"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 9 de Setembro de 2021
A propósito do processo de vacinação

   Eu não diria melhor.
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Publicado por Tovi às 07:11
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2021
Já tenho as duas doses da AstraZeneca

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Foi às 9h20 de ontem que recebi a segunda dose de vacina Covid-19, no conforto e segurança do "drive-thru" instalado no Queimódromo, uma parceria do Município do Porto com o Hospital de São João, Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte), Unilabs e Agrupamento de Centros de Saúde (ACeS) Porto Oriental. 



Publicado por Tovi às 07:24
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Quarta-feira, 7 de Julho de 2021
Há coisas que continuam a funcionar mal

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Ontem fui ao Centro de Vacinação Covid-19 - Porto Ocidental – no Regimento de Transmissões do Porto, para me instalarem a "segunda atualização da 5G". E a verdade é que QUASE o fizeram… mas as vacinas acabaram antes da minha vez, pois só há 40 por dia. Está agora marcada para domingo, das 13 às 14 horas… e para quem chegar primeiro.

 

    Comentários no Facebook

Be Maria Eugénia - Eu fui na semana passada e para a segunda dose sem marcação aceitavam 100 pessoas. Sem problemas, nem estiveram lá todas.

Raul Vaz Osorio - Eu diria que, tendo em conta que estamos a vacinar 850.000 pessoas por semana, sendo de forma destacada o país do mundo que neste momento esta a vacinar mais depressa, as coisas estão a correr muito bem

David Ribeiro - Concordo consigo, Raul Vaz Osorio. Mas há procedimentos muito diferentes de um centro de vacinação para outro. Estive ontem no do Cerco (acompanhando um familiar) e tudo me pareceu rápido e eficiente, o que não acontece no do Regimento de Transmissões. Imagine que ontem até foi necessário vir a polícia (4 carros patrulha) tal era a barafunda instalada. É que o pobre segurança que estava na porta também pouca informação tinha para dar. Com a chega da PSP um diligente agente dirigiu-se ao interior do Regimento, falou com a enfermeira chefe, e veio dar-nos as explicações que constam do afixado.



Publicado por Tovi às 10:59
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Quarta-feira, 26 de Maio de 2021
Não pode haver portugueses de primeira e de segunda

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    Rui Moreira, ontem às 20h18
O presidente da Câmara do Porto considera ser “inaceitável que subitamente se crie uma situação de verdadeira exceção” quanto ao recrudescimento da Covid-19 em Lisboa e Vale do Tejo. Rui Moreira exige ao Governo e às autoridades de saúde “um tratamento equitativo”, considerando que não se podem alterar regras só porque se trata de Lisboa. “Prejudica a unidade nacional”, alerta.
O autarca, que numa declaração em vídeo, manifesta que, “como qualquer português”, é “totalmente solidário” com o recrudescimento da Covid-19 em várias zonas do país, em particular em Lisboa e Vale do Tejo, não deixa, no entanto, de observar que o que aconteceu nesta zona do país não pode ser tratado de ânimo leve.
“Depois do que sucedeu em Lisboa e Vale do Tejo, e estão identificadas as razões pelas quais houve este crescimento súbito, e muito preocupante, do número de casos, aquilo que se esperava é que fossem tomadas medidas semelhantes àquelas que foram tomadas no resto do país”, declara.

 

   Malta de Lisboa... vejam o que nós, os do Norte, já sofremos.
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  Task Force esclarece "aceleração" anunciada pelo Governo
Afinal, maiores de 30 e 40 serão vacinados em junho, em todo o país. "Aceleração" das inoculações é para a faixa etária que se encontra a ser vacinada agora, os maiores de 50. O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, anunciou esta terça-feira que a vacinação contra a Covid-19 será acelerada em Lisboa e Vale do Tejo (LVT), onde se encontra mais atrasada do que no resto do país, antecipando a inoculação dos dos maiores de 40 e de 30 anos. Contudo, fonte da Task Force disse à RTP que a medida será estendida a todas as Administrações Regionais de Saúde, ou seja, não foi criada exclusivamente para esta região.

 

   Governo na rede social Twitter
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Publicado por Tovi às 07:46
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Quinta-feira, 29 de Abril de 2021
Vacina contra a COVID-19

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Já me foi inoculada a primeira dose   



Publicado por Tovi às 11:20
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2021
A estratégia do Porto no combate à pandemia

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    Milene Câmara em “Porto.” – 24abr2021

Rui Moreira aponta falta de complementaridade no combate à pandemia
A falta de complementaridade entre o poder central e local afetou de forma decisiva o combate à pandemia da Covid-19 em Portugal. Numa grande entrevista ao jornal Nascer do Sol que é publicada na edição deste sábado, 24 de abril, Rui Moreira falou sobre a estratégia seguida pelo Porto que divergiu, em muitos aspetos, da estratégia nacional, liderada pela Direção-Geral da Saúde. Para o presidente da Câmara do Porto “o poder central impôs todas as regras” e “depois viu-se na necessidade de pedir ao poder local e ao poder autárquico para resolver os problemas que ele já não conseguia resolver”.

