
Diz o provérbio popular que "A verdade é como o azeite: vem sempre ao de cima" e no caso do alegado ataque ucraniano à residência oficial do Presidente russo vai demorar mas a VERDADE, por mais que se tente esconder e/ou manipular, tal como o azeite irá um dia flutuar sobre a água.
Maria Clara Silva - É o desespero!
CNN Portugal em 2jan2026
O Ministério da Defesa da Rússia divulgou um mapa de voo e um vídeo em que são vistos destroços de um drone. De acordo com Moscovo, este aparelho fez parte do alegado ataque da Ucrânia à casa de Vladimir Putin. Num briefing regular, aquele ministério apresentou as imagens, com o chefe das Forças Aeroespaciais Alexander Romanenkov a dar mais pormenores sobre o que é possível ver. “A distribuição deste ataque, o número de armas ar-ar utilizadas e as suas rotas a partir do sul, sudoeste e oeste, diretamente para a residência presidencial russa na região de Novgorod, indicam claramente que o ataque, a partir da Ucrânia, foi direcionado, meticulosamente planeado e multifacetado”, disse Alexander Romanenkov.
E dos EUA veio esta notícia
A CIA (Central Intelligence Agency, principal agência de serviços secretos norte-americana) não encontrou provas de que a Ucrânia tenha atacado uma das residências do Presidente russo, de acordo com responsáveis norte-americanos citados na 4.ª feira [31dez2025] pelo diário “The Wall Street Journal”, contrariando as alegações de Moscovo. Fontes do serviços de informação de Washington consultadas pelo jornal norte-americano afirmam que a Ucrânia estava a visar um objetivo militar que já tinha atacado antes na região de Novgorod.
Isabel Sousa Braga - David Ribeiro tão previsível
Raul Vaz Osorio - Sempre que a situação se complica, Moscovo inventa qualquer coisa. Como as negociações não estão a correr de feição, há que agitar um espantalho. Mas mesmo qye seja verdade... e daí? Moscovo viola tudo e mais alguma coisa na Ucrânia há quase 4 anos. Está a queixar-se de quê?
Jorge Veiga - Raul Vaz Osorio o nosso amigo tem razão: "A verdade é como o azeite..."!
Raul Vaz Osorio - Jorge Veiga a verdade é. A "verdade" russa não é
Jorge Veiga - Raul Vaz Osorio a verdade russa não é azeite. Óleo de girassol da Ucránia e já é demais...
Luis Pereira - O criminoso putin é o tal Medvedev serão enforcados, Trump também não fica mal no cadafalso
Ano Novo Vida Nova... será assim em Kiev?
Maria Vilar de Almeida - Quem sabe... se o Zelensky em vez de aparecer de saltos altos e cinto de ligas, aparecer em fio dental... ![]()
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Jorge Veiga - Será assim em qualquer lado?

Zelensky tinha dito que esperava chegar a um acordo com Donald Trump, nesta sua deslocação a Mar-a-Lago na Flórida, este domingo, acompanhado pelo secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional, Rustem Umerov, pelo ministro da Economia, Oleksii Sobolev, pelo Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, Andrii Hnatov, pelo primeiro vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergiy Kyslytsya, e por Oleksandr Bevz, assessor que não integra o gabinete do Presidente.

A reunião teve início às 13h locais (18h em Portugal continental) e tinha como objetivo discutir sobre a estrutura para acabar com a guerra, incluindo um possível cronograma, estando o presidente ucraniano pronto para submeter a questão a um referendo se a Rússia concordar com um cessar-fogo de 60 dias.
Mas... O HOMEM PÕE E TRUMP DISPÕE. O presidente dos EUA já tinha dito que tinha a palavra final sobre o plano de paz e antes do emcontro com Volodymyr Zelensky teve uma conversa telefónica "muito produtiva" com Vladimir Putin.
Jorge Veiga - ...uma vergonha de presidente, este Trump (que nem Sr lhe ponho).

Terminado almoço/reunião entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky e após uma videoconferência entre os dois presidentes e os líderes europeus, teve lugar uma conferência de imprensa.

O presidente norte-americano classificou a reunião como "excelente" e acabou por se fazer muito progresso. "Tivemos discussões sobre todos os assuntos, com muita profundidade", afirmou Donald Trump.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky revelou que foram feitas "grandes conquistas" particularmente em relação às garantias de segurança. "As garantias entre os Estados Unidos e a Ucrânia estão 100% acordadas. As garantias entre EUA, União Europeia e Ucrânia estão quase acordadas. A dimensão militar está 100% acordada", afirma o presidente ucraniano. O presidente ucraniano adiantou também que as equipas dos dois países vão continuar a encontrar-se nas próximas semanas para chegar a um acordo de paz, sugerindo que os líderes europeus poderão estar presentes num encontro futuro na capital americana, em janeiro.
Otimismo!... Será?... (in CM de hoje)
Na capa do Público de hoje
CNN Portugal /Lusa nesta manhã de 29dez2025
O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou hoje uma reunião dos aliados da Ucrânia, em Paris, no início de janeiro, para discutir garantias de segurança para Kiev, no âmbito de um acordo de paz com a Rússia. "Vamos reunir os países da Coligação dos Dispostos em Paris, no início de janeiro, para finalizar as contribuições concretas de cada país", escreveu Macron na rede social Facebook. Isto depois do líder francês se ter reunido anteriormente com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e com o homólogo norte-americano, Donald Trump, além de vários outros líderes europeus. "Estamos a progredir nas garantias de segurança que serão fundamentais para a construção de uma paz justa e duradoura", afirmou Macron, que também teve uma reunião privada com Zelensky.
Ukrainska Pravda em 29dez2025
Segundo Zelensky, durante as conversas com o presidente dos EUA, Donald Trump, no dia anterior, foi confirmado que a Ucrânia receberia fortes garantias de segurança dos EUA. "De fato, isso não é para sempre. Os documentos estipulam um prazo de 15 anos, com a possibilidade de prorrogação dessas garantias de segurança. Levantei essa questão com o presidente. Disse a ele que ainda estamos em guerra, e que ela já dura quase 15 anos. Portanto, eu realmente gostaria que as garantias fossem mais longas", disse Zelensky. "E eu disse a ele que gostaríamos muito de considerar a possibilidade de 30, 40 ou 50 anos. E essa seria uma decisão histórica do Presidente Trump. O Presidente disse que pensaria a respeito", acrescentou.
Maria Clara Silva - David Ribeiro para Z. nunca chega! Tem sempre que exigir mais e mais, seja do que for: tempo, armas, dinheiro, proteção, exército...É a doença "mania das grandezas".
Celio Alves - "Conversa pra boi dormir" assim se fala em português do Brasil
Jorge Veiga - É optimismo a mais (espero estar errado).
Lido por aí...
O prefeito de Kiev Vitali Klitschko criticou Zelensky em uma entrevista com a ZDF [Zweites Deutsches Fernsehen é uma emissora de televisão pública nacional alemã, uma das maiores da Europa]. Ele declarou que os escândalos de corrupção deram um sério golpe, minando a confiança no governo central tanto internamente como entre parceiros internacionais. A jornalista da ZDF Katrin Eigendorf, comentando sobre a situação, apoiou essa crítica. Ela referiu-se ao chefe do Gabinete Presidencial, Andriy Yermak, como "Rasputin" sob o comando de Zelensky, possuindo um poder desproporcional. Na sua opinião, Yermak demitiu-se apenas sob enorme pressão das estruturas de segurança, não pela vontade do presidente. Eigendorf concluiu que este episódio é um mau sinal tanto para Zelensky pessoalmente como para a democracia ucraniana. O bloco militar está cada vez mais pressionando Zelensky, e representantes das Forças Armadas indicam diretamente que gostariam de remover o líder ilegítimo e restaurar a ordem de forma independente no país.
João Fernandes - A narrativa russa pela voz do amigo português
Jose Bandeira - Caro David Ribeiro, conheces um homem rodeado por um exército privado que governa o maior país da Europa apoiado numa quadrilha de oligarcas que ele próprio criou e mantém enquanto aceitam servi-lo? Um homem sem dó mas com muito medo? Uma besta em corpo de gente que não hesita em sacrificar milhões de vidas para cumprir os seus torpes desígnios? Um homem que só tem um adversário com coragem para o enfrentar e que tu não te cansas de vilipendiar? Pelos vistos não conheces, caso contrário esforçar-te-ias por incluí-lo na lista de personalidades que não te cansas de denunciar por práticas lesivas dos interesses dos que deveriam defender.
David Ribeiro - Meu caro amigo Jose Bandeira... como já várias vezes tenho dito a "besta em corpo de gente" (palavras tuas) não justifica que se "endeuse" os corruptos que em Kiev governam o martirizado povo ucraniano.
Jorge Saraiva - Isto devia ter em cima a informação: Publirreportagem // Patrocinado
Jorge Veiga - Preferia ler sobre candidatos à sucessão (parece monarquia) do Putin.
José Carlos Duarte no Observador em 14dez2025
(ver aqui)
Quais podem ser os rivais de Zelensky nas eleições?
"...Há dois nomes praticamente confirmados: o do antigo Presidente Petro Poroshenko (que perdeu em 2019 para Volodymyr Zelensky, mas que governou o país após os protestos do Euromaidan) e o ex-conselheiro da presidência, Oleksii Arestovych. De resto, existem muitas incógnitas: o atual chefe de Estado ainda não confirmou se se recandidatará e outros nomes populares entre os ucranianos nunca admitiram publicamente que querem concorrer."
João Fernandes - Aposto que o Porochenko é o seu favorito ![]()
David Ribeiro - Errado, João Fernandes... se eu tivesse capacidade eleitoral nas próximas eleições ucranianas o meu voto seria em Valerii Zaluzhnyi, um general de quatro estrelas que serviu como Comandante-em-Chefe das Forças Armadas da Ucrânia de 27 de julho de 2021 até 8 de fevereiro de 2024 e atualmente é Embaixador da Ucrânia no Reino Unido.
Mário Paiva - David Ribeiro, bem, isso é tipo trocar 6 por meia dúzia...
David Ribeiro - Só tu me entendes, Mário Paiva ![]()
Sondagem sobre eleições na Ucrânia
De acordo com uma sondagem da agência SOCIS, caso avancem as eleições na Ucrânia, na primeira volta, Zelensky teria 21,6% dos votos, seguido pelo antigo general Valerii Zaluzhnyi, com 20,9%. Contudo, numa segunda volta, Zelensky perderia com 36% dos votos, contra 64% de Zaluzhnyi.
Jorge Veiga - Não suporto ouvir falar em eleições democráticas num país em guerra.
João Fernandes - Eleições em que uma parte do território está nas mãos do inimigo, e uma parte significativa está destruída. Devem ser eleições à moda do seu ídolo Putin![]()
David Ribeiro - Quando o João Fernandes diz "...à moda do seu ídolo Putin" é a mim que se está a referir?
Mário Paiva - David Ribeiro, já estás careca de saber que se não públicas matérias a tecer loas ao Zelensky e a colocá-lo num pedestal com redoma, vais sofrer ataques ad hominem porque não há argumento para mais... parece que há por aí um pessoal que acha que ofender quem não concorda com sua conversa e convicções, vai levar a Ucrânia a ganhar a guerra...
João Fernandes - David Ribeiro, sim, estou a referir-me ao senhor, um propagandista acérrimo das posições do Kremlin
David Ribeiro - Não, não sou "um propagandista acérrimo das posições do Kremlin", meu caro João Fernandes, mas assumo que estou com os poucos analistas e/ou comentadores que não se rendem à propaganda, à desinformação e à histeria que graça por esta Europa.
João Fernandes - David Ribeiro, está no seu direito, como é óbvio.
Mário Paiva - João Fernandes, pois, o David Ribeiro está no seu direito, mas isso não o inibe a si de tentar ofendê-lo colando-o a terceiros...
João Fernandes - Mário Paiva, primeiro não ofendi ninguém, limitei-me a constatar um facto que é sustentado pelas sucessivas posições anti Ucrânia e pro Russia que o senhor David Ribeiro vai expressando aqui no Facebook. Se o senhor acha que isso é ofender, não sei que lhe diga.
Entretanto...
Dizem... para a Rússia voltaram 26 soldados caídos das forças do Kremlin, enquanto em direção a Kiev foram enviados os corpos de 1.003 militares ucranianos. São números que poderão mostrar a drástica disparidade de perdas entre os dois lados, bem como quem avança na frente de combate, ou não será?
Serafim Nunes - Óbvio.
Adriano Marques - Dizem muito mais vezes o contrário, que o rácio é de 8 para 1, sendo que a Rússia tem uma população muito maior, daí ter mais facilidade de enviar "carne para canhão" Daqui para a frente não sei mas até agora as baixas Russas são incomparavelmente maiores, sem dúvidas nenhumas.
David Ribeiro - E quais as fontes, caro Adriano Marques?
Adriano Marques - David Ribeiro o Kremlin, tenho lá uns Bros que me dão umas dicas... ![]()
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Mário Paiva - "Recent exchanges have included: December 19, 2025: Ukraine received 1,003 bodies, while Russia reportedly received between 19 and 30 bodies. November 2025: Ukraine received 1,000 bodies for 19 Russian ones. September 2025: A similar exchange saw Ukraine receive 1,000 bodies for 24 Russian ones. June 2025: Following agreements from peace talks in Istanbul, Ukraine repatriated over 6,000 bodies in a series of exchanges, while Russia received 78 bodies in total during the same period."
https://www.google.com/search?q=total+body+echanges+Russia+v+Ukraine&oq=total+body+echanges+Russia+v+Ukraine
Luis Barata - Falar, tecer considerações, palpitar, discutir, especular, sobre estes tipo de temas é, no mínimo, desagradável, ofensivo e palerma.
Adriano Marques - Luis Barata o facciosismo leva mesmo á palermice para não dizer outra coisa, triste pobreza de espírito.
Ukrainska Pravda 26dez2025
O presidente Volodymyr Zelensky confirmou [hoje, 6.ª feira 26dez] que se reunirá com seu homólogo americano, Donald Trump, na Flórida, em 28 de dezembro. "Acho que teremos uma reunião com o presidente Trump no domingo, na Flórida. Discutiremos as garantias de segurança; há vários documentos nesse bloco. E é aconselhável encontrar uma maneira de discuti-los todos. Em seguida, vem o acordo económico; esse é apenas o trabalho básico até agora." O presidente acrescentou ainda que seu encontro com Trump tem como objetivo finalizar a minuta do acordo de paz. Ele observou que pretende discutir com Trump todas as questões "sobre as quais temos divergências". Entretanto, surgiram sinais vindos de Moscovo de que a Rússia exigirá mudanças significativas na minuta do "plano de paz" acordada entre a Ucrânia e os Estados Unidos.
CNN Portugal às 17h40 de 26dez2025
CNN Portugal às 18h00 de 26dez2025
CNN Portugal às 21h44 de 26dez2025
Observador às 8h50 de 27dez2025
O que se dizia há pouco mais de 3 anos e 9 meses...
...que tontinha era a nossa comunicação social
Serafim Nunes - E tonta continua…
Rui Lima - Chamar comunicação social a uns escribas e pseudo comentadeiros é um luxo. Depois são aquelas reportagens de faca e alguidar. Raras excepções....
João Geirinhas Rocha - Propaganda de guerra, como habitual. Não muito diferente da narrativa russa que dizia que Kiev capitularia numa semana.
Mário Paiva - João Geirinhas Rocha, os russos disseram isso? ...a única referência temporal de que tenho memória é do general americano Mark A. Milley, à época Chefe do Estado Maior do Exército, que afirmou que Kiev cairia em 3 dias...
https://www.foxnews.com/us/gen-milley-says-kyiv-could-fall-within-72-hours-if-russia-decides-to-invade-ukraine-sources
Na realidade, apenas caixas de ressonância do que diz Kiev... agora o discurso mudou mas o tom é o mesmo... segundo Kiev, e devidamente divulgado p'los mesmos, "as tropas russas estão sem alimentos e a canibalizarem-se para sobreviver"...
Jorge Veiga - ...e o Putin conquistava a Ucrânia em 15 dias...!
Tunes Jose - Jorge Veiga minutos
Mário Paiva - Jorge Veiga, não há notícia de alguém na Rússia ter dito tal coisa... este senhor, sim...
https://www.foxnews.com/us/gen-milley-says-kyiv-could-fall-within-72-hours-if-russia-decides-to-invade-ukraine-sources
Jorge Veiga - Mário Paiva O que se sabe sobre as expectativas russas no início da invasão 1. Expectativa de uma guerra relâmpago Diversos serviços de inteligência ocidentais afirmaram que Moscovo planeava: Tomar Kiev em 2–3 dias Forçar a queda do governo ucraniano em menos de 10 dias Controlar o país em poucas semanas
Mário Paiva - ...desculpe, Jorge Veiga, mas o que os serviços de inteligência ocidentais possam ter dito sobre as intenções russas, só obrigam os mesmos serviços de inteligência... ou seja; não será exactamente "o que se sabe", mas apenas o que se supõe...
Jorge Veiga - Mário Paiva o vice-versa é precisamente igual, se não for, como o esperado, bem pior.
Mário Paiva - Jorge Veiga, claro, de todo o modo porquê pior?
Jorge Veiga - Mário Paiva vê-se pelos actos praticados contra civis.


