...assinar a proposta de paz de Donald Trump
Plano de paz de Donald Trump para a Ucrânia
1. A soberania da Ucrânia será confirmada;
2. Será concluído um pacto global de não-agressão entre a Rússia, a Ucrânia e a Europa. Todas as ambiguidades por resolver nos últimos 30 anos serão consideradas resolvidas;
3. Espera-se que a Rússia não invada os países vizinhos e que a NATO não proceda a mais alargamentos;
4. Será realizado um diálogo entre a Rússia e a NATO, mediado pelos Estados Unidos, para resolver todas as questões relacionadas com a segurança e criar as condições para o desanuviamento, a fim de garantir a segurança global e aumentar as oportunidades de cooperação e desenvolvimento económico futuro;
5. A Ucrânia receberá garantias de segurança fiáveis;
6. As Forças Armadas ucranianas serão reduzidas a 600.000 soldados;
7. A Ucrânia aceita inscrever na sua Constituição que não vai aderir à NATO, e a NATO aceita incluir nos seus estatutos uma disposição especificando que a Ucrânia não será futuramente integrada na organização;
8. A NATO aceita não estacionar tropas na Ucrânia;
9. Caças europeus serão estacionados na Polónia;
10. As garantias norte-americanas:
Os Estados Unidos receberão uma compensação pela garantia de segurança;
Se a Ucrânia invadir a Rússia, perderá essa garantia;
Se a Rússia invadir a Ucrânia, além de uma resposta militar coordenada e decisiva, todas as sanções globais serão restabelecidas, o reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios do acordo serão revogados;
Se a Ucrânia lançar um míssil contra Moscovo ou São Petersburgo sem motivo válido, a garantia de segurança será considerada nula e sem efeito.
11. A Ucrânia é elegível para adesão à União Europeia (UE) e beneficiará a curto prazo de acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto a questão estiver em análise;
12. Um pacote global robusto de medidas para a reconstrução da Ucrânia, incluindo, entre outras:
a) A criação de um Fundo de Desenvolvimento da Ucrânia para investir em setores em elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e a Inteligência Artificial;
b) Os Estados Unidos cooperarão com a Ucrânia para reconstruir, desenvolver, modernizar e explorar conjuntamente as infraestruturas de gás da Ucrânia, incluindo gasodutos e instalações de armazenamento;
c) Esforços conjuntos para reabilitar as áreas afetadas pela guerra, com vista ao restauro, reconstrução e modernização de cidades e bairros residenciais;
d) Desenvolvimento de infraestruturas;
e) Extração de minerais e recursos naturais;
f) O Banco Mundial elaborará um plano de financiamento especial para acelerar estes esforços.
13. A Rússia será reintegrada na economia mundial:
a) O levantamento das sanções será discutido e acordado por fases e caso a caso;
b) Os Estados Unidos celebrarão um acordo de cooperação económica a longo prazo para o desenvolvimento mútuo nas áreas da energia, recursos naturais, infraestruturas, Inteligência Artificial, centros de dados, projetos de mineração de terras raras no Ártico e outras oportunidades de negócio mutuamente benéficas;
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8 (bloco das principais economias mundiais).
14. Os fundos congelados serão utilizados da seguinte forma:
Cem mil milhões de dólares em ativos russos congelados serão investidos em projetos liderados pelos EUA para reconstruir e investir na Ucrânia. Os Estados Unidos receberão 50% dos lucros desta iniciativa.
A Europa contribuirá com 100 mil milhões de dólares para aumentar o montante dos investimentos disponíveis para a reconstrução da Ucrânia. Os fundos europeus congelados serão desbloqueados.
Os restantes fundos russos congelados serão investidos num veículo de investimento EUA-Rússia separado, que executará projetos conjuntos em áreas específicas. Este fundo terá como objetivo fortalecer as relações e aumentar os interesses comuns, de forma a criar um forte incentivo para não regressar ao conflito.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto de segurança norte-americano-russo para promover e garantir o cumprimento de todas as disposições do presente acordo;
16. A Rússia consagrará na lei a sua política de não-agressão em relação à Europa e à Ucrânia;
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordarão o prolongamento da validade dos tratados sobre a não-proliferação e o controlo de armas nucleares, incluindo o Tratado START I;
18. A Ucrânia aceita não ser um Estado detentor de armas nucleares, nos termos do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares;
19. A central nuclear de Zaporijia será posta em funcionamento sob a supervisão da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), e a eletricidade produzida será dividida em partes iguais entre a Rússia e a Ucrânia (50-50);
20. Ambos os países se comprometem a adotar programas educativos nas escolas e na sociedade com o objetivo de promover a compreensão e a tolerância das diferentes culturas e eliminar o racismo e o preconceito:
a) A Ucrânia adotará as normas da UE sobre tolerância religiosa e proteção das minorias linguísticas;
b) Os dois países aceitarão abolir todas as medidas discriminatórias e garantir os direitos dos órgãos de comunicação social ucranianos e russos e a educação;
c) Todas as ideologias e atividades nazis devem ser rejeitadas e proibidas.
21. Territórios:
a) A Crimeia, Donetsk e Lugansk serão reconhecidas como territórios russos 'de facto', incluindo pelos Estados Unidos;
b) Os limites de Kherson e Zaporijia serão os atualmente existentes ao longo da linha de contacto, o que significará reconhecimento 'de facto' ao longo dessa linha;
c) A Rússia renunciará aos outros territórios que controla fora destas cinco regiões;
d) As forças ucranianas retirarão da parte da região de Donetsk que atualmente controlam, e essa parte será em seguida utilizada para criar uma zona tampão neutra desmilitarizada, internacionalmente reconhecida como território pertencente à Federação da Rússia. As forças russas não entrarão nesta zona desmilitarizada.
22. Depois de concordarem com as divisões territoriais futuras, a Federação da Rússia e a Ucrânia comprometem-se a não alterar tais disposições pela força. Nenhuma garantia de segurança se aplicará em caso de violação deste compromisso;
23. A Rússia não impedirá a Ucrânia de utilizar o rio Dniepr para fins comerciais, e serão concluídos acordos sobre o livre transporte de cereais através do mar Negro;
24. Será criada uma comissão humanitária para solucionar as questões pendentes:
a) Todos os prisioneiros e restos mortais de ambos os lados devem ser trocados na proporção de "todos por todos";
b) Todos os civis detidos e reféns serão restituídos, incluindo as crianças;
c) Será criado um programa de reunificação familiar;
d) Serão tomadas medidas para aliviar o sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições no prazo de 100 dias;
26. Todas as partes envolvidas neste conflito beneficiarão de uma amnistia total pelas suas ações durante a guerra e comprometem-se a não apresentar qualquer reclamação ou a considerar apresentar futuramente qualquer queixa;
27. Este acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida pelo Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Serão impostas sanções em caso de violação;
28. Assim que todas as partes aceitarem este memorando, um cessar-fogo entrará imediatamente em vigor após a retirada de ambas as partes para os pontos acordados para se iniciar a aplicação do acordo.
Contraproposta da Europa
(redigido pelo Reino Unido, França e Alemanha)
1. A soberania da Ucrânia deve ser reconfirmada.
2. Será alcançado um acordo de não-agressão total e completo entre a Rússia e a Ucrânia e a NATO. Todas as ambiguidades dos últimos 30 anos serão resolvidas.
3. (O ponto 3 do plano dos EUA foi suprimido. Um rascunho do plano dizia: “Haverá a expetativa de que a Rússia não invadirá os seus vizinhos e a NATO não se expandirá mais”).
4. Após a assinatura de um acordo de paz, será convocado um diálogo entre a Rússia e a NATO para abordar todas as questões de segurança e criar um ambiente de desescalada para garantir a segurança global e aumentar a oportunidade de realção e de futuras oportunidades económicas.
5. A Ucrânia beneficiará de sólidas garantias de segurança.
6. Limitação do efetivo militar ucraniano a 800 000 elementos em tempo de paz.
7. A adesão da Ucrânia à NATO depende do consenso dos membros da NATO, que não existe.
8. A NATO concorda em não estacionar permanentemente tropas sob o seu comando na Ucrânia em tempo de paz.
9. Os aviões de combate da NATO ficarão estacionados na Polónia.
10. Garantia dos EUA que reflete o artigo 5º
a) Os EUA receberão uma indemnização pela garantia
b) Se a Ucrânia invadir a Rússia, perde a garantia
c) Se a Rússia invadir a Ucrânia, para além de uma resposta militar robusta e coordenada, serão restabelecidas todas as sanções globais e será retirado qualquer tipo de reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios decorrentes deste acordo.
11, A Ucrânia é elegível para a adesão à União Europeia e beneficiará, a curto prazo, de um acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto este está a ser avaliado.
12. Pacote robusto de reconversão global para a Ucrânia, incluindo, mas não se limitando a:
a) Criação de um fundo de desenvolvimento da Ucrânia para investir em sectores de elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e os esforços da Al
b) Os Estados Unidos estabelecerão uma parceria com a Ucrânia para, em conjunto, restaurar, desenvolver, modernizar e explorar as infra-estruturas de gás da Ucrânia, que incluem os gasodutos e as instalações de armazenamento
c) Um esforço conjunto para reabilitar as zonas afectadas pela guerra, a fim de recuperar, reabilitar e modernizar as cidades e as zonas residenciais
d) Desenvolvimento de infra-estruturas
e) Extração de recursos minerais e naturais
f) O Banco Mundial desenvolverá um pacote especial de financiamento para acelerar estes esforços.
13. A Rússia deverá ser progressivamente reintegrada na economia mundial
a) A redução das sanções será discutida e acordada por fases e numa base caso a caso
b) Os Estados Unidos celebrarão um Acordo de Cooperação Económica a longo prazo para prosseguir o desenvolvimento mútuo nos domínios da energia, dos recursos naturais, das infra-estruturas, da IA, dos centros de dados, das terras raras, dos projetos conjuntos no Ártico, bem como de várias outras oportunidades empresariais mutuamente benéficas
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8.
14. A Ucrânia será totalmente reconstruída e compensada financeiramente, inclusive através de ativos soberanos russos que permanecerão congelados até que a Rússia compense os danos causados à Ucrânia.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto em matéria de segurança, com a participação dos EUA, da Ucrânia, da Rússia e dos europeus, para promover e fazer cumprir todas as disposições do presente acordo.
16. A Rússia consagrará por via legislativa uma política de não agressão em relação à Europa e à Ucrânia.
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordam em prorrogar os tratados de não-proliferação e de controlo nuclear, incluindo o Fair Start.
18. A Ucrânia concorda em permanecer um Estado não nuclear ao abrigo do TNP [Tratado de Não Proliferação Nuclear].
19. A central nuclear de Zaporizhzhia será reiniciada sob a supervisão da [Agência Internacional da Energia Atómica] AIEA, e a energia produzida será partilhada equitativamente numa proporção de 50-50 entre a Rússia e a Ucrânia.
20. A Ucrânia adotará as regras da UE em matéria de tolerância religiosa e de proteção das minorias linguísticas.
21. Territórios: A Ucrânia compromete-se a não recuperar o seu território soberano ocupado através de meios militares. As negociações sobre trocas territoriais terão início a partir da Linha de Contacto.
22. Uma vez acordadas as futuras disposições territoriais, tanto a Federação da Rússia como a Ucrânia comprometem-se a não alterar essas disposições pela força. As eventuais garantias de segurança não serão aplicáveis em caso de incumprimento desta obrigação.
23. A Rússia não impedirá a utilização do rio Dnieper pela Ucrânia para efeitos de atividades comerciais, e serão celebrados acordos para que os carregamentos de cereais possam circular livremente através do Mar Negro.
24. Será criado um comité humanitário para resolver as questões em aberto:
a) Todos os restantes prisioneiros e cadáveres serão trocados segundo o princípio "Todos por Todos"
b) Todos os civis detidos e reféns serão devolvidos, incluindo as crianças
c) Haverá um programa de reagrupamento familiar
d) Serão adoptadas disposições para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições o mais rapidamente possível após a assinatura do acordo de paz.
26. Serão tomadas medidas para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
27. O presente acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida por um Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Haverá sanções em caso de violação.
28. Se todas as partes derem o seu acordo ao presente memorando, o cessar-fogo entrará imediatamente em vigor quando ambas as partes se retirarem para os pontos acordados para dar início à aplicação do acordo. As modalidades do cessar-fogo, incluindo o controlo, serão acordadas por ambas as partes sob a supervisão dos EUA.
2.ª feira 24nov2025
Rússia, Ucrânia e EUA retomaram as negociações em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para tentar desbloquear um plano de paz para a Ucrânia, escrevem o Financial Times e a CNN, que apenas referem a presença de elementos de Moscovo e Washington. Entretanto, e de acordo com a informação avançada por uma autoridade norte-americana à rede televisiva CBS News, a Ucrânia terá concordado com a nova proposta de Trump [com apenas 19 itens], havendo apenas “pequenos detalhes a ser resolvidos”. (Na imagem: Secretário Dan Driscoll está em Abu Dhabi para se reunir com representantes russos © ANSA/AFP)
SIC Notícias às 07h04 de 4.ª feira 26nov2025
O Presidente norte-americano tinha dito, na semana passada, que Kiev tinha que dar uma resposta, no máximo, até esta quinta-feira. Trump deixou agora cair este prazo, depois de, na terça-feira, Zelensky ter afirmado que está pronto para avançar. “Não tenho um prazo. (...) O prazo, para mim, é quando tudo acabar e eu achar que estão todos cansados de lutar”, disse Donald Trump.
Últimas...
Raul Vaz Osorio - Mas isto é para levar a sério? Parece uma brincadeira de putos
Jorge Veiga - Raul Vaz Osorio putos irresponsáveis!