Ventiladores e máscaras em tempo recorde
De entre uma multiplicidade de temas abordados, a pandemia destacou-se na conversa do autarca com o jornalista Vítor Rainho, até porque o Porto foi pioneiro em várias medidas implementadas no início da tragédia da covid. Os primeiros ventiladores trazidos para o país foram exemplo dessa ação rápida desenvolvida pelo município portuense, resultado da relação de geminação e de diplomacia institucional com Macau e a cidade chinesa de Shenzhen.
“Sabíamos que estavam a produzir ventiladores, certificados para a Europa, e o que fizemos foi antecipar a venda a Portugal, neste caso ao Porto, tendo previamente falado com os hospitais S. João e St.° António do Porto, para perceber se aqueles ventiladores eram os mais adequados à situação e se tinham a certificação necessária. Os ventiladores vieram a um preço bastante inferior até a outros que foram adquiridos posteriormente pelo Governo”, explicou Rui Moreira.
A compra de máscaras foi igualmente uma das prioridades para o autarca. Uma fábrica no Porto começou a produzi-las a baixo custo e a autarquia do Porto foi das primeiras a “ter um conjunto de máscaras disponíveis, numa altura em que a DGS pensava que as máscaras eram inúteis”.
“Começámos a fazer máscaras para aquilo que era essencial, ou seja, não só para as nossas necessidades próprias. Estamos a falar dos bombeiros, da Polícia que estava em contacto com a população. Mas também para IPSS e para lares”, explicou Rui Moreira.

“O problema dos lares é uma tragédia mal contada”
Para o presidente da Câmara do Porto a proliferação dos infetados em lares de idosos em território nacional “é uma tragédia com foros de escândalo”.
Na primeira vaga pandémica, o Município liderado por Rui Moreira montou uma estratégia que não passou apenas pela compra de ventiladores e máscaras, mas também por adquirir testes à China de modo a cobrir “muito rapidamente todos os lares da cidade”, formais e informais, dado à vulnerabilidade daquela população.
“A nossa estratégia era de separação dessas pessoas imediatamente e, nessa altura, houve uma grande resistência da Direção-Geral da Saúde, e nomeadamente na estratégia que implementámos. E acabou por ser implementada lentamente no país. Acho que a Direção-Geral da Saúde esteve mal. Por isso é que montámos em conjunto com a Ordem dos Médicos e também com o Hospital de St° António, o pavilhão Rosa Mota para rapidamente separar as pessoas”.
Rui Moreira não tem dúvidas de que a concretização célere desta medida de separação foi crucial na diminuição da taxa de contaminação e consequente mortalidade a nível concelhio, o que não se verificou a nível nacional.

Porto a postos para conseguir vacinar toda a população em 2 meses
À semelhança do início da pandemia, Rui Moreira tem tomado todas as diligências de modo a preparar a cidade para uma vacinação em larga escala, também aqui, optando por divergir do rumo nacional imposto pela DGS. O centro de vacinação drive-thru, instalado no Queimódromo e com capacidade para inocular até 2 mil pessoas por dia, pronto a arrancar a operação desde fevereiro mal hajam vacinas disponíveis, é exemplo disso.
“Neste momento temos um drive-thru instalado, que tem uma capacidade apreciável que não está a ser utilizada, esperemos que venha a ser utilizada quando houver vacinas. Tem uma capacidade de 7 mil a 8 mil vacinas por mês. Podemos multiplicar por mês esses modelos, rapidamente conseguimos chegar muito mais longe”, refere o presidente da Câmara do Porto que acredita ser possível vacinar toda a população da cidade em 2 meses.
Contudo, esse modelo de vacinação não é a opção seguida pelo Estado Central, que optou, para já, por utilizar estruturas e recursos dos centros de saúde, o que, no entender de Rui Moreira é um “erro”.
“Vamos precisar de vacinar muita gente e seria bom que a vacinação não fosse feita no centro de saúde. Os centros de saúde são para as necessidades de proximidade das pessoas que têm patologias, das pessoas que estão doente, das pessoas que precisam de consultas. Não acho que seja boa estratégia misturar as duas tribos. A tribo que está doente e a tribo que não quer estar doente”, explica ao jornal o autarca.
Apesar da discordância, a Câmara do Porto disponibilizou e agilizou todos os meios para auxiliar a Task-Force na vacinação. Foram cedidas duas escolas que estavam encerradas e recursos para montar uma tenda de recobro. Além disso, o Município estabeleceu um protocolo com as duas centrais de táxis da cidade para o transporte de pessoas até aos locais de vacinação.
Rui Moreira encontra-se, também, a delinear uma estratégia autónoma de compra de vacinas, juntamente com a Câmara de Cascais, logo que a quantidade disponível no mercado aumente.
“Mais cedo ou mais tarde, a capacidade a nível europeu e a nível mundial vai permitir que haja vacinas em quantidade suficiente. E qual é a nossa estratégia? A nossa estratégia tem a ver com o facto de a questão das vacinas não ser um problema apenas de este ano. Acho que as pessoas ainda não compreenderam que as vacinas para a covid-19 vão ser como as da gripe sazonal. Todos os anos vamos ter de ter stocks”.



