"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 2 de Dezembro de 2025
Armas e mais armas... e por cá Marcelo no hospital

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Revista Military Watch: "...a Ucrânia está a perder os seus sistemas de defesa aérea mais rapidamente do que o Ocidente consegue substituí-los". Por outras palavras: a guerra de alta intensidade não pode ser gerida como uma apresentação em PowerPoint em Bruxelas. Desde 2022 que nos venderam a narrativa de um Ocidente que se tornou uma superfábrica, capaz de produzir baterias de Patriots como panfletos eleitorais. Boris Pistorius, ministro da Defesa da Alemanha, que anuncia a guerra em 2029 como se anuncia a previsão meteorológica, admite agora que: "As capacidades de produção precisam de ser significativamente aumentadas".

 

   E porque tudo isto tem a ver com o dia-a-dia da guerra
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Com toda a consideração que tenho por Ronaldo Santos (que só conheço dos seus comentários na CNN Portugal) parece-me que já há uma "ligeira" alteração à forma como muitos dos "comentadores" nacionais encaram o futuro próximo do conflito no leste da Ucrânia. Ainda vamos ver um "virar de casacas", a fazer-nos lembrar os dias seguintes ao 25 de Abril de 74 em Portugal.

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Tudo me leva a acreditar que estamos num momento decisivo para o futuro da Ucrânia. A atividade militar russa e as "propostas" de paz de Donald Trump não auguram nada de bom para todos aqueles que sustentam Zelensky no poder em Kiev.
  
Jorge Veigaisso é de ter cataratas?
David Ribeiro
Não te entendo, Jorge Veiga... ainda tens esperança que a "Coligação dos Dispostos" (que raio de nome foram arranjar) vá resolver a enorme crise na equipa dirigente em Kiev?.. Eu, muito sinceramente, não estou a ver como poderá ser.
Jorge VeigaDavid Ribeiro não é ser ou não o pensar oriental, ocidental, de Norte ou de Sul, mas sim o meu pensar. Invadir um país só se justifica se esse país fez mal ao outro. A Ucránia devolveu todas as armas nucleares e o outro pais invade o território por causa de nazis e corrupção? Podiam começar pelo país deles, onde não faltava mão de obra e causas a defender. Parece-me que alguém faz ou quer fazer de nós burros, mas devia começar a limpeza dentro da própria casa.
David RibeiroSim, Jorge Veiga... " Invadir um país só se justifica se esse país fez mal ao outro" ou se fizer mal aos cidadãos que falam russo, em cujas escolas se ensinava russo, que sempre viveram uma cultura russa, e que os neo-nazis instalados em Kiev tentaram dizimar perla força. Não podemos esquecer a história.
Jorge VeigaDavid Ribeiro Oh porra. Temos que invadir Angola, Moçambique etc, porque também maltratam os lusófonos... Que raio de desculpa. Falam russo, vão para a Rússia, se quiserem, caso contrário são tratados como os outros.
Jorge SaraivaErrata: onde está escrito "crer" deverá ler-se "querer".
Maria Vilar de AlmeidaTomara que esta CHARADA acabe de vez. Bem Basta o DINHEIRO que PORTUGAL enviou para ARMAMENTO e foi DESVIADO... EU SOU EUROPEISTA, MAS ABOMINO A ABERRAÇÃO DESTA (des)UNIÃO EUROPEIA!!! DIXIT.
Adriano MarquesSiga para Bingo... 😂😂😂 No comments
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Alfredo Leite é o enviado especial do CM à Ucrânia. Esteve em Mykolaiv, perto de Kherson, uma das regiões onde os combates mais intensos da guerra se têm travado. Um relato sério, a contrastar com o que muitos do grupo "Rogeiro, Milhazes & C.ª Lda" nos têm vindo a impingir.
  Jorge Veiga
mandar um enviado especial para a Ucránia para ele dizer isto, podiam poupar a guita. Isso digo eu com tão pouco armamento pesado contra o que tem a Rússia. Mesmo assim, temos a acrescentar os 4 anos de guerra, que deveriam ser 15 dias...

  Até a Helena Ferro de Gouveia...
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  Jorge VeigaDavid Ribeiro a mim não me admira nada. O que me admira é que haja quem lhes dê, aos Putins, razão.

 

  A ver vamos como diz o cego
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A reunião entre a delegação da Ucrânia e os Estados Unidos da América, na Florida, neste sábado [29nov2025], foi descrita como “produtiva e bem sucedida” por parte dos ucranianos e como “muito produtiva” por parte de Marco Rubio. Donald Trump e Volodymyr Zelensky reagiram e mostraram-se esperançosos sobre os próximos tempos. 
O Presidente dos EUA considerou que há “boas hipóteses” de se chegar a um acordo para pôr fim ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia. “Penso que a Rússia gostaria que isto acabasse, e penso que a Ucrânia, sei que a Ucrânia gostaria que isto acabasse”, declarou Donald Trump a bordo do Air Force One. 
Já o Presidente da Ucrânia reagiu, nas redes sociais, agradecendo publicamente aos EUA, à equipa de Trump e ao próprio Presidente pelo “tempo que têm investido tão intensamente na definição dos passos para acabar com a guerra”.
Perante tudo isto a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, reconheceu que houve “discussões produtivas” entre as autoridades ucranianas e norte-americanas, mas criticou a exclusão da União Europeia do processo.

  Comentários...
Captura de ecrã 2025-12-01 134946.pngNos corredores dos hoteis da capital ucraniana, onde estão hospedados a maior parte dos jornalistas que cobrem este conflito, a versão amplamente partilhada afirma que Zelensky está pressionado a renunciar, devido aos casos de corrupção "descobertos" pelo NABU, o que permitiria à Rada instalar um novo presidente deste parlamento que se tornaria presidente interino e assinaria o acordo de paz.

 

 

  Presidente da República operado de urgência
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Marcelo Rebelo de Sousa foi ao fim do dia desta segunda-feira [1dez2025] submetido a uma cirurgia a uma hérnia encarcerada no Hospital de São João, no Porto. A cirurgia demorou cerca de uma hora e meia, tal como previsto anteriormente por fontes hospitalares. Segundo nota da Presidência da República, a cirurgia "correu bem" e Marcelo Rebelo de Sousa "já está acordado e bem disposto". A Presidente do Conselho de Administração do Hospital de São João, Maria João Batista, disse que esta cirurgia a que o Presidente da República foi submetido era "urgente, mas não emergente", e o risco era baixo, pelo que, a operação correu "sem complicações".



Publicado por Tovi às 07:28
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2025
Thanksgiving Day é a data limite para Zelensky...

...assinar a proposta de paz de Donald Trump

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  Plano de paz de Donald Trump para a Ucrânia
1. A soberania da Ucrânia será confirmada;
2. Será concluído um pacto global de não-agressão entre a Rússia, a Ucrânia e a Europa. Todas as ambiguidades por resolver nos últimos 30 anos serão consideradas resolvidas;
3. Espera-se que a Rússia não invada os países vizinhos e que a NATO não proceda a mais alargamentos;
4. Será realizado um diálogo entre a Rússia e a NATO, mediado pelos Estados Unidos, para resolver todas as questões relacionadas com a segurança e criar as condições para o desanuviamento, a fim de garantir a segurança global e aumentar as oportunidades de cooperação e desenvolvimento económico futuro;
5. A Ucrânia receberá garantias de segurança fiáveis;
6. As Forças Armadas ucranianas serão reduzidas a 600.000 soldados;
7. A Ucrânia aceita inscrever na sua Constituição que não vai aderir à NATO, e a NATO aceita incluir nos seus estatutos uma disposição especificando que a Ucrânia não será futuramente integrada na organização;
8. A NATO aceita não estacionar tropas na Ucrânia;
9. Caças europeus serão estacionados na Polónia;
10. As garantias norte-americanas:
Os Estados Unidos receberão uma compensação pela garantia de segurança;
Se a Ucrânia invadir a Rússia, perderá essa garantia;
Se a Rússia invadir a Ucrânia, além de uma resposta militar coordenada e decisiva, todas as sanções globais serão restabelecidas, o reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios do acordo serão revogados;
Se a Ucrânia lançar um míssil contra Moscovo ou São Petersburgo sem motivo válido, a garantia de segurança será considerada nula e sem efeito.
11. A Ucrânia é elegível para adesão à União Europeia (UE) e beneficiará a curto prazo de acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto a questão estiver em análise;
12. Um pacote global robusto de medidas para a reconstrução da Ucrânia, incluindo, entre outras:
a) A criação de um Fundo de Desenvolvimento da Ucrânia para investir em setores em elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e a Inteligência Artificial;
b) Os Estados Unidos cooperarão com a Ucrânia para reconstruir, desenvolver, modernizar e explorar conjuntamente as infraestruturas de gás da Ucrânia, incluindo gasodutos e instalações de armazenamento;
c) Esforços conjuntos para reabilitar as áreas afetadas pela guerra, com vista ao restauro, reconstrução e modernização de cidades e bairros residenciais;
d) Desenvolvimento de infraestruturas;
e) Extração de minerais e recursos naturais;
f) O Banco Mundial elaborará um plano de financiamento especial para acelerar estes esforços.
13. A Rússia será reintegrada na economia mundial:
a) O levantamento das sanções será discutido e acordado por fases e caso a caso;
b) Os Estados Unidos celebrarão um acordo de cooperação económica a longo prazo para o desenvolvimento mútuo nas áreas da energia, recursos naturais, infraestruturas, Inteligência Artificial, centros de dados, projetos de mineração de terras raras no Ártico e outras oportunidades de negócio mutuamente benéficas;
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8 (bloco das principais economias mundiais).
14. Os fundos congelados serão utilizados da seguinte forma:
Cem mil milhões de dólares em ativos russos congelados serão investidos em projetos liderados pelos EUA para reconstruir e investir na Ucrânia. Os Estados Unidos receberão 50% dos lucros desta iniciativa.
A Europa contribuirá com 100 mil milhões de dólares para aumentar o montante dos investimentos disponíveis para a reconstrução da Ucrânia. Os fundos europeus congelados serão desbloqueados.
Os restantes fundos russos congelados serão investidos num veículo de investimento EUA-Rússia separado, que executará projetos conjuntos em áreas específicas. Este fundo terá como objetivo fortalecer as relações e aumentar os interesses comuns, de forma a criar um forte incentivo para não regressar ao conflito.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto de segurança norte-americano-russo para promover e garantir o cumprimento de todas as disposições do presente acordo;
16. A Rússia consagrará na lei a sua política de não-agressão em relação à Europa e à Ucrânia;
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordarão o prolongamento da validade dos tratados sobre a não-proliferação e o controlo de armas nucleares, incluindo o Tratado START I;
18. A Ucrânia aceita não ser um Estado detentor de armas nucleares, nos termos do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares;
19. A central nuclear de Zaporijia será posta em funcionamento sob a supervisão da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), e a eletricidade produzida será dividida em partes iguais entre a Rússia e a Ucrânia (50-50);
20. Ambos os países se comprometem a adotar programas educativos nas escolas e na sociedade com o objetivo de promover a compreensão e a tolerância das diferentes culturas e eliminar o racismo e o preconceito:
a) A Ucrânia adotará as normas da UE sobre tolerância religiosa e proteção das minorias linguísticas;
b) Os dois países aceitarão abolir todas as medidas discriminatórias e garantir os direitos dos órgãos de comunicação social ucranianos e russos e a educação;
c) Todas as ideologias e atividades nazis devem ser rejeitadas e proibidas.
21. Territórios:
a) A Crimeia, Donetsk e Lugansk serão reconhecidas como territórios russos 'de facto', incluindo pelos Estados Unidos;
b) Os limites de Kherson e Zaporijia serão os atualmente existentes ao longo da linha de contacto, o que significará reconhecimento 'de facto' ao longo dessa linha;
c) A Rússia renunciará aos outros territórios que controla fora destas cinco regiões;
d) As forças ucranianas retirarão da parte da região de Donetsk que atualmente controlam, e essa parte será em seguida utilizada para criar uma zona tampão neutra desmilitarizada, internacionalmente reconhecida como território pertencente à Federação da Rússia. As forças russas não entrarão nesta zona desmilitarizada.
22. Depois de concordarem com as divisões territoriais futuras, a Federação da Rússia e a Ucrânia comprometem-se a não alterar tais disposições pela força. Nenhuma garantia de segurança se aplicará em caso de violação deste compromisso;
23. A Rússia não impedirá a Ucrânia de utilizar o rio Dniepr para fins comerciais, e serão concluídos acordos sobre o livre transporte de cereais através do mar Negro;
24. Será criada uma comissão humanitária para solucionar as questões pendentes:
a) Todos os prisioneiros e restos mortais de ambos os lados devem ser trocados na proporção de "todos por todos";
b) Todos os civis detidos e reféns serão restituídos, incluindo as crianças;
c) Será criado um programa de reunificação familiar;
d) Serão tomadas medidas para aliviar o sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições no prazo de 100 dias;
26. Todas as partes envolvidas neste conflito beneficiarão de uma amnistia total pelas suas ações durante a guerra e comprometem-se a não apresentar qualquer reclamação ou a considerar apresentar futuramente qualquer queixa;
27. Este acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida pelo Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Serão impostas sanções em caso de violação;
28. Assim que todas as partes aceitarem este memorando, um cessar-fogo entrará imediatamente em vigor após a retirada de ambas as partes para os pontos acordados para se iniciar a aplicação do acordo.