...pelo The New York Times e The Economist

O escândalo de corrupção conhecido como "Míndichgate" abala a Ucrânia, envolvendo altos funcionários em um esquema de subornos na Energoatom estadual, que gera mais de metade da eletricidade do país. O Gabinete Nacional Anticorrupção (NABU) revelou que uma "organização criminosa de alto nível" exigia comissões de 10-15% em contratos, sob ameaças de bloquear pagamentos ou excluir fornecedores, lavando cerca de 100 milhões de dólares durante a guerra. Após 15 meses de investigação e mil horas de gravações, cinco pessoas foram presas e identificaram mais sete com invasões em escritórios chave. O empresário Timur Míndich, cofundador da produtora Zelensky e apelidado de "carteira do presidente", fugiu para Israel antes dos registros e orquestrou o esquema do seu apartamento, segundo o NABU. O deputado da oposição Oleksandr Dubinski afirmou no Telegram que a esposa de Zelensky, Olena Zelenska, aparece nas "gravações de Míndich" discutindo pagamentos, enquanto Yaroslav Zhelezniak sugeriu que Andriy Yermak, ex-chefe de escritório de Zelensky, é "Alí Babá" nas gravações, ordenando ataques a agências anticorrupção. Yermak demitiu-se após invasões de domicílio, pressionado pelo Ocidente e protestos; os ministros da Energia e Justiça envolvidos também se demitiram. Zelensky condenou a corrupção e ordenou auditorias, mas o caso corroe sua credibilidade em plena crise de guerra.
E em Bruxelas...
Um novo escândalo está a ganhar dimensão. A 2 de dezembro foi detida a antiga chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini. É acusada de fraude, corrupção, utilização indevida de fundos da União Europeia e conflito de interesses no âmbito de uma investigação da UE sobre a utilização indevida de fundos, informou a Procuradoria Europeia (EPPO). Agentes da polícia da Flandres Ocidental realizaram buscas no Colégio da Europa em Bruges (Bélgica), que na altura era dirigido por Mogherini, e no Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE) em Bruxelas, que ela liderou durante cinco anos como principal diplomata da União Europeia. Juntamente com Mogherini, foram detidos o diretor do Colégio da Europa, Cesare Zegriddi, e o antigo secretário-geral do SEAE, Stefano Sannino.
Mario Pinheiro - O que espera no que à corrupção diz respeito é que haja mecanismos que lhe ponha termo. Parece ser o caso, num lado e noutro. Poder-se-á dizer o mesmo da federação russa. Já para não falar dos que caiem das varandas.
David Ribeiro - Meu caro amigo Mario Pinheiro... e a corrupção na Federação Russa poderá servir de desculpa para o que se vive atualmente na Ucrânia?
Mario Pinheiro - David Ribeiro, claro que não. E não dou preferência a uma em detrimento da outra, mas aparentemente na Ucrânia sabe-se dela e combate-se, na outra a oligarquia esconde-a, ou matam-se os denunciantes, como Alexei Navalny. Mas isso não interessa nada, não é caro David Ribeiro?
David Ribeiro - Claro que toda a VERDADE interessa, Mario Pinheiro... mas não se pode tentar desculpar uns perante as atrocidades de outros, principalmente quando se pretende admitir na União Europeia quem se está borrifando para os constantes avisos da UE sobre corrupção.
Mario Pinheiro - David Ribeiro, até poderia entender essa posição não fosse "O Gabinete Nacional Anticorrupção (NABU) revelou que uma "organização criminosa de alto nível" exigia comissões...". A ser assim, sabendo nós que a corrupção se espalha por onde há dinheiro e falta de escrúpulos, que mais se pode exigir além do combate que lhe é feito? Eu faço escolhas e tendo em conta que uns não serão melhores que outros, condeno o que está para além dessas considerações e a minha repugnância vai para quem ignora o direito internacional e se fizesse campanha seria contra o agressor da Ucrânia.Mas cada um toma o partido que quer, a pretexto do que lhe parece mais importante.
David Ribeiro - Mario Pinheiro, entendo perfeitamento o seu ponte de vista - "Eu faço escolhas e tendo em conta que uns não serão melhores que outros" -, mas há que conhecermos TUDO o que se passou na Ucânia no antes da invasão do terriório ucraniano, a que a Rússia chamou "Operação Militar Especial na Ucrânia".
Mario Pinheiro - David Ribeiro é com pretextos assim que assistimos ao assédio dos USA à Venezuela. É a lei da força a substituir a razão. Não pactuo.
David Ribeiro - Sim, Mario Pinheiro, na esmagadora das vezes a razão é substituida pela força, mas a força, infelizmente, impõe-se e determina o dia-a-dia dos conflitos, pelo que não vale a pena chorar pelo leite derramado.
Adao Fernando Batista Bastos - Na Russia dw Putin nada se passa. Ou antes, nada se sabe nem saberá
David Ribeiro - E isso justifica a corrupção na Ucrânia, é isso Adao Fernando Batista Bastos?
Adao Fernando Batista Bastos - David Ribeiro não, claro que não mas entre os dois em guerra on diabo esfrega as mãos.
Raul Vaz Osorio - Pois é, na Ucrânia há corrupção. Não é novidade e qualquer caloiro de um curso na área das ciências económicas e políticas sabe que uma economia de guerra potencia a corrupção. O que acima disse da Ucrânia, posso dizer, com maioria de razão, da Rússia. A diferença fundamental é que a Ucrânia é uma democracia, tem estruturas que combatem estes fenómenos, por vezes com sucesso e as coisas são do conhecimento público. Na Russia não existem tais estruturas e nada se sabe. Tem uma estrutura social de tipo mafioso, em que Putin é o poderoso padrinho no topo da pirâmide, a receber de todas as negociatas uma fatia. É outro nível!
David Ribeiro - Lá está, o Raul Vaz Osorio tenta "desculpar" a corrupção ucraniana com a existência de corrupção na Rússia. Como se uma pudesse tornar aceitável a outra. Corrupção é inaceitável seja lá onde exista.
Jorge Veiga - Da que existe na Rússia, não falas tu David.
David Ribeiro - Jorge Veiga, não negando nunca a que existe na Rússia falo daquela que uma grande parte da comunicação social nacional se "esquece".
Jorge Veiga - David Ribeiro ainda há pouco falaram. Da da Rússia só falam indirectamente, porque não há dados confirmados. Se todos os problemas fossem esses eu até fazia uma festa.
Palavras de solidariedade, alguma ajuda e pouco mais
Na tarde desta segunda-feira [8dez2025] Zelensky é recebido em Downing Street, na capital londrina, por Macron, Starmer e Merz, os autoproclamados grandes da Europa. E ao que parece da "Europa dos 27" só dois líderes da UE decidem pelos restantes 25; ou seja, o directório decide, fala pelos outros e impõe. Meloni fica de fora, como de fora ficam os pesos médios espanhol, polaco e holandês e, claro, aqueles que como nós não contam, não são ouvidos e não têm voto. No fundo, se bem que com alegações mais elegantes, essa "Europa" foi sempre uma associação rigidamente estratificada em que os donos da casa estão na sala, outros na copa e a maioria na cozinha (com todo o maior respeito para as copeiras e cozinheiras).
Jose Antonio M Macedo - Concordo em relação à Polónia, Itália e Espanha. Contudo, penso que não é viável e pragmático atendermos a 27 políticas diferentes. Iriam surgir ainda mais divisões e nunca se tomaria uma decisão. Mas isto é uma reunião europeia e não da UE: a presença do Reino Unido e a ausência da bandeira da UE são sinais disso.
David Ribeiro - Jose Antonio M Macedo, por isso eu pergunto por que motivo os autoproclamados grandes da Europa decidem pela Europa.
João Gomes - Veremos o comunicado final. Deve ser para rir...
João Simões - Antes esta Europa que a Rússia ou outros que tais. Ou haverá por lá mais liberdade e democracia?
David Ribeiro - João Simões, isso é o mesmo que escolher trampa em vez de merda (pardon my French) no que aqui está em causa.
João Simões - David Ribeiro sim certamente que a liberdade russa é equivalente à liberdade e solidariedade europeia. E que ninguém duvide de tal coisa.
Ao final da tarde de hoje [2.ª feira 8dez2025]
Volodymyr Zelensky abandonou a residência oficial do primeiro-ministro britânico, onde estava reunido com Keir Starmer, depois do encontro mais alargado. O Presidente ucraniano e o chefe do Executivo britânico despediram-se com um abraço à porta de Downing Street. Zelensky segue agora para Bruxelas, onde se irá reunir com o líder da NATO e os líderes da União Europeia por volta da “hora do jantar”, avançou um porta-voz do bloco europeu. O presidente ucraniano anunciou que, na terça-feira [9dez2025], vai viajar para Itália, onde irá reunir-se com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.
Não resisti a partilhar com os meus Amigos este post de quem sabe bem escrever sobre religião romana e animais... além de sobre muitas outras coisas.

