
Zelensky tinha dito que esperava chegar a um acordo com Donald Trump, nesta sua deslocação a Mar-a-Lago na Flórida, este domingo, acompanhado pelo secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional, Rustem Umerov, pelo ministro da Economia, Oleksii Sobolev, pelo Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, Andrii Hnatov, pelo primeiro vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergiy Kyslytsya, e por Oleksandr Bevz, assessor que não integra o gabinete do Presidente.

A reunião teve início às 13h locais (18h em Portugal continental) e tinha como objetivo discutir sobre a estrutura para acabar com a guerra, incluindo um possível cronograma, estando o presidente ucraniano pronto para submeter a questão a um referendo se a Rússia concordar com um cessar-fogo de 60 dias.
Mas... O HOMEM PÕE E TRUMP DISPÕE. O presidente dos EUA já tinha dito que tinha a palavra final sobre o plano de paz e antes do emcontro com Volodymyr Zelensky teve uma conversa telefónica "muito produtiva" com Vladimir Putin.
Jorge Veiga - ...uma vergonha de presidente, este Trump (que nem Sr lhe ponho).

Terminado almoço/reunião entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky e após uma videoconferência entre os dois presidentes e os líderes europeus, teve lugar uma conferência de imprensa.

O presidente norte-americano classificou a reunião como "excelente" e acabou por se fazer muito progresso. "Tivemos discussões sobre todos os assuntos, com muita profundidade", afirmou Donald Trump.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky revelou que foram feitas "grandes conquistas" particularmente em relação às garantias de segurança. "As garantias entre os Estados Unidos e a Ucrânia estão 100% acordadas. As garantias entre EUA, União Europeia e Ucrânia estão quase acordadas. A dimensão militar está 100% acordada", afirma o presidente ucraniano. O presidente ucraniano adiantou também que as equipas dos dois países vão continuar a encontrar-se nas próximas semanas para chegar a um acordo de paz, sugerindo que os líderes europeus poderão estar presentes num encontro futuro na capital americana, em janeiro.
Otimismo!... Será?... (in CM de hoje)
Na capa do Público de hoje
CNN Portugal /Lusa nesta manhã de 29dez2025
O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou hoje uma reunião dos aliados da Ucrânia, em Paris, no início de janeiro, para discutir garantias de segurança para Kiev, no âmbito de um acordo de paz com a Rússia. "Vamos reunir os países da Coligação dos Dispostos em Paris, no início de janeiro, para finalizar as contribuições concretas de cada país", escreveu Macron na rede social Facebook. Isto depois do líder francês se ter reunido anteriormente com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e com o homólogo norte-americano, Donald Trump, além de vários outros líderes europeus. "Estamos a progredir nas garantias de segurança que serão fundamentais para a construção de uma paz justa e duradoura", afirmou Macron, que também teve uma reunião privada com Zelensky.
Ukrainska Pravda em 29dez2025
Segundo Zelensky, durante as conversas com o presidente dos EUA, Donald Trump, no dia anterior, foi confirmado que a Ucrânia receberia fortes garantias de segurança dos EUA. "De fato, isso não é para sempre. Os documentos estipulam um prazo de 15 anos, com a possibilidade de prorrogação dessas garantias de segurança. Levantei essa questão com o presidente. Disse a ele que ainda estamos em guerra, e que ela já dura quase 15 anos. Portanto, eu realmente gostaria que as garantias fossem mais longas", disse Zelensky. "E eu disse a ele que gostaríamos muito de considerar a possibilidade de 30, 40 ou 50 anos. E essa seria uma decisão histórica do Presidente Trump. O Presidente disse que pensaria a respeito", acrescentou.
Maria Clara Silva - David Ribeiro para Z. nunca chega! Tem sempre que exigir mais e mais, seja do que for: tempo, armas, dinheiro, proteção, exército...É a doença "mania das grandezas".
Celio Alves - "Conversa pra boi dormir" assim se fala em português do Brasil
Jorge Veiga - É optimismo a mais (espero estar errado).
Lido por aí...
O prefeito de Kiev Vitali Klitschko criticou Zelensky em uma entrevista com a ZDF [Zweites Deutsches Fernsehen é uma emissora de televisão pública nacional alemã, uma das maiores da Europa]. Ele declarou que os escândalos de corrupção deram um sério golpe, minando a confiança no governo central tanto internamente como entre parceiros internacionais. A jornalista da ZDF Katrin Eigendorf, comentando sobre a situação, apoiou essa crítica. Ela referiu-se ao chefe do Gabinete Presidencial, Andriy Yermak, como "Rasputin" sob o comando de Zelensky, possuindo um poder desproporcional. Na sua opinião, Yermak demitiu-se apenas sob enorme pressão das estruturas de segurança, não pela vontade do presidente. Eigendorf concluiu que este episódio é um mau sinal tanto para Zelensky pessoalmente como para a democracia ucraniana. O bloco militar está cada vez mais pressionando Zelensky, e representantes das Forças Armadas indicam diretamente que gostariam de remover o líder ilegítimo e restaurar a ordem de forma independente no país.
João Fernandes - A narrativa russa pela voz do amigo português
Jose Bandeira - Caro David Ribeiro, conheces um homem rodeado por um exército privado que governa o maior país da Europa apoiado numa quadrilha de oligarcas que ele próprio criou e mantém enquanto aceitam servi-lo? Um homem sem dó mas com muito medo? Uma besta em corpo de gente que não hesita em sacrificar milhões de vidas para cumprir os seus torpes desígnios? Um homem que só tem um adversário com coragem para o enfrentar e que tu não te cansas de vilipendiar? Pelos vistos não conheces, caso contrário esforçar-te-ias por incluí-lo na lista de personalidades que não te cansas de denunciar por práticas lesivas dos interesses dos que deveriam defender.
David Ribeiro - Meu caro amigo Jose Bandeira... como já várias vezes tenho dito a "besta em corpo de gente" (palavras tuas) não justifica que se "endeuse" os corruptos que em Kiev governam o martirizado povo ucraniano.
Jorge Saraiva - Isto devia ter em cima a informação: Publirreportagem // Patrocinado
Jorge Veiga - Preferia ler sobre candidatos à sucessão (parece monarquia) do Putin.
José Carlos Duarte no Observador em 14dez2025
(ver aqui)
Quais podem ser os rivais de Zelensky nas eleições?
"...Há dois nomes praticamente confirmados: o do antigo Presidente Petro Poroshenko (que perdeu em 2019 para Volodymyr Zelensky, mas que governou o país após os protestos do Euromaidan) e o ex-conselheiro da presidência, Oleksii Arestovych. De resto, existem muitas incógnitas: o atual chefe de Estado ainda não confirmou se se recandidatará e outros nomes populares entre os ucranianos nunca admitiram publicamente que querem concorrer."
João Fernandes - Aposto que o Porochenko é o seu favorito ![]()
David Ribeiro - Errado, João Fernandes... se eu tivesse capacidade eleitoral nas próximas eleições ucranianas o meu voto seria em Valerii Zaluzhnyi, um general de quatro estrelas que serviu como Comandante-em-Chefe das Forças Armadas da Ucrânia de 27 de julho de 2021 até 8 de fevereiro de 2024 e atualmente é Embaixador da Ucrânia no Reino Unido.
Mário Paiva - David Ribeiro, bem, isso é tipo trocar 6 por meia dúzia...
David Ribeiro - Só tu me entendes, Mário Paiva ![]()
Sondagem sobre eleições na Ucrânia
De acordo com uma sondagem da agência SOCIS, caso avancem as eleições na Ucrânia, na primeira volta, Zelensky teria 21,6% dos votos, seguido pelo antigo general Valerii Zaluzhnyi, com 20,9%. Contudo, numa segunda volta, Zelensky perderia com 36% dos votos, contra 64% de Zaluzhnyi.
Jorge Veiga - Não suporto ouvir falar em eleições democráticas num país em guerra.
João Fernandes - Eleições em que uma parte do território está nas mãos do inimigo, e uma parte significativa está destruída. Devem ser eleições à moda do seu ídolo Putin![]()
David Ribeiro - Quando o João Fernandes diz "...à moda do seu ídolo Putin" é a mim que se está a referir?
Mário Paiva - David Ribeiro, já estás careca de saber que se não públicas matérias a tecer loas ao Zelensky e a colocá-lo num pedestal com redoma, vais sofrer ataques ad hominem porque não há argumento para mais... parece que há por aí um pessoal que acha que ofender quem não concorda com sua conversa e convicções, vai levar a Ucrânia a ganhar a guerra...
João Fernandes - David Ribeiro, sim, estou a referir-me ao senhor, um propagandista acérrimo das posições do Kremlin
David Ribeiro - Não, não sou "um propagandista acérrimo das posições do Kremlin", meu caro João Fernandes, mas assumo que estou com os poucos analistas e/ou comentadores que não se rendem à propaganda, à desinformação e à histeria que graça por esta Europa.
João Fernandes - David Ribeiro, está no seu direito, como é óbvio.
Mário Paiva - João Fernandes, pois, o David Ribeiro está no seu direito, mas isso não o inibe a si de tentar ofendê-lo colando-o a terceiros...
João Fernandes - Mário Paiva, primeiro não ofendi ninguém, limitei-me a constatar um facto que é sustentado pelas sucessivas posições anti Ucrânia e pro Russia que o senhor David Ribeiro vai expressando aqui no Facebook. Se o senhor acha que isso é ofender, não sei que lhe diga.
Entretanto...
Dizem... para a Rússia voltaram 26 soldados caídos das forças do Kremlin, enquanto em direção a Kiev foram enviados os corpos de 1.003 militares ucranianos. São números que poderão mostrar a drástica disparidade de perdas entre os dois lados, bem como quem avança na frente de combate, ou não será?
Serafim Nunes - Óbvio.
Adriano Marques - Dizem muito mais vezes o contrário, que o rácio é de 8 para 1, sendo que a Rússia tem uma população muito maior, daí ter mais facilidade de enviar "carne para canhão" Daqui para a frente não sei mas até agora as baixas Russas são incomparavelmente maiores, sem dúvidas nenhumas.
David Ribeiro - E quais as fontes, caro Adriano Marques?
Adriano Marques - David Ribeiro o Kremlin, tenho lá uns Bros que me dão umas dicas... ![]()
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Mário Paiva - "Recent exchanges have included: December 19, 2025: Ukraine received 1,003 bodies, while Russia reportedly received between 19 and 30 bodies. November 2025: Ukraine received 1,000 bodies for 19 Russian ones. September 2025: A similar exchange saw Ukraine receive 1,000 bodies for 24 Russian ones. June 2025: Following agreements from peace talks in Istanbul, Ukraine repatriated over 6,000 bodies in a series of exchanges, while Russia received 78 bodies in total during the same period."
https://www.google.com/search?q=total+body+echanges+Russia+v+Ukraine&oq=total+body+echanges+Russia+v+Ukraine
Luis Barata - Falar, tecer considerações, palpitar, discutir, especular, sobre estes tipo de temas é, no mínimo, desagradável, ofensivo e palerma.
Adriano Marques - Luis Barata o facciosismo leva mesmo á palermice para não dizer outra coisa, triste pobreza de espírito.
Ukrainska Pravda 26dez2025
O presidente Volodymyr Zelensky confirmou [hoje, 6.ª feira 26dez] que se reunirá com seu homólogo americano, Donald Trump, na Flórida, em 28 de dezembro. "Acho que teremos uma reunião com o presidente Trump no domingo, na Flórida. Discutiremos as garantias de segurança; há vários documentos nesse bloco. E é aconselhável encontrar uma maneira de discuti-los todos. Em seguida, vem o acordo económico; esse é apenas o trabalho básico até agora." O presidente acrescentou ainda que seu encontro com Trump tem como objetivo finalizar a minuta do acordo de paz. Ele observou que pretende discutir com Trump todas as questões "sobre as quais temos divergências". Entretanto, surgiram sinais vindos de Moscovo de que a Rússia exigirá mudanças significativas na minuta do "plano de paz" acordada entre a Ucrânia e os Estados Unidos.
CNN Portugal às 17h40 de 26dez2025
CNN Portugal às 18h00 de 26dez2025
CNN Portugal às 21h44 de 26dez2025
Observador às 8h50 de 27dez2025
O que se dizia há pouco mais de 3 anos e 9 meses...
...que tontinha era a nossa comunicação social
Serafim Nunes - E tonta continua…
Rui Lima - Chamar comunicação social a uns escribas e pseudo comentadeiros é um luxo. Depois são aquelas reportagens de faca e alguidar. Raras excepções....
João Geirinhas Rocha - Propaganda de guerra, como habitual. Não muito diferente da narrativa russa que dizia que Kiev capitularia numa semana.
Mário Paiva - João Geirinhas Rocha, os russos disseram isso? ...a única referência temporal de que tenho memória é do general americano Mark A. Milley, à época Chefe do Estado Maior do Exército, que afirmou que Kiev cairia em 3 dias...
https://www.foxnews.com/us/gen-milley-says-kyiv-could-fall-within-72-hours-if-russia-decides-to-invade-ukraine-sources
Na realidade, apenas caixas de ressonância do que diz Kiev... agora o discurso mudou mas o tom é o mesmo... segundo Kiev, e devidamente divulgado p'los mesmos, "as tropas russas estão sem alimentos e a canibalizarem-se para sobreviver"...
Jorge Veiga - ...e o Putin conquistava a Ucrânia em 15 dias...!
Tunes Jose - Jorge Veiga minutos
Mário Paiva - Jorge Veiga, não há notícia de alguém na Rússia ter dito tal coisa... este senhor, sim...
https://www.foxnews.com/us/gen-milley-says-kyiv-could-fall-within-72-hours-if-russia-decides-to-invade-ukraine-sources
Jorge Veiga - Mário Paiva O que se sabe sobre as expectativas russas no início da invasão 1. Expectativa de uma guerra relâmpago Diversos serviços de inteligência ocidentais afirmaram que Moscovo planeava: Tomar Kiev em 2–3 dias Forçar a queda do governo ucraniano em menos de 10 dias Controlar o país em poucas semanas
Mário Paiva - ...desculpe, Jorge Veiga, mas o que os serviços de inteligência ocidentais possam ter dito sobre as intenções russas, só obrigam os mesmos serviços de inteligência... ou seja; não será exactamente "o que se sabe", mas apenas o que se supõe...