 

  Contraproposta da Europa
(redigido pelo Reino Unido, França e Alemanha)
1. A soberania da Ucrânia deve ser reconfirmada.
2. Será alcançado um acordo de não-agressão total e completo entre a Rússia e a Ucrânia e a NATO. Todas as ambiguidades dos últimos 30 anos serão resolvidas.
3. (O ponto 3 do plano dos EUA foi suprimido. Um rascunho do plano dizia: “Haverá a expetativa de que a Rússia não invadirá os seus vizinhos e a NATO não se expandirá mais”).
4. Após a assinatura de um acordo de paz, será convocado um diálogo entre a Rússia e a NATO para abordar todas as questões de segurança e criar um ambiente de desescalada para garantir a segurança global e aumentar a oportunidade de realção e de futuras oportunidades económicas.
5. A Ucrânia beneficiará de sólidas garantias de segurança.
6. Limitação do efetivo militar ucraniano a 800 000 elementos em tempo de paz.
7. A adesão da Ucrânia à NATO depende do consenso dos membros da NATO, que não existe.
8. A NATO concorda em não estacionar permanentemente tropas sob o seu comando na Ucrânia em tempo de paz.
9. Os aviões de combate da NATO ficarão estacionados na Polónia.
10. Garantia dos EUA que reflete o artigo 5º
a) Os EUA receberão uma indemnização pela garantia
b) Se a Ucrânia invadir a Rússia, perde a garantia
c) Se a Rússia invadir a Ucrânia, para além de uma resposta militar robusta e coordenada, serão restabelecidas todas as sanções globais e será retirado qualquer tipo de reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios decorrentes deste acordo.
11, A Ucrânia é elegível para a adesão à União Europeia e beneficiará, a curto prazo, de um acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto este está a ser avaliado.
12. Pacote robusto de reconversão global para a Ucrânia, incluindo, mas não se limitando a:
a) Criação de um fundo de desenvolvimento da Ucrânia para investir em sectores de elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e os esforços da Al
b) Os Estados Unidos estabelecerão uma parceria com a Ucrânia para, em conjunto, restaurar, desenvolver, modernizar e explorar as infra-estruturas de gás da Ucrânia, que incluem os gasodutos e as instalações de armazenamento
c) Um esforço conjunto para reabilitar as zonas afectadas pela guerra, a fim de recuperar, reabilitar e modernizar as cidades e as zonas residenciais
d) Desenvolvimento de infra-estruturas

e) Extração de recursos minerais e naturais
f) O Banco Mundial desenvolverá um pacote especial de financiamento para acelerar estes esforços.
13. A Rússia deverá ser progressivamente reintegrada na economia mundial
a) A redução das sanções será discutida e acordada por fases e numa base caso a caso
b) Os Estados Unidos celebrarão um Acordo de Cooperação Económica a longo prazo para prosseguir o desenvolvimento mútuo nos domínios da energia, dos recursos naturais, das infra-estruturas, da IA, dos centros de dados, das terras raras, dos projetos conjuntos no Ártico, bem como de várias outras oportunidades empresariais mutuamente benéficas
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8.
14. A Ucrânia será totalmente reconstruída e compensada financeiramente, inclusive através de ativos soberanos russos que permanecerão congelados até que a Rússia compense os danos causados à Ucrânia.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto em matéria de segurança, com a participação dos EUA, da Ucrânia, da Rússia e dos europeus, para promover e fazer cumprir todas as disposições do presente acordo.
16. A Rússia consagrará por via legislativa uma política de não agressão em relação à Europa e à Ucrânia.
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordam em prorrogar os tratados de não-proliferação e de controlo nuclear, incluindo o Fair Start.
18. A Ucrânia concorda em permanecer um Estado não nuclear ao abrigo do TNP [Tratado de Não Proliferação Nuclear].
19. A central nuclear de Zaporizhzhia será reiniciada sob a supervisão da [Agência Internacional da Energia Atómica] AIEA, e a energia produzida será partilhada equitativamente numa proporção de 50-50 entre a Rússia e a Ucrânia.
20. A Ucrânia adotará as regras da UE em matéria de tolerância religiosa e de proteção das minorias linguísticas.
21. Territórios: A Ucrânia compromete-se a não recuperar o seu território soberano ocupado através de meios militares. As negociações sobre trocas territoriais terão início a partir da Linha de Contacto.
22. Uma vez acordadas as futuras disposições territoriais, tanto a Federação da Rússia como a Ucrânia comprometem-se a não alterar essas disposições pela força. As eventuais garantias de segurança não serão aplicáveis em caso de incumprimento desta obrigação.
23. A Rússia não impedirá a utilização do rio Dnieper pela Ucrânia para efeitos de atividades comerciais, e serão celebrados acordos para que os carregamentos de cereais possam circular livremente através do Mar Negro.
24. Será criado um comité humanitário para resolver as questões em aberto:
a) Todos os restantes prisioneiros e cadáveres serão trocados segundo o princípio "Todos por Todos"
b) Todos os civis detidos e reféns serão devolvidos, incluindo as crianças

c) Haverá um programa de reagrupamento familiar
d) Serão adoptadas disposições para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições o mais rapidamente possível após a assinatura do acordo de paz.
26. Serão tomadas medidas para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
27. O presente acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida por um Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Haverá sanções em caso de violação.
28. Se todas as partes derem o seu acordo ao presente memorando, o cessar-fogo entrará imediatamente em vigor quando ambas as partes se retirarem para os pontos acordados para dar início à aplicação do acordo. As modalidades do cessar-fogo, incluindo o controlo, serão acordadas por ambas as partes sob a supervisão dos EUA.

 

  2.ª feira 24nov2025
Captura de ecrã 2025-11-25 160051.pngRússia, Ucrânia e EUA retomaram as negociações em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para tentar desbloquear um plano de paz para a Ucrânia, escrevem o Financial Times e a CNN, que apenas referem a presença de elementos de Moscovo e Washington. Entretanto, e de acordo com a informação avançada por uma autoridade norte-americana à rede televisiva CBS News, a Ucrânia terá concordado com a nova proposta de Trump [com apenas 19 itens], havendo apenas “pequenos detalhes a ser resolvidos”. (Na imagem: Secretário Dan Driscoll está em Abu Dhabi para se reunir com representantes russos © ANSA/AFP)

 

  SIC Notícias às 07h04 de 4.ª feira 26nov2025
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O Presidente norte-americano tinha dito, na semana passada, que Kiev tinha que dar uma resposta, no máximo, até esta quinta-feira. Trump deixou agora cair este prazo, depois de, na terça-feira, Zelensky ter afirmado que está pronto para avançar. “Não tenho um prazo. (...) O prazo, para mim, é quando tudo acabar e eu achar que estão todos cansados de lutar”, disse Donald Trump.

 

  Últimas...
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Raul Vaz OsorioMas isto é para levar a sério? Parece uma brincadeira de putos
Jorge Veiga
Raul Vaz Osorio putos irresponsáveis!




Sexta-feira, 21 de Novembro de 2025
A grande corrupção na Ucrânia + Plano de Paz

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  Ora bolas!... Lá vai a Europa estragar a vidinha a muitos dos senhores instalados no poder em Kiev.

  
Maria Gabriela RafaelQue provas é que tu tens do que estás a dizer? Ou é só mais um devaneio? Não entendo a tua noção de democracia tu que te dizes tão democrata. Haja paciência.
David RibeiroMaria Gabriela Rafael, muitos dos senhores no poder em Kiev são corruptos e não sou só eu a dizer. Não será por acaso que a União Europeia vai implementar o que é referido na notícia.
Maria Gabriela RafaelDavid Ribeiro mas quem é que diz? O general /comentador pró soviético?
David RibeiroMaria Gabriela Rafael, o major general Jorge Saramago pode ser tudo menos pró soviético.

  Na Ucrânia até os mortos alimentam a corrupção
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O setor funerário ucraniano não está imune à corrupção. Esse fenómeno, que antecede a guerra, mas foi amplamente silenciado, intensificou-se nos últimos três anos. As famílias dos falecidos são as primeiras vítimas.

  EuroNews em 16nov2025
Captura de ecrã 2025-11-18 184231.pngTudo sobre a "Operação Midas"
A investigação anticorrupção em curso na Ucrânia pode transformar-se no maior escândalo político desde o início da invasão russa, numa altura em que Kiev se apressa a garantir à população e aos parceiros ocidentais que a luta contra a corrupção continua a ser o seu maior compromisso. (...) Segundo o NABU [National Anti-Corruption Bureau of Ukraine] e o SAPO [Ministério Público Anticorrupção da Ucrânia], a investigação, que durou 15 meses e envolveu 1000 horas de gravações áudio, revelou a participação de vários membros do governo ucraniano. O gabinete anticorrupção informou que o grupo estava a cobrar subornos aos empreiteiros da Energoatom, que ascendiam a 10-15% do valor de cada contrato. De acordo com o NABU, foram branqueados cerca de 100 milhões de dólares em fundos: "De facto, a gestão de uma empresa estratégica com um volume de negócios anual superior a 4 mil milhões de euros não foi efectuada por funcionários, mas por pessoas estranhas sem autoridade formal", diz o gabinete num comunicado. (...) Na terça-feira, o Gabinete Anticorrupção acusou oito pessoas de suborno, desvio de fundos e enriquecimento ilícito. Entre elas encontra-se Ihor Myroniuk, antigo conselheiro do ex-ministro da Energia Herman Halushchenko, que anteriormente desempenhava as funções de diretor-adjunto do Fundo de Propriedade do Estado. Dmytro Basov, antigo procurador e ex-diretor do departamento de segurança física da Energoatom, também está implicado. O NABU afirma que Myroniuk e Basov "assumiram efetivamente o controlo de todas as compras da empresa". (...) Halushchenko, ministro da Energia da Ucrânia entre 2021 e julho de 2025, que depois se tornou ministro da Justiça do país até à sua demissão há dois dias, também está alegadamente envolvido. A investigação do gabinete anti-corrupção alega que o líder e cérebro por detrás do esquema de corrupção é o empresário Timur Mindich, um antigo parceiro de negócios do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
(ver artigo completo aqui)

 

  Plano de Paz
Captura de ecrã 2025-11-20 091049.pngO tenente-general Rafael Martins, ao analisar o novo plano de paz apresentado pelos EUA para resolver o conflito na Ucrânia, disse: "Nós não sabemos que conversa é que Putin e Trump tiveram naquela viagem de três minutos de carro"E não há dúvida que muitas vezes é nesses curtos momentos que se resolvem (ou tenta-se resolver) grandes questões.

 Principais pontos do "Plano de Paz" de Trump

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— a Rússia ganhará total controlo de facto sobre Lugansk e Donetsk.
— Apesar da transferência sob controlo russo, as áreas de Donbas que as forças ucranianas deixam serão consideradas uma zona desmilitarizada. A Rússia não poderá enviar tropas para lá.
— Nas regiões de Kherson e Zaporozhye, as linhas de controlo atuais serão principalmente congeladas.
— Os EUA e outros países reconhecerão a Crimeia e Donbas como território russo legal, mas não exigirão tal reconhecimento da Ucrânia.
— Restrições à dimensão do exército ucraniano e das suas armas de longo alcance, em troca de garantias de segurança dos EUA.
— Trump quer reconhecer a Crimeia e Donbass como Rússia.

  
Joaquim Figueiredo
Uma vergonha...qual será a comissão?
David Ribeiro
Joaquim Figueiredo, Trump não dá ponto sem nó... mas tudo bem se conseguir a Paz, por mais periclitante que ela seja.
Joaquim Figueiredo
David Ribeiro nos termos que ouvi dizer é uma guerra continuada...e quem vai pagar a reconstrução? E quem vai ficar com as terras ricas? E com os paraísos turísticos?
Isabel Gentil Quina… deve ser isso ou guerra com a Europa 🙈

  Segundo diz alguma comunicação social das terras do tio Sam esta proposta de Trump já tem o acordo de Putin. Ou seja, Zelensky está feito ao bife... e a União Europeia, mais uma vez, é chotada para canto.

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Adriano MarquesJá vi que continua a acreditar no Pai Natal... 😂😂😂😂😂😂😂😂
David Ribeiro
Eu há muito deixei de acreditar no Pai Natal, Adriano Marques, mas cada vez mais me parece evidente a desgraça que vai cair sobre o povo ucraniano, que até nem tem culpa das asneiras dos senhores no poder em Kiev.
Jorge VeigaDavid Ribeiro ...nem dos senhores no poder de Moscba!
David RibeiroEsses, Jorge Veiga, cada vez mais se posicionam como os vencedores, quer queiramos quer não. Não há que viver de estados de alma... a realidade é a que se está a ver no dia-a-dia.
Jorge VeigaDavid Ribeiro Vencedores com cerca de 1 milhão de mortos e incapacitados? Chama-se a isso ser vencedor?
David RibeiroUm dia, Jorge Veiga, se fará essa conta de ambos lados... mas não é essa contabilidade que dará a vitória para a história.
Adriano MarquesDavid Ribeiro é verdade os maus são os Ucranianos, o Putin e os seus Terroristas são uns tipos extraordinários, o problema mesmo é os tais Senhores do Poder de Kiev não se ajoelharam aos pés de Putin, os resto são adereços.
Jorge VeigaDavid Ribeiro a história é igual à que foi praticada pelos russos em todos os campos de batalha. Criminosos.
David RibeiroVou repetir o que já várias vezes aqui disse, Adriano Marques: deixemo-nos de estados de alma e foquemos as nossas intervenções na realidade.
Adriano MarquesDavid Ribeiro eu não compreendo o seu estado de espirito cada vez que as coisas correm mal á Ucrânia, fica até excitado para não dizer contente, acho até que por estranho que pareça, se esquece ou troca os papéis de agressor e agredido. O Putin e a sua escumalha não têm o mínimo direito ou razão para estarem a destruir um País, uma Cultura, são uns miseráveis terroristas que estão irresponsavelmente a provocar meio mundo, prova disso é o que fizeram ontem na Polónia e com os aviões Ingleses, um dia destes as coisas vão correr muito mal para TODOS. Os Russos têm uma pesadíssima "herança" de milhões e milhões de mortos às suas mãos, o próprio Hitler é um menino ao pé dos criminosos Russos, não vale a pena branquear o que é completamente Preto.
David RibeiroA história é muito mais do que aquilo que acaba de dizer, meu caro Adriano Marques.
Adriano MarquesDavid Ribeiro talvez a sua, a que lhe dá jeito, a de esquerda. São estados de alma... 🤔🤔🤔
Luis BarataDavid Ribeiro claro, a culpa é deles, são muito asneirentos... Desgraçados já eles estão e há muito tempo e vão ficar ainda mais. Putin é putin, esse é o problema.
Jorge VeigaPois a culpa é dos Ucranianos. Têm lá Nazis e gatunagem no governo e amigos que é um fartote. Os Russo não têm um único. Nem Putin, nem os que caem do 5º andar.!
Jose Antonio M MacedoNa minha opinião, isto poderá levar a uma aproximação da Europa à China e à Índia, a médio e longo prazos, com prejuízos significativos para os EUA e a Rússia. À Europa e à China interessam uma Rússia fraca e fragmentada dos pontos de vista económico, geográfico e étnico. Vai ser interessante ver qual a reação dos EUA na sua aproximação à China e qual o aproveitamento sábio da China face a uma Rússia muito dividida e débil no futuro. O aproveitamento futuro das vastas reservas de recursos naturais que a Rússia dispõe quer pela China, quer pela Europa vai ser inevitável. Aí quero ver quem se vai rir. Mas aí será bem feito para a Rússia, pois terá o que merece.
Jorge VeigaJose Antonio M Macedo a China só se junta a quem der dinheiro.

