
"A China e a União Soviética fizeram enormes sacrifícios nacionais para resistir ao militarismo japonês e à agressão fascista alemã, contribuindo significativamente para a vitória na guerra", afirmou Xi Jinping, a poucos dias deste desfile [a 3 de setembro], para assinalar o 80.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no Pacífico, que conta com a presença do Presidente russo, Vladimir Putin. O dirigente chinês declarou que Pequim e Moscovo devem "continuar a amizade tradicional, aprofundar a confiança estratégica mútua, reforçar os intercâmbios e a cooperação em vários domínios".![]()
Jose Antonio M Macedo - Embora atualmente seja o contrário.
Amadeu Pereira - Dois ditadoras ![]()
Jose Antonio M Macedo - Amadeu Pereira Sem dúdida.
Mário Paiva - "Nós libertamos a Europa, os europeus, do fascismo, mas eles nunca nos perdoarão por isso" — Marechal Zhukov, URSS.
Joaquim Figueiredo - A união soviética perdeu muita gente na segunda guerra mundial... depois perdeu outros tantos com Stalin. Um povo sacrificado mas que gosta de governos autocráticos
O que se ouviu e viu na comunicação social
A China recebeu no último fim de semana vários líderes mundiais para uma cimeira de segurança que desafia a liderança americana. Vladimir Putin chegou no domingo a Tianjin, assim como o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, já chegaram, entretanto, ao município chinês. No encontro com Antonio Guterres, Xi Jinping defendeu o multilateralismo e Guterres deixou críticas à liderança de Donald Trump.
Nesta cimeira sobre segurança organizada no nordeste da China, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, defendeu na segunda-feira [1set2025] a ofensiva militar russa na Ucrânia, acusando o Ocidente de ter desencadeado o conflito. "Esta crise não foi desencadeada pelo ataque da Rússia à Ucrânia. É o resultado de um golpe de Estado na Ucrânia, que foi apoiado e provocado pelo Ocidente", afirmou Putin, durante a reunião da Organização de Cooperação de Xangai (SCO, na sigla em inglês).
Numa reunião à margem da cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (SCO) na China, o presidente turco Tayyip Erdogan afirmou ao seu homólogo russo Vladimir Putin na segunda-feira [1set2025] que Ancara está a trabalhar para encontrar um fim justo e duradouro para a guerra na Ucrânia e que as conversações entre as partes em Istambul estão a contribuir para os esforços de paz, segundo a presidência da Turquia.![]()
David Almeida - Quando a memória é curta... temos sempre razão! ![]()
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Penso que a SCO já não tem razão de existir face à cada vez mais frágil ligação entre a Europa e os EUA. A Turquia, pertencendo à NATO e com pretensões de aderir à UE, não está a seguir uma via muito lógica ao participar na SCO.
Entretanto aconteceu isto...
Então?!... Não foi nada disto que a "entourage" de Ursula von der Leyen nos fez saber.
Normalmente deito-me tarde (durmo pouco mais de cinco horas por noite, mas durmo bem, ou seja, de um só sono, para o lado que me deitar é do lado que acordo)... mas hoje tenho algo "interessante" para acompanhar pela tv
Não são estados de alma que me motivam a escrever... factos são factos e isso é que é importante. E nestas comemorações dos 80 anos do fim da II Guerra Mundial na Ásia, retenho: Líderes de metade da população mundial estão presentes em Pequim; Demostração de força militar na capital chinesa; XI Jinping mostrou novas armas; Presidente da China faz apelo á paz.
Jorge Veiga - militarismo a mais.
Jose Riobom - Olha ... não dormes ??? Masturba-te !! Vais acabar cansado e com sono !!![]()
David Ribeiro - Jose Riobom, o pouco que durmo há anos que me é suficiente... sempre durmi pouco mas bem.
Jorge Veiga - Há gente a dormir pouco e há gente que anda a dormir em pé...
Desfile do 'Dia da Vitória' da China
Começou em Pequim às 9 da manhã hora local (02h00 em Portugal) um grande desfile militar para marcar os 80 anos da vitória na Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e da vitória mundial contra o fascismo.
Líderes estrangeiros confirmados:
Vladimir Putin – Presidente da Rússia;
Kim Jong-un – Líder da Coreia do Norte;
Norodom Sihamoni – Rei do Camboja;
Luong Cuong – Presidente do Vietnam;
Thongloun Sisoulith – Presidente do Laos;
Prabowo Subianto – Presidente da Indonésia;
Anwar Ibrahim – Primeiro-ministro da Malásia;
Ukhnaa Khurelsukh – Presidente da Mongólia;
Shahbaz Sharif – Primeiro-ministro do Paquistão;
KP Sharma Oli – Primeiro-ministro do Nepal;
Mohamed Muizzu – Presidente das Maldivas;
Kassym-Jomart Tokayev – Presidente do Cazaquistão;
Shavkat Mirziyoyev – Presidente do Uzbequistão;
Emomali Rahmon – Presidente do Tajiquistão;
Sadyr Japarov – Presidente do Quirguistão;
Serdar Berdimuhamedov – Presidente do Turcomenistão;
Alexander Lukashenko – Presidente de Bielorrúsia;
Ilham Aliyev – Presidente do Azerbaijão;
Nikol Pashinyan – Primeiro-ministro da Arménia;
Masoud Pezeshkian – Presidente do Irão;
Denis Sassou Nguesso – Presidente da República do Congo;
Emmerson Mnangagwa – Presidente do Zimbábue;
Aleksandar Vucic – Presidente da Sérvia;
Robert Fico – Primeiro-ministro da Eslováquia;
Miguel Díaz-Canel – Presidente de Cuba;
Min Aung Hlaing – Presidente interino de Mianmar.
Helena Lopes - Presidentes de ditaduras a maioria
Vladimir Putin e Kim Jong-un em Pequim
Os presidentes Vladimir Putin, da Rússia, e Kim Jong-un, da Coreia do Norte, reuniram-se hoje [3set2025] em Pequim para conversações bilaterais, após participarem na parada militar que assinalou o 80.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no Pacífico. O encontro decorreu na casa de hóspedes de Diaoyutai, após uma receção oficial, tendo os dois líderes viajado juntos até ao local das negociações no mesmo automóvel, segundo o Kremlin. Na sua reunião com Vladimir Putin, Kim Jong-un disse que a Coreia do Norte tinha um “dever fraternal” de ajudar a Rússia e que as duas nações discutiriam o estabelecimento de relações. Kim agradeceu a Putin pelos elogios aos soldados norte-coreanos que lutam na Ucrânia e disse que, se Pyongyang pudesse ajudar a Rússia, o faria. O líder norte-coreano disse: “Se houver algo que eu possa fazer por si e pelo povo da Rússia, se houver mais alguma coisa a ser feita, considerarei isso um dever fraternal, uma obrigação que certamente precisamos de cumprir, e estarei preparado para fazer todo o possível para ajudar".
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Delfim Machado no JN em 29jul2025
O acordo assinado no domingo [27jul2025] prevê que o teto máximo das tarifas aduaneiras dos produtos europeus que entram nos EUA seja de 15% a partir de agosto, enquanto os produtos que fazem o caminho inverso ficam isentos. O acordo prevê ainda a compra de 510 mil milhões de euros em equipamento militar e 638 mil milhões em energia.
As tarifas são pagas diretamente pelas empresas norte-americanas que importam produtos europeus. Essas empresas podem repercutir o custo adicional no preço final, sendo que, nesse caso, quem paga é o consumidor, que também é dos Estados Unidos. Isto leva ao aumento da inflação.
Embora o custo das tarifas seja dos norte-americanos, a indústria europeia sai prejudicada, pois terá os seus produtos a um preço mais caro no maior mercado do Mundo. Esta perda de competitividade pode levar à quebra do consumo naquele mercado, o que resultará na redução das exportações.