Jorge Veiga - Mário Paiva o vice-versa é precisamente igual, se não for, como o esperado, bem pior.
Mário Paiva - Jorge Veiga, claro, de todo o modo porquê pior?
Jorge Veiga - Mário Paiva vê-se pelos actos praticados contra civis.
"A possibilidade de se criar um clima de paz no Velho Continente, que evite acontecimentos dilacerantes como aqueles que o atingiram no século XX, parece estar seriamente comprometida. Para isso, muito tem contribuído a mediocridade das lideranças europeias. (...) O fim da Guerra Fria não só permitiu a afirmação dos EUA como a grande potência global, como proporcionou à Europa, entretanto libertada das grilhetas da Guerra Fria, uma oportunidade histórica única de afirmação internacional, não aproveitada. Houve forças que procuraram seguir esse caminho de libertação, mas não conseguiram prevalecer relativamente aos que defendiam um papel de subordinação estratégica aos EUA." (Major-General Carlos Branco no Jornal Económico em 18jul2025)
Notícias dos últimos dias
Na terça-feira [8jul2025], os ministros das finanças da UE concederam a 15 Estados-Membros o direito de se desviarem das regras orçamentais do bloco, a fim de aumentarem maciçamente as despesas com a defesa. Os países que viram aprovado o seu pedido de ativação da cláusula de salvaguarda nacional do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) são a Bélgica, a Croácia, a Chéquia, a Dinamarca, a Estónia, a Finlândia, a Grécia, a Hungria, a Letónia, a Lituânia, a Polónia, Portugal, a Eslováquia e a Eslovénia.
Espanha vai aumentar as suas forças armadas em 14.000 soldados até 2035 (11% do efetivo total das Forças Armadas), de acordo com o compromisso assumido com a NATO. Metade do reforço será efetuado antes de 2029 e faz parte do plano de defesa apresentado pelo Governo. Pedro Sánchez insiste, no entanto, que Espanha não aumentará as despesas com a defesa para 5% do PIB, como prometeram os aliados da NATO na última cimeira de Haia. O presidente explicou que 2,1% do PIB, no caso de Espanha, é "suficiente". Este facto levou-o a ser alvo de duras críticas por parte do PP, que o acusa de não ser um parceiro fiável para a aliança atlântica.
O Pesidente ucraniano nomeou hoje Rustem Umerov, ex-ministro da Defesa, como novo secretário do Conselho de Segurança do país, pedindo para intensificar as negociações com a Rússia. “A implementação dos acordos da segunda reunião de Istambul está em curso. O processo precisa de mais ímpeto”, escreveu Volodymyr Zelensky, numa mensagem difundida nas redes sociais. (Agência Lusa ao início da tarde de 6.ª feira 18jul2025)
Rui Lima - Então e como está a história dos valiosos e raros terrenos ucranianos negociados com Donald Trump? A Europa paga o armamento aos EU para defender a Ucrânia...... e ainda mais 5% no orçamento para a NATO ..... Ganda negócio.
O "negócio" dos sistemas de mísseis Patriot
Os Estados Unidos terão colocado a Alemanha à cabeça da fila de espera para compra dos sistemas de mísseis Patriot, permitindo que as forças alemãs enviem para a Ucrânia dois sistemas que já têm consigo, avançou o Wall Street Journal, citando três oficiais norte-americanos. A Suíça estava à frente da Alemanha mas a disponibilidade de Berlim em enviar mísseis para Kiev, levou a que a fila da linha de produção norte-americana fosse mudada. Uma das fontes consultadas admite que os EUA podem mudar novamente, caso outros aliados se comprometam a enviar mais sistemas Patriot.
No Ukrainska Pravda de sábado 19jul2025
Rui Lima - Isto está para durar .... E vai acabar mal .
Será?... até custa a acreditar
Volodymyr Zelensky disse, no sábado [19jul2025], que Kiev enviou a Moscovo uma proposta para realizar uma nova ronda de conversações na próxima semana. De acordo com a Reuters, o presidente ucraniano justifica o passo dado rumo à paz com o facto de entender que o ritmo das negociações deve ser aumentado e que "tudo deve ser feito para chegar a um cessar-fogo".

Segunda-feira 23jun2025
Ataque de drones russos em Kiev fere cinco pessoas e provoca incêndios.
Rússia diz ter destruído 16 drones ucranianos durante a noite.
Rússia lançou 352 drones e 16 mísseis durante a noite.
Zelensky planeia deslocar-se ao Reino Unido nesta segunda-feira para discutir a defesa da Ucrânia e a pressão adicional sobre a Rússia.
Terça-feira 24jun2025
Rússia lançou 352 drones e 16 mísseis contra a capital ucraniana deixando um rasto de destruição.
Vice-primeiro-ministro de Zelensky suspeito de desviar 24 milhões de dólares.
Segundo dizem a guerra deu a Zelensky um lugar de destaque nas reuniões anuais dos líderes da aliança atlântica, mas este ano só foi convidado a participar num jantar de gala, para evitar choques com Trump.
Quarta-feira 25jun2025
As forças russas tomaram o controlo da aldeia de Yalta, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, segundo deu conta a agência noticiosa estatal russa RIA, que cita o Ministério da Defesa russo.
Volodymyr Zelensky afirmou esta quarta-feira que discutiu com Donald Trump a forma de alcançar um cessar-fogo e uma verdadeira paz na guerra entre a Ucrânia e a Rússia, num encontro que durou de cerca de 50 minutos, à margem da cimeira da NATO. O presidente ucraniano afirmou que a reunião foi “substantiva” e que os dois discutiram uma possível produção conjunta de drones.
Quinta-feira 26jun2025
As forças ucranianas conseguiram travar os avanços das forças russas na região de Sumy, anunciou Oleksadr Syrsky, comandante das Forças Armadas da Ucrânia. Definindo a região de Sumy com “uma das principais prioridades” de momento para as forças ucranianas, Syrsky revela, numa mensagem no Telegram, que “os avanços russos foram travados a partir desta semana e a linha da frente foi estabilizada”. O comandante diz mesmo que as forças ucranianas conseguiram “imobilizar cerca de 50 mil tropas russas, incluindo brigadas aéreas e marítimas de elite” nalgumas localidades de Pivnichnoslobozhansky e Kursk.
Um desastre completo espera o regime de Kiev se o Exército russo continuar sua ofensiva na região de Dnepropetrovsk e conseguir alcançar o rio Dniepre, disse o analista militar britânico Alexander Mercouris.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, apelou esta quinta-feira aos líderes da União Europeia para que enviem uma “mensagem política clara” de apoio à candidatura ucraniana ao bloco, sublinhando que esse compromisso é fundamental enquanto o país continua a resistir à invasão russa.
Sexta-feira 27jun2025
Ataque com drones ucranianos perto de ponte russa em Volgogrado.
A força aérea da Ucrânia diz que a Rússia lançou 363 drones e oito mísseis no ataque em larga escala desta madrugada, segundo a Reuters.
O ataque russo desta noite teve como alvo a base aérea ucraniana de Starokostiantyniv, que tem sido fundamental nas operações aéreas da Ucrânia. A base abrigava a 7ª Brigada de Aviação Tática da Ucrânia, que operava aeronaves como bombardeiros Su-24M.
A Rússia reuniu 110 mil soldados nas imediações de Pokrovsk como parte dos seus esforços para tomar a cidade estratégica do leste da Ucrânia, garantiu esta sexta-feira o chefe das Forças Armadas da Ucrânia. Oleksandr Syrskyi disse que a área em torno de Pokrovsk é o “ponto mais quente” ao longo dos 1.200 quilómetros da linha da frente que atravessa o leste.
É o Ukrainska Pravda que o diz
Jose Luis Soares Moreira - Que vença a Democracia encontrando a Paz.
Adriano Marques - É mesmo muito fácil explicar... 41% dos Ucranianos não acreditam ganhar a guerra e sabem que se caírem nas mãos do Louco Putin o Autoritarismo será inevitável, 50% acredita ganhar a guerra e viver em democracia.
David Ribeiro - Esta sondagem também publicou dados sobre como aqueles que não confiam ou confiam no presidente Volodymyr Zelensky avaliam a direção do desenvolvimento do país. Em particular, entre aqueles que não confiam no presidente, a maioria absoluta (82% no caso dos que não confiam de forma alguma e 84% no caso dos que não confiam) acredita que o país está caminhando para o autoritarismo.
Sábado 28jun2025
O presidente da Polónia, Andrzej Duda, chegou a Kiev este sábado, onde planeia encontrar-se com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy, disse o gabinete de Duda.
A Rússia e a Ucrânia mostraram posições opostas nos memorandos de paz recém-trocados, segundo Vladimir Putin. Apesar das divergências, negociadores de ambos os países estão a dialogar para tentar encontrar um terreno comum. A Rússia demonstra abertura para uma nova ronda de negociações a decorrer em Istambul, com o objetivo de discutir os memorandos de paz.
The New York Times
A Ucrânia caiu na agenda da Cimeira da NATO. A invasão da Rússia dominou as reuniões anteriores, mas manter o presidente Trump satisfeito foi o foco do encontro desta semana. A Ucrânia foi amplamente deixada de lado.
A resposta é inevitável, diz Medvedev
Dmitry Medvedev, principal responsável pela segurança russa, já nos habituou a declarações "bombásticas", e numa aparente resposta aos ataques da Ucrânia no fim de semana a bases de bombardeiros estratégicos russos, afirmou que o objetivo das conversações de paz com a Ucrânia é garantir uma vitória rápida e completa da Rússia. "As conversações de Istambul não têm como objetivo chegar a um compromisso de paz nos termos delirantes de outra pessoa, mas sim garantir a nossa vitória rápida e a destruição completa do regime neonazi", afirmou Medvedev. "A resposta é inevitável", disse.
Carlos Miguel Sousa - O Medvedev, a única coisa que faz é ir denunciando as intenções de Putin.
Ponte de Kerch
Os serviços secretos ucranianos afirmaram na manhã de terça-feira [3jun2025] ter atingido com explosivos a ponte rodoviária e ferroviária que liga a Rússia e a península da Crimeia. Segundo o SBU, foram usados 1100 kg de explosivos, que foram detonados ao início da manhã, danificando os pilares subaquáticos da ponte.
Rui Lima - Eu creio que a Rússia vai reagir em força o que até ao momento ainda não aconteceu. Penso que até agora a Rússia ou o séquito de Putin se limitou a atingir os seus objetivos com uma tática militarmente conhecida pelo abraço do urso. O objetivo seria conquistar os territórios conhecidos o que em parte já conseguiu. Esta resposta da Ucrânia e o ataque ao aeroporto podem levar a uma resposta de consequências imprevisíveis incluindo um duro ataque a Kiev. Se isso acontecer e a Ucrânia definitivamente for invadida na totalidade poderá acontecer uma passagem do exército e população ucraniana a uma fase de guerrilha o poderá levar a anos de conflito. Aguardemos na esperança de um acordo que não acredito. O grande derrotado é também o Mr. Trump cujos objectivos de paz foram também um flop.
Raul Vaz Osorio - A tal Ucrânia que está derrotada, inventa imensas coisas para fingir que não está, não é?
Rui Lima - Raul Vaz Osorio Está derrotada e só não está completamente derrotada porque essa não é a estratégia de Putin. Neste momento a estratégia também passa pelo desgaste financeiro da Europa. Os tempos estão difíceis.....
Raul Vaz Osorio - Rui Lima mais um sem noção
David Ribeiro - Nos "entretantos" de todas as guerras não há vencedores nem vencidos. E no caso deste conflito no Leste da Europa, principalmente com toda a (des)informação que ambos os lados nos fazem chegar diariamente, há que ter todo o cuidado e principalmente analizar o evouluir da situação. Para já o que se vive no terreno não é favorável aos senhores de Kiev, mas o Kremlin comtinua "cuidadoso" e "lento" nas suas ações bélicas. Se não fosse a tragédia das mortes e estropiados no dia-a-dia dos combates, mais os custos económicos e sociais para toda a Europa, até seria interessante acompanhar-mos sentados no conforto do nosso sofá como tudo isto irá acabar.
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro nem quando tenta consegue ser isento ![]()
Combates na região de Sumy
Continuam os "tiros, bombas e murros nas trombas"... agora com grande intensidade na região de Sumy. Já não se fala de PAZ na Ucrânia e a guerra está para durar.
Raul Vaz Osorio - Realmente, que têm estes ucranianos na cabeça? De cada vez que iniciam alguma abordagem a negociações de paz, Putin toca a cassete das suas exigências, que são sempre as mesmas: ficar com os oblast que decidiu querer, possivelmente por conterem cerca de 70% da riqueza mineral ucraniana, exigir que a Ucrânia retire dos cerca de 50% de território que detém nos mesmos, que a Ucrânia se desmilitarize e se torne num estado fantoche como a Bielorrússia. Realmente já deviam ter aprendido a deitar, rolar, abanar a cauda e fazer o que o dono manda, certo? Bela exposição canina ![]()
Não me digam?
Jorge Veiga - metade ainda são muitos, atendendo ao valor de cada um e à falta de produção actualmente, destes aparelhos.
Hugo Da Nóbrega Dias - A manipulação do costume, desde o início. As pessoas comem gelados com a testa.
Jorge Veiga - É o normal numa guerra. Os dados fornecidos, devem-se dividir ou multiplicar por 2...
Luis Barata - O David ficou contente ou triste?
David Ribeiro - Eu, Luis Barata, mais uma vez fiquei espantado com a "verdade" dos senhores de Kiev.
Luis Barata - David Ribeiro eu fico é espantado com os créditos a moscovo...
David Ribeiro - Pois eu, Luis Barata, fico é espantado que lá por Moscovo ser muitas vezes aldrabona, queiram por isso "desculpar" a malta que rodeia Zelensky.
Luis Barata - David Ribeiro em guerra ser aldrabão ou valentão ou cabrão pode ser considerado normal. Só isso. E quem sou eu, ou nós, para levianamente o comentar?
David Ribeiro - Nessa ótica, Luis Barata, só estamos a permitir que aldrabões nos façam passar por palermas.
Luis Barata - David Ribeiro nós quem, e o quê, que nada contamos, só rachamos lenha? Aquilo é a doer, sempre e muito.
Rui Lima - 41 bombardeiros mas havia outros aparelhos creio eu . De qualquer maneira foi uma operação absolutamente incrível bem dentro de solo russo. O pior vai ser a resposta.