  Observador 21nov2025

Trump estará a pressionar Zelensky a assinar proposta de paz até à próxima quinta-feira, Dia de Ação de Graças. Washington terá ameaçado retirar apoios a Kiev. Volodymyr Zelensky, Emmanuel Macron, Keir Starmer e Friedrich Merz reuniram-se à distância esta sexta-feira. O tema em cima da mesa foi a proposta norte-americana para terminar o conflito na Ucrânia, como revela o Presidente ucraniano numa nota publicada nas redes sociais.
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Michael SeufertSerá Zelensky um Miguel de Vasconcellos, pronto a prostituir-se ao estrangeiro para aplauso da Rússia e dos EUA?
Jorge Veiga
vergonhoso!
Adao Fernando Batista Bastos
Trump é uma besta sem credibilidade, mentiroso e traiçóeiro.

  Comntários para todos os gostos - 21nov2025
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  Potencial candidato a sucessor de Zelensky

lieutenant-general-valerii-zaluzhnyi.jpgGeneral Valerii Zaluzhnyi, Comandante-em-Chefe das Forças Armadas da Ucrânia de 27jul2021 até 8fev2024, e atualmente Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da Ucrânia no Reino Unido, continua a ser visto por muitos compatriotas como o único nome capaz de desafiar o presidente Zelensky em eleições futuras — ainda que estas permaneçam suspensas devido à guerra em curso. Zaluzhnyi nunca assumiu publicamente ambições políticas e evita entrevistas. Em Londres, a sua agenda é cuidadosamente controlada para reduzir ao mínimo ocasiões em que possa ser confrontado com perguntas incómodas. Ainda assim, a embaixada ucraniana no bairro de Holland Park tem recebido um fluxo constante de visitantes: deputados de Kiev, ativistas, representantes de empresários e até figuras como Paul Manafort, antigo conselheiro de Trump, que se ofereceu para o apoiar numa eventual campanha. Mas, ao que consta, a proposta foi recusada.

  
Jorge SaraivaReceio ter uma ideia sobre a resposta, mas pergunto: porque se presta a este papel?
David RibeiroNão me diga, Jorge Saraiva, que também me considera um "assalariado" de Putin 🙂 
Jorge SaraivaDavid Ribeiro, não tenho, nem procuro ter, qualquer informação sobre as suas fontes de rendimentos. Apenas lamento e me pergunto porque se presta a esta propaganda e a ser canal de contra informação.
David RibeiroJorge Saraiva, sim, é verdade que a maior parte do que se lê e ouve na comunicação social é "propaganda" de ambos os lados dos conflitos. Eu, acredite ou não, leio tudo ao que consigo ter acesso, e depois, penso pela minha cabecinha, evitando emprenhar pelos ouvidos (desculpe a brejeirice).
Michael Seufert
Isto deve ser notícia falsa porque eu li no Facebook que Zelensky tem tudo controlado num regime corruptone que até já está tudo perdido pelo que será arrastado pelas ruas de Kiev em sangue pelos libertadores estrangeiros que nem Varsóvia em 1939.




Quarta-feira, 24 de Setembro de 2025
E Trump com tantos hidrocarbonetos para vender

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  Jorge Veiga...e só nós não temos um único buraqinho a dar pitrol!!!!!


  Donald Trump na Assembleia Geral das Nações Unidas
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Isabel Sousa BragaEle quer é vender armas, promover guerras e não só, os outros que se lixem (com ph)
Mário PaivaUm discurso p'ra consumo da ignorância interna que o elegeu, porque cada vez menos países têm algum respeito pelo pavão adolescente e desbocado que representa o Amerikanistan...

 

  Ontem era "não", hoje é "sim", amanhã... logo se verá
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  Jorge VeigaTriste termos alguém com tsnts responsabilidade no Mundo e ser pior que um idiota (termo médico).


  Quem diz sete, diz cinco... ou quatro... ou duas
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Raul Vaz OsorioOu nenhuma. As unicas guerras que ele parou foram a conquista da Gronelandia e a anexação do Canadá
Jorge Veiga - 
Seriam jogos de Batalha Naval?
Jose BandeiraUma nova versão do velho conto infantil "O Mata Sete"?

 

  Tiago André Lopes na CNN Portugal
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Publicado por Tovi às 07:01
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Segunda-feira, 23 de Junho de 2025
Os dias seguintes ao ataque dos EUA ao Irão

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Donald Trump "deu todas as oportunidades" para a diplomacia, mas Irão não quis "desistir do programa nuclear", afirmou Pete Hegseth, secretário da Defesa, recordando que o Presidente norte-americano “deu todas as oportunidades” ao regime iraniano para desistir do seu programa nuclear. Nesse sentido, Trump acabou por agir para “minimizar” a ameaça que o programa nuclear iraniano representa.  Questionado sobre se o Presidente do EUA tinha como objetivo terminar com o regime iraniano, Pege Hegseth foi claro: “Esta missão não visava a mudança de regime iraniano”. “O Presidente autorizou uma missão precisa para neutralizar as ameaças aos interesses norte-americanos”, afirmou Pete Hegseth, assinalando que o “programa nuclear iraniano” era o alvo.

  Joaquim FigueiredoUm mundo de mentiras...e todos aceitam as mentiras dos EUA. O mundo já era perigoso, com Trump tornou-se ainda muito mais perigoso

  Numa primeira reação após os ataques dos EUA ao Irão, a China condenou "veementemente" os bombardeamentos, enquanto a Rússia classificou a ofensiva americana de "irresponsável".

 
Adao Fernando Batista Bastos
Serão ameacas tais reais como as que levaram à invasão do Iraque?
Castro Ferreira Padrão
David Ribeiro as condenações são, infelizmente, conversa da treta, fazem-se acordos e mais acordos ... solidariedade recíproca e os povos vão sofrendo e o mundo vive em contínua instabilidade. E, nós vamos perdendo o nosso a dar ênfase a estes factos. Não GOSTO.
Fausto AiroldiMentiroso
Rui LimaQuando se junta um louco, um criminoso de guerra e um ditador assassino só pode dar bode. Agora resolvam ...... por tabela também vamos sofrer.

  O Irão prepara o fecho do Estreito de Ormuz, ficando 20% do petróleo mundial em risco. Parlamento do Irão já autorizou fecho deste ponto de estrangulamento entre o Irão e Omã.

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Joaquim DinizE os americanos deixam ???
Michael SeufertNem conseguem controlar o seu espaço aéreo. Tudo conversa fiada.
Mario PinheiroA Trump até convém
Domingos Cunha
Ou seja, o parlamento iraniano acabou de condenar à morte a marinha e aviação iraniana...
David RibeiroUm hipotético fecho do Estreito de Ormuz à navegação não me parece ter alguma viabilidade. Estamos perante o facto de ser uma via marítima internacional, mas a verdade é que tanto o Irão quanto Omã têm águas territoriais na região, o que complica a definição de uma jurisdição única. E temos também o problema que criaria aos outros Estados produtores de petróleo do Golfo Pérsico.
Carlos Miguel Sousa
Não sei se fecha. Os americanos neste momento têm lá três esquadras. O Putin adoraria que fechasse.

  A CNN está a noticiar que Israel nesta madrugada [segunda-feira 23jun] lançou um ataque aéreo contra um complexo militar a oeste de Teerão.

  E já agora... 
Iraq_header_2.jpgAinda me recordo como foi a Invasão do Iraque (em inglês: Operation Iraqi Freedom) em março de 2003. E os meus Amigos, também se lembram qual o "motivo", como começou e no que acabou?

 

 

  
Jorge De Freitas MonteiroDiferente. Ninguém quer nem invadir nem ocupar o Irão.
David RibeiroEstamos para ver, Jorge De Freitas Monteiro.
Luis BarataInfluência geográfica, economias dependentes de petróleo, terrorismo, despotismo, inseguranças várias, armas... De tudo um pouco representava uma grande ameaça.
David Ribeiro
Meus caríssimos Amigos, Jorge De Freitas Monteiro e Luis Barata... Ainda estamos em "suponhamos", mas o vice-presidente JD Vance insistiu ontem [domingo 22jun2025] que os EUA não estavam em guerra com o Irão ou a tentar derrubar os seus líderes. Mas Trump, neste mesmo dia à noite, levantou a possibilidade de uma missão em curso, perguntando no Truth Social: “Porque não haverá uma mudança de regime???”
Jorge De Freitas MonteiroDavid Ribeiro, o Trump avançou essa hipótese como alternativa, plano B, a um cenário em que o regime iraniano se recusaria a abdicar do enriquecimento do urânio e, entre linhas, aos mísseis. Não como primeiro objectivo. Evidentemente que sendo o regime o que é está longe de ser provável que aceite os termos do Trump (partilhados assumidamente ou não por europeus, Estados árabes e até pelos russos). Mas mesmo nessa perspectiva não creio numa invasão. O Irão é demasiado grande e populoso para isso. Há outros meios. Mas veremos, como disseste acima.
David RibeiroMuito bem, Jorge De Freitas Monteiro. Conheces-me suficientemente bem para saberes que "a minha guerra" é a PAZ.
Luis Barata
David Ribeiro conta com facções anti que existem há muito tempo mas muito contidas, percebe-se porquê. Maybe now is the time!


      Reunião do Conselho de Segurança da ONU
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O Conselho de Segurança das Nações Unidas reuniu-se ao fim da tarde de ontem [domingo 22jun2025]. O pedido foi feito por Teerão e surge depois do ataque dos Estados Unidos às principais instalações nucleares iranianas. Três membros do Conselho, China, Rússia e Paquistão, apresentaram um projeto de resolução pedindo "um cessar-fogo imediato e incondicional" entre o Irão, Israel e os Estados Unidos. A resolução - que ainda não tem data marcada para ser votada - utiliza uma linguagem diplomática porque apela, além de um cessar-fogo, à "proteção dos civis, ao respeito pela legalidade internacional e ao regresso ao diálogo e à negociação". O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, chamou a atenção dos 15 Estados-membros para o risco de se “cair em um poço de retaliação após retaliação” que pode ser evitado se a diplomacia prevalecer.
  
Luis Barata
Sobre as negociações, a sua retoma, nada. Já agora podiam ter aproveitado e conversavam um pouco sobre a Ucrânia.
Jose Luis Soares Moreira
Certo, e porque não também quer a Rússia quer a China pedem o mesmo na Guerra invasiva de Putin na Ucrânia, onde atualmente todos os dias são atingidos zonas habitadas incluindo mortes de civis?
David Ribeiro
Jose Luis Soares Moreira, o melhor é perguntar às embaixadas da Rússia e da China, mais o mais provável é o facto de não estarmos perante a mesma coisa.
Joaquim Pinto da Silva
David Ribeiro é mesmo um cartesiano... usa o método da dúvida em(quase) permanência, mas, por vezes foge-lhe a boca para a verdade, e dispara "o mais provável é não estarmos perante a mesma coisa". E não é que tem razão! Há duas agressões (sem discutir da sua "razoabilidade) mas uma é virar bombas e voltar e a outra é virar bombas, invadir e ficar: Tem razão!

 

  Na tarde desta 2.ª feira [23jun2025]...
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...ficamos a sabe que o Irão disparou mísseis contra Udeid, no Catar, onde se localiza a maior base dos Estados Unidos no Médio Oriente e onde se encontrarão 10 mil soldados norte-americanos, segundo a CNN Portugal.

  O que se diz depois do Irão atacar a maior base dos EUA no Médio Oriente
☑️ Irão perto de suspender a cooperação com Agência Internacional de Energia Atómica.
☑️ Três membros da Marinha do Irão mortos em ataque de Israel.
☑️ Marques Mendes defende ser não questão explicações ao Irão sobre as Lajes.
☑️ Ministério da Defesa do Catar diz que só não intercetou um míssil iraniano.
☑️ Ministério dos Negócios Estrangeiros russo pede fim da escalada em relação ao Irão.
☑️ Catar afirma que resposta ao ataque iraniano é uma questão de "soberania".
☑️ Irão pronto para voltar a responder em caso de novas ações dos EUA.
☑️ Gouveia e Melo diz haver condições para negociar a paz no Médio Oriente.
☑️ Trump dá os parabéns a Israel e Irão "pela coragem e inteligência" para terminarem a "Guerra dos Doze Dias".

  
Ilidio GraçaAvisaram que iam atacar, lançaram 6 misseis em que 5 foram eliminados, e denominaram o ataque de "Dia da Vitória". Não houve feridos nem danos de importância.
Rui LimaO Almirante estava certo.



Publicado por Tovi às 07:39
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Domingo, 27 de Abril de 2025
Donald Trump não é flor que se cheire...

 ...mas Zelensky, na sua iliteracia política, vai levar o povo ucraniano à desgraça

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  A expressão “Não deitar o bebé fora com a água do banho” é usada para dizer que se deve evitar descartar algo importante ou essencial ao mesmo tempo que se desfaz de algo indesejável.

 

  Negociações em Londres para cessar-fogo na Ucrânia
Captura de ecrã 2025-04-24 140550.pngAs conversações entre os EUA, a Ucrânia e os altos funcionários europeus para discutir o fim da invasão da Rússia deveriam ter tido lugar em Londres na passada quarta-feira [23abr2025}, no entanto, a reunião foi reduzida a um nível inferior quando o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, cancelou a sua participação no último momento. Em vez disso, Washington enviou o tenente-general aposentado Keith Kellogg, enviado norte-americano para a Ucrânia e Rússia, que tem estado ausente de algumas das fases mais importantes das negociações desde que a nova administração dos EUA tomou posse. A Ucrânia esteve representada em Londres pelo chefe do Gabinete Presidencial, Andriy Yermak, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha, e pelo ministro da Defesa, Rustem Umerov, que se encontraram reunidos com conselheiros europeus de segurança nacional e altos funcionários norte-americanos.

