
Suspeitas de corrupção, falsificação e abuso de poder levaram a Polícia Judiciária a deter, na 4.ª feira 3dez2025, quatro empresários e quatro funcionários da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes. Foram constituídos 17 arguidos. É "um pequeno abalo" na região, diz presidente da CVRVV.
Segundo o Tribunal de Instrução Criminal do Porto, onde foram na sexta-feira 5dez2025 ouvidos em primeiro interrogatório, aos quatro funcionários da Divisão de Fiscalização e Controlo da CRVV detidos foi dada a informação de que irão ser suspensos bem como as medidas de coação de proibição de contactos entre si e com os demais arguidos no processo. Das medidas de coação, consta ainda a prestação de cauções pelos quatro empresários detidos no âmbito da mesma operação, ficando um deles também sujeito à obrigatoriedade de apresentações periódicas às autoridades, indicou à Lusa fonte judicial.

Já recebi a minha encomenda (Decantar: 12 garrafas/43,00€).
Proveio-o... e tem agradáveis notas frutadas e uma acidez muito equilibrada.
Adriano Marques - Até que enfim que faz um post com muita qualidade... ![]()
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Jorge Veiga - Muito bom. Já gasto há uns 2 anos. Adoro, mas não bebo todos os dias porque os 13,5 º não facilitam...
Já agora...
Não é uma boa notícia... mas as "Trumpalhadas" a isso nos obrigam.
Filetes de Pescada...
na Churrasqueira Rotunda da Boavista
Tenho por princípio só falar de "comidas e bebidas" ou porque estão abaixo do admissível ou muito superiores à média. E por isso venho hoje dizer-vos como estavam maravilhosos os Filetes de Pescada servidos no take away da Churrasqueira Rotunda da Boavista. Frescos, com fritura no ponto, acompanhados de um arroz branco de perfeita confeção (este acompanhamento foi de minha escolha, também podia ser com batata frita às rodelas) e uma salada de alface e cenoura ralada. Já não é a primeira vez que lá vou buscar este prato e seguramente continuarei cliente.

Pela primeira vez na minha já longa vida comprei vinhos pela NET... não é que tenha nada contra compras online, que já uso para me abastecer de muitas outras coisas, mas vinhos, vá lá saber-se porquê, foi esta a primeira vez. Abri uma garrafa de branco ao almoço de quinta-feira passada e gostei muito. E como sempre às quintas-feira foi dia de filhas, genro e neta virem ao habitual jantar semanal cá em casa, e abrimos o tinto... e estávamos perante um espantoso vinho de cor rubi vibrante e um perfil aromático, um vinho que se aproxima muito a qualquer clássico Vinho Verde Tinto.
Jorge Veiga - David Ribeiro Já usamos esse vinho cá em casa há mais de 2 anos. Por norma eu bebo maduro branco, mas o resto da famelga bebe esse verde branco ou rosé (também há tinto e é bom). Também têm um outro tinto muito bom, Quintanilha, mas mais caro.
Jorge Veiga - David Ribeiro exacto. E o tal Quintanilha ainda é melhor...
David Ribeiro - Jorge Veiga, esse Quintanilha será a minha próxima encomenda.
Jorge Veiga - David Ribeiro gosto muito dele. Pelo preço é que não é um vinho para ser diário... Para mim que gosto de branco e maduro compro Boxes da Adega de Freixo, o Montes Ermos, que bem geladinho é fabuloso e entre 10 e os 11 € os 5 litros.
David Ribeiro - Jorge Veiga, também gosto muito do Montes Hermos, mas BiB de 5 litros é para durar muito cá em casa, onde só eu é que bebo e gosto de variar. Às quintas-feiras, quando vêm todos jantar cá a casa, a maior parte das vezes um dos meus genros, que trabalha em vinhos num hipermercado do Grande Porto, traz uma garrafa para experimentarmos... e é sempre coisa boa.