Apesar de saber que os norte-americanos vão pagar as tarifas e o possível impacto inflacionista, a Administração dos Estados Unidos defende que as empresas estrangeiras vão acabar por deslocalizar as suas produções para território norte-americano. A média das tarifas aduaneiras dos bens europeus que entravam nos Estados Unidos era de 4,8%.
Estarão isentos de impostos (tarifas zero) alguns produtos europeus, como o caso dos aviões e respetivos componentes, alguns produtos químicos e farmacêuticos genéricos, semicondutores, alguns recursos naturais, matérias-primas críticas e alguns produtos agrícolas.
No caso do aço e alumínio, que foram os primeiros a ter tarifas de 50%, estas mantêm-se para já. Quanto aos automóveis, que já estavam com tarifas de 27,5%, a percentagem desce para 15%.
Exportações portuguesas para os EUA - Fonte INE
Joaquim Figueiredo - A UE desceu as cuequinhas
Mas nem tudo é desgraça. No caso de indústrias do vestuário e confeção portuguesas "Nós ganhamos porque as taxas do têxtil e do vestuário começavam em 17% e iam até 32%, agora são de 15%. Com outra vantagem que é a de que países nossos concorrentes não eram tributados e agora são, como a Turquia, Egito, Marrocos", afirmou César Araújo, da Associação Nacional das Industrias de Vestuário e de Confecção (Anivec).
Mas no setor do vinho a situação é preocupante. Os EUA são o segundo maior destino dos vinhos portugueses e o quinto maior dos vinhos do Douro, incluindo vinho do Porto. Só nesta bebida, no ano passado, o Douro exportou 36 milhões de euros para os EUA.
Notícia de hoje... só faltava mais esta
...o acordo comercial que Donald Trump e Ursula von der Leyen acordaram no domingo [27jul2025] sobre aquele que ambos classificam como “um acordo histórico”: tarifas fixas de 15% sobre todos os produtos da União Europeia exportados para os EUA, acompanhadas de um pacote europeu de investimento externo que ultrapassa os 500 mil milhões de euros, aos quais se somam quase 650 mil milhões em importações de energia americana e um reforço substancial das compras militares

O continente europeu acordou esta segunda-feira profundamente dividido, com líderes políticos, industriais e especialistas a questionarem se a Europa não terá, na verdade, cedido demasiado. E especialistas em Direito Internacional chamam à atenção para a incerteza jurídica e política em torno deste acordo comercial.
Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal agradece à Comissão Europeia “o empenho para conseguir esta plataforma de estabilização das relações comerciais” e promete apoiar as empresas portuguesas na mitigação de "efeitos negativos" e na facilitação do "acesso a novos mercados".
O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, defendeu que o Governo português deve realizar rapidamente uma avaliação dos impactos em setores como o calçado, vestuário, metalomecânica e saúde.
Helena Vasconcelos - Trump encantou-se por uma sereia ou serpente? para uns como a França foi serpente para outros como Portugal foi sereia.... O que pensará a sereia? foi o saco azul ou o rosa? Vamos aguardar pela mais-valia![]()
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Eesta hein?![]()
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Joaquim Figueiredo - Uma vergonha...a UE na mão de incompetentes
No Obsevador de ontem
Ontem no Expresso
Tiago André Lopes ontem na CNN Portugal
"A violação da Europa" por Miguel Castelo Branco
Uma humilhação sem par na história das relações entre os EUA, os seus satélites europeus e restantes colónias. A Senhora cedeu em tudo em troca de nada. Perdemos centenas de milhões sem pestanejar. Esta gente tem de ser deposta quanto antes ou ainda acordamos num catre e cobertos de serapilheira. Então não tínhamos razão? A aliança estratégica do futuro não devia ser com a Rússia? O que andam os nossos malditos partidos a fazer?
“Hoje é um dia de vergonha pela Europa”, Pacheco Pereira na CNN
José Pacheco Pereira considera que “hoje é um dia de vergonha pela Europa”, depois de ter sido alcançado um acordo entre os Estados Unidos da América e a União Europeia no que respeita a tarifas comerciais. "A cena entre Trump e Ursula Von der Leyen, em que ela é indiretamente insultada, em que se cede naquilo que é fundamental para dar uma vitória ao presidente Trump, mostra que, no meio daquela loucura toda, há uma coisa que Trump sabe, que é ‘com os ricos, os poderosos, não há coluna vertebral’”, afirma. Já sobre a Lei dos Estrangeiros, enviada para o Tribunal Constitucional, Pacheco Pereira defende: “este Governo está a entrar num caminho que tem um precedente, que é o governo Passos-Portas-Troika, que variadíssimas vezes tomou medidas anticonstitucionais e perdeu no Tribunal Constitucional”. O comentador fala mesmo num “desprezo pelas normas constitucionais”. Pacheco Pereira argumenta que não foram ouvidas as entidades obrigatórias “para apresentar uma lei cuja urgência não existe, a não pela pressão do Chega”. “Este processo é um processo que discrimina pelo dinheiro”, atira.
António Maia no CM de 29jul2025
...um dos meios de comunicação da atual cleptocracia ucraniana
Ver aqui: A repressão às agências anticorrupção da Ucrânia, explicada
A União Europeia reagiu rapidamente a estes acontecimentos em Kiev, através da Comissária Europeia para o Alargamento, Marta Kos, que admitiu estar "seriamente preocupada" com o "sério passo atrás" que representa o "desmantelar" da independência das instituições anticorrupção "essenciais para o caminho da Ucrânia" na União Europeia. "O Estado de direito continua a estar no centro das negociações de adesão à UE", escreveu Kos na rede social X.
Mas não há dúvida que quem está verdadeiramente insatisfeito é o povo ucraniano que, logo após a aprovação da lei, desencadeou a maior onda de protestos do país desde que a Rússia invadiu a Ucrânia. Milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra a aprovação da lei n.º 12414. "Vetem a lei n.º 12414", lê-se em muitos dos cartazes dos manifestantes.
Jorge Saraiva - David Ribeiro, na Rússia os insatisfeitos estão mortos. Na Ucrânia, espantosamente, podem manifestar-se.
David Ribeiro - Jorge Saraiva e isso é desculpa para a pouca vergonha que se passa em Kiev, um país que quer ser membro da União Europeia?
Jorge Saraiva - Não, é desculpa para a maneira enviesada, para ser polido, como o David Ribeiro , olha para os contendores.
Eduardo Santos - David correndo bem não será membro nunca. Pelo menos tão cedo. A ser a Ucrânia a Rússia também o pode ser a longo prazo.
As agências anti-corrupção da Ucrânia apelam ao restabelecimento da sua independência, depois de se terem reunido com o presidente Volodymyr Zelensky. "São necessárias medidas claras e inequívocas a nível legal, que devolverão as garantias canceladas pelo parlamento", afirmaram o Gabinete Nacional Anticorrupção da Ucrânia e o Gabinete do Procurador Especializado Anticorrupção numa declaração conjunta publicada no Telegram e citada pela Reuters.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu explicações ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sobre a controversa reforma que enfraquece as agências anti-corrupção do país, informou o seu porta-voz. Von der Leyen “transmitiu as suas fortes preocupações sobre as consequências das alterações”, acrescentando que pediu “explicações” sobre a mudança. A UE está “muito preocupada” com a adoção da nova lei, que “corre o risco de enfraquecer fortemente as competências e os poderes das instituições anti-corrupção da Ucrânia”. "O respeito pelo Estado de direito e a luta contra a corrupção são elementos fundamentais da União Europeia", disse.