 

  Madrugada de quinta-feira 24abr2025
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Foi assim... mais um golpe mortal na obstinação franco-britânica e da NATO em prolongar indefinidamente a guerra há muito perdida.

  
Raul Vaz OsorioVocê definitivamente, venera os Putins e Trumps desta vida. Que desilusão, que completa ausência de valores, que vil subserviência
David RibeiroRaul Vaz Osorio, eu já dou de barato os seus habituais insultos tipo "venera os Putins e Trumps desta vida". Mas estou seriamente a pensar deixar de responder aos seus insultuosos comentários.
Antonio RegedorDavid Ribeiro Não é apenas estar perdida. É uma guerra ofensiva que visava colocar bases de misseis ainda mais perto de Moscovo. e Moscovo defende-se. É uma guerra perigosa porque mexe com o sistema de defesa nuclear que destrói toda a vaida na terra tal como a conhecemos. E Moscovo evita esse desastre. É uma guerra traiçoeira porque os EUA querem destruir Moscovo e usam um povo que se deixou arrastar por uma horda de nazis. E Moscovo defende-se.
Raul Vaz Osorio
David Ribeiro você consegue ouvir-se? Parece o Lavrov, homem. "Em vez de fazer eco da voz do seu dono, devia informar-se" - não é isso que o David faz, ultimamente? Repete todas as patranhas da propaganda russa de forma acrítica. Essa forma de colocar a questão até me parece muito moderada e não, não tenho qualquer intenção de o insultar, só de o acordar.
Eduardo Santos
Raul tem de começar a fazer yoga.
Xavier CortezDavid Ribeiro mas o objetivo não era (re)conquistar a Ucrânia, tirar de lá Zelensky e instaurar um regime pró Russo? No final vão ficar com os territórios fronteiriços e a Crimeia. Mas a Ucrânia vai ficar com acesso ao Mar Negro, manter o resto do território (a maioria), vão manter forças armadas e uma indústria militar, vão poder aderir à UE, vão ter eleições livres e democráticas... Isto não justifica, só por si, a resistência que foi feita? É que só agora é que a Rússia parece disposta a ceder objetivos. E para isso teve de envolver o Irão, e a Coreia do Norte.
David RibeiroXavier Cortez, é muito provável que o Kremlin tivesse como propósito "(re)conquistar a Ucrânia, tirar de lá Zelensky e instaurar um regime pró Russo" embora Putin sempre tivesse dito que era uma “operação militar especial” de apoio às regiões russófonas da Ucrânia. Mas três anos depois o que se verifica é uma situação delicada para as forças ucranianas e uma grande indefinição e impasse nas negociações sobre o fim da guerra, com duas propostas: uma preparada pelos EUA e outra pela Europa e pela Ucrânia. Há divergências sobre território, sanções e garantias de segurança. Veremos o que irá acontecer nesta próxima semana, com o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, a afirmar neste domingo, 27abr2025: “Penso que esta vai ser uma semana crucial. Esta semana vai ser uma semana muito importante em que teremos de decidir se este é um empreendimento em que queremos continuar envolvidos ou se é altura de nos concentrarmos noutras questões que são igualmente, se não mais, importantes”.
Maria Gabriela RafaelDavid Ribeiro entao um país invade outro uma "operação especial" e o mundo fecha os olhos? Para quem passa a vida a defender os valores de Abril parece-me estranho agira defender que o mundo abandone a Ucrania a sua sorte. Um pais independente e soberano tem toda a legitimidade de escolher se quer pertencer à NATO ou não? Só por ser vizinho da Rússia perde esse direito? Como é possivel dizer que "está na altura de nos concentrarmos em questão mais importantes "? Estranha noção de liberdade e democracia: não é nada connosco, deixa correr.
David RibeiroMaria Gabriela Rafael, por mais que nos custe e para desgraça do povo ucraniano, esta guerra está perdida e é hora de "vão-se os anéis e ficam os dedos".

 

  Texto do "plano de paz" de Trump divulgado pela Reuters e publicado pelo Ukrainska Pravda
Os Estados Unidos apresentaram às autoridades europeias um rascunho de acordo para acabar com a guerra da Rússia na Ucrânia. O documento contém termos claros, que seriam a "oferta final" de Washington para ambos os lados. De acordo com o texto, os Estados Unidos propõem um cessar-fogo permanente entre a Rússia e a Ucrânia com o início imediato das negociações sobre a implementação técnica deste. A Ucrânia receberá garantias de segurança, bem como o direito de ingressar na União Europeia, mas não na NATO. Uma parte importante do acordo é o reconhecimento "de jure" pelos Estados Unidos do controle russo sobre a Crimeia, bem como "de facto" da região de Luhansk (no documento é chamada de "Luhansk") e partes das regiões de Zaporizhia, Donetsk e Kherson. De acordo com o plano dos EUA, a Ucrânia retomará o controle sobre as partes ocupadas da região de Kharkiv, bem como sobre a central nuclear de Zaporizhia e a barragem de Kakhovka. Além disso, a Ucrânia ganha controle sobre o Kinburn Spit e acesso irrestrito ao Dnieper. Na frente econômica, segundo o plano apresentado por Whitkoff, os Estados Unidos e a Ucrânia firmariam um acordo de cooperação económica, bem como a retomada da assistência financeira para a restauração total da Ucrânia. Além disso, as sanções contra a Rússia, impostas após o início da guerra em 2014, devem ser suspensas. Ele também observa separadamente "cooperação económica entre os Estados Unidos e a Rússia nos setores energético e outros setores industriais".

  
Pedro ArosoO Trump é um cretino.
Mário Paiva
Pedro Aroso, acho que este é multipolar e tem o dom da ubiquidade... é p'rái uns 5 ou 6 cretinos...
Adao Fernando Batista BastosComo é que alguem pode acreditar neste parvalhão com cara de artasado mental, Trump(a)? Um vendido às negociatas do seu proprio interesse e de meia dúzia de chacais como ele...
Raul Vaz OsorioUm belo acordo para Putin, para os EUA e em particular para os interesses imobiliários de Trump. Mas uma merda de acordo para uma Ucrânia que até retirou da região de Kursk em troca de uma garantia de Trump de que apenas a Crimeia ficaria em mãos russas. Mas, acima de tudo, um acordo que apenas garante nova guerra a médio prazo.
Hipólito Ponce De LeãoPutin e putinistas ... de acordo!!! Mas saudosos da URSS deliciados com uma América ...fascistas!! Não percebo esta publicação.... a favor, contra ou assim assim .. viva Stalin!
Odete PatrícioHipólito Ponce De Leão é um relato factual. Não é um artigo de opinião. Cada um, tira as conclusões que entender.
Hipólito Ponce De LeãoOdete Patrício factos ...!!! ???

 

  Encontro aquando das exéquias do Papa Francisco
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Atendendo ao local onde isto aconteceu, pergunto: Qual dos dois se confessava... e quem era o confessor?
  
Jorge Veiga  - 
algum tinha profissão de fé?
Castro Ferreira Padrão
Duas pessoas em autêntico PECADO.
  
O que disseram comentadores portugueses sobre este encontro
Tiago André Lopes - Com apenas 15 minutos, "não é possível" que o encontro entre os dois presidentes "tenha corrido bem ou mal."
Major-general Agostinho Costa - "Não sei se um encontro de 15 minutos sentado numa cadeira no meio do Vaticano é tão significativo quanto alguns apresentam."
Tenente-general Marco Serronha - "Uma terceira guerra no Leste da Europa vai de certeza dar origem a uma guerra de contornos internacionais muito mais graves."
Major-general Isidro de Morais Pereira - "O encontro entre Trump e Zelensky foi apenas simbólico?"
Diana Soller - Na guerra da Ucrânia "há um lado russo-americano, coisa que nunca pensei dizer na vida."
José Azeredo Lopes - Após o encontro entre Trump e Zelensky, a Ucrânia "borrou a pintura" e perdeu-se a "magia" do momento.


David Ribeiro - Da comunicação social: Zelensky está pronto para desistir da Crimeia em "semana crucial", diz Trump.  Mas já há notícias dizendo que dirigentes ucranianos neonazis não permitem que Zelensky aceite desistir da Crimeia, ameaçando marchar sobre Kiev.
Mario Pinheiro
Curioso que os neonaziz sejam empre citados para pressionar decisões!
David Ribeiro
Mario Pinheiro, as notícias de hoje não são nada animadoras... os neonazis preparam-se para depor Zelensky e os seus mais próximos. O chefe da Administração Militar da Cidade de Kiev, Timur Tkachenko, anunciou que estava convocando urgentemente o Conselho de Defesa de Kiev. Foi declarado que o assunto da reunião era o algoritmo de ações após o Serviço Estadual de Emergência eliminar as consequências dos acontecimentos. O chefe da KGVA observou que a reunião do Conselho de Defesa "será realizada sem demora, apesar do facto de o colíder Vitaliy Klitschko não estar na Ucrânia."
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Raul Vaz OsorioHá muitos neonazis por aí, principalmente em cabeças neonazis

 

  Major-General Isidro de Morais Pereira na CNN
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Vão longe com este "franco desenvolvimento". Fiem-se na Virgem e não corram.

 

  NBC News - domingo 27abr2025
Captura de ecrã 2025-04-27 182848.pngEm entrevista à NBC News o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou sobre os esforços dos EUA para terminar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia: “Penso que esta vai ser uma semana crucial. Esta semana vai ser uma semana muito importante em que teremos de decidir se este é um empreendimento em que queremos continuar envolvidos ou se é altura de nos concentrarmos noutras questões que são igualmente, se não mais, importantes”. Admitiu também que o presidente americano, Donald Trump, não está com pressa para "apertar as sanções contra a Rússia", por acordar que os esforços diplomáticos ainda não estão esgotados. 

  
Joaquim Figueiredo
Depende do lado de que vier o vento...
Mário Paiva
Joaquim Figueiredo, é, o 47o tende a actuar em função do lado p'ra que o vento o despenteia...
Castro Ferreira PadrãoComo se costuma dizer, há alguém a enrolar... e, sofrimento vai continuando.
Rui LimaPodia se concentrar no genocídio na Palestina e abandonar o assassino israelita. Eu sei que o petróleo é muito importante .....




Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2025
Humor com Amor

Criatividade
  Revista Time, afinal quem manda mais?
  O Beirão não se mede aos palmos (é aos centilitros...)
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Publicado por Tovi às 07:01
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Segunda-feira, 11 de Novembro de 2024
Será desta o fim da guerra na Ucrânia?

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Segundo o ‘The Wall Street Journal’ a solução mágica de Donald Trump para “acabar com a guerra na Ucrânia em 24 horas” poderá passar por uma cedência quase total às pretensões de Vladimir Putin, pelo menos a avaliar pelos planos que estarão a ser discutidos pelo presidente eleito dos EUA e pela sua equipa. A proposta de Trump que está em cima da mesa prevê o ‘congelamento’ do conflito nas atuais linhas da frente, ou seja, a cedência à Rússia de todos os territórios ucranianos ocupados, o que equivale a cerca de 20% do território total do país. A Ucrânia seria ainda obrigada a suspender as suas ambições de adesão à NATO durante, pelo menos, 20 anos, período durante o qual os EUA se comprometeriam a armar as forças ucranianas com capacidades suficientes para impedir a Rússia de retomar a guerra. Por fim, o plano implicaria ainda a criação de uma zona desmilitarizada de 1200 quilómetros de extensão, a qual seria patrulhada por forças europeias. “Não vamos mandar militares americanos para garantir a paz na Ucrânia. E não vamos pagar por isso. Os polacos, os alemães, os britânicos e os franceses que o façam”, disse fonte próxima de Trump ao ‘The Wall Street Journal’.

  Antonio RegedorSó haverá paz associada a Acordos de Segurança. Europeia. E nisso terão de aceitar os belicistas europeus.

 

  Expresso de 7nov2024 - "Que irá fazer um Trump sem rédeas?"
Captura de ecrã 2024-11-09 183841.pngOs europeus deverão prestar atenção ao futuro da NATO, cujos membros Trump acusa de “tirarem proveito da generosidade do contribuinte americano”. Referindo-se à obrigatoriedade de assumirem gastos em defesa equivalentes a 2% do PIB, voltará a ameaçar tirar os Estados Unidos da organização caso esse esforço não se materialize.

  
Carla Afonso LeitãoEstá na hora dos europeus não perguntarem o que Trump irá fazer com a NATO, mas, antes, perguntarem o que é que os europeus irão fazer por ela.
David RibeiroCarla Afonso Leitão ...ou sem ela.
Jose Pinto PaisDavid Ribeiro sem ela porque ?
David RibeiroJose Pinto Pais, porque sem os EUA não estou a ver a União Europeia a conseguir criar e sustentar uma aliança militar intergovernamental.
Carla Afonso LeitãoDavid Ribeiro, realmente, não é nada líquido que o consigam.
Jose Pinto PaisDavid Ribeiro 😀 
Albertino Amaral
Pois é, o homem sem fazer nada até agora, já amedrontou muita gentinha que não sabe bem onde meter o tal feijão........
Nuno RebeloAcabaram os almoços grátis . Sobretudo a quem cospe no prato que come

 

  Josep Borell em visita a Kiev
37284779_0_52_3072_1780_1920x0_80_0_0_4b94e577644aSerá que Josep Borrell não sabe o que diz ou será que não nos quer dizer o que sabe?... Em visita a Kiev, o chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Josep Borrell, afirmou que vai apelar aos países do bloco para que mantenham o apoio à Ucrânia diante da incerteza quanto aos planos do vencedor das eleições presidenciais dos Estados Unidos, Donald Trump. "Na próxima semana realizarei uma reunião do Conselho de Relações Exteriores, bem como dos Ministérios da Defesa dos países da UE [...]. A Ucrânia será um dos temas principais, transmitirei aos ministros a necessidade de continuar a apoiar, incluindo [nas áreas] diplomática, defesa e segurança, especialmente agora, neste momento crítico", disse Borrell durante a sua visita a Kiev.