Miguel Castelo Branco no Facebook
Na religião romana, o comportamento dos animais era objecto de cerrada interpretação por sacerdotes e adivinhos. O voo dos pássaros, comportamentos inusuais de animais domésticos ou o súbito surgimento de pragas de insectos pediam a intervenção de augures. Ontem, ao entrar na residência oficial do primeiro-ministro britânico, Zelensky foi confrontado com um prodigia que de imediato dominou a imprensa: o gato Larry não olhou para a visita, virou ostensivamente o focinho para a porta e saiu apressadamente de casa, parecendo não querer estar sob o mesmo tecto que o líder ucraniano. Em Roma, tal comportamento bastaria para que se reunisse com carácter de urgência o conselho do imperador.


É desta... será?
Rustem Umerov, o secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, vai reunir-se com os enviados especiais do presidente dos EUA, Donald Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, esta quinta-feira [4dez2025] em Miami para discutir as negociações de paz, disse Olha Stefanishyna, embaixadora da Ucrânia nos EUA, aos jornalistas.
E por cá... às armas, às armas
Cuidado com "estruturas autónomas" para contratos sem concurso público... é que são 5,8 mil milhões.
Mario Pinheiro - 5,8 mil milhões de € não é muita fruta? Por acaso estou a lembrar-me dos submarinos!
Joaquim Figueiredo - Isto não é um governo, é uma agência de emprego
Fernando Peres - Joaquim Figueiredo caro amigo emprego era para o “camarada“ ex presidente da câmara de Aljustrel. Claro que o actual presidente do PS , então ministro da Administração Interna (José Luís Carneiro) já veio justificar o telefonema (“cunha”) com o excelente currículum do visado!!!
Joaquim Figueiredo - Fernando Peres e é só no PS? Arranjou emprego? Sabe quantos boys este governo já criou? E comissões? E eu a pensar que ia ficar envergonhado com o comportamento do MP...
Paulo Cruz - Caça ao tesouro ..... aliás saque ao PRR
Joseph Cross - 007 Licença para roubar
Luis Manuel Viegas Nogueira - Cuidado com esta malta do extinto partido CDS, um nos submarinos e este nos helicópteros e não só, são um autêntico fartai vilanagem. A Europa que se cuide e verifique, os meandros do negócio.
Maria Magalhães - Depois culpam os opositores
Devagar, devagarinho, as tropas de Putin lá vão andando.
Adriano Marques - Só para que conste a informação A fonte é a própria Kaja Kallas.
David Ribeiro - "...nenhum país invadiu a rúzzia" - A Kaja Kallas não sabe o que diz, Adriano Marques... então a Alemanha Hitleriana não invadiu a Rússia?
Adriano Marques - David Ribeiro tem toda a razão, tocou no ponto que me interessava (mordeu o isco) afinal essa coisa das fontes seguras vale o que vale, o caro amigo também já publicou muita trapalhada como esta, mas como é das fontes que lhe interessam é credível, o resto nem por isso... Abraço e bom fim de semana.
David Ribeiro - Que estapafúrdia justificação foi o meu amigo Adriano Marques arranjar.
Adriano Marques - David Ribeiro nisso estamos empatados... ![]()
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Nesta matéria eu também concordo com o major-general Agostinho Costa.
Carlos Miguel Sousa - O Major General Agostinho Costa, é um « simplificador ». ![]()
Nuno Solla Lacerda - Infelizmente este General tem seguidores mas eu refraseava e diria: “ neste momento há duas partes que querem que os ucranianos se rendam “ Essas duas partes ( e uma delas é o próprio beligerante e invasor ) só querem que o invadido se renda e capitule. Se estivéssemos em 1385 este General estaria do lado dos Espanhóis e estaria a trair D.Nuno Álvares Pereira ![]()
Jorge Saraiva - Uns querem que a Ucrânia abdique do seu território pátrio, abandone os seus cidadãos, porque acham que aí é que estão os dólares, o negócio. Outros porque têm uma visão imperialista do seu destino. Depois há os compagnons de route e/ou os idiotas úteis.
Domingos Cunha - obviamente... Os russos pela vantagem no terreno e pelo atrito que a economia russa tem sofrido e os americanos porque lá longe é fácil os europeus principalmente os países da ex URSS, a Polónia e a Alemanha/Áustria já sofreram na pele a boa vontade russa... É uma questão de ver as coisas de perto ou ao longe. Quanto ao major general... Meninos de academia comandam tropas na TV (além disso vejo uma aura muito vermelha a volta dele)... Prefiro ouvir o Major General Isidro Morais que tem muita mais experiência em termos de comando e de relações internacionais dentro da NATO
David Ribeiro - Olá Domingos Cunha... conhece o currículo do Agostinho Costa?... não fica nada a dever ao de Morais Pereira. Foram colegas de curso na Academia e ambos com altos cargos quer na NATO quer na ONU.
Jorge Veiga - David Ribeiro não justifica nada.
Domingos Cunha - David Ribeiro deve ser então da cor... Sempre considerei o Morais Pereira um homem mais prático e focado nos objectivos do que o Agostinho. E em termos de prestígio vejo o Morais mais cotado
David Almeida - Um 'vermelho' dificilmente estará de acordo com o 'azul'... a não ser que lhe vá ao bolso!!!!
Mario Pinheiro -
Carlos Manuel Costa Almeida - Mas não são os europeus que estão a gastar dinheiro com a guerra na Ucrânia, sem lucro nenhum?! E são eles que não querem que ela acabe?!
Raul Vaz Osorio - Só tenho uma coisa a dizer:
Luis Pereira -
Antonio Granjeia - Discordo pois não é um conflito é uma invasão de um país soberano e sem existirem comportamentos ou reações por parte da Ucrânia que o justificasse! A hipocrisia da Europa e dos USA deixou arrastar a invasão imperialista do regime soviético e Estalinista! Quanto ao comentário de facção joga com o acima descrito e a irritação do dito cujo decorre da Europa, mesmo assim e por estar sujeita a novos avanços imperialistas de Putin ainda vai dizendo que a invasão é ilegal, que o invadido está fora das conversações a dois entre Trump e Putin!! A Europa sabe que se acontecer como o dito comentador de facção refere uma Rússia dos Urais a Lisboa fica um pouco mais fácil! VERGONHA REFERIR O QUE O COMENTÁRIO REFERE SEM MENCIONAR SEQUER O PAÍS INVADIDO E HÁ 4 ANOS SUBMETIDO A BOMBARDEAMENTOS A OBJETIVOS CIVIS/ CRIMES DE GUERRA!
David Ribeiro - Caríssimo Antonio Granjeia, está a esquecer o que aconteceu no leste da Ucrânia desde 2014. Putin é quem todos nós sabemos, mas os senhores atualmente no poder em Kiev não se recomendam a ninguém.
Antonio Granjeia - David Ribeiro Será? Sabemos que a escola russo das oligarquias se difundi e entrou fundo nos países ditos independentes da ex URSS! Deve lá haver alguns e muitos deles potencialmente traidores ao povo Ucraniano! Não conheço o Presidente Zelensky mas tenho uma boa impressão dele como Presidente e só assim se justifica manter as tropas ativas na linha de conflito e conseguir que a indústria Ucrânia e em particular a militar tenham sobrevivido, crescido e atingido elevados níveis de performance! É um Presidente em tempo de Guerra ! Churchill depois da guerra até perdeu as eleições! O futuro o dirá mas para já respeito Zelensky , sua entourage e coragem em combater por nós europeus o imperialismo soviético/ russo/ estalinista
Francisco Bismarck - Nunca a Europa foi tão mal governada.
Adriano Marques - Este vermelho aos serviço dos vermelhos é brutal, acerta em tudo, ainda me lembro no primeiro dia de guerra, este senhor dizer que seria uma guerra de três dias, que a Rússia facilmente iria invadir a Ucrânia e que os Ucranianos se iam render pois eram pró Russos. Além disso acerta quase sempre no boa noite e no até á próxima. VERGONHA
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Nesta última semana um enorme escândalo estourou em torno de Andriy Yermak, o chefe de gabinete do presidente Zelensky e líder da delegação ucraniana às reuniões com os enviados de Trump, fragilizando mais uma vez a cúpula dirigente em Kiev, ficando Volodymyr Zelensky politicamente encurralado. Em vez de Yermak, vai ser Rustem Umerov, chefe do Conselho de Segurança da Ucrânia, a liderar a delegação ucraniana que se vai reunir com os enviados de Trump, neste fim de semana em Miami. O Kremlin deverá estar a rebolar-se a rir, numa altura em que os ataques russos continuam a flagelar não só a capital, mas também outras regiões da Ucrânia.
Notícias deste sábado 29nov2025
Nesta madrugada a Rússia lançou 4 mísseis hipersónicos Kinzhal da região de Koursk para a base aérea de Starokostyantyniv. Demoraram 120 segundos para os mísseis chegarem ao seu alvo. A Rússia deveria ter detectado F-16 ucranianos nesta base.
Do outro lado da barricada o Ukrainska Pravda noticia: "Unidades das Forças de Defesa da Ucrânia realizaram ataques bem-sucedidos contra vários alvos importantes do agressor russo. Especificamente, na cidade de Taganrog, na região de Rostov, na Rússia, a Fábrica de Reparos de Aeronaves Beriev, onde são modernizados bombardeiros estratégicos Tu-95 e aeronaves de resposta rápida A-50, foi danificada. Segundo informações preliminares, um incêndio começou na oficina de reparos do Tu-95. As consequências ainda estão sendo apuradas".