Vasco Jorge - Não me parece que , mesmo que não tenham sido 41 mas 20 , seja coisa pouca
Jose Luis Soares Moreira - Se pudessem ser todos e parar a guerra, teria mais sentido.
Zé Regalado - David Ribeiro, como sabes conhecemo-nos ao vivo em Dezembro de 2004. Lembro-me de nesse dia teres dito que tinhas andado em Angola a fazer contrainformação. Não é nada parecido com isto, pois não?
David Ribeiro - Não Zé Regalado... nessa época quer os russos quer os ucraniano erasm todos Soviéticos.
Zé Regalado - David Ribeiro, mas não respondeste à minha pergunta.
David Ribeiro - Zé Regalado, essa "contrainformação" tinha outras formas e objetivos.
Ukrainska Pravda - Hoje, as Forças de Defesa Ucranianas lançaram um ataque com mísseis de precisão na área onde uma unidade de mísseis russos está concentrada perto da cidade de Klintsy, na região de Bryansk. Há relatos de que uma unidade inimiga da 26ª Brigada de Mísseis estava preparando um ataque, provavelmente contra Kiev. Graças ao reconhecimento operacional e à coordenação das ações das unidades ucranianas, foi possível antecipar o ataque. Como resultado do ataque, um lançador russo do complexo operacional-tático Iskander detonou, e outros dois, segundo estimativas preliminares, foram seriamente danificados.
CNN Portugal/ Reuters - Uma linha ferroviária na região de Voronezh, na Rússia, ficou danificada após uma explosão, informou o canal estatal Vesti Voronezh, citado pela Reuters. Para já, não há indicação de feridos, mas o governador regional, Alexander Gusev, afirmou através do seu canal no Telegram que a circulação de vários comboios foi interrompida devido aos danos na linha ferroviária.
CNN Portugal/ Agência Lusa - O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, prometeu à Rússia "apoio incondicional" na guerra contra a Ucrânia, que dura há mais de três anos, avançou a imprensa estatal norte-coreana.
Observador - Os ministros da Defesa dos países da NATO reúnem-se hoje em Bruxelas numa cimeira que deverá ficar marcada pela aprovação de novas metas para a aquisição e produção de armas e equipamento militar, as chamadas “metas de capacidade” da aliança atlântica.
Tudo me leva a acreditar que vai ser mesmo assim... e vai ser duro
Carlos Miguel Sousa - O Trump é um cobarde.
Luis Barata - Carlos Miguel Sousa Trump tem bons conselheiros. Not the time...
Carlos Miguel Sousa - Luis Barata Não são os americanos que estão a morrer.
Luis Barata - Carlos Miguel Sousa mas acha que deveriam ser?... Diplomacia também é isto.
Antonio Bernardo - Duas boas peças...
Albertino Amaral - Fetiches de meninos ricos.........
Jorge Saraiva - Isto é só para expor, como quem não quer a coisa, há quem lhe chame mensagem subliminar, a expressão "ataques terroristas ucranianos". Há quem diga que o que aconteceu foi um desastre e uma vergonha para toda a Rússia.
É o Fundo Monetário Internacional que o diz... mas deve ter feito mal as contas, pois segundo diz a comunicação social do "Ocidente alargado" a Rússia está falida
Jorge Saraiva - O que é que o crescimento do PIB num ano tem a ver com um Estado estar ou não "falido"?!
David Ribeiro - Claro que não é só isto, Jorge Saraiva, mas também o PIB-PPP nos diz que a Rússia tem cerca de 1/6 do PIB da China, pouco menos de 1/4 do PIB dos EUA, e menos de 1/2 do PIB da Índia. Ou seja, está em 4º lugar no ranking. E sob a maior vaga de sanções que se conhece.
Jorge Saraiva - David Ribeiro , fala de quê? Que ranking?
David Ribeiro - Fundo Monetário Internacional de 2025 + Banco Mundial e The World FactBook de 2023.
Luis Barata - David Ribeiro está ufano com a performance da rússia ou cheio de pena deles?!
David Ribeiro - Luis Barata, como já lhe disse estou espantado com a propaganda do chamado "Ocidente alargado".
Luis Barata - David Ribeiro não está, mas já se nota diferença... Talvez pelo bloqueio. Ou não!? E que os efeitos nunca são imediatos a nao ser que fossem totais, radicais. Como deveriam ser. Assim dá-se tempo a fornecedores e clientes de se prepararem para os impactos.
Jorge Saraiva - David Ribeiro continua a não ter nada a ver com falências, juntando-lhe PPP's ou não. Já agora, a UE está agregada, mas sabe que há vários países da UE, individualmente, com PIB superior à Rússia? O mesmo para 3 ou 4 estados dos EUA...
Rafael Campos Pereira - Que grande confusão que aí vai! O que tem a ver o crescimento do PIB com o endividamento? E a propósito: com mais do dobro da população, o PIB da Rússia é inferior ao da Península Ibérica.
David Ribeiro - E o Rafael Campos Pereira também considera que a Rússia está falida?
Rafael Campos Pereira - David Ribeiro considero que tem uma economia débil e muito pouco sofisticada (com um PIB per capita significativamente inferior ao português ou ao da Estónia), que assenta apenas em recursos naturais. É um gigante militar (que ainda assim se vê à nora com os ucranianos) e um anão económico.
Joao Luis Gama - David Ribeiro, um país, quando está "falido" (não estou a dizer que seja o caso), normalmente, faz guerra aos outros...
Luis Barata - Falidos estamos nós, que nem aparecemos! Essa é que é essa!
Joao Luis Gama - Luis Barata, depende dos "critérios" (de desenvolvimento e bem estar social que, aliás, são mais relevantes do que os de riqueza "estática")! Em boa parte deles estamos à frente ou, mesmo, muito à frente da Rússia... Portugal é (ainda...), efetivamente, um dos melhores países do mundo para se viver, com recursos descomunais em termos relativos, em quantidade e principalmente em qualidade, grande variedade e valor, e ainda tem relativamente mais dos recursos que mais necessários irão ser no futuro e... Mesmo não sendo já uma potência colonial, tem hoje em dia um território soberado associado a uma gigantesca ZEE que o coloca em segundo lugar entre todos os países da UE (só atrás da França, esta à custa dos territórios de 'autre mer'.) Nao é coisa insignificante, não; se não queremos usar o potencial que temos ou gerimos mal essa panóplia de recursos, isso já é outro problema...
Luis Barata - Joao Luis Gama falta tudo o que em 50 anos desfizeram e querem desfazer com a meta de 2030! Produção! Industria! Agricultura, pecuária, metalúrgia e metalomecânica, pescas, turismo, tudo catanado. Sobreviveremos, mal, somos pobres, mas sempre trabalhamos muito.
Joaquim Figueiredo - E Portugal? A Rússia tem um crescimento interno por efeito da indústria de guerra... apesar dos bloqueios continua a vender, provavelmente a valores mais baixos e ter uma dívida pública monumental
Jorge Veiga - Joaquim Figueiredo ia a erguntar o mesmo. Portugal nem consta. Rússia em 1º lugar? Com economia de guerra? Só a brincar aos números...
Zé Carlos - A economia de guerra ajudou ao crescimento da Rússia tal como ajudou os EUA na XX Guerra Mundial. Dito isto vive-se hoje melhor nas grandes cidades russas que na maioria das cidades ocidentais. Basta entrar na secção de bebidas dos supermercados Auchan locais e constatar
Raul Vaz Osorio - David, que tal ler um livrito que tenha como tema "Economia e Finanças 101"? Ou... espere, você até sabe que o post acima não faz qualquer sentido... finge é que não sabe
Isto é na Alemanha... E por cá?... Durante a campanha eleitoral pouco ou nada se falou deste importante assunto.
Albertino Amaral - Durante a Campanha Eleitoral, a "defesa" dos candidatos é outra. Convenhamos.....
Isto não nos relatam os "Rogeiro, Milhazes & C.ª Lda". Uma autentica pouca vergonha a tendenciosa comunicação social do chamado "Ocidente alargado".
"Brutal ataque russo [madrugada de sábado 24mai2025] às grandes cidades ucranianas, no qual foram visados e destruídos alvos militares de grande relevo, nomeadamente a fábrica Antonov, a maior instalação industrial do país, assim como o Centro de Reconhecimento Radiotécnico, responsável pela coordenação dos ataques de drones à Rússia. A cidade foi sacudida durante toda a noite por fortes explosões. Igualmente afundado em Odessa um grande cargueiro contendo 100 contentores com munições e drones fornecidos pela NATO, explosão que foi vista e ouvida a dezenas de quilómetros. O Estado-Maior russo promete mais e afirma que o tempo das contemporizações acabou, pelo que quaisquer ousadias ucranianas contra civis russos merecerão o devido correctivo. Demonstração cabal do cuidado extremo posto pelos russos no planeamento e execução destas operações de envergadura, o facto de só terem sido noticiados 15 feridos entre a população civil. Espera-se novo ataque de proporções até agora inimagináveis."
João Fernandes - O porta voz dos russos continua activo
David Ribeiro - Mas há mais, João Fernandes: O jornal britânico The Telegraph afirma que "as Forças Armadas da Rússia começaram a aplicar na zona da operação militar especial uma tática de 'captura por estrangulamento triplo', que permite suprimir eficazmente as posições das tropas ucranianas". "Esta combinação força os soldados ucranianos a escolher entre manter suas posições – com o risco de incorrer em grandes perdas e esgotar recursos – ou manter sua mobilidade, o que aumenta sua vulnerabilidade aos ataques de drones e ataques individuais".
João Fernandes - David Ribeiro meu caro, não ponho em causa que a Rússia esteja a conquistar território ucraniano, assim como tenho a certeza que, a haver paz, será à custa da anexação desse mesmo território. O que me choca é a sua constante, diria quase diária, exaltação das "conquistas" russas. Mas, felizmente, vivemos num país livre e, como tal, cada um tem direito à sua opinião. Cumprimentos
David Ribeiro - Caríssimo João Fernandes, não exalto as "conquista" russas, mas chamo à atenção para as aldrabices que diariamente nos contam sobre este trágico conflito.
João Fernandes - David Ribeiro, e quem conta "aldrabices"? É como pode garantir que aquilo que conta não é também "aldrabice"?
David Ribeiro - João Fernandes, é uma questão de ler e ouvir os dois lados da barricada e depois fazer uma análise.
João Fernandes - David Ribeiro, os dois lados? ![]()
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Joaquim Figueiredo - Uma desgraça... como está a acontecer em Gaza
David Ribeiro - Pois é, Joaquim Figueiredo. Mas de Gaza todos falam, e muito bem, mas da Ucrânia continuam a contar-nos histórias da carochinha.
Adao Fernando Batista Bastos - O David Ribeiro parece ter algum gosto em partilhar os " êxitos" relatados pelos russos. Estranho é que nunca levante dúvidas sobre a veracidade dessas noticias enquanto á outras noticias apelida de aldrabices. Tenho também muitas dúvidas sobre a Ucrânia e seus governantes e entendo que sem cedências negiciadas de territórios onde as populações ja escolheram o lado russo esta guerra não terminará.
Joao Luis Gama - É a anunciada "paz"...
Vasco Jorge - Seria bom documentarem as conquistas russas com imagens elucidativas …
David Ribeiro - Vasco Jorge, quanto a "imagens elucidativas" já vi tantas, quer do lado ucraniano quer do lado russo, que só para as guardar tinha que adquirir um novo disco duro.
Só um exemplo referente ao que está por lá a acontecer.
No jornal ucraniano Ukrainska Pravda de ontem lê-se: "...o inimigo conseguiu afirmar-se na região de Sumy ao longo da seção Veselovka-Zhuravka-Novenke-Basovka; esse território agora está marcado no mapa como ocupado, e não como uma zona cinzenta". Alguém ouviu falar disto na comunicação social da Europa Ocidental?
Vale Dos Princípes - São sempre assim amigo Então não viu agora com o chega … Eles nunca falam de tudo
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Raul Vaz Osorio - David, você é pago? Ou é só teimoso? ![]()
Joaquim Pinto da Silva - A sua equidistância é notável, e tem-se aperfeiçoado.
Nesta madrugada de domingo 25mai2025
Zelensky teima em manter a guerra até ao último ucraniano, enquanto em Moscovo quatro aeroportos da cidade, incluindo o principal, foram temporariamente encerrados, não havendo registo de vítimas.
João Fernandes - Começa cedo a narrativa pro russa ![]()
Ukrainska Pravda de hoje
Treze regiões ucranianas foram atacadas pelas forças russas: cidade de Kiev, oblast de Kiev e oblasts de Zhytomyr, Khmelnytskyi, Ternopil, Dnipropetrovsk, Mykolaiv, Odesa, Kharkiv, Chernihiv, Cherkasy, Sumy e Poltava.
Gloria Gonçalves - Que estranho, parece financiado depor Putin. Conversa horrenda.
Michael Seufert - Engraçado que quem anda a matar civis ucranianos é o russo mas a culpa parece ser do ucraniano. ![]()
Joao Luis Gama - Os homens querem a guerra, infelizmente, todos (ou quase todos) eles mas, recordo, a Ucrânia enquanto estado soberano foi invadida no seu território e, nos termos do direito internacional, tem o direito de se defender!! Claro que seria possivel sempre um acordo de todas as partes, direta e indiretamente, envolvidas o desejassem efetivamente... Neste mundo, mais cedo ou mais tarde, o Homem acabará por ter aquilo aue merece, não havia necessidade de antecipar o inferno, mas se assim o querem... ![]()
Raul Vaz Osorio - Sim, ele devia ser um bom menino e por-se na posição de exame à próstata para gaudio do Dr. Putin.
Jorge Saraiva - Pisque três vezes os olhos se lhe capturaram a conta do Facebook.

Putin disse que queria "negociações de paz diretas com a Ucrânia a 15 de maio em Istambul". Zelensky queixou-se que a Rússia não respondeu ao pedido para um encontro direto, mas diz que falou com Erdogan sobre os detalhes para estas negociações com a Rússia na Turquia e quer que Trump esteja presente nas conversações de paz.