Volodymyr Zelensky 21nov2025 - "Este é um dos momentos mais difíceis da nossa história. A Ucrânia enfrenta uma decisão crucial: perder a sua dignidade ou arriscar perder um parceiro chave". Zelensky informou o seu povo de que em breve tomará uma decisão: Ou eles pactuam com a Rússia o fim da guerra e entregam território ou continuam lutando e perdem os EUA como aliado. Segundo Zelensky, este acordo é o mais importante desde o início da guerra e sua decisão será forte: Paz com "perda de dignidade" ou guerra total até o fim. Zelensky terminou: "Eu sei que o povo está comigo".
Lido por aí... em 21nov2025 - A UE rompe com os EUA : “O plano americano é um mau acordo para Kiev”. A Europa já não está disposta a seguir o guião de Washington. Segundo um alto funcionário europeu, o plano lançado pelos EUA para pôr fim ao conflito implica concessões que a UE considera inaceitáveis. (...) Em Bruxelas acreditam que Washington está pressionando Zelensky para aceitar um cessar-fogo antes das eleições americanas de 2026, onde a guerra é um tema eleitoral fundamental. (...) A Ucrânia ainda não quer aderir ao plano europeu. Porquê? Porquê? Porque Kiev tem medo de depender demasiado de Bruxelas quando a sua única alavanca real continua a ser Washington. (...) A Ucrânia está politicamente ferida. A Rússia avança sem pressa, mas sem pausa. A questão já não é qual o plano do Ocidente? A questão é: Qual plano Moscovo aceitará? A Europa pode redigir todos os documentos que quiser. Mas o campo de batalha — e o mapa — move-se segundo a guerra, não segundo as reuniões em Bruxelas.
CNN Portugal 22nov2025 - O vice-presidente dos EUA, JD Vance, diz que não passa de uma “fantasia” pensar-se que a Ucrânia pode vencer a guerra contra a Rússia se os EUA simplesmente enviarem mais dinheiro ou armas para Kiev, acrescentando que impor mais sanções contra Moscovo também não terá um impacto significativo.
Lido por aí... em 22nov2025 - Só ontem [21nov2025], a Ucrânia perdeu seis aldeias em frente às tropas russas. A situação em Pokrovsk e arredores é crítica. Kupiansk acabou de cair nas mãos russas. A Rússia também avança em Zaporiyia, e em Sumy as tropas ucranianas não conseguiram expulsar os russos após o desastre de Kursk. A falta de pessoal é outro grave problema enfrentado pelas forças militares da Ucrânia, só no mês passado foram contabilizadas cerca de 40.000 deserções e a legião estrangeira passou de 20.000 combatentes em 2022 para apenas 1.000 em novembro de 2025.
Se fosse asim tão simples...
E se deixassem os ucranianos decidir?...
(por Rafael Barbosa Diretor do JN em 23nov2025)
A guerra entre a Rússia e a Ucrânia começou, para quem já não se recorde, com uma invasão russa cujo objetivo era tomar a capital ucraniana, Kiev, derrubar o Governo e substituí-lo por um regime fantoche ao serviço do Kremlin. Nesses primeiros dias sucederam-se os massacres de civis, com o nome da cidade de Bucha a garantir um lugar simbólico nos livros de história que dediquem algumas linhas às atrocidades que os seres humanos são capazes de cometer. A crueldade de Putin, a incompetência dos seus generais e a resistência dos ucranianos impediram esse desfecho. Mas não puderam evitar a destruição e a perda de vidas humanas destes quase quatro anos de guerra. Não há números rigorosos, mas há estimativas fiáveis: entre 200 e 250 mil militares russos mortos, entre 60 e cem mil militares ucranianos mortos, e ainda 14 mil civis ucranianos mortos (incluindo quase mil crianças). É um preço inaceitável. A guerra não se tornou menos destrutiva nem menos mortal, com o passar do tempo, mas a linha da frente manteve-se estável quase desde o princípio. Nem a Rússia nem a Ucrânia têm capacidade para declarar vitória. E por essa razão se foi impondo a ideia de negociar uma qualquer espécie de paz. É aí que entra Donald Trump, que acaba de propor um plano. Inclui pontos absurdos, como usar os milhares de milhões de euros de fundos russos congelados na reconstrução, desde que os EUA assegurem 50% dos lucros da operação, ou a cedência de territórios ainda na posse dos ucranianos sem contrapartidas, ou ainda a ideia de reduzir as forças armadas da Ucrânia ao ponto de ser incapaz de se defender de um futuro ataque.Mas já não soa assim tão absurda a hipótese de se delimitar novas fronteiras. Está muito certo que os líderes europeus, na segurança dos seus gabinetes, rejeitem alterações pela força das armas. Mas quem vai combater e morrer para repor as fronteiras de 2022? Talvez fosse altura de tentar garantir não uma paz podre, mas um cessar-fogo que dure o tempo necessário para perguntar, num referendo ao povo ucraniano, o que quer: se a guerra, se a paz, ainda que à custa de um país mais pequeno. São eles que têm de escolher e não o Mundo por eles.
Opiniões!...
Joaquim Figueiredo - Concordo...
Mário Paiva - Joaquim Figueiredo, com quê?
Joaquim Figueiredo - Mário Paiva com o que diz o general...
Mário Paiva - Independentemente da escolha de Kiev, a Rússia definiu faz já muito tempo os seus parâmetros para o fim do conflito e já foi afirmado que este "plano" pode ser um ponto de partida para negociações... estando reconhecidamente a ganhar no terreno, com 90% do Donbass conquistado, duvido que o Kremlin aceite qualquer compromisso que leve a recuar significativamente do seu plano original... de todo o modo, em minha opinião, este rascunho de "plano" engendrado de urgência em cima de vários joelhos, é apenas uma cortina de fumo para minimizar o estrago provocado pela proximidade da corrupção descoberta "recentemente", com as cúpulas de mando na Ucrânia...
Jose Antonio M Macedo - Cada vez mais a Rússia é e será um perigo para a Europa. A Europa precisa mesmo de se armar e de estabelecer parcerias com a China de modo a evitar os problemas causados pela Rússia e pelos EUA.
Jorge Veiga - Nem respondo.
Não morro de amores por Viktor Orbán... mas à vezes não só tem razão no que diz como até tem piada
Jorge Veiga - Muita piada. Parece o Herman José...
Mario Pinheiro - Sabemos de quem Orban é amigo.
Raul Vaz Osorio - Um ditador nojento nunca pode ter piada
RTP Notícias na tarde de ontem 23nov2025
A Europa já tem contraproposta para plano de paz de Trump para acabar com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Este plano europeu inclui um limite para a dimensão do exército ucraniano de 800 mil soldados em "tempo de paz", sendo que Washington propõe 600 mil. O plano estabelece também que a entrada da Ucrânia na NATO depende de se chegar a consenso no bloco de países, que não existe neste momento. Dentro desta contraproposta prevê-se que a NATO concorde em não colocar tropas na Ucrânia de forma permanente em tempos de paz. Quanto à Ucrânia, seria "compensada financeiramente", incluindo com bens russos congelados, até que Moscovo pague pelos danos causados no país. A Ucrânia teria de prometer não recuperar território ocupado através de ações militares, fazer eleições assim que possível depois da assinatura de um acordo de paz e receberia garantias de proteção dos Estados Unidos.
Castro Ferreira Padrão - Foram falsos no cumprimento de todos os acordos anteriormente firmados, e a ser verdade o que esta notícia dá, não deixa de também ser verdade o que nela está subjacente, o conflito será para continuar, mas com outra dimensão. NÃO GOSTO.
Expresso/Lusa - manhã de 2.ª feira 24nov2025
Washington e Kiev declararam que, na sequência das conversações mantidas em Genebra, "desenvolveram um quadro de paz atualizado e aperfeiçoado", depois de reafirmarem que "qualquer acordo futuro deve respeitar plenamente a soberania da Ucrânia". Num comunicado conjunto, divulgado no domingo pela Casa Branca, refere-se que as conversações sobre o plano de paz proposto por Washington para selar a paz entre a Ucrânia e a Rússia foram "construtivas, focadas e respeitosas", além de produtivas, uma vez que "mostraram progressos significativos na harmonização de posições e na identificação de próximos passos claros". O diálogo de Genebra reafirmou "que qualquer acordo futuro deve respeitar plenamente a soberania da Ucrânia e alcançar uma paz justa e sustentável", afirmam as duas partes. "Como resultado das conversações, as partes desenvolveram um quadro de paz atualizado e aperfeiçoado", acrescenta-se no comunicado, onde ainda se lê que "a delegação ucraniana reafirmou a sua gratidão pelo forte compromisso dos Estados Unidos e pessoalmente do Presidente Donald J. Trump pelos esforços incansáveis para acabar com a guerra e a perda de vidas".
Observador - por volta das 16h00 de 24nov2025
Os Estados Unidos e a Ucrânia alcançaram um consenso significativo nas negociações de paz em Genebra, resultando num “quadro de paz atualizado e aperfeiçoado”. As discussões foram descritas como construtivas e focadas, destacando-se a importância de respeitar a soberania da Ucrânia para alcançar uma paz justa e sustentável.
O plano que os EUA e Ucrânia negociaram tem 19 pontos, sendo que “ficaram poucas coisas da versão original”, disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano Sergiy Kyslytsya.
A delegação ucraniana vincou a necessidade de dar resposta a questões como a libertação de prisioneiros de guerra e o retorno das crianças sequestradas. O Presidente ucraniano enfatizou a importância de trabalhar em estreita colaboração com os EUA e diferentes parceiros europeus para garantir compromissos que fortaleçam a posição da Ucrânia sem a enfraquecer.
A Europa também reagiu às negociações, com várias nações reafirmando o seu apoio à integridade territorial da Ucrânia e defendendo um papel ativo nas decisões que afetam a segurança europeia. Líderes como o chanceler alemão Friedrich Merz e a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, destacaram a necessidade de incluir a Europa nas negociações, especialmente em questões que dizem respeito diretamente ao continente, e rejeitaram a imposição de limites à Ucrânia.
Enquanto a Rússia expressou preferência pelo plano original dos EUA, líderes europeus consideraram as contrapropostas como insuficientemente construtivas.
CNN Portugal - tarde de 2.ª feira 24nov2025
A Rússia rejeitou esta segunda-feira as modificações introduzidas pelos países europeus ao plano de paz para a Ucrânia apresentado pelos Estados Unidos. “Tomámos conhecimento do plano europeu que, à primeira vista, é absolutamente não construtivo, não nos convém”, disse o conselheiro presidencial para os assuntos internacionais, Yuri Ushakov, citado pela agência de notícias espanhola EFE. O plano [que os Estados Unidos propuseram na semana passada] foi bem acolhido pelo Kremlin por contemplar grande parte das exigências que têm sido feitas pelo Presidente Vladimir Putin para acabar com a guerra.
Adriano Marques - Acabo de ler esta notícia, espero que seja verdadeira! Deus abençoe a Ucrânia! "A Rússia acaba de sofrer um dos momentos mais humilhantes da guerra — e não veio do campo de batalha. Veio da própria máquina de propaganda de Moscou. Em um deslize chocante em uma transmissão, um dos principais propagandistas de Putin revelou acidentalmente a verdade por trás do ataque a Pokrovsk… e o Kremlin está se esforçando para abafar o caso.. De acordo com a admissão vazada, o ataque não foi a “vitória” que a Rússia alegou. Em vez disso, expôs um fracasso catastrófico: a Ucrânia usou o caos para obliterar a principal linha de suprimentos da Rússia, cortando combustível, munição e apoio às tropas em um único ataque coordenado. Em poucas horas, posições russas inteiras teriam entrado em colapso enquanto a Ucrânia se movia rapidamente para explorar a brecha. O que Moscou tentou apresentar como um sucesso agora se voltou contra eles — e o pânico que se espalha pelos canais militares russos diz tudo. A Ucrânia não atingiu apenas um alvo… atingiu toda a estratégia de guerra da Rússia onde mais dói.
Você acha que este pode ser um ponto de virada na guerra?
Deixe seu comentário — essa história está viralizando no mundo todo."
David Ribeiro - Adriano Marques ainda não encontrei na comunicação social, incluindo a afeta ao governo ucraniano, qualquer referência ao que aqui transcreveu. Será verdade?
Adriano Marques - David Ribeiro, as suas publicações às vezes também são uma grande treta... ![]()
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Não venho a certeza que seja verdade até porque coloquei isso em causa, mas tal como o meu amigo publiquei com a maior convicção que assim seja.
David Ribeiro - Pois eu, Adriano Marques, NUNCA publico nada que não tenha tido confirmação na comunicação social nacional, europeia, dos EUA e até ucraniana, que todos os dias consulto. Sabe... sou um viciado em informação, mas depois penso pela minha cabecinha.
Adriano Marques - David Ribeiro a comunicação social é uma grande treta, uns tendenciosos com uma agenda muito própria, não lhe vou dar exemplos porque são tantos que dá dó. Quanto á sua consulta da comunicação social da Ucrânia, creio que as suas consultas nunca foram publicadas, acaba sempre por ir pelo caminho oposto... ![]()
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Mário Paiva - Adriano Marques, quem sabe, segundo Orban, "milagres acontecem"... ...mas disse há alguns dias Mark Rutte, Secretário Geral da NATO... "a Ucrânia está a ganhar a guerra, o problema é que a linha da frente se está a deslocar no sentido errado"...
Adriano Marques - Mário Paiva estou nas comemorações do 25 de novembro, não tenho tempo para lhe responder.
Mário Paiva - Adriano Marques, não carece, fique à vontade...
Adriano Marques - David Ribeiro aproveito para o ajudar com mais uma notícia das boas, afinal não dá só Rússia, também dá Ucrânia, espero que goste. Abraço
Adriano Marques - David Ribeiro de vez em quando, pode também publicar as notícias que são ( muito) desfavoráveis à sua Rússia, uma por outra não lhe ficava nada mal... ![]()
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David Ribeiro - E pronto... lá está o Adriano Marques a insistir numa hipotética ligação minha aos senhores no poder no Kremlin.
Adriano Marques - David Ribeiro por amor de Deus, longe de mim essa ideia, eu nunca poderia tirar essa ilação ao ler os seus posts... ![]()
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Mário Paiva - David Ribeiro, segundo algumas "opiniões" quem tenta acompanhar a realidade no terreno e publicar em conformidade, é culpado de a Ucrânia estar a perder a guerra...
Mário Paiva - Adriano Marques, lápis azul?
Na 5.ª feira à tarde escrevia Donald Trump...
Raul Vaz Osorio - Nem a "paz" no Médio Oriente é o que Trump pensa ou pelo menos vende, nem Donald deixou de ser um asset de Putin.
Luis Barata - Se o homem diz...
Mário Paiva - O traço mais marcante desta figura de comédia é a coerência...
Foi dizendo o Observador na tarde de 6.ª feira 17out2025
O Presidente [dos EUA] diz que os termos “ainda estão a ser decididos”, mas não exclui que a cimeira de Budapeste possa pôr Putin e Zelensky frente a frente. Ainda assim, o mais provável, diz, é que se trate de duas reuniões, uma dos Estados Unidos com a Rússia, outra dos Estados Unidos com a Ucrânia. “Estes líderes não gostam um do outro e nós queremos que estejam confortáveis. Será a três, mas podem estar separados”, elabora.
“Eu acho que o Presidente Putin quer acabar com a guerra, eu falei com ele ontem”, declara Trump, acrescentando que “não estaria aqui” se não tivesse essa confiança na disponibilidade do líder russo.
O menu do almoço entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky
Entrada: Salada verde de outono com alcachofras estaladiças, funcho ralado e vinagrete de limão.
Prato principal: Frango assado na frigideira com salteado de batata-doce, fricassé de ervilhas de vagem, rúcula e aioli de alecrim.
Sobremesa: Maçãs McIntosh e chiffon de caramelo com gelado de clementina e molho de amora.
Time 17out2025 às 21h37
Dias depois de divulgar a ideia publicamente, o presidente Donald Trump desistiu na sexta-feira de fornecer armas poderosas de longo alcance à Ucrânia, dizendo aos repórteres e ao presidente Volodymyr Zelensky que estava preocupado com o esgotamento do suprimento dos EUA. Trump fez os comentários durante uma reunião na Casa Branca na qual Zelensky esperava obter o mesmo alarde de Trump ao anunciar o aumento da assistência militar após o sucesso de Trump em alcançar um cessar-fogo entre Israel e o Hamas.
Correio da Manhã de hoje
“Espero que os Tomahawk possam ficar nos EUA”, disse Donald Trump. “Esperamos acabar a guerra antes de serem precisos Tomahawk”, reforçou. A Rússia já avisou que o fornecimento daqueles mísseis à Ucrânia por parte dos Estados Unidos elevaria a guerra para um patamar muito perigoso.