Concordo com Tiago André Lopes, comentador da CNN Portugal, sobre o estado atual do conflito na Ucrânia
Raul Vaz Osorio - Os tais sinais na imaginação de Moscovo. É natural que, numa democracia que está a ser bombardeada há 3 anos por um país de energúmenos, haja discordâncias e que estas sejam expressas. No país dos putins é que não se expressam discordâncias ou quem as expressa cai da varanda, ou tem acidentes de aviação. É pois natural que os propagandistas russos pensem que, se há vozes discordantes na Ucrânia, o governo está fraquíssimo e o movimento de revolta está descontrolado. Que os pobres de espírito na Putinandia assim pensem, é como expliquei, natural. Já que o David o pense...
David Ribeiro - Não são "os tais sinais na imaginação de Moscovo", Raul Vaz Osorio, mas são seguramente tomadas de posição de uma parte dos ucranianos. Se isto irá provocar mudanças no poder em Kiev, é outra coisa que só o tempo dirá.
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro nao foi isso que você disse acima, David. O problemacé mesmo esse, essas contantes nuances, uma névoa insinuatoria que perpassa mos ses comentarios sobeva Ucrania desde que a gierra começou
David Ribeiro - Desculpe, Raul Vaz Osorio, o defeito deverá ser meu, mas não consigo ver "nao foi isso que você disse acima".
Joaquim Pinto da Silva - O facto de termos mais notícias de dissenssões polítics na Ucrânia do que na Rússia é demonstrativo e, pelo menos, duas coisas: a Ucrânia é um país onde ainda se pode contestar o poder; a segunda é que os adeptos de Putin dão nais atenção às diverdências políticas que aparecem na Ucrânia do que aos "insondáveis" desínios imperiais, "nazistas", assassinos do Kremlin.
Castro Ferreira Padrão - Viva! Então, e o assunto também é a Ucrânia, o Sr. Major General Carlos Branco deixou a CNN, só mostra quem é, um Senhor. Faz falta à Televisão, devemos saber ouvir todos e todos devem ser respeitados , um jornalista deve saber estar no lugar/profissão que exerce, a pessoa não soube. É pena......
David Ribeiro - Castro Ferreira Padrão e, como diz o Povo, quem não se sente não é filho de boa gente... e o Major-General Carlos Branco é realmente um Senhor, como muito bem dizes.
Carlos Miguel Sousa - Eu acredito, porque na Ucrânia há de facto essa possibilidade, já na Rússia, quem não é pro Putin, ou se mata ou é defenestrado.
Maria Vilar de Almeida - Já somos 2, Davidzinho... JÁ PARTILHEI.
E os meus amigos defensores da elite política instalada em Kiev o que têm a dizer sobre isto?... E não me venham com a desculpa esfarrapada que são todos "assalariados" do Kremlin.
Notícia da terra do Tio Sam
João Fernandes - Pelo menos tem liberdade para se manifestar contra a situação. Já no pais do seu amigo putin, iam todos para a prisão
David Ribeiro - Já cá faltava, João Fernandes, essa "do seu amigo putin". E sobre o que Zelensky fez para despoletar tudo isto, não tem nada para dizer?
Isabel Gentil Quina - João Fernandes , eles caiem muito e sofrem coisas repentinas … nem chegam à prisão
David Ribeiro - Admitamos que sim, caríssima Isabel Gentil Quina, que "eles caiem muito e sofrem coisas repentinas", como tem acontecido lá pela Rússia. Mas aqui o que está em causa é a atitude de Zelensky, que acaba com organismos anti-corrupção e após manifestações nas ruas de Kiev e um grande puxão de orelhas da União Europeia, foi logo a correr dar o dito por não dito.
Nova ronda de negociações entre Rússia e Ucrânia
As negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia no dia de ontem [4.ª feira 23jul2025] em Istambul, já terminaram.
O líder da delegação russa nas negociações de paz em Istambul, Vladimir Medinsky, indicou que ficou acordada uma troca de 1.200 prisioneiros entre os dois países. A Rússia sugeriu ainda um cessar-fogo temporário de 24 a 48 horas, de modo a recolher os corpos dos soldados mortos ou feridos em combate. A Rússia ofereceu-se também a entregar mais de três mil corpos de militares ucranianos mortos. A Cruz Vermelha seria a entidade responsável pelo processo. A Ucrânia ainda não aceitou esta proposta.
Rustem Umerov, secretário do Conselho de Segurança ucraniano anunciou que propôs ao lado russo “uma reunião de líderes”, já que a Ucrânia entende que “algumas questões fundamentais só podem ser resolvidas a esse nível”. O encontro seria entre o Presidente russo, Vladimir Putin, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, o Presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, e o Presidente norte-americano, Donald Trump, no final de agosto.


Retaliação do Irão no dia de ontem
O director da Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA na sigla em inglês) anunciou no dia de ontem [6.ª feira 13jun2025] no Conselho de Segurança da ONU que foi destruída uma instalação onde o Irão enriquecia urânio até 60%. Rafael Grossi garantiu que a destruição se deu apenas ao nível do solo, não havendo sinais de que as infraestruturas de enriquecimento que estão no subsolo tenham sido afetadas. Ainda assim, e segundo o responsável da agência das Nações Unidas, o ataque israelita a Natanz pode ter danificado as centrifugadoras que trabalhavam para manter a centra operacional. “Existe contaminação radiológica e química dentro das infraestruturas de Natanz”, confirmou Rafael Grossi, lembrando que essa contaminação pode ser gerida, desde que sejam tomadas as medidas apropriadas.
Reação dos mercados aos ataques entre Israel e o Irão
Nos EUA, os três maiores índices encerraram com quedas: o S&P 500 desceu 1,13%, o Nasdaq 1,30% e o Dow Jones 1,79%. Entre os sectores, as ações de energia destacaram-se com a Exxon a subir 2,2% e a Diamondback Energy a valorizar 3,7%. Na defesa, os ganhos foram também expressivos. Em sentido contrário, estiveram as ações das companhias aéreas devido ao receio de subida do preço dos combustíveis, segundo analistas: a Delta perdeu 3,8%, a United 4,4% e a American Airlines 4,9%.
...parece que estamos todos na mesma ou ainda pior

A China reafirmou esta 2.ª feira [3mar2025] a sua posição sobre a guerra na Ucrânia e evitou comentar o encontro entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, na Casa Branca, na última sexta-feira. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lin Jian, foi questionado numa conferência de imprensa sobre as declarações de Trump, que acusou Zelensky de “brincar com a Terceira Guerra Mundial” e afirmou que o líder ucraniano “não está preparado para a paz”. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês respondeu que “a China continuará a desempenhar um papel construtivo na procura de uma solução política para a crise na Ucrânia”.

Moscovo produz três vezes mais armamento que toda a Europa, segundo a NATO. Agora, pressionada por uma América sem vontade de defender o velho continente, a Europa está a acordar para a necessidade de comprar armamento que, neste momento, não é capaz de produzir. As hipóteses são reduzidas e os especialistas acreditam que a resposta europeia pode demorar mais de uma década. (in CNN Portugal - 3mar2025)
Jorge Veiga - Com fisgas.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, pediu para “não nos deixarmos levar pelas emoções”, na sequência do que aconteceu entre os Estados Unidos e a Ucrânia, e mostrou-se cética em relação à proposta de envio de tropas europeias para o país, que considera “uma solução menos resoluta do que outras”. “Todos partilhámos os mesmos objetivos: a Itália, a Europa, a NATO e os Estados Unidos, que consistem em alcançar uma paz justa e duradoura na Ucrânia”, disse Meloni. Primeira-ministra italiana apelou a que se deixe para trás o confronto entre Donald Trump e Volodymir Zelensky na Casa Branca, na sexta-feira, e observou que “é importante não nos deixarmos levar pelas emoções”, embora tenha reconhecido que no seu encontro com o Presidente ucraniano o viu “triste” com o que aconteceu na Sala Oval há dois dias. (in CNN Portugal em 3mar2025)
Jorge Veiga - Pessoalmente eu levava uma borracha. Apagagava o Putin e Sócios e resolvia o problema

A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, sublinha a necessidade de “rearmar urgentemente” a Ucrânia e a Europa. Declarações feitas depois de uma cimeira informal em Londres para debater a segurança europeia e a guerra na Ucrânia. “Precisamos urgentemente de rearmar a Europa”, disse Von der Leyen aos jornalistas no final da reunião, convocada pelo primeiro-ministro britânico Keir Starmer. “O que está em causa é transformar a Ucrânia num porco-espinho de aço indigesto para potenciais invasores”. (in CNN Portugal em 3mar2025)

O Comandante-em-Chefe das Forças Armadas da Ucrânia, General Alexander Syrsky, ordenou a demissão do chefe do centro de treino da unidade e do comandante da unidade militar na região de Dnipropetrovsk, cujo campo de treino foi atacado pelos russos em 1º de março, resultando em mortes e ferimentos de militares. (in Ukrainska Pravda em 3mar2025).