Jorge Veiga - David Ribeiro eu ponho a BOX no frigorífico e está lá fresquinho semanas (se eu deixar). Tenho uma garrafa de cerveja Grolsch que leva 450 ml, encho e tem daquelas rolhas com arames, fica fechado e conserva... Quando tenho a família cá é que vai o Verde para eles e eu bebo Branco Reserva ou Espumante tinto (com o leitão...)... hábitos de cada um.
David Ribeiro - Jorge Veiga, eu gosto muito de variar, brancos, tintos, do Douro, Alentejo e por aí fora... dificilmente bebo o mesmo tipo de vinho duas vezes seguidas.
Jorge Veiga - David Ribeiro tinto só no Inverno e nem sempre... Nitidamente temos hábitos diferentes...o que é normal.
Rui Lima - Já agora recomendo os vinhos da Adega Cooperativa de Ponte da Barca. Uma grande variedade entre os quais Alvarinhos. Vendem online preços muito aceitáveis.

Sempre defendi que nas redes sociais só falo de "comes & bebes" quando são muito maus ou acima da média, os outros não fazem mais do que cumprir aquilo que deles esperamos no que se refere a qualidade... e hoje vou falar sobre SALADAS VITACRESS, que pela primeira vez constitui o meu almoço de um destes últimos dias: Salada Americana, uma mistura de folhas baby, combinada com bacon, uma mistura de nozes e sultanas, croutons e cebola frita, incluindo ainda como tempero, molho de mostarda e mel. Um estrondo, como se diz cá pelo Norte. Fiquei cliente e recomendo para um almoço ligeiro neste verão... mas acompanhado sempre com um frutado branco.
Jorge Veiga - o problema é quando o meu amigo fala na salada Russa... hehehehe
David Ribeiro - Essa teve piada, Jorge Veiga... mas olha que se for bem feita é também um espetáculo a salada inventada nos anos 1860 por Lucien Olivier, chef do famoso restaurante Hermitage situado na Praça Trubnaia, em Moscovo.
Jorge Veiga - David Ribeiro pois é Russo, mas sendo de Moscovo, emigrou para cá, há tantos anos, que já é nossa... Sabes que eu considero que a culpa não é dos países, nem dos povos. É nossa, porque pensamos diferente, é dos que estão à frente dos países, porque orientam de maneira diferente. Conforme dizia o "outro" a democracia é má, mas é a melhor maneira de liderar um país.
David Ribeiro - Sim, Jorge Veiga, é verdade que muitas vezes "a democracia é má, mas é a melhor maneira de liderar um país" mas como dizia hoje um amigo meu, a propósito das eleições na Venezuela, "...sempre que ocorrem eleições, desencadeia-se um frémito de expectativas que anunciam a iminente «queda dos ditadores», se bem que os «ditadores» se submetam ao voto popular e amiúde vençam nas urnas (...) para esta gente as boas democracias são aquelas em que vencem sempre os mesmos e os candidatos da oposição são alvo de atentados, censura, processos judiciais e até arranjos e chapeladas eleitorais como em França e nos EUA."
Jorge Veiga - David Ribeiro verdade. Infelizmente é verdade. E bem colocada a situação da Venezuela. E como temos muitos portugueses naquele país, fico triste por os ver passar por esta vergonha. Fico por aqui, antes de começar a usar a língua Gil Vicentina...
Luis Barata - Ou algo assim
David Ribeiro - Sem dúvida, Luis Barata... bebi este vinho recentemente num almoço com uns familiares e é realemte muito fresco e cítrico, com acidez leve, mas com aroma discreto.
Maria Vilar de Almeida - Essa foi a Vitacress Americana... e as outras?!
David Ribeiro - Serão as próximas a experimentar, Maria Vilar de Almeida.
Maria Vilar de Almeida - Aguardo desenvolvimentos! ![]()
Humberto Moreira - Sao as melhores. Comprovo sou cliente assiduo.