Os países da União Europeia estão a ponderar novas medidas para fechar possíveis lacunas que poderiam permitir que o gás russo continuasse a fluir para o bloco após a proibição total entrar em vigor no final de 2027, informou a Bloomberg. A Dinamarca, que atualmente detém a presidência rotativa da UE, divulgou uma proposta exigindo que os importadores de gás forneçam às autoridades nacionais provas de que os seus fornecimentos não são originários da Rússia, de acordo com um documento visto pela Bloomberg.
A Gazprom informou na última terça-feira [2set2025] que a Rússia e a China aprovaram o gasoduto "Power of Siberia 2", mas ainda não chegaram a um acordo sobre os preços, ressaltando a indiferença do presidente Xi Jinping às exigências ocidentais de que ele recue na parceria cada vez mais profunda com Moscovo. O gasoduto, que poderá vir a fornecer 50 mil milhões de metros cúbicos adicionais de gás por ano à China através da Mongólia a partir dos campos de gás do Ártico de Yamal, oferece ao maior consumidor de energia do mundo mais opções para se proteger contra a futura dependência do gás natural liquefeito dos EUA.
O Presidente russo, Vladimir Putin, durante um encontro na última terça-feira [2set2025] em Pequim, com o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, encorajou a Eslováquia a cortar o fornecimento de energia à Ucrânia. “A Ucrânia recebe uma quantidade considerável de recursos energéticos dos vizinhos da Europa Oriental. Cortem o fornecimento de gás na direção oposta, bloqueiem o fornecimento de energia”, sugeriu Putin.
Major-General Isidro de Morais Pereira em 5set2025... quem não o conhecer que o compre (Ver aqui)
São cada vez mais as vozes que aventam a possibilidade de Donald Trump estar “krompromat”, ou seja, envolvido desde longa data com o Kremlin, o que finalmente revelaria as razões desta sua visível aproximação e simpatia pelas teses do executivo russo e uma quase veneração pelo seu amigo Vladimir. (...) Ursula von der Leyen, também na semana passada, mais propriamente no dia seguinte, assevera publicamente que Putin é um “predador” e que na sua sede de expansão coloca diretamente em causa não apenas a soberania da Ucrânia, mas também a segurança europeia como um todo. (...) Noutras palavras, Trump poderá estar a ser mesmo objeto de chantagem. Alnur Mussayev [ex-chefe do Comité de Segurança Nacional do Cazaquistão] não se limitou a levantar meras suspeições, foi muito mais além. Em tom afirmativo referiu, “o dossier é extenso, meticulosamente documentado e concebido não para destruir Trump, mas antes para o controlar”. Ou seja, completamente atado de pés e mãos, servindo os desígnios do ditador russo. (...) Cavar um cada vez maior fosso entre a Europa e os EUA, buscando destruir um elo férreo forjado ao longo de muitas décadas, com origem em Washington D. C. no longínquo ano de 1949 e passado a letra de forma no tratado do mesmo nome é, sem dúvida, para quem procura alterar a atual ordem mundial, um objetivo prioritário. (...) Tudo isto é mesmo uma grande tragédia. E porquê uma tragédia? Porque nas atuais condições a Ucrânia continuará a ser o elo mais fraco, objeto constante de bombardeamentos criminosos e indiscriminados, causando destruição e dor a tantos inocentes.