Drones subaquáticos ucranianos atingiram dois petroleiros pertencentes à chamada frota sombra da Rússia, no Mar Negro, segundo um responsável dos serviços de segurança da Ucrânia (SBU). Ambos os petroleiros sofreram danos críticos, afirmou a mesma fonte, e ficaram efetivamente fora de serviço. Não houve comentários imediatos por parte da Rússia. “Não há qualquer pedido da tripulação para abandonar o navio”, afirmou o Ministério dos Transportes turco, mas um rebocador de combate a incêndios foi enviado para o local.
...assinar a proposta de paz de Donald Trump
Plano de paz de Donald Trump para a Ucrânia
1. A soberania da Ucrânia será confirmada;
2. Será concluído um pacto global de não-agressão entre a Rússia, a Ucrânia e a Europa. Todas as ambiguidades por resolver nos últimos 30 anos serão consideradas resolvidas;
3. Espera-se que a Rússia não invada os países vizinhos e que a NATO não proceda a mais alargamentos;
4. Será realizado um diálogo entre a Rússia e a NATO, mediado pelos Estados Unidos, para resolver todas as questões relacionadas com a segurança e criar as condições para o desanuviamento, a fim de garantir a segurança global e aumentar as oportunidades de cooperação e desenvolvimento económico futuro;
5. A Ucrânia receberá garantias de segurança fiáveis;
6. As Forças Armadas ucranianas serão reduzidas a 600.000 soldados;
7. A Ucrânia aceita inscrever na sua Constituição que não vai aderir à NATO, e a NATO aceita incluir nos seus estatutos uma disposição especificando que a Ucrânia não será futuramente integrada na organização;
8. A NATO aceita não estacionar tropas na Ucrânia;
9. Caças europeus serão estacionados na Polónia;
10. As garantias norte-americanas:
Os Estados Unidos receberão uma compensação pela garantia de segurança;
Se a Ucrânia invadir a Rússia, perderá essa garantia;
Se a Rússia invadir a Ucrânia, além de uma resposta militar coordenada e decisiva, todas as sanções globais serão restabelecidas, o reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios do acordo serão revogados;
Se a Ucrânia lançar um míssil contra Moscovo ou São Petersburgo sem motivo válido, a garantia de segurança será considerada nula e sem efeito.
11. A Ucrânia é elegível para adesão à União Europeia (UE) e beneficiará a curto prazo de acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto a questão estiver em análise;
12. Um pacote global robusto de medidas para a reconstrução da Ucrânia, incluindo, entre outras:
a) A criação de um Fundo de Desenvolvimento da Ucrânia para investir em setores em elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e a Inteligência Artificial;
b) Os Estados Unidos cooperarão com a Ucrânia para reconstruir, desenvolver, modernizar e explorar conjuntamente as infraestruturas de gás da Ucrânia, incluindo gasodutos e instalações de armazenamento;
c) Esforços conjuntos para reabilitar as áreas afetadas pela guerra, com vista ao restauro, reconstrução e modernização de cidades e bairros residenciais;
d) Desenvolvimento de infraestruturas;
e) Extração de minerais e recursos naturais;
f) O Banco Mundial elaborará um plano de financiamento especial para acelerar estes esforços.
13. A Rússia será reintegrada na economia mundial:
a) O levantamento das sanções será discutido e acordado por fases e caso a caso;
b) Os Estados Unidos celebrarão um acordo de cooperação económica a longo prazo para o desenvolvimento mútuo nas áreas da energia, recursos naturais, infraestruturas, Inteligência Artificial, centros de dados, projetos de mineração de terras raras no Ártico e outras oportunidades de negócio mutuamente benéficas;
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8 (bloco das principais economias mundiais).
14. Os fundos congelados serão utilizados da seguinte forma:
Cem mil milhões de dólares em ativos russos congelados serão investidos em projetos liderados pelos EUA para reconstruir e investir na Ucrânia. Os Estados Unidos receberão 50% dos lucros desta iniciativa.
A Europa contribuirá com 100 mil milhões de dólares para aumentar o montante dos investimentos disponíveis para a reconstrução da Ucrânia. Os fundos europeus congelados serão desbloqueados.
Os restantes fundos russos congelados serão investidos num veículo de investimento EUA-Rússia separado, que executará projetos conjuntos em áreas específicas. Este fundo terá como objetivo fortalecer as relações e aumentar os interesses comuns, de forma a criar um forte incentivo para não regressar ao conflito.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto de segurança norte-americano-russo para promover e garantir o cumprimento de todas as disposições do presente acordo;
16. A Rússia consagrará na lei a sua política de não-agressão em relação à Europa e à Ucrânia;
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordarão o prolongamento da validade dos tratados sobre a não-proliferação e o controlo de armas nucleares, incluindo o Tratado START I;
18. A Ucrânia aceita não ser um Estado detentor de armas nucleares, nos termos do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares;
19. A central nuclear de Zaporijia será posta em funcionamento sob a supervisão da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), e a eletricidade produzida será dividida em partes iguais entre a Rússia e a Ucrânia (50-50);
20. Ambos os países se comprometem a adotar programas educativos nas escolas e na sociedade com o objetivo de promover a compreensão e a tolerância das diferentes culturas e eliminar o racismo e o preconceito:
a) A Ucrânia adotará as normas da UE sobre tolerância religiosa e proteção das minorias linguísticas;
b) Os dois países aceitarão abolir todas as medidas discriminatórias e garantir os direitos dos órgãos de comunicação social ucranianos e russos e a educação;
c) Todas as ideologias e atividades nazis devem ser rejeitadas e proibidas.
21. Territórios:
a) A Crimeia, Donetsk e Lugansk serão reconhecidas como territórios russos 'de facto', incluindo pelos Estados Unidos;
b) Os limites de Kherson e Zaporijia serão os atualmente existentes ao longo da linha de contacto, o que significará reconhecimento 'de facto' ao longo dessa linha;
c) A Rússia renunciará aos outros territórios que controla fora destas cinco regiões;
d) As forças ucranianas retirarão da parte da região de Donetsk que atualmente controlam, e essa parte será em seguida utilizada para criar uma zona tampão neutra desmilitarizada, internacionalmente reconhecida como território pertencente à Federação da Rússia. As forças russas não entrarão nesta zona desmilitarizada.
22. Depois de concordarem com as divisões territoriais futuras, a Federação da Rússia e a Ucrânia comprometem-se a não alterar tais disposições pela força. Nenhuma garantia de segurança se aplicará em caso de violação deste compromisso;
23. A Rússia não impedirá a Ucrânia de utilizar o rio Dniepr para fins comerciais, e serão concluídos acordos sobre o livre transporte de cereais através do mar Negro;
24. Será criada uma comissão humanitária para solucionar as questões pendentes:
a) Todos os prisioneiros e restos mortais de ambos os lados devem ser trocados na proporção de "todos por todos";
b) Todos os civis detidos e reféns serão restituídos, incluindo as crianças;
c) Será criado um programa de reunificação familiar;
d) Serão tomadas medidas para aliviar o sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições no prazo de 100 dias;
26. Todas as partes envolvidas neste conflito beneficiarão de uma amnistia total pelas suas ações durante a guerra e comprometem-se a não apresentar qualquer reclamação ou a considerar apresentar futuramente qualquer queixa;
27. Este acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida pelo Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Serão impostas sanções em caso de violação;
28. Assim que todas as partes aceitarem este memorando, um cessar-fogo entrará imediatamente em vigor após a retirada de ambas as partes para os pontos acordados para se iniciar a aplicação do acordo.
Contraproposta da Europa
(redigido pelo Reino Unido, França e Alemanha)
1. A soberania da Ucrânia deve ser reconfirmada.
2. Será alcançado um acordo de não-agressão total e completo entre a Rússia e a Ucrânia e a NATO. Todas as ambiguidades dos últimos 30 anos serão resolvidas.
3. (O ponto 3 do plano dos EUA foi suprimido. Um rascunho do plano dizia: “Haverá a expetativa de que a Rússia não invadirá os seus vizinhos e a NATO não se expandirá mais”).
4. Após a assinatura de um acordo de paz, será convocado um diálogo entre a Rússia e a NATO para abordar todas as questões de segurança e criar um ambiente de desescalada para garantir a segurança global e aumentar a oportunidade de realção e de futuras oportunidades económicas.
5. A Ucrânia beneficiará de sólidas garantias de segurança.
6. Limitação do efetivo militar ucraniano a 800 000 elementos em tempo de paz.
7. A adesão da Ucrânia à NATO depende do consenso dos membros da NATO, que não existe.
8. A NATO concorda em não estacionar permanentemente tropas sob o seu comando na Ucrânia em tempo de paz.
9. Os aviões de combate da NATO ficarão estacionados na Polónia.
10. Garantia dos EUA que reflete o artigo 5º
a) Os EUA receberão uma indemnização pela garantia
b) Se a Ucrânia invadir a Rússia, perde a garantia
c) Se a Rússia invadir a Ucrânia, para além de uma resposta militar robusta e coordenada, serão restabelecidas todas as sanções globais e será retirado qualquer tipo de reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios decorrentes deste acordo.
11, A Ucrânia é elegível para a adesão à União Europeia e beneficiará, a curto prazo, de um acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto este está a ser avaliado.
12. Pacote robusto de reconversão global para a Ucrânia, incluindo, mas não se limitando a:
a) Criação de um fundo de desenvolvimento da Ucrânia para investir em sectores de elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e os esforços da Al
b) Os Estados Unidos estabelecerão uma parceria com a Ucrânia para, em conjunto, restaurar, desenvolver, modernizar e explorar as infra-estruturas de gás da Ucrânia, que incluem os gasodutos e as instalações de armazenamento
c) Um esforço conjunto para reabilitar as zonas afectadas pela guerra, a fim de recuperar, reabilitar e modernizar as cidades e as zonas residenciais
d) Desenvolvimento de infra-estruturas
e) Extração de recursos minerais e naturais
f) O Banco Mundial desenvolverá um pacote especial de financiamento para acelerar estes esforços.
13. A Rússia deverá ser progressivamente reintegrada na economia mundial
a) A redução das sanções será discutida e acordada por fases e numa base caso a caso
b) Os Estados Unidos celebrarão um Acordo de Cooperação Económica a longo prazo para prosseguir o desenvolvimento mútuo nos domínios da energia, dos recursos naturais, das infra-estruturas, da IA, dos centros de dados, das terras raras, dos projetos conjuntos no Ártico, bem como de várias outras oportunidades empresariais mutuamente benéficas
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8.
14. A Ucrânia será totalmente reconstruída e compensada financeiramente, inclusive através de ativos soberanos russos que permanecerão congelados até que a Rússia compense os danos causados à Ucrânia.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto em matéria de segurança, com a participação dos EUA, da Ucrânia, da Rússia e dos europeus, para promover e fazer cumprir todas as disposições do presente acordo.
16. A Rússia consagrará por via legislativa uma política de não agressão em relação à Europa e à Ucrânia.
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordam em prorrogar os tratados de não-proliferação e de controlo nuclear, incluindo o Fair Start.
18. A Ucrânia concorda em permanecer um Estado não nuclear ao abrigo do TNP [Tratado de Não Proliferação Nuclear].
19. A central nuclear de Zaporizhzhia será reiniciada sob a supervisão da [Agência Internacional da Energia Atómica] AIEA, e a energia produzida será partilhada equitativamente numa proporção de 50-50 entre a Rússia e a Ucrânia.
20. A Ucrânia adotará as regras da UE em matéria de tolerância religiosa e de proteção das minorias linguísticas.
21. Territórios: A Ucrânia compromete-se a não recuperar o seu território soberano ocupado através de meios militares. As negociações sobre trocas territoriais terão início a partir da Linha de Contacto.
22. Uma vez acordadas as futuras disposições territoriais, tanto a Federação da Rússia como a Ucrânia comprometem-se a não alterar essas disposições pela força. As eventuais garantias de segurança não serão aplicáveis em caso de incumprimento desta obrigação.
23. A Rússia não impedirá a utilização do rio Dnieper pela Ucrânia para efeitos de atividades comerciais, e serão celebrados acordos para que os carregamentos de cereais possam circular livremente através do Mar Negro.
24. Será criado um comité humanitário para resolver as questões em aberto:
a) Todos os restantes prisioneiros e cadáveres serão trocados segundo o princípio "Todos por Todos"
b) Todos os civis detidos e reféns serão devolvidos, incluindo as crianças
c) Haverá um programa de reagrupamento familiar
d) Serão adoptadas disposições para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições o mais rapidamente possível após a assinatura do acordo de paz.
26. Serão tomadas medidas para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
27. O presente acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida por um Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Haverá sanções em caso de violação.
28. Se todas as partes derem o seu acordo ao presente memorando, o cessar-fogo entrará imediatamente em vigor quando ambas as partes se retirarem para os pontos acordados para dar início à aplicação do acordo. As modalidades do cessar-fogo, incluindo o controlo, serão acordadas por ambas as partes sob a supervisão dos EUA.
2.ª feira 24nov2025
Rússia, Ucrânia e EUA retomaram as negociações em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para tentar desbloquear um plano de paz para a Ucrânia, escrevem o Financial Times e a CNN, que apenas referem a presença de elementos de Moscovo e Washington. Entretanto, e de acordo com a informação avançada por uma autoridade norte-americana à rede televisiva CBS News, a Ucrânia terá concordado com a nova proposta de Trump [com apenas 19 itens], havendo apenas “pequenos detalhes a ser resolvidos”. (Na imagem: Secretário Dan Driscoll está em Abu Dhabi para se reunir com representantes russos © ANSA/AFP)
SIC Notícias às 07h04 de 4.ª feira 26nov2025
O Presidente norte-americano tinha dito, na semana passada, que Kiev tinha que dar uma resposta, no máximo, até esta quinta-feira. Trump deixou agora cair este prazo, depois de, na terça-feira, Zelensky ter afirmado que está pronto para avançar. “Não tenho um prazo. (...) O prazo, para mim, é quando tudo acabar e eu achar que estão todos cansados de lutar”, disse Donald Trump.
Últimas...
Raul Vaz Osorio - Mas isto é para levar a sério? Parece uma brincadeira de putos
Jorge Veiga - Raul Vaz Osorio putos irresponsáveis!