(Foto "roubada" na NET)
Para o almoço de hoje:
Ingredientes (para duas pessoas): 400 gr. de lulas pequenas abertas e sem tripa; 1 folha de louro; 1 pitada de sal a gosto; 1 pitada de pimenta a gosto; azeite; 1 cebola média às lascas; 1 dente de alho picadinho.
Preparação: Numa panela, coloque o azeite, a folha de louro, a cebola, o sal, a pimenta e as lulas; leve a panela tapada ao lume brando, por aproximadamente 15 minutos; tire a tampa e deixe apurar por 5 minutos; sirva com arroz branco.

Estas lulinhas foram acompanhadas por "O Tal da Lixa Vinho Verde Tinto", um vinho jovem, fresco, elegante e com uma acidez perfeita para estas cefalópodes.

Ora vejam lá se isto não foi um grande almoço:
Bacalhau com Espinafres e Broa, pré-cozinhado fabricado por Nordigal SA (Zona Industrial Casal do Marco, Seixal) e comprado no Mercadona da Boavista;
Castelo de Moinhos 2018 (marca própria dos Supermercados Mercadona), um Vinho Verde DOC Sub-Região do Lima, produzido e engarrafado pela Adega Cooperativa de Ponte de Lima com uvas 100% Loureiro, de aroma cítrico e floral.

Foi o almoço de hoje em família: Corvina Assada no Forno. Os dois peixinhos tinham 1,8 kg.
Comentários no Facebook
«Jorge Veiga» - gosto muito dela grelhada. Por acaso nunca comi assada no forno. Fica para um dia destes... Bom apetite.
«Albertino Amaral» - A propósito, a dita foi regada com que néctar ?
«Jorge Veiga» - nemé comigo, mas eu imagino um branco do Douro.
«David Ribeiro» - Foi regada com um Varanda do Conde, um verde branco de Monção e Melgaço que cumpriu a função.
«Jorge Veiga» - Olha que também foi bem escolhido!!!
«Albertino Amaral» - Cheers........
«David Ribeiro» - Vamos lá falar tecnicamente deste meu assado. Cometi um erro ao juntar à cama de rodelas de cebolas dois tomates demasiados maduros. O molho acabou por ficar muito aguado e diluiu os condimentos, compostos por um pouco de sal, cinco diferentes grãos de pimenta e alho picado.
«Albertino Amaral» - Amigo David Ribeiro, como eu gostava de saber cozinhar assim… Como tal, em termos culinários, fico-me por uma tosta mais ou menos queimada, dependendo da atenção que lhe dedico...

Estou aqui que nem posso… Até perdi a conta às sardinhas que comi hoje ao almoço. As batatinhas cozidas e a saladinha de tomate “Coração de Boi”, coisas boas que acompanharam este repasto, perderam-se no meu pecado da gula. Estas Sardinhas ao Sal no Forno (uma dúzia de boas sardinhas, envoltas num quilo de sal marinho por baixo e outro tanto por cima) estiveram no forno, pré-aquecido a 200º, durante 15 minutos. Não ficaram nada a dever às grelhadas no carvão. E um Vinho Verde Tinto, declaradamente rude mas carrascão q.b., esteve à altura.