Ok... mas não há mais nada para este peditório
Se bem fiz as contas isto dá mais ou menos 30€ a cada português
Albertino Amaral - Considero que os Ucranianos foram e continuam a ser vítimas de um covarde ataque do qual nem é bom recordar, mas o meu país PORTUGAL, está com problemas muito graves que urge resolver rápidamente. Aquela verba ali em cima, vai fazer muito falta para essa resolução.... Lamento estas decisões......confesso......
Guilherme Lickfold - Eu mando por MBway…
Joaquim Figueiredo - M pouco mais porque não somos tantos... se juntar os imigrantes é um pouco menos
Hugo Da Nóbrega Dias - Mais dinheiro para continuar com a guerra, não.
E é assim que estamos...
José Manuel Nero - Finalmente, esta paranoia que matou e destruiu tem os dias contados.
David Ribeiro - Parece não restarem dúvidas que a coisa está a ficar negra para os senhores no poder em Kiev, pois de acordo com um oficial do Departamento da Defesa, a administração norte-americana decidiu cortar indefinidamente o envio de armamento "até os líderes dos países demonstrarem boa-fé no compromisso para a paz". De acordo com a estação Fox News esta medida interrompe a entrega de armas ou equipamentos que já se encontrem em território polaco e prontos para entrega final aos ucranianos. O financiamento às novas compras já tinha sido interrompido nas últimas semanas devido ao congelamento da ajuda externa por parte da administração americana, mas esta nova decisão pode colocar Kiev numa posição muito mais complicada.
Jorge Veiga - David Ribeiro Vale o que vale e o que se conclui é que não foi Putin que ganhou a guerra, mas Trump que a perdeu. A idiotice dá para coisas destas e o povo é que se trama...
Adriano Marques - Cego é o que não quer ver... ![]()
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O Trump está pouco preocupado com a guerra ou com as pessoas, o que importa mesmo é o acordo que fez com o assassino Putin, e o acesso á riqueza da Ucrânia, mais nada, felizmente o tiro saiu pela culatra. A Rússia fica com os territórios ocupados riquíssimos em terras raras e os americanos com 50% do resto da riqueza, quanto às garantias de paz seriam dadas por militares europeus. Belo negócio ![]()
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Acorda povo
Isto é que era...
E se em vez de muitos mais milhões de euros para torrar na Ucrânia, incentivássemos um diálogo com o Kremlin com vista à criação de um sistema de segurança coletiva na Europa?
David Ribeiro - A questão que se coloca é se nós europeus estamos dispostos a tirar dinheiro do sistema de saúde, do sistema de ensino, das reformas dos nossos idosos, para produzir armamento.
Adriano Marques - David Ribeiro eu quero ver no dia em que o Putin nos bater á porta quem é que vai abrir... Por andarmos há 20/30 anos a pensar assim é que chegamos onde chegamos, a Europa está com as calças na mão.
David Ribeiro - Caríssimo Adriano Marques... desculpe lá mas isso é o delírio dos que não conseguem viver sem o papão russo.
Adriano Marques - David Ribeiro diga isso aos Polacos e outros países da região. Não sou eu que falo no papão, são todos os países que são vizinhos da Rússia e que estão em panico. O papão Russo tem a fama mas tem também muito proveito, até parece que a Rússia não tem um grande historial de guerras, ocupações, subjugação, mortes e por aí fora. As palavras HOLODOMOR, GULAGS e GANDE EXPURGA não lhe dizem nada??? É engraçado que todos se lembram do Hitler e do seu triste e cruel legado, mas ninguém se lembra do Josef Stalin que matou muitos mais milhões que o Hitler, talvez esse Assassino por ser comunista tivesse carta branca e fosse um mal menor matar milhões de indefesos para que a União Soviética (os Russos) fosse grande. A ver vamos, como diz o cego.
Mário Rocha - David Ribeiro é bem melhor uma bomba russa. Não é?
Joaquim Figueiredo -David Ribeiro o problema é que Putin e outros ficam com liberdade de atacar todos...
Vasco Dinis - Há uma solução simples: os que não acreditam no papão russo, e qua acham que a Europa nos está a levar para o suicídio. Hás que acreditam no papão russo e nas conversas das cimeiras dos croissants. Resolve-devem: estes últimos que coloquem as suas convicções em prática, abandonem os sofás e vão combater na Ucrânia. Eu, como não pretendo combater, nem que os meus filhos combatam ( bastou o meu pai), fico à espera que os russos cheguem a Lisboa e Porto.
José Manuel Nero - Na saúde, no sistema de ensino e na Justiça, já se nota a seguir inevitavelmente vão diminuir as reformas. A solução devia ser fomentar a produção, a exportação, estabelecer relações bilaterais com países onde estamos a ter sucesso com vendas como é o caso dos EUA, apostar qualificação e especialização e não na mão de obra barata com recurso a estrangeiros. Manter uma posição neutral em relação a conflitos.
David Ribeiro - "Manter uma posição neutral em relação a conflitos"... diz muito bem. meu amigo José Manuel Nero.
Agência Lusa em 5mar2025
O Presidente norte-americano, Donald Trump, indicou na terça-feira [4mar2025] que recebeu uma "carta importante" do homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, manifestando disponibilidade para retomar as negociações para a paz e para assinar o acordo de minerais. Naquele que foi o primeiro discurso perante o Congresso desde que regressou ao poder, Donald Trump adotou um tom mais conciliatório depois do polémico encontro com Zelensky na passada sexta-feira [28fev2025], em Washington. Trump disse que recebeu uma "carta importante" de Zelensky nesta terça-feira e citou o conteúdo da mesma: "A minha equipa e eu estamos prontos para trabalhar sob a forte liderança do Presidente Trump para obter uma paz duradoura". "Nós realmente valorizamos o quanto a América fez para ajudar a Ucrânia a manter a sua soberania e independência. Em relação ao acordo sobre minerais e segurança, a Ucrânia está pronta para assiná-lo a qualquer momento que seja conveniente", leu Trump. Contudo, o conteúdo da alegada carta de Zelensky é o mesmo que o líder ucraniano escreveu horas antes numa publicação nas suas redes sociais. Trump disse ainda que estava agradecido pela carta, acrescentando que “simultaneamente, teve discussões sérias com a Rússia e recebeu fortes sinais de que Moscovo está pronto para a paz”. Trump e Zelensky estavam prestes a assinar um acordo para a exploração de recursos naturais ucranianos na passada sexta-feira, mas essa assinatura foi interrompida depois de um tenso confronto entre os dois líderes no Salão Oval da Casa Branca.
