo o general Valery Zaluzhnyi, que foi demitido. Consta-se que está a haver grande contestação nas tropas pois Syrskyi é um grande adepto de uma guerra com "sucessivas vagas de carne-para-canhão". 
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Publicado por Tovi às 07:03
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Domingo, 4 de Fevereiro de 2024
Como se torra dinheiro com a Ucrânia

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Os líderes da União Europeia aprovaram, por unanimidade, um pacote de apoio adicional de 50 mil milhões para a Ucrânia, depois do PM da Hungria deixar cair o seu veto, na quinta-feira [1fev2024], na cimeira de Bruxelas. Até 2027, o governo de Kiev vai receber 33 mil milhões de euros em empréstimos e 17 mil milhões de euros em subsídios a fundo perdido.

 
Jorge Veigagostava de ver o restaurante do Messieur Putin.
David Ribeiro - Deve ser igual, Jorge Veiga.
Jorge VeigaDavid Ribeiro ou pior. Melhor daquela banda nunca esperarei.
David Ribeiro - Mas os maus exemplos, Jorge Veiga, não devem ser copiados.
Jorge VeigaDavid Ribeiro por isso se alimenta a luta contra quem a iniciou.
David RibeiroJorge Veiga... mas alguém acredita que 50 mil milhões de euros até 2027 vai resolver alguma coisa?... Os corruptos de Kiev vão torrar este dinheiro todo num abrir e fechar de olhos.
Jorge VeigaDavid Ribeiro os 50 mil milhões são convertidos em armamento... ou julgamos que a guerra é para atirar rolos de notas?
David RibeiroJorge Veiga... mas esta guerra está cada vez mais a ser a fogueira onde queimamos o nosso dinheiro.
Jorge VeigaDavid Ribeiro isso é verdade, mas julgo eu que devemos fazer esforços para que o Sr Putin and Company, consiga ter dividendos da atitude de invadir um país livre e sem justificação ou anuncio prévio, aliás que nem sequer o é.
David RibeiroJorge Veiga... continuas a esquecer o antes de fevereiro de 2022. E já agora... quando chegam os F-16 que há umas semanas garantias já estarem na Ucrânia? Óh pá!... é preciso consultar fontes credíveis e não "Rogeiro, Milhazes & C.ª Lda".
Jorge VeigaDavid Ribeiro os F16 não se conduzem como um carro. Pelo que dizem (eu nunca estive dentro de nenhum) precisam de meses de treino. É melhor não querer dar os aviões para os russos os deitarem abaixo e depois virem dizer que são maus aviões... Esse argumento não serve e o do Milhazes e r<ogeiro também não. Acredito mais neles que nas informações vindas pelos porta-vozes Putinescos.
David RibeiroJorge Veiga... não tinha a certeza, mas fui confirmar: Este pacote de 50 mil milhões não é para esforço militar, mas sim para o apoio ao sistema civil de Kiev.
Jorge VeigaDavid Ribeiro pois... hehehe. São os militares que apoiam os civis... quando se está em guerra, ou melhor, em operações militares especiais!
David Ribeiro - Jorge Veiga... razão têm os congressistas dos EUA que querem saber onde foi gasto o dinheiro que já lhes deram.
Jorge VeigaDavid Ribeiro armamento e nem preciso tirar um curso.
David RibeiroNão não, Jorge Veiga, em armamento as contas são conhecidas, ou não fossem eles os maiores fornecedores.
Jorge VeigaDavid Ribeiro Pois...não podem ir buscá-lo à Coreia do Norte, ou ao Irão...
Rui LimaE como vai pagar o empréstimo ?
David RibeiroOra aqui está algo que ninguém deve saber responder, Rui Lima.
Jorge Veiga - Rui Lima não é para pagar.
David RibeiroJorge Veiga... só 17 mil milhões é que são a fundo perdido.
Isabel Sousa BragaNós pagamos 🤬
David Ribeiro
Mas eu acredito que antes de 2017 aquilo dá um estouro. O comandante chefe das forças armadas ucranianas, Valerii Zaluzhnyi, não tarda muito faz a folha ao Zelensky.
Mário Paiva
David Ribeiro, o Zaluzhnyi está praticamente despedido, não se sabe como ele e os militares vão reagir... alguém tem que arcar com as culpas do desastre...

 

  O golpe de Estado em Kiev tarda mas não falha
(Miguel Castelo Branco no Facebook em 30jan2024)
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A estratégia de Zaluzhnyi é cristalina. Não se demite e assim inibe Zelensky do tremendo ónus de despedir em plena batalha o homem que tem sido o pilar da resistência ucraniana. Zaluzhnyi espera pacientemente que Zelensky perca a legitimidade na função para a qual foi eleito, a qual expira em Maio. Nessa altura, Zelensky nada será e não terá a resguardá-lo a Constituição [entretanto suspensa], as forças armadas e demais forças de defesa do Estado. Então, através de golpe palaciano ou de golpe de força, desembaraçar-se-á do homem que se transformou num títere de poderes estrangeiros e assumirá as rédeas do poder. Nesse momento, abrir-se-á a porta a uma solução negociada

  David RibeiroDe acordo com o Washington Post, as autoridades ucranianas informaram Joe Biden sobre a possível demissão do principal comandante militar ucraniano, Valery Zaluzhny, em desacordo estratégico com o presidente Zelensky. Mas a informação não foi confirmada em Kiev.




Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2024
Munições de artilharia para a Ucrânia

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  Que pena!... Desativamos a Fábrica de Braço de Prata (FBP) na década de 1990... e agora é que o negócio está a dar.

 

  Ainda sobre munições para a Ucrânia...
O nosso ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, revelou na 2.ª feira [22jan2024] que a União Europeia (UE) deverá falhar a promessa de entregar até março um milhão de munições à Ucrânia. E a Hungria considerou inaceitável e dececionante a nova proposta de União Europeia (UE) de criar um fundo de cinco mil milhões de euros provenientes do Fundo Europeu de Apoio à Paz para financiar o envio de armas à Ucrânia. Entretanto, estando Kiev prestes a enfrentar o terceiro ano da invasão russa, prepara-se para investir numa indústria de defesa a longo prazo, procurando assim colmatar a escassez do seu arsenal e os impasses no envio de ajuda dos seus dois maiores aliados, Estados Unidos e União Europeia (UE).

  
Luiz PaivaPara além das munições, a FBP também fabricava armas. A pistola-metralhadora era célebre por duas razões: a sua extrema precisão e... a sua capacidade de começar a disparar sozinha caso não ficasse bem travada... PS: Eu, numa foto de 1973 com uma FBP, armado em operacional a comandar um pelotão, num desfile no quartel do B.Caç. 4210 no Luso - Angola.
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David RibeiroLuiz Paiva... em Santa Margarida num belo dia de 1973, ao fazer a ronda aos paióis, ao municiar uma FBP esta disparou sozinha. Nada de mal aconteceu e veio a saber-se depois que o sistema de travão estava partido.



Publicado por Tovi às 07:01
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