Comentários no Facebook
«Jota Caeiro» - Que maravilha meu amigo! vou experimentar! não tarda pela demora... ![]()
Requiescat In Pace
Morreu ontem Maria Hermínia Paes, a dona do Palácio da Brejoeira, a escassos vinte e dois dias de completar 98 anos de idade. Vai seguramente haver grande disputa pela posse legal desta propriedade mítica do Alto Minho, pois ao que parece há várias e diferentes interpretações sobre quem são os herdeiros deste palácio. Um Amigo meu, José Tomaz Pereira de Mello Breyner, escreveu não há muito tempo: “Feliciano dos Anjos Pereira foi meu Avô, e viveu em união de facto com Maria Hermínia de Oliveira Paes durante 48 anos. Separou-se da minha avó antes de eu nascer, e juntou-se com a Maria Hermínia com quem viveu até morrer. Aquando da falência do Pai desta, Francisco de Oliveira Paes, foi meu Avô que vendeu uma propriedade que tinha em Almada, a Quinta do Brasileiro, para ir resgatar o Palácio da Brejoeira à praça. Foi nessa altura, e uma vez que lá tinha colocado o seu dinheiro, que o meu Avô tomou a iniciativa de desmatar a propriedade, plantou 18 hectares de vinha (casta alvarinho) construiu uma adega e criou uma marca de sucesso. Neste momento o Palácio pertence à Maria Hermínia e aos herdeiros do meu Avô pois ele antes de morrer fez uma sociedade com sua companheira em que lhe doou 50% do Palácio da Brejoeira.”
Comentários no Facebook
«Luiz Paiva» >> Oh, oh, abriu-se a caixa de pandora...
«Cristina Barosa Slotboom» >> O Palácio da Brejoeira é lindo de morrer.
Estamos numa economia de mercado e cada um vende os seus vinhos ao preço que quer, ou melhor dizendo, ao preço que pode. Mas parece-me que uma garrafa de 75cl de Vinho Verde Casal Mendes por 2,99€ é um preço exagerado. Não sei se o “exagero” é da «Aliança Vinhos de Portugal SA» que o produz ou do «Continente» onde o comprei, mas de forma alguma o considero um vinho com boa relação preço/qualidade. Será que estou a ficar muito exigente ou é o dinheiro que me está cada vez mais caro?
«Mario Pinheiro» no Facebook >> 1,5 litros de água numa estação de serviço numa autoestrada custará pouco menos!
«Jorge Saraiva» no Facebook >> Porque é que comprou?
«David Ribeiro» no Facebook >> Boa pergunta, Jorge Saraiva, mas foi mesmo a curiosidade de provar um vinho de cujo nome me recordava mas que já não tinha memória do que era. Nos primeiros anos da década de setenta do século passado, quando fiz estágio numa unidade hoteleira do grande Porto (frequentada por turistas estrangeiros), a marca era muito popular e vendia-se tanto ou mais que o Mateus Rosé.
«António Medeiros Lopes» no Facebook >> A garrafa é chamativa
«David Ribeiro» no Facebook >> Também já não me lembro se a garrafa já tinha esta forma. Diga-se em abono da verdade que naquele tempo (e se calhar hoje ainda assim é) os turistas bebiam aquilo que lhes era posto á frente e nem sempre tínhamos muito cuidado com a qualidade.
«Jorge Saraiva» no Facebook >> Engraçado... admito que incorro no risco de estar errado e ser injusto, mas direi que mesmo que fosse a última garrafa de vinho e que custasse só €1,00, não a compraria. Esta marca traz-me à memória os vinhos verdes à antiga, com "agulha" e acidez desmesurada. Quanto ao formato da garrafa, é outro fator em desfavor, apenas me ocorre que pretendem marcar diferença pela forma, esquecendo o conteúdo (sim, eu sei que contra isto é fácil argumentar)
«Jorge Veiga» no Facebook >> David Ribeiro o vinho Casal Mendes, verde branco e outros, tem o nome de um dos antigos sócios das Caves Aliança (o Sr Mendes e esposa). Já há muitos anos que em reuniões de familia se bebia desse vinho. O preço é o de qualquer vinho do mesmo género (Gazela, Casal Garcia, etc).
«David Ribeiro» no Facebook >> Pois é!... Mas vocês têm boa memória e eu já não me lembrava como era e ainda é exactamente como o Jorge Saraiva descreveu.
«Jorge Veiga» no Facebook >> E a garrafa já é diferente da primitiva.
«Manuel Ribeiro da Silva» no Facebook >> Oh David também compras cada coisa!... Só te falta o Mateus Rosé.