Volodymyr Zelensky 21nov2025 - "Este é um dos momentos mais difíceis da nossa história. A Ucrânia enfrenta uma decisão crucial: perder a sua dignidade ou arriscar perder um parceiro chave". Zelensky informou o seu povo de que em breve tomará uma decisão: Ou eles pactuam com a Rússia o fim da guerra e entregam território ou continuam lutando e perdem os EUA como aliado. Segundo Zelensky, este acordo é o mais importante desde o início da guerra e sua decisão será forte: Paz com "perda de dignidade" ou guerra total até o fim. Zelensky terminou: "Eu sei que o povo está comigo".
Lido por aí... em 21nov2025 - A UE rompe com os EUA : “O plano americano é um mau acordo para Kiev”. A Europa já não está disposta a seguir o guião de Washington. Segundo um alto funcionário europeu, o plano lançado pelos EUA para pôr fim ao conflito implica concessões que a UE considera inaceitáveis. (...) Em Bruxelas acreditam que Washington está pressionando Zelensky para aceitar um cessar-fogo antes das eleições americanas de 2026, onde a guerra é um tema eleitoral fundamental. (...) A Ucrânia ainda não quer aderir ao plano europeu. Porquê? Porquê? Porque Kiev tem medo de depender demasiado de Bruxelas quando a sua única alavanca real continua a ser Washington. (...) A Ucrânia está politicamente ferida. A Rússia avança sem pressa, mas sem pausa. A questão já não é qual o plano do Ocidente? A questão é: Qual plano Moscovo aceitará? A Europa pode redigir todos os documentos que quiser. Mas o campo de batalha — e o mapa — move-se segundo a guerra, não segundo as reuniões em Bruxelas.
CNN Portugal 22nov2025 - O vice-presidente dos EUA, JD Vance, diz que não passa de uma “fantasia” pensar-se que a Ucrânia pode vencer a guerra contra a Rússia se os EUA simplesmente enviarem mais dinheiro ou armas para Kiev, acrescentando que impor mais sanções contra Moscovo também não terá um impacto significativo.
Lido por aí... em 22nov2025 - Só ontem [21nov2025], a Ucrânia perdeu seis aldeias em frente às tropas russas. A situação em Pokrovsk e arredores é crítica. Kupiansk acabou de cair nas mãos russas. A Rússia também avança em Zaporiyia, e em Sumy as tropas ucranianas não conseguiram expulsar os russos após o desastre de Kursk. A falta de pessoal é outro grave problema enfrentado pelas forças militares da Ucrânia, só no mês passado foram contabilizadas cerca de 40.000 deserções e a legião estrangeira passou de 20.000 combatentes em 2022 para apenas 1.000 em novembro de 2025.
Se fosse asim tão simples...
E se deixassem os ucranianos decidir?...
(por Rafael Barbosa Diretor do JN em 23nov2025)
A guerra entre a Rússia e a Ucrânia começou, para quem já não se recorde, com uma invasão russa cujo objetivo era tomar a capital ucraniana, Kiev, derrubar o Governo e substituí-lo por um regime fantoche ao serviço do Kremlin. Nesses primeiros dias sucederam-se os massacres de civis, com o nome da cidade de Bucha a garantir um lugar simbólico nos livros de história que dediquem algumas linhas às atrocidades que os seres humanos são capazes de cometer. A crueldade de Putin, a incompetência dos seus generais e a resistência dos ucranianos impediram esse desfecho. Mas não puderam evitar a destruição e a perda de vidas humanas destes quase quatro anos de guerra. Não há números rigorosos, mas há estimativas fiáveis: entre 200 e 250 mil militares russos mortos, entre 60 e cem mil militares ucranianos mortos, e ainda 14 mil civis ucranianos mortos (incluindo quase mil crianças). É um preço inaceitável. A guerra não se tornou menos destrutiva nem menos mortal, com o passar do tempo, mas a linha da frente manteve-se estável quase desde o princípio. Nem a Rússia nem a Ucrânia têm capacidade para declarar vitória. E por essa razão se foi impondo a ideia de negociar uma qualquer espécie de paz. É aí que entra Donald Trump, que acaba de propor um plano. Inclui pontos absurdos, como usar os milhares de milhões de euros de fundos russos congelados na reconstrução, desde que os EUA assegurem 50% dos lucros da operação, ou a cedência de territórios ainda na posse dos ucranianos sem contrapartidas, ou ainda a ideia de reduzir as forças armadas da Ucrânia ao ponto de ser incapaz de se defender de um futuro ataque.Mas já não soa assim tão absurda a hipótese de se delimitar novas fronteiras. Está muito certo que os líderes europeus, na segurança dos seus gabinetes, rejeitem alterações pela força das armas. Mas quem vai combater e morrer para repor as fronteiras de 2022? Talvez fosse altura de tentar garantir não uma paz podre, mas um cessar-fogo que dure o tempo necessário para perguntar, num referendo ao povo ucraniano, o que quer: se a guerra, se a paz, ainda que à custa de um país mais pequeno. São eles que têm de escolher e não o Mundo por eles.
Opiniões!...
Joaquim Figueiredo - Concordo...
Mário Paiva - Joaquim Figueiredo, com quê?
Joaquim Figueiredo - Mário Paiva com o que diz o general...
Mário Paiva - Independentemente da escolha de Kiev, a Rússia definiu faz já muito tempo os seus parâmetros para o fim do conflito e já foi afirmado que este "plano" pode ser um ponto de partida para negociações... estando reconhecidamente a ganhar no terreno, com 90% do Donbass conquistado, duvido que o Kremlin aceite qualquer compromisso que leve a recuar significativamente do seu plano original... de todo o modo, em minha opinião, este rascunho de "plano" engendrado de urgência em cima de vários joelhos, é apenas uma cortina de fumo para minimizar o estrago provocado pela proximidade da corrupção descoberta "recentemente", com as cúpulas de mando na Ucrânia...
Jose Antonio M Macedo - Cada vez mais a Rússia é e será um perigo para a Europa. A Europa precisa mesmo de se armar e de estabelecer parcerias com a China de modo a evitar os problemas causados pela Rússia e pelos EUA.
Jorge Veiga - Nem respondo.
Não morro de amores por Viktor Orbán... mas à vezes não só tem razão no que diz como até tem piada
Jorge Veiga - Muita piada. Parece o Herman José...
Mario Pinheiro - Sabemos de quem Orban é amigo.
Raul Vaz Osorio - Um ditador nojento nunca pode ter piada
RTP Notícias na tarde de ontem 23nov2025
A Europa já tem contraproposta para plano de paz de Trump para acabar com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Este plano europeu inclui um limite para a dimensão do exército ucraniano de 800 mil soldados em "tempo de paz", sendo que Washington propõe 600 mil. O plano estabelece também que a entrada da Ucrânia na NATO depende de se chegar a consenso no bloco de países, que não existe neste momento. Dentro desta contraproposta prevê-se que a NATO concorde em não colocar tropas na Ucrânia de forma permanente em tempos de paz. Quanto à Ucrânia, seria "compensada financeiramente", incluindo com bens russos congelados, até que Moscovo pague pelos danos causados no país. A Ucrânia teria de prometer não recuperar território ocupado através de ações militares, fazer eleições assim que possível depois da assinatura de um acordo de paz e receberia garantias de proteção dos Estados Unidos.
Castro Ferreira Padrão - Foram falsos no cumprimento de todos os acordos anteriormente firmados, e a ser verdade o que esta notícia dá, não deixa de também ser verdade o que nela está subjacente, o conflito será para continuar, mas com outra dimensão. NÃO GOSTO.
Expresso/Lusa - manhã de 2.ª feira 24nov2025
Washington e Kiev declararam que, na sequência das conversações mantidas em Genebra, "desenvolveram um quadro de paz atualizado e aperfeiçoado", depois de reafirmarem que "qualquer acordo futuro deve respeitar plenamente a soberania da Ucrânia". Num comunicado conjunto, divulgado no domingo pela Casa Branca, refere-se que as conversações sobre o plano de paz proposto por Washington para selar a paz entre a Ucrânia e a Rússia foram "construtivas, focadas e respeitosas", além de produtivas, uma vez que "mostraram progressos significativos na harmonização de posições e na identificação de próximos passos claros". O diálogo de Genebra reafirmou "que qualquer acordo futuro deve respeitar plenamente a soberania da Ucrânia e alcançar uma paz justa e sustentável", afirmam as duas partes. "Como resultado das conversações, as partes desenvolveram um quadro de paz atualizado e aperfeiçoado", acrescenta-se no comunicado, onde ainda se lê que "a delegação ucraniana reafirmou a sua gratidão pelo forte compromisso dos Estados Unidos e pessoalmente do Presidente Donald J. Trump pelos esforços incansáveis para acabar com a guerra e a perda de vidas".
Observador - por volta das 16h00 de 24nov2025
Os Estados Unidos e a Ucrânia alcançaram um consenso significativo nas negociações de paz em Genebra, resultando num “quadro de paz atualizado e aperfeiçoado”. As discussões foram descritas como construtivas e focadas, destacando-se a importância de respeitar a soberania da Ucrânia para alcançar uma paz justa e sustentável.
O plano que os EUA e Ucrânia negociaram tem 19 pontos, sendo que “ficaram poucas coisas da versão original”, disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano Sergiy Kyslytsya.
A delegação ucraniana vincou a necessidade de dar resposta a questões como a libertação de prisioneiros de guerra e o retorno das crianças sequestradas. O Presidente ucraniano enfatizou a importância de trabalhar em estreita colaboração com os EUA e diferentes parceiros europeus para garantir compromissos que fortaleçam a posição da Ucrânia sem a enfraquecer.
A Europa também reagiu às negociações, com várias nações reafirmando o seu apoio à integridade territorial da Ucrânia e defendendo um papel ativo nas decisões que afetam a segurança europeia. Líderes como o chanceler alemão Friedrich Merz e a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, destacaram a necessidade de incluir a Europa nas negociações, especialmente em questões que dizem respeito diretamente ao continente, e rejeitaram a imposição de limites à Ucrânia.
Enquanto a Rússia expressou preferência pelo plano original dos EUA, líderes europeus consideraram as contrapropostas como insuficientemente construtivas.
CNN Portugal - tarde de 2.ª feira 24nov2025
A Rússia rejeitou esta segunda-feira as modificações introduzidas pelos países europeus ao plano de paz para a Ucrânia apresentado pelos Estados Unidos. “Tomámos conhecimento do plano europeu que, à primeira vista, é absolutamente não construtivo, não nos convém”, disse o conselheiro presidencial para os assuntos internacionais, Yuri Ushakov, citado pela agência de notícias espanhola EFE. O plano [que os Estados Unidos propuseram na semana passada] foi bem acolhido pelo Kremlin por contemplar grande parte das exigências que têm sido feitas pelo Presidente Vladimir Putin para acabar com a guerra.
Adriano Marques - Acabo de ler esta notícia, espero que seja verdadeira! Deus abençoe a Ucrânia! "A Rússia acaba de sofrer um dos momentos mais humilhantes da guerra — e não veio do campo de batalha. Veio da própria máquina de propaganda de Moscou. Em um deslize chocante em uma transmissão, um dos principais propagandistas de Putin revelou acidentalmente a verdade por trás do ataque a Pokrovsk… e o Kremlin está se esforçando para abafar o caso.. De acordo com a admissão vazada, o ataque não foi a “vitória” que a Rússia alegou. Em vez disso, expôs um fracasso catastrófico: a Ucrânia usou o caos para obliterar a principal linha de suprimentos da Rússia, cortando combustível, munição e apoio às tropas em um único ataque coordenado. Em poucas horas, posições russas inteiras teriam entrado em colapso enquanto a Ucrânia se movia rapidamente para explorar a brecha. O que Moscou tentou apresentar como um sucesso agora se voltou contra eles — e o pânico que se espalha pelos canais militares russos diz tudo. A Ucrânia não atingiu apenas um alvo… atingiu toda a estratégia de guerra da Rússia onde mais dói.
Você acha que este pode ser um ponto de virada na guerra?
Deixe seu comentário — essa história está viralizando no mundo todo."
David Ribeiro - Adriano Marques ainda não encontrei na comunicação social, incluindo a afeta ao governo ucraniano, qualquer referência ao que aqui transcreveu. Será verdade?
Adriano Marques - David Ribeiro, as suas publicações às vezes também são uma grande treta... ![]()
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Não venho a certeza que seja verdade até porque coloquei isso em causa, mas tal como o meu amigo publiquei com a maior convicção que assim seja.
David Ribeiro - Pois eu, Adriano Marques, NUNCA publico nada que não tenha tido confirmação na comunicação social nacional, europeia, dos EUA e até ucraniana, que todos os dias consulto. Sabe... sou um viciado em informação, mas depois penso pela minha cabecinha.
Adriano Marques - David Ribeiro a comunicação social é uma grande treta, uns tendenciosos com uma agenda muito própria, não lhe vou dar exemplos porque são tantos que dá dó. Quanto á sua consulta da comunicação social da Ucrânia, creio que as suas consultas nunca foram publicadas, acaba sempre por ir pelo caminho oposto... ![]()
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Mário Paiva - Adriano Marques, quem sabe, segundo Orban, "milagres acontecem"... ...mas disse há alguns dias Mark Rutte, Secretário Geral da NATO... "a Ucrânia está a ganhar a guerra, o problema é que a linha da frente se está a deslocar no sentido errado"...
Adriano Marques - Mário Paiva estou nas comemorações do 25 de novembro, não tenho tempo para lhe responder.
Mário Paiva - Adriano Marques, não carece, fique à vontade...
Adriano Marques - David Ribeiro aproveito para o ajudar com mais uma notícia das boas, afinal não dá só Rússia, também dá Ucrânia, espero que goste. Abraço
Adriano Marques - David Ribeiro de vez em quando, pode também publicar as notícias que são ( muito) desfavoráveis à sua Rússia, uma por outra não lhe ficava nada mal... ![]()
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David Ribeiro - E pronto... lá está o Adriano Marques a insistir numa hipotética ligação minha aos senhores no poder no Kremlin.
Adriano Marques - David Ribeiro por amor de Deus, longe de mim essa ideia, eu nunca poderia tirar essa ilação ao ler os seus posts... ![]()
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Mário Paiva - David Ribeiro, segundo algumas "opiniões" quem tenta acompanhar a realidade no terreno e publicar em conformidade, é culpado de a Ucrânia estar a perder a guerra...
Mário Paiva - Adriano Marques, lápis azul?