  Castro Ferreira PadrãoEu acho que raramente diz algo certo

 

  Rui Moreira na CNN Portugal 10nov2024
Captura de ecrã 2024-11-11 105824.pngEuropa "vai deixar de ter um aliado e passar a ter um fornecedor" com Donald Trump. No habitual espaço de comentário semanal, Rui Moreira analisou os ataques direcionados a adeptos israelitas em Amesterdão e a vitória de Donald Trump nas eleições americanas. Europa está esmagada entre "uma força agressivamente expansionista" e "um isolacionismo" americano. 

 

  Agência Lusa 11nov2024
fcbe70f4fc7f51d0b22ff4903452611f.webpA Força Aérea ucraniana anunciou a emissão de alertas aéreos na maior parte da Ucrânia, na sequência da descolagem de vários bombardeiros russos. “Alerta! Perigo de mísseis em toda a Ucrânia! Descolagem de um MiG-31K”, declarou a Força Aérea ucraniana, numa mensagem na plataforma Telegram. As autoridades indicaram também que oito bombardeiros estratégicos Tupolev Tu-95 estavam a dirigir-se para a Ucrânia. O Tu-95 é um bombardeiro de longo alcance desenvolvido pela antiga União Soviética que pode transportar mísseis de cruzeiro. O MiG-31 é um avião de interceção e ataque, frequentemente utilizado para acompanhar bombardeiros estratégicos. Esta madrugada, pelo menos seis pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas em ataques russos em Mykolaïv e Zaporijia, no sul do país, disseram as autoridades locais. “Os incêndios deflagraram em edifícios residenciais da cidade e todos os serviços de emergência estão no terreno”, declarou no Telegram o governador da região de Mykolayev, Vitaly Kim. 




Sexta-feira, 18 de Outubro de 2024
O peregrino "Plano de Vitória" de Zelensky

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O peregrino Plano de Vitória de Volodymyr Zelensky está muito provavelmente condenado ao fracasso... e até o presidente ucraniano já parece não ter grandes dúvidas.

  
Rui LimaO que tem piada se a situação não fosse trágica é o nome Plano de " Vitória " Entrementes a Europa e os States vão enviando sucata e despejando milhões de dólares e euros. Até Portugal conseguiu livrar-se da sucata Ainda vamos despachar os submarinos....
Jorge SaraivaSaberá que não há uma palavra neste texto pertencente ao dito plano. São declarações à entrada do local onde iria ser apresentado e defendido o "Plano de Vitoria" perante o Conselho Europeu. Será a vontade ou a necessidade de denegrir a Ucrânia...
David RibeiroCaríssimo Jorge Saraiva... estamos perante um "Plano de Vitória" que até os mais "amigos" do poder instalado em Kiev já percebeu que não há qualquer vontade da NATO para a entrada rápida da Ucrânia na organização. O que eventualmente todos nós gostaríamos que acontecesse num futuro próximo na Ucrânia não tem nada a ver com a realidade. A ideia peregrina de Zelensky para uma entrada imediata na NATO só tem o apoio de apenas três repúblicas bálticas e nem Paris, quer Madrid ou Lisboa têm esse "apetite". O constante "nim" do Reino Unido e dos EUA é sintomático.
Rui Lima
David Ribeiro As pessoas não conhecem o Tratado da NATO. Completamente impossível este regime de Kiev aderir à NATO. Pelo nosso canteiro nada me admira.... A Guiné Equatorial foi aceite na CPLP.
Jorge VeigaDavid Ribeiro Não falando dos 3 pontos secretos e não divulgados. Mas desde que seja contra a Ucánia, tudo serve.
David RibeiroJorge Veiga... admitindo "desde que seja contra a Ucrânia, tudo serve", pergunto eu: e porque será?
Jorge Veiga
David Ribeiro se a resposta foi a evocada por Putin para a invasão, perdão, para a Operação Militar Especial, não serve para mim, porque na Rússia também lá há muita treta (digo só isto, para não ser indelicado).
Castro Ferreira PadrãoUtopia, irresponsabilidade... falta de amor pelo próxima, e, é só.

  Para memória futura: Nuno Melo na manhã de hoje 
original.webpNuno Melo, ministro da Defesa, recordou há instantes [11h 18out2024] que Portugal já investiu este ano 134,4 milhões de euros para ajudar a Ucrânia e conta ainda cumprir o compromisso de ajudar com mais 221,6 milhões de euros até ao final do ano. Em declarações aos jornalistas, à margem de um encontro da NATO, Nuno Melo explicou que esta ajuda passa por "um conjunto de equipamentos e helicópteros, drones [e] ações de treino em todas as áreas". "Portugal está empenhado na vitória da Ucrânia, à nossa escala e de acordo com as nossas possibilidades", reiterou.
  
Paula CardosoMaldita guerra 🙁
Rui Lima
Ainda existem aquelas Pandur encomendadas pelo Portas e que estavam a apodrecer nuns armazens lá para baixo?
Jorge VeigaPara memória futura: a Coreia do Norte enviou para a Rússia o primeiro contingente de 1500 homens. Segundo vamos lendo, uns podem fazer o que lhes dá na real gana. Outros não.
David RibeiroSó 1500 homens, Jorge Veiga?... Então não eram 10 mil soldados norte-coreanos que iam entrar na guerra e que podia ser o início da III Guerra Mundial, como disse Zelensky? 😀
Jorge Veiga
David Ribeiro eu disse "Primeiro Contingente"...o resto não interessa, quando só se lê o que se quer...
Mário Paiva
Jorge Veiga, claro, eu por exemplo, tenho lido que não há lá nenhum soldado norte coreano e que ainda ninguém mostrou provas de que estejam...
Raul Vaz OsorioDavid estou cada vez mais chocado. Continuo sem perceber se é cegueira ideologica (quero crer que sim) ou mera desonestidade intelectual (não quero nada crer que seja)
David RibeiroMeu caro Raul Vaz Osorio, já tentei por várias vezes explicar-lhe que não "é cegueira ideológica" e muito menos "mera desonestidade intelectual" e como muito provavelmente o defeito de não o conseguir será meu, nada mais posso fazer.
Raul Vaz Osorio
David Ribeiro o ar irónico com que pergunta "então não são 10 000?" quando é óbvio que um primeiro contingente é apenas isso, é auto-explanatório. A única dúvida é a motivação. O objectivo é, claramente, fazer chacota de uma situação de extrema gravidade, para a desvalorizar 
Castro Ferreira PadrãoÉ isto, o Povo não o elegeu, mas está lá e, apresenta trabalho e que trabalho... coitado.
Francisco Bismarck
Gosto destes tipos belicosos. Qualquer dia mandam as Kropatsheks sobrantes para a Ucrania. Apesar de serem umas canhotas pouco humanitárias. Foi com elas que o Mouzinho se impôs ao Gungunhana.



Publicado por Tovi às 07:09
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Sábado, 21 de Outubro de 2023
O conflito Israel-Hamas já está a alastrar?...

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Ora vejamos:

  Na ultima quinta-feira [19out2023] a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL na sigla em inglês) foi solicitada pelos militares libaneses para intervir quando sete pessoas ficaram detidas perto da fronteira. A força da ONU disse que contactou o exército israelita e este cumpriu o pedido da UNIFIL para suspender o fogo e permitir que as forças libanesas retirassem os indivíduos da área. Apesar de várias pessoas terem sido resgatadas com sucesso há a lamentar a perda de uma vida durante este incidente, segundo informou a UNIFIL. Não ficou imediatamente claro quem foi o responsável pela morte do civil, mas uma fonte de segurança libanesa disse que a pessoa foi morta por fogo israelita. Têm ocorrido frequentes incidentes transfronteiriços entre Israel e o Líbano desde o início da guerra em Gaza e não podemos esquecer que é no Líbano que tem o seu acantonamento o Hezbollah, uma ameaça muito maior para a paz na região do que o Hamas.

  
Luis BarataE ?!.. A dar não notícias também!?
David RibeiroLuis Barata acha que são "não notícias"?... As autoridades israelitas anunciaram que vão evacuar a cidade de Kiryat Shmona, no norte de Israel junto à fronteira com o Líbano, esta sexta-feira [20out2023]. A decisão surge perante os últimos dias de troca de ataques entre as IDF [Israel Defense Forces] e os combatentes do Hezbollah no país vizinho.

  Segundo a agência Associated Press o navio USS Carney, que está a norte do Mar Vermelho, abateu ontem [sexta-feira 20out2023] alguns mísseis que pareciam ir em direção a Israel. Além dos mísseis foram ainda lançados vários drones, todos pelas forças Houthi, do Iémen. A notícia foi mais tarde confirmada pelo secretário de imprensa do Pentágono, que falou em mísseis que iriam “potencialmente” para território israelita.

  A agência Reuters avançou na sexta-feira [20out2023] que drones e rockets atingiram uma base aérea no Iraque onde estão várias forças internacionais, incluindo dos Estados Unidos. De acordo com duas fontes relacionadas com o caso, várias explosões foram ouvidas, sendo que o exército iraquiano fechou a zona em volta da base, tendo dado início a uma investigação. Para já não é sabido se o ataque causou vítimas ou danos. A confirmar-se trata-se do quarto ataque em 24 horas contra bases iraquianas com tropas dos Estados Unidos. 

  
Maria Amélia TabordaOs conflitos começaram no inicio do sec.XXI, sem interrupção com o pai Bush e desde então só "arrefeceram" de quando em vez para nos desviarem a atenção...

  Manifestações Pró-Palestina e de apelo à paz no Médio Oriente têm acontecido em várias cidades espalhadas pelo mundo, mas...
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Gonçalo G. Moura - Então não podem.ser confundidas porquê? Sobretudo as que se deram logo no dia seguinte aos atentados e que foram patrocinadas pela nossa extrema-esquerda, ou as com cânticos a exigir a erradicação dos judeus, que são a grande maioria, quase não houves falar de Israel... estamos num mundo com o anti-semitismo a ser patrocinado pelos comunismo e daí vem esse relativismo moral!
David RibeiroGonçalo G. Moura Oh pá!... Estou a falar de manifestações e não de meia dúzia de gajas e gajos de punho no ar.
Gonçalo G. MouraDavid Ribeiro vai ver as manifestações em França e Inglaterra e em breve por aqui no Martim Moniz... estamos a falar da mesma coisa, não sejas ingénuo!
David Ribeiro - Gonçalo G. Moura... comunicado de hoje do gabinete do primeiro-ministro israelita: "Tendo em conta a guerra em curso, nos últimos dias temos vindo a verificar um aumento significativo de protestos anti-Israel em países de todo o mundo, em particular nos países árabes no Médio Oriente" pelo que apela aos cidadãos que se encontram principalmente no Egito e na Jordânia para que "saiam imediatamente" dos países. O governo israelita desaconselha "qualquer viagem não essencial".
Gonçalo G. MouraDavid Ribeiro e tu mesmo assim relativizas as manifestações... sabes porque foram reprimidas em França não sabes?
David RibeiroGonçalo G. Moura se achas que eu relativizei as manifestações não entendeste o que escrevi, que foi: Nunca as manifestações PRÓ-PALESTINA poderão ser confundidas com apoio ao Hamas ou ao Hezbollah.
Gonçalo G. MouraDavid Ribeiro mas são-no... quer queiras ou não! Mais uma vez vai ver o que se passa nos países com mais imigrantes islâmicos que nós... e sim, a) continuas a relativizar as manifestações e b) segues na onda de que a questão palestiniana é a da perspectiva do Arafat (pós-196), quando o Egipto, a Jordânia e a Síria retiraram a nacionalidade aos árabes do território para os prenderem lá e criarem de facto a questão palestina... o Hamas e o Hezbollah foram criados com o seu patrocínio, bem como a radicalização da população... de tal forma recusam abrir as fronteiras para receber os palestinos...
David RibeiroE qual é a tua solução para este eterno conflito, Gonçalo G. Moura?... Espero que não digas que os israelitas devem fazer aos palestinianos o mesmo que Hitler fez aos judeus.
Gonçalo G. MouraDavid Ribeiro não, é mesmo o Egipto e a Jordânia abrirem as fronteiras e deixarem os árabes da zona escolherem onde morar...
Jorge Rodrigues - Então os palestinianos que denunciem e expulsem o hamas!!! Tao simples como isso…
Be Maria Eugénia - Não esquecer que o Hamas venceu as eleições com maioria!!
Jorge De Freitas Monteiro
São os próprios manifestantes que as confundem. Em Londres ontem (mas também noutras manifestações noutras cidades europeias) estavam bem presentes bandeiras, cartazes e slogans de organizações terroristas e jiadistas.

  Dois Estados é a única saída para o eterno conflito Israel-Palestina
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Jose PauperioEu não acredito !
Rafael Pinto Borges
Kushner não propôs um Estado; propôs uma série de ghettos internacionalmente reconhecidos. Um projecto absolutamente vil.
David RibeiroRafael Pinto Borges... mas Kushner já não manda nada e provavelmente não voltará a mandar. Tem que haver soluções para dois Estados.
Rafael Pinto Borges - A proposta que partilha foi dele. Naturalmente, não colheu o menor interesse da parte dos árabes. É um insulto.
David Ribeiro - Sem dúvida, Rafael Pinto Borges... mas a partilha deste mapa foi unicamente ilustrativa da "dificuldade" da solução DOIS ESTADOS.
Cristina Vasconcelos PortoNão creio que o Hamas esteja interessado nessa solução.
Miguel Soeiro de LacerdaDe ambas as partes existe muito ódio. Daí a convivência pacífica será sempre difícil
Jose RiobomSe se tratasse de uma luta de gangs toda a gente acharia "normal" e pediria a intervenção da polícia... O problema é que as "esquadras" nunca se entenderão.... O mapa, o papel e o lápis nunca serviram para traçar fronteiras eficazes em ódios de séculos civilizacionais e religiosos. Enquanto os grandes "Sheriffe's" mundiais não se entenderem e mantiverem na linha os seus pequenos "delegados" a espiral da guerra sem fim dará um passo em frente diária, perigosa e inexorávelmente. É tudo uma questão de tempo....