Publicado por Tovi às 07:29
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Quarta-feira, 14 de Abril de 2021
Vai haver vacinas para todos?

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Parece estar provado que há alguns graves efeitos secundários destas vacinas… mas eu temo que a “guerra” entre a União Europeia e as farmacêuticas venha a provocar enormes dificuldades numa completa vacinação das populações.

 

    La Stampa
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    Relatório de Vacinação em Portugal (de 27dez2020 a 11abr2021)
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    Expresso, 14abr2021 às 13h54
A Presidente da Comissão Europeia anunciou ao início da tarde desta quarta-feira que mais 50 milhões de doses de vacinas da Pfizer devem chegar à UE na segunda metade de abril. Para 2022 e 2023 espera-se a entrega de mais 1,8 mil milhões de doses.
A Dinamarca anunciou esta quarta-feira que desistiu de usar a vacina para a covid-19 da AstraZeneca devido aos efeitos secundários "raros, mas graves", enquanto a Alemanha decidiu administrar outra vacina nas segundas doses a quem tomou este fármaco na primeira.




Terça-feira, 16 de Março de 2021
Suspensão da administração da vacina da AstraZeneca

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Com a suspensão da administração da vacina da AstraZeneca, o plano de vacinação nacional vai atrasar cerca de duas semanas.

    Expresso, 15mar - 20h06
Foi anunciada esta segunda-feira a suspensão da administração da vacina da AstraZeneca em Portugal. A decisão foi avançada em conferência de imprensa por Rui Ivo, presidente do Infarmed. De acordo com o responsável, a "interrupção temporária" da administração desta vacina foi recomendada pela Direção-Geral da Saúde e a Autoridade Nacional do Medicamento, "tendo por base o princípio da precaução em saúde pública", na sequência da descoberta de "novos casos de reações adversas graves em vários países europeus" após a toma da referida vacina. São casos, acrescentou, que estão "em avaliação", não tendo sido possível estabelecer uma relação de causalidade entre a vacina e os casos reportados. Segundo o presidente do Infarmed, os resultados dessa avaliação deverão ser conhecidos ao longo desta semana.


Publicado por Tovi às 08:49
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Domingo, 27 de Dezembro de 2020
VACINA - uma nova arma contra o vírus

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O primeiro vacinado contra a covid-19 chama-se António Sarmento e é diretor de serviço de doenças infeciosas do Hospital de São João, no Porto, e ainda um dos mais experientes infecciologista do país. Médico há mais de 40 anos, é também professor de medicina da Universidade do Porto, especialista em medicina intensiva e doenças infecciosas. Aos 64 anos foi o responsável pela organização do serviço do hospital que mais lidou com casos de covid-19. Fez parte do gabinete de crise da Ordem dos Médicos para lidar com o novo coronavírus e desde o primeiro momento anteviu a gravidade desta pandemia.

 


Faço minhas as palavras de Pedro Simas, virologista do Instituto de Medicina Molecular, que ouvi há momentos num canal de televisão: (cito de cor) “Estamos no dia do início do fim da pandemia… uma união da Ciência com a indústria permite-nos ter esperança”.

   Comentários no Facebook
Nuno Santos - David Ribeiro... o Pedro Simas já disse tudo e o seu contrário nesta pandemia. Até já o ouvi dizer que o melhor era deixar as pessoas infectarem-se para termos imunidade de grupo. Há pessoas que não sei porque tornam-se vícios da imprensa
Jorge Veiga - Nuno Santos...  descontextualizado pode dizer o que não foi dito. Como não ouvi em directo, não sei....

 


Sou da opinião que terem escolhido António Sarmento para o “primeiro português a ser vacinado” foi um ato simbólico mas também de justiça e homenagem a quem sempre acreditou que só a vacina seria decisiva para o combate à covid-19.