Ora bolas!... Lá vai a Europa estragar a vidinha a muitos dos senhores instalados no poder em Kiev.
Maria Gabriela Rafael - Que provas é que tu tens do que estás a dizer? Ou é só mais um devaneio? Não entendo a tua noção de democracia tu que te dizes tão democrata. Haja paciência.
David Ribeiro - Maria Gabriela Rafael, muitos dos senhores no poder em Kiev são corruptos e não sou só eu a dizer. Não será por acaso que a União Europeia vai implementar o que é referido na notícia.
Maria Gabriela Rafael - David Ribeiro mas quem é que diz? O general /comentador pró soviético?
David Ribeiro - Maria Gabriela Rafael, o major general Jorge Saramago pode ser tudo menos pró soviético.
Na Ucrânia até os mortos alimentam a corrupção
O setor funerário ucraniano não está imune à corrupção. Esse fenómeno, que antecede a guerra, mas foi amplamente silenciado, intensificou-se nos últimos três anos. As famílias dos falecidos são as primeiras vítimas.
EuroNews em 16nov2025
Tudo sobre a "Operação Midas"
A investigação anticorrupção em curso na Ucrânia pode transformar-se no maior escândalo político desde o início da invasão russa, numa altura em que Kiev se apressa a garantir à população e aos parceiros ocidentais que a luta contra a corrupção continua a ser o seu maior compromisso. (...) Segundo o NABU [National Anti-Corruption Bureau of Ukraine] e o SAPO [Ministério Público Anticorrupção da Ucrânia], a investigação, que durou 15 meses e envolveu 1000 horas de gravações áudio, revelou a participação de vários membros do governo ucraniano. O gabinete anticorrupção informou que o grupo estava a cobrar subornos aos empreiteiros da Energoatom, que ascendiam a 10-15% do valor de cada contrato. De acordo com o NABU, foram branqueados cerca de 100 milhões de dólares em fundos: "De facto, a gestão de uma empresa estratégica com um volume de negócios anual superior a 4 mil milhões de euros não foi efectuada por funcionários, mas por pessoas estranhas sem autoridade formal", diz o gabinete num comunicado. (...) Na terça-feira, o Gabinete Anticorrupção acusou oito pessoas de suborno, desvio de fundos e enriquecimento ilícito. Entre elas encontra-se Ihor Myroniuk, antigo conselheiro do ex-ministro da Energia Herman Halushchenko, que anteriormente desempenhava as funções de diretor-adjunto do Fundo de Propriedade do Estado. Dmytro Basov, antigo procurador e ex-diretor do departamento de segurança física da Energoatom, também está implicado. O NABU afirma que Myroniuk e Basov "assumiram efetivamente o controlo de todas as compras da empresa". (...) Halushchenko, ministro da Energia da Ucrânia entre 2021 e julho de 2025, que depois se tornou ministro da Justiça do país até à sua demissão há dois dias, também está alegadamente envolvido. A investigação do gabinete anti-corrupção alega que o líder e cérebro por detrás do esquema de corrupção é o empresário Timur Mindich, um antigo parceiro de negócios do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
(ver artigo completo aqui)
Plano de Paz
O tenente-general Rafael Martins, ao analisar o novo plano de paz apresentado pelos EUA para resolver o conflito na Ucrânia, disse: "Nós não sabemos que conversa é que Putin e Trump tiveram naquela viagem de três minutos de carro". E não há dúvida que muitas vezes é nesses curtos momentos que se resolvem (ou tenta-se resolver) grandes questões.

— a Rússia ganhará total controlo de facto sobre Lugansk e Donetsk.
— Apesar da transferência sob controlo russo, as áreas de Donbas que as forças ucranianas deixam serão consideradas uma zona desmilitarizada. A Rússia não poderá enviar tropas para lá.
— Nas regiões de Kherson e Zaporozhye, as linhas de controlo atuais serão principalmente congeladas.
— Os EUA e outros países reconhecerão a Crimeia e Donbas como território russo legal, mas não exigirão tal reconhecimento da Ucrânia.
— Restrições à dimensão do exército ucraniano e das suas armas de longo alcance, em troca de garantias de segurança dos EUA.
— Trump quer reconhecer a Crimeia e Donbass como Rússia.
Joaquim Figueiredo - Uma vergonha...qual será a comissão?
David Ribeiro - Joaquim Figueiredo, Trump não dá ponto sem nó... mas tudo bem se conseguir a Paz, por mais periclitante que ela seja.
Joaquim Figueiredo - David Ribeiro nos termos que ouvi dizer é uma guerra continuada...e quem vai pagar a reconstrução? E quem vai ficar com as terras ricas? E com os paraísos turísticos?
Isabel Gentil Quina - … deve ser isso ou guerra com a Europa ![]()
Segundo diz alguma comunicação social das terras do tio Sam esta proposta de Trump já tem o acordo de Putin. Ou seja, Zelensky está feito ao bife... e a União Europeia, mais uma vez, é chotada para canto.
Adriano Marques - Já vi que continua a acreditar no Pai Natal... ![]()
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David Ribeiro - Eu há muito deixei de acreditar no Pai Natal, Adriano Marques, mas cada vez mais me parece evidente a desgraça que vai cair sobre o povo ucraniano, que até nem tem culpa das asneiras dos senhores no poder em Kiev.
Jorge Veiga - David Ribeiro ...nem dos senhores no poder de Moscba!
David Ribeiro - Esses, Jorge Veiga, cada vez mais se posicionam como os vencedores, quer queiramos quer não. Não há que viver de estados de alma... a realidade é a que se está a ver no dia-a-dia.
Jorge Veiga - David Ribeiro Vencedores com cerca de 1 milhão de mortos e incapacitados? Chama-se a isso ser vencedor?
David Ribeiro - Um dia, Jorge Veiga, se fará essa conta de ambos lados... mas não é essa contabilidade que dará a vitória para a história.
Adriano Marques - David Ribeiro é verdade os maus são os Ucranianos, o Putin e os seus Terroristas são uns tipos extraordinários, o problema mesmo é os tais Senhores do Poder de Kiev não se ajoelharam aos pés de Putin, os resto são adereços.
Jorge Veiga - David Ribeiro a história é igual à que foi praticada pelos russos em todos os campos de batalha. Criminosos.
David Ribeiro - Vou repetir o que já várias vezes aqui disse, Adriano Marques: deixemo-nos de estados de alma e foquemos as nossas intervenções na realidade.
Adriano Marques - David Ribeiro eu não compreendo o seu estado de espirito cada vez que as coisas correm mal á Ucrânia, fica até excitado para não dizer contente, acho até que por estranho que pareça, se esquece ou troca os papéis de agressor e agredido. O Putin e a sua escumalha não têm o mínimo direito ou razão para estarem a destruir um País, uma Cultura, são uns miseráveis terroristas que estão irresponsavelmente a provocar meio mundo, prova disso é o que fizeram ontem na Polónia e com os aviões Ingleses, um dia destes as coisas vão correr muito mal para TODOS. Os Russos têm uma pesadíssima "herança" de milhões e milhões de mortos às suas mãos, o próprio Hitler é um menino ao pé dos criminosos Russos, não vale a pena branquear o que é completamente Preto.
David Ribeiro - A história é muito mais do que aquilo que acaba de dizer, meu caro Adriano Marques.
Adriano Marques - David Ribeiro talvez a sua, a que lhe dá jeito, a de esquerda. São estados de alma... ![]()
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Luis Barata - David Ribeiro claro, a culpa é deles, são muito asneirentos... Desgraçados já eles estão e há muito tempo e vão ficar ainda mais. Putin é putin, esse é o problema.
Jorge Veiga - Pois a culpa é dos Ucranianos. Têm lá Nazis e gatunagem no governo e amigos que é um fartote. Os Russo não têm um único. Nem Putin, nem os que caem do 5º andar.!
Jose Antonio M Macedo - Na minha opinião, isto poderá levar a uma aproximação da Europa à China e à Índia, a médio e longo prazos, com prejuízos significativos para os EUA e a Rússia. À Europa e à China interessam uma Rússia fraca e fragmentada dos pontos de vista económico, geográfico e étnico. Vai ser interessante ver qual a reação dos EUA na sua aproximação à China e qual o aproveitamento sábio da China face a uma Rússia muito dividida e débil no futuro. O aproveitamento futuro das vastas reservas de recursos naturais que a Rússia dispõe quer pela China, quer pela Europa vai ser inevitável. Aí quero ver quem se vai rir. Mas aí será bem feito para a Rússia, pois terá o que merece.
Jorge Veiga - Jose Antonio M Macedo a China só se junta a quem der dinheiro.
Trump estará a pressionar Zelensky a assinar proposta de paz até à próxima quinta-feira, Dia de Ação de Graças. Washington terá ameaçado retirar apoios a Kiev. Volodymyr Zelensky, Emmanuel Macron, Keir Starmer e Friedrich Merz reuniram-se à distância esta sexta-feira. O tema em cima da mesa foi a proposta norte-americana para terminar o conflito na Ucrânia, como revela o Presidente ucraniano numa nota publicada nas redes sociais.
Michael Seufert - Será Zelensky um Miguel de Vasconcellos, pronto a prostituir-se ao estrangeiro para aplauso da Rússia e dos EUA?
Jorge Veiga - vergonhoso!
Adao Fernando Batista Bastos - Trump é uma besta sem credibilidade, mentiroso e traiçóeiro.
Comntários para todos os gostos - 21nov2025
Potencial candidato a sucessor de Zelensky
General Valerii Zaluzhnyi, Comandante-em-Chefe das Forças Armadas da Ucrânia de 27jul2021 até 8fev2024, e atualmente Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da Ucrânia no Reino Unido, continua a ser visto por muitos compatriotas como o único nome capaz de desafiar o presidente Zelensky em eleições futuras — ainda que estas permaneçam suspensas devido à guerra em curso. Zaluzhnyi nunca assumiu publicamente ambições políticas e evita entrevistas. Em Londres, a sua agenda é cuidadosamente controlada para reduzir ao mínimo ocasiões em que possa ser confrontado com perguntas incómodas. Ainda assim, a embaixada ucraniana no bairro de Holland Park tem recebido um fluxo constante de visitantes: deputados de Kiev, ativistas, representantes de empresários e até figuras como Paul Manafort, antigo conselheiro de Trump, que se ofereceu para o apoiar numa eventual campanha. Mas, ao que consta, a proposta foi recusada.
Jorge Saraiva - Receio ter uma ideia sobre a resposta, mas pergunto: porque se presta a este papel?
David Ribeiro - Não me diga, Jorge Saraiva, que também me considera um "assalariado" de Putin
Jorge Saraiva - David Ribeiro, não tenho, nem procuro ter, qualquer informação sobre as suas fontes de rendimentos. Apenas lamento e me pergunto porque se presta a esta propaganda e a ser canal de contra informação.
David Ribeiro - Jorge Saraiva, sim, é verdade que a maior parte do que se lê e ouve na comunicação social é "propaganda" de ambos os lados dos conflitos. Eu, acredite ou não, leio tudo ao que consigo ter acesso, e depois, penso pela minha cabecinha, evitando emprenhar pelos ouvidos (desculpe a brejeirice).
Michael Seufert - Isto deve ser notícia falsa porque eu li no Facebook que Zelensky tem tudo controlado num regime corruptone que até já está tudo perdido pelo que será arrastado pelas ruas de Kiev em sangue pelos libertadores estrangeiros que nem Varsóvia em 1939.