Quem o viu e quem o vê
Angela Loureiro - Ao que a necessidade obriga
Serafim Nunes - Acho que a actividade a que se dedicava lhe assenta como uma luva…
EUA congelaram o fornecimento de informações à Ucrânia
Durante uma entrevista à estação de televisão norte-americana Fox News, o chefe da CIA, John Ratcliffe, confirmou que os Estados Unidos congelaram o fornecimento de informações à Ucrânia, depois de também terem cortado a ajuda militar. Segundo funcionários estatais dos EUA, citados pelo Financial Times, as informações dos serviços secretos norte-americanos eram fundamentais para a Ucrânia na guerra. O porta-voz do gabinete do primeiro-ministro britânico recusou-se a comentar as notícias de que os EUA cortaram a partilha de informações com a Ucrânia, mas disse que o objetivo do Reino Unido era garantir que Kiev ficasse na posição mais forte possível.

Teve início no dia de ontem [6.ª feira 14fev2025] e vai durar até domingo [16fev2025] a Conferência de Segurança de Munique, o maior encontro do mundo de seu tipo e que se realiza anualmente em fevereiro, no Hotel Bayerischer Hof, na cidade de Munique, na Alemanha.
Não esquecer que a Conferência de Segurança de Munique teve início na 6.ª feira 14fev2025, Dia dos Namorados
CNN Portugal/ Agência Lusa - 13fev2025
"Quem tudo quer tudo perde"... já lá diz o ditado.
Hugo Da Nóbrega Dias - É o desespero. Chama nesciamente pela Europa, quando a Europa só o ajudava por causa dos EUA. Agora que os EUA mudaram de posição, bem que pode chamar sentado pela senhora Von Leyen.
Semanário Expresso de 14fev2025
Sejamos sérios... alguém tinha dúvidas que mais tarde ou mais cedo isto aconteceria?
Jorge Veiga - Infelizmente não temos armamento, não temos exército, não temos dirigentes com testículos no local apropriado. Por isso os idiotas do Trump, do Putim, do N. Coreano e do Chinês, fazem o que querem e ainda lhes sobra tempo. Até para um P. da América que deixa a desejar.
José Manuel Nero - Mas quem na Europa tem capacidade negocial, conhecimento e determinação a não ser Viktor Orbán?
Jorge Saraiva - Vamos ver onde caem as canas do fogo de artifício.
Costa e Von der Leyen reuniram-se com Zelensky em 14fev2025
A presidente da Comissão Europeia e o presidente do Conselho Europeu reuniram-se esta sexta-feira [14fev205] com o presidente da Ucrânia, à margem da Conferência de Segurança de Munique, e prometeram mais “garantias” para a defesa de Kiev e que irão intensificar os esforços para acelerar o processo de adesão do país à União Europeia. Ursula von der Leyen e António Costa comprometeram-se a dar um apoio contínuo e estável à Ucrânia até que seja alcançada “uma paz justa, abrangente e duradoura”, como se lê no comunicado. Depois do inesperado anúncio de Donald Trump de que iria iniciar as negociações para a paz muito em breve - isto depois de uma chamada telefónica com Vladimir Putin e sem que Volodymyr Zelensky ou a UE fossem consultados -, os representantes da Comissão Europeia e do Conselho Europeu ecoaram o que vários países têm vindo a dizer nos últimos dias, que “somente a paz levaria a uma Ucrânia soberana e próspera e garantiria a segurança da Ucrânia e da Europa”.
6.ª feira 14fev2025 - Primeiro dia da Conferência de Segurança de Munique
Angela Loureiro - Este anormal não tem absoluta noção do que se está a passar na terrinha dele, ou tem. Será que tem noção de que trump é um criminoso eleito e condenado, um aldrabao compulsivo, sem pingo de caráter ou honra? Liberdade de expressão? Deve referir-se à perseguição atual contra quem não é maga e critica o estado atual dos USA. Ou há perigosa ligação entre trump e os tecno-oligarcas; falta de liberdade de expressão na Europa? É doido: é só ver os posts a propósito dele próprio, quando dizia “cobras e lagartos” de trump antes de se converter. Os USA não são mais aliados antes perigosos aliados de Putin
José Manuel Nero - Grande J.D. Vence.
Sábado 15fev2025 - Segundo dia da Conferência de Segurança de Munique
Hugo Da Nóbrega Dias - Lunático.
José Manuel Nero - Não será ainda este ano, mas seguramente antes dos próximos 4 ou 5. Entretanto há tempo ainda para continuar a destruir a Europa.
Júlio Gouveia - Claro que tem de ser. Este individuo tem mesmo de entender que não é o dono do mundo. Ele vai rwbentar com as economias do mundo mas os States não vão ficar melhor . Estes taxam 25 , os outros taxam 30
“As tarifas são impostos, más para as empresas, piores para os consumidores”, sublinhou o comissário europeu para o Comércio, Maros Sefcovic, que considerou ser esta uma decisão em que todos perdem. Bruxelas está "a analisar o alcance" da decisão e responderá "proporcionalmente com contramedidas”, disse o comissário num debate no Parlamento Europeu (PE), em Estrasburgo. As taxas anunciadas por Washington entram em vigor em 12 de março para todas as exportações de alumínio e aço de países terceiros para os EUA. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também condenou a decisão da Casa Branca, em comunicado. "Lamento profundamente a decisão dos EUA de impor direitos aduaneiros às exportações europeias de aço e alumínio. (...) As tarifas injustificadas impostas à UE não ficarão sem resposta - desencadearão contramedidas firmes e proporcionadas. A UE agirá para salvaguardar os seus interesses económicos. Protegeremos os nossos trabalhadores, empresas e consumidores", afirmou von der Leyen. Também o presidente do Conselho Europeu, António Costa, manifestou o seu total apoio à decisão do executivo comunitário de responder às tarifas alfandegárias impostas por Washington.
...qual irá ser a resposta de Ursula von der Leyen, António Costa e Christine Lagarde?

Renato Ferreira - Vamos nos unir aos BRICS
Gonçalo G. Moura - Vai ser o autismo habitual da URSSE...
Ameaças de Trump... União Europeia prepara impacto de tarifas
Christine Lagarde considera que as decisões económicas de Donald Trump são um desafio para os líderes europeus e uma oportunidade para repensar políticas. A presidente do Banco Central Europeu defende que a Europa deve estar preparada, mas afirmou-se otimista no encerramento do Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça. E também em Davos disse Trump: "Venham produzir na América ou enfrentem tarifas".
David Ribeiro - E também em Davos disse Trump: "Venham produzir na América ou enfrentem tarifas".
Dias negros esperam Zelensky e seus comparsas
A Alemanha vai cortar a ajuda à Ucrânia para metade já no próximo ano, para 4 mil milhões de euros. A notícia é avançada pelo jornal alemão Der Spiegel, que assinala que o orçamento do governo alemão para 2025 contempla metade da ajuda à Ucrânia face ao ano anterior. Isto significa que foram atribuídos até 4 mil milhões de euros para ajuda militar à Ucrânia, em comparação com os quase 8 mil milhões de euros no orçamento de 2024.
A militarização da União Europeia

O executivo de Ursula von der Leyen tem que urgentemente resolver este problema.
CNN Portugal na 2.ª feira 26fev2024
Jornal i na 2.ª feira 26feb2024
Em Bruxelas os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) reuniram-se ontem [2.ª feira 26fev2924] para debaterem as propostas da Comissão Europeia para ajudar o setor agrícola em crise, bem como as várias medidas nacionais adotadas para responder às preocupações do setor.
A reunião de ministros da Agricultura, realizada nesta segunda-feira [26fev2024], terminou com vários governantes a darem razão ao setor e a prometerem mais medidas para travar o descontentamento. Em cima da mesa estão medidas de flexibilização e de corte nos custos administrativos relativos à aplicação da Política Agrícola Comum (PAC) e ainda a derrogação da aplicação de algumas regras ambientais, como o respeito pelos pousios e a rotação de culturas. Maria do Céu Antunes, ministra portuguesa da Agricultura, saiu da reunião a dizer que "compreende a contestação" porque "as regras ambientais são muito restritivas". Portugal pede, ainda, mais "flexibilidade entre os [dois] pilares [da PAC]", para permitir mais ajudas aos agricultores, tal como foi feito em 2020 no início da pandemia. O governo português que em breve deixará funções diz, também, que algumas das novas medidas ambientais do Pacto Ecológico devem ser derrogadas até 2027 para dar "previsibilidade aos agricultores, segurança, confiança" e ainda "o rendimento necessário".
