"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010
Restaurante O Cortiço

Hoje tive que ir a Viseu ver a evolução das obras de requalificação da Escola Secundária Alves Martins e aproveitei para ir almoçar ao Restaurante O Cortiço (rua Augusto Hilário, na zona histórica da cidade), uma casa típica de fama internacional, onde nos deliciamos com um “coelho bêbado três dias em vida”. É de comer e chorar por mais este manjar da gastronomia regional beirã. Bebemos o “vinho da casa”, um soberbo tinto de Mangualde.


«Paulo Coutinho» in Facebook >> Grande coelho! É de coelhos assim que Portugal precisa! Arroz de carqueija já lá comi... mas esse coelho tenho que experimentar. Obrigado pela partilha. Abraço

«Zé Regalado» in Facebook >> Também já fui feliz neste restaurante. Desde o tempo do fundador que desejei lá ir, mas só o fiz quando abriu o IP5, corria o ando de 1988. Apesar de ter gostado, disseram-me que já terei ido um pouco tarde. E o arroz de carqueja, que era uma imagem de marca, nunca comi. Um dia destes, se as portagens não forem avante, pego na família e vou lá pôr as pernas debaixo da mesa.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> Já lá fiz óptimas refeições, ainda o Mestre Zeferino (?) era vivo e porteriormente também. Tenho, por isso, boas recordações. Tenho também uma das minhas maiores frustrações/desilusões ligadas a este restaurante; ainda era um jovem, mas lembro-me perfeitamente, quando chega a hora da sobremesa e peço os ansiados sonhos. Já tinham acabado, mesmo há bocadinho! Nunca me perdoei por não ter perguntado antes pelos sonhos é que poderia ter mandado reservar...

«Cristina Marques» in Facebook >> escolheste bem, o cortiço é um excelente restaurante :) beijinhos

«Ricardo Moreira» in Facebook >> Tem muita fama esse local! Apesar de ter andado uns anos por Viseu, nunca lá comi! A cozinha e a sala de jantar tinham a estrada a separa-las e isso fazia-me um pouco de impressão...

«Paulo Coutinho» in Facebook >> Não é uma estrada... é um passeio... :) E atenção que essa sala é uma sala extra que eles têm. No mesmo lado da cozinha, tem uma sala no piso 0 e outra no 1ºandar.

«Ricardo Moreira» in Facebook >> Já passaram uns anos. E não era um passeio, mas sim uma estreita rua, que por acaso, nessa época tinha umas escoras que preveniam uma possível derrocada...

«Jorge Saraiva» in Facebook >> É a Rua Augusto Hilário, famoso estudante de Coimbra e fadista do final do séc. XIX. Hilário, natural de Viseu, deixou o famosíssimo Fado Hilário. Eis a letra:
A minha capa velhinha
É da cor da noite escura
...Ela quer acompanhar-me
Quando for p’rá sepultura
Ela há-de ir contar aos vermes
Ai, já que eu não posso falar
Segredos luarizados
Ai, da minh’ alma a soluçar
Eu quero que o meu caixão
Tenha uma forma bizarra
A forma de um coração
Ai, a forma de uma guitarra.
A minha capa ondulante
Foi feita de negro tecido
Não é capa de estudante
Mas é capa de vencido



Publicado por Tovi às 23:30
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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007
Museu Grão Vasco / Sé Catedral - Viseu
Continuando a Festa da Vindima deixamos agora a Região Demarcada do Douro e rumamos a sul em direcção às Beiras e à Região do Vinho do Dão. Optamos por estradas secundárias, saindo de São João da Pesqueira, passando por Penedouro - Bolas!... Lá me enganei outras vez… Não é Penedouro, é Penedono!... Voltemos ao princípio - Optamos por estradas secundárias, saindo de São João da Pesqueira, passando por Penedono, Sernancelhe, Aguiar da Beira, Sátão e chegando a Viseu, onde era obrigatório visitar o Museu Grão Vasco e a Sé Catedral de Viseu.
 
  
O Museu Grão Vasco, considerado Monumento Nacional, é um excelente espelho da importância cultural e patrimonial de Viseu. Instalado no antigo Paço Episcopal, edifício do século XVI adossado à Sé, que foi Paço dos Bispos de Viseu e Colégio-Seminário Conciliar, o museu foi inaugurado em 1918. O seu principal núcleo é composto pelas obras do lendário Grão Vasco (ou Vasco Fernandes, n. 1540), mestre natural de Viseu que muito marcou a pintura portuguesa quinhentista de carácter erudito, influenciada pelo renascimento italiano. Existe também um importante núcleo de pintura dos séculos XIX e XX, onde se destacam Columbano, Silva Porto, Malhoa, Dórdio Gomes e Alfredo Keil, entre outros. Destaque ainda para os exemplares de escultura, cerâmica, tecidos e mobiliário. Entre 2001 e 2003, o museu foi objecto de um extenso plano de recuperação e intervenção, tendo reaberto ao público em 2004, profundamente reformado. (in “LIFECOOLER – O Guia da Boa Vida”)
 
A Sé Catedral de Viseu é um edifício gótico, fortificado dos séculos XIII-XIV. Na frontaria encontram-se as imagens de São Marcos e São Lucas, São João e São Mateus, São Teotónio e ao alto Nossa Senhora da Assunção. A capela-mor apresenta o grandioso retábulo e o cadeiral do coro, de salientar a imagem da padroeira, Nossa Senhora do Altar-Mor em grande destaque. O novo altar, projecto do arquitecto Luís Cunha, concede à Sé de Viseu um ar contemporâneo. A sacristia, construída em 1574, possui tecto de madeira apainelada e está decorado com pinturas a têmpera, semelhantes às existentes na capela-mor. As paredes encontram-se forradas a azulejo de padrão do século XVII. Já a capela de Dom João Vicente (Bispo de Viseu - 1446/1463) é um dos locais mais interessantes do ponto de vista arquitectónico da Catedral, utilizando ornatos de linhas rectas e entrelaçados. O Claustro da Sé foi erguido entre 1528 e 1534 graças a Dom Miguel da Silva. (in “LIFECOOLER – O Guia da Boa Vida”)



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