"A China e a União Soviética fizeram enormes sacrifícios nacionais para resistir ao militarismo japonês e à agressão fascista alemã, contribuindo significativamente para a vitória na guerra", afirmou Xi Jinping, a poucos dias deste desfile [a 3 de setembro], para assinalar o 80.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no Pacífico, que conta com a presença do Presidente russo, Vladimir Putin. O dirigente chinês declarou que Pequim e Moscovo devem "continuar a amizade tradicional, aprofundar a confiança estratégica mútua, reforçar os intercâmbios e a cooperação em vários domínios".![]()
Jose Antonio M Macedo - Embora atualmente seja o contrário.
Amadeu Pereira - Dois ditadoras ![]()
Jose Antonio M Macedo - Amadeu Pereira Sem dúdida.
Mário Paiva - "Nós libertamos a Europa, os europeus, do fascismo, mas eles nunca nos perdoarão por isso" — Marechal Zhukov, URSS.
Joaquim Figueiredo - A união soviética perdeu muita gente na segunda guerra mundial... depois perdeu outros tantos com Stalin. Um povo sacrificado mas que gosta de governos autocráticos
O que se ouviu e viu na comunicação social
A China recebeu no último fim de semana vários líderes mundiais para uma cimeira de segurança que desafia a liderança americana. Vladimir Putin chegou no domingo a Tianjin, assim como o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, já chegaram, entretanto, ao município chinês. No encontro com Antonio Guterres, Xi Jinping defendeu o multilateralismo e Guterres deixou críticas à liderança de Donald Trump.
Nesta cimeira sobre segurança organizada no nordeste da China, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, defendeu na segunda-feira [1set2025] a ofensiva militar russa na Ucrânia, acusando o Ocidente de ter desencadeado o conflito. "Esta crise não foi desencadeada pelo ataque da Rússia à Ucrânia. É o resultado de um golpe de Estado na Ucrânia, que foi apoiado e provocado pelo Ocidente", afirmou Putin, durante a reunião da Organização de Cooperação de Xangai (SCO, na sigla em inglês).
Numa reunião à margem da cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (SCO) na China, o presidente turco Tayyip Erdogan afirmou ao seu homólogo russo Vladimir Putin na segunda-feira [1set2025] que Ancara está a trabalhar para encontrar um fim justo e duradouro para a guerra na Ucrânia e que as conversações entre as partes em Istambul estão a contribuir para os esforços de paz, segundo a presidência da Turquia.![]()
David Almeida - Quando a memória é curta... temos sempre razão! ![]()
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Penso que a SCO já não tem razão de existir face à cada vez mais frágil ligação entre a Europa e os EUA. A Turquia, pertencendo à NATO e com pretensões de aderir à UE, não está a seguir uma via muito lógica ao participar na SCO.
Entretanto aconteceu isto...
Então?!... Não foi nada disto que a "entourage" de Ursula von der Leyen nos fez saber.
Normalmente deito-me tarde (durmo pouco mais de cinco horas por noite, mas durmo bem, ou seja, de um só sono, para o lado que me deitar é do lado que acordo)... mas hoje tenho algo "interessante" para acompanhar pela tv
Não são estados de alma que me motivam a escrever... factos são factos e isso é que é importante. E nestas comemorações dos 80 anos do fim da II Guerra Mundial na Ásia, retenho: Líderes de metade da população mundial estão presentes em Pequim; Demostração de força militar na capital chinesa; XI Jinping mostrou novas armas; Presidente da China faz apelo á paz.
Jorge Veiga - militarismo a mais.
Jose Riobom - Olha ... não dormes ??? Masturba-te !! Vais acabar cansado e com sono !!![]()
David Ribeiro - Jose Riobom, o pouco que durmo há anos que me é suficiente... sempre durmi pouco mas bem.
Jorge Veiga - Há gente a dormir pouco e há gente que anda a dormir em pé...
Desfile do 'Dia da Vitória' da China
Começou em Pequim às 9 da manhã hora local (02h00 em Portugal) um grande desfile militar para marcar os 80 anos da vitória na Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e da vitória mundial contra o fascismo.
Líderes estrangeiros confirmados:
Vladimir Putin – Presidente da Rússia;
Kim Jong-un – Líder da Coreia do Norte;
Norodom Sihamoni – Rei do Camboja;
Luong Cuong – Presidente do Vietnam;
Thongloun Sisoulith – Presidente do Laos;
Prabowo Subianto – Presidente da Indonésia;
Anwar Ibrahim – Primeiro-ministro da Malásia;
Ukhnaa Khurelsukh – Presidente da Mongólia;
Shahbaz Sharif – Primeiro-ministro do Paquistão;
KP Sharma Oli – Primeiro-ministro do Nepal;
Mohamed Muizzu – Presidente das Maldivas;
Kassym-Jomart Tokayev – Presidente do Cazaquistão;
Shavkat Mirziyoyev – Presidente do Uzbequistão;
Emomali Rahmon – Presidente do Tajiquistão;
Sadyr Japarov – Presidente do Quirguistão;
Serdar Berdimuhamedov – Presidente do Turcomenistão;
Alexander Lukashenko – Presidente de Bielorrúsia;
Ilham Aliyev – Presidente do Azerbaijão;
Nikol Pashinyan – Primeiro-ministro da Arménia;
Masoud Pezeshkian – Presidente do Irão;
Denis Sassou Nguesso – Presidente da República do Congo;
Emmerson Mnangagwa – Presidente do Zimbábue;
Aleksandar Vucic – Presidente da Sérvia;
Robert Fico – Primeiro-ministro da Eslováquia;
Miguel Díaz-Canel – Presidente de Cuba;
Min Aung Hlaing – Presidente interino de Mianmar.
Helena Lopes - Presidentes de ditaduras a maioria
Vladimir Putin e Kim Jong-un em Pequim
Os presidentes Vladimir Putin, da Rússia, e Kim Jong-un, da Coreia do Norte, reuniram-se hoje [3set2025] em Pequim para conversações bilaterais, após participarem na parada militar que assinalou o 80.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no Pacífico. O encontro decorreu na casa de hóspedes de Diaoyutai, após uma receção oficial, tendo os dois líderes viajado juntos até ao local das negociações no mesmo automóvel, segundo o Kremlin. Na sua reunião com Vladimir Putin, Kim Jong-un disse que a Coreia do Norte tinha um “dever fraternal” de ajudar a Rússia e que as duas nações discutiriam o estabelecimento de relações. Kim agradeceu a Putin pelos elogios aos soldados norte-coreanos que lutam na Ucrânia e disse que, se Pyongyang pudesse ajudar a Rússia, o faria. O líder norte-coreano disse: “Se houver algo que eu possa fazer por si e pelo povo da Rússia, se houver mais alguma coisa a ser feita, considerarei isso um dever fraternal, uma obrigação que certamente precisamos de cumprir, e estarei preparado para fazer todo o possível para ajudar".
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Adriano Marques - Juntar os Ucranianos todos em Gulags como já foi feito pelo regime comunista soviético e matar tudo á fome, seria mais um Holodomor. Este é o conceito de paz de Putin, querer reerguer a antiga união soviética e a sua CRUELDADE.
E já agora...
Altino Duarte - Pois, o alargamento da NATO. Porquê e para quê ?
É mesmo isto, infelizmente
José Alcides Cacheira - Dá a entender que foi a Ucrânia a invadir e tentar conquistar território russo! Que tristeza de opinião.
Daniel Marcos - José Alcides Cacheira dá a entender que após sucessivos golpes de estado na Ucrânia e após terem bombeado para lá centenas de biliões em recursos financeiros e armas ao longo de 11 anos, no mínimo, e terem dado início à guerra civil na Ucrânia, os abutres não largam o osso e continuam a sua cruzada para oriente.
José Alcides Cacheira - Daniel Marcos tal e qual como na Bielorrússia ..
Daniel Marcos - José Alcides Cacheira não misture assuntos, caro chico-espertalhão. Mas já que mencionou, na Bielorrússia também tentaram, tal como em todos os países da CEI, com menos sucesso.
José Alcides Cacheira - Daniel Marcos Chico esperto é aquele que nos tenta convencer que o que vemos, não é fogo, é somente neve...
Daniel Marcos - José Alcides Cacheira vocês não vêem porra nenhuma. Só o que a propaganda vos põe à frente. Mas se tem-se bem e felizes com isso. É o que interessa.
João Fernandes - Os putinistas tugas a mostrar serviço
Fernando Taveira - O "Sr." Miguel Castelo Branco, passando ao meu alcance, vai levar um par de bofetadas (com luvas, não pretendo sujar-me). E nem pense em defender-se ou ripostar, confirmaria ser um falhado, um anti-eu!
Andre Cruz Ferreira Moura - Era preferível os Ucranianos terem-se deixado violar e subjugar. Coitados dos russos…
David Ribeiro - Meus caros Amigos... seguramente não sou dono de toda a Verdade, mas pelo andar da carruagem não se augura nada de bom para o Povo ucraniano. E o "andar da carrugem" é: A Ucrânia irá comprar 100 mil milhões de dólares de armamento aos EUA, que não os têm para fornecer em tempo útil, e que serão obrigatoriamnte pagos pela Europa; Dinheiro este que a Europa não tem e que a obrigará a ir aos mercados; Além de que a Ucrânia já não tem homens nem mulheres suficientes para operar estas ou outras armas.
Nuno Passos - ![]()
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João Geirinhas Rocha - Estou confuso. Afinal parece que foi a Ucrânia que invadiu a Rússia! Malandros, andaram este tempo todo a convencerem-nos do contrário.
Daniel Marcos - João Geirinhas Rocha os papagaios sempre a papaguear a mesma. Até parece é que os abutres andaram a levar a cabo operações de mudança de regime em todos os países da CEI e, tendo conseguido no segundo mais populoso, no mais pobre e corrupto, deram início ao bombeamento de centenas de milhares de milhões em armas e fundos, para assegurar o alargamento para leste, através da guerra por entreposto. No entanto, nós sabemos que vocês só repetem o absurdo por conveniência. Amanhã mudam os ventos da história e viram logo a casaca.
Carlos Miguel Sousa - O Miguel Castelo Branco é um Putinista confesso. Não significa que muito do que ele escreve não seja verdade, o problema de quando se toma um dos lados, é que invariavelmente deixa de se conseguir ser imparcial. Não quero com isto dizer que o MCB, tenha qualquer tipo de preocupação em sê-lo, nós, os que entendemos os dois lados da contenda é que não nos podemos deixar arrastar, pelos Putinistas, acreditando mesmo que o dever dos Ucranianos era o de não se defenderem e serem assim dizimados até ao último. Mas neste post nada do que o MCB, escreve me surpreende minimamente, pois já conheço suficientemente « a personagem » para ele ter tido a necessidade de me bloquear a possibilidade de comentar na página dele, o que realmente me surpreende é vê-lo a si, David Ribeiro, que considero um democrata, a fazer a apologia, de algo defendido por alguém como o MCB. Isso, confesso que me surpreendeu. Sem ofensa e/ou acrimónia. Pessoalmente não acredito em vitórias / derrotas em nenhuma guerra, apenas em acordos, antes que elas acabem connosco. Nesse sentido até os esforços do « maluquinho » do Trump, me parecem uteis.
David Ribeiro - Sim, Carlos Miguel Sousa... eu também "não acredito em vitórias / derrotas em nenhuma guerra". E é por isso que defendo que uma PAZ, seja ela em que condições se consiga, é sempre preferível a uma guerra.
Carlos Miguel Sousa - David Ribeiro Então estamos alinhados no que é essencial, pelo que nos podemos dar ao luxo de escolher debater o acessório. Ambos sabemos que os Ucranianos, terão de ceder a Crimeia e o Donbass a Putin, pois este não irá recuar para alem dessas pretensões. Até certo ponto eu consigo entender a sua necessidade, pois se recuasse para alem disso seria o seu próprio poder que iria ser posto em causa, e para o ocidente, é preferível ter lá Putin, que um Medvedev ou um qualquer outro maluquinho (e os russo têm lá muitos). Quem tem estado a convencer o Zelensky, a aceitar - por agora - essas pretensões de Putin, não é o Trump, como os media internacionais se têm esforçado por nos transmitir, mas Macron, e a restante troupe europeia. A Europa, não quer Putin, como inimigo, mas também sabe que a chave para estancar o seu poder militar, é reconstruir a Ucrânia, e ajudar esta a reerguer-se, após a guerra. A solução parece-me razoável e lógica, se Zelensky irá aceitar, não sei, mas facto é que também não lhes restam grandes alternativas.
David Ribeiro - Caríssimo Carlos Miguel Sousa... perfeitamente de acordo.
Diz a agência Reuters
Joaquim Figueiredo - Com excepção do Donbass são razoáveis. E deve pagar a reconstrução
Jorge Veiga - e os nazis podem continuar lá?
Pedro Aroso - A famigerada URSS acabou. Prepare-te para levares uma grande tareia da NATO. A paciência esgotou-se.
Antero Filgueiras - E desistir de comer, beber e respirar.....
Presidente dos EUA diz em entrevista...

"Trump apoia plano de ceder terras em troca de paz na Ucrânia
Após se encontrar com o presidente russo, o presidente Trump disse aos líderes europeus que agora é a favor de entregar o território controlado pela Ucrânia à Rússia para pôr fim aos conflitos, uma concessão à qual a Ucrânia se opõe há muito tempo."