Correio da Manhã de terça-feira 13mai2025
Foi notícia na CNN Portugal de 3.ª feira 13mai2025, que de acordo com o enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, os principais tópicos das possíveis negociações entre Moscovo e Kiev serão a questão dos territórios, o estado da Central Nuclear de Zaporizhzhya, o uso do Dnieper pela Ucrânia e o seu acesso ao Mar Negro. Witkoff afirmou ainda que a questão da central nuclear "é crucial" para as discussões devido à quantidade de eletricidade que pode produzir. O acordo terá sido discutido "não apenas com Moscovo e Kiev", mas também com conselheiros de segurança nacional do Reino Unido, França, Alemanha e Itália. "Não haverá acordo sem a aprovação do presidente Putin", concluiu.
Rui Lima - Óbviamente que não vai .....
Jose Antonio M Macedo - Penso que o mais certo será não ir.
Está cá a parecer-me que Zelensky náo vai a Istambul para as negociações entre Moscovo e Kiev. Acabei de ler no 'Ukrainska Pravda' de 3.ª feira 13mai2025, que o Presidente da Ucrânia "disse que tem uma reunião agendada com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan em Ancara na quinta-feira, mas se o chefe do Kremlin concordar em voar para Istambul, então ele e Erdogan voarão até ele". Ao mesmo tempo, o Kremlin declarou que o lado russo continua os preparativos para as negociações em Istambul em 15 de maio e não fornecerá outros comentários.
Jose Luis Soares Moreira - Segurança acima de tudo.
Mário Paiva - Já dei a volta por tudo quanto é página sobre este assunto e não percebi onde terá Zelensky lido ou ouvido que Putin iria a Istambul...
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, reuniu-se ontem [4.ª feira 14mai] com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, na cidade costeira de Antália, no sul da Turquia. O momento foi assinalado por Sybiha no X: "Reuni-me com o secretário Rubio e com Lindsey Graham em Antália para partilhar a visão do Presidente Zelensky sobre os novos esforços de paz e coordenar posições durante esta semana crítica. Debatemos em pormenor a lógica das novas medidas e partilhámos as nossas abordagens", escreveu o ministro ucraniano.
Vamos ver o que acontece hoje.
Era expectável
Segundo informação divulgada pela presidência russa, a delegação à reunião, prevista para esta quinta-feira em Istambul, será liderada pelo conselheiro presidencial Vladimir Medinsky, pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Mikhail Galuzin e pelo vice-ministro da Defesa Alexander Fomin, que participaram nas últimas conversações realizadas entre as duas partes em 2022, nas semanas que se seguiram à invasão total do país vizinho por Moscovo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse, esta quinta-feira, que "espera que a Rússia e a Ucrânia façam alguma coisa". Trump admitiu que a guerra a Leste "tem de acabar" e que, se "fosse apropriado" iria às conversações entre a Rússia e a Ucrânia na Turquia esta sexta-feira.
Mario Pinheiro - Bem me pareceu que o anúncio de Putin não era para levar a sério.
David Ribeiro - Mario Pinheiro, nunca alguém do Kremlin ou mesmo Putin na sua famosa declaração sobre uma reunião parra tentiva de paz, afirmaram que o presidente da Rússia iria às conversações de Istambul.
Mario Pinheiro - David Ribeiro, sugeriu-se
David Ribeiro - Mario Pinheiro, quem "sugeriu" foram os de Kiev mais os seus aliados.
Rui Lima - Esta reunião sem a presença dos EUA, da União Europeia e Reino Unido não vai servir rigorosamente para nada.
A Ucrânia vai enviar uma delegação a Istambul, liderada pelo ministro da Defesa Rustem Umerov, para participar nas conversações com a Rússia. A notícia foi dada pelo presidente ucraniano em conferência de imprensa depois da reunião com o seu homólogo turco.
Raul Vaz Osorio - Como se pode ver, o David estava coberto de razão, o Putin mostra um verdadeiro desejo de paz ![]()
Quem é que está a dar ordens para a Paz ![]()

Chegou o dia 15 de maio. Vladimir Putin não foi a Istambul. Os russos enviaram uma delegação liderada por um alto responsável do Kremlin e a conversa sobre um cessar-fogo direto praticamente evaporou-se. O presidente Trump disse que nunca acreditou que Putin viesse. “Porque é que ele iria se eu não vou?” perguntou Trump.
Sexta-feira 16mai2025 - Palácio Dolmabahce em Istambul
A primeira reunião do dia será entre a Turquia, os EUA e a Ucrânia, de acordo com o ministério das Relações Exteriores da Turquia. A Rússia e a Ucrânia vão realizar conversações diretas mais tarde, com a presença de representantes turcos. A primeira reunião está marcada para as 8h45h (no horário de Lisboa) e a segunda para as 10h30.

A delegação que representou o Kremlin nas conversações de Istambul confirmou que Kiev e Moscovo acordaram uma nova troca de prisioneiros de 2 mil detidos. Os representantes de Moscovo dizem que Kiev pediu um encontro entre os líderes dos dois países. A delegação russa diz-se satisfeita com o resultado das conversações de Istambul e que Moscovo vai continuar aberto para o diálogo.
Acordo sobre minerais esbarra em “obstáculo de última hora". Os EUA e a Ucrânia depararam-se com alguns “obstáculos de última hora” quando estavam prestes a assinar um acordo sobre minerais. Conforme avança o Financial Times, uma disputa sobre o que tinha sido acordado numa maratona de negociações durante a noite terá lançado agora dúvidas sobre a finalização do acordo. Os problemas terão surgido quando a vice-primeira-ministra ucraniana foi informada, a caminho de Washington, DC, pela equipa do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que deveria “estar pronta para assinar todos os acordos ou voltar para casa”.
“Graças aos esforços incansáveis do Presidente Trump para garantir uma paz duradoura, tenho o prazer de anunciar a assinatura do histórico acordo de parceria económica entre os Estados Unidos e a Ucrânia, que estabelece o Fundo de Investimento para a Reconstrução Estados Unidos-Ucrânia”, disse o Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. (...) Tanto os Estados Unidos quanto o Governo da Ucrânia estão ansiosos para operacionalizar rapidamente essa parceria económica histórica para os povos ucraniano e americano.
O que diz o Ukrainska Pravda sobre este acordo
Um acordo entre os governos dos EUA e da Ucrânia para a criação do Fundo de Investimento para a Reconstrução EUA-Ucrânia abrange 57 minerais. Também menciona a assistência militar dos EUA à Ucrânia, embora várias questões permaneçam sem especificação no documento.
Rui Lima - E qual será a resposta russa a este acordo? A invasão vai parar?
David Ribeiro - Rui Lima, essa será a pergunta para um milhão de dólares.
Rui Lima - David Ribeiro Ou mais ......![]()
Comentários...

...mas Zelensky, na sua iliteracia política, vai levar o povo ucraniano à desgraça

A expressão “Não deitar o bebé fora com a água do banho” é usada para dizer que se deve evitar descartar algo importante ou essencial ao mesmo tempo que se desfaz de algo indesejável.
Negociações em Londres para cessar-fogo na Ucrânia
As conversações entre os EUA, a Ucrânia e os altos funcionários europeus para discutir o fim da invasão da Rússia deveriam ter tido lugar em Londres na passada quarta-feira [23abr2025}, no entanto, a reunião foi reduzida a um nível inferior quando o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, cancelou a sua participação no último momento. Em vez disso, Washington enviou o tenente-general aposentado Keith Kellogg, enviado norte-americano para a Ucrânia e Rússia, que tem estado ausente de algumas das fases mais importantes das negociações desde que a nova administração dos EUA tomou posse. A Ucrânia esteve representada em Londres pelo chefe do Gabinete Presidencial, Andriy Yermak, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha, e pelo ministro da Defesa, Rustem Umerov, que se encontraram reunidos com conselheiros europeus de segurança nacional e altos funcionários norte-americanos.
Madrugada de quinta-feira 24abr2025
Foi assim... mais um golpe mortal na obstinação franco-britânica e da NATO em prolongar indefinidamente a guerra há muito perdida.
Raul Vaz Osorio - Você definitivamente, venera os Putins e Trumps desta vida. Que desilusão, que completa ausência de valores, que vil subserviência
David Ribeiro - Raul Vaz Osorio, eu já dou de barato os seus habituais insultos tipo "venera os Putins e Trumps desta vida". Mas estou seriamente a pensar deixar de responder aos seus insultuosos comentários.
Antonio Regedor - David Ribeiro Não é apenas estar perdida. É uma guerra ofensiva que visava colocar bases de misseis ainda mais perto de Moscovo. e Moscovo defende-se. É uma guerra perigosa porque mexe com o sistema de defesa nuclear que destrói toda a vaida na terra tal como a conhecemos. E Moscovo evita esse desastre. É uma guerra traiçoeira porque os EUA querem destruir Moscovo e usam um povo que se deixou arrastar por uma horda de nazis. E Moscovo defende-se.
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro você consegue ouvir-se? Parece o Lavrov, homem. "Em vez de fazer eco da voz do seu dono, devia informar-se" - não é isso que o David faz, ultimamente? Repete todas as patranhas da propaganda russa de forma acrítica. Essa forma de colocar a questão até me parece muito moderada e não, não tenho qualquer intenção de o insultar, só de o acordar.
Eduardo Santos - Raul tem de começar a fazer yoga.
Xavier Cortez - David Ribeiro mas o objetivo não era (re)conquistar a Ucrânia, tirar de lá Zelensky e instaurar um regime pró Russo? No final vão ficar com os territórios fronteiriços e a Crimeia. Mas a Ucrânia vai ficar com acesso ao Mar Negro, manter o resto do território (a maioria), vão manter forças armadas e uma indústria militar, vão poder aderir à UE, vão ter eleições livres e democráticas... Isto não justifica, só por si, a resistência que foi feita? É que só agora é que a Rússia parece disposta a ceder objetivos. E para isso teve de envolver o Irão, e a Coreia do Norte.
David Ribeiro - Xavier Cortez, é muito provável que o Kremlin tivesse como propósito "(re)conquistar a Ucrânia, tirar de lá Zelensky e instaurar um regime pró Russo" embora Putin sempre tivesse dito que era uma “operação militar especial” de apoio às regiões russófonas da Ucrânia. Mas três anos depois o que se verifica é uma situação delicada para as forças ucranianas e uma grande indefinição e impasse nas negociações sobre o fim da guerra, com duas propostas: uma preparada pelos EUA e outra pela Europa e pela Ucrânia. Há divergências sobre território, sanções e garantias de segurança. Veremos o que irá acontecer nesta próxima semana, com o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, a afirmar neste domingo, 27abr2025: “Penso que esta vai ser uma semana crucial. Esta semana vai ser uma semana muito importante em que teremos de decidir se este é um empreendimento em que queremos continuar envolvidos ou se é altura de nos concentrarmos noutras questões que são igualmente, se não mais, importantes”.
Maria Gabriela Rafael - David Ribeiro entao um país invade outro uma "operação especial" e o mundo fecha os olhos? Para quem passa a vida a defender os valores de Abril parece-me estranho agira defender que o mundo abandone a Ucrania a sua sorte. Um pais independente e soberano tem toda a legitimidade de escolher se quer pertencer à NATO ou não? Só por ser vizinho da Rússia perde esse direito? Como é possivel dizer que "está na altura de nos concentrarmos em questão mais importantes "? Estranha noção de liberdade e democracia: não é nada connosco, deixa correr.
David Ribeiro - Maria Gabriela Rafael, por mais que nos custe e para desgraça do povo ucraniano, esta guerra está perdida e é hora de "vão-se os anéis e ficam os dedos".
Texto do "plano de paz" de Trump divulgado pela Reuters e publicado pelo Ukrainska Pravda
Os Estados Unidos apresentaram às autoridades europeias um rascunho de acordo para acabar com a guerra da Rússia na Ucrânia. O documento contém termos claros, que seriam a "oferta final" de Washington para ambos os lados. De acordo com o texto, os Estados Unidos propõem um cessar-fogo permanente entre a Rússia e a Ucrânia com o início imediato das negociações sobre a implementação técnica deste. A Ucrânia receberá garantias de segurança, bem como o direito de ingressar na União Europeia, mas não na NATO. Uma parte importante do acordo é o reconhecimento "de jure" pelos Estados Unidos do controle russo sobre a Crimeia, bem como "de facto" da região de Luhansk (no documento é chamada de "Luhansk") e partes das regiões de Zaporizhia, Donetsk e Kherson. De acordo com o plano dos EUA, a Ucrânia retomará o controle sobre as partes ocupadas da região de Kharkiv, bem como sobre a central nuclear de Zaporizhia e a barragem de Kakhovka. Além disso, a Ucrânia ganha controle sobre o Kinburn Spit e acesso irrestrito ao Dnieper. Na frente econômica, segundo o plano apresentado por Whitkoff, os Estados Unidos e a Ucrânia firmariam um acordo de cooperação económica, bem como a retomada da assistência financeira para a restauração total da Ucrânia. Além disso, as sanções contra a Rússia, impostas após o início da guerra em 2014, devem ser suspensas. Ele também observa separadamente "cooperação económica entre os Estados Unidos e a Rússia nos setores energético e outros setores industriais".
Pedro Aroso - O Trump é um cretino.
Mário Paiva - Pedro Aroso, acho que este é multipolar e tem o dom da ubiquidade... é p'rái uns 5 ou 6 cretinos...
Adao Fernando Batista Bastos - Como é que alguem pode acreditar neste parvalhão com cara de artasado mental, Trump(a)? Um vendido às negociatas do seu proprio interesse e de meia dúzia de chacais como ele...
Raul Vaz Osorio - Um belo acordo para Putin, para os EUA e em particular para os interesses imobiliários de Trump. Mas uma merda de acordo para uma Ucrânia que até retirou da região de Kursk em troca de uma garantia de Trump de que apenas a Crimeia ficaria em mãos russas. Mas, acima de tudo, um acordo que apenas garante nova guerra a médio prazo.
Hipólito Ponce De Leão - Putin e putinistas ... de acordo!!! Mas saudosos da URSS deliciados com uma América ...fascistas!! Não percebo esta publicação.... a favor, contra ou assim assim .. viva Stalin!
Odete Patrício - Hipólito Ponce De Leão é um relato factual. Não é um artigo de opinião. Cada um, tira as conclusões que entender.
Hipólito Ponce De Leão - Odete Patrício factos ...!!! ???
Encontro aquando das exéquias do Papa Francisco
Atendendo ao local onde isto aconteceu, pergunto: Qual dos dois se confessava... e quem era o confessor?