Altino Duarte - Pensava que os protestos eram só dos agricultores portugueses...!
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Bernardo Sá Nogueira Mergulhão - Não sei é como,ou fecham a produtos de paises que não cumprem metade das regras impostas cá e sobem preços dos mesmos e aí têm consumidores furiosos....a maior fatia do orçamento europeu já é com Agricultura actualmente...problema complicado....se calhar tem de regular produtos a nível mundial ...mas complicado

O partido populista Direção-Social Democracia (Smer-SSD), do antigo primeiro-ministro Robert Fico, que se opõe à ajuda à Ucrânia, venceu as eleições legislativas na Eslováquia. De acordo com resultados definitivos divulgados na madrugada de domingo [1out2023] o Smer-SSD obteve 23,3%, à frente do partido liberal Eslováquia Progressista (17,1%), liderado pelo vice-presidente do Parlamento Europeu, Michal Simecka. Uma vez que nenhum partido obteve a maioria dos assentos no parlamento da Eslováquia, o futuro do país pode depender do partido que ficou em terceiro lugar, com 14,9% dos votos, os sociais-democratas do Hlas-SD (‘Voz’), do também antigo primeiro-ministro Peter Pellegrini, um dissidente do Smer-SSD mas que partilha a posição pró–Ucrânia de Simecka.
A Eslováquia é uma república democrática parlamentar, com um chefe de governo – o primeiro-ministro – que tem a maior parte do poder executivo, e um chefe de Estado – o Presidente – que, embora formalmente seja o chefe do executivo, tem poderes muito limitados. O país está dividido em oito regiões, cujos nomes correspondem aos nomes das suas principais cidades, e que usufruem de um certo grau de autonomia desde 2002. Em 2020, os principais setores da economia eslovaca foram a indústria (24,1%), o comércio grossista e retalhista e os serviços de transportes, alojamento e restauração (18,4%), a administração pública, a defesa, a educação, a saúde e os serviços sociais (16,8%). 7% das exportações eslovacas destinam-se a outros países da UE (Alemanha - 22%, Chéquia - 11%, Polónia - 8%). Das exportações para o exterior da UE, 4% destinam-se tanto aos Estados Unidos como ao Reino Unido e 3% à China. No que respeita às importações, 80% provêm de países da UE (Alemanha – 20%, Chéquia – 18%, Áustria – 9%). Das que provêm do exterior da UE, destacam-se as importações da Coreia do Sul (4%) e as da Rússia (3%). [in página WEB oficial da União Europeia]
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Más notícias para o regime de Kiev. Mas os Ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27 Estados-membros da União Europeia já foram a correr para a capital ucraniana para uma reunião inédita na manhã de hoje [2.ª feira 2out2023]. Será para substituir os EUA no apoio financeiro?... O nosso ministro dos Negócios Estrangeiros, João Cravinho, já disse que vão ser discutidos os reforços do apoio militar, monetário e das sanções e manifestar solidariedade para com a Ucrânia.
Raul Vaz Osorio - Não é verdade. Há verbas já aprovadas disponíveis apenas não podem orçamentar mais. E além disso, é razoavelmente claro que já há um acordo informal com o líder republicano no Congresso para resolver essa questão se necessário
David Ribeiro - Meu amigo Raul Vaz Osorio... é óbvio que lá como cá as leis deste tipo não são retroativas. E "acordos informais" só serão lei depois das votações.
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro na verdade isto nem sequer é uma lei, é só um acordo de votação. E se for necessário, hâ outros. É apenas isso que estou a dizer
Jorge Veiga - Cuidado com os foguetes antes da festa.
David Ribeiro - Um bom conselho, Jorge Veiga , para os senhores no poder em Kiev.
Jorge Veiga - David Ribeiro Nenhum recado para os Srs de Moscovo? ...é que gastar mais 70% no ministério da guerra, vai escacar o orçamento de Putin...
David Ribeiro - Jorge Veiga... oh pá!... esses sabem-na toda.
Jorge Veiga - David Ribeiro também é verdade.
David Ribeiro - Jorge Veiga... quem sou eu para dar conselhos aos senhores no poder em Kiev mas os ventos que sopram nos países da UE e da NATO no leste europeu não auguram nada de bom.
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro ai esse wishful thinking
David Ribeiro - Não tem nada a ver, Raul Vaz Osorio, com pensamentos positivos ou negativos, mas sim com a informação que tenho recolhido de várias tendências.
Jorge Veiga - David Ribeiro pelo pouco que se sabe, para os Srs de Moscovo, as coisa também estão pretas. 1º + 70% para o orçamento da defesea. 2º recrutamento de voluntários nos países vizinhos 3º recrutamento de voluntários em Cuba, onde pagam mais que nos outros (2000,00€ contra 1400,00£ por mês). 4º armamento que até da Coreia do Norte pode vir 5º contar com a Bielo-Rússia é o mesmo que contar com o exercito da Madeira. 6º ir depenicar os restos do Wagner começa a ser preocupante. ----- etc. Está mau para aqueles lados, não é só para o lado de Kiev.
David Ribeiro - Mas, Jorge Veiga. quando "está mau para aqueles lados", e tudo leva a crer que sim, quem se lixa é sempre o mexilhão.
Jorge Veiga - David Ribeiro isso sempre foi, mas ao menos que o mexilhão a gozar seja aquele que pode abrir as conchas sem ser empurrado do 5º andar.

A União Europeia pediu aos 27 Estados-membros mais 50 mil milhões de euros para ajudar a Ucrânia nos próximos quatro anos. Este anúncio foi feito ontem [20jun2023] pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. "Esta reserva financeira vai permitir-nos calibrar o nosso apoio financeiro de acordo com a evolução da situação no terreno", argumentou Von der Leyen.
E o facto desta "ajuda" da UE incluir 33 mil milhões de euros em assistência macrofinanceira para ajudar a reabastecer os cofres do Estado de Kiev, é que me dói, pois é seguramente mais dinheiro para os bolsos dos cleptocratas que rodeiam Zelensky.
Para que não nos esqueçamos:
Relatório do Tribunal de Contas Europeu de 2021
A Ucrânia é afetada pela grande corrupção e pela captura do Estado há muitos anos. Na sua auditoria, o Tribunal avaliou se o apoio concedido pela UE às reformas na Ucrânia foi eficaz na luta contra a grande corrupção. Embora a UE tenha introduzido várias iniciativas para reduzir as oportunidades de corrupção, o Tribunal constatou que a grande corrupção continua a ser um problema fundamental na Ucrânia. O Tribunal formula várias recomendações para melhorar o apoio da UE, em especial no sentido de que devem ser concebidas e executadas ações específicas não só para combater a grande corrupção (incluindo a estrutura oligárquica), mas também para ajudar a eliminar os obstáculos a uma concorrência livre e leal.
Sobre este assunto todos assobiam para o lado
Assim vão as sanções à Rússia.
A Índia e outros fazem o mesmo que Marrocos, importam hidrocarbonetos russos que depois revendem como sendo não russos.
Já a Arábia Saudita faz melhor: importa hidrocarbonetos russos, usa-os no seu mercado interno em substituição da sua própria produção e assim pode exportar mais sem aumentar a dita produção (o que iria baixar os preços globais).
Tudo isto até teria a sua graça se não fosse o caso de que estes intermediários cobram todos a sua percentagem. Percentagem que nós, os consumidores finais europeus, pagamos.