Para quem só conhece a história depois de fev2022
O discurso de Munique de 2007, foi proferido pelo presidente russo, Vladimir Putin, na Alemanha, em 10 de fevereiro de 2007, na Conferência de Segurança de Munique. O discurso expressou pontos significativos da futura política externa de Vladimir Putin: "Penso que é óbvio que a expansão da NATO não tem qualquer relação com a modernização da própria Aliança ou com a garantia da segurança na Europa. Pelo contrário, representa uma provocação grave que reduz o nível de confiança mútua. E temos o direito de perguntar: contra quem se destina esta expansão?”
Jorge Veiga - Tretas.
Mais uma frase enigmática de Trump... ou não será?
Esta frase - Big Progress on Russia - deve ter a ver com o que o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, disse ontem [domingo 17ago2025], no programa "State of the Union" da CNN: "Conseguimos obter a seguinte concessão: Putin concordou, na cimeira com Donald Trump, que sejam dadas à Ucrânia garantias de segurança semelhantes ao mandato de defesa coletiva da NATO (artigo 5.º)".
Para já é o que está dito... mais logo se verá
Jorge Veiga - Eunucos da parte Ocidental
Cronograma oficial da visita do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e dos líderes europeus aos EUA
12h (17h em Lisboa) – Líderes europeus chegam à Casa Branca
13h (18h em Lisboa) – Donald Trump cumprimenta Zelensky
13h15 (18h15 em Lisboa) – Trump e Zelensky encontram-se no Salão Oval
14h15 (19h15 em Lisboa) – Presidente norte-americano cumprimenta líderes europeus
14h30 (19h30 em Lisboa) – Líderes alinham-se para uma “fotografia de família”
15h (20h em Lisboa) – Trump reúne-se com líderes europeus
Graça Ribeiro - Gozar com os "pobres"
Foi assim...
"Vamos ter boas hipóteses de acabar com a guerra", defende Trump.
Trump: "A Europa é a primeira linha de defesa, mas nós vamos ajudar".
"Todo o mundo" quer que a guerra acabe e Trump promete fazer isso acontecer — mas não sabe dizer quando.
"Está fabuloso nesse fato!", declara Trump em momento animado.
"Não é preciso um cessar-fogo". Trump muda de posição sobre forma de pôr fim à guerra.
Trump volta a excluir adesão à NATO, mas assegura segurança da Ucrânia.
Jorge Veiga - se não fosse a guerra, já tinha acontecido.
Rui Lima - Resultados ..... zero.
A foto de família

É hoje que na base norte-americana Elmendorf–Richardson, no norte de Anchorage, a maior cidade do Alasca, vai ter lugar a cimeira entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, para se tentar um princípio de acordo para a PAZ no Leste da Ucrânia.
Segundo o conselheiro do Kremlin, Yuri Ushakovas, o encontro entre o Presidente russo e o homólogo americano começa esta sexta às 20h30 com uma reunião a dois, sendo os resultados das negociações mais tarde divulgados numa conferência de imprensa.
O que ontem se lia por aí
David Ribeiro - Também não tenho dúvidas que com Dmitri Medvedev a situação no leste da Ucrânia seria muito mais complicada.
Jorge Veiga - Esse é um zero.
Rui Lima - O problema dele é o Vodka ....

Os mapas não enganam - CNN Portugal 14ago2025
David Ribeiro - Há quem diga, e eu estou tentado em concordar, que esta Cimeira de Trump com Putin no Alasca não será ainda o início da PAZ, mas tudo parece vir a ser uma "declaração" do colapso da Ucrânia. E ao mesmo tempo será mais uma oportunidade para Trump tentar mais uma vez que se chegue a um cessar-fogo no leste da Ucrânia. Já o tentou em maio de 2025, quando exigiu um cessar-fogo em duas semanas, ameaçando sanções. E o prazo foi ultrapassado sem consequências. Após o fracasso inicial, Trump estabeleceu um novo prazo de duas semanas, mas o cessar-fogo voltou a não se materializar. Frustrado com Putin, o presidente americano impôs um novo limite de 50 dias, que acabariam por ser encurtados para dez dias. Esse último prazo acabaria também por ser ultrapassado sem qualquer consequência, após o presidente russo ter acordado encontrar-se no Alasca com Trump.
Expresso de hoje - 6.ª feira 15ago2025
Cimeira "Pursuing Peace" [Em Busca da Paz]
Donald Trump e Vladimir Putin já estão em Anchorage, no Alasca, onde têm encontro marcado a partir das 15h30 (horário da costa leste dos EUA - 20h30 em Portugal).
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, estará acompanhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergey Lavrov, e pelo seu assessor para a política externa, Yuri Ushakov, neste encontro "Pursuing Peace" [Em Busca da Paz]. Já o presidente norte-americano terá a seu lado o secretário de Estado, Marco Rubio, e o enviado especial, Steve Witkoff, segundo a Casa Branca.
Conferência de imprensa após Cimeira do Alasca
Em russo, Vladimir Putin começou a conferência conjunta por agradecer a Trump o convite para este encontro e descreveu a reunião como tendo sido "bastante útil". As negociações foram "realizadas numa atmosfera construtiva de respeito mútuo (...) Tivemos negociações muito aprofundadas que foram bastante úteis (...) Espero que a Europa entre no diálogo de forma positiva", referiu o presidente russo perante os jornalistas. Para terminar defendeu que a Rússia está "sinceramente interessada" no fim do conflito de forma "duradoura". Para isso, precisam de eliminar "as causas primárias do conflito" e abordar o "conflito legítimo" da Rússia.
No seu discurso aos jornalistas, Donald Trump, agradeceu ao presidente russo pela sua declaração "profunda" e descreveu a reunião como "muito produtiva (...) Houve muitos, muitos pontos em que concordámos", sublinhou. "Eu diria que alguns deles são importantes, mas ainda não chegámos lá, fizemos alguns progressos. Não há acordo até que haja um acordo", acrescentou.
Cimeira do Alasca - "Pursuing Peace"
Foram três horas de reunião, mas nenhum acordo foi encontrado para o problema que levou Putin e Trump a reunirem-se no Alasca: a guerra da Ucrânia. Não há data para uma nova reunião, apenas um pedido do Presidente russo para que se realize em Moscovo. A relação entre os dois presidentes pode ter saído reforçada, mas para a Ucrânia nada mudou para melhor.
Se não aconteceu podia ter acontecido

A UE apoia a iniciativa do Presidente norte-americano para discutir com o homólogo russo uma solução para o conflito na Ucrânia, reiterando que uma “paz justa e duradoura” exclui “alterações de fronteiras pela força”. Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países da UE, incluindo o português Paulo Rangel, reuniram-se na segunda-feira [11ago2025] por videoconferência, numa iniciativa da alta representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, para discutir a iniciativa para a paz na Ucrânia lançada por Donald Trump. A discussão ministerial teve lugar quatro dias antes de um encontro agendado entre Trump e Vladimir Putin no Alasca, e depois de o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ter rejeitado a sugestão do Presidente norte-americano de que a solução para o conflito passaria por uma “troca de territórios”. (Lusa/CNN Portugal em 12ago2025)
Jorge De Freitas Monteiro
David Ribeiro - Sem dúvida
Estamos a poucos dias da partida de Putin para o encontro com Trump para a Cimeira do Alasca
Mas na guerra de desgaste que se vive no Leste da Europa há mudanças espectaculares na frente. O exército russo, depois de meses de paciente demolição das linhas inimigas, conseguiu uma penetração profunda e nada o parece deter no seu ímpeto ofensivo. Se ainda não se pode concluir que os quase 30 km tomados nas últimas horas prefiguram a passagem para uma nova fase de guerra de movimento desenvolvida por unidades mecanizadas, já falam os analistas numa catastrófica derrota de Kiev.
David Ribeiro - O presidente dos EUA, Donald Trump, participará hoje [quarta-feira 13ago2025] na reunião sobre a Ucrânia, informou um alto funcionário da Casa Branca à CNN. O alemão Friedrich Merz disse na passada segunda-feira que planeava organizar uma reunião virtual com Trump, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e líderes europeus para discutir a guerra na Ucrânia. A reunião ocorre antes da reunião de Trump com o presidente russo Vladimir Putin no Alasca na sexta-feira.
Luis Barata - Que conjectura e certeza ...
Atual situação na Ucrânia
CNN Portugal nesta 4.ª feira 13ago20256
Cimeira virtual terminou
A cimeira virtual que envolveu o presidente dos EUA, Donald Trump, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e vários líderes europeus terminou. Em declarações à imprensa, o chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou que os líderes europeus estão determinados em contribuir para que a cimeira de sexta-feira entre Trump e Putin, no Alasca, seja um sucesso. “Por isso, nós, europeus, fazemos o que está ao nosso alcance para colocar esta reunião no rumo certo”, disse. Acrescentou ainda que Zelensky participou em todo o processo de preparação.
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, anunciou na última 6.ª feira [8ago2025] que se reunirá em breve com o presidente russo, Vladimir Putin. “Vou reunir-me muito em breve com o presidente Putin. Teria sido antes, mas suponho que há questões de segurança que, infelizmente, têm de ser tratadas”, disse Trump em declarações aos jornalistas. O presidente norte-americano anunciou também que está a tentar chegar a uma troca de territórios entre Rússia e Ucrânia. "Estamos a procurar recuperar algum território, algumas trocas de territórios para benefício de ambos", declarou aos jornalistas. Donald Trump afirmou ainda que a situação na Ucrânia "pode ficar resolvida muito em breve".
Mais tarde, na 6.ª feira [8ago2025], o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que o seu "tão aguardado encontro" com o homólogo russo, Vladimir Putin, terá lugar a 15 de agosto no estado norte-americano do Alasca. Ao mesmo tempo altos funcionários ucranianos, americanos e europeus vão reunir-se no Reino Unido antes da cimeira planeada entre o Presidente americano, Donald Trump, e o Presidente russo, Vladimir Putin, na próxima semana. A notícia estava a ser avançada pelo site norte-americano Axios, citando três fontes com conhecimento dos planos.