Jorge Veiga - algum tinha profissão de fé?
Castro Ferreira Padrão - Duas pessoas em autêntico PECADO.
O que disseram comentadores portugueses sobre este encontro
Tiago André Lopes - Com apenas 15 minutos, "não é possível" que o encontro entre os dois presidentes "tenha corrido bem ou mal."
Major-general Agostinho Costa - "Não sei se um encontro de 15 minutos sentado numa cadeira no meio do Vaticano é tão significativo quanto alguns apresentam."
Tenente-general Marco Serronha - "Uma terceira guerra no Leste da Europa vai de certeza dar origem a uma guerra de contornos internacionais muito mais graves."
Major-general Isidro de Morais Pereira - "O encontro entre Trump e Zelensky foi apenas simbólico?"
Diana Soller - Na guerra da Ucrânia "há um lado russo-americano, coisa que nunca pensei dizer na vida."
José Azeredo Lopes - Após o encontro entre Trump e Zelensky, a Ucrânia "borrou a pintura" e perdeu-se a "magia" do momento.
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David Ribeiro - Da comunicação social: Zelensky está pronto para desistir da Crimeia em "semana crucial", diz Trump. Mas já há notícias dizendo que dirigentes ucranianos neonazis não permitem que Zelensky aceite desistir da Crimeia, ameaçando marchar sobre Kiev.
Mario Pinheiro - Curioso que os neonaziz sejam empre citados para pressionar decisões!
David Ribeiro - Mario Pinheiro, as notícias de hoje não são nada animadoras... os neonazis preparam-se para depor Zelensky e os seus mais próximos. O chefe da Administração Militar da Cidade de Kiev, Timur Tkachenko, anunciou que estava convocando urgentemente o Conselho de Defesa de Kiev. Foi declarado que o assunto da reunião era o algoritmo de ações após o Serviço Estadual de Emergência eliminar as consequências dos acontecimentos. O chefe da KGVA observou que a reunião do Conselho de Defesa "será realizada sem demora, apesar do facto de o colíder Vitaliy Klitschko não estar na Ucrânia."
Raul Vaz Osorio - Há muitos neonazis por aí, principalmente em cabeças neonazis
Major-General Isidro de Morais Pereira na CNN
Vão longe com este "franco desenvolvimento". Fiem-se na Virgem e não corram.
NBC News - domingo 27abr2025
Em entrevista à NBC News o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou sobre os esforços dos EUA para terminar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia: “Penso que esta vai ser uma semana crucial. Esta semana vai ser uma semana muito importante em que teremos de decidir se este é um empreendimento em que queremos continuar envolvidos ou se é altura de nos concentrarmos noutras questões que são igualmente, se não mais, importantes”. Admitiu também que o presidente americano, Donald Trump, não está com pressa para "apertar as sanções contra a Rússia", por acordar que os esforços diplomáticos ainda não estão esgotados.
Joaquim Figueiredo - Depende do lado de que vier o vento...
Mário Paiva - Joaquim Figueiredo, é, o 47o tende a actuar em função do lado p'ra que o vento o despenteia...
Castro Ferreira Padrão - Como se costuma dizer, há alguém a enrolar... e, sofrimento vai continuando.
Rui Lima - Podia se concentrar no genocídio na Palestina e abandonar o assassino israelita. Eu sei que o petróleo é muito importante .....
O sofrimento de Jesus Cristo por Artur Bual (1926-1999)
A palavra "páscoa" provém do latim pascha,ae, um decalque do grego Πάσχα (transl. paskha), e este (através do aramaico pascha) também decalque do hebraico פֶּסַח (Pesach ou Pesaḥ), termo que designa a Páscoa judaica. Com o advento do cristianismo, a Páscoa adquiriu um novo significado, indicando a passagem da morte à vida por Jesus e a passagem a uma vida nova para os cristãos, libertados do pecado, graças ao sacrifício de Jesus. Por isso, a Páscoa cristã é dita Páscoa da ressurreição, enquanto a Páscoa judaica é a Páscoa da libertação.
"Guiado por considerações humanitárias", o Kremlin declarou uma pausa em "todas as operações militares" na Ucrânia a partir das 18h deste sábado
Jorge Veiga - hehehe humanitárias?
Jose Antonio M Macedo - Jorge Veiga Propaganda russa.
Jorge Veiga - Jose Antonio M Macedo alma bondosa. Vai direto ao paraíso, que passados uns anos passa a Inferno...
Jose Riobom - Vais acabar nomeado representante de Putin na cidade do Porto e terás como missão tirar o Bovista da 2.a Divisão e uma bateria de mísseis para derrubar o Dragão....
Ukrainska Pravda às 17h50 de 19abr2025
O 'Ukrainska Pravda' acaba de dizer que o presidente Volodymyr Zelensky classificou o ataque com drones russos como ocorrido depois das 17h. no sábado, evidências da verdadeira atitude do líder russo Vladimir Putin em relação à Páscoa e à vida das pessoas. "Em relação à mais recente tentativa de Putin de brincar com a vida das pessoas, um alerta de ataque aéreo está se espalhando pela Ucrânia. Às 17h15, drones de ataque russos foram detectados em nossos céus."
O que dizem os comentadores... na CNN
O que dizem os nossos profetas da desgraça...

A NATO foi a resposta ocidental ao desastre da Conferência de Ialta (na Crimeia russa...), estavam os Aliados encaminhados para derrotar o III Reich. Perante um Roosevelt em estado de saúde terminal e um Churchill mal preparado, Estaline viu reconhecido o direito de abocanhar todos os territórios que, na sua contra-ofensiva até Berlim, a URSS conquistasse à Alemanha nazi. Assim nasceu aquilo a que depois um despeitado Churchill chamaria a “Cortina de Ferro” — consumada com o bloqueio de Berlim pelos russos em 1948 e a tomada de poder comunista na Checoslováquia no ano seguinte. Para responder a essa ameaça soviética na Europa, a NATO nasceria, assim, em 4 de Abril de 1949, através do Tratado de Washington, uma aliança militar mútua de autodefesa tendo como princípio fundamental o do artigo 5º do Tratado, segundo o qual o ataque a um dos seus membros era um ataque a todos, obrigando à mobilização de todos. O seu raio de abrangência ficou definido a norte do Trópico de Câncer — Europa e América do Norte. Nas palavras do seu primeiro secretário-geral, lord Ismay, o grande objectivo da NATO era “manter a Rússia fora, os Estados Unidos dentro e a Alemanha sob controle”, mas quando a URSS viu recusada a sua entrada e viu a Alemanha Federal ser admitida, respondeu criando o Pacto de Varsóvia, em 1955, reunindo militarmente todos os países sob o seu domínio.
Os dois blocos viveriam desde então 36 anos sem se confrontarem directamente, cumprindo o objectivo estratégico da NATO: dissuasão e distensão (détente). Até que, em 1991, Gorbatchov, vencido e convencido, poria fim à URSS e ao Pacto de Varsóvia. Com o fim de ambas as ameaças ao Ocidente, discutiu-se na altura se faria sentido a manutenção da NATO ou, em alternativa, se não se deveria convidar a Rússia para a integrar. Ambas as hipóteses foram rejeitadas, mas, em contrapartida, o secretário de Estado americano James Baker prometeu aos russos que a NATO não cresceria “nem uma polegada para oriente”, visto que em Moscovo já não havia um inimigo, mas um parceiro estratégico. Sabe-se o que se seguiu: a NATO nunca mais parou de crescer para oriente, em direcção às fronteiras russas, arrolando no seu seio 14 ex-países membros do Pacto de Varsóvia, mais os historicamente neutrais Suécia e Finlândia, e louvando-se, neste caso, por ter acrescentado mais 1200 km de fronteira com a Rússia. Mas faltava-lhe a Ucrânia, no Sul da Rússia, e a Geórgia, nas suas costas.
Conhecem a minha tese: Putin não quer restaurar o controle sobre o espaço da antiga URSS ou do Pacto de Varsóvia, ao contrário do que nos dizem e do que o PCP imagina e aspira, mas sim o da antiga Rússia Imperial, no que ele considera ser a “mãe Rússia” — a Rússia dos czares e não a dos sovietes. E a NATO quer cercar a Rússia por todos os lados, isolando-a e desgastando-a militar e economicamente. A guerra da Ucrânia resultou do confronto entre estas duas aventuras, quando o Ocidente incentivou a Geórgia e a Ucrânia a aderirem à NATO. A invasão da Ucrânia pela Rússia foi um acto ilegal e intolerável na sua violência, que trouxe a destruição e morte a um país soberano. Mas, podendo evitá-la, o Ocidente preferiu antes provocá-la, tirando vantagens estratégicas da invasão russa com objectivos bem definidos e também à custa dos ucranianos. Mas isto são histórias passadas e opiniões pessoais. O que agora me interessa é o papel de Portugal na NATO à luz dos últimos desenvolvimentos. Portugal foi um dos 12 países fundadores da NATO, que actualmente conta já com 32. E, voltando a lord Ismay, a Rússia (já não a URSS) continua de fora, os Estados Unidos dentro ou fora, conforme o seu interesse, e a Alemanha vai rearmar-se a sério com o apoio de todos os parceiros. É outra NATO e é a esta luz que eu levanto as minhas dúvidas sobre o interesse de Portugal em continuar a fazer parte dela. Pelas seguintes razões:
— Não é do interesse da Europa. Marco Rubio veio dizer aos parceiros europeus que há uma “histeria” sobre as intenções de Trump acerca da NATO: afinal ele não quererá abandonar a Europa. Mas um documento do Pentágono conhecido na semana passada diz que os EUA devem concentrar-se no plano único de acorrer a Taiwan em caso de invasão chinesa e, para tal, a defesa da Europa face à Rússia deve ser tarefa essencial dos europeus, para deixarem que os EUA se foquem na região do Indo-Pacífico. Se assim é, a Europa deve avançar para uma estrutura de defesa própria, que poderá ou não contar com os americanos, mas que deverá deixar de ter o comando militar americano e de estar politicamente sob a alçada da NATO. Os EUA só querem o rearmamento da Europa e a manutenção da NATO para que, integrada nesta, a Europa esteja pronta para os seguir na Ásia-Pacífico.
— A Europa não tem dinheiro. A presidente da Comissão Europeia, Von der Leyen, do nada propôs um plano de “rearmamento” europeu no valor de €800 mil milhões para fazer face à invocada ameaça russa de invasão da Europa. Mas, com excepção do número de ogivas nucleares, a Europa, no seu conjunto e com o Reino Unido, já dispõe de superioridade sobre a Rússia em tudo: homens, aviões, tanques, artilharia. Por outro lado, a súbita febre bélica europeia fez esquecer à srª Von der Leyen que tem pendente o Plano Draghi, por si encomendado, e que prevê os mesmos €800 mil milhões para restabelecer a competitividade europeia naquilo que é essencial: reindustrialização, descarbonização e digitalização da economia, desenvolvimento da investigação e ciência, combate ao empobrecimento demográfico e envelhecimento populacional e defesa do sistema social europeu. A duas despesas juntas não são sustentáveis, assim como os 5% do PIB em despesas com a defesa que os Estados Unidos exigem que os outros membros da NATO passem a gastar para os dispensarem da sua tarefa histórica de defenderem a Europa contra a Rússia. Investir na NATO nas condições determinadas pelos americanos é investir nos seus interesses, em prejuízo da construção de uma defesa europeia não dependente dos Estados Unidos.
— Será que a ameaça existe? Alguém lançou a ideia, outro e outros foram atrás, e tornou-se doutrina não contestável e, essa sim, uma histeria imparável nos areópagos europeus: a Rússia vai invadir-nos. Mas, por mais que nos assustem, até com o “kit de sobrevivência”, ainda não vi ninguém fornecer uma explicação com sentido sobre a vontade, as vantagens e a capacidade militar e económica da Rússia para invadir a Europa — ela que, segundo a inteligentsia ocidental, ao fim de três anos de guerra estará arruinada economicamente e terá já perdido 900 mil soldados em combate, sem conseguir tomar mais do que um quinto da Ucrânia. Os únicos que eu vi propor o upgrade da guerra da Ucrânia para uma guerra europeia foram Emmanuel Macron, ao defender o envio de soldados europeus para enfrentarem a Rússia na Ucrânia, depois secundado pelo cata-vento Keir Starmer.
— Portugal não tem interesse. Uma coisa era fazer parte da NATO quando existia uma ameaça real da URSS na fronteira alemã e em todos os mares, outra é integrá-la face a uma ameaça imaginada por parte da Rússia. Não nos cabe defender especificamente os vizinhos da Rússia, mas a Europa, como um todo, e na proporção da eventual ameaça que enfrentamos: se a Rússia viesse por aí adentro, quando cá chegasse ou a guerra já teria terminado ou já não existiria Europa. Não é, pois, exigível que todos os países europeus gastem a mesma percentagem do PIB em defesa, independentemente da suposta ou real ameaça a que estão expostos: se a ameaça viesse de Marrocos, nós estaríamos na linha da frente; vinda da Rússia, a linha da frente é a Finlândia, os países bálticos, a Polónia — se se sentem directamente ameaçados, cabe-lhes gastar mais. Além de que a posição portuguesa dentro de uma organização colectiva de defesa — europeia ou atlântica — tem de ser conciliável com o específico interesse nacional. E este é pôr à disposição colectiva, como fizemos sempre, o porta-aviões natural dos Açores e defender a nossa parte do Atlântico e as nossas águas territoriais. Para isso precisamos de corvetas, lanchas rápidas, porta-drones, navios-patrulha ou aviões de reconhecimento, e não de mais submarinos, tanques ou os já cobiçados F35 — além do mais, armadilhados pela Lockeed Martin a mando do Pentágono.
— Portugal não tem dinheiro. E depois não temos, nem de longe, o dinheiro que nos exigem, seja para a NATO, seja para o rearmamento europeu, seja para ambos os destinos. Para chegarmos aos 3% do PIB em defesa, vamos precisar de gastar mais €8600 milhões todos os anos; para atingir os 3,5% que exigem já, seriam mais €10 mil milhões, e para chegar aos 5% exigidos por Washington, seriam mais €14,2 mil milhões — um PRR e quase o orçamento anual do SNS. Mas, mesmo que entrássemos nesta loucura despesista, haveria que a seguir resolver um problema: ou se transformava a carreira militar numa carreira de ricos ou não teríamos voluntários para tantas armas. E creio que, neste caso, não seria possível importá-los dos PALOP ou do Bangladexe.