Jorge Veiga - Director do Serviço de Infecciologia. Exemplo de que se deve fazer a vacina.
Zulmiro Pereira - O Seu comentário pode ser justo para uns, injusto para outros. Pode-se alegar, que um reputado médico, como prova de confiança e exemplo. Aqui não está em causa a vez, pois entre os primeiros, estão os trabalhadores que lidam directamente com a pandemia. É opção que visa combater a ignorância e consequente medo, que a meu ver não será suficiente, pois a malta do Calcitrim não acredita na ciência. Parece-me isso a mim, um daqueles exemplos raros em que, parece um acto pensado e sensato, contrariando a actual tendência.
Mario Ferreira dos Reis - Se me tivessem escolhido a mim é que era de estranhar!... alguém tinha que ser o primeiro, tal como disse o amigo 
David Ribeiro, António Sarmento foi muito bem escolhido. Alea Jacta est.



Publicado por Tovi às 12:23
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2020
Sputnik V... a vacina russa

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Nem que morra de Covid... esta vacina não tomo   




Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2020
Quem?... Onde?... Como?

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   Expresso de 4dez
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Publicado por Tovi às 08:35
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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2020
Mais algumas da série "repensar o Natal"

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Publicado por Tovi às 07:27
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Sábado, 5 de Setembro de 2020
A vacina russa para combater o vírus SARS-CoV-2

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The Lancet, uma das mais prestigiadas revistas científicas do mundo acaba de publicar os dados dos testes da primeira vacina russa contra a COVID-19. Menos de um mês após o registo da vacina, The Lancet publicou ontem os resultados das primeiras duas fases de testes clínicos do medicamento, algo que era muito aguardado pela comunidade científica mundial. O material publicado responde às críticas de especialistas estrangeiros e traz a tão esperada clareza sobre o desenvolvimento do medicamento pelos cientistas russos. Fica assim aceite que a Sputnik V, sendo a primeira vacina contra a COVID-19 registada na Rússia e no mundo, não só é eficaz no combate ao coronavírus SARS-CoV-2 como a sua aplicação é segura.

 

   Comentários no Facebook

Raul Vaz OsórioNão é verdade. Em primeiro lugar, o Lancet fez uma publicação de tipo informal, não é uma publicação com "chancela" após peer review. A confusão é natural, muita gente desconhece a existência deste tipo de publicações que são mais "jornalísticas" do que científicas, mas é um facto. Depois os testes das fases divulgadas não garantem em termos médicos a eficácia e muito menos a segurança da vacina. É bom que se faça esta publicação, não me interprete mal, mas ainda estamos a anos luz das conclusões que tirou. Há uma campanha de marketing politico desenvolvida por Putin sobre este assunto, tal como há por outros lideres populistas deste mundo, parecem traças á volta do candeeiro. Aconselho o meu amigo David a ler todas as notìcias deste cariz com um grão de sal. Um abraço

David RibeiroCaríssimo Raul Vaz Osorio… Como é óbvio tenho muito pouco saber para falar deste assunto e o que escrevi foi o que li. Dizia também o artigo, referindo-se às conclusões da The Lancet: “Um dos maiores receios da comunidade científica em relação ao uso de vacinas na base de vetores de adenovírus do ser humano – é este precisamente o método usado pela vacina Sputnik V – seria a existência anterior em algumas pessoas de imunidade em relação aos adenovírus. Em outras palavras, havia o receio de que esta imunidade não deixasse entrar no organismo a quantidade necessária de adenovírus humano, que na vacina exerce a função de "táxi", levando às células o material genético da membrana externa do coronavírus (é bom lembrar que a vacina Sputnik V não contém o próprio coronavírus, o que excluiu completamente a possibilidade de infecção). Considerando que as pessoas habitualmente adoecem por adenovírus (um exemplo é o simples resfriado), nelas pode-se formar imunidade, a qual teoricamente poderia reduzir a eficiência da vacina, que usa adenovírus como vetor. Os resultados dos testes acabaram mostrando o oposto: a imunidade pré-existente não influencia a eficiência da vacinação.”

Raul Vaz Osório - Sim, eu apenas quis esclarecer. Quanto ao esquema dos 2 vectores diferentes para cada dose é interessante embora não seja assim tão inovador como sugerido. Não é por aí, esse destaque faz parte da tal campanha de marketing.

 

   Dados atualizados ao dia de hoje
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Publicado por Tovi às 07:49
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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2020
Como funciona a vacina russa contra COVID-19

… vendo pelo preço que comprei  

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   Comentários no Facebook

Raul Vaz Osorio - A questão não é o mecanismo de acção, que nem sequer é dos mais prometedores. A verdadeira questão é o populismo do anuncio prematuro de uma vacina, quando há pelo menos 4 em fases muito mais adiantadas de desenvolvimento.



Publicado por Tovi às 07:27
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Terça-feira, 14 de Novembro de 2017
Vacina contra a gripe

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Cá em casa já estamos todos vacinados.


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Publicado por Tovi às 11:09
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