Sábado, 14 de Outubro de 2023
Informação ao serviço de interesses obscuros

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Mais uma vez a INFORMAÇÃO ao serviço de interesses obscuros... a brutalidade do ataque do Hamas a Israel é altamente condenável, mas não nos contem histórias.

Inicialmente uma correspondente da televisão israelita i24, Nicole Zedeck, disse em direto que soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram a existência de 40 cadáveres de bebés no kibutz Kfar Aza, alguns deles decapitados. A repórter francesa Margot Haddad, do canal francês LCI, foi mais além e alegou, numa publicação no X, ter em sua posse fotografias e vídeos dos corpos dos bebés decapitados. “Quanto aos vídeos de decapitações e às fotografias de corpos de bebés em Kfar Aza, tenho-os na minha posse e digo-o uma última vez: Não. Nunca. Nunca. Nunca divulgarei estas imagens”, escreveu a jornalista. O major-general Itai Veruv também confirmou os relatos. "Nunca vi nada como isto na minha carreira, nunca em 40 anos de serviço, isto é algo que nunca imaginei”, disse. O governo de Benjamin Netanyahu confirmou igualmente a veracidade da notícia, mas a informação foi posteriormente desmentida por fontes oficiais da IDF, já esta quinta-feira [12out2023]. Também nesta mesma quinta-feira, o tenente-coronel Richard Hecht, porta-voz da IDF, afirmou que não conseguia negar ou confirmar se, de facto, o Hamas decapitou crianças naquele kibutz. "Quero acreditar que, se o nosso reservista de 45 anos disse a um jornalista o que viu, não estava a cuspir a mensagem das IDF. Não sei, não posso negar”, afirmou. Um canal britânico, através do seu correspondente Stuart Ramsay, avança ainda ter entrevistado outros dois majores-generais no local, que não deram qualquer indicação sobre a existência de crianças decapitadas em Kfar Aza. A confusão comunicacional da IDF ficou ainda mais evidente quando, enquanto Richard Hecht não conseguia confirmar a informação, um outro porta-voz da organização, Jonathan Conricus, afirmou que as decapitações tinham de facto ocorrido. "Admito que demorámos algum tempo a compreender e a verificar esses relatos, e era difícil acreditar que até o Hamas pudesse realizar um ato tão bárbaro. Agora podemos dizer, com relativa confiança, que foi isso que o Hamas fez. Havia corpos espalhados por todo o lado, mutilados." Outro episódio profundamente confuso sobre este assunto ocorreu quarta-feira [11out2023]. Num discurso perante líderes da comunidade judaica nos Estados Unidos, o presidente Joe Biden afirmou taxativamente que viu fotografias dos bebés decapitados. "Nunca pensei que iria ver e ter imagens confirmadas de terroristas a decapitar crianças", disse Biden perante as câmaras. Mais tarde, no entanto, a Casa Branca veio “clarificar” as declarações do seu líder. Duas fontes da administração norte-americana afirmaram que Joe Biden estava a referir-se aos relatos oriundos de Israel, à versão do governo israelita e aos vários artigos noticiosos publicados por órgãos de comunicação social. A Casa Branca também confirmou que o presidente americano não viu qualquer fotografia de bebés decapitados.

 

  
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A comunicação social nas últimas horas diz que Israel irá fazer primeiro "uma operação secreta para retirada rápida dos reféns do Hamas" e depois "uma grande ofensiva em que vai ser muito difícil para as tropas no terreno não cometerem crimes horrendos". Para já e que se saiba só temos constantes bombardeamentos à Faixa de Gaza, mas os custos políticos internos para Israel serão enormes se não conseguirem salvar os cidadãos que foram feitos reféns. (Na imagem capturas de vídeo que circula nas redes sociais e que mostram aparente momento em que membro do Hamas faz refém uma mulher em Israel)

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A porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) para os meios de comunicação árabes, Ella Waweya, afirmou esta manhã de sábado que o país vai permitir que os cidadãos de Gaza se desloquem para sul nas duas principais estradas do território até às 16h00 locais (14h00 em Portugal Continental).

 

 


naom_63ad332807c0a.jpgO rei Abdullah II da Jordânia, que sempre manteve uma muito corajosa e lúcida atitude perante o conflito Israel-Palestina, já tinha apelado no passado mês de setembro, na Assembleia Geral da ONU, à resolução urgente deste conflito que lhe parecia ser "cada vez mais difícil de resolver". Discursando na Assembleia Geral das Nações Unidas, o monarca haxemita, sem nunca criticar Israel, defendeu mais uma vez a criação de dois Estados com a capital em Jerusalém, cujos sítios sagrados têm segurança garantida pela Jordânia. "Cerca de um terço dos 11 milhões de habitantes da Jordânia são refugiados sírios e palestinianos. É uma tragédia. Cerca de 1,4 milhões de refugiados são crianças. E continuam a nascer centenas, milhares, em território jordano. Fazemos o melhor que podemos, mas os nossos recursos estão a chegar ao fim", alertou. Eu concordo plenamente com Abdullah II, pois se Israel tem todo o direito à identidade nacional, também a Palestina tem direito a ela, e continuar a atrasar o processo só trará mais mortes, como os acontecimentos recentes estão a demonstrar.


Jorge Veiga
Sim, concordo, mas sem a intormissão de forças terceiras.
Castro Ferreira Padrão
Muitas vezes a lucidez de uma pessoa torna-se incómoda e até mesmo ignorada, quando não o deveria ser e, depois o resultado está á vista… é uma pena e está a ser dramático. 



Publicado por Tovi às 07:12
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Domingo, 10 de Setembro de 2023
Elon Musk desligou terminais da Starlink...

...para impedir ataque ucraniano a navios de guerra russos.


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A CNN Internacional avança em exclusivo pormenores sobre a nova biografia de Elon Musk, que será publicada a 12 de setembro, nomeadamente sobre o envolvimento do empresário na guerra da Ucrânia.
Segundo um excerto do livro de Walter Isaacson, Elon Musk deu ordem aos seus engenheiros para desligarem as comunicações via satélite da Starlink, com o objetivo de prejudicar um ataque surpresa dos ucranianos à frota naval russa ao largo da costa da Crimeia.
À medida que os drones submarinos ucranianos, armadilhados com explosivos, se aproximavam das embarcações russas, perderam conectividade e aproximaram-se dos alvos de forma "inofensiva", escreve Isaacson, citado pela CNN.
A decisão de Musk, de acordo com o autor da biografia, foi tomada por receio de que a Rússia respondesse ao ataque ucraniano com armas nucleares, receio este que Musk não escondeu após conversações com altos oficiais russos.
O dono do X (antigo Twitter) e da Tesla temeu mesmo uma situação semelhante a um "mini-Pearl Harbour", recordando o ataque surpresa da marinha japonesa às forças norte-americanas estacionadas no porto de Honolulu, no Havai, durante a Segunda Guerra Mundial.
Elon Musk chegou mesmo a conversar com o conselheiro de segurança nacional dos EUA, Jale Sullivan, com o general Mark Milley, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas dos EUA e com o embaixador russo nos Estados Unidos, numa tentativa de apaziguar a sua ansiedade por ver a Starlink envolvida na guerra desta forma.
Recorde-se que, quando a Rússia destruiu os sistemas de comunicações ucranianos, logo antes de invadir território de Kiev, em fevereiro de 2022, Musk decidiu fornecer à Ucrânia terminais de satélite Starlink, que acabaram por se tornar fundamentais para as operações de guerra de Kiev. Quando a Starlink passou a ser determinante para as forças em combate, Musk parece ter questionado a opção que tomara, por considerar que a Ucrânia, com os seus ataques, estava a convidar a Rússia a uma "defesa estratégica".

 

  Dia da Libertação dos invasores nazis - 8 de setembro de 1943
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O Dia da Libertação dos invasores nazis foi comemorado a 8 de setembro, na autoproclamada República Popular de Donetsk. Oitenta anos atrás, o Exército Vermelho expulsou as tropas da Wehrmacht de Stalino, assim se chamava Donetsk durante a Segunda Guerra Mundial. Duas semanas depois, as tropas soviéticas ocuparam totalmente Donbass e empurraram o inimigo para além do rio Dniepre.


Jorge Veiga
agora os nazis ocuparam parcialmente e auto referendaram (?) o Donbass
David RibeiroEstás a confundir nazis com russos, não estás, Jorge Veiga ?
Jorge VeigaDavid Ribeiro Não. Russos são os que nascem na Rússia. Nazis também os há na Rússia, como os grupos Wagner e outros semelhantes.
David RibeiroJorge Veiga ... e os russos que sempre viveram no Donbass não são russos?... Até é desde sempre russo que se fala por lá.
Jorge VeigaDavid Ribeiro Os brasileiros que vivem em Portugal, passam a portugueses se se naturalizarem. Ou então, como há aqui uns 250 mil, ainda nos invade o Brasil.
David RibeiroDonetsk declarou independência da Ucrânia em 7 de abril de 2014. Foi a autodeterminação a funcionar, embora a ONU ainda não tenha reconhecido esta República Popular de Donetsk. E desde aí é tiros, bombas e murros nas trombas. Curiosamente entre os seus mais de dois milhões de habitantes são muitíssimos poucos os que passaram para o lado da Ucrânia governada por Kiev.
Jorge VeigaDavid Ribeiro Não consigo entender como é que se pode apoiar um referendo numa província/num país (o que for) quando estão em guerra. É mais que óbvio que os resultados podem ser manipulados de acordo com o gosto de quem tem o poder.
David RibeiroJorge Veiga ... é óbvio que o referendo feito recentemente tem muito pouco valor a nível internacional, mas não podemos esquecer que a declaração unilateral de independência já foi feita em 2014.
Jorge VeigaDavid Ribeiro estavam em guerra também.
David RibeiroJorge Veiga ... os ataques altamente sanguinários executados pelas tropas de Kiev desde 2014 ao Donbass nunca foram objecto de qualquer comentário pela UE ou pelos EUA. Porque será?
Jorge Veiga
David Ribeiro já adivinhavam que a Ucránia teria uma Operação Militar Especial Russa. Essa como outras na Siria, na África, etc... Tudo especial, no que internacionalmente é conhecido como terrorismo de estado disfaçado, ou especial se preferires.
Jose Antonio M MacedoDavid Ribeiro Na minha opinião é um precedente grave pois há mais exemplos desse tipo pela Europa. Nazis e soviéticos já foram amigos.... Não esquecer o Pacto Nazi-Sovietico de 1939. As cláusulas do pacto entre os nazis e os soviéticos incluíam uma garantia escrita de não beligerância de parte a parte, nenhum dos governos se aliaria a, ou ajudaria, um inimigo da outra parte. Para além do estabelecido sobre não agressão, o tratado incluía um protocolo secreto que dividia os territórios da Polónia, Lituânia, Letónia, Estónia, Finlândia e Roménia, em esferas de influência alemãs e soviéticas, antecipando uma "reorganização territorial e política" destes países.
Jorge VeigaJose Antonio M Macedo aqui temos os Nazis com a faca nas costas do Lenine. Nem os pactos respeitavam. Como os Soviéticos também não respreitavam ninguém, ficaram bem um para o outro. O curioso é que continuam, salvo que andam à procura dos dois nos locais errados.




Quinta-feira, 7 de Setembro de 2023
560.º dia do conflito Rússia - Ucrânia

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Usando imagens geolocalizadas, o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), um think tank com sede em Washington, DC, disse que a infantaria ligeira ucraniana avançou além de algumas das valas antitanque e dos densos campos minados russos que compõem as suas defesas multicamadas, em Zaporizhia. No entanto, o ISW disse que não foi capaz de esclarecer se a defesa foi completamente violada porque nenhum blindado pesado ucraniano foi testemunhado na área.

O Ministério da Defesa da Rússia informou que nas últimas 48 horas as suas forças na direção de Zaporozhie frustraram quatro ataques do regime de Kiev perto dos distritos de Rabotino e Verbovoe, não tendo havido mudança na posição tática russa.

No dia de ontem [quarta-feira 6set2023] um bombardeamento russo a um mercado em Kostiantynivka, na região de Donetsk, leste da Ucrânia, fez pelo menos 17 mortes e feriu dezenas de pessoas.

 

  Antony Blinken reuniu em Kiev com Dmytro Kuleba
900.jpg"Estou aqui, antes de mais, para demonstrar o nosso apoio continuado e determinado à Ucrânia enquanto lida com esta agressão", frisou o secretário de Estado norte-americano. "Queremos garantir que a Ucrânia tem o que precisa não apenas para ter sucesso na contraofensiva, mas também para o longo termo", disse Blinken, explicando que o objetivo último é que "agressões como esta não voltem a acontecer". Um novo pacote de apoio à Ucrânia no valor de mil milhões de dólares deverá ser anunciado nesta visita de Blinken a Kiev.