O surgimento de novos escândalos de corrupção irão seguramente dificultar a manutenção de um consenso europeu sobre a ajuda à Ucrânia face aos ataques russos. Os ministros da Energia e da Justiça ucranianos tiveram de se demitir, depois de uma entidade anti corrupção ter anunciado o desmantelamento de um vasto esquema de corrupção no setor energético. O esquema envolvia vários funcionários ucranianos e um empresário próximo de Zelensky, com subornos no valor de 100 milhões de dólares. Este escândalo acontece numa altura particularmente difícil na frente de batalha, com o exército ucraniano a recuar em várias regiões perante o avanço das tropas russas. Não esquecer que a Ucrânia é candidata à União Europeia e as reformas anti corrupção fazem parte dos critérios para a adesão.
Jose Bandeira - Nem sei como conseguimos entrar na então CEE! Se calhar corrompemos alguém! ![]()
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Jose Luis Soares Moreira - Jose Bandeira, perfeito. Pelo menos esses ministros se demitiram e por cá, o que vem acontecendo, alguns até ganham lugares superiores.
David Ribeiro - Meu amigo Jose Bandeira, nem queira comparar a corrupção que eventualmente existia em Portugal (e existia mesmo) aquando da nossa entrada na CEE com a que se vive na Ucrânia. Por mais que se admire o povo ucraniano há que assumir que os senhores instalados em Kiev são corruptos e sem exemplo para ninguém.
Diz The Spectator...
...que, ao que consta, nunca foi propagandista de Putin, antes pelo contrário.
Assim como um relógio parado...
...está certo duas vezes por dia, também Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, diz coisas acertadas.
Luis Pereira - As ameaças nucleares são insuportáveis, acredito que tenham uns bunkers engraçados, bem equipados , não chega é para todos , são uns criminosos , como eram os nazis , não tem perdão.
Adriano Marques - São uns assassinos muito piores que os Nazis, mataram e continuam a matar milhões.
David Ribeiro - Ainda bem, Adriano Marques, que já não há comunismo na Rússia.
Adriano Marques - David Ribeiro é verdade, são todos do CHEGA, o Kremlin até vai contratar o André Ventura... ![]()
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Os comunistas estão nos países onde há ditaduras, o que têm é miséria, fome, pancada e muitas vezes morte.
Jorge Veiga - o fotografia falante? Sei lá se é ele a falar????
Maria Vilar de Almeida - Concordo. Aliás, desde o início que a UCRÂNIA estava destinada à DERROTA.
Diz o portal Sohu...
...um dos principais e mais conhecidos portais de internet da China. A sua credibilidade é relativa, principalmente em relação a este tipo de assuntos.
Jorge Veiga - Os chineses a meterem-se nisto? Poixxxxxx
Jorge Saraiva - Se não é credível, qual o interesse em partilhar e (ainda que marginalmente) amplificar?...
A visão irónica de Serhiy Kolyada (cartunista ucraniano)...
...sobre o mais recente escândalo de corrupção de alto nível na Ucrânia.
Euronews de 16nov2025 - ver aqui
A investigação anticorrupção em curso na Ucrânia pode transformar-se no maior escândalo político desde o início da invasão russa, numa altura em que Kiev se apressa a garantir à população e aos parceiros ocidentais que a luta contra a corrupção continua a ser o seu maior compromisso.
...com propulsor nuclear é capaz de se manter no ar por vários dias antes de atingir um alvo,
relata a agência Reuters

De acordo com o artigo, "a propulsão nuclear [do míssil] é projetada para permitir que ele voe muito mais longe e por mais tempo do que os motores turbojato ou turbofan tradicionais, que são limitados pela quantidade de combustível que podem transportar. Isso permite que ele 'se mantenha no ar' por um período prolongado antes de atingir um alvo", explica o artigo da Reuters. "Em operação, o Burevestnik carregaria uma ogiva nuclear (ou ogivas), circundaria o globo a baixa altitude, evitaria defesas antimísseis, contornaria o terreno e lançaria sua(s) ogiva(s) em um local (ou locais) difícil de prever", explica o mesmo relatório.
"Considerações" de comentadores da CNN Portugal
Interfax-Ucrânia 28out2025
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, relatou o uso em combate dos mísseis Flamingo e Ruta. O chefe de Estado afirmou isso durante uma conversa com jornalistas.
Domingos Cunha - Portanto.... duas reflexões: uma das questões dos reactores nucleares é o arrefecimento.... não estou a ver a possibilidade de arrefecerem um mini reactor nuclear em voo com o ar ou a incorporarem um deposito uficientemente grande para arrefecer o reactor (nem com azoto) outra prende-se com o facto de que no caso de falha ou sere abatido em territorio russo (ou noutro) nao passa de uma bomba suja
Jose Bandeira - Bullshit!
Jorge Veiga - Uma grande m***** Espalha radioactividade por todo o lado e por isso abandonado pelos USA há 40 anos...(+ ou -).
Na 5.ª feira à tarde escrevia Donald Trump...
Raul Vaz Osorio - Nem a "paz" no Médio Oriente é o que Trump pensa ou pelo menos vende, nem Donald deixou de ser um asset de Putin.
Luis Barata - Se o homem diz...
Mário Paiva - O traço mais marcante desta figura de comédia é a coerência...
Foi dizendo o Observador na tarde de 6.ª feira 17out2025
O Presidente [dos EUA] diz que os termos “ainda estão a ser decididos”, mas não exclui que a cimeira de Budapeste possa pôr Putin e Zelensky frente a frente. Ainda assim, o mais provável, diz, é que se trate de duas reuniões, uma dos Estados Unidos com a Rússia, outra dos Estados Unidos com a Ucrânia. “Estes líderes não gostam um do outro e nós queremos que estejam confortáveis. Será a três, mas podem estar separados”, elabora.
“Eu acho que o Presidente Putin quer acabar com a guerra, eu falei com ele ontem”, declara Trump, acrescentando que “não estaria aqui” se não tivesse essa confiança na disponibilidade do líder russo.
O menu do almoço entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky
Entrada: Salada verde de outono com alcachofras estaladiças, funcho ralado e vinagrete de limão.
Prato principal: Frango assado na frigideira com salteado de batata-doce, fricassé de ervilhas de vagem, rúcula e aioli de alecrim.
Sobremesa: Maçãs McIntosh e chiffon de caramelo com gelado de clementina e molho de amora.
Time 17out2025 às 21h37
Dias depois de divulgar a ideia publicamente, o presidente Donald Trump desistiu na sexta-feira de fornecer armas poderosas de longo alcance à Ucrânia, dizendo aos repórteres e ao presidente Volodymyr Zelensky que estava preocupado com o esgotamento do suprimento dos EUA. Trump fez os comentários durante uma reunião na Casa Branca na qual Zelensky esperava obter o mesmo alarde de Trump ao anunciar o aumento da assistência militar após o sucesso de Trump em alcançar um cessar-fogo entre Israel e o Hamas.
Correio da Manhã de hoje
“Espero que os Tomahawk possam ficar nos EUA”, disse Donald Trump. “Esperamos acabar a guerra antes de serem precisos Tomahawk”, reforçou. A Rússia já avisou que o fornecimento daqueles mísseis à Ucrânia por parte dos Estados Unidos elevaria a guerra para um patamar muito perigoso.