Fernando Peres - Que visão deturpada!!! Não foi a NATO que cresceu por sua vontade para leste, foram os Países do antigo bloco soviético que conscientes do que lhes poderia acontecer , como se está agora a ver na Ucrânia , quiseram integrar a NATO como defesa própria. Pelo artigo até parece que esses países de leste quase foram obrigados a entrar para a NATO. Com todo o devido respeito acho que o artigo deve ter sido escrito às duas da manhã..,,, não tem ponta por onde se lhe pegue!!!
António José Folhadela Melo - Um artigo sem nexo. “…quando a Rússia cá chegasse…” mas então íamos ficar à espera que eles cá chegassem? O Sr MST sabe o que são drones ? Mísseis ? Caças ? etc. Parece que ainda vive no tempo da 2.ª guerra mundia ou se calhar da 1.ª !
Altino Duarte - Basicamente de acordo com o artigo. A criação da NATO teve sentido em determinado contexto e deixou de o ter após a queda do regime comunista. Extinto o pacto de Varsóvia a acção da NATO passou a identificar-se com a política de um dos seus membros, os EU e é hoje caricata a imposição de um investimento impossível de ser concretizado pela maioria dos estados que a compõem, abrilhantada por uma também caricata personagem, o secretário geral do organismo, que passeia a sua figura e cuja legitimidade começa a ter uma importância ao níve de um pau mandado.
Fernando Peres - Altino Duarte a invasão da Ucrânia prova exactamente o contrário!
Altino Duarte - Fernando Peres A invasão da Ucrânia foi um acto de agressão por parte da Rússia. Mas o que é que prova?
Fernando Peres - Altino Duarte que todos os Países que saíram do pacto de Varsóvia tenham medo da Rússia e queiram aderir a uma organização que os defenda em caso de invasão. Que direito tem a Rússia de impedir que um estado soberano queira aderir a uma qualquer organização?
Altino Duarte - Fernando Peres À pergunta que faz a resposta só pode ser uma : a Rússia não tem o direito de impedir que um estado soberano pretenda aderir a uma qualquer organização. Mas, independentemente disso,convém colocar a questão ao contrário,isto é, o que a Rússia( ou Putin ) entendem quanto à preservação do seu território, e igualmente a sua própria defesa, concordemos ou não com o seu regime. A NATO, que era e continua a ser para si uma ameaça, tanto mais que não tem como opositora uma organização contrária ,expandiu-se de tal forma para as suas fronteiras que a Ucrânia passou a ser a ponta de lança do que consideram ser o maior perigo da sua independência. O ponto a que chegamos, um problema que não foi resolvido de forma diplomática quando poderia ter sido, transformou a chamada guerra fria numa efectiva confrontação que já causou milhares de mortos, feridos e deslocados . Será conveniente analisar o desenvolvimento do que se passou ao longo de pelo menos uma dezena de anos e que já muito boa gente tinha alertado para o que poderia vir a acontecer. As guerras , quando acontecem, são sempre a pior solução, independentemente das razões que os beligerantes entendam estar pelo seu lado.
Fernando Peres - Altino Duarte Putin pode pensar o que quiser, isso não lhe dá o direito de invadir um País soberano. Então também vai invadir a Finlândia e depois os Bálticos. A NATO nunca invadiu ninguém só contrato da Rússia. Em que é que a Ucrânia passou a ser o ponta de lança do maior perigo da independência da Rússia? A Ucrânia nem pertence á NATO!!!
Altino Duarte - Fernando Peres Como é evidente, a Rússia não vai invadir a Finlândia e os países bálticos todos agora pertencentes à NATO. A Ucrânia é, do ponto de vista de Putin, aquilo que denominei a "ponta de lança do maior perigo para a independência da Rússia", palavras minhas portanto, mas com as quais pretendo interpretar o que ele pensará a esse respeito. Pois, a Ucrânia não pertence à NATO, mas é isso mesmo que ele tentará evitar por todos os meios, inclusive a invasão que foi uma forma mais que violenta para a defesa do seu país. Seria bom que o meu amigo F.Peres entendesse que me limito a tentar interpretar estes factos sem as pretensões de estar inteiramente certo no que escrevo. Não, desculpe, não tem razão quando diz que a NATO não invadiu ninguém. Houve uma guerra na Europa, uma guerra que parece esquecida mas aconteceu no nosso tempo. Refiro-me à que aconteceu entre 1991e 2001,na ainda Jugoslávia e que acabou com desmembramento desse país e a formação de 6 estados independentes. Em 1999, de Março a Junho, a NATO procedeu ao bombardeamento aéreo que não poupou sequer a capital , Belgrado, de que resultaram importantes destruições e numerosas vítimas militares e civis. Lembro-me perfeitamente que a própria embaixada chinesa foi atingida e houve mortos e feridos entre os seus funcionários. E, curiosamente, o então presidente dos EU, Bill Clinton, após o que aconteceu, fez questão de pedir desculpa aos dirigentes máximos chineses alegando um bombardeamento acidental da citada embaixada. Como é que se compreende que seja o presidente americano a desculpar-se por um acção da NATO ?! E, já agora, convém recordar que o ataque dessa organização militar tenha sido realizada contra um estado independente e à revelia da ONU !
Fernando Peres - Altino Duarte primeiro a NATO não invadiu , foram ataques aéreos. Segundo foi á revelia do conselho de segurança da ONU ( teria o veto da Rússia) mas deu origem a uma força de interposição de paz com mandato da OnU penso que KFor em que Portugal participou. Terceiro a NATO não ficou com nenhuma parcela do território da Sérvia ou do Kosovo. Quarto a NATO não interferiu na escolha dos dirigentes de então, e futuros da Sérvia. Quinto houve uma intervenção por razões humanitárias ( já sei que vai dizer que são discutíveis) e para acabar com uma guerra que tinha levado a um êxodo de mais de 1 milhão de pessoas. Não estava em causa a defesa da independência de nenhum País da NATO, como agora interpreta o pensamento russo. Única e simplesmente acabar com o massacre do povo kosovar!!!
Altino Duarte - Fernando Peres 1º- A Rússia também denomina o ataque à Ucrânia como "operação militar especial" e por isso não são os conceitos aplicados que transmitem a realidade dos factos. A ex Jugoslávia , um estado soberano mesmo que em convulsões foi bombardeada e isso é uma agressão da qual resultaram mortos e feridos em número significativo, tanto militares como civis. A KFOR ( KOSOVO FORCE) é outra coisa e creio que ainda funciona como missão internacional de paz na região. Quando afirmou que a NATO nunca invadiu ninguém apenas quis referir os confrontos militares mais sérios que se verificaram após o fim da 2ª guerra mundial, em solo europeu.Decididamente, o comportamento da NATO excedeu, negativamente, tudo quanto se poderia esperar de acordo com os objectivos para que foi criada em 1949 e que resultou do Tratado do Atlântico Norte . Outras situações posteriores apenas confirmam o aproveitamento da referida organização em situações tanto fora do contexto geográfico cujo nome identifica quer a sua actuação nos conflitos em que participou.
Fernando Peres - Altino Duarte a Rússia pode denominar como quiser , foi uma invasão terrestre de um País soberano , com o intuito de anexar território e mudar o governo de Kiev democraticamente eleito. E está a confundir a guerra de ex Jugoslávia , com a Croácia e a Bósnia (essa sim no final dos anos 80 e início dos anos 90. O que se passava no Kosovo é que levou a uma intervenção da NATO (ataques aéreos não invasão) deveu se as atrocidades cometidas pela Sérvia ( Jugoslávia) na província do Kosovo (maioria muçulmana). E não houve mais nenhuma intervenção da NATO a não ser esta, mas foi no seguimento desta intervenção que a ONU criou e ainda hoje está em vigor a KFor para separação na província do Kosovo de cristãos ortodoxos dos muçulmanos. O que está a fazer é difundir a narrativa da Rússia que não tem “ ponta por onde se pegue “ .
Alberto Araújo Lima - Este artigo representa a ignorância suprema num pretenso intelectual. Se a Russia invadisse a Europa, Portugal poderia ser das melhores portas de entrada, aliás é dos Paises Europeus que tem mais equipamento militar Russo perto de fronteitas e provavelmente o que terá mais nas suas aguas territoriais. E esta nem é, obviamente, a principal razão para ORGULHOSAMENTE, pertencermos à NATO. Nome, caneta e palco não deviam chegar para fazer passar uma ideia.
Joaquim Figueiredo - Iríamos ser espanhóis...
Solução para a Paz na Ucrânia?... (in JN de 12abr2025)
Em entrevista ao jornal britânico "The Times", Kellogg propôs estabelecer no oeste da Ucrânia uma "força de segurança" liderada pelo Reino Unido e pela França e concentrar as tropas ucranianas a leste do rio Dnipro, servindo este como linha de separação entre as duas zonas. Os territórios ucranianos atualmente sob ocupação seriam controlados pelas forças russas. "Quase poderia fazer-se algo parecido com o que aconteceu a Berlim depois da Segunda Guerra Mundial, quando havia uma zona russa, uma zona francesa, uma zona britânica e uma zona americana", disse. Embora o Kremlin tenha rejeitado repetidamente a ideia de as tropas europeias monitorizarem um cessar-fogo na Ucrânia, Kellogg disse que uma força liderada pelo Reino Unido e pela França no oeste da Ucrânia "não seria nada provocatória" para a Rússia.
Luiz Paiva - SICNOTICIAS.PT - Rússia quererá dividir Ucrânia em três partes, alerta "secreta" ucraniana https://sicnoticias.pt/.../2024-11-23-russia-querera...
Mário Paiva - Luiz Paiva, o Times, o Sunday Times, o Kellog e a "secreta" ucrâniana são todos confiáveis, mesmo se dizem é desdizem contrariando-se uns aos outros... o que de maneira nenhuma podemos confiar é nos russos, mesmo nem que eventualmente se confirme que estejam certos... Consta que já a senhora das aparições em Fátima pedia para se rezar p'la Rússia...
As visitas mútuas de enviados e representantes da Rússia e dos EUA constituem um "canal muito bom e fiável" para comunicar posições entre si, disse o Kremlin este domingo [13abr2025]. Citado pelas agências russas e internacionais, o Kremlin adianta que as relações com os EUA estão "a avançar muito bem". A posição foi transmitida dois dias depois de o enviado especial da administração Trump, Steve Witkoff, se ter encontrado com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, em S. Petersburgo na sexta-feira [11abr2025].
Isto é que se chama trabalhar para a paz... não há dúvida
Jorge Veiga - ...e vão mandar canjinha de galinha???
Uma única morte da população civil de ambos os lados deste conflito no leste da Ucrânia, já seria grave e horrível... mas ouvir hoje a alta-representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiro, Kaja Kallas, afirmar que os ministros europeus devem exercer “a máxima pressão” sobre a Rússia para que esta ponha termo à guerra, uma vez que "são precisos dois para querer a paz”, pergunto-me: Sabendo eu qual a posição do Kremin sobre isto fico com a dúvida se os senhores de Kiev pretendem tentar um vitória, mesmo que seja até ao último ucraniano, ou se estarão completamente enganados quanto ao poder bélico da Rússia. É unânime entre os mais credenciados comentadores que “a Ucrânia está numa situação complicada” no teatro de operações.
Jose Antonio M Macedo - Mas a cedência à Rússia daria mais ânimo a esta para invadir outros países europeus.
Isabel Sousa Braga - Jose Antonio M Macedo e vocês a darem - lhe
David Ribeiro - E "até ao último ucraniano", Jose Antonio M Macedo, resolve o problema?
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro What Baltic intelligence agencies say about the risks of peace talks with Russia. As Europe plans to up its defense spending, Estonian, Latvian and Lithuanian services believe that Moscow could be planning to launch a 'possible military confrontation with NATO.' https://www.lemonde.fr/.../what-baltic-intelligence... Essentially, three elements are needed. First of all, the West needs to provide Ukraine with air supremacy or a no-fly zone over Ukraine and deliver the best of its modern arms to Ukraine. Second, the West needs to double its financial support to Ukraine. Third, the only swift way of doing so is to seize the $300 billion of frozen Russian Central Bank assets in the West. https://www.kyivpost.com/opinion/50602 David Ribeiro A implementação de uma zona de exclusão aérea por parte da Alemanha, França e Reino Unido, entre outros países europeus, parece-me ser uma solução razoável.
David Ribeiro - Jose Antonio M Macedo, a derrota ucraniana aproxina-se e não há como negar esta evidência.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Vamos aguardar. Mais facilmente vejo o envolvimento de outros países europeus do que a derrota da Ucrânia.
Raul Vaz Osorio - Sim e? Foi a Ucrania quem aceitou um cessar fogo incondicional, que a Russia recusou, tendo até agravado os seus ataques. Não sei bem em que planeta vive actualmente o David, mas não me parece que seja na Terra
David Ribeiro - Raul Vaz Osorio, o cessar fogo que a Ucrânia diz ter aceite nunca foi incondicional, por isso é que ninguém o levou a sério. E não tenha dúvidas que vivo na Terra, só que há muito deixei de "engolir" o que o chamado "Ocidente alargado" nos serve todos os dias.
Afinal como é que foi?
Os jornais de Kiev encheram-se hoje de notas necrológicas elencando algumas das vítimas mortais da explosão de um míssil Iskander, sendo que a maioria das fotos são de militares comandantes de batalhão, de regimento e de brigada, havendo mesmo um depoimento irado de Artem Semenikhin, presidente da câmara de Konotop (região de Sumy) acusando o governador regional Volodymyr Artiukh de organizar no centro de Sumy uma cerimónia de atribuição de medalhas a militares da 117ª Brigada. (lido por aí)
AJUDA À UCRÂNIA: PORTUGAL PODE E DEVE FAZER MAIS
Muito bem! Não podemos deixar cair o Zelensky. Agora que os americanos parece quererem sair do conflito e entenderem-se com os russos, a Europa tem que mostrar o que vale.
Afinal, trata-se de defender um "regime democrático" que faz frente à Rússia, esse grande inimigo da Humanidade, que a senhora Kallas, nossa Alta Responsável para a política externa, quer, e bem, logo que possível, desfazer em pedaços.