 

  O verdadeiro "American way of life"
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Domingo, 16 de Julho de 2023
Factos!... e cada um que tire as suas conclusões

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A cronologia [mais recente] da Ucrânia conta a história
(Por Joe Lauria, editor chefe do Consortium News e antigo correspondente da ONU para o Wall Street Journal - 30jun2023)
✅ Segunda Guerra Mundial – Os fascistas nacionais ucranianos, liderados por Stepan Bandera, inicialmente aliados dos nazis alemães, massacram mais de cem mil judeus e polacos.
✅ 1950 a 1990 – A CIA trouxe fascistas ucranianos para os EUA e trabalhou com eles para minar a União Soviética na Ucrânia, dirigindo operações de sabotagem e propaganda. O líder fascista ucraniano Mykola Lebed foi levado para Nova Iorque, onde trabalhou com a CIA pelo menos durante a década de 1960 e continuou a ser útil à CIA até 1991, ano da independência da Ucrânia. As provas constam de um relatório do governo dos Estados Unidos que começa na página 82. A Ucrânia tem sido, portanto, uma plataforma de ação para os EUA enfraquecerem e ameaçarem Moscovo durante quase 80 anos.
✅ Novembro de 1990 – Um ano após a queda do Muro de Berlim, a Carta de Paris para uma Nova Europa (também conhecida como Carta de Paris) é adoptada pelos EUA, Europa e União Soviética. A carta baseia-se nos Acordos de Helsínquia e é atualizada na Carta para a Segurança Europeia de 1999. Estes documentos constituem a base da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa. A Carta da OSCE afirma que nenhum país ou bloco pode preservar a sua própria segurança à custa de outro país.
✅ 25 de Dezembro de 1991 – A União Soviética entra em colapso. Durante a década seguinte, Wall Street e Washington entram em cena para esvaziar o país de propriedades anteriormente pertencentes ao Estado, enriquecer, ajudar a criar oligarcas e empobrecer os povos russo, ucraniano e outros povos da antiga União Soviética.
✅ Anos 90 – Os EUA não cumprem a promessa feita ao último líder soviético Gorbachev de não expandir a NATO para a Europa Oriental em troca de uma Alemanha unificada. George Kennan, o principal perito do governo dos EUA sobre a URSS, opõe-se à expansão. O senador Joe Biden, que apoia o alargamento da NATO, prevê uma reação hostil da Rússia.
✅ 1997 – Zbigniew Brzezinski, antigo conselheiro de segurança nacional dos EUA, no seu livro de 1997, The Grand Chessboard: American Primacy and Its Geostrategic Imperatives, escreve: “A Ucrânia, um novo e importante espaço no tabuleiro de xadrez euro-asiático, é um pivot geopolítico porque a sua própria existência como país independente ajuda a transformar a Rússia. Sem a Ucrânia, a Rússia deixa de ser um império eurasiático. Sem a Ucrânia, a Rússia pode ainda aspirar a um estatuto imperial, mas tornar-se-ia um Estado imperial predominantemente asiático”.
✅ Véspera de Ano Novo de 1999 – Após oito anos de domínio dos EUA e de Wall Street, Vladimir Putin torna-se presidente da Rússia. Bill Clinton rejeita-o em 2000 quando ele pede para aderir à NATO. Putin começa a fechar a porta aos intrusos ocidentais, restaurando a soberania russa, acabando por irritar Washington e Wall Street. Este processo não se verifica na Ucrânia, que continua sujeita à exploração ocidental e ao empobrecimento do povo ucraniano.
✅ 10 de Fevereiro de 2007 – Putin profere o seu discurso na Conferência de Segurança de Munique, no qual condena o unilateralismo agressivo dos EUA, incluindo a invasão ilegal do Iraque em 2003 e a expansão da NATO para leste. Disse ele: “Temos o direito de perguntar: contra quem se destina esta expansão [da NATO]? E o que aconteceu às garantias que os nossos parceiros ocidentais deram após a dissolução do Pacto de Varsóvia? Onde estão essas declarações hoje? Ninguém se lembra delas”.
✅ 2004-2005 – Revolução Laranja. Os resultados eleitorais são anulados, dando a presidência a Viktor Yuschenko, alinhado com os EUA, em detrimento de Viktor Yanukovich. Yuschenko faz do líder fascista Bandera um “herói da Ucrânia”.
✅ 3 de abril de 2008 – Numa conferência da NATO em Bucareste, uma declaração da cimeira “saúda as aspirações euro-atlânticas da Ucrânia e da Geórgia de adesão à NATO. Acordámos hoje que estes países se tornarão membros da NATO”. A Rússia opõe-se a esta decisão. William Burns, então embaixador dos EUA na Rússia e atualmente diretor da CIA, avisa num telegrama para Washington, revelado pelo WikiLeaks, que, “O Ministro dos Negócios Estrangeiros Lavrov e outros altos funcionários reiteraram a sua forte oposição, sublinhando que a Rússia encararia uma maior expansão para Leste como uma potencial ameaça militar. O alargamento da NATO, em particular à Ucrânia, continua a ser uma questão “emocional e nevrálgica” para a Rússia, mas as considerações de política estratégica também estão subjacentes à forte oposição à adesão da Ucrânia e da Geórgia à NATO. Na Ucrânia, estas incluem o receio de que a questão possa dividir o país em dois, conduzindo à violência ou mesmo, segundo alguns, à guerra civil, o que obrigaria a Rússia a decidir se deveria intervir. … Lavrov sublinhou que a Rússia tinha de encarar a expansão contínua da NATO para leste, em particular para a Ucrânia e a Geórgia, como uma potencial ameaça militar.” Quatro meses depois, eclode uma crise na Geórgia que conduz a uma breve guerra com a Rússia, que a União Europeia atribui a provocações da Geórgia.
✅ Novembro de 2009 – A Rússia procura um novo acordo de segurança na Europa. Moscovo divulga um projeto de proposta para uma nova arquitetura de segurança europeia que, segundo o Kremlin, deverá substituir instituições obsoletas como a NATO e a Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE). O texto, publicado no sítio Web do Kremlin em 29 de Novembro, surge mais de um ano depois de o Presidente Dmitry Medvedev ter levantado formalmente a questão pela primeira vez. Em Junho de 2008, em Berlim, Medvedev afirmou que o novo pacto era necessário para atualizar finalmente os acordos da era da Guerra Fria. “Estou convencido de que os problemas da Europa não serão resolvidos até que a sua unidade seja estabelecida, uma totalidade orgânica de todas as suas partes integrantes, incluindo a Rússia”, disse Medvedev.
✅ 2010 – Viktor Yanukovich é eleito presidente da Ucrânia numa eleição livre e justa, segundo a OSCE.
✅ 2013 – Yanukovich opta por um pacote económico da Rússia em vez de um acordo de associação com a UE. Isto ameaça os exploradores ocidentais na Ucrânia e os líderes políticos e oligarcas compradores ucranianos.
✅ Fevereiro de 2014 – Yanukovich é derrubado num violento golpe apoiado pelos EUA (pressagiado pela intercepção de Nuland-Pyatt), com grupos fascistas ucranianos, como o Sector de Direita, a desempenharem um papel de liderança. Os fascistas ucranianos desfilam pelas cidades em cortejos iluminados por tochas com retratos de Bandera.
✅ 16 de Março de 2014 – Rejeitando o golpe de Estado e a instalação inconstitucional de um governo anti-russo em Kiev, a população da Crimeia vota com 97% dos votos a favor da adesão à Rússia, num referendo com 89% de participação. A organização militar privada Wagner é criada para apoiar a Crimeia. Praticamente nenhum tiro foi disparado e ninguém foi morto naquilo que os media ocidentais erradamente retratam como uma “invasão russa da Crimeia”.
✅ 2 de Maio de 2014 – Dezenas de manifestantes de etnia russa são queimados vivos num edifício em Odessa por bandidos neonazis. Cinco dias depois, Luhansk e Donetsk declaram a independência e votam a favor da saída da Ucrânia.
✅ 12 de Abril de 2014 – O governo golpista de Kiev lança uma guerra contra os separatistas anti-golpe e pró-democracia em Donbass. O Batalhão Azov, abertamente neonazi, desempenha um papel fundamental na luta por Kiev. As forças da Wagner chegam para apoiar as milícias do Donbass. Os EUA voltam a exagerar esta situação, considerando-a uma “invasão” russa da Ucrânia. “Não se pode, no século XXI, comportar-se à maneira do século XIX, invadindo outro país com um pretexto completamente forjado”, diz o Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, que votou como senador a favor da invasão do Iraque em 2003, com um pretexto completamente forjado.
✅ 5 de Setembro de 2014 – O primeiro acordo de Minsk é assinado em Minsk, na Bielorrússia, pela Rússia, Ucrânia, OSCE e os líderes das repúblicas separatistas do Donbass, com a mediação da Alemanha e da França num formato chamado de Normandia. O acordo não consegue resolver o conflito.
✅ 12 de Fevereiro de 2015 – Minsk II é assinado na Bielorrússia, pondo fim aos combates e concedendo autonomia às repúblicas que continuam a fazer parte da Ucrânia. O acordo foi aprovado por unanimidade pelo Conselho de Segurança da ONU em 15 de Fevereiro. Em Dezembro de 2022, a antiga chanceler alemã Angela Merkel admite que o Ocidente nunca teve intenção de pressionar a implementação de Minsk e que o utilizou essencialmente como um estratagema para dar tempo à NATO para armar e treinar as forças armadas ucranianas.
✅ 2016 – O embuste conhecido como Russiagate apodera-se do Partido Democrata e dos meios de comunicação social seus aliados nos Estados Unidos, onde se alega falsamente que a Rússia interferiu nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016 para eleger Donald Trump. O falso escândalo serve para demonizar ainda mais a Rússia nos EUA e aumentar as tensões entre as potências com armas nucleares, condicionando o público para a guerra contra a Rússia.
✅ 12 de Maio de 2016 – Os EUA ativam o sistema de mísseis na Roménia, enfurecendo a Rússia. Os EUA afirmam que se trata de um sistema puramente defensivo, mas Moscovo diz que o sistema também pode ser utilizado ofensivamente e que reduziria o tempo de um ataque à capital russa para 10 a 12 minutos.
✅ 6 de Junho de 2016 – Simbolicamente, no aniversário da invasão da Normandia, a NATO lança exercícios agressivos contra a Rússia. Inicia jogos de guerra com 31.000 soldados perto das fronteiras da Rússia, o maior exercício na Europa de Leste desde o fim da Guerra Fria. Pela primeira vez em 75 anos, as tropas alemãs refazem os passos da invasão nazi da União Soviética através da Polónia. O ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Frank Walter-Steinmeier, contesta. “O que não devemos fazer agora é inflamar ainda mais a situação através de lutas de sabres e de belicismo”, afirma Steinmeier ao jornal Bild am Sontag. “Quem acredita que um desfile simbólico de tanques na fronteira oriental da aliança trará segurança está enganado”. Em vez disso, Steinmeier apela ao diálogo com Moscovo. “É aconselhável não criar pretextos para renovar um velho confronto”, diz, acrescentando que seria “fatal procurar apenas soluções militares e uma política de dissuasão”.
✅ Dezembro de 2021 – A Rússia apresenta aos Estados Unidos e à NATO projetos de propostas de tratados que propõem uma nova arquitetura de segurança na Europa, reavivando a tentativa russa falhada de o fazer em 2009. Os tratados propõem a remoção do sistema de mísseis romeno e a retirada do destacamento de tropas da NATO da Europa Oriental. A Rússia diz que haverá uma resposta “técnico-militar” se não houver negociações sérias sobre os tratados. Os Estados Unidos e a NATO rejeitam-nos de imediato.
✅ Fevereiro de 2022 – A Rússia inicia a sua intervenção militar em Donbass, na guerra civil ucraniana ainda em curso, depois de ter reconhecido a independência de Luhansk e Donetsk. Antes da intervenção, os mapas da OSCE mostram um aumento significativo dos bombardeamentos da Ucrânia contra as repúblicas separatistas, onde mais de 10.000 pessoas foram mortas desde 2014.
✅ Março-Abril de 2022 – A Rússia e a Ucrânia chegam a acordo sobre um acordo-quadro que poria fim à guerra, incluindo o compromisso da Ucrânia de não aderir à NATO. Os EUA e o Reino Unido opõem-se. O primeiro-ministro Boris Johnson desloca-se a Kiev para dizer ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky que pare de negociar com a Rússia. A guerra continua e a Rússia apodera-se de grande parte do Donbass.
✅ 26 de Março de 2022 – Biden admite, num discurso em Varsóvia, que os EUA estão a tentar, através da sua guerra por procuração contra a Rússia, derrubar o governo de Putin.
✅ Setembro de 2022 – As repúblicas do Donbass votam a favor da adesão à Federação Russa, bem como duas outras regiões: Kherson e Zaporizhzhia.
✅ Maio de 2023 – A Ucrânia inicia uma contraofensiva para tentar recuperar o território controlado pela Rússia. Como se viu em documentos divulgados no início do ano, os serviços secretos dos EUA concluem que a ofensiva falhará antes de começar.
✅ Junho de 2023 – Uma rebelião de 36 horas do grupo Wagner fracassa, quando o seu líder Yevegny Prigoshzin aceita um acordo para se exilar na Bielorrússia. O exército privado de Wagner, que era financiado e armado pelo Ministério da Defesa russo, é absorvido pelo exército russo.