Agência Lusa, na manhã de 3.ª feira 16set2025
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse hoje que o Presidente norte-americano, Donald Trump vai provavelmente reunir-se com o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, na próxima semana.
Marco Rubio garantiu aos jornalistas em Israel que o líder dos Estados Unidos ainda espera negociar um acordo de paz que envolva o Presidente russo, Vladimir Putin.
Trump teve "várias ligações com Putin, várias reuniões com Zelensky e provavelmente novamente na próxima semana em Nova Iorque", onde se realiza a Assembleia Geral da ONU, disse o secretário de Estado norte-americano.
Na segunda-feira, o Governo da Rússia acusou a Ucrânia de "abrandar artificialmente" as conversações de paz e acusou os países europeus de interferência, lamentando a falta de atenção às causas da invasão, iniciada em 2022.
"Do lado de Kiev, o processo está a ser artificialmente abrandado. Ninguém quer abordar a essência do conflito. Os europeus estão a interferir no assunto e não vão prestar atenção às causas subjacentes da crise, abrindo caminho para a discussão de formas de as resolver", argumentou o porta-voz presidencial russo.
Dmitri Peskov reiterou que "a Rússia continua aberta e pronta para o diálogo", bem como "interessada e disposta a resolver a crise ucraniana por meios políticos e diplomáticos".
Peskov insistiu que há uma pausa nas negociações, denunciando que "não há flexibilidade na posição ucraniana e nenhuma disposição por parte do regime de Kiev para realmente iniciar discussões sérias”.
"Estas reuniões e qualquer contacto ao mais alto nível devem ser bem preparados para que tal diálogo e os acontecimentos - que devem ocorrer antecipadamente, a nível de peritos - possam ser concretizados", concluiu Peskov.
Depois do que se ouviu e viu no encontro de Trump com Zelensky, cá para mim se a Ucrânia negar um acordo em que, dando "só" o Donbas, poder aproximar-se da NATO e entrar na UE, será o mesmo que dizer não ser a favor da paz.
Trump admitiu ir contra uma "linha vermelha do Kremlin" e a Ucrânia propõe pagar para que ele faça isso (ou algo parecido) - João Guerreiro Rodrigues na CNN Portugal em 19ago2025.
Encontro em Washington foi "demonstração de genuína unidade entre Europa e EUA", diz Zelensky. Macron quer que reunião entre Putin e Presidente da Ucrânia seja em Genebra - Cátia Rocha no Observador.
“Muito obrigado, senhor Presidente”: Europa tenta seduzir Trump, que já anuncia um encontro entre Putin e Zelensky - Ana França no Expresso.
Jose Antonio M Macedo - A entrada na UE, ao contrário da NATO, não interfere com os interesses da Rússia. A Irlanda e a Áustria não pertencem à NATO e fazem parte da UE.
David Ribeiro - Claro, Jose Antonio M Macedo... e o Reino Unido não faz parte da UE e pertence à NATO. O problema da hipotética entrada da Ucrânia na UE, na minha opinião, é sabermos quando os senhores de Kiev terão um país a cumprir minimamente as mais elementares regras de um Estado de Direito.
"O visual dos líderes europeus estava um bocado carregado" - Agostinho Costa na CNN Portugal em 18ago2025.
Maria Gabriela Rafael - Este palerma deste major general trostskista já devia ter sido banido das televisões portuguesas.
David Ribeiro - Maria Gabriela Rafael, cada um tem dos outros a opinião que entende, mas não me parece que o Major-General Agostinho Costa seja um "palerma". Ora vejamos:
O Major-General (R) Agostinho Costa ingressou na Academia Militar em 1977, tendo concluído a licenciatura em Ciências Militares, em outubro de 1982. É oriundo da Arma de Infantaria, tendo sido promovido ao atual posto em fevereiro de 2010. Averba diversos cursos/qualificações, destacando-se: Curso de Estado-Maior, frequentado no Instituto de Altos Estudos Militares (atual Instituto Universitário Militar); Curso de Planeamento de Operações Conjuntas, frequentado no Reino Unido; Curso Promoção a Oficial General, frequentado no Instituto de Estudos Superiores Militares (atual IUM); e o Top Senior Police Officer Course: The Stockholm Programme Realisation, da CEPOL (Agência Europeia de Formação Policial). É Mestre em Relações Internacionais pela Universidade Lusíada de Lisboa, tendo apresentado uma dissertação subordinada ao tema “Os Sérvios e a estabilidade dos Balcãs”. Ao longo da sua carreira desempenhou várias funções em território nacional e no estrangeiro, das quais se destacam as seguintes: no estrangeiro, foi Observador Militar da ONU durante o conflito da ex-Jugoslávia; Oficial de Operações do Estado-Maior da 3ª Divisão Italiana/Allied Rapid Reaction Corps, em Itália; Chefe da Repartição de Operações do Estado-Maior da Brigada Multinacional Oeste, imediatamente após o conflito do Kosovo; como Oficial General foi Chefe do Estado-Maior da European Rapid Operational Force (EUROFOR), em Itália. Em território nacional, com o posto de Coronel, comandou a Escola de Tropas Paraquedistas e chefiou o Gabinete de Planeamento e Programação do Instituto de Estudos Superiores Militares (atual IUM). Na Guarda Nacional Republicana, como Oficial General, desempenhou as funções de Comandante da Escola da Guarda, Comandante do Comando da Doutrina e Formação, Comandante do Comando Operacional e Segundo Comandante-Geral. Ao longo da sua carreira foi distinguido com vários louvores, tendo sido agraciado com diversas condecorações de Portugal, Espanha, Itália, da ONU e NATO. É membro dos seguintes associações e think tanks na área da segurança: Centro de Estudos EuroDefense-Portugal; Grupo de Reflexão Estratégica sobre Segurança (GRES), do Instituto de Direito e Segurança da Universidade Nova de Lisboa; Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT); membro do conselho editorial da revista Segurança e Defesa; membro do Clube de Lisboa. Tem vários artigos de opinião publicados sobre assuntos de segurança, sendo coautor das publicações: “Segurança Horizonte 2025 – Um Conceito Estratégico de Segurança Interna” e “Estratégia de Segurança Nacional – Horizonte 2030”.
Nuno Solla Lacerda - David Ribeiro costuma dizer-se que um burro carregado de livros é um doutor. Ele pode ter o CV que quiser mas não faz dele , nem isento , nem educado. Especialmente com senhoras ele não se sabe comportar, conforme já vimos diversas vezes na TV.
David Ribeiro - Nuno Solla Lacerda, mas não é nenhum "palerma", seguramente, seja ou não a sua forma de pensar e de se expressar do nosso agrado.
PALERMA - Que ou aquele que revela pouca inteligência. = ESTÚPIDO, IDIOTA, IMBECIL, LERDO, PAPALVO, PARVO, TOLO, TONTO. Que ou aquele que não tem iniciativa, determinação ou força de vontade. (in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa).
Silvino Macau - Maria Gabriela Rafael os cursos é cv é uma coisa, agora quando vão a TV devem de ser isentos e não demonstrar as suas convicções de marxistas. Aliás nunca nenhum ditador teve sucesso, sempre oprimiu a sua população da mesma forma que o presidente da federação russa está a fazer. Se este senhor desempenhou cargos importantes nas forças armadas fico preocupado. Enfim.
Maria Gabriela Rafael - David Ribeiro a mim não me interessa o curriculum vitae deste senhor. Intetesssa-me aquilo que defende sem qualquer vergonha: a invasão pela Rússia (ou CCCP como Lavrov fez questão de mostrar) de um país soberano. E o David Ribeiro, que se diz democrata, não percebo a sua defesa deste senhor. pois para mim, um fulano que defende a invasao de um pais soberano, pode ter um CV invejavel, que será sempre um palerma.
Jose Luis Soares Moreira - David Ribeiro, o Putin também estudou e fez ou faz parte do KGB.
Maria Gabriela Rafael - Jose Luis Soares Moreira no entender do David Ribeiro , como tem um CV "invejável " também deve ser uma pessoa cheia de valor.
Carlos Miguel Sousa - David Ribeiro Uma carreira totalmente construída no pós 25 abril. O tempo dos asnos, por excelência. Sem ofensa.
Michael Seufert - David Ribeiro palerma, imbecil, lerdo, parvo. Está tudo certo. O melhor da síntese PCP + MFA.
Mário Paiva - Já eu acho que o Silvino Macau não devia demonstrar as suas convicções anti marxistas... ...opiniões
Jose Pinto Pais - David Ribeiro o dicionario nao poderia descrever melhor esse PALERMA . Parabens e obrigado por nos ter tao bem elucidado sobre essa espécime tão do seu agrado e do Putin
Rui Lima - Chamar palerma a uma pessoa com o nível de conhecimento do major general é complicado. Até lhe chamam trotskista.... O Facebook está de facto infestado de opiniões no mínimo curiosas. Seria interessante ver estas senhoras como comentadeiras nas "nossas" tvs. O curioso é que tenho constatado que um grande número de elementos do sexo feminino apoia o partido do Encantador de Burros e enaltece o seu chefe ..... Sinais dos tempos.....
Maria Gabriela Rafael - Rui Lima pois eu não sou comentadeira e nem sei quem é o encantador de burros. Quanto ao senhor, pelo que diz aqui, deve ser daqueles que acha que as mulheres são menos inteligentes e nao têm direito à opinião. Volto a referir que este senhor general não é um comentador isento, é maxista e mal educado. Além do mais o senhor não sabe, porque nao me conhece, se eu sou tão habilitada ou mais do que o dito sr. General. O curriculo não o tirna uma pessoa correta, inteligente e democrática.
Rui Lima - Maria Gabriela Rafael Os pressupostos são seus.... fique bem.
Nuno Solla Lacerda - Rui Lima Chamar “Encantador de Burros” a quem lidera o segundo maior partido com quase 1.5M de votos é insultar diretamente os portugueses que fizeram essa escolha democrática. Um insulto, diria até, que é até proto fascista. Mas ainda mais grave é insinuar que as mulheres votam porque foram “encantadas”. Isso não é análise política, é machismo puro e duro. Homens e mulheres votam porque acreditam nas ideias de quem apoiam, reduzir as eleitoras a seres manipulados é desrespeitar a sua inteligência e autonomia. Discordar é legítimo. Menosprezar a escolha livre de tantos cidadãos não é democracia, é arrogância.
Adriano Marques - É um Comuna arrogante, prepotente, tendencioso e mal criado mas com estudos... ![]()
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David Ribeiro - Minha Amiga e meus Amigos... vamos ao cerne deste post: "O visual dos líderes europeus estava um bocado carregado" ou não estaria?... E se sim, porque seria?
Nuno Solla Lacerda - David Ribeiro estavam sim, porque, goste-se ou não, quem convida para o jogo e depois “baralha parte e dá”, é o Trump. A Europa hoje é o reflexo do que nos cidadãos andamos a deixar que fizessem durante décadas. Seremos todos responsáveis por aquilo que os nossos netos um dia terão que enfrentar.
Mário Paiva - David, já devias saber que ter uma opinião independente, diferente do rebanho guiado a golpes do bastão da comunicação social pueril e monoteísta que nos autorizam e servem desde Fevereiro de 2022, leva a ter de suportar as maiores parvoíces de neo fundamentalistas a quem a verdade e a realidade complicam as ideias... Coragem...
Cá por mim, se é para a PAZ, siga para bingo
Diz a CNN que "Estados Unidos estudam a hipótese do envio de forças para o terreno, mas nunca sob a bandeira da NATO. A acontecer, serão tropas de países europeus supervisionadas pela liderança americana". É natural e esperada uma abertura da administração Trump às pretensões de Vladimir Putin, que até já fez saber pelo seu ministro dos Negócios Estrangeiros que não estão em causa questões territoriais, mas sim a proteção dos direitos dos cidadãos russos e dos russófonos que vivem na Ucrânia.
Maria Clara Silva - Uma legenda com água no bico.
Por onde eu ando...
Nova Crítca - vinho & gastronomia
PINN (Portuguese Independent News Network)
Meus amigos...
A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
Antes Que Me Passe a Vontade (Nanda Costa)
Caderno de Exercícios (Celina Rodrigues)
Cerâmica é talento (Pataxó Lima)
Clozinha/and/so/on (Maria Morais)
Do Corvo para o Mundo!!! (Fernando Pimentel)
Douro de ouro, meu... (Jorge Carvalho)
Douro e Trás-os-Montes (António Barroso)
Escrita Fotográfica (António Campos Leal)
Let s Do Porto (José Carlos Ferraz Alves)
Life of a Mother Artist (Angela Ferreira)
Marafações de uma Louletana (Lígia Laginha)
Matéria em Espaço de Escrita com Sentido (Mário de Sousa)
Meditação na Pastelaria (Ana Cristina Leonardo)
Memórias... (Boaventura Eira-Velha)
Mente Despenteada (Carla Teixeira)
Nortadas (Francisco Sousa Fialho, João Anacoreta Correia e outros)
O Portugal Futuro (Tiago Barbosa Ribeiro)
O Porto em Conversa (Vitor Silva)
Os meus apontamentos (Vitor Silva)
Renovar o Porto (Rui Farinas e Rui Valente)
Reportagens de Crítica, Investigação e Opinião (Tron)
Que é que se come por aqui (Ricardo Moreira)
Servir o Porto (Pedro Baptista)
Um Rapaz Mal Desenhado (Renato Seara)
Vai de Rastos (Luís Alexandre)
(IN)TRANSMISSÍVEL (Vicente Ferreira da Silva)
Adoradores de Baco...
Site de Prova de Vinhos (Raul Sousa Carvalho)