Há quem diga - sempre os mesmos! - que Zelensky proibiu 11 partidos, perseguiu as minorias (russas, húngaras, romenas...) fechou igrejas, transformou Bandera - reconhecido criminoso de guerra - em herói nacional, etc. Mas isso são coisas menores de que pouco se fala e que um dia serão certamente corrigidas.
Outros acrescentarão que o regime de Kíev é corrupto e o próprio Zelensky chegou a ser citado nos Panama Papers; mas, meus senhores, corrupção, onde a não há, digam-me lá... Até a austera e protestante Alemanha não está isenta, como certamente sabe a Sra Van der Leyen, sobre quem pesam aleivosas suspeitas de entendimentos ilícitos com a Pfizer no tempo da pandemia...
Também há os que estão chocados com aquelas imagens de polícias ucranioanos à civil em plena caça ao homem nas ruas de Kíev e outras cidades para levar à força os desgraçados apanhados desprevenidos para a guerra... Mas a verdade é que estamos em guerra, o país está em perigo e ninguém se pode furtar a cumprir o seu dever patriótico... Há outros métodos? Sim, talvez, mas em tempo de guerra não se limpam armas!
O essencial, que nunca se pode perder de vista, é que o regime ucraniano, diga-se o que se disser, é nossos aliado indefectível, defende a Liberdade e a Democracia e, acima de tudo, é um posto avançado da Civilização Ocidental em terras do Leste, que já foram comunistas e hoje estão ameçadas pela Rússia.
Portanto, vamos lá a abrir os cordões à bolsa e a mandar mais dinheiro para Kíev. Penso mesmo que 300 milhões, embora à primeira vista pareça muito, na realidade é pouco. Agora, que já temos os nossos problemas resolvidos ou em vias de resolução - da habitação à saúde, passando pela segurança social, educação, ciência e ambiente... - agora que estamos financeiramente bastante confortáveis, a ajuda ao Zelensky poderia até ser maior. É um bom investimento e sempre podemos, como fez Trump, reivindicar umas toneladas de terras raras.
E podemos estar sossegados, porque o nosso saudoso António Costa, hoje presidente do Conselho Europeu, já nos garantiu que os multimilionários investimentos militares necessários para podermos, daqui até 2030, dissuadir a Rússia de nos atacar podem perfeitamente ser feitos sem cortar nas despesas sociais. Portanto, podemos perfeitamente estar inteiramente tranquilos. É certo - cruzes canhoto! - que tal declaração ocorreu no dia 1 de Abril, mas isso é mera infeliz coincidência.
Além de tudo o mais, lembrem-se! - mais vale gastar agora do que termos um dia que enviar os nossos jovens morrer no Donbass para nos defender do perigo russo. É que eles, embora tenham que destruir frigoríficos e máquinas de lavar para retirar os chips para os drones, são terríveis: ainda que devagar, todos os dias avançam um pouco... por este andar ,um dia chegam de novo a Berlim e daí - Cruz, Credo! - são dois passos até Lisboa! Já imaginaram o Pútin a falar num comício de vitória no Campo Pequeno?!!! Ou, pior ainda, como lembrava aqui o meu amigo João Gomes, ver o Pútin, montado num cavalo lusitano, desfilar pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, ou na Avenida dos Aliados, no Porto!! Que horror! Essas imagens tiram-me o sono, não me dão descanso...
Portanto, dignos representantes eleitos nossos, titulares dos mais altos cargos da Nação, vamos lá a rever para cima - upa, upa! - essa verba com destino à Ucrânia: Portugal certamente pode mais. Portugal pode e deve dar o exemplo!
(Carlos Fino)
Jorge Veiga - David ...e guerra da Rússia para tótós!
David Ribeiro - Jorge Veiga, essa vai ser escrita pelo Donald Trump.
Jorge Veiga - David Ribeiro hehe esse é tótó não pode escrever.
David Ribeiro - Jorge Veiga, Trump dá um bitaite, J.D.Vance escreve e depois o presidente assina.
Jorge Veiga - David Ribeiro cada um melhor do que o outro. Não é só lá que temos politicos fracos. e o mal é esse.
O acordo para a exploração de minerais na Ucrânia
O Secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, acusou Volodymyr Zelensky de adiar a assinatura do acordo para a exploração de minerais na Ucrânia três vezes, nos últimos meses, durante uma entrevista com Tucker Carlson. Durante a conversa com o polémico comentador, Scott Bessent recordou a sua visita a Kiev, onde o acordo estava prestes a ser assinado pela primeira vez. Depois do que diz ter sido uma pequena discussão com o presidente ucraniano, Zelensky terá recusado assinar o acordo, garantindo que o faria uma semana depois, na conferência de Segurança, em Munique, com o vice-presidente americano, JD Vance, e o secretário de Estado, Marco Rubio. A assinatura do acordo terá sido posteriormente adiada para a visita de Zelensky à Casa Branca, mas depois do encontro na sala Oval com Trump e JD Vance, voltou a cair por terra. "Ele arruinou aquilo que seria a coisa mais fácil do mundo de fazer", disse Bessent. "Algumas pessoas do seu gabinete são muito boas. Algumas pessoas ao seu redor não lhe estão a dar os melhores conselhos. Os seus conselheiros não são perfeitos. Se recordarmos o acordo, ele garante que o dinheiro regressa ao povo americano, mas também ao povo ucraniano", critica o Secretário do Tesouro. (in CNN Portugal em 5abr2025)
Maria Vilar de Almeida - Então, mas o Kahzar de Kiev não tinha já assinado um acordo nesse sentido com os Britânicos?! ![]()
David Ribeiro - Maria Vilar de Almeida, ele assina tudo, desdiz o que afirmou... ele sabe lá o que faz.
Maria Vilar de Almeida - Mas se realmente os outros ficaram com um documento assinado nesse sentido e os outros sabem o que fazem... torna-se complicado! ![]()
Mário Paiva - Que terras raras, Maria? https://opeb.org/.../brics-detem-72-de-reservas-globais.../
David Ribeiro - De acordo com uma fonte ucraniana que falou à agência Reuters, o acordo de minerais deve ser discutido ainda esta semana. Recorde-se que, depois da forte discussão entre os presidentes dos dois países na Casa Branca, os Estados Unidos reviram a proposta para algo mais expansivo, incluindo também combustíveis fósseis. A Ucrânia tem estado a analisar essa mesma proposta nos últimos dias, esperando-se agora que apresente a sua versão.
Jose Luis Soares Moreira - E a Paz?
David Ribeiro - Qual paz, Jose Luis Soares Moreira?... Estamos mais numa de "tiros. bombas e murros nas trombas" e depois logo se verá quem é que é o mais forte.
Ukrainska Pravda de 2.ª feira 7abr2025
O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu à Rússia que pare os ataques à Ucrânia; O Kremlin, por sua vez, afirmou que o líder russo Vladimir Putin "apoia a ideia da necessidade de um cessar-fogo na Ucrânia, mas primeiro toda uma série de questões devem ser respondidas".
Zaluzhny confirmou a existência da sede em Wiesbaden, que se tornou "nossa arma secreta". O ex-comandante-chefe das Forças Armadas, embaixador ucraniano no Reino Unido, Valeriy Zaluzhny, revelou a criação de um quartel-general militar em Wiesbaden, Alemanha, em 2022, que se tornou uma "arma secreta" no planejamento de operações e na formulação de necessidades para sua implementação. Antes disso, o NYT escreveu que, na sede em Wiesbaden, militares americanos e ucranianos identificavam diariamente alvos prioritários, oficiais de inteligência estudavam imagens de satélite e interceptavam comunicações para encontrar posições russas, cujas coordenadas eram então transmitidas às Forças Armadas Ucranianas. "A ideia por trás da parceria era que a cooperação próxima da América com a Ucrânia compensaria as enormes vantagens da Rússia em mão de obra e armas. Para gerenciar os ucranianos enquanto eles implantavam seu arsenal cada vez mais sofisticado, os americanos criaram uma operação chamada Task Force Dragon", disse a publicação. Falando sobre as etapas de criação da sede, Zaluzhny disse que após o início da agressão em grande escala, a assistência militar de nossos parceiros aumentou significativamente - recebemos uma variedade de armas e equipamentos e, com isso - novos desafios associados à sua entrega e reparo. Discurso direto de Zaluzhny: "É por isso que em abril de 2022 criamos um centro para coordenar o fornecimento de ajuda militar à Ucrânia. Ele estava sediado na sede do Comando Europeu dos EUA em Stuttgart, Alemanha. Depois de algum tempo, essa sede continuou seu trabalho em Wiesbaden. Posteriormente, percebemos que precisávamos de uma sede operacional conjunta com nossos parceiros que avaliasse as necessidades de armas e equipamentos com base no planejamento operacional. Essa questão se tornou especialmente aguda no verão de 2022, quando nossos parceiros expressaram dúvidas sobre a conveniência de certos tipos de armas e munições para a frente na Ucrânia."
CNN Portugal de 3.ª feira 8abr2025

Roman Petrenko no Ukrainska Pravda de sábado [29mar2025] diz-nos que o "Kremlin se prepara para lançar ofensiva multivetorial ao longo de 1.000 km de linha de contato" e alguns comandantes estão preocupados porque "no norte, soldados russos e norte-coreanos privaram Kiev de uma importante moeda de troca nas negociações, tendo devolvido a maior parte da região de Kursk. Na frente oriental, os combates também se intensificaram nas regiões de Donetsk e Zaporizhia. Alguns comandantes estão preocupados se a Rússia poderá redistribuir forças experientes em batalha de Kursk para outras partes do Leste. 'Será difícil. As forças russas de Kursk estarão em ascensão devido às vitórias que conquistaram lá', disse um comandante de um batalhão ucraniano na região de Donetsk, falando sob condição de anonimato."
Adriano Marques - Os Russos são carne para canhão, morrem aos milhares, nunca vão ter muita experiência por falta de tempo... ![]()
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Mário Paiva - Kiev diz que já morreram 900.000 dos 750.000 russos que se encontram nas frentes de combate... entrtanto Zelensky afirma que as forças armadas ucrânianas estão fortes de 800.000 homens... - YOUTUBE.COM How thousands of Ukrainian men are trying to dodge the conflict | Ukraine War. ...de todo o modo Zelensky já tem um novo plano de vitória, esperar que Putin morra... - DAILYMAIL.CO.UK Zelensky says 'Putin will die soon' and vows 'it will come to an end'
Então?... A ajuda militar dos EUA à Ucrânia é para ser paga ou foi um "gift" do Tio Sam?
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky declarou que a Ucrânia não está pronta para reconhecer a ajuda militar dos EUA fornecida nos últimos anos como uma dívida dentro da estrutura do acordo de recursos minerais com os Estados Unidos. (in Ukrainska Pravda)
Maria Vilar de Almeida - O Kahzar de Kiev está a inspirar-se no Acordo de Bretton Woods, o tal que nos tramou! Nessa altura os USA safaram-se de devolver o OURO que lhe tinha sido confiado... e agora este quer safar-se da DÍVIDA... ![]()
“Se o fizer estará em apuros”: Trump sobre possibilidade de Zelensky rejeitar acordo de minerais
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avisou o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, que estará em "grandes apuros" se rejeitar um acordo sobre os minerais e as terras raras que está a ser negociado. "Vejo-o a tentar sair do acordo de terras raras. E se o fizer, estará em apuros. Grandes, grandes apuros", disse no domingo [30mar2025] Trump aos jornalistas, a bordo do avião presidencial. "Fizemos um acordo sobre terras raras, e agora ele está a dizer: 'Quero renegociá-lo'. Ele quer ser membro da NATO. Bem, nunca o será. Ele compreende isso, por isso, agora que está a tentar renegociar o acordo, estará em sérios apuros", acrescentou o chefe de Estado.
Pentágono por trás das operações militares da Ucrãnia
A administração do Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, esteve muito mais envolvida no apoio à luta da Ucrânia contra a Rússia do que se reconhecia anteriormente, segundo uma investigação do New York Times, que sublinha que os serviços secretos de Washington foram indispensáveis para as operações militares de Kiev. O extenso relatório divulgado pelo The New York Time oferece um mergulho profundo numa “extraordinária parceria de informações, estratégia, planeamento e tecnologia” que se tornou a “arma secreta” de Kiev para combater a Rússia. Embora o Pentágono tenha fornecido à Ucrânia dezenas de milhares de milhões de dólares em ajuda militar, também forneceu informações cruciais que permitiram a Kiev atacar os centros de comando e controlo russos e outros alvos de grande valor a partir de meados de 2022, segundo o NYT. De acordo com o artigo, o cerne desta parceria estava nas instalações do Exército dos EUA em Wiesbaden, na Alemanha, onde oficiais americanos e ucranianos estabeleciam prioridades diárias de alvos que, alegadamente, designavam por “pontos de interesse”, por receio de parecerem demasiado provocadores. Oficiais americanos e ucranianos planearam em conjunto grandes contra-ofensivas e lançaram grandes ataques de alta precisão e de longo alcance, utilizando armas fornecidas pelo Ocidente na Crimeia russa, afirma ainda o NYT. Os ataques com mísseis fornecidos pelo Ocidente provocaram vítimas civis, tendo um ataque com ATACMS numa praia de Sebastopol, em junho de 2024, feito quatro mortos e mais de 150 feridos. Os EUA também enviaram dezenas de conselheiros militares para a Ucrânia, alguns dos quais foram autorizados a deslocar-se perto da linha da frente. Em 2024, os EUA alargaram as suas autorizações para permitir que a Ucrânia efectuasse ataques limitados de longo alcance utilizando armas fornecidas pelos EUA em território russo reconhecido internacionalmente - durante anos considerado uma “linha vermelha”. Washington forneceu a Kiev os dados de mira para os ataques. Um funcionário dos serviços secretos europeus ficou chocado com o nível de envolvimento dos EUA no conflito, dizendo ao Times que “agora fazem parte da cadeia de morte”. A cooperação, no entanto, foi por vezes ténue devido a desacordos sobre a estratégia e os objectivos, especialmente no período que antecedeu a contraofensiva fracassada da Ucrânia no sector sul da frente no verão de 2023. Os funcionários americanos consideravam os ucranianos demasiado ambiciosos e desdenhavam dos conselhos estratégicos. Os ucranianos acusaram os americanos de serem demasiado cautelosos. Durante a contraofensiva de 2023, a liderança ucraniana dividiu-se entre objectivos concorrentes - a prossecução de um assalto a Melitopol e a defesa de Artemovsk (Bakhmut). Este facto terá posto em causa a estratégia unificada desenvolvida em Wiesbaden.