"O caminho para a paz na Ucrânia não pode ser decidido sem a Ucrânia", dizem os líderes europeus que divulgaram na noite passada uma declaração conjunta sobre a paz na Ucrânia que pretende marcar uma posição antes da reunião prevista entre o Trump e Putin, no próximo dia 15. "Partilhamos a convicção de que uma solução diplomática deve proteger os interesses vitais da Ucrânia e da Europa em matéria de segurança", afirmam. A declaração é assinada pelo presidente francês Emmanuel Macron, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, o chanceler alemão Friedrich Merz, o primeiro-ministro polaco Donald Tusk, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen e o presidente finlandês Alexander Stubb.
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Jose Antonio M Macedo - Concordo. A Ucrânia é o país invadido. Ceder território à Rússia irá abrir um precedente mito perigoso para que esta tente replicar o mesmo em outros países europeus, nomeadamente com os países balticos ou outros, daí a recente adesão à NATO da Finlândia e da Suécia, outrora neutrais. A paz terá de ser possivel com a saída da Rússia dos territórios ocupados.
Jose Bandeira - Temos que habituar-nos à ideia de que os Cidadãos devem cuidar dos seus interesses e intervir sempre que os seus representantes evidenciam práticas que são favoráveis aos interesses de terceiros. Se o povo Ucraniano não tivesse deposto o governo fantoche que antecedeu o de Zelensky teriamos em 2022 uma repetição do que sucedeu em 2014 na Crimeia.
Mário Paiva - Jose Bandeira, o governo que antecedeu o de Zelensky foi o do oligarca Poroshenko (*), após o golpe de Maidan, que foi na verdade o que gerou a tomada de decisão dos russos para anexar a Crimeia... ...Zelensky foi eleito em 2019 por grande maioria, com o compromisso eleitoral de acabar com a guerra no Dombas, mas a conjunção dos poderes ocidentais que geraram, organizaram e financiar am o golpe de Maidan, e os grupos neo nazis não lho permitiram, tal como não permitiram acabar com a guerra em Abril de 2022... ...o calendário dos acontecimentos não deve ser ignorado se queremos de facto entender a situação actual...
(*) - entretanto, Poroshenko..."On 20 December 2021, Poroshenko was accused of state treason, aiding terrorist organizations and financing terrorism due to allegedly organizing the purchase of coal from separatist-controlled areas of Ukraine together with pro-Russian politician Viktor Medvedchuk. If convicted, he faces up to 15 years in prison. Poroshenko denied the allegations, calling them "fabricated, politically motivated, and black PR directed against [Zelenskyy's] political opponents". On 6 January 2022, a Ukrainian court seized Poroshenko's property. On 15 January 2022, Poroshenko announced via a video message on Facebook: "I am returning to Ukraine on a flight from Warsaw at 09:10 a.m. on January 17... to defend Ukraine from Russian aggression", despite the case against him. Following his return to Ukraine, the prosecutor's office asked a court to either remand Poroshenko in pre-trial detention for two months, or oblige him to pay bail of ₴1 billion (US$37 million), wear an electronic bracelet, remain in Kyiv, and hand over his passport. The court chose a third option ('personal commitment'), which is less strict than house arrest and doesn't involve paying bail. According to this commitment, Poroshenko has to submit his passport to the authorities, not leave Kyiv or the Kyiv Oblast without first receiving permission from the court or the prosecutors office, and inform the authorities if his place of employment or residence change."
Jose Bandeira - Mário Paiva, não pretendo "entender a situação ", apenas reafirmar que a Europa se deve preparar para estabelecer uma nova Cortina de Ferro na fronteira com a Rússia sob pena de se ver envolvida numa WW3 na defesa da democracia contra a plutocracia de que Putin é um mero instrumento.
Mário Paiva - Tem razão, Jose Bandeira, tem muita razão, tem, aliás, toda a razão... "É insultuoso assistir a esta guerra mediática onde existe uma só verdade, sem contraditório, sem verificação das notícias de pura propaganda com que nos flagelam a toda a hora."
David Ribeiro - Pois é, meus Amigos... mas com Zelensky a recusar todos os planos norte-americanos e a exigir voltar ao "antes de", mais a União Europeia a querer fazer uma guerra por procuração à Rússia, quando não tem nem armas nem soldados para isso, não auguro nada de bom para os ucranianos.
Jose Bandeira - Os ucranianos têm aquilo que falta à generalidade dos povos: "tomates"!
David Ribeiro - O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, disse em entrevista à Fox News que o governo americano está a trabalhar na marcação de um encontro entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. Vance diz, contudo, que não considera que um encontro entre Putin e Zelensky antes do encontro entre os presidente russo e Trump seja "produtivo". Apesar de as conversações da próxima sexta-feira no Alasca não incluírem a Ucrânia, Vance afirma que os EUA vão continuar a dialogar com Kiev.
David Almeida - E desde quando se fazem 'diálogos para a paz' sem o invadido?!... ![]()
David Ribeiro - David Almeida, segundo Trump, que se assume como o interlocutor desta cimeira, falará agora com Putin e depois com Zelensky. Ainda estamos longe de os líderes do conflito se sentarem à mesma mesa para "diálogos para a paz".
David Almeida - David Ribeiro qualquer 'cimeira para a paz' terá primeiro de se retirar o invasor... então fará sentido discutir fronteiras!
David Ribeiro - O David Almeida conhece na história alguma PAZ que se tenha resolvido com o "invasor" a sair dos territórios conquistados?... Eu não me recordo.
Jose Bandeira - Os 80 anos de "Paz" pós WW2 foram suportados num conjunto de organizações e tratados assumidos pela generalidade das nações e por uma Cortina de Ferro que efectivamente manteve 2 mundos separados pelo medo suportado na detenção de armamento nuclear. Hoje, banalizadas as instituições, rasgados os Tratados e generalizado o acesso a armamento de considerável letalidade financiado ad-hoc por entidades com um nível de concentração de riqueza nunca experimentado, o medo democratizou-se, vive entre nós sem cortina que o contenha. Mas os valores morais persistem gravados na mente de todos os que sempre defenderam a Paz e o respeito pelo ser humano. Neste contexto, um INVASOR é e será sempre um INVASOR e não há cartilha ideológica que lhe retire esse ónus.
António Conceição - Jose Bandeira, persistem gravados? Vá dizer isso extrema-direita racista e xenófoba que cresce e se torna dominante na Europa. Admito que persistam gravados na mente de alguns. São uma minoria insignificante. E basta ver as posições titubeantes da UE sobre o que se passa em Gaza, para perceber que essa minoria não tem qualquer representação em Bruxelas.
Jose Bandeira - António Conceição , não tome a nuvem por Juno! Nunca a comunicação social esteve tão distante da realidade. Desligue a televisão e vá trabalhar em qualquer actividade produtiva e verá que esse extremismo não passa de propaganda. Conheça Mundo e Gente e não apenas papagaios
António Conceição - O Teatro Dona Maria II também exigiu a Israel que cessasse imediatamente as suas acções em Gaza. Em matéria de exigências a Estados beligerantes, a União Europeia não está numa posição muito distinta da do Teatro Dona Maria II. Não risca absolutamente nada. Nem sequer a autoriade moral do Papa possui. Foi por isso que, ainda ontem, Netanyahu se riu - riu literalmente - quando comentou a ameaça de reconhecimento da Palestina pelos Estados europeus. Putin e Trump não se riem, porque nem sabem que a Europa quer coisas em relação à guerra russo-ucraniana.
Correio da Manhã de domingo 10ago2025
in Observador de 1ago2025

"O Presidente não tem entourage. Há uma pessoa que influencia as decisões do Presidente. Não há mais ninguém. A influência de Yermak é monopolista. É uma tragédia." (Dirigente ucraniano ao Washington Post)
"Zelensky relega a tomada de decisões e a gestão em assuntos-chave a outras pessoas, o que fez com que alguns na sua administração sejam mais poderosos do que outros, porque são eficazes a resolver problemas. Yermak talvez seja o mais poderoso de todos." (Taras Fedirko, professor na Faculdade de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Glasgow)
"É impossível não ser duro e obter resultados. Um maior crítico de mim não existe. Sou o gestor do Presidente. Ele não é apenas o líder da Ucrânia — eu acredito que ele é o líder do mundo livre. O meu trabalho é ajudá-lo a ser o mais eficaz possível." (Andriy Yermak, chefe de gabinete do Presidente da Ucrânia)
Entretanto... no leste da Europa
O enviado norte-americano Steve Witkoff chegou ontem a Moscovo para se reunir com a liderança russa, poucos dias antes do fim do prazo dado pelo Presidente norte-americano para que a Rússia cesse a ofensiva na Ucrânia. Witkoff "foi recebido pelo representante especial do Presidente [Vladimir Putin], Kirill Dmitriev", escreveu a agência Tass na manhã de ontem. Steve Witkoff, braço direito de Donald Trump para "missões de paz" no Médio Oriente e Ucrânia, já se reuniu com o líder russo várias vezes, mas nenhuma dessas conversas levou Putin a mudar de rumo. As relações entre Moscovo e Washington passaram por um súbito pico de tensão na semana passada, com o envio de dois submarinos nucleares por Donald Trump para locais no globo nunca revelados, após uma discussão 'online' com o ex-presidente russo Dmitri Medvedev. O líder norte-americano deu dez dias, ou seja, até sexta-feira, para a Rússia pôr fim à ofensiva na Ucrânia, sob pena de imposição de novas sanções. (Lusa/CNN Portugal)

Vladmir Putin recebeu Steve Witkoff no Kremlin na quarta-feira [6ago2025], confirmou a assessoria de imprensa do gabinete presidencial à agência russa TASS, que divulgou uma imagem do encontro. Não foram revelados os temas de discussão entre o Presidente russo e o enviado especial dos EUA. (Observador em 6ago2025)

As conversações entre o Presidente russo, Vladimir Putin, e o enviado de Donald Trump, Steve Witkoff, “foram úteis e construtivas”, anunciou ontem [4.ª feira 6ago2025] o Kremlin (presidência) no final do encontro de cerca de três horas. A agência russa Ria Novosti noticiou que a comitiva de Steve Witkoff deixou o Kremlin cerca das 14h30 locais (12h30 em Lisboa). “As conversações duraram cerca de três horas”, afirmou a agência TASS, citada pela agência de notícias France-Presse (AFP). O encontro realizou-se dois dias antes do fim do ultimato dado pelo Presidente dos Estados Unidos para que a Rússia suspenda a ofensiva militar na Rússia.

Tiago André Lopes questiona a estratégia de mediação norte-americana, no sentido de ter dois representantes no conflito entre a Rússia e a Ucrânia. "Porque é que é sempre Witkoff a ir a Moscovo e Keith Kellogg a ir a Kiev? Porque é que não é o mesmo representante a ir às duas capitais, se o conflito é o mesmo?". O comentador da CNN Portugal considera, além disso, que o enviado à federação russa "tem muito mais o ouvido de Trump".
Rui Lima - Se alguém pensa que Putin vai retirar dos territórios já ocupados pode ir sonhando. A anexão dos territórios é irreversível. Por outro lado não faz nenhum sentido Trump negociar com Moscovo e vender armas á Europa para fornecer á Ucrânia. Zelensky vai ter de ceder. A não ser assim a Europa continua a pagar o armamento e Trump faz o negócio.....
Fala-se de PAZ... será desta?
Volodymyr Zelensky está a planear falar ainda hoje [5.ª feira 7ago2025] com os líderes da Alemanha, França e Itália para discutir as condições para um acordo de paz. O presidente ucraniano exige uma cimeira de líderes que “possa conduzir a uma paz verdadeiramente duradoura”. “É necessário determinar o momento para tal formato e o leque de questões a abordar”, acrescenta. Zelensky pede ainda “segurança a longo prazo”, acrescentando que tal só é possível com a colaboração dos EUA e da Europa.
Em comunicado, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Guo Jiakun, afirmou que “a posição da China sobre a crise ucraniana é coerente e clara: estamos empenhados em promover as conversações de paz e facilitar um cessar-fogo”. Pequim opõe-se às sanções “unilaterais” contra Moscovo e defende uma “solução política” para o conflito. O Ocidente tem acusado a China de apoiar a campanha militar russa – o que Pequim nega – e de fornecer componentes essenciais para a produção de armamento por parte de Moscovo. Vários países europeus têm apelado ao Presidente chinês, Xi Jinping, para que use a sua influência sobre Vladimir Putin com vista ao fim da guerra, embora algumas vozes considerem que a China tem priorizado o reforço das relações com a Rússia, de onde importa petróleo e gás a preços mais baixos.
Yuri Ushakov, conselheiro da presidência russa, revelou na manhã de hoje [5.ª feira 7ago2025] que já se chegou a um acordo para realizar uma reunião entre Vladimir Putin e Donald Trump nos próximos dias. "Por sugestão do lado americano, chegou-se a um acordo para realizar uma reunião bilateral ao mais alto nível nos próximos dias, ou seja, uma reunião entre o presidente Vladimir Putin e Donald Trump", adiantou Ushakov. Citado pela agência de notícias Interfax, Ushakov adianta que o local da reunião já está definido e que será anunciado mais tarde. As duas partes já começaram a trabalhar nos preparativos da reunião, acrescenta.