«Jorge Veiga» no Facebook >> Oh Manuel Ribeiro da Silva o Mateus Rosé é o pior de todos. Este Mendes é médio para VVB
«David Ribeiro» no Facebook >> Um dos sócios do meu sogro, que também tinha na altura participação na Sogrape, dizia que o Mateus Rosé era o melhor vinho para vender nos EUA a quem estava na passagem da Coca-Cola para o vinho.
«Jorge Veiga» no Facebook >> hehe tinha razão David Ribeiro...
«Jorge Saraiva» no Facebook >> Já eu penso que o Mateus Rosé é um vinho muito superior, tecnicamente, a um Casal Mendes, tem evoluído com a passagem do tempo e, apesar de tudo, bastante mais agradável de beber (NB - também não será vinho onde gaste o meu pouquinho €€...)
Eu gosto de Carapaus… dos grandes, a que também se chama Chicharros, dos pescados no Atlântico Nordeste e que vão ser grelhados nas brasas para o almoço de hoje. Há quem os sirva com “molho verde” mas eu prefiro só com um bom azeite transmontano.
«João Barbosa» no Facebook >> Eu prefiro-os longe!... Nã cômo pêche!
«Jorge Veiga» no Facebook >> David, gosto do grande, do médio e com molho verde feito com azeite e vinagre transmontanos! Muito Bom
«David Ribeiro» no Facebook >>
Acompanhou os carapaus grelhados do almoço de hoje o Portal do Minho Rosé 2012, um Vinho Verde feito pela “Quinta de Melgaço - Agricultura e Turismo SA” com uvas das castas Vinhão e Alvarelhão, com aroma e sabor muito agradáveis, um bom vinho de Verão.
«Jorge Veiga» no Facebook >> Esse tratamento é melhor do que tratamentos médicos... :)
Grande Alvarinho este que Anselmo Mendes fez na colheita de 2011. A Sub-Região de Monção e Melgaço continua a ter Vinhos Verdes de encantar. Foi um divinal acompanhamento das Douradas Grelhadas do almoço de ontem cá em casa.
«Greno Brògueira» no Facebook >> Onde é que se pode fazer o download?
«Jose Antonio Salcedo» no Facebook >> Confirmo.
«David Ribeiro» no Facebook >> Estas garrafas foram compradas no Jumbo... mas deve haver nos outros hipermercados, amigo João Brògueira.
«Jose Antonio Salcedo» no Facebook >> :-)
«João Greno Brògueira» no Facebook >> Na zona das "pomadas" de marca. LOL!
«Carlos Lopes da Silva» no Facebook >> E só pena as douradas serem de aviário
«João Greno Brògueira» no Facebook >> Não há nada como uma boa pomada para dar brilho à nossa vida. Abraço.
«David Ribeiro» no Facebook >> Por acaso estas eram de aviário, Carlos, mas grelhadas em cima de finas rodelas de limão ficam um espanto.
«Carlos Lopes da Silva» no Facebook >> Mas as autênticas são diferentes pena é que difíceis de encontrar.
«Antonio Oliveira» no Facebook >> eu confirmo tanto o vinho como as douradas estavam muito boas..
«João Greno Brògueira» no Facebook >> Eu ia apontar para as sardinhas mas à noite é muito pesado. Por falar em sardinhas as do Pingo Doce costumam ser muito boas. Este ano já me consolei por duas vezes. A ultima foi ao almoço deste sábado.
«Carlos Lopes da Silva» no Facebook >> Sabes que por aqui o peixe é bem diferente do nosso e em relação ao vinho é de tal maneira caro que é só para milionários.
«David Ribeiro» no Facebook >> Já agora em abono da verdade: As garrafinhas deste maravilhoso Alvarinho foram trazidas cá para casa pelo meu genro que também aqui está a comentar :-)
«João Greno Brògueira» no Facebook >> Quem tem um genro assim não passa sede.