...vão (re)começar hoje na Arábia Saudita
Os Estados Unidos vão reunir separadamente com Rússia e Ucrânia
Ukrainska Pravda de 6.ª feira 21mar2025
O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia informou que durante a próxima reunião das delegações ucraniana e americana na Arábia Saudita, discutirão os parâmetros das propostas para vários regimes de cessar-fogo. "Os detalhes e a implementação de decisões que já foram tomadas no nível político serão discutidos lá... Ou seja, profissionais dos lados ucraniano e americano devem se reunir, que poderão esclarecer todos os detalhes de como isso deve ser. É necessário entender como isso vai funcionar, quem vai controlar, como o monitoramento vai ocorrer", disse o representante do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia.
Lusa/Expresso - 6.ª feira 21mar2025
Um responsável ucraniano afirmou esta sexta-feira que Kiev espera, pelo menos, um acordo de trégua parcial com Moscovo no setor energético, nas infraestruturas e no mar Negro, nas negociações de segunda-feira na Arábia Saudita, mediadas pelos Estados Unidos. A delegação ucraniana será chefiada pelo ministro da Defesa, Rustam Umerov, acrescentou.
A c r e d i t a m ? . . .
Hummm!...
Está cá a parecer-me que as negociações (ou conversações) que terão início hoje na Arábia Saudita, se irão resumir a "divisões de território" entre a Ucrânia e a Rússia, mais uns negociozitos para Donald Trump.
Coisas que se leem por aí...
O enviado norte-americano reuniu-se com o chefe de Estado russo há dez dias em Moscovo. “Acho que ele foi franco comigo”, declarou Witkoff (...) “E [ele] contou-me uma história (…) sobre como, quando o presidente foi baleado (durante a campanha presidencial), foi à sua igreja local, ao encontro do seu padre, e rezou pelo Presidente - não porque ele poderia tornar-se presidente dos Estados Unidos, mas porque tinha uma amizade com ele e estava a rezar pelo seu amigo”, relatou.
João Fernandes - O pacifista putin contou a este cromo americano a história da carochinha
Albertino Amaral - Òbviamente que é a sua opinião. Ninguém tem o direito de o criticar por isso.
Jorge Veiga - ...um anjo!
Esta malta diz isto a brincar ou a sério?... é que eu já tenho dúvidas se não serei eu que esteja a tresler.
Hugo Da Nóbrega Dias - Eu hoje não bebi vinho ao almoço e estou a tresler, também ao que parece.
Mario Pinheiro - Já tive mais dúvidas. A Nato é um fardo que Trump gostaria de alijar. As alianças que prefere são mais a leste, aparentemente.
Joaquim Figueiredo - Olhe que não sei se não é verdade...
Carla Afonso Leitão - Já devíamos ter estado.
A Rússia e os Estados Unidos iniciaram hoje [2.ª feira 24mar2025] conversações na Arábia Saudita para discutir uma possível trégua na Ucrânia. A delegação russa é composta pelo senador e antigo diplomata Grigori Karassin e Sergei Besseda, um alto funcionário do FSB (serviços de informações russos). Esta reunião segue-se a um encontro realizado no domingo à noite na capital saudita entre representantes ucranianos e norte-americanos para discutir os pormenores de um possível cessar-fogo de 30 dias. O chefe da delegação ucraniana, numa mensagem difundida pelas redes sociais, disse ainda que o objetivo do Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky é garantir uma paz justa e duradoura para a Ucrânia.
As negociações entre as delegações russa e americana em Riade, na Arábia Saudita, ocorrem num formato fechado, disse a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia. “Não houve nem mesmo uma sessão de fotografias protocolar do início das negociações”, revelou Maria Zakharova aos alunos da Universidade Russa de Economia Plekhanov, citada pela TASS.
Raul Vaz Osorio - Por outras palavras, os oligarcas sentam-se a uma mesa e discutem calmamente como retalhar e dividir entre si as riquezas de terceiros. Enquanto isso, o David senta-se e aplaude. Parece uma foca ![]()
David Ribeiro - "...o David senta-se e aplaude. Parece uma foca
"... bonito comentário, Raul Vaz Osorio.
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro não foi para ser bonito, foi mesmo para chocar. Feito com amizade, como um grito de alerta. Está a aplaudir o banquete dos autocratas, não está?
Segundo a agência noticiosa AFP que cita uma fonte ucraniana, a reunião na Arábia Saudita entre responsáveis norte-americanos e ucranianos na terça-feira [25mar2025] já terminou. “As conversações terminaram. Todos os pormenores serão anunciados mais tarde”, afirmou. O encontro durou apenas algumas horas, muito menos do que as 12 horas de conversações entre os EUA e a Rússia, embora as equipas de Washington e de Kiev também se tenham reunido no domingo.
Carla Afonso Leitão - Um repasto...
Os Estados Unidos anunciaram na terça-feira [25mar2025] que chegou a acordo com Kiev e Moscovo para implementar um cessar-fogo no Mar Negro. Segundo o comunicado da Casa Branca, o entendimento visa "garantir a navegação segura, eliminar o uso da força e impedir o uso de embarcações comerciais para fins militares". O acordo foi estabelecido com as delegações ucraniana e russa no âmbito das negociações na Arábia Saudita sobre o conflito na Ucrânia, tendo o anúncio sido objeto de duas declarações separadas. O acordo visa igualmente banir ataques a infraestruturas energéticas de ambos os países. A Administração Trump vai ainda ajudar a restaurar o acesso dos produtos agrícolas russos e de fertilizantes ao mercado mundial. A Casa Branca acrescentou que vai continuar a facilitar as negociações de ambos os lados, para alcançar uma paz sustentável. Kiev anunciou entretanto que solicitou “consultas” sobre os “detalhes” dos acordos anunciados separadamente por Washington. (in RTP Notícias na tarde de 3.ª feira 25mar2025]
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro Ou seja, o acordo começa a desfazer as sanções. Era difícil Trump conseguir ser mais pau mandado de Putin
Numa declaração à imprensa após as negociações em Riade, o Kremlin afirmou que o cessar-fogo no Mar Negro só entrará em vigor após o levantamento de algumas sanções à Rússia, contrariando Volodymyr Zelensky, que disse que o cessar-fogo será implementado "imediatamente". Para o cessar-fogo entrar em vigor, a Rússia pede o levantamento das sanções contra: o Rosselkhozbank e outras organizações financeiras envolvidas no comércio de géneros alimentícios e fertilizantes; a sua ligação ao sistema de pagamentos SWIFT; transações de financiamento do comércio; empresas que produzem e exportam géneros alimentícios e fertilizantes; companhias de seguros que lidam com géneros alimentícios e fertilizantes; navios com pavilhão russo envolvidos no comércio; o fornecimento de maquinaria agrícola à Rússia.
O Kremlin divulgou também na terça-feira [25mar2025] uma lista de instalações ucranianas e russas abrangida por uma suspensão de 30 dias dos ataques entre os dois países. A lista inclui: Refinarias de petróleo; Oleodutos, gasodutos e instalações de armazenamento, incluindo estações de bombagem; Infraestruturas de produção e transporte de eletricidade, incluindo centrais elétricas, subestações, transformadores e distribuidores; Centrais nucleares; Centrais hidroelétricas. Esta moratória é válida por trinta dias, que começaram a contar desde 18 de março, há uma semana, mas o Kremlin salienta que a mesma pode ser prolongada por mútuo acordo. O governo russo alerta ainda que, em caso de violação desta moratória por uma das partes, "a outra parte pode considerar-se livre da obrigação de a cumprir". Até ao momento, a Ucrânia não teceu qualquer comentário acerca deste tema.
(in CNN Portugal de 3.ª feira 25mar2025)
Raul Vaz Osorio - Ou seja, a Russia que é quem necessita do acordo no Mar Negro, onde a Ucrania tem sido dominante, é que ainda vem fazer exigências no que respeita às sanções, cujo levantamento nem sequer depende do "mediador" que lhe cumpre as ordens. E ainda assim há iludidos ![]()
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A Ucrânia aceitou, na terça-feira [11mar2025], um cessar-fogo imediato de 30 dias proposto pelos EUA para permitir o início de negociações formais para acabar com a guerra. “A bola está agora do lado da Rússia”, afirmou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, após uma reunião “construtiva” que durou mais de nove horas em Jeddah, na Arábia Saudita. A proposta norte-americana prevê a cessação total das hostilidades em toda a linha da frente e também no mar Negro, indo mais além da proposta trazida pela delegação ucraniana, que mencionava apenas uma trégua “no ar e no mar”.
Principais pontos do acordo entre Ucrânia e EUA
Cessar-fogo temporário de 30 dias, prorrogável por acordo mútuo, sujeito à aceitação e implementação simultânea pela Rússia.
Esforço humanitário durante o cessar-fogo para a troca de prisioneiros de guerra, a libertação de civis detidos e o regresso de crianças ucranianas deslocadas à força.
Levantamento das restrições de partilha de informações militares.
Retoma do envio de armamento norte-americano para a Ucrânia.
As duas delegações acordaram formar equipas para a negociação de paz e começar de imediato as discussões para uma paz duradoura que garanta a segurança a longo-prazo da Ucrânia.
Os dois lados comprometem-se a concluir rapidamente o acordo sobre a exploração de recursos minerais na Ucrânia, de forma a promver "a economia, prosperidade e segurança" a longo-prazo.
Isabel Sousa Braga - David Ribeiro a retoma do armamento é para quê?
David Ribeiro - É p'rá segurança, dizem eles.
Isabel Sousa Braga - David Ribeiro ah pois claro ![]()
Vasco Dinis - Alguém acredita que a Rússia que está a ganhar a guerra vai ser ingénua, ao ponto de aceitar um cessar-fogo que permite rearmar à Ucrânia?
Rui Lima - Um perfeito disparate não iniciar as conversações pela Rússia..... Mas é mais uma trumpalhada .... Que será que se segue?
A aventura ucraniana em Kursk acabou... e com enormes custos em vidas humanas
Ukrainska Pravda em 12mar2025
As tropas ucranianas estão fazendo uma retirada significativa no Oblast de Kursk, na Rússia, particularmente perto da cidade de Sudzha, mas não estão se retirando totalmente da frente de Kursk. Unidades que falaram com o Ukrainska Pravda confirmaram que estão sendo reposicionadas para posições no lado russo da fronteira.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que o comando militar da Ucrânia na região russa de Kursk está tentando salvar o maior número possível de vidas.
Cá para mim Trump e Putin decidirão quem irá liderar a Ucrânia e seguramente não será Zelensky
Isabel Sousa Braga - O envio de armamento já recomeçou ![]()
Castro Ferreira Padrão - Como diz o Povo, eu faço parte do Povo, está-me a cheirar muito a esturro. NB: li algures que nesta «Pseudo» proposta para caminhar no sentido da paz (não haver barulho de ambas as partes durante um tempo) a América continuará a fornecer armamento à Ucrânia.
Mísseis, mísseis e mais mísseis... E a PAZ para quando é?
Segundo a agência de notícias americana Associated Press (citando um funcionário dos EUA e um legislador ucraniano que falaram sob condição de anonimato) a Ucrânia já ficou sem todos os mísseis balísticos ATACMS de longo alcance. "Autoridades reconheceram na quarta-feira [12mar2025] que Kiev não tem mais um único míssil ATACMS de longo alcance". "Altas autoridades de defesa dos EUA, incluindo o ex-chefe do Pentágono Lloyd Austin, deixaram claro que apenas um número limitado de ATACMS será entregue e que os EUA e os aliados da NATO veem outras armas como mais valiosas para o esforço de combate".
No dia de hoje [5.ª feira 13mar2025] a porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, afirmou que a Rússia consideraria inaceitável o envio de tropas estrangeiras para a Ucrânia ou a construção de bases militares estrangeiras no país. Tal atividade significaria o envolvimento direto de países estrangeiros num conflito com a Rússia, defendeu Zakharova, acrescentando que a Rússia tomaria o que chamou de "medidas apropriadas" se qualquer país tentasse enviar as suas tropas. Steve Witkoff, enviado especial de Trump para a guerra na Ucrânia, chegou a Moscovo, segundo a agência noticiosa estatal russa TASS. O Kremlin afirmou esta quinta-feira que os EUA deram algumas informações sobre uma proposta de cessar-fogo - que duraria 30 dias.
Não há dúvida que a Rússia vence em todas as frentes, pelo que os EUA terão de se conformar com o triunfo russo e chamar o grupo de Zelensky à razão... isto se querem acabar com a mortandade. Depois de uma conferência de imprensa conjunta com o presidente da Bielorrússia, Vladimir Putin informou que o cessar-fogo por si só é certo e vai apoiá-lo, mas ainda há questões a discutir. O presidente russo diz que ainda tem de falar com os EUA sobre o tema e questiona: quem vai controlar um cessar-fogo numa linha da frente com 2.000km? Putin refere que entre as dúvidas que ainda estão no ar, está o porquê? Porque precisam os Estados Unidos de um cessar-fogo de 30 dias, para fazer um mobilização ou para enviar armamento para a Ucrânia? Outra das dúvidas do líder do Kremlin, prende-se com Kursk e como fica a situação nessa região russa que está desde agosto sob controlo ucraniano, lembrando que há duas opção nesta linha da frente para os soldados ucranianos: ou morrem ou são capturados. Perante as circunstâncias atuais, Putin diz que um cessar-fogo de 30 dias seria benéfico para a Ucrânia, realçando que os soldados ucranianos estão completamente isolados em Kursk. O presidente russo anuncia ainda que concorda em parar os combates, mas só se isso levar a uma paz duradoura. Putin aproveitou ainda o momento para agradecer a Donald Trump a atenção que tem dado à Ucrânia. Moscovo acrescenta ainda que todas as empresas ocidentais que queiram retomar a operação na Rússia serão bem-vindas e pode ser algo benéfico para todos os envolvidos.
Por onde eu ando...
Nova Crítca - vinho & gastronomia
PINN (Portuguese Independent News Network)
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A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
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Caderno de Exercícios (Celina Rodrigues)
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Matéria em Espaço de Escrita com Sentido (Mário de Sousa)
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