"A visita de Witkoff afinal foi importante e produziu resultados, pode não ter sido o resultado que os europeus esperavam, mas produziu alguma coisa", afirma Tiago André Lopes, especialista em política internacional, que analisa os últimos desenvolvimentos na guerra entre a Ucrânia e a Rússia.
Sem citar fontes, a comunicação social polaca afirma que a proposta dos EUA, eventualmente coordenada com estados europeus, para um cessar-fogo na Ucrânia, embora não sendo um acordo de paz completo, reconhece o facto dos territórios ocupados pela Rússia, adiando a questão do status por 49 ou 99 anos, e também o levantamento da maioria das sanções impostas à Rússia e, a longo prazo, o retorno à cooperação energética – ou seja, às importações de gás e petróleo russos.
Joaquim Figueiredo - David Ribeiro não percebi...reconhece os territórios ocupados pela Rússia como sendo da Rússia?
David Ribeiro - Sim, Joaquim Figueiredo... para já "de facto" e "adiando a questão do status por 49 ou 99 anos".
Joaquim Figueiredo - David Ribeiro isso é a cedência total...e a Ucrânia aceita? Vamos continuar com a guerra. Obrigado, aprecio as suas crónicas
David Ribeiro - Joaquim Figueiredo, tanto quanto me parece a guerra está perdida para o governo atualmente instalado em Kiev. Poderá ainda durar mais algum tempo, mas vai "estourar" por dentro e já há sinais disso.
Luis Barata - Erros atrás de erros, concessões e cláusulas idiotas, a contrariar um esforço de defesas e dominância. O chamado ir tudo por água abaixo.
De acordo com uma pesquisa do Instituto Gallup americano, realizada de 1 a 14 de julho de 2025, 69% dos ucranianos dizem que são a favor de acabar com a guerra o mais rápido possível por meio de negociações. De acordo com a pesquisa, apenas 24% dos entrevistados são a favor de continuar a luta até à vitória.

Trump no seu melhor... ou no seu pior
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou esta sexta-feira [1ago2025] a deslocação de dois submarinos nucleares para "regiões apropriadas" depois de declarações "altamente provocativas" do ex-presidente da Rússia e atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Federação Russa, Dmitry Medvedev. O líder dos EUA escreveu na rede social 'Truth Social' que a decisão foi tomada "para o caso de essas declarações tolas e inflamadas serem mais do que apenas isso. As palavras são muito importantes e muitas vezes podem levar a consequências indesejadas".
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Joaquim Figueiredo - Dois tolos...
Rui Lima - Afinal houve reacção normalmente pelo inevitável Medvedev...... Nada de novo...... drone para cá, drone para lá. Vantagem de quem vende o armamento. Infelizmente as vítimas são muitas mas essas são os peões neste jogo de xadrez. Em Gaza está pior e a tendência é piorar. Entretanto Trump continua jogar com as taxas e taxinhas .
Castro Ferreira Padrão - Pois... pode haver TOLOS ao virar da esquina
João Pedro Baltazar Lázaro - Este filho de puta não se despacha a bater as botas porquê? ![]()
Jorge Veiga - o que me aborrece imenso, é ver tanta gente a morrer por causa destes e de outros parecidos como estes idiotas chapados.
Já ouviram falar da "Operação Skat-12"?
Durante uma operação, batizada de "Skat-12", oficiais britânicos que alegadamente ajudaram as Forças Armadas Ucranianas a guiar mísseis e drones, bem como a realizar ataques cibernéticos, foram capturados pelas forças especiais russas recentemente em Ochakov. A Grã-Bretanha exige furiosamente o retorno de seus cidadãos, alegando que são simples turistas interessados em história naval. Entre os prisioneiros estavam o Coronel Edward Blake, oficial da Unidade Especial de Operações Psicológicas, o Tenente-Coronel Richard Carroll e outro oficial não identificado, presumivelmente um agente de inteligência do MI6 que era consultor de segurança cibernética. O Ministério das Relações Exteriores britânico, contatou o Ministério da Defesa russo com um pedido de devolução dos oficiais britânicos que haviam sido "perdidos" na Ucrânia. Londres alega que seus militares estavam de férias, tinham vindo à Ucrânia para fins turísticos e acabaram em Ochakov por acidente: estavam interessados na história da Marinha e queriam visitar a costa onde ocorreram batalhas durante a Segunda Guerra Mundial.
Serafim Nunes - Que idiotas, meu deus. Devem pensar que estão a lidar com atrasados mentais. Se assim for, podem estar tranquilos. Os homens só poderão dar aulas de história aos russos…e do nevoeiro londrino.
Maria Clara Silva - Eles pensam que os "russos" nasceram ontem. Já sofreram muito na 2ª Guerra Mundial, sabem com quem estão a lidar. Havia uma maneira de os conhecer nos dias de hoje, era viajar pela Rússia, conhecer um pouco o povo, as cidades, a gastronomia, os seus monumentos, os museus. Perdiam logo as ilusões de que estão atrasados e estão nas últimas. Eu visitei alguma coisa numa viagem que fiz há uns anos. Foi maravilhoso.
Domingos Cunha - Está notícia tem apenas como fontes canais do telegram e um site The Khyber Mail com fama de não verificar as duas fontes... Não só nenhum meio de comunicação ocidental confirmou esta notícia como não faz sentido nenhum o MNE inglês dizer que eles estavam com visto de turista quando já está assumido que existem militares ingleses no terreno. Além disso a localização de ochakov geograficamente e logo numa frente activa de combate torna pouco provável o raid sem vítimas ou oposição ucraniana ainda mais estando activos estrangeiros em risco.... IMMHO propaganda russa
Luis Barata - Coisas naturais, que acontecem. Aconteceu com muitos russos!
in Khyber Mail

Andriy Yermak, chefe do Gabinete Presidencial da Ucrânia, desempenha um papel fundamental nas tentativas de destituir diversos altos funcionários e promover pessoas leais a ele. Isso se refere, em particular, ao caso contra o vice-primeiro-ministro Alexei Chernyshov, acusado de corrupção, à possível substituição do primeiro-ministro Denys Shmyhal por Yulia Sviridenko, bem como às repetidas tentativas de destituir o chefe da Diretoria Principal de Inteligência, Kirill Budanov. (in The Economist 6jul2025)
Joaquim Figueiredo - É tudo a mesma m**** pelo poder...
Adriano Marques - Na Rússia não há este tipo de disputas porque ou caiem das varandas, ou são envenenados, ou então desaparecem sem deixar rasto.
David Ribeiro - Adriano Marques, esta "justificação" para o que acontece em Kiev, comparando com o que eventualmente acontece na Rússia (sim... tambem por lá acontecem coisas do caraças) não me parece um bom argumento.
Adriano Marques - David Ribeiro essa coisa do eventualmente tem mesmo muita piada... ![]()
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Jorge Veiga - David Ribeiro é um argumento natural. Pode não ser bom, mas como acontece frequentemente, teremos de deixar de lado a lei das probabilidades e passar à lei das possibilidades.
Maria Vilar de Almeida - David Ribeiro concordo Davidzinho... é como comparar o Cú com as Calças!!! ![]()
Entretanto...
Drones ucranianos causaram o caos nos aeroportos russos, especialmente em Moscovo e São Petersburgo, onde foram cancelados e adiados mais de 2.000 voos nos últimos três dias devido a questões de segurança. De acordo com a agência de transporte aéreo Rosaviatsia, foram cancelados 485 voos e adiados outros 2.000 voos desde sábado devido ao risco representado pelas aeronaves não tripuladas ucranianas. A situação já provocou a demissão do ministro dos Transportes russo, Roman Starovoit, tendo o Presidente russo nomeado hoje um substituto interino, Andrei Nikitin, até agora vice-ministro daquela pasta. Embora a situação pareça estar a voltar ao normal, dezenas de voos continuam atrasados no Aeroporto de Sheremetyevo, em Moscovo, e mais de 100 no Aeroporto de Pulkovo, em São Petersburgo. (Lusa 7jul2025)
Adriano Marques - Os Comunas apregoavam que tomavam Kiev e ganhavam a guerra em 3 dias, mas o tiro saíu pela culatra, correu mesmo mal. Passaram 3 anos, mais de um milhão de soldados Russos mortos, muitos mais feridos, milhões e milhões de dólares torrados e mesmo assim andam aflitos com as calças na mão. Se os Ucranianos não tivessem entregue a maioria do seu arsenal bélico e nuclear á Rússia, a situação seria bem diferente. O Patriotismo e Resiliência de um Povo livre, são tão ou mais importantes que o poderio bélico de uma Ditadura. Slava Ukraini
David Ribeiro - Quem são "os Comunas", Adriano Marques?... Há muito que o comunismo não está no poder no Kremlin.
Adriano Marques - David Ribeiro pode chamar o que quiser, eu chamo comunismo, não é o nome que importa, é a doutrina e os métodos.
Isabel Sousa Braga - David Ribeiro ahahahahahahahahaha e comem crianças ao pequeno almoço
Adriano Marques - Isabel Sousa Braga não sei se comem crianças mas atiram os pais pela varanda e dão chá com veneno, além de outros mimos... ![]()
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Isabel Sousa Braga - Adriano Marques e tiram chips das máquinas
Adriano Marques - Isabel Sousa Braga cego é o que não quer ver... ![]()
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Isabel Sousa Braga - Adriano Marques é mesmo!
Castro Ferreira Padrão - Pois é, é assim que a guerra não acaba, a federação Russa, por isso ,talvez , volte a flagelar Kiev e outros locais em força e lá veremos o 'infeliz' a dizer -ai que del-rei- , precisamos de mais ajuda. TRISTEZA.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, argumenta que o princípio da integridade territorial não se aplica à Ucrânia e alerta para "as consequências para todos os europeus" da transformação da NATO num "bloco militar e político". Em entrevista ao jornal húngaro Magyar Nemzet, Sergei Lavrov refere que só Estados que assegurem a igualdade e autodeterminação dos povos é que podem defender a sua integridade territorial. “É claro para qualquer observador imparcial que o regime de Kiev, que elevou a russofobia a um nível de política de Estado, não representa a população russa das regiões da Ucrânia, incluindo a Crimeia, Sevastopol, Lugansk, Donetsk, Zaporizhzhia e Kherson”, reiterou. Segundo Sergei Lavrov, pessoas que se consideram russas e que queiram preservar a sua identidade, linguagem, cultura e religião têm sido consideradas cidadãos de segunda na Ucrânia.
Joaquim Figueiredo - E aplica-se à Rússia?
Daniel Marcos - Joaquim Figueiredo Plenamente. A igualdade de todos os sujeitos da Federação está assegurada, tanto na lei como na prática. Obviamente que não é essa a narrativa da propaganda anti-russa para um público que pouco sabe acerca do país. Os conhecimentos resumem-se a um imaginário de ditadura, repressões e violência. Mais nada.
Joaquim Figueiredo - Daniel Marcos não me diga que posso ir lá e assumir o comando de uns terrenos...
Daniel Marcos - Joaquim Figueiredo acho que não percebeu (como era expectável). O assunto são sujeitos e estados federados. Repúblicas, regiões autónomas, etc, num estado multinacional e multiétnico. É o tema explícito do post.
Adriano Marques - Daniel Marcos e eu sou o Pai Natal... HOO...HOOO...HOOO
Daniel Marcos - Adriano Marques pode fazer as macacadas que quiser. Ninguém o impede e também não se espera outra coisa dos desgraçados que só conhecem o mundo por meio da propaganda de guerra da TV.
Joaquim Figueiredo - Daniel Marcos de facto o seu grau de entendimento não vai além do chinelo...
Daniel Marcos - Joaquim Figueiredo sim. Nota-se pelos comentários a verdadeira capacidade de entendimento que por aqui passeia.
Carlos Manuel Costa Almeida - E Odessa.
Amândio Gonçalves Cordeiro - Carlos Manuel Costa Almeida Sempre foi russa e foi lá que encurralaram e meteram fogo a dezenas de sindicalistas.
Jorge Veiga - A Russofobia é provocada por eles próprios. Curiosamente e para esclarecer esse e outros como esse, a NATO sempre foi um bloco militar e político. Andam distraídos os rapazes de Putin.
David Ribeiro - Não, Jorge Veiga, a NATO sempre foi uma aliança militar, nunca uma aliança política.
Jorge Veiga - David Ribeiro se é militar em que os países pertencem a determanada área política, também fica a defender a área política, salvo para quem não quer ver, que é o que a acontece aos governantes russos.
Amândio Gonçalves Cordeiro - Jorge Veiga O que é que tem a ver com a Ucrânia a Nato ser um bloco colonialista e imperialista?
Jorge Veiga - Amândio Gonçalves Cordeiro acha que a NATO é isso? Leia livros melhores.
Antero Filgueiras - A sinistra e criminosa Rússia, através de um hiper corrupto, é quem decide o que se aplica e aquilo que não se aplica. Se Kamala Harris estivesse sentada na Casa Branca, o mundo veria como a Rússia já teria tombado....de joelhos.Estranha é a forma estúpida como o mundo continua a olhar para a Rússia, que mais não é que um gigante com pés e pernas de areia.
João Fernandes - O verdadeiro nazi
Maria Vilar de Almeida - Para Informação: a Rússia não é a União Soviética. A União Soviética era Comunista, a Rússia é uma OLIGARQUIA, tal como a Europa. Isto para quem ainda pense, que na UE se vive em DEMOCRACIA!!! ![]()