Jose Antonio M Macedo
Mesmo assim nada justifica a invasão da Ucrânia por parte da Rússia. É isso que está em causa.
David RibeiroÉ a sua conclusão, Jose Antonio M Macedo. Para mim só o pobre povo ucraniano é que não tem culpa nem merece os senhores de Kiev que há vários anos os (des)governam.
Jose Antonio M MacedoDavid Ribeiro Não digo o contrário. Mas isso não dá o direito da Rússia invadir outro país.
David RibeiroJose Antonio M Macedo... em fevereiro do ano passado as tropas russas invadiram os territórios onde os separatistas de Donbass eram diariamente flagelados pelos senhores de Kiev. É certo que as tropas de Putin também fizeram uma inexplicável e sangrenta incursão no norte ucraniano, com intenção de derrubar o governo de Kiev, coisa que lhes correu mal, ao que parece, e que os  fez concentrar a ofensiva no leste e sul da Ucrânia. Acredite que não há inocentes neste conflito... e não é só a Rússia e a Ucrânia que estão nesta guerra.
Jose Antonio M MacedoDavid Ribeiro A Rússia nunca deveria ter invadido a Ucrânia, a começar pela Crimeia. Assim perdeu toda a razão.
Jorge VeigaDavid Ribeiro Até aqui no nosso Portugal os Srs que lá estão em Lisboa, só no desgovernam. Por isso que entrem os Espanhóis... É isso?
David RibeiroTeria razão de ser a hipótese que colocas, Jorge Veiga, se houvesse um considerável número de portugueses que isso reivindicassem, que é o que sempre aconteceu no leste e sul da Ucrânia.
Francisco Rocha AntunesIsto não são factos, são uma descrição tendenciosa de alguns momentos históricos. Ainda hei-de perceber porque carga de água o David é tão contra os ucranianos
David Ribeiro - Caríssimo Francisco Rocha Antunes, eu não sou contra os ucranianos, mas conheço bem e há muitos anos os senhores todos poderosos e corruptos de Kiev.
Francisco Rocha AntunesDavid Ribeiro ah bom. E nós não, é isso? Já reparou que se pode dizer isso de qualquer país? Por exemplo, de Portugal?
David RibeiroFrancisco Rocha Antunes... no que se refere a "senhores todos poderosos e corruptos" a diferença entra e Ucrânia e Portugal é imensa, felizmente para nós portugueses. Já a Rússia está no mesmo patamar da Ucrânia.
Francisco Rocha AntunesDavid Ribeiro tem a certeza? O presidente do maior banco acusado de toda a espécie de crimes, o conluio com um ex primeiro-ministro, vários ministros acusados de corrupção sistemática, isto para começar? Essa frase “senhores todos poderosos e corruptos” é usada por extremistas de esquerda e de direita, típicas do populismo crescente.
David RibeiroFrancisco Rocha Antunes, mas ainda temos a Justiça a funcionar (devagar, devagarinho, muito mais lenta do que era desejável) e as eleições são por todos consideradas livres. Na Ucrânia e na Rússia isso não acontece há muitos anos, se é que alguma vez aconteceu.
Francisco Rocha AntunesDavid Ribeiro ou seja, para si são equivalentes. Estou esclarecido.
David RibeiroVeja, Francisco Rocha Antunes, o Índice de Perceção de Corrupção em 2022 divulgado pela Transparência Internacional (IT)
22504084_Jr9YC.png
Francisco Rocha AntunesDavid Ribeiro ok, assim já não interessa nada que os Russos tenham invadido a Ucrânia, são todos corruptos. Percebi.
Paulo TeixeiraDavid Ribeiro esse texto a que tu das guarida aqui é tendencioso conta uma narrativa cheia de meias mentiras e adulterando factos que qualquer criança que vá ao Google vê que não são verdadeiras. Guerra civil ucraniana!?!? Tu acreditas nisso!?! Mais não digo porque gosto mm muitooooooo de ti
David RibeiroTambém gosto muito de ti, Paulo Teixeira.
Jose Pinto PaisDavid Ribeiro meu caro, nao consigo perceber essa sua permanente hosti lizacao contra Kiev, até pode ter algumas razões antigas. Mas neste momento só vejo um pais invadido, massacrado por ym grande fdp que só mata civis ,destroi infraestruturas civis, nao consigo perceber actos de corrupção em Kiev . E em Moscovo ? Nao ouço nada relativamente a estes santinhos !!! Que continuam a massacrar um pais independente. Enfim
David Ribeiro - Meu caro amigo Jose Pinto Pais... não me quero repetir, mas leia o que aqui já disse sobre os "todos poderosos e corruptos" de Kiev e Moscovo.
Manuel RochaDavid Ribeiro,anda a espalhar a cartilha comunista?
David RibeiroManuel Rocha... como acima disse isto são factos e que cada um tire as suas conclusões. (Quanto a eu "espalhar a cartilha comunista", nem lhe respondo, para não ser malcriado)
Manuel Rocha
David Ribeiro ,responda lá,seja directo que quero ver.
Carlos Miguel SousaTudo isto são factos consumados.
Diogo QuentalCaro David, isto é para ser sério? Não faltarão aí vários factos? A sensação que tenho, David, é que toda a gente tem tanto respeito por ti que procura cuidadosamente entender o que se passa na tua cabeça para fazeres estes posts que sistematicamente procuram menorizar a invasão da Ucrânia. Não vês ninguém a dizer que a democracia ucraniana é perfeita e que não há corrupção - até os próprios se queixam. Mas nada justifica a invasão e nada justifica os milhares de crimes de guerra. Cada post teu a menorizar as acções de Putin é incompreensível e não corresponde à excelente imagem que, ao que vejo, todos temos de ti. Desculpa a sinceridade, mas dói a dobrar ser tu a promoveres estas coisas.
David RibeiroMeu caro amigo Diogo Quental ... ninguém me pode acusar de defender a invasão da Ucrânia pelas tropas de Putin, mas não queiram que eu aceite as políticas dos senhores de Kiev e "embarque" em silêncio perante a propaganda em vigor nos mídia europeus.
Ricardo Castro RibeiroDavid Ribeiro caro amigo, exactamente a posição que sempre defendi. So para não estar aqui sózinho 😉
Diogo Quental
David Ribeiro e porque aceitas a propaganda em relação ao invasor? Não será essa muito mais grave?
David RibeiroDiogo Quental... é fundamental ouvir os dois lados da barricada e como todos temos mais que dois dedos de testa sabemos tirar conclusões. O que não se pode aceitar é notícias tipo "Nuno Rogeiro e José Milhazes" que abundam nos mídia europeus.
Diogo QuentalDavid Ribeiro isso significa que, a teu ver, invadido e invasor devem ser tratados da mesma forma? Na tua visão sobre os acontecimentos, há um país que é vítima ou não?
David RibeiroDiogo Quental... não tem nada a ver com invasor e invadido, mas sim num cortar de informação, que mais não é que censura.
Diogo QuentalDavid Ribeiro Ok. Não vejo como é que o teu post inicial com factos dá suporte a essa não censura. Factos essenciais estão em falta. Mas também duvido que tenha o direito a fazer-te tantas perguntas.
David RibeiroTens todo o direito a fazeres as perguntas que quiseres, Diogo Quental e sempre terei o maior gosto em te dar a conhecer algo que não entendas nos meus textos, que nem sempre poderão ser suficientemente esclarecedores.
Chico GouveiaÉ preciso que se perceba que a Rússia, em toda a sua história de séculos, só teve um "cheirinho" de democracia com Boris Ieltsin e Mikhail Gorbachev, e mesmo assim precária. Porque se fosse uma democracia, há muito que estava no bloco ocidental. A questão actual, é só esta: a Rússia tem medo de quê? Ou melhor: Putin tem medo de quê? A Ucrânia, encravada entre blocos e em turbulência e, por isso, alvo de uma mistura onde cabem os movimentos fascistas e nazis, está a corrigir erros do passado e a aproximar-se das democracias ocidentais. É onde estamos. É aqui e em mais lado nenhum. E a Rússia tem medo disto? Não! Os seus ditadores, e a sua clique militar e política, gorda de dinheiro e com a cabeça torrada de vodka, é que temem a democracia. O resto, são as contradições da História. Tentar argumentar com factos de outrora, mesmo que historicamente recentes, é tentar justificar o injustificável. Todos os países têm os seus podres. Então nós não estivemos meio século numa ditadura, não tivemos fascistas cá dentro, organizados, e que não eram tão poucos como se pensa, não fomos colonialistas, racistas praticantes, etc.? E hoje não somos uma democracia? Se é para invocar a História, é ver o que os russos têm andado a fazer, no século passado, e neste, para não andarmos muito para trás. É que, em termos de atrocidades e de negação absoluta de direitos humanos, são imbatíveis.
David Ribeiro - Entendo e concordo com o que dizes, Chico Gouveia, mas há que ler/ouvir os dois lados da barricada e tirar as conclusões.
Manuel Rocha
David Ribeiro ,gosta de ouvir o aldrabão assassino putin, aquele que às Quintas diz que nada tem a ver com o wagner e às sextas afirma que afinal o wagner era beneficiário de milhões e milhões para a guerra?...Não se esqueça de ser mal educado comigo, sou todo ouvidos.

 

d-americo-aguiar-na-ucrania73871d7ddefaultlarge_10Américo Aguiar, bispo auxiliar de Lisboa, coordenador da Jornada Mundial de Juventude (JMJ) e recentemente nomeado pelo Papa para Cardeal, está de visita à Ucrânia a convite da conferência episcopal ucraniana. Ontem de manhã visitou a catedral de Lviv, à tarde reuniu-se com jovens e disse que "é muito difícil nós convertermos estes corações que veem os pais morrer, as casas e os sonhos destruídos, é muito difícil convertê-los a ter esperança, mas a fé é a força deles, a fé que dá a força, a esperança...". Concordo, até porque estou convencido que é nas populações russas e ucranianas, principalmente nas mais jovens, que poderemos encontrar o caminho da PAZ, já que os senhores de Kiev e de Moscovo, mais as cúpulas da NATO e da União Europeia, preferem "tiros, bombas e murros nas trombas".
  Isabel Sousa Braga
Espero que tenha rezado pela paz

 

   Entretanto...
Captura de ecrã 2023-07-16 111025.png
A corrupção na Ucrânia também chegou a alguns oficiais de recrutamento que estão a fazer pequenas fortunas olhando para o lado, enquanto a juventude ucraniana faz tudo o que pode para evitar ser enviada para a linha de frente.



Publicado por Tovi às 07:46
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Segunda-feira, 5 de Junho de 2023
A fronteira entre a Ucrânia e a Rússia está ao rubro

Captura de ecrã 2023-06-04 145222.png
(Na imagem Combatentes do Corpo de Voluntários Russos e do grupo aliado, a Legião da Liberdade da Rússia, ao lado de um veículo blindado alegadamente apreendido em 24 de maio de 2023)

A situação bélica na fronteira leste da Ucrânia está ao rubro com as táticas transfronteiriças ucranianas a desestabilizar a Rússia. E já não restam dúvidas que nos combates em Belgorod estão altamente empenhados grupos de combatentes russos anti-Kremlin - Legião da Liberdade e Corpo de Voluntários da Rússia - vestindo uniformes ucranianos e atacando a partir da Ucrânia, factos que os senhores de Kiev consideram, não oficialmente, como "guerra híbrida" na "zona cinzenta" deste conflito. Ainda sobre estes combates o The Times diz terem sido vistos veículos militares americanos em vídeos e fotos postados de dentro da Rússia, onde parecem terem sido usados ​​no ousado ataque à região de Belgorod, localizada perto da fronteira com a Ucrânia. Segundo os termos da ajuda militar dos EUA, a Ucrânia está estritamente proibida de transferir equipamentos militares americanos para terceiros. O general Pat Ryder, porta-voz do Pentágono, disse a repórteres que os EUA estavam cientes, mas não podiam confirmar relatos de que máquinas americanas, incluindo veículos blindados M1224 MaxxPro, foram usadas no ataque.

 

  Hummm!... Isto é capaz de ter sido obra da rapaziada do Prigozhin
Captura de ecrã 2023-06-04 211350.png

Albertino AmaralMas para onde ia esta sucata, afinal ???????
David RibeiroAlbertino Amaral... ia para a Régua, participar no 10 de Junho.
Albertino AmaralDavid Ribeiro Claro, é para que serve o nosso equipamento. Havia sempre dois carros de combate na porta de Cavalaria 6, julgo que M46, mas já não tenho a certeza...... Pareciam duas mesas de cabeceira.......
Mário Paiva
...menos um Leopard... é pena porque seria o "game changer" se o tivessem enviado p'ra Kiev...

 

  Al Jazeera 4jun2023
Captura de ecrã 2023-06-04 213114.png
Os combates continuam no sul da Rússia depois que grupos armados lançaram mais ataques transfronteiriços a partir da Ucrânia, com Moscovo dizendo que atacou os “terroristas” com fogo de artilharia. O governador da região sitiada de Belgorod, Vyacheslav Gladkov, disse no domingo que confrontos irromperam novamente em seu lado da fronteira e reconheceu pela primeira vez que forças pró-ucranianas haviam feito prisioneiros de guerra russos durante incursões. A luta em torno de Novaya Tavolzhanka segue à dramática incursão armada da Ucrânia no mês passado, que forçou os militares da Rússia a usar artilharia e ataques aéreos. A violação da fronteira foi reivindicada por nacionalistas anti-Kremlin.

 

  Al Jazeera 5jun2023
Captura de ecrã 2023-06-05 090004.png
A Rússia disse que suas forças frustraram uma grande ofensiva ucraniana na região ucraniana de Donetsk, matando 250 soldados ucranianos e destruindo tanques e veículos blindados. “Na manhã de 4 de junho, o inimigo lançou uma ofensiva em grande escala em cinco setores da frente na direção de Donetsk do Sul”, disse o Ministério da Defesa da Rússia em seu canal Telegram na manhã desta segunda-feira. Não houve atualização da Ucrânia sobre a suposta ofensiva. Em sua atualização noturna de 4 de junho, o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia disse que Moscovo estava concentrando seus esforços militares na ocupação total das regiões de Lugansk e Donetsk.

Captura de ecrã 2023-06-05 184417.png
A Bélgica investiga suposto uso de suas armas em ataque à Rússia. Um relatório afirmou que a ajuda militar dada à Ucrânia pelos países da NATO foi usada por combatentes pró-Ucrânia para atacar a Rússia. “As armas europeias são entregues à Ucrânia sob a condição de serem usadas em território ucraniano com o objetivo de defender esse território. E temos controles rígidos para garantir que esse seja o caso”, disse o Primeiro-Ministro Alexander De Croo.
 
Paulo TeixeiraEstá tudo doido. A Bélgica é mm um país de brincadeira. Isto diz se e escreve se? O sentido de estado e de ridículo perdeu se 
#ucraniacontratudoetodos
David RibeiroPaulo Teixeira... o Pentágono já se pronunciou no mesmo sentido. Os senhores de Kiev não controlam os seus militares.
Jorge VeigaDavid Ribeiro os Srs de Moscovo não se controlam a eles mesmo.
David RibeiroJorge Veiga ... e por isso Kiev fica isenta das suas obrigações para com quem a ajuda, é isso?
Jorge VeigaDavid Ribeiro Kiev deve cumprir o prometido, mas como o território invadido é o deles, também têm direito a defender-se de qualquer maneira, ou não?...

 

  Vatican News 5jun2023
cq5dam.thumbnail.cropped.750.422.jpegTem início neste dia 5 em Kiev - e prosseguirá até amanhã, 6 de junho -, a missão do cardeal Matteo Maria Zuppi, arcebispo de Bolonha e presidente da Conferência Episcopal Italiana, com o objetivo de “aliviar as tensões no conflito na Ucrânia”. O purpurado estará hoje na capital ucraniana como "enviado do Santo Padre Francisco", diz um comunicado da Santa Sé. A mesma nota sublinha: “Trata-se de uma iniciativa que tem como principal objetivo ouvir em profundidade as autoridades ucranianas sobre os possíveis caminhos para alcançar uma paz justa e apoiar gestos de humanidade que contribuam para aliviar as tensões”.



Publicado por Tovi às 07:47
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