Pena é que não exista um mecanismo para que este verdadeiro imposto que nós é imposto só fosse cobrado aos apoiantes das sanções, aos adeptos do “a Rússia não pode ganhar” e aos heróis da defesa da Ucrânia até ao último ucraniano. Um pouco como aqueles impostos voluntários destinados às igrejas e seitas previstos nos sistemas fiscais de alguns países.
(Jorge de Freitas Monteiro na sua página do Facebook - 21jun2023)
Isabel Sousa Braga - David Ribeiro anda tudo a dormir

O Dia da Vitória Soviética (em russo: День Победы, Den' Pobedy) ou 9 de maio, marca a capitulação da Alemanha Nazi para a União Soviética na Segunda Guerra Mundial. As celebrações decorrem hoje na Praça Vermelha, em Moscovo.

Moscovo preparou o desfile militar de hoje - solenemente apelidado de "Marcha do Regimento Imortal" -, o ponto alto das comemorações do Dia da Vitória em toda a Rússia, mas consta-se que pelo menos 21 cidades cancelaram tais eventos. As autoridades regionais referiram-se vagamente à “situação atual” como uma razão pela qual essas comemorações não ocorrerão, pois podem ser alvo de sabotadores pró-ucranianos. Os russos culpam a Ucrânia por uma série de ataques contra depósitos de combustível e comboios de mercadorias na semana passada, bem como um ataque à cidadela do Kremlin. Mas as comemorações, incluindo fogos de artifício, continuarão na capital russa em 9 de maio. De acordo com a agência de notícias estatal russa TASS, os moscovitas e convidados das comemorações do Dia da Vitória poderão ver fogos de artifício festivos em 16 locais às 22h, horário local, em Moscovo. (Na imagem mísseis terra-ar Pantsir-S e sistemas de artilharia antiaérea atravessam a Praça Vermelha em Moscovo durante um ensaio para a parada militar do Dia da Vitória)
Discurso de Putin no Dia da Vitória
"Hoje a civilização encontra-se perante um novo ponto de viragem" - Putin começou a discursar perante uma Praça Vermelha repleta de militares russos que ouvem atentamente as palavras do presidente russo. "Hoje a civilização encontra-se perante um novo ponto de viragem", começou por dizer Putin. O presidente russo pediu um minuto de silêncio por "todos os que deram a vida à guerra" contra os nazis. "Para nós, a memória dos defensores da pátria é sagrada, valorizamos os nossos combatentes", vincou.
Putin diz ter "orgulho" dos "participantes da operação militar especial" - O presidente russo afirma que a Rússia tem "orgulho em todos os participantes da operação militar especial". "O futuro do nosso Estado depende de vós", declarou.
Putin termina discurso reiterando a "vitória" russa na Ucrânia - O presidente russo indica a presença de alguns dos "participantes da operação militar especial" na Ucrânia. "São quadros que integram a mobilização parcial", apontou, saudando de seguida "os que nesta altura estão nos seus postos de combate". "Na Segunda Guerra Mundial, os nossos antepassados heróicos mostraram que não há nada mais importante do que a nossa unidade, não há nada mais forte do que o nosso amor pela pátria, pela Rússia, pelas nossas Forças Armadas, e do que a vitória".
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Raul Vaz Osorio - Palavras ocas, mera propaganda
Fernando Duarte - David , Sabes porque é que os russos festejam hoje, quando todos os outros países da Europa festejam no dia 8 de Maio?
Isabel Sousa Braga - Fernando Duarte por causa do fuso horário, segundo a SIC
David Ribeiro - Fernando Duarte ... Exatamente pelo motivo apontado aqui pela Isabel Sousa Braga .
Fernando Duarte - David Ribeiro Na realidade a rendição foi assinada em França, em Reims, a 7 de Maio 1945, prevendo o fim dos combates às 23:01 de 8 de Maio, aliás existem muitos jornais do 8 de Maio que relatavam a rendição alemã, e documentos do Churchill a festejar essa vitoria. Só que o Staline fez uma birra porque queria a rendição em Berlin e exigiu uma nova rendição a 8 de Maio às 23:16 (00:16 hora de Moscovo)!
Adao Fernando Batista Bastos - Discurso hipócrita e mentiroso numa tentativa daquilo a qie vulgsrmente dizemos, virar o bico ao prego. Um doido perigoso.
David Ribeiro - Goste-se ou não de Vladimir Putin e da sua política imperialista, e eu não gosto nada, não podemos renegar o enorme contributo da União Soviética para a derrota da Alemanha Nazi nem os seus 24 milhões de mortos na Segunda Guerra Mundial. E é isto que se invoca nesta parada militar na Praça Vermelha em Moscovo no dia de hoje.
Fernando Duarte - David Ribeiro Qual contributo? Zanga de comadres, isso sim!
Jorge Lira - David Ribeiro e continuamos com equívocos deste tipo. O enorme erro estratégico do eixo aliado em ter apoiado Stalin contra Hitler em vez do contrário. Hitler teria naturalmente ido para Leste e não Oeste, pois era esse o seu Lebensraum, e não a França, leste onde derrotaria Stalin e acabaria com a URSS, se não jogasse em duas frentes, ficando enormemente debilitado. endo depois muito facilmente derrotado pelos aliados. Este erro estratégico, estamos ainda hoje e no futuro a pagar e bem caro.
David Ribeiro - Se os seus "ses" tivessem acontecido, Jorge Lira , a história seria outra, mas a verdade é que assim não foi.
Jorge Lira - David Ribeiro os ses mal resolvidos do passado poderão ser úteis a responder devidamente no presente. Para isto e só para isto poderão servir. Poder ter tido um ocidente sem união soviética poderia ter feito acabar a guerra ante de 45 e traria a Europa desde então benefícios imensos, já para não falar dos riscos e dos povos por si subjugados durante a guerra fria. Há erros que se pagam caro demais.
Jorge Veiga - David Ribeiro A URSS ajudou muito à derrota do Hitler e sua Alemanha Nazi, mas nunca devemos esquecer que foi por causa do armamento fornecido pela USA, porque eles tinha homens e um armamento obsoleto. E tinham as KGB femininas por trás dos soldados e a matarem quem tentava fugir às linhas da frente. A URSS era fraca, mal armada. mas esqueceram quem os ajudou. o habitual naquela gente.
João Fernandes - David Ribeiro, não concordo nada consigo. Aproveitando uma data histórica e incontornável, o louco putin vende mais banha de cobra à multidão que o ouve, para justificar o que não tem justificação, ou seja, a destruição da Ucrânia. Já o louco Hitler, com os seus discursos inflamados, usava as mesmas técnicas para justificar o que se seguiu, ou seja, a segunda guerra mundial.
Raul Vaz Osorio - Parece-me que se está a esquecer aqui o mais importante: se assim fosse, teríamos recebido na década de 50 um mundo dominado por ideologias fascistas, um mundo onde sucessivamente seriam massacradas as minorias incómodas. Achar que esse poderia ser um mundo melhor que o que temos tido é não só uma conclusão muito controversa como necessita de uma ginástica mental muito acrobática. Sim, a URSS não foi um sítio muito simpático, não deveria ser nada agradável viver nela, mas para a Europa foi excelente, é practicamente certo que não existiria modelo social europeu se não existisse a pressão social que a existência da URSS ocasionou. A guerra fria forçou o ocidente capitalista a moderar-se e possibilitou toda uma panóplia de medidas de justiça social que de outra forma, seriam quase certamente impossíveis e originou 30 anos de bem estar social como nunca existira antes na historia da humanidade. Esta tendência foi invertida com o advento da era Reagan-Thatcher, a que a queda do muro de Berlim e o fim da guerra fria deram alento, o que levou à fase que ainda perdura de retrocesso dos direitos sociais e aumento brutal da desigualdade. O facto de estar entre os que beneficiam deste status quo não me impede de o ver de forma realista. Ou, como soi dizer-se, pimenta no cu dos outros, para mim é refresco ![]()
David Ribeiro - É isso mesmo, Raul Vaz Osorio... e não esqueçamos que tudo o que gostaríamos que acontecesse raramente é aquilo que o futuro nos dá.
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro aliás, sugiro a todos que queiram reflectir sobre o que seria um mundo saído de uma segunda guerra vencida por Hitler, a leitura de The Man in the High Castle de Philip K Dick, bem complementado pela série televisiva disponível no Amazon Prime.
David Ribeiro - Ainda mais um "suponhamos" sobre tudo o que aqui se tem escrito... Não há dúvidas que a capitulação da Alemanha Nazi foi nas últimas horas do dia 8 de maio de 1945 (ou nas primeiras horas do dia 9) e pergunto eu: Onde na Europa (a tal Europa democrática) e em que dia é que se comemora este acontecimento?... Ou será que se pretende passar um esponja por toda a barbárie do nazismo?
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro o dia assinalado é 8 de Maio, enquanto que 9 de Maio é o Dia da Europa, por razões que nada têm a ver com a rendição nazi. Que o dia 8 seja assinalado mas não comemorado penso que se prende com o facto de a Alemanha ser um actor central da nova Europa e não seria muito curial fazer grande estardalhaço em torno da sua rendição.
João P. Afonso - David Ribeiro talvez não seja comemorado porque as gerações atuais evitam recordar o pior da fase de um país como a Alemanha. E de vincar que desde a queda do muro de Berlim, foi um país que se colocou na dianteira da economia europeia levando todos os outros por arrasto, em crescimentos e fortalecimento do eixo Paris-Berlim. No entanto, é claro que a libertação de algo como o nazismo deve ser comemorado. Se a árvore da memória histórica deixar de ser regada, estaremos de certa forma a provocar uma forma de censura, de um dos mais importantes momentos da História europeia. Foi esta capitulação que permitiu o nascimento dos países e territórios que hoje se unem em Bruxelas mas também, ao aparecimento de Instituições como a ONU e a OTAN/NATO. Deveria ser comemorado, até mesmo para provar que somos democracias livres e fortes o suficiente, para corrigir os erros e lamber as feridas com a reconstrução de instituições que solidificaram e promoveram de certa maneira, as relações entre os vários países no Mundo que há época, eram ainda colonialistas e imperialistas. Outros tempos, mas tempos novos que reencontramos hoje em dia com outros rostos e rótulos. Abraço grande
Raul Vaz Osorio - João P. Afonso acho que isso é feito da única forma inteligente: comemorando a nova Europa que daí nasceu.
Jorge Veiga - Por acso ouvi na TV (traduzido, claro) que o Sr Putin disse que a culpa da guerra era do Ocidente. Será que é?
Luis Barata - Very talkative! In deed. We are not amused! Há-de morrer como tantos outros déspotas. E com ele uma ideologia perniciosa, assassina, infame.
Guterres já não acredita na paz entre a Rússia e a Ucrânia
António Guterres acredita que neste momento não há qualquer perspectiva de paz entre a Rússia e a Ucrânia porque ambas as partes "estão convencidas de que vão vencer" o conflito. "Infelizmente, creio que neste momento não é possível uma negociação para a paz. As duas partes estão convencidas de que podem vencer", assumiu o secretário-geral da ONU, numa entrevista ao El País, publicada esta terça-feira, dia em que a Rússia celebra o Dia da Vitória.
Jorge Veiga - mas o que se vão perder, são muitas vidas. Até parece que valem pouco...
Carlos Miguel Sousa - São o mesmo povo, a combater entre si.
Os Estados Unidos anunciaram um "novo pacote de assistência à segurança" para ajudar a Ucrânia a melhorar as suas defesas aéreas e as suas necessidades de munições. O novo pacote, avaliado em 1,2 mil milhões de dólares (cerca de 1,1 mil milhões de euros), inclui novos sistemas de defesa aérea, munições, mísseis, radares, novos serviços de satélite e outros equipamentos. "Este pacote sublinha o comprometimento dos Estados Unidos para responder às maiores necessidades da Ucrânia, como munições e sistemas de defesa aérea", pode ler-se no comunicado do Departamento da Defesa.
Jose Antonio M Macedo - Boas notícias. Ainda bem. Uma eventual fragmentação da Rússia só traria benefícios à Europa.
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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, foi hoje a Kiev para assinalar o Dia da Europa, e avançou que em junho será dada uma avaliação provisória positiva sobre a integração europeia da Ucrânia, que será um elemento-chave para tomada de decisão dos Estados-membro em outubro - devendo a Ucrânia prosseguir sete reformas relevantes, a nível do seu sistema judicial, no combate à lavagem de dinheiro, na implementação da lei anti-oligárquica ou na alteração da legislação relativa às minorias. E alguém acredita que os senhores no poder em Kiev alguma vez implementarão em tempo útil todas estas coisas que são o dia-a-dia do governo ucraniano. Eu vou esperar... sentado.
Jorge Veiga - David Ribeiro pois aplicar esta são as mais fáceis. O mais difícil é sair da guerra e reerguer o país. Das que foram faladas, até aqui era preciso uma mãozinha para aconchego...
Mário Paiva - Então tá! ![]()
A Ursula von der Leyen vai-nos oferecer todos os eletrodomésticos novos para substituir os velhos, não vai?
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Vamos ficar todos melhor! Como a Serra da Estrela.
Jose Luis Soares Moreira - Eles/as não sabem o quanto custa viver, são parasitas da nossa sociedade dominando os cordeiros sofredores que lhes pagam o que lhes cai na gamela para esbanjarem à farta.
Jorge Felicio - está tudo xoné... melhor poupar energia
Então e a energia consumida para fabricar esses novos e para os transportar para a Europa (normalmente são fabricados na Asia), e a gasta para reciclar os velhos? A soma total compensa a troca?
Electromésticos era o Valentim Loureiro....agora é melhor trabalhar para os conseguir comprar lol
É por essas e por outras que a UE, está como está, entregue à bicharada.
Enquanto a indústria alemã produz os tais eletrodomésticos novos, mas eficazes do ponto de vista energético com a energia que os outros vão poupar quando tiverem os novos eletrodomésticos.
Por onde eu ando...
Nova Crítca - vinho & gastronomia
PINN (Portuguese Independent News Network)
Meus amigos...
A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
Antes Que Me Passe a Vontade (Nanda Costa)
Caderno de Exercícios (Celina Rodrigues)
Cerâmica é talento (Pataxó Lima)
Clozinha/and/so/on (Maria Morais)
Do Corvo para o Mundo!!! (Fernando Pimentel)
Douro de ouro, meu... (Jorge Carvalho)
Douro e Trás-os-Montes (António Barroso)
Escrita Fotográfica (António Campos Leal)
Let s Do Porto (José Carlos Ferraz Alves)
Life of a Mother Artist (Angela Ferreira)
Marafações de uma Louletana (Lígia Laginha)
Matéria em Espaço de Escrita com Sentido (Mário de Sousa)
Meditação na Pastelaria (Ana Cristina Leonardo)
Memórias... (Boaventura Eira-Velha)
Mente Despenteada (Carla Teixeira)
Nortadas (Francisco Sousa Fialho, João Anacoreta Correia e outros)
O Portugal Futuro (Tiago Barbosa Ribeiro)
O Porto em Conversa (Vitor Silva)
Os meus apontamentos (Vitor Silva)
Renovar o Porto (Rui Farinas e Rui Valente)
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Que é que se come por aqui (Ricardo Moreira)
Servir o Porto (Pedro Baptista)
Um Rapaz Mal Desenhado (Renato Seara)
Vai de Rastos (Luís Alexandre)
(IN)TRANSMISSÍVEL (Vicente Ferreira da Silva)
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Site de Prova de Vinhos (Raul Sousa Carvalho)