O ex-ministro dos Transportes russo, Roman Starovoit, que foi demitido na segunda-feira [7jul2025] por Vladimir Putin, foi encontrado morto em Odintsovo, na região de Moscovo, na Rússia. A agência noticiosa russa Ria Novosti avançou que Roman Starovoit cometeu suicídio... eu não sei se foi assim... eu não estava lá ![]()
Adriano Marques - Caiu da varanda ou bebeu chá do Putin... ![]()
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Isabel Vieira Santos - A agência é novosti ou novishok?
Joaquim Figueiredo - A mania de ir para as varandas
David Ribeiro - Deu um tiro na cabeça quando estava dentro do seu carro... ao que dizem, eu não estava lá para confirmar ![]()
Adriano Marques - David Ribeiro não percebi, quem é que deu um tiro na cabeça do Roman Starovoit??? ![]()
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Jose Bandeira - Suicídio assistido... ![]()

"A ofensiva de verão terá provavelmente um lançamento suave, com um aumento constante do número e da escala dos ataques numa área cada vez mais vasta em torno do eixo principal. De facto, há indicações de que este processo já começou" (por Jack Watling, investigador do think tank britânico Royal United Services Institute)
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) está a investigar um possível ataque com drones perto do tanque de arrefecimento da central nuclear ucraniana de Zaporijia, sob controlo russo desde 2022. "Se este relato for confirmado, representará um ataque completamente inaceitável nas proximidades de uma grande central nuclear", afirmou o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, em um comunicado divulgado na terça-feira [1jul2025] à noite. "Quem estiver por trás destes ataques está a brincar com o fogo. Isto deve parar imediatamente", acrescentou Grossi.
O Pentágono decidiu suspender a entrega de algumas defesas aéreas e outras munições de precisão à Ucrânia devido a preocupações com as reservas dos EUA, que poderão ser demasiado reduzidas.
As forças russas realizaram um ataque com mísseis e 60 ataques aéreos, utilizando dois mísseis e 119 bombas aéreas guiadas, entre a manhã de terça-feira e quarta-feira [1 e 2jul2025], adiantou o Estado-Maior das Forças Armadas de Kiev. Os ataques aéreos russos atingiram as regiões de Sumy, Kharkiv, Dnipropetrovsk, Donetsk, Zaporijia e Kherson.
Aos jornalistas, Yuri Ushakov, conselheiro de Vladimir Putin, afirmou que a chamada telefónica entre o presidente russo e o homólogo americano, Donald Trump, durou "quase uma hora" na quinta-feira [3jul2025]. Durante a chamada, disse Ushakov, citado pela Tass, Trump voltou a levantar a questão de terminar a guerra da Ucrânia "de forma rápida". Do lado russo, Vladimir Putin garantiu ao presidente dos EUA que a Rússia "não vai recuar nos seus objetivos na Ucrânia" e continua focada em "remover as causas de fundo" da guerra. Putin disse também a Trump que a Rússia está disposta a continuar a negociar, e garantiu que as negociações bilaterais na Turquia vão continuar.
Na madrugada de sexta-feira [4jul2025], mais de 500 drones russos incendiaram prédios e carros por toda a capital ucraniana e danificaram a principal estação de comboios. A empresa ferroviária estatal adiantou que a estação de comboios de Kiev foi danificada pelo ataque russo e vários comboios têm sido desviados para outras estações fora da capital ucraniana.
Jose Luis Soares Moreira - Principalmente desde que os EUA ou Trump cortou a ajuda para a defesa. Infelizmente
O primeiro-ministro húngaro voltou a insistir esta sexta-feira [4jul2025] que a Ucrânia não vai aderir à União Europeia, afirmando que a sua opinião é a mesma de outros países, sem citar exemplos, que se opõem a tal expansão. "A integração [da Ucrânia] não se tornará realidade", declarou Viktor Orbán no seu discurso de sexta-feira na rádio pública Kossuth, sublinhando que a recusa do seu Governo, o principal aliado da Rússia na União Europeia, não pode ser ignorada.
O ministro da Energia ucraniano, Germán Galushchenko, revelou esta sexta-feira [4jul2025] que um ataque russo afetou as linhas de energia que ligam a central nuclear de Zaporíjia, localizada em território ocupado no sul da Ucrânia, à rede elétrica. A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) confirmou que a maior central nuclear europeia ficou fora de funcionamento, às 17h36 horas locais (15h36 em Portugal continental), o que aconteceu pela nona vez desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022, e pela primeira vez no último ano e meio.
Os maiores aeroportos da Rússia registaram atrasos e cancelamentos de voos durante horas neste sábado [5jul2025], após as autoridades terem imposto restrições temporárias devido a uma ameaça de ataques de drones ucranianos, informou o canal de telegrama pró-Kremlin Shot.
É muito capaz de ser assim...
...ou seja, se houver mesmo uma hipotética guerra entre a Europa e a Rússia, estamos muito bem servidos com os nossos "aliados" do leste europeu. Mas quiseram-os na EU e na NATO... agora aguentem.
South China Morning Post, jornal de Hong Kong
O ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, disse à chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, que Pequim “não pode permitir” uma derrota da Rússia na guerra da Ucrânia. A notícia é avançada pelo South China Morning Post, jornal de Hong Kong, que afirma serem os próprios responsáveis europeus a ficaram surpreendidos com a franqueza do ministro chinês que, no entanto, rejeitou a acusação de que a China está a apoiar materialmente a Rússia no seu esforço de guerra.
Jorge Veiga - As falsidades dos dias de hoje, seja onde for. É preciso ter muita fé para acreditar no que dizem, seja de que lado estivermos.
Mário Paiva - A surpresa será a sinceridade da declaração, mas não se poderia pensar que houvesse outra atitude, com os radicais dos States a declararem abertamente e sem subterfúgios que o seu alvo principal a curto/médio prazo é a China... ...quanto mais resiliente for a Rússia, mais se fortalece a China... ...a geopolítica é um vaso comunicante multicapilar...
Jose Bandeira - Na fotografia só falta o "Mini-me" Kim Jong-un para completar o trio-maravilha, cada um com o seu super ego sem limites de crueldade. Do outro lado, o palhaço das "Stars and Stripes" continuará a desempenhar o papel de bobo da corte até que a cabeça lhe caia dos ombros...
...estão longe de chegar a um acordo de paz, apesar das negociações
(Rita Monteiro, jornalista do CM em 29jun2025)

A Rússia e Ucrânia estão longe de chegar a um acordo de paz, apesar das negociações. Kiev continua a exigir que exército russo se retire das cinco regiões ocupadas. A Rússia quer que a Ucrânia renuncie aderir à NATO e reconheça o seu controlo sobre esses territórios, condições que Kiev considera inaceitáveis. Vladimir Putin admite que os dois países defendem propostas “absolutamente opostas”. “Não há nenhuma surpresa. Trata-se de dois memorandos absolutamente opostos. Mas as negociações são organizadas e conduzidas precisamente com o objetivo de encontrar pontos em comum”, sublinhou o presidente russo.
Putin diz que os negociadores russos e ucranianos estão “em contacto permanente”, nomeadamente para chegar a acordo sobre um local e uma data para uma terceira ronda de negociações diretas, após as reuniões de 16 de maio e 2 de junho na Turquia.
Até agora, as negociações só progrediram em trocas de prisioneiros, soldados feridos e corpos, sem haver um avanço em temas sensíveis como cessar-fogo, soberania, fronteiras ou garantias de segurança.
Esta semana os líderes da NATO confirmaram o seu compromisso de gastar 5% do PIB na defesa até 2025, com uma revisão dos objetivos em 2029.
Entretanto...
O diretor do Serviço de Informações Externas da Rússia (SVR), Sergei Narychkin, anunciou no domingo [29jun2025] que falou com o chefe da CIA norte-americana, John Ratcliffe, numa nova troca oficial de impressões relativas a questões de interesse para os dois países.
Forte ataque russo à Ucrânia de sábado para domingo [28 para 29jun]. A Rússia lançou 477 drones e 60 mísseis, dados foram avançados por Kiev.
Um piloto ucraniano foi morto e o seu caça F-16 perdeu-se durante o ataque noturno de mísseis e drones russos em grande escala, disse o exército ucraniano no domingo [29jun2025]. Foi a terceira perda de um F-16 durante a guerra. "O piloto usou todas as armas a bordo e abateu sete alvos aéreos. Ao abater o último, sua aeronave foi danificada e começou a perder altitude ", disse a Força Aérea ucraniana.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinou no domingo [29jun2025] um decreto a solicitar a retirada de Kiev da convenção internacional que proíbe as minas antipessoais - "Convenção de Ottawa" -, de acordo com um documento publicado pela presidência, após mais de três anos de invasão russa.
Por onde eu ando...
Nova Crítca - vinho & gastronomia
PINN (Portuguese Independent News Network)
Meus amigos...
A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
Antes Que Me Passe a Vontade (Nanda Costa)
Caderno de Exercícios (Celina Rodrigues)
Cerâmica é talento (Pataxó Lima)
Clozinha/and/so/on (Maria Morais)
Do Corvo para o Mundo!!! (Fernando Pimentel)
Douro de ouro, meu... (Jorge Carvalho)
Douro e Trás-os-Montes (António Barroso)
Escrita Fotográfica (António Campos Leal)
Let s Do Porto (José Carlos Ferraz Alves)
Life of a Mother Artist (Angela Ferreira)
Marafações de uma Louletana (Lígia Laginha)
Matéria em Espaço de Escrita com Sentido (Mário de Sousa)
Meditação na Pastelaria (Ana Cristina Leonardo)
Memórias... (Boaventura Eira-Velha)
Mente Despenteada (Carla Teixeira)
Nortadas (Francisco Sousa Fialho, João Anacoreta Correia e outros)
O Portugal Futuro (Tiago Barbosa Ribeiro)
O Porto em Conversa (Vitor Silva)
Os meus apontamentos (Vitor Silva)
Renovar o Porto (Rui Farinas e Rui Valente)
Reportagens de Crítica, Investigação e Opinião (Tron)
Que é que se come por aqui (Ricardo Moreira)
Servir o Porto (Pedro Baptista)
Um Rapaz Mal Desenhado (Renato Seara)
Vai de Rastos (Luís Alexandre)
(IN)TRANSMISSÍVEL (Vicente Ferreira da Silva)
Adoradores de Baco...
Site de Prova de Vinhos (Raul Sousa Carvalho)