Fui hoje com uns amigos a Ponte de Lima para iniciarmos a época da Lampreia. Foi no Restaurante Braseiro (lugar de Igreja, freguesia da Ribeira), uma simpática casa gerida pelo Sr. Adão Leitão, onde o ciclóstomo nos foi oferecido na variante “arroz de Lampreia”, muito bem confeccionado e com o vinagre no ponto, acompanhado por um agradável Verde Tinto, servido em malgas, como é uso no Minho. Dá gosto comer assim… coisas boas, da nossa terra.
«Luís Alexandre» in Facebook >> Muito bom, tu tratas-te bem...
«Carla Molinari» in Facebook >> Nunca apreciei muito esse bicho....
«Joaquim Leal» in Facebook >> Nunca provei.
«Vitor Ferreira» in Facebook >> Foste ao paraíso meu amigo... Caro mas bom
«Carla Coroa Alves» in Facebook >> hehehe aqui ao meu lado! boa escolha
«Joao Paulo Amorim» in Facebook >> uma delicia que nao é para todos os gostos..... eu gosto muito
«Vitor Ferreira» in Facebook >> João Paulo Amorim, não é para todos os gostos nem todas as carteiras... 100€ a dose...
«Joaquim Leal» in Facebook >> Vitor, o meu problema nem é esse. O bicho parece uma cobra
«Vitor Ferreira» in Facebook >> Vem às rodelas...
«Joaquim Leal» in Facebook >> Só o comia se não o visse inteiro...
«Vitor Ferreira» in Facebook >> E não vês! Já agora como é que comes o peixe?
«Joao Paulo Amorim» in Facebook >> depende com o rio lima a 100 metros de casa nao m posso queixar do preço.....
«Joaquim Leal» in Facebook >> Vitor Ferreira... inteiro ou cortado, depende.
«Vitor Ferreira» in Facebook >> Afinal há bichos que comes inteiros. Lampreia boa é do rio Minho
«Joaquim Leal» in Facebook >> Aquilo é peixe?
«Vitor Ferreira» in Facebook >> Claro que é peixe
«Joaquim Leal» in Facebook >> As anacondas também andam muitas vezes na água
«Mario Ribeiro» in Facebook >> com amigos destes… quem precisa de inimigos?
«Joaquim Leal» n Facebook >> Vitor, já tive convite para provar em Alcoutim. Origem do Guadiana mas recusei porque vi o bicho
«Vitor Ferreira» in Facebook >> Também conheces a Ana Conda?? É boa mas já não é o que era
«Joaquim Leal» in Facebook >> ...Pode ser que um dia ganhe coragem.
«Vitor Ferreira» in Facebook >> Aí também deve haver boas lampreias, aquelas que vão do Minho passar ferias ao Algarve. Queres saber... Não é grande coisa! Prefiro bacalhau com natas
«Nuno Abrantes» in Facebook >> David, eu infelizmente ainda não iniciei a minha época. Espero em breve dirigir-me a um restaurante de minhotos aqui em Lisboa para o fazer. Estive foi recentemente na sua terra onde pude provar alguns vinhos do Porto e degustar uma bela francesinha. 1 abraço
«Nuno Abrantes» in Facebook >> E essas trutas são selvagens?
«David Ribeiro» in Facebook >> Estas trutas salmonadas de grande porte (de 2 a 3 Kg) são criadas pela empresa Quinta do Salmão em sistema de produção utilizando jangadas flutuantes instaladas na segunda maior albufeira do país (Alto Rabagão) situada no concelho de Montalegre, distrito de Vila Real, a cerca de 130 Km NNE do Porto.
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A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
Antes Que Me Passe a Vontade (Nanda Costa)
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Douro de ouro, meu... (Jorge Carvalho)
Douro e Trás-os-Montes (António Barroso)
Escrita Fotográfica (António Campos Leal)
Let s Do Porto (José Carlos Ferraz Alves)
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Matéria em Espaço de Escrita com Sentido (Mário